FRANÇA: PROVENCE – Lac de Sainte Croix; Campos de Girassóis e Lavandas de Valensole.


Foto em Destaque: Terraroma Jaubert – Plateau de Valensole.

Roteiro elaborado por Anaté Merger para a Provence: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Isle-sur-la-Sorgue e Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

*****

ORIGEM DO LAGO de SANTA CRUZ:
O lago é o resultado de uma barragem construída entre 1971 e 1974 em arcos de concreto reforçado na entrada do Desfiladeiro Baudinard.
É alimentado pelo rio Verdon, o mesmo que passa apertado entre os imensos paredões do desfiladeiro conhecido como Gorge (garganta) du Verdon.
O reservatório suporta o máximo de 761 milhões de metros cúbicos de água e gera 142 KW/h de eletricidade por ano.

CURIOSIDADE:
A enxurrada, ao submergir o vale, “engoliu” também a antiga aldeia chamada Salles-sur-Verdon – reconstruída em um platô nas proximidades – e a nascente da Fonte l’Evêque. Cavernas paleolíticas e ainda a Ponte d’Aiguines, construída na Idade Média!, também desapareceram sob o verde jade das águas do lago.
É o domínio do progresso sobre a História. Desse evento surgiu um lago imenso e bonito, de água pura, contornado por uma paisagem esplêndida.

A superfície abrangida pelo Sainte Croix é de 2.200 hectares. São 10 km de comprimento por 3 km de largura.
Além de ter a função de reservatório para a Provence, o lago garante eletricidade às aldeias vizinhas, faz bonito como ponto turístico e transforma-se em área de lazer no Verão.

O lado Sul do lago oferece mais divertimento aos turistas: barcos elétricos, caiaques, stand up padle, pedalinhos…, disputadíssimos no Verão. É de quem chegar primeiro; caso contrário, enfrentará filas.

A parte Norte, bem diferenciada, oferece como atrações: em Valensole, os campos floridos e perfumados de lavandim; e em Moustier Sainte Marie, você poderá conhecer a produção de porcelanas de alta qualidade.

Em Salles du Verdon, a parte mais habitada do lago, há estrutura hoteleira, restaurantes e praia. Mesmo assim, não perca a oportunidade de fazer um bom pique-nique às margens de uma das paisagens mais bonitas da Provence. Garanto que não se arrependerá por ter-se integrado a um hábito comum dos franceses.

Obs: Clique duas vezes nas fotos em que aparece a luva para ampliar a imagem.

P1050736 (1024x768)
Lavandas no Platô de Valensole.

*****

P1050745 (1024x765)
Lago de Santa Cruz.

*****

P1050746 (1024x664)

*****

P1050747 (1024x768)

*****

P1050751 (1024x756)

*****

P1050752 (1024x765)

*****

P1050753 (1024x768)

*****

P1050755 (1024x767)

*****

P1050756 (1024x768)

*****

P1050757 (1024x765)

*****

P1050758 (1024x766)

*****

P1050759 (1024x763)

*****

P1050761 (1024x768)

*****

P1050762 (1024x768)

*****

P1050764 (1024x768)

*****

P1050766 (1024x766)

*****

P1050771 (1024x758)

*****

P1050774 (1024x762)

*****

P1050776 (1024x764)

*****

CAMPOS DE GIRASSÓIS:

Nessa história de as lavandas serem o foco da atenção dos turistas, os girassóis acabam ficando relegados a segundo plano. Decepcionante. Fico com pena dos girassóis.

São admirados.., fotografados…, é um “Ai, que lindos!” prá lá, outro prá cá, mas não conheço ninguém que tenha tido, pelo menos, curiosidade em saber para que servem tantos girassóis.

Pesquisei, mas não encontrei nada a respeito dessas plantações na Provença. Justiça seja feita, são tão maravilhosos quanto seus vizinhos perfumados e o contraste que faz junto ao trigo e ao lavandim não há quem defina.

Girassóis são originários da América do Norte e receberam esse nome por acompanharem a trajetória do Sol deste o nascente ao poente. Sua utilização data do ano 1.000 A.C. São poderosos em termos de aproveitamento, sendo que as sementes constituem a melhor parte da planta: além de o óleo ter utilização na culinária, essa mesma gordura é empregada no azeitamento de máquinas e motores, incluindo maquinaria de usinas de energia elétrica.  O óleo é utilizado virgem, resultante da prensagem a frio.

Cada quilo de sementes produz entre 350 a 450 gramas de óleo. Quatro quilos de sementes produzem 45 mil plantas por hectare – uma para cada cova. Essas plantas produzirão entre 1,5 a 3 mil quilos de sementes e entre 30 e 70 toneladas de bagaço, destinados à ração animal e à adubação para o próximo plantio.

Seu cultivo é fácil.  Apesar de a planta ser resistente à pragas, suas folhas são sensíveis à voracidade de lagartas. É preciso proteger os girassóis com produtos especializados.
As sementes, se bem armazenadas, ficarão ao abrigo de fungos e outros ataques e poderão ser utilizadas ao longo do ano.
O óleo de girassol produz glicerina que, com o acréscimo de etanol e de catalizadores, constitui o biodiesel, combustível de preço mais acessível que o próprio diesel, produto do petróleo.

Na decoração, ficam belíssimos quando colocados em vasos ou fazem parte de um jardim bem elaborado.

Para saber mais clique aqui.

*****

P1050780 (1024x768)

*****

P1050783 (1024x768)

*****

P1050787 (1024x768)

*****

P1050798 (1024x768)
Campos de girassóis a perder de vista em Valensole.

*****

P1050801 (1024x768)

*****

P1050802 (1024x768)

*****

P1090305 (1024x528)

*****

P1090306 (1024x768)

*****

img186

2 comentários em “FRANÇA: PROVENCE – Lac de Sainte Croix; Campos de Girassóis e Lavandas de Valensole.”

Deixe seu palpite!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s