BRASIL . RIO GRANDE DO NORTE . GALINHOS . Pousada Amagali . Para Ser Curtida Sem Moderação.


IMAGEM DESTACADA: Por do Sol visto da Pousada Amagali, sem recursos do Photoshop!

Para não ficar repetindo nosso trajeto de Natal até Galinhos, e caso você queira saber como chegar, basta clicar aqui.
Chegamos à noite e não havia luz no precário estacionamento de Pratagil que, tenho visto em algumas fotos, melhorou 1000% .
Li que agora conta com um café e a iluminação é potente tal qual a que vemos em grandes avenidas (aqueles postes altíssimos).
Plantaram árvores, ampliaram e cercaram essa área, e construíram um pier lindinho, todo colorido. Arre égua! agora, sim!…

Sinta a diferença:  se não fossem os faróis da van do Sr. Moisés a iluminar a traineira a fim de facilitar o embarque de nossas pequenas bagagens, teríamos que contar com a sorte.
A luz iluminava o teto da embarcação, mas não os degraus estreitos e perpendiculares à parede do cais improvisado. Não me lembro de como conseguimos descer essa pequena e insegura escada de cimento já com alguns degraus submersos e embarcar. Fosse noite noite de lua cheia, nem seria necessário acender os faróis da van; mas… , pelo contrário,  a noite estava que era puro breu.
Atravessamos, colocamos nossas maletas e bolsas em um burro-taxi  e partimos Pousada Amagali.
Obs: o que você vê nas fotos do blog é realidade. Nada está maquiado.

Eu e meu fiel escudeiro no burro taxi.

Naquele 08 de agosto de 2011 éramos apenas nós, 5 pessoas, que estávamos hospedados naquela filial do Paraíso.

A POUSADA
fica em meio a um coqueiral. Conta com piscina, excelente restaurante com cardápio à la carte, e um prédio de dois pavimentos (térreo e 1º andar) com 6 quartos em cada, destinado aos hóspedes.
O acesso aos apartamentos dá-se por um corredor na parte de trás de cada pavimento, de onde se descortina-se bela paisagem.
Há um salão muito grande equipado com TV, jogos para adultos e crianças, livros de contos infantis.
Em um gazebo em alvenaria, bem próximo à praia, era onde todas as manhãs aguardávamos a chegada dos bugueiros.
Assistíamos à TV após o jantar e jogávamos conversa fora por algumas horas, repassando o dia sempre maravilhoso que havíamos vivido.
Os proprietários – um francês e uma brasileira simpaticíssimos – e o funcionário que tomava conta da pousada, deixavam-nos inteiramente à vontade. Tão à vontade, que logo em nossa primeira noite na pousada o jovem despediu-se de nós, visivelmente cansado, e pediu-nos que, quando fôssemos dormir, lhe fizéssemos a gentileza de desligar a TV e apagar as lâmpadas da pousada – à exceção de uma, que deixou acesa para que não tropeçássemos no caminho. Pergunto: em que lugar do mundo você vivenciará uma experiência igual? Só em Galinhos, môquiridu! Só em Galinhos!
Ficamos boquiabertos no melhor dos sentidos. Esse inesperado e simples pedido embutia uma confiança sem precedentes em nós, simples hóspedes, pessoas que lhe eram totalmente desconhecidas! E não devíamos ser os primeiros a serem obsequiados com tamanho privilégio…

Época de maré baixa em frente da pousada.
Momentos coloridos que a vida nos proporcionou após anos de muita, muita labuta… Valeu todo o esforço.
Segundo a proprietária, o nome da pousada é uma composição das três primeiras letras do verbo “amar” com as quatro primeiras de “Galinhos”.
Meu mano à espera do buggy, espaçosamente sentado no sofá do gazebo.
Família reunida após o café da manhã, pronta para a tarefa do dia: passear.
Quase prontos para assistir à TV em outro salão.

OS QUARTOS
e varandas com rede são espaçosos e coloridos como tudo que se refere ao Nordeste. Banheiro igualmente amplo.
NB: a água que saía da torneira da pia e chuveiro – atenção aqui! – era salgada. Eu disse: sal-ga-da; não, salobra. E fri… fri… brrr, fria! Não havia aquecimento para o chuveiro.
Por conta do alto índice de salinidade da água, ao hóspede era oferecida uma bombona de água mineral para o enxágue do banho. Essa bombona indispensável custava-nos módicos reais e era adaptada em outro chuveiro do box, recurso muito bem bolado.

Foto de autoria de minha sobrinha Samantha P.B.G.

MARÉS
Dependendo da época, caminha-se tranquilamente na praia desse braço de mar onde fica a pousada. A maré recua tanto, que há um campo de futebol com traves infincadas na areia.
Na hora em que a maré sobe, as traves ficam submersas até a metade. Por conta desse vai-e-vem do mar, em determinadas horas do dia os barcos ficam “pseudo encalhados” nas praias.

Foto paga-mico de meu fiel escudeiro.
A faixa de areia que a maré baixa descobre é extensa.  Ao fundo, o prédio de apartamentos da pousada onde ficamos hospedados.

Em nossa caminhada passamos por essa escola e ficamos surpresos ao ver o nome da administradora, por trata-se de sobrenome muito conhecido em Florianópolis: do Vale Pereira.

Da Pousada Amagali partimos para São Miguel do Gostoso pela beira da praia.
Ao longo de minha vida, nunca vi mar nas imagens do Paraíso. Mas… lá em Galinhos tem.

1– Um Paraíso Chamado Galinhos.
2- De Galinhos a São Miguel do Gostoso Trafegando Pela Beira do Mar.

CONTATO:

 

2 comentários em “BRASIL . RIO GRANDE DO NORTE . GALINHOS . Pousada Amagali . Para Ser Curtida Sem Moderação.”

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