BRASIL, Rio de Janeiro, RJ: Cais do Oriente – “O” Restaurante no Centro da Cidade.


FOTO EM DESTAQUE: mezanino do restaurante.

Foi amor à primeira vista e à primeira garfada.
Antonio Rodrigues (leia-se Boteco Belmonte, El Born, Boteco da Garrafa e outros) ocupou um dos prédios históricos do Centro do Rio de Janeiro que, desde sua inauguração, em 1878, tem tudo a ver com sabores: era armazém de especiarias provenientes do Oriente, e por isso foi construído bem próximo ao porto. Vem daí seu nome inicial – Cais do Oriente -, mantido até agora.

O PRÉDIO
é belíssimo.  Relíquia do século XIX construída em pedras, tijolos e discutível óleo de baleia.
Digo discutível pelo fato de este material, de custo elevado, não ter sido empregado com frequência em construções antigas. Pelo contrário, resíduos de gala-gala, mais econômicos, resultantes do cozimento da gordura da baleia, foram encontrados em diversas argamassas. Mas, como não estamos aqui para discutir construção civil e sim o restaurante, voltemos ao que interessa.

O CAIS
é grandioso e impactante em todos os sentidos: a instalação do restaurante em um edifício de época dispensa comentários; o vermelho presente em cadeiras, sustentação de ferro, e geladeira, contrasta com sua cor oposta no disco das cores, o verde, abundante em folhagens e parede. Combinação perfeita.
O pé direito da varanda, por exemplo – lado da rua do Mercado -, conta com mais de 9 m. de altura!
As dimensões são extraordinárias para um restaurante.
Para que possa fazer idéia de suas dimensões, você poderá chegar ao Cais tanto pela rua Visconde de Itaboraí, 8Centro, Rio de Janeiro – caisgourmet.com.br – (21) 2203-0410, quanto pela rua do Mercado, quase na esquina da Travessa do Tinoco. Agora acrescente um mezanino, que ocupa metade desta área.

A localização não poderia ser melhor: fica próximo de várias atrações culturais tais como a Casa França-Brasil, o Centro Cultural Banco do Brasil, o Centro Cultural dos Correios (na mesma rua, no número 20), a Praça XV, o Arco do Teles etc.

O espelho talvez seja a única lembrança oriental do antigo restaurante Cais do Oriente, que não cheguei a conhecer.
Em todos os salões a integração entre o rústico e o moderno tornam o ambiente por demais descontraído – traço de todas as casas do Sr. Antonio Rodrigues.
A varanda do Cais, vista pelo lado da rua Visconde de Itaboraí. A fachada do prédio pela rua do Mercado serve de pano de fundo. Fantástico!

Visão de parte do mezanino. Ao fundo, a fachada da rua do Mercado.
Os cardápiso do Cais (pratos principais e sobremesas) têm a ver com a tropicalidade e refrescância do ambiente, lembra? Banana, côco, abacaxi…

Bem posicionado entre os salões está o laboratório (cozinha) onde as mais apetitosas alquimias acontecem.
Para você aguardar seu lugar à mesa, nada melhor que se deixar abraçar por uma dessas poltronas de época, bem embaixo de “onde a coruja dorme” (Domício Pinheiro).

O CARDÁPIO
é variado, criativo, viajado nacionalmente, e por isso prioriza sabores bem brasileiros tais como: côco, abacaxi, banana, aipim, carne-seca, pirarucu… Ingredientes que não faltam no laboratório.
O restaurante oferece opções para paladares mais conservadores,  bem como para quem adora fugir do feijão-com-arroz nosso de cada dia e prefere ousar em combinações do tipo pirarucu com risoto de côco, ou filé de avestruz ao vinho, acompanhado de polenta frita e e creme de espinafre – sugestão que está logo aqui embaixo, na primeira opção do segundo quadro.

O poderoso bolinho de bacalhau, presente em todas! as aberturas de nossos trabalhos nos restaurantes do Sr. Antonio Rodrigues.

Prancha de camarão com polvo, pupunha e aspargos. – sem nenhum defeito de ordem técnica, como diz nosso amigo e chef aposentado Jorge Gonçalves.

Gnochi de baroa com lagostins e molho bisque.
Onze opções de sobremesa só para matá-lo de dúvida.
Crème Brulée com sorvete. Não me lembro se era de tapioca ou creme – mero detalhe.
A sobremesa de meu fiel escudeiro: pudim de leite com calda incrementada de frutas vermelhas. Zeus morreria de inveja.

ALÉM DE SEU OBJETIVO PRINCIPAL COMO RESTAURANTE,
o Cais do Oriente está preparado para qualquer tipo de festividade: casamentos, aniversários, desfiles de moda, confraternizações.
Para que não pairem dúvidas, clique aqui e dê uma olhada nas parcerias do restaurante: desde a decoração dos ambientes – passando pelo buffet, claro -, à segurança, recepcionistas multilíngues, mestres de cerimônia e até ambulância! você contrata diretamente na administração do Cais no link que postei acima.

E se quiser ter uma das transformações pelas quais passa o restaurante em uma dessas festividades, clique aqui.

Sem mais para o momento…

Comente, pergunte, critique.

6 comentários em “BRASIL, Rio de Janeiro, RJ: Cais do Oriente – “O” Restaurante no Centro da Cidade.”

    1. Olá, Rosa!
      A localização não poderia ser melhor. Sugestão: você visita o Museu do Amanhã, faz uma caminhada pela Orla Luiz Paulo Conde, passa pela Praça XV, Arco do Teles, Igreja de N. S. da Lapa dos Mercadores e Cais do Oriente – seu oásis e seu prêmio pelo passeio lindo de morrer (literalmente) pelo Centro do Rio.
      Depois você me conta.
      Bjks e o agradecimento da amiga (neste caso, da onça).
      Marilia.

      Curtir

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