Ollantaytambo, Peru – Ruínas e Estação de Trem Para Machu Picchu.


Foto Destacada: Vista Parcial das Ruínas de Ollantaytambo.

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UM POUQUINHO DE SUA HISTÓRIA:

Ollantaytambo, pérola escondida entre montanhas e pitoresca cidade encantada pela suave música de riachos, trata-se de um importante tesouro da arquitetura inca; uma relíquia que parece ter brotado paulatinamente, ao relento, e que se desnuda aos forasteiros mais curiosos.

Distrito da província de Urubamba, situa-se a aproximadamente 68 km de Cusco. Seu nome é quéchua, formado por duas palavras: “Ollanta” – nome de um general do exército de Pachakuteq – e “Tambo”, que significa albergue coletivo ou então lugar de descanso.

Para quem não sabe, trata-se da única cidade inca ainda habitada! e foi bem estruturada sob todos os aspectos: havia templos, palácios, áreas agrícolas, setores urbanos e ainda depósito de alimentos – os Qolqas.

Seus habitantes souberam atravessar o tempo e nos trazer, com muito orgulho, hábitos, sabedoria e crenças de seus antepassados incas.
A Chicha Sagrada (bebida preparada com milho) é utilizada até hoje nas adorações religiosas. Acreditam que seja o elemento que os une à natureza, respeitadíssima por todos pelos benefícios que proporciona.
Essa consciência infelizmente muitos povos não têm e as consequências, diariamente, estão na mídia para todos verem.

Em Ollantaytambo encontram-se casas cujos tetos têm a forma de grãos de milho. São conhecidas como Tanpukiro, que em português se traduz como “palácios em forma de dentes”.

OLLANTAYTAMBO/MACHU PICCHU:

Ollantaytambo é dos um dos pontos de partida – o outro é Poroy, bem próximo de Cusco – para se chegar até a localidade denominada Águas Calientes: estação final dos trens que partem das citadas cidades e de onde saem os micro-ônibus que serpenteiam a montanha para levá-lo até ao cume onde está Machu Picchu.

A estrada é bem estreita. Para quem já trafegou pelo caminho que leva à cidade italiana de Capri sabe do que estou falando. Para os menos avisados, convém não sentar do lado esquerdo do ônibus na subida e nem do lado direito na descida da montanha.

ONDE PERNOITAR na CIDADE:

Conhecido site oferece mais de 40 tipos de hospedagem para aqueles que desejarem curtir Ollantaytambo e depois seguir em trem até ao ponto turístico mais famoso do Peru.

COMO CHEGAR SAINDO DE CUSCO:

Não há mistério: você poderá pegar um taxi em Cusco e seguir até Ollantaytambo, viajar em ônibus comum ou ainda se engajar em um passeio de uma agência de turismo.
Caso opte pelo taxi, combine preço antes de entrar no veículo e escolha um carro que aparente firmeza. Há taxis circulando na cidade em péssimo estado de conservação, que não me ofereceram segurança nem para curtas corridas em Cusco. Fique atento.
Caso sua escolha recaia em um passeio traçado por uma agência de turismo, informe se você deseja ou não pernoitar em Ollantaytambo e seguir  para M. Picchu em outro dia.
A cidade é pequena, mas muito pitoresca e acho que vale muito à pena se deixar levar por esse encanto.

ONDE COMER?
Restaurantes, pizzarias e cafés não faltam e você poderá se surpreender com a qualidade dos ambientes que irá encontrar.

RUÍNAS e ARTESANATOS:

Além do mais, você visitará as ruínas em seu tempo!, sem ninguém para lembrá-lo de que tem hora pra voltar e a quantos minutos tem direito para explorar o sítio arqueológico.
E a feirinha de artesanatos? Quem disse que depois de visitarmos quase todas, não poderemos encontrar algo diferente de tudo que já  havíamos visto? Quem? Quem? Haja fôlego! E em se tratando de compras a gente sempre encontra um pouquinho de gás lááá nos calcanhares e sai a bater pernas.

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Ollantaytambo.

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A caminho de Pisac e Ollantaytambo.

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Vicunhas fornecem lã de qualidade para confecção de roupas.

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Rua de Ollantaytambo. Caminho das ruínas incas.

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Uma das dezenas de feiras de artesanatos pelas quais passamos. São imperdíveis!

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Sítio arqueológico de Ollantaytambo. Vista parcial.

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Meu fiel escudeiro matando sua sede com puríssima água vinda das montanhas.

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Ollantaytambo está a quase 2.800 metros acima do nível do mar e, segundo informações, ainda é habitada por descendentes da nobreza cusquenha.

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A caminho de Ollantaytambo.
A caminho de Ollantaytambo. Foto clicada da janela do trem.

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Aspecto do centrinho da cidade. Lembrou-me cenário de filme de bang-bang mexicano.

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Nessas ruas estreitas você encontra sorveteria, cafés, boutiques, pequenos armazéns.

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Nada se compara a uma a uma geladeira natural como essa.

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MODERADORA: Rosa Cristal

VAI VIAJAR ISTEPO MAIOR cópia

 

2 opiniões sobre “Ollantaytambo, Peru – Ruínas e Estação de Trem Para Machu Picchu.”

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