BRASIL. RIO DE JANEIRO, RJ. Petrópolis – O Glamour do Hotel Quitandinha.


IMAGEM DESTACADA: O teatro do hotel/palácio onde se nota influência italiana na arquitetura.


Endereço: Avenida Joaquim Rolla, 2 – Quitandinha, RJ, 25651-072.
Telefone:  (24) 2245-2020.

Viajar em companhia de  Alex Brando – arquiteto, professor de arquitetura, agente de viagens e guia – é um grande aprendizado, caso você não viaje apenas como sua mala, mas tenha como objetivo enriquecer seus conhecimentos. É bom lembrar que mala também viaja…
Alex é um pesquisador. Suas explanações são minuciosas e por isso digo que acompanhá-lo trata-se de um privilégio para poucos.
Ingressamos em um passeio intitulado Natal Imperial e nossa primeira parada foi no atual Sesc-Quitandinha, onde já havia estado outras vezes, mas sem alguém que nos explicasse sua História.

O PALÁCIO/HOTEL QUITANDINHA
começou a ser construído em 1941 por um empreendedor cuja área de mercado era turismo e jogos. Seu nome era Joaquim Rolla, um jovem visionário que cursara apenas o primário!
O prédio que foi erguido com o objetivo de ser o maior hotel-cassino da América do Sul foi inaugurado em 12/02/1944 na zona sul de Petrópolis.

ESTILO ARQUITETÔNICO
Seu estilo arquitetônico mescla neo-normando por fora e neo-colonial por dentronos mostra Alex Brando. “É uma mistura”.

NOTA: um estilo arquitetônico conhecido como enxaimel - e não enxamiel, por favor! -, foi muito utilizado na cidade serrana em função da colonização alemã.

Luis Fossati e Alfredo Baeta Neves foram os arquitetos responsáveis pela aparência externa. Para decorar o interior, Rolla contrata uma decoradora e cenógrafa americana chamada Dorothy Draper.
Os estúdios cinematográficos hollywoodianos lhe serviram de inspiração para compor os ambientes e isso está bem visível.
Dorothy, 
ao contrário do que preceituava o arquiteto alemão Mies van der Rohe, que criou a máxima “menos é mais”, achava que “mais era mais e melhor”. Foi a pioneira em design de interiores na América do Norte, como dizíamos antigamente.
Para que tenhamos uma idéia, em 1923 ela criou um dos primeiros escritórios de decoração dos EEUU. Seus trabalhos eram admiradíssimos e classificados como elegantes, sofisticados, excêntricos e glamourosos. Sua obra poderá ser admirada ao visitar o Quitandinha em companhia de Alex Tour Viagens.
As cores que empregou nas paredes são todas fortes: rosa, verde, amarelo, azul, cinza. Raros tons pastéis.

O CASSINO
contava com dois acessos: um para os hóspedes e outro para visitantes comuns, o mostrado na foto abaixo.

Esta entrada lateral era o acesso para não hóspedes.

Na lateral direita vê-se detalhes barrocos de um chafariz desativado. Essa lateral do Quitandinha “era chamada de Torre da Morte – ninguém se matava, mas, por se tratar da parte do cassino em que se jogava carteado pesado, havia quem saísse de lá sem nada! Saía totalmente quebrado; pelado, como se dizia antigamente.”

 “A treliça de alvenaria que se vê na foto trata-se de elemento arquitetônico criado pelos árabes – o Muxarabi” –, trazido pelos portugueses para o Brasil.
Esse tipo de fechamento normalmente é executado em madeira – as conhecidas treliças. “Seu objetivo é deixar passar o vento e a iluminação, e ainda permitir privacidade para quem está no interior do ambiente.” Foram criadas para preservar as mulheres árabes de olhares masculinos.
No exemplo da foto, o arquiteto produziu “um Muxarabi rendilhado em forma de estrela”. Segundo Alex Brando, outros estilos arquitetônicos se misturam no interior do palácio, tais como o “Neo-Colonial, já com influências do Art-Décoratif.  Além desse estilo, o do teatro da foto em destaque é italiano; ou seja, uma profusão de informações, ” nos diz Alex Brando.

O HALL DE DISTRIBUIÇÃO
propriamente dito encontra-se ao fundo – foi por onde começamos a adentrar os ambientes. Deste salão  acessasse-se o antigo cassino, o teatro e a Galeria das Estrelas, de onde cliquei a foto.

À direita de quem entra pela porta lateral está esta escada com poucos degraus, em curva, ladeada por dois imensos e requintados castiçais de madeira ; atravessando o hall acessa-se o teatro; em outro corredor, o boliche.

E por falar em boliche, o hotel possui seis pistas que funcionam de terça a quinta das 13 h às 21 h; sábado das 13 h às 23 h, e domingos e feriados das 11 h às 22 h.
Uma taxa é cobrada para quem pretende ocupar uma pista por uma hora.

Galeria das Estrelas. As vitrines laterais serviam para expor jóias.

Neste começo da visita ao interior do Quitandinha, Alex Brando destaca o trabalho de Dorothy Draper no piso, nas volutas do Barroco e do Rococó existentes em todos os cômodos, e nos pesados lustres e candelabros – todos iluminados por lâmpadas.
E como naquela época não havia lâmpada branca, o objetivo era proporcionar a sensação da incandescência de velas.

A Galeria das Estrelas – assim batizada por conta de seus lustres Moravian Star, fabricados pela americana Tiffany. Do lado mais próximo da porta de entrada ficava a chapelaria; do outro, a bombonière.

Este hall era decorado com poltronas confortáveis como se vê nas fotos seguintes…

…e melhor ainda na foto que descobri em um site maravilhoso chamado IN SlideShare. Olhem para isso:

 

O CASSINO e o TEATRO
foram construídos com elementos bloqueadores de qualquer tipo de som que pudesse interferir nesses ambientes.
Abaixo vemos uma pequena parte do Salão Mauá (ou Salão Azul), onde ficavam as mesas de jogo.
“Este salão possui uma cúpula de 51 m de diâmetro e 30 m de altura, sendo considerada a maior obra de concreto armado da América Latina. É comparada à da Catedral de São Pedro, em Roma. Não há vigas, não há pilares. A cúpula se fecha, apoiada pelas colunas laterais.”
No famoso salão há um ponto de eco que reverbera a voz humana 14 vezes. Alex Brando explica: “trata-se de um local em arco e fechado em cúpula. Por isso o som vai e volta. Como não há saída, ele ecoa no ambiente. Caminhando menos de 3 metros em direção à escada, acaba o eco porque o som encontra escapes.”
A cúpula é chapiscada e pintada em azul marinho a fim de lhe conferir aparência aveludada.

Dorothy Draper não escondeu as ranhuras das formas em que o concreto foi moldado para montar a cúpula deste salão. Esse pormenor você só consegue ver in loco.

“OS PORQUÊS DA COMPOSIÇÃO DO SALÃO AZUL (ou SALÃO MAUÁ) – O Cassino.
eram muitos. Para início de conversa, todas as janelas eram fechadas com cortinas de veludo azul, a fim de que os jogadores não tivessem noção do passar das horas. Luz, apenas as do ambiente – sobre as mesas de jogos -, o que deixava o salão na penumbra.
Essa iluminação direcionada e tênue chamava atenção do jogador para a mesa e não para o que estivesse acontecendo a seu redor.
O barulho das fichas, das giradas das roletas e das vozes reverberando no ambiente (muito eco), fazia com que os jogadores tivessem a idéia de que o ambiente estava cheio. Tudo pensado com o objetivo de atrair jogadores.”

O pé direito alto e os cobogós colocados abaixo da sanca proporcionavam um ambiente de temperatura agradável.

Outro pormenor: iluminação indireta mais numerosa que os castiçais de parede, de efeito mais decorativo.
Nas fotos raras apuradas no citado site (clique aqui e saiba mais), duas fotos chamam bastante atenção:

PEDRO II
“Petrópolis teve uma ligação muito forte com o Barão de Mauá.
A personagem principal da cidade é Pedro II. As fazendas foram adquiridas por Pedro I, que as manteve intocadas; quem fundou a cidade foi Pedro II”, grande incentivador da Educação, das Ciências e da Tecnologia. Destaque para as atividades intelectuais do Imperador, muito mais exacerbadas que seus interesses pela política e a economia.

BARÃO DE MAUÁ
Quem também marcou seu nome na História da cidade foi o gaúcho Irineu Evangelista de Souza, notório comerciante, armador, industrial, banqueiro e político brasileiro, condecorado com os títulos de Visconde de Mauá e, mais tarde, Barão de Mauá.
Foi ele o construtor da primeira ferrovia brasileira – a Estrada de Ferro Mauá -, que ligava o Porto de Mauá (atual município de Magé) a Fragoso (Inhomirim/Raiz da Serra). A partir de 1886 a estrada de ferro chegou à Petrópolis e Areal, façanha conquistada graças à  utilização de cremalheiras entre os trilhos.

O TEATRO
“foi construído no estilo Art-Décoratif, com boca de cena nos moldes italianos. Dois palcos giratórios ladeiam o principal. O teatro foi construído em diferentes níveis, possibilitando a colocação de mesas e cadeiras.
Grandes artistas brasileiros e internacionais pisaram nesse palco: Aurora e Carmem Miranda, Oscarito, Grande Otelo, Yma Sumac, Bing Crosby e outros renomados.
Por suas dependências circularam Orson Welles, Errol Flynn, Evita Peron, Juscelino Kubitscheck, João Goulart, Lana Turner, Henry Fonda, Maurice Chevalier, Greta Garbo, Carmem Miranda, Walt Disney dentre outras personalidades importantes”.

Neste teatro, há alguns anos, tive a oportunidade de desfilar jóias para uma joalheria bem conceituada de Petrópolis. Foi uma grande festa. Boas lembranças…

A BOITE

Era um local especial para flertes, namoros, encontros furtivos e até para quem quisesse dançar.
Ambiente à meia luz, discreto, onde “ninguém via ninguém”.

No palco, vozes suaves como a de Tito Madi ou graves e sensuais como a de Lúcio Alves – tipo de voz conhecida como voz de travesseiro -, eram acompanhadas por piano e/ou violão e faziam fundo para a seleta platéia.

No fundo, o bar ainda de design atual, decorado em bambu!, fazia as vezes de observatório para os mais discretos que gostavam de ter uma visão total da boate e/ou para quem preferisse ficar mais afastado do salão para aquele papo mais… “tête-à-tête”.
Uma festividade notável que aconteceu nesta boate foi a eleição de Martha Rocha, nossa primeira Miss Brasil, em 1954. Nessa época não se cogitava lançar o concurso no Maracanãzinho, inaugurado no mesmo ano.

“Uma das características do estilo arquitetônico Neo-Colonial ambiental, é a construção de avarandados tais quais em fazendas. Essas varandas não estão posicionadas naquela área de lazer do hotel, mas na parte social.
Toda a decoração é original. Vejamos: os candelabros com o mesmo desenho dos utilizados em igrejas. Os óculos, idem, embora os originais não tenham esse padrão.

As pinhas muito empregadas nas construções portuguesas, Dorothy Draper utilizou nas laterais do portal – característica da arquitetura neo-colonial de interiores -, bem como o piso axadrezado, muito difundido. Trata-se também de um tipo de urbanismo – linhas retas  que formaram as quadras, que foi bastante utilizado pelos romanos”.

“As peças que nos remetem a chafarizes são outros detalhes da decoração neo-colonial”.

Essas varandas eram utilizadas para conversação e para atividades leves tais como tênis de mesa e bilhar. Delas, avistava-se a hípica, as quadras esportivas e o picadeiro.  Eventualmente, abrigava exposições de flores e arte.

“Caso o hóspede quisesse acessar o restaurante, mas sem passar pela porta principal, utilizava-se de uma porta separada.

Aqui funcionava o bar da parte social. Nas paredes, detalhes barrocos chamam atenção, incluindo…

…este candelabro de parede e um balcão do Barroco Mineiro, com o objetivo de remeter às Cidades Históricas (abaixo).

O RESTAURANTE
conta com capacidade aproximada para 800 pessoas.
O que mais chama atenção neste salão são os lustres em madeira, em Estilo Barroco, sabiamente pendurados em algumas saídas do ar condicionado.

Espelhos em moldura de sucupira enfeitados por águias adornam os nichos em que foram colocados os aparadores (a meu ver, minúsculos em relação ao vão) que funcionavam como guarda-louças.

O balcão servia para abrigar alguns músicos que tocavam em ocasiões especiais tais como festas e banquetes privados.

Do lado esquerdo há duas portas com cortinas vermelhas. Essas portas eram o acesso para a cozinha (não visíveis na foto).

A COZINHA
é de proporções monumentais: 1.200 m²! Balcões com tampos em mármore rosa, piso industrial, ventilação natural e iluminação através de tijolos de vidros.
Servia diretamente ao restaurante descrito acima, ao bar, à boate, à piscina e aos salões auxiliares através de passagens especialmente construídas para isso. Trabalhava com todo tipo de alimento e por isso era dividida em setores: uma que se ocupava com alimentos quentes; outra, doces; outra, alimentos frios.

 

Capacidade para até 100 cozinheiros trabalhando simultaneamente, que podiam servir até 10.000 refeições por dia!

O JARDIM DE INVERNO
consta de uma gaiola em cujo centro havia uma fonte. Completavam o cenário: aves (araras e papagaios) e plantas. Piso em granito (outros afirmam ser mármore de Carrara) nas cores preto e ocre.

Estamparia floral e bem colorida nos estofados ainda contemplam o ambiente com aspecto primaveril e suave. Móveis em ferro muito utilizados em varandas brasileiras na década de 50 completam a decoração.

À direita, na foto acima, nota-se a fonte de arquitetura Neo-Colonial.

Como não poderia deixar de ser, aquela antiga superstição de jogar moedas na fonte e fazer um pedido também funcionou no Quitandinha.

Ambientação ainda do Pátio da Fonte. Nesta foto, o que restou do mobiliário visto na foto acima.
Galeria Brasil – parcial.

O outro braço acessa o Jardim de Inverno, onde está a imensa gaiola.
Recebeu essa denominação devido à galeria de fotos do Rio Antigo.

A FAMOSA PISCINA
em formato de piano de calda era térmica e descoberta. Profundidade entre 1.60 m e 5.00 m.

A pintura na parede foi inspirada no filme 20.000 Léguas Submarinas e foi executada por um gênio brasileiro chamado Tomás Santa Rosa Júnior.

Como a piscina ficava aberta até tarde da noite, ganhou iluminação especial.
Os remendos mal feitos em suas paredes (foto atual) indicam que o tipo de iluminação idêntico aos do teto (plafonniers) foram retirados. Reparem na foto antiga.

OS BANHEIROS
me transportaram aos de cinemas maravilhosos que tínhamos não só no Centro do Rio, a famosa Cinelândia, bem como na zona sul e norte da cidade.
O banheiro do Cine Palácio era muito bonito, bem como o do Cine Imperator, no Méier. Os do Roxy, em Copacabana, são nesse mesmo estilo, porém estão muito maltratados.

E AINDA:
Não visitamos o Salão Dom Pedro…

… e nem o Centro de Convenções.
O espaço que era dedicado às crianças, também ficou para outra oportunidade.
Fomos informados de que o hotel se dava ao cuidado de oferecer espetáculos de marionetes ou sessões de cinema após as refeições das crianças, efetuadas nesse salão.
Há pouco tempo publiquei matéria a respeito do Carnaubinha Praia Resort , único que conheci na vida que faz grande diferença com relação aos pequenos. O resort l é 100% dedicado à criançada.

Algumas salas estavam fechadas, tais como o Salão de Correspondência! Sintam a força…

Olhei rapidamente este ambiente, fotografei-o (das poucas fotos apenas esta acima escapou), mas, confesso, jamais imaginei que o hotel dispunha de uma sala apenas para quem quisesse enviar alguma correspondência.

A entrada principal do hotel também não visitamos.

OS APARTAMENTOS
(sem comentários)

PARA TERMINAR
O Hotel/Cassino Quitandinha foi construído em um brejo!
Em seis andares foram distribuídos 440 apartamentos e 13 salões. Um lago de 18.000 m² foi construído, e uma praia foi improvisada com areias “importadas” de Copacabana – foram centenas de caminhões de areia que subiram a serra – um luxo só!

O cassino era a atração maior do Quitandinha, o maior pilar de sustentação de todo aquele luxo. O movimento financeiro integral do hotel e de suas dependências (boate, teatro, restaurantes, contratações de artistas famosos, partes esportivas e muitos etecéteras) dependiam das mesas de jogo.
Prova disso é que, após dois anos de sua inauguração, o Presidente Dutra, por insistência de sua mulher, apelidada de Dona Santinha por conta de sua carolice, proibiu o jogo no Brasil  em 30 maio de 1946. Por conta disso, o Quitandinha, na década de 60, começou a enfrentar dificuldades para se manter apenas como hotel, e acabou fechando suas portas em 1962. Sem o cassino, acabou perdendo movimento para os hotéis Copacabana Palace e Glória.
No ano seguinte Rolla começou a vender os apartamentos. Alguns sofreram muitas reformas e se transformaram em amplas unidades.
A parte que inclui salões e área de lazer foi adquirida pelo SESC-Rio em 2007, que passou a promover atrações culturais nos espaços que permaneceram fechados por algum tempo.
O prédio foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac). Felizmente, após longo período de paralisação, indefinição, enfim, um hiato bastante conturbado, o Palácio Quitandinha foi revitalizado e tornou-se, novamente, alvo de curiosos e de pessoas desejosas de vivenciar um pouco de sua História assim como eu.
O melhor de tudo, é que voltou a ser cartão-postal da cidade de Petrópolis.

QUEM FOI JOAQUIM ROLLA
Inicialmente, vendia uma bebida alcoólica obtida do abacaxi para imigrantes alemãs que se estabeleceram na cidade de São Domingos do Prata, interior de Minas Gerais, onde cresceu.
Lidou com tropas de burros, viajou bastante escoando a produção de sua região, mas seu objetivo eram os jogos de carteado. Por conta disso perdeu tropas, mercadorias e outros bens algumas vezes, mas sempre recuperava seu patrimônio.
Construiu estradas, fundou uma casa comercial com seu irmão João Rolla chamada o Mundo das Meias – mais tarde conhecida como Casa Rolla.
Em 1930 liderou tropa de soldados em favor do golpe que garantiu o poder à Getúlio Vargas. Foi proprietário de jornais. Em 1932 amargou um breve tempo na prisão por conta de sua participação na Guerra Paulista contra o mesmo Getúlio que defendera dois anos antes.
Comprou o Cassino da Urca em sociedade com políticos (S. A. ) e ampliou seus negócios em Belo Horizonte, Araxá, Poços de Caldas e Lambari.
Mas, foi em 1941 que a menina dos olhos do mineiro Joaquim começou a tomar forma – o Hotel Quitandinha, que…


“Muitas vezes precisamos ser iguais ao golfinho: sair de nosso mundo apenas por instinto, mas sem perder nossas origens.” – Ricardo Reis.

 

6 comentários em “BRASIL. RIO DE JANEIRO, RJ. Petrópolis – O Glamour do Hotel Quitandinha.”

  1. Oi, Marilia! Tudo bem?
    Nossa, nem lembro quando foi a última vez que fui ao Quitandinha – faz muito tempo! Que bom vê-lo assim, porque lembro que ele estava um tanto abandonado. Tinha restos de barraquinhas no Salão Azul, o teatro estava fechado e via-se uns remendos em algumas paredes. Poderia ser melhor aproveitado. É tão bonito e excêntrico!

    Um abraço!

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    1. Alexandre! Que satisfação contatá-lo novamente! Bem-vindo, sempre…
      Pois é, ele andou abandonado, mas foi recuperado e está lindo de viver. Quando lhe for possível, faça uma visita. Tenho certeza de que se surpreenderá.
      Abraço, Alexandre! Muito sucesso para você.
      Marilia.

      Curtido por 1 pessoa

      1. Acho que sim. Lembro de quando era criança e achava aquele lugar mágico, enorme!

        Abraço! 2019 de muita saúde e viagens incríveis!

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      2. Olá, bom dia, Alexandre!
        Muito obrigada por seus votos. Agradeço e retribuo. Muitas viagens para nós! Aliás, já tenho um roteiro pronto e pago para abril: Keukenhof & adjacências. Não será de muitos dias porque a velhice já não me permite ficar fora de casa por muito tempo. A idade pesa, Alexandre… Aproveite muito sua juventude. Boa sorte e felicidade para você. Abraços da…
        Marilia.

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