PORTUGAL, Lisboa: Restaurante O CARDO.


RESTAURANTE O CARDO

Chegamos ao America Diamonds Hotel, baixamos malas e saímos para almoçar na avenida que faz esquina com a rua do hotel, a Fontes Pereira de Melo.

Descendo, encontramos um restaurante simples, porém bem arrumado: O CARDO. Honestamente? Não apostei na cozinha e a primeira impressão não nos agradou: apenas nós dois estávamos no salão e só nos atenderam porque chamamos duas pessoas que ajeitavam o bar, bem próximo. Mas, como estávamos com fome, decidimos ficar.

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Restaurante O CARDO – Av. Fontes Pereira de Melo, 3 C 1050-115, Lisboa. Tel: 213.538294

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O menu surpreendeu e os preços idem.

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Para quem desconhece, a primeira opção da “ementa” – jaquinzinhos – são estes peixinhos que vemos abaixo. Estavam deliciosos! Fritura seca e bem temperados.

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Abaixo, nosso prato principal: delicioso Robalo Grelhado com legumes – E$ 8.00

P1030925 (640x478)Como sobremesa, uma torta de amêndoas com chantily “e deu“.

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Atiramos no que vimos e acertamos no que não vimos. Valeu demais.

 

8 comentários em “PORTUGAL, Lisboa: Restaurante O CARDO.”

  1. Lembra o último restaurante da minha viagem a Istambul. Depois de me decepcionar com a cozinha local (restaurantes simples e sofisticados), jantei num restaurante na esquina do hotel, ou seja, numa área bem turística. Pedi um peixe com salada e foi o que salvou Istambul de ser uma decepção total em termos de cozinha.

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    1. Alexandre, prazer em me contatar novamente com você.
      Lembro -me de Istambul, mas não me lembro de muita coisa em matéria de refeição. Lembro – me de um prato que pedimos em uma daquelas paradas ( já não me recordo para aonde íamos ) e veio um! quiabo na borda do prato. Como adoro quiabo, espetei-o com o garfo e levei-o à boca. Foi aí que entendi o porquê de sua rigidez: era uma pimenta daquelas que nem chamando o Corpo de Bombeiros adianta. Minha boca ficou toda queimada, o lábio inferior inchou… Foi um horror!
      Como fomos avisados para só tomarmos água engarrafada, e não comprarmos frutas em camelôs, essas coisas, perdi a oportunidade de saborear uma granada (romã ) de tamanho fora do comum.
      Descobrimos também em um restaurante, que a garrafa de água mineral que foi para nossa mesa, já sem a tampa, era colhida em um cano enferrujado colocado em uma parede no lado de fora do restaurante.
      Coisas que só acontecem com quem viaja, não é mesmo?
      Obrigada por seu comentário, Alexandre! Volte sempre.
      Abraço da Marília.

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      1. Eu também fiquei impressionado com o tamanho das romãs. Não cheguei a tomar o suco que vendem nos carrinhos de rua, mas comi um lokum de romã e foi o meu preferido. Achei a comida de lá muito seca – pães, as carnes, os legumes grelhados até o ravioli pedia mais molho. E no fim da viagem, tudo tinha o mesmo gosto por conta das mesmas especiarias. Esperava mais, porque as fotos que tinha visto antes da viagem eram de salivar. Foi uma viagem meio conturbada porque fui sozinho e o assédio dos vendedores e “golpistas” foi intenso. Mas o banho turco lavou até a alma!

        Abraço!

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      2. Alexandre!
        Quantas novidades, não é mesmo? Você então conseguiu um lokum de romã? O açúcar e a goma não teriam camuflado o sabor da fruta?
        Por conta desse temor com a comida, eu e meu companheiro de viagens comíamos nos restaurantes dos hotéis.
        Quanto aos condimentos, realmente, tudo acaba ficando com sabores bem parecidos. E o assédio é grande,verdade, mas nada que se compare ao Marrocos. Lá é terrível! Para que tenha idéia, nosso pequeno grupo era cercado por dois seguranças: um andava em nossa frente e outro atrás. E mesmo assim chegavam para oferecer mercadorias. Não queriam saber de nada, a não ser vender. Abraço.

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      3. Como o lokum é bem doce, a romã traz um azedinho muito bom. Eu gostei.
        Sempre me falaram do Marrocos, uma vez até vi uma passagem que parava em Casablanca. Um dia, quando tomar mais coragem, eu vou! Uns conhecidos disseram que no Egito é pior, que a viagem não foi tão boa justamente por causa do assédio, não tiveram um minuto de paz nos pontos turísticos.
        Os perrengues fazem parte e quase sempre rendem risadas!

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    1. Olá, Rosinha!
      Nosso encontro mensal está se aproximando. Desta vez iremos ao Leme para conhecer o Belmonte recém inaugurado, caso seja de sua vontade.
      Quanto a esse restaurante, foi uma grata surpresa e bem próximo do hotel em que estávamos. Saímos de lá felizes da vida.
      Bjks da amiga e obrigada por seu comentário.

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