BRASIL. MG e ES. Alex Tour Viagens – Contato Com a Beleza, a Cultura, e o Lazer.


IMAGEM em DESTAQUE: Pedra Azul – atração do Parque Estadual da Pedra Azul, no município de Domingos Martins, ES.

Voamos do Rio à Belo Horizonte e de lá, dia seguinte, partimos para Vitória em um trem de acomodações acolhedoras que deixa muita primeira classe de companhia aérea a ver navios.

Alex não perde tempo: logo que deixamos o aeroporto aboletarmo-nos no ônibus que já nos aguardava e iniciamos nosso périplo pela capital das Minas Gerais.


1 – 09/10/2018 – CIRCUITO CULTURAL PRAÇA DA LIBERDADE:
Exposição:
“São Francisco na Arte de Mestres Italianos”

Até chegarmos à Praça da Liberdade (em reforma) no bairro Savassi – coração de Belo Horizonte localizado na parte mais alta da cidade -, Alex Brando não perdeu nenhuma oportunidade para explanar os pontos mais relevantes pelos quais passaríamos no trecho compreendido entre o Aeroporto de Confins e a Praça da Liberdade.
Apresentou-nos o Complexo Administrativo de Belo Horizonte e o Projeto Arquitetônico da Lagoa da Pampulha, assinado pelo renomado arquiteto Oscar Niemeyer.
Na praça, a céu aberto, fomos obsequiados pelo brilhantismo de uma aula a respeito dos aspectos culturais, arquitetônicos e paisagísticos de todos os prédios que a cercam, além dos motivos pelos quais foram ali erguidos.

Na foto abaixo vemos o prédio Modernista apelidado de Rainha da Sucata. Trata-se do Museu de Mineralogia Prof. Djalma Magalhães, concebido pelo arquiteto Éolo Maia para hospedar o Centro de Apoio Turístico Tancredo Neves.
O prédio encontra-se em reforma para acolher o Centro de Informação ao Visitante (nota de Alex Brando)

Harmonia e Beleza entre estilos arquitetônicos distintos. À esquerda está o MM-GERDAU – Museu das Minas e do Metal. À direita, o Memorial Minas Gerais Vale.
Ao fundo está o Edifício Liberdade. O prédio horizontal em segundo plano trata-se do anexo da Biblioteca Municipal Luiz Bessa – nota de Alex Brando.

Interessante ressaltar que esses espaços culturais ocupam prédios públicos que emolduram a Praça da Liberdade.
Todos são de suma importância, mas dentre os mais de dez edifícios destacam-se o Centro Cultural Banco do Brasil; o Espaço do Conhecimento UFMG, em parceria com a UFMG; o Museu das Minas e do Metal, em parceria com a Gerdau; o Memorial Minas Gerais, com patrocínio da Vale; o Centro de Arte Popular, da Cemig.

2 – A CASA FIAT DE CULTURA, em parceria com a FIAT, apresentou 20 obras de coleções italianas do período compreendido entre os séculos XV a XVIII.
Pinturas de Tiziano Vecellio, Perugino, Orazio Gentileschi, Guido Reni, Guercino foram trazidas pela primeira vez ao Brasil, retratando São Francisco de Assis.
Não poderia deixar de citar o Palácio da Liberdade e a inclusão recente do BDMG Cultural (Banco Desenvolvimento de Minas Gerais).

Endereço: Pça da Liberdade, 10. Funcionários | CEP: 30140-010  Belo Horizonte, MG.
Tel: +55 (31) 3289-8900 | Fax: +55 (31) 3289-8920.
Exposições: 3ª a 6ª de 10 h às 21 h| Sábados, Domingos e Feriados: 10 h às 18 h.


3 – Visitamos o MEMORIAL MINAS GERAIS VALE,
no antigo prédio da Secretaria de Fazenda, reformado para receber o museu artístico e cultural cujo objetivo precípuo é apresentar em rápidas pinceladas a História de Minas ao público.

Construção datada de 1987 e reaberta em 2010 como centro cultural.
O Ipê Rosa – representa uma das principais obras de Guimarães Rosa: Os Sertões. Em cada flor há um trecho de sua principal obra, que poderia ter sido colhida pelo visitante como lembrança.
O jardim interno é todo revestido de aço Corten e ainda comporta um pequeno palco. Um elevador panorâmico permite a contemplação do espaço ajardinado por bromélias.

Acima e abaixo: Exposição Penumbra, de Angelo Venosa.

A imagem barroca de Nossa Senhora talhada em madeira e trabalhada em ouro policromado, contrasta com a simplicidade das flores artesanais confeccionadas em palha de milho. Obra de extrema delicadeza e originalidade.

Endereço: Praça da Liberdade, 640 – Savassi, Belo Horizonte – MG, 30140-010. Telefone: (31) 3308-4000.

Horário:

terça-feira 10:00–17:30
quarta-feira 10:00–17:30
quinta-feira 10:00–21:30
sexta-feira 10:00–17:30
sábado 10:00–17:30
domingo 10:00–15:30
segunda-feira Fechado
4 – MERCADO CENTRAL de BH
Trata-se de supermercado em seu sentido mais amplo.
Segundo informações, são aproximadamente 465 boxes que oferecem mercadorias diversas.
Os boxes que oferecem temperos são os mais chamativos devido as suas cores.
Flores e acessórios para jardinagem também estão no mercado.
Agora, as ofertas de queijo… Plantei-me diante de alguns box iguais a esse da foto só imaginando o sabor suave e a maciez de cada bolação desses.
Funciona durante a semana de 7.00 h às 18.00 h.
Aos Domingos e feriados abre de 7.00 h às 13.00 h.
Segundo informações do funcionário que orienta os visitantes no guichê localizado na porta principal do mercado, o movimento de compradores e turista em dias úteis varia entre 50 a 70 mil pessoas por dia! Aos Sábados e Domingos esse movimento dobra!Imaginem isso!
Achei uma estatística um pouco exagerada… Mas, se considerarmos que são quase 500 boxes, faz sentido.

5 – DIA SEGUINTE, 10/10/2018,
fomos embalados em uma viagem fantástica de Belo Horizonte a Vitória no trem de passageiros da EFVM – Estrada de Ferro Vitória Minas, que parte da capital mineira às 7.30 h e chega à seu destino às 20.30 h.
Treze horas deslizando suavemente sobre trilhos, sem ouvir nenhum ruído externo. Poltronas reclináveis confortáveis e espaçosas que me aninharam durante todo o trajeto.
Resistir ao sono profundo em braços tão aconchegantes, quem há-de?
Levantei-me poucas vezes para bisbilhotar algumas dependências de um dos únicos trens que sobrevive por conta do turismo, mas logo retornava a meu galho, “como a ave que volta ao ninho antigo…” de Luís Guimarães Júnior.
Vez ou outra o serviço de bordo – tal qual o existente nos aviões, só que muito mais bem nutrido – passava para oferecer café, suco, água e uma diversidade de salgados.
Na hora do almoço o passageiro poderá optar pelo serviço à la carte, servido na bandeja de sua poltrona, desfrutar do vagão restaurante, ou do vagão lanchonete. Os horários de funcionamento são anunciados em alto-falantes. Medidas de proteção ao passageiro são divulgadas antes de cada parada, tais como chamar atenção sobre objetos pessoais que podem ser esquecidos nos bagageiros, e os cuidados a serem tomados pela diferença entre os níveis do trem e da plataforma. Serviço nota 10. Melhor que isso, só fazendo o caminho inverso de Vitória a Belô. Amei!
Viagem inesquecível, até mesmo porque o embalar do vagão permanece no corpo e na alma por algumas horas após o desembarque. Ô maravilha, sô!.. Bom demais da conta…

611/10/2018 – Em VITÓRIA
também visitamos lugares relevantes em termos culturais.
O primeiro deles foi a uma oficina no bairro de Goiabeiras onde fabricam as pesadas panelas de barro muito utilizadas no cozimento da famosa Moqueca Capixaba

O processo ainda é o mesmo utilizado pelos indígenas, incluindo o da queima e tingimento de algumas peças.
Os utensílios são secados ao ar livre e depois cozidos em fogueiras.
Após a queima recebem um banho de uma tintura de tanino num ritual conhecido como “sova” ou “açoite”. O tanino é retirado da casca do mangue-vermelho, abundante no local, e a sova é feita com uma vassourinha improvisada com pequenos galhos de árvores.

Panelas e caldeirões de todos os tamanhos. Uma tentação para quem gosta de cozinhar e aprecia boa comida.

7 – O PALÁCIO ANCHIETA,
sede do governo do Espírito Santo é o local onde funcionava um colégio jesuíta de nome São Tiago. Na capela deste colégio foi sepultado José de Anchieta, em 1597.
O edifício é de suma importância para a capital: além de ser sede do Governo Capixaba, o palácio foi erguido em frente ao antigo Porto de Vitória, onde era embarcado o minério de ferro vindo das Minas Gerais.
Com a transferência desse embarque para o Porto de Tubarão, o porto ficou especializado em embarcamento de mercadorias e itens para plataformas de petróleo.

Palácio Anchieta.

8 – CATEDRAL METROPOLITANA de VITÓRIA
Localizada na Cidade Alta, na Praça Dom Luiz Scortegagna. Cinquenta anos foram empregados para sua construção, iniciada em 1920.
Neste mesmo lugar, até 1918, havia uma igreja dedicada à Nossa
Senhora da Vitória, a Matriz da cidade. Esta Matriz era em estilo colonial, construída em 1551.
Aconteceu que, ao ser demolida em 1918, o estilo neogótico foi adotado para a construção do novo templo, por ser este o estilo arquitetônico preferido pela Igreja Católica.
Note-se que qualquer semelhança com a Catedral de Colônia, na Alemanha, não é mera coincidência.

Nota de Alex Brando: o estilo neogótico era o gosto arquitetônico da época.
A catedral foi projetada por um arquiteto italiano, que buscou inspiração nas catedrais alemães.
O Gótico tem como leitura a busca ao Céu.
Parte da antiga igreja foi mantida e reformada para se adequar ao novo projeto.
Até a década de 50 era um marco visual de Vitória: de qualquer lugar em que se estivesse no Centro da cidade, as torres eram avistadas – a construção de edifícios em seu entorno culminaram por escondê-las.
Detalhe da porta principal do templo.

9 – ANTIGA ESTAÇÃO DE TREM PEDRO NOLASCO
Vem da segunda metade do século XIX o sonho de ligar o interior de Minas Gerais e Vitória, mas não pense que a imaginação trafegava por estradas. Nada disso: a fantasia pairava sobre trilhos!
Pedro Augusto Nolasco Pereira da Cunha
e João Teixeira Soares foram os engenheiros responsáveis pela Estrada de Ferro Vitória a Minas do jeito como a conhecemos hoje.
Evidentemente que, de 1902 até hoje, muitos dormentes rolaram até que o tão sonhado traçado do companheiro Pedro Augusto fosse concretizado: ligar Minas Gerais ao mar. E conseguiu.

O primeiro trecho foi inaugurado em 13/5/1904 e ligava as cidades de Vitória e Natividade, com 30 km de trilhos e três paradas.
O projeto original da ferrovia era ligar a Capital ao município de Peçanha, de onde seguiria até  Diamantina Araxá, no Triângulo Mineiro, mediante conexão com a Central do Brasil.

Este projeto foi abandonado na década de 20 após a descoberta dos minérios de ferro e manganês no Pico do Cauê, em Itabira – terra de Carlos Drumond de Andrade. Os trilhos foram então instalados e começou o escoamento desses minérios para Vitória.
A companhia foi encampada em 1937 pelo governo Getúlio Vargas e privatizada por Fernando Henrique Cardoso.

Aspecto do interior dos antigos vagões da companhia.

10 – “MARIA FUMAÇA
Popularmente conhecida como Maria Fumaça, a locomotiva Mikado nº 185, fabricada pela Baldwin Locomotives Works na Filadélfia, Estados Unidos, em agosto de 1945, é uma das últimas a vapor adquiridas pela Vale na década de 40.
Tem capacidade para puxar até 22 vagões carregados de minério de ferro a uma velocidade de 25 km/h, sendo originalmente operada por um maquinista, um foguista (que alimenta a fornalha e a caldeira) e um graxeiro.
As locomotivas a vapor da Estrada de Ferro Vitória a Minas foram gradualmente substituídas pelas diesel-elétricas entre as décadas de 1950 e 1970.
Restaurada pela última vez no primeiro semestre de 1997 na oficina de vagões no Complexo de Tubarão da Vale, em Vitória, Espírito Santo, por um grupo de aposentados da antiga oficina de João Neiva, a Maria Fumaça encontra-se em condições normais de funcionamento.
A cobertura existente junto à plataforma do Edifício Sede foi projetada e construída em 2005 especialmente para abrigar a composição da Maria Fumaça (locomotiva, carro de passageiros e vagão de cargas), protegendo-a das intempéries.” (http://museuvale.com).

No prédio há uma maquete de 34 m², onde dois trenzinhos comandados eletronicamente deslizam sobre 101 m de trilhos.
Na construção dessa maquete 3 pessoas trabalharam por 2.000 horas, com os mais diferentes tipos de materiais: fios, gesso, isopor, cola, serragem, além de outras improvisações.
Na maquete vários elementos são identificáveis ao longo da linha. Um tour pelo museu encerrou nossa programação na antiga estação de trem.

11 – CONVENTO DA PENHA
,
um dos santuários mais antigos do Brasil, construído no alto de um penhasco a 154 m de altura, em Vila Velha, a mando do Frei Pedro Palácios.
O convento é um marco arquitetônico, histórico e religioso da região. Anualmente, no mês de abril, os capixabas prestam sua homenagem à N. S. da Penha.
A importância do convento para Vila Velha e Vitória é tão grande, que uma avenida foi construída na capital capixaba (Av. N. S. da Penha, também conhecida como Reta da Penha) para que todos que por ali transitem possam visualizar o convento no alto.
12 – Dia seguinte, 12/10/2018, rumamos de Vitória para Venda Nova dos Imigrantes, cidade colonizada por imigrantes italianos provenientes de Treviso.
O forte da cidade é o agroturismo (ou turismo rural) praticado por agricultores dispostos a compartilhar seu modo de vida, suas atividades com os visitantes. É esta cidade que apresenta a Festa da Polenta, que atrai milhares de participantes.
Há desfiles em carro aberto das famílias dos imigrantes, há eleição de miss e princesas da festa, e ainda shows com cantores de sucesso.
O ápice da festividade é o Tombo da Polenta, imagem bastante disputada por fotógrafos profissionais e amadores.


13Dia 13/10/2018 foi a data do tão aguardado Tombo.
Maiores informações tais como o tamanho do panelão, a quantidade de fubá empregado e o modo como a polenta é derramada em um imenso tabuleiro você poderá conferir clicando aqui.


14 – Dia seguinte – hora de voltar para Vitória e voar para o Rio de Janeiro. E se você pensou que as atividades turísticas pararam por aí…, errou!
Primeiramente fomos ao Lorenção Socol – esta loja rústica que você vê na foto e que oferece antepastos deliciosos tais como: Berinjela Defumada com Bacon, Abobrinha com Peperone, Tomate Seco, Presunto Cru e o famoso Socol – carne do lombo do porco temperada com sal, pimenta e alho, e submetida ao processo que você poderá conhecer melhor clicando aqui.

Passamos por lugares cinematográficos, tais como O Ateliê do Chocolate, onde saboreei um bonito café diante de um cenário mais cinematográfico que o próprio café.

Rod. ES 164, km 5,5, Pedra Azul, Domingos Martins/ES. Atendimento de quinta a domingo de 10 às 18h.

Mais adiante paramos no Café da Fazenda, aos pés da Pedra Azul – cartão postal e atração de Domingos Martins.
Vale à pena saber mais a respeito do lugar considerado como o terceiro de melhor clima do mundo. Clique aqui.

 

A pedra que pode mudar de cor até 36 vezes ao dia, dependendo da incidência da luz do Sol.

O maciço da Pedra Azul está localizado no quilômetro 89/90 da BR-262.
Esta pedra também é conhecida como a Pedra do Lagarto, devido à formação rochosa especial.

Estrada bem movimentada devido ao feriado, restaurantes superlotados, Alex optou por um self-service que oferece vasto cardápio.
Embora não aprecie serviços de auto-atendimento em restaurantes, seria injusta se não ressaltasse o sabor especial das carnes vermelhas e brancas fumegando em lume de fogão à lenha. Deliciosas!
Não consegui registrar os pratos quentes, mas pelas geladeiras dos doces, creio que poderão ter uma vaga idéia…
Essas fotos devo à gentileza de Lúcia Helena, nossa guia, a quem deixo registrado um afetuoso abraço.

Esta viagem deixou aquele gostinho de quero mais.
Cheguei a pensar em como seria bom morar bem pertin do Mercado Central de Belzonte, e ter uma casin em uma praia de Vitória. Só prá viajar naquele trem bão.

Verdade seja dita: viajar com a Alex Tour Viagens vai deixar você do mesmo jeitin que eu fiquei: mais feliz que pinto no lixo. Ói eu aí embaixo, sô!…

Você compra a passagem do avião, os caras te põem sentado lá dentro, o avião começa a andar, o cara fala:
“Atenção senhores passageiros, aqui quem fala é o comandante Nogueira, gostaria de informar que eu tenho permissão para decolar”.
Danilo: Mas que bom, ei Nogueira? Quando eu entrei no avião o mínimo que eu esperava era isso.
” DANILO GENTILI

Redação: Marilia B. G. e Alex Brando.

*****

 

4 comentários em “BRASIL. MG e ES. Alex Tour Viagens – Contato Com a Beleza, a Cultura, e o Lazer.”

  1. Oi, Marilia! Tudo bem?

    Sempre tive a curiosidade de fazer Vitória-BH de trem, mas sempre me desencorajaram. Me disseram que demora muito, que a estação de Vitória é muito perigosa, que não sei o quê, não sei o que lá… que bom saber que ela é super confortável!
    Amo Belo Horizonte, amo os mineiros, tão educados e com uma cozinha maravilhosa. Passei muitas férias e carnavais em Vitória e Guarapari nas casas de tios, primos e amigos. Não conta pra minha família, mas eu não sou o maior fã de Vitória.
    Pedra Azul é emocionante de tão bonito! Na próxima vez, vá até Monte Verde. Não sei se já é Minas, mas é perto.

    Curtir

    1. Olá, Alexandre!
      Tudo bem com você, menino?
      Imagine você que hoje mesmo estava pensando em Monte Verde. Estivemos também em Domingos Martins. Gostei muito, mas não é para voltar.
      Como Alex é meu amigo, estou pensando em elaborar um roteiro que vá para Monte Verde.
      O trem é maravilhoso! Estou terminando as postagens da viagem que refiz para Jericoacoara e Lençóis e depois farei o dia-a-dia de Belô a Vitória.
      Faça essa viagem. Você vai amar!
      Abraços e obrigada por seu comentário.
      Marilia.

      Curtir

      1. Tudo bem. Pra mim, Monte Verde tem cheiro de lenha na lareira e no fogão. Uma tranquilidade!
        Curioso pra ver os Lençóis!

        Um abraço!

        Curtir

Deixe seu palpite!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s