Biot, França – Arte em Vidros. Produtos Provençais.


Imagem Destacada: planta baixa da cidade em mosaicos e ladrilhos fixada à esquerda de quem entra da rue Saint Sebastien. Ao lado, nos pequenos retângulos, endereços das lojinhas da cidade.

Obs: clique duas vezes na luvinha para ver a imagem aumentada.

Roteiro: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) /

A fim de você saber direitinho onde pegar uma das linhas de ônibus que sai de Nice e lhe permite chegar a Biot, dê um clique aqui e depois uma olhada na foto abaixo.

O traçado em vermelho que começa na avenida é onde está a Gare Biot e mostra o quanto você terá que andar até chegar ao ponto do ônibus 10 – Valbonne Village “par” Biot.

O ônibus que sai de Nice para em um ponto quase em frente à estação do trem; portanto, de acordo com os traçados, você terá que andar um pouquinho para trás.

Ponto de ônibus para Biot
Caso queira ver o mapa um pouco maior, clique duas vezes na imagem.
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CASO VOCÊ VÁ DE TREM:

Optando pela via férrea salte na Gare de Biot e faça a mesma coisa: volte até encontrar uma rotatória e entre nesta avenida. Caminhe mais ou menos 200 metros até encontrar o ponto do ônibus. A parada fica na direção de uma montanha russa de um parque de diversões chamado Antibesland – é discreto, não há cobertura e muito menos bancos.

Esperamos pelo ônibus nº 10 mais ou menos meia hora. Reclamei até dizer chega e já estava pensando em ir andando até Biot – achando que era “logo ali”, imagine! – quando o ônibus apareceu. Sorte minha, porque eu teria feito a maior besteira se tivesse seguido meu instinto: Biot fica distante e no alto de uma montanha. Algumas informações a respeito deste lugar clique aqui.

Tomei conhecimento desta tetéia de cidade – um atelier a céu aberto encravado na serra -, por intermédio do site Conexão Paris. Informações e fotos interessantíssimas postadas no blog a respeito de Biot aguçaram minha curiosidade e lá fomos nós – eu e meu fiel escudeiro e companheirão de viagens, M. Morlaix – conferir as dicas de 2013 e 2014 da senhora Maria Lina.

O QUE COMPRAR?  DIFÍCIL DECISÃO.

De um lado e de outro da rua principal há ofertas de artigos provençais: toalhas de lavabo, saboneteiras, óleos essenciais, sabonetes de variadas cores e aromas… Comércio atraente até para quem já passou por outras localidades do Sul da França e encheu a mala com panos de prato, bouquets  e perfumes de lavandas, cigarras e o delicioso doce “Calisson”, feito na base de amêndoas, mel, laranja e melão dentre outros segredos. Daí você pode perguntar:
– Mas isso combina?
– Combina. E como combina, amiga!…

Biot se destaca por abrigar artesãos que trabalham artisticamente o metal, a madeira – e principalmente o vidro -, além da criação de jóias!

Tivemos sorte em encontrar um atelier aberto em que dois senhores trabalhavam as pastas de vidro – um trabalho que me fascina, me hipnotiza. É preciso muita paciência, técnica, criatividade, cuidado e, acima de tudo, precisão! ao se trabalhar o vidro. E isso não falta aos artesãos de Biot.

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Ponto do ônibus nº 10, em frente ao parque Antibesland.

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Parque Antibesland.P1040452

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Nesta creperie, bem na entrada da rua principal de Biot, tomamos um bonito café e, posteriormente, almoçamos um crepe delicioso.P1040364 (800x600)

Creperie du Vieux Village.P1040365 (600x800)

Creperie du Vieux Village – atendimento simpático e rápido. Cardápio muito variado.P1040366 (800x600)

Rue Saint Sebastien. Ao fundo, o escritório de turismo onde está a planta baixa da cidade de Biot, foto destaque da página.P1040441 (800x596)

Um dos salões da creperie. A porta espelhada do armário, à esquerda, é a porta do toilette. Criatividade na decoração.P1040438 (780x1024)

Menus só de crepes salgados.P1040445 (1024x768)

Crepe salgado de presunto e salada. Excelentes.P1040446 (1024x768)

De sobremesa, crepe recheado de passas ao rum, canela e açúcar. Uma calda completa a gostosura.P1040443 (588x800)

Um café incrementado como encerramento.P1040372 (800x600)

Rue Saint Sébastien, onde ficam alguns ateliers.P1040376

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En Été en Provence.

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En Été en Provence.P1040381 (800x600)

En Été en Provence.P1040384 (800x600)

La Maison de Lucille. No meio de tanta oferta cheguei a pensar que seria bem capaz de encontrar um Almanaque do Pensamento de 1913.P1040385 (800x600)

A loja é uma festa!P1040386 (800x600)

Vende de tudo!

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Rua de Biot.
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Escultor holandês nascido em 1941 na cidade de Haarlen.

A escultura abaixo está exposta em uma pequena praça no final da rue Saint Sebastien, próxima ao Museu de História e de Cerâmica de Biot.

Abstraiu-me de tal forma que perdi noção de tempo e lugar. Fiquei ali… parada… olhando o casal de dançarinos como se a qualquer momento fossem se movimentar. E divaguei tanto, que perdi o foco do olhar ao me imaginar no lugar da bailarina e a sentir a dificuldade em ter que me equilibrar nas costas de meu partner. Subi no pedestal. E dançava com eles na praça, sem me importar com a presença do mundo, até que uma voz amiga tirou-me do devaneio chamando-me à Terra. Acordei sob protestos, claro!… Por mim, teria ficado mais tempo admirando cada detalhe da escultura e continuado a me deixar levar pela fantasia.

Arte me toca a alma…. Gosto quando me sinto integrada a uma tela ou escultura e penso fazer parte daquele contexto. É quando me emociono a ponto de alçar voo. Como na escultura de Verkade…

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O que dizer diante de tanta arte? Nada. Basta sentir.

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Particularmente, logo que vi a escultura lembrei-me de Christina Motta: brasileira, autora de obras igualmente magníficas. Quem já passou pela cidade de Búzios, onde a artista reside, sabe do que estou falando.

Suas esculturas também são leves, em tamanho natural e, tal qual Kees Verkade, retratam cenas do cotidiano, o que torna seus trabalhos mais reais. Na Praça dos Ossos há um conjunto de escultura de duas crianças e um cachorro. Em uma foto, ninguém diz que o cachorro não é real. Clique aqui e confira.

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Place des Arcades, Biot.
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Após o arco que se vê ao fundo, está a parte mais antiga da cidade.
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Rua de Biot.

Interior da Igreja de Biot – clique aqui (vídeo de 2.49 m.)

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Igreja de Biot – Século XV -, na parte antiga da cidade.
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Interior da Igreja de Biot – século XV.
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Afrescos – Igreja de Biot.
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Vista parcial da parte antiga de Biot. Ao fundo, Place des Arcades.
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À esquerda de quem sai da igreja, a solução inteligente e prática para se devolver livros.
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Rua de Biot.
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Rua de Biot.
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Monumento aos mortos na Guerra de 1939/45.
rue Saint Sebastien, Biot
Imagem Google Earth – A oficina da Verrerie d’Art está localizada nesta descida, onde se vê uma cobertura arcada.

Trata-se da oficina de M. Didier Sabra, mestre renomado na arte de moldar o vidro. Para vê-lo criar suas obras, basta clicar aqui. Tive a sorte de vê-lo trabalhar e fiz este rápido vídeo: clique aqui.

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Artesanato em vidro, no jardim da entrada da Verrerie d’Art.
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Rua de Biot.

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Rua de Biot.

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Rua de Biot.
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Rua de Biot.
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Rua de Biot.
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Rua de Biot.
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Rua de Biot.
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Rua de Biot.
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Rua de Biot.
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Rua de Biot.

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Para retornar à estação de trem, basta descer um pouco a ladeira e pegar novamente o 10.

De volta ao hotel em Nice  uma chegada até a janela para fiscalizar o andamento dos preparativos para o Festival de Jazz na Praça Alberto I (mais tarde farei um comentário a respeito) e mais estas fotos da vista da janela de nosso quarto.

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Jardim Alberto I e parcial da Cidade Antiga.
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Vieille Nice e Morro do Castelo.
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Place Massena e Promenade du Paillon.

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2 comentários em “Biot, França – Arte em Vidros. Produtos Provençais.”

  1. Oi!, vi e lá deixei meu comentário. Mas comentário de leigo burro eu deixo aqui, estas cidades parecem sempre tão vazias, não vejo gente, só bares, vielas, artesanatos, flores, praças, tudo lindo, mas sem gente, nem carros, charretes, cavalos, motos e bikes se vê, onde está o povo e os visitantes nas vielas?Bjks,Rosa

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    1. Bom Dia, amiga! Procuramos sempre passear nestas cidades em dias úteis, justamente para não pegarmos grande movimento de turistas. Em fins de semana e alta temporada – nosso caso – seria difícil fotografar alguma coisa sem que aparecesse uma cabeça ou um braço indesejado na foto. Tá explicado? Bjks.

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