Paris, França – Museu e Restaurante Museu d’Orsay.


Imagem Destacada: Detalhe do Teto do Restaurante Museu d’Orsay.]

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Roteiro elaborado por Anaté Merger para a Provence: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Isle-sur-la-Sorgue e Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

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MUSEUM PASS VALE À PENA?

Primeiramente, gostaria de alertar àqueles que adquirem o Museum Pass – uma caderneta de ingressos que permite visitar alguns pontos turísticos de Paris, museus e castelos fora da cidade.
Quem informa direitinho se vale à pena comprá-los ou não é a senhora Maria Lina do Conexão Paris, site especializado na cidade. Não deixe! de clicar aqui para saber tudo a respeito desse passe; você só tem a ganhar.

Particularmente, para nós não valeu à pena apesar de termos permanecido por mais de 20 dias na cidade. O passe, em minha opinião, é para quem é fissurado em museu e não é nosso caso.

Já visitei os museus que me despertavam curiosidade e agora quero mais é viajar como uma mala. Um museuzinho aqui e outro ali ainda descem bem, mas… parei por aí. Museu de cera, por exemplo, nunca mais! apesar de morrer de rir com a representação de algumas figuras. O de Gramado é hilário e ao mesmo tempo dá pena de ver o estrago que fizeram com pessoas tão interessantes. Vale o ingresso se você quiser rir pra valer.

VOLTANDO AO MUSEUM PASS:

E para aproveitá-lo integralmente, bem como a grana que dispendeu – e o carnet não é barato -,  é sair de um lugar listado no passe e entrar no outro.

No final das contas, se você não tomar cuidado, poderá ficar dependente do tal passe e não aproveitar as milhares de opções que Paris oferece. Confesso que me arrependi amargamente por ter adquirido o tal passe.

O ÂMAGO DA QUESTÃO: BARRADOS NA ENTRADA.

Nosso bilhete vencia em 19 de julho. Entretanto, o leitor de barras na entrada do Orsay sinalizou impedimento. Não entendi e perguntei o porquê de estarmos sendo proibidos de entrar no museu. Os funcionários alegaram que nossos bilhetes Museum Pass eram válidos até o dia 18! e eu, injuriada, insisti em dizer que valiam até 19.

Como não me dei por vencida, chamaram a responsável pela portaria. Argumentei que o leitor de código de barras estava programado equivocadamente e que nossa proibição era injusta. Que nossos bilhetes eram válidos e aquele era o último dia do prazo estabelecido no Museum Pass. Dia 20 sim, estaria fora de cogitação; agora, dia 19, não.

Percebi então, que a senhora encontrou um motivo para nos deixar passar ao perguntar-nos de onde éramos (?) e se era a primeira vez que visitávamos o museu. Disse-lhe que éramos do Brasil e que sim, era a primeira vez que o visitávamos. Na verdade, não era. Quero acreditar que essa meia mentira tenha sido nosso abre-alas e, finalmente, adentramos o Orsay. Lutaria até o fim para visitar mais uma vez meu museu predileto em Paris. Até parece que conheço todos, mas… dos poucos que visitei na cidade até o momento, o Orsay é meu preferido.

É lá que encontro a escultura fabulosa de Mercúrio – safadinho – segredando no ouvido de Baco, e A Bailarina de Degas. As obras são tão imperdíveis quanto a de Eros e Psiquê no Louvre. São magníficas e me deixam hipnotizada.

No Orsay estão também pinturas que aprecio sem moderação: A Origem do Mundo (L’Origin du Monde), de Gustave Courbet – perspectiva fantástica do corpo feminino retratado pelo autor – e O Absinto (L’Absinthe) de Edgar Degas.

O que primeiro chama atenção é o teto – obra de arte que reina absoluta sobre as demais.

O salão ocupado pelo restaurante é puro deslumbramento, bem como o destinado aos bailes na época em que o prédio foi ocupado por um hotel.

O museu foi hospedado em um prédio onde funcionava uma estação ferroviária construída no ano de 1900, mas até chegar ao espaço que conhecemos hoje foi um palácio, Correios e uma estação de trens elétricos com um hotel. Mais informações, clique aqui e aqui. 

VISITAÇÃO:

O museu abre de terça a domingo de 9:30 às 18 horas. Na quinta feira há visitação noturna até 21.45 horas. Fechado nas segundas-feiras.

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Da varanda do Orsay tem-se uma bela vista de Montmartre. À esquerda vê-se o telhado da Opéra.

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Paris, Sacre Coeur.
Paris, Sacre Coeur.

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O café/restaurante reformado pelos irmãos Campana, brasileiros, estava lotado e a fila de espera era grande. Desistimos.

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RESTAURANTE DO MUSEU:

No cardápio, um breve histórico apresenta o ambiente e a proposta no chef:  “Conservado desde a época de sua inauguração em 1900. A sobriedade da nova decoração elaborada pelo arquiteto Jean-Michel Wilmotte valoriza o brilho dos lustres, a pintura do teto e o dourado desta sala classificada como monumento histórico.

O chef Yann Landureau elabora uma cozinha tradicional francesa, pontuada por pratos originais que acompanham a nova realidade do museu.” (minha tradução)

O atendimento é cordial, simpático e rápido, mas deixa a desejar pelas poucas sugestões do cardápio.

Levando-se em consideração que a administração do museu ocupou um ambiente luxuoso com um restaurante, era de se esperar que o cardápio apresentasse sugestões bem melhores. Decepção!

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Interior do Restaurante do Museu.

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Na capa do cardápio, a reprodução do medalhão do teto do restaurante.

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Sentamo-nos a uma mesa ao lado dessa escultura.

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Sugestões do cardápio.

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O creme frio de petit-pois, agrião, salmão defumado (ao centro) e limão não estava mau.

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O risoto de legumes da estação, entretanto, deixou a desejar no sabor – Insosso.

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Moderadora: Rosa Cristal

VAI VIAJAR ISTEPO MAIOR cópia

4 opiniões sobre “Paris, França – Museu e Restaurante Museu d’Orsay.”

    1. Andar pelas ruas do Centro do Rio é voltar no tempo. Adoro a rua da Relação, Resende, Lavradio, Praça Tiradentes, Av. Passos, Carioca… Esse Rio de antigamente devia ser magnífico.
      Bjks e obrigada por sua passagem pelo blog.

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