Lima – A Capital Mais Bem Temperada Da América do Sul.


Foto Destacada: Porta do Museu ORO DEL PERU.

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CHEGADA A LIMA – UM TUMULTO SÓ:
https://vaiviajaristepo.com/2015/11/25/peru-rio-de-janeiro-cuzco/

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 MACHU PICCHU – PERU:

Quando falamos em Peru, frequentemente nosso pensamento voa imediatamente para Machu Picchu. Não tem jeito.
Um voo sem escalas que começa pelo ponto turístico mais famoso do país, e mesmo para quem nunca tenha estado lá, o automático funciona e o primeiro nome que nos vem à mente é Machu Picchu.  É como se fosse um sinônimo de Peru, até mesmo para quem ainda não sentiu “aquele clima” das alturas.
Para os Maomés que já foram até a montanha, a coisa pode mudar um pouco de figura: eu, por exemplo, penso logo em Cusco e na Igreja de São Pedro de Andahuaylillas – magnífica!

VIAJAR PELO PERU:

No Peru viaja-se o tempo todo, seja para que destino for, em companhia de belíssimas paisagens: cumes de montanhas nevados, flores silvestres que os ventos embalam nos campos, rios caudalosos que margeiam caminhos ou que você aprecia da janela de seu quarto de hotel, pradarias verdejantes contrastando com outras bem desérticas…  É a natureza emoldurando tudo o que seus olhos alcançam, sob um céu azul que só nas montanhas peruanas você vê.
A nível de mar temos a capital

LIMA, PARA QUEM APRECIA BOA COMIDA:

Agora, meu amigo…, se você gosta de comer (qualidade!) assim como eu… Lima é tudo de bom. Vejo o Paraíso em cada prato. A arte culinária no Peru é indiscutível. Ou melhor: é discutível porque cada um defende um restaurante como sendo o melhor de todos.
Certa vez li uma reportagem a respeito dos restaurantes da cidade e achei muito interessante uma observação da (ou do?) jornalista, que escreveu mais ou menos assim: em Lima discute-se culinária com o mesmo entusiasmo como que se discute futebol aqui no Brasil. Faz sentido. Bastou-me conhecer alguns restaurantes para ter certeza de que o assunto é muito sério. Todos em que estivemos foram excelentes e não dá dizer qual foi o melhor.

E por falar em melhor, um pormenor chamou-me atenção: em alguns restaurantes bem conceituados não há nome na fachada. Você chega é pelo endereço mesmo e tem que ficar atento.
Passei algumas vezes pela porta do IK e nem desconfiei que por detrás de uma fachada coberta por plantas, estava uma das casas mais sofisticadas da capital.

O QUE VER EM LIMA:

A capital peruana não se resume à arte culinária. Lima conta sua História, muuuiiita História, não só nos bancos escolares, mas também em 61 museus! espalhados pela cidade, de acordo com dados do Wikipédia. Seu passado está contado nos maravilhosos balcões de madeira que valorizam as fachadas dos edifícios, está nas praças floridas, nas igrejas, na Catedral, nas ruas…

O Museu Ouro do Peru é outro grande exemplo. Sua memória começa com a vontade de um rico e culto cavalheiro ligado à importantes atividades econômicas em seu país, o peruano Miguel Mujica Gallo. Este senhor investiu seu patrimônio no resgate do passado, e conseguiu mostrar à posteridade sua paixão pelas tradições histórica e artística peruanas. A bem da verdade, dedicou-se à coleção de peças de diversas culturas, verdadeiras jóias adquiridas em suas viagens pelo mundo.
Neste museu o notável senhor reuniu 20 mil armas de diversos países, sem contar as peças em ouro! expostas no sub-solo.

Importante ressaltar que todo esse patrimônio foi adquirido com recursos próprios. A principal intenção do empresário foi resguardar o que restou do ouro saqueado avidamente pelos invasores de sua pátria.

A capital do Peru tem muita coisa para ser vista: além dos museus, vale muito à pena um passeio a pé pelo Centro da cidade e apreciar sua bela arquitetura herdada dos espanhóis (prédios de alvenaria com balcões em madeira trabalhada), seus belos e bem cuidados jardins, passando pelos mercados de artesanatos (não são poucos), de abastecimento (frutas, carnes, legumes, verduras, utensílios domésticos etc) e shoppings originais tais como o Jockey Plaza – a céu aberto e um pouco afastado do Centro de Lima -, ou o Larcomar Shopping Center, em Miraflores, encravado em uma encosta em frente ao mar.

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FACHADA do PALÁCIO DE TORRE TAGLE. que  hoje abriga o MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EX TERIORES. Edificação do Século XVIII em estilo colonial peruano.  Foto: Marilia Boos Gomes.

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Ex residência do Marquês de Torre Tagle. Foi adquirida pelo governo peruano em 1918 para abrigar o Ministério.                                         Foto: Marilia Boos Gomes.

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SÃO INÚMEROS OS BALCÕES, CADA UM MAIS LINDO QUE O OUTRO. Foto: Marilia Boos Gomes.

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Balcões da época Republicana (1821 a 42)                                                 Foto: Marilia Boos Gomes.

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ESTEs PRÉDIOs ESTÃO LOCALIZADOS NA PRAÇA DE ARMAS de LIMA. A SEU REDOR HÁ UM CONJUNTO DESSES EDIFÍCIOS, TODOS NO MESMO ESTILO ARQUITETÔNICO E PINTADOS DE AMARELO. LINDOS! Foto: Marilia Boos Gomes.

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RUA NO CENTRO DE LIMA, PRÓXIMA À PÇA DAS ARMAS. AO FUNDO, A ANTIGA ESTAÇÃO DE TREM. AO LONGO, UM COMÉRCIO VARIADO DE ARTESANATOS. Foto: Marilia Boos Gomes.

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PRAÇA NO BAIRRO DE MIRAFLORES. Foto: Marilia Boos Gomes.

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Trata-se de uma cidade simpática, bonita e tão colorida quanto seu povo. O peruano se orgulha de suas lutas, de suas conquistas e principalmente de terem sido berço de civilizações. Foram 10 ao todo, sendo que a última, a Civilização Inca, remonta à 5.000 mil anos! Há civilizações anteriores a Cristo, fato que os guias peruanos fazem questão de ressaltar.
Valorizam suas terras e tudo o que elas produzem. Ruínas milenares são sagradas porque lá também estão suas respeitadíssimas origens. Respiram cultura e compartilham-na com vaidade.

O CLIMA EM LIMA:

Em Lima o índice pluviométrico é baixíssimo: menos de 8 mm anuais! Em compensação, a umidade é alta e por isso a nebulosidade é intensa, principalmente nos meses de junho e dezembro, quando as nuvens estão mais baixas. A sensação que se tem é a de que a qualquer momento vai desabar uma boa carga d’água, mas não é nada disso.

Estivemos em Lima em Novembro de 2015. Por incrível que pareça, houve um dia em que saímos do hotel e vimos ruas e calçadas molhadas. Concluímos o óbvio, mas … poderiam ter lavado a cidade, por que não? Mas, sim. Havia chovido, coisa raríssima na cidade. Fomos até festejados pela brasileira recepcionista do hotel em que nos hospedamos, por termos “trazido” a chuva.
A cidade havia sido borrifada por uma chuvinha fraca, silenciosa e passageira, mas bem comemorada por sua raridade.
Chove tão pouco em Lima, que ninguém se preocupou em prepará-la para esse fenômeno e por isso não há bueiros nas ruas. Brasília também não tem, mas lá chove…

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Dividir para mais bem administrar. Em próximas postagens mais assuntos a respeito de Lima.

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O conjunto da Basílica Menor e Convento de São Francisco o Grande. Foto: Marilia Boos Gomes.

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Antiga Estação de Trem.
Antiga Estação de Trem.                                                                                       Foto: Marilia Boos Gomes.

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Praça de Armas e Catedral.                                                                               Foto: Marilia Boos Gomes.

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Catedral de Lima.
Catedral de Lima.

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VAI VIAJAR ISTEPO MAIOR cópia

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Moderadora: Rosa Cristal

http://sourosacristal.blogspot.com.br/2011/06/cores-mandalas-cristais.html

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