BRASIL . MINAS GERAIS . CAPITÓLIO . Onde Comprar No Centro E Nas Cercanias da Cidade.


IMAGEM DESTACADA – Beira de Estrada Nas Cercanias de Capitólio. Destaque para o Ipê Amarelo.

1 – CENTRO DE CAPITÓLIO,
nossa primeira parada.
Foi-nos dado uma hora e apenas alguns minutos para visitarmos a cidade – tempo muito curto para darmos uma olhada no comércio, visitarmos a Igreja, tomarmos um cafezinho. Continuar lendo BRASIL . MINAS GERAIS . CAPITÓLIO . Onde Comprar No Centro E Nas Cercanias da Cidade.

BRASIL . MINAS GERAIS . SÃO ROQUE DE MINAS . SÃO JOSÉ DO BARREIRO – Cachoeira Casca D’Anta: A Maior Queda D’Água do Rio São Francisco.


IMAGEM DESTACADA – Serra da Canastra.

Eu havia perguntado ao guia se para chegar até à cachoeira andava-se muito e se o terreno era acidentado. Expliquei os motivos de minha preocupação: aos 73 anos de idade Continuar lendo BRASIL . MINAS GERAIS . SÃO ROQUE DE MINAS . SÃO JOSÉ DO BARREIRO – Cachoeira Casca D’Anta: A Maior Queda D’Água do Rio São Francisco.

HOLANDA . AMSTERDAM . ALBERT CUYPMARKET . Uma FEIRA Espetacular Onde Você Encontra “De Um Tudo”.


IMAGEM DESTACADA: O óbvio…

A-DO-RO! feiras de bairro e frequentei-as assiduamente enquanto eram montadas perto da rua onde morava.
Quando me vi no portal da Van Woustraat, imediatamente pensei: meu Paraíso holandês é aqui! São 700 m de puro encantamento para quem gosta do babado.
Gostar de feiras livres é uma vocação; uma doença. Tá no DNA, sei lá; só sei que não tem cura. Não sabia prá onde olhar e cheguei até a bolar uma técnica para não perder nada: ir até à Ferdinand Bolstraat por um lado e voltar ao portal pelo outro. Não funcionou e acabei fazendo um zig-zag danado.
Peguei a indicação no blog do brasileiro Daniel Duclos e lá fomos nós.
Diria tratar-se não de uma Torre, mas de uma Feira de Babel. 
Por ter-se transformado em atração turística, inevitável ouvirmos vários idiomas e a diversidade de ofertas.

QUANDO IR e COMO CHEGAR AO BAIRRO DE PIJP (pronuncia-se Péi)
Desde 1912 que a feira funciona de Segunda à Sábado no horário de 9.30 h às 17.00. Esse horário poderá variar em função de condições climáticas, principalmente no Inverno.

Fomos até à Stationsplein (Praça da Central Station) e de lá tomamos um tram (o bonde).
São várias linhas que passam pela feira: a 16 e a 24 deixam-no na porta. As linhas 5, 3 e 12 passam nas proximidades. Como pagar, em que porta entrar, o que fazer para descer, abrir porta e outros etecéteras, veja aqui. É bem fácil.

Daí, para não me delongar, veja nas fotos quantas opções você encontra na feira. E vo-te dizê uma côza, istepô: não percorremos a feira toda. São 300 barracas! Naquele zig-zag paramos para comer um super hamburguer e de lá mesmo voltamos para comer a sobremesa nessa barraca da esquerda de quem entra na feira.


Logo que transpusemos o portal, à esquerda, vimos essa barraca. Ai, meus deuses! Ao ver os waffles recheados de chocolate, a boca encheu d’água. Onde comi a sobremesa? Lá mesmo. Um waffle feito na hora, quentinho, com calda de chocolate. 


O divino-espetacular waffle quentinho.


São diversas barracas de roupas. A maioria com estampas e/ou cortes muito interessantes.


Encontrar relógios nesse tipo de comércio é até normal. Agora, a quantidade de pulseiras…, nunca vi igual. 


E os queijos? E-os-quei-jos???


Malas, mochilas, carteiras, porta isso, porta aquilo…


As campainhas para bicicletas são lindíssimas! Deu vontade de trazer uma mesmo não tendo bicicleta.


O sortimento de frutas secas dessa barraca é espantoso. Até castanhas do Pará encontramos, e a bom preço!


Nessa barraca entrei em êxtase. Por pouco meu fiel escudeiro não chamou o segurança prá me tirar dali. Vi azeitonas de variados tons de verde, cada um mais lindo que o outro. Ui! E as azeitonas pretas? Dê uma olhada na foto e veja a variedade “de tons”. A boca aguou do princípio ao fim. Que falta faz um frigobar no quarto do hotel. Caramba!


Camarões em conserva! Loucura total…


E as pastas, as trouxinhas de folha de uva, os ovos de codorna temperados? E o aroma de todas essas delícias, só me provocando?
Para quem adora comer como eu, a vontade é de carregar tudo prá casa.
Não sei se fui salva pela falta de frigobar no quarto do hotel ou não. Agora, tivesse esse conforto, com absoluta certeza eu teria feito um rombo no cartão de crédito.

Flores, sabonetes, pasta de dentes, shampoo, talco…


Perucas coloridas, produtos especiais para cabelo, apliques de diversas cores, e até mechados.Móveis? Também tem. Tem meia, tem tamancos – nada a ver com esses dois, mas também tem panela, tapetes.


Aparadores originais com aproveitamento de bicicletas.

Roupas de cama e mesa; bolsas (abaixo) com modelos inusitados. Gostei da carteira coruja, mas resisti bravamente e não a comprei.


Quem diz que trata-se de uma bolsa?


Achei interessante o discretíssimo pingente da gargantilha. Abaixo, tecidos com estamparias originais e bem alegres.

Outros artigos que nos chamaram atenção foram esses: cuecas com estamparia de folha de maconha – muito comum na Holanda -, e acessórios femininos prá lá de sexy.
A estamparia “canabis” (ou “marijuana”) também se encontra em roupas e acessórios masculinos e femininos impressa em várias cores.


Artigos para decoração…

Encontramos uma barraca vendendo mangas a €0,99 cada.
E eu que pensei que só aqui no Brasil é que existisse essa história insuportável de colocarem preços com esses 0,99 centavos…

Peixes de diversas espécies – frescos ou defumados – também são vendidos na feira. Camarão, por exemplo, havia de tudo que é tamanho, tipo e qualidade, com ou sem casca. Preços de meio quilo variando bastante: €8,90, €12,50, €17,50.
O polvo espanhol, a €24,00 o quilo. Patas de caranguejo a €10,00 o quilo (com aquele cascão e tudo), e ovas a €20,00 o quilo.

Para almoçar paramos em uma hamburgueria também sugerida pelo Daniel Duclos: a Butcher.

O espaço é pequeno, está escondidinho atrás de algumas barracas, mas não tivemos problemas para encontrar nem a Casa e nem mesa disponível.

Para meu gosto, a carne dos hambúrgueres poderia estar temperada, mas não é assim que funciona. Nem sal tem. O tempero está à disposição do freguês – o lado positivo da situação.

Há diversos tipos de pães para acompanhar o hamburguer.  O pão árabe ficou ótimo no sanduíche que pedi; pelo menos, não tive necessidade de ficar paqueirando o sanduíche para estudar a melhor maneira para dar a primeira mordida.
Todas as opções do cardápio são bem servidas.

Havia dois jovens trabalhando na Casa: um rapaz, que montava os hambúrgueres, e uma moça que os grelhava.
Justo quando a jovem se retirou para o interior da Burguer, o jovem perguntou-nos de que país éramos; quando pronunciamos “Brasil”, ele nos disse que sua companheira de trabalho era brasileira e logo a chamou em alto e bom som.
Batemos um papo rápido, mais gostoso que o próprio hamburger.
Ela já havia morado em Amsterdam, voltou ao Brasil onde permaneceu algum tempo, mas optou por retornar à Amsterdam para ficar definitivamente.
Peguntei-lhe como era viver naquela cidade e a resposta veio com um largo sorriso no rosto.  “Não saberia mais viver em outro país”, nos disse. Segundo ela, com o alto salário! que recebe para tostar os hambúrgueres, ela vive tranquilamente: paga aluguel!, contas públicas, veste-se, diverte-se, e ainda sobra dinheiro.
Aconselhou-nos a não ficarmos em hotel, e, caso voltássemos à Amsterdam em outra ocasião, que alugássemos um apartamento por temporada. – É bem mais barato que ficar em hotel. Segundo afirmou, está feliz; muito feliz.



Meu fiel escudeiro, ao ver esta saboneteira, não pestanejou e comprou-a. Ficou uma graça na bancada do banheiro.

A feira é fantástica, não resta a menor dúvida. Na próxima ida à Amsterdam quero percorrer toda a feira. Mas, não em zig-zag.


CONTATO:

BRASIL . MINAS GERAIS . CAPITÓLIO . Fim de Tarde No MORRO do CHAPÉU, Sem PHOTOSHOP!


IMAGEM DESTACADA – Morro do Chapéu com as cores que a Natureza lhe deu.

Neste 15/8/2019 o dia nos prometia belíssimas surpresas, mas não imaginávamos que vivenciaríamos momentos fantásticos e emocionantes em comunhão com a natureza.
Prá começar ingressamos em um opcional – um passeio pela Trilha dos Vikingsexecutado pelo próprio hotel em que estávamos hospedados, o Hotel Engenho da Serra, e encerramos o dia assistindo a mais um belíssimo fim de tarde de determinado ponto do Morro do Chapéu, um dos paredões que protegem o hotel.
Rafael  Leonel  e  Carlos S. (Carlito) foram as pessoas de boa vontade, simpáticas, receptivas, e que se desdobraram em gentilezas, que nos conduziram até ao ponto de vista.
De todos os passageiros, só quatro optaram pelo privilégio de assistir a esse espetáculo que a natureza tratou de colorir em tons excessivamente fortes.

As duas fotos seguintes são de autoria de Maria Betânia, uma das passageiras.



Autoria da foto: Maria Betânia.

Nada mais a dizer, a não ser agradecer ao Deus em que acredito por mais esses momentos lindos, e aos nossos amabilíssimos anfitriões.

Valeu, Carlito! Valeu, Rafael!
A vocês, nosso agradecimento penhorado.

Três coisas não podem ser escondidas por muito tempo: o sol, a lua e a verdade.” Buda

CONTATO

BRASIL . MINAS GERAIS . CAPITÓLIO . RECANTO DOS VIKINGS – Indescritível, Encantador, Rejuvenescedor, Inesquecível…


IMAGEM DESTACADA – A imensa piscina formada pelas águas da cachoeira.

TUDO COMEÇOU
quando o guia da excursão intitulada Cânions de Capitólio anunciou aos passageiros algumas opções de passeios organizados pelo próprio Hotel Engenho da Serra onde ficaríamos hospedados.
Dentre todos, o Recanto dos Vikings foi o único que realmente nos atraiu.
Aconteceu que, inicialmente, apenas eu e meu fiel escudeiro nos interessamos pelo percurso que, para acontecer, necessitaria de 4 passageiros no mínimo. Como apareceram mais 4, garantimos o roteiro.
Duas pessoas desistiram na última hora, mas mesmo assim a saída em dois veículos não foi cancelada e embarcamos em duas Hilux.
Rafael Leonel e Carlos S., o Carlito, foram os destemidos que nos conduziram pelos difíceis e tortuosos caminhos até ao Recanto dos Vikings, localizado em São José da Barra.

O PERCURSO
é de 45 km; a estrada é de barro vermelho sulcado pelas chuvas, o que torna a viagem desconfortável para quem dirige e bastante prejudicial para os veículos.
Não é qualquer modelito de trator que aguenta o tranco; tem que ser uma Hilux básica ou daí partir para um tanque de guerra.
Barro e qualquer outro tipo de pavimentação que levante densas nuvens de poeira quando veículos se cruzam, requerem muita atenção do motorista. Nessas circunstâncias ninguém consegue enxergar nada até à média distância.
Há de se ter mais cuidado ainda com animais na pista, veículos lentos, longos e/ou mal estacionados.
Foi nessas condições, rompendo esse tipo de barreira, que nossos guias nos levaram a uma das filiais do Paraíso.

NA CHEGADA
ambos os veículos foram estacionados às margens de uma queda d’água de pouca altura. À curta distância algumas pessoas faziam piquenique bem no meio da cachoeirinha, utilizando-se de uma pedra como mesa – mais refrescante, impossível. As poucas chuvas caídas nos últimos dias lhes ofereceram essa oportunidade única, quem sabe, em suas vidas.

Rafael Leonel na direção de um dos veículos de propriedade do Hotel Engenho da Serra.

ORIENTADOS 
por um dos jovens guias, enveredamos por uma curta trilha descampada, de fácil caminhar e linda de viver.

Do atalho paralelo ao rio víamos um pequeno correr de águas e algumas cascatas. Rio que sussurrava sua música e se movia preguiçoso em seu leito, sem nenhuma pressa para chegar ao mar –  longo caminho ainda a percorrer.
Logo chegamos ao ponto alvo de nosso passeio e nos deslumbramos com a visão.


Gosto não se discute, diz o velho ditado. O objetivo da viagem era o Canyon de Capitólio, mas confesso que esse foi o passeio que mais me surpreendeu de todo o percurso que fizemos em 4 dias. É Divino! Não há como explicá-lo.  Basta admirá-lo, em silêncio, e sentí-lo. Penetrar nesse mistério que o ser dito humano tanto banaliza e procurar não pensar em absolutamente nada. Silenciar o cérebro. Meditar.
É deixar-se arrepiar pela beleza do lugar e depois encher-se de coragem e partir para o mergulho em suas águas transparentes e frias.
Copiar Maria Betânia que nadou junto à cachoeira tal qual uma sereia saída dos contos de Hans Christian Andersen.


Um vídeo postado no Youtube que você poderá ver clicando aqui, mostra a beleza e o encantamento do lugar.


A entrada do Recanto dos Vikings é paga e custa R$15,00 (quinze reais) por pessoa.
Além desse, outros passeios são indicados pela administração do hotel, tal qual a visita à Nascente do Rio São Francisco e à Casca D’Anta, futura postagem aqui no blog.

AGRADECIMENTOS
à boa vontade e excepcionais cuidados e atenção que nossos guias Rafael e Carlito tiveram conosco.
São profissionais fora de série, atentos aos mínimos detalhes que nos cercaram durante todo o tempo em que estivemos juntos, cujo objetivo era nos proteger e, ao mesmo tempo, não perdermos a oportunidade de desfrutar desse lugar fantástico.
Em nossa curta caminhada rumo ao Paraíso nos ofereceram o apoio de seus braços e mãos, a fim de que vencêssemos mais facilmente algum obstáculo. Meninos, vocês são de-mais! Gratidão por tudo.

E para terminar, permito-me uma sugestão ao hotel: divulgar mais esse roteiro! O Recanto dos Vikings merece, e seus hóspedes também.

CONTATO:

 

HOLANDA . AMSTERDAM . VAI COMER AGORA OU VAI LEVAR PRÁ LEVAR PRÁ CASA? SÓ COISA BOA!


IMAGEM DESTACADA – Fachada da Loja.

ENDEREÇO: Haarlemmerstraat 5 HS, 1013 EH Amsterdam, Países Baixos.
HORÁRIO DE ATENDIMENTO: De 2ª à Sábado de 8.00 h às 22.00 / Domingo: De 10.00 h às 22.00 h.

Em nosso primeiro dia de Amsterdam chegamos ao hotel em torno de 12.00 h. Como o horário do check-in seria a partir das 14.00 h, deixamos nossas malas guardadas em um espaço apropriado e saímos para almoçar. Continuar lendo HOLANDA . AMSTERDAM . VAI COMER AGORA OU VAI LEVAR PRÁ LEVAR PRÁ CASA? SÓ COISA BOA!

HOLANDA . AMSTERDAM . Patos de Borracha Fabricados Pela Holanda Com Seiva de SERINGUEIRA!!!


IMAGEM DESTACADA: Vitrine da Duck Store.

Não entendo a atração que esses patos de borracha exercem sobre uma fatia considerável de consumidores.
Patos desse tipo fizeram sucesso nos anos 40, flutuando nas banheiras das crianças.
Não fosse o sucesso alcançado, não haveria lojas espalhadas em diversos países.
Esses patos estão grasnando em Roma, Barcelona (2 lojas), Milão, Paris, Ilha da Madeira, Florença, Limassol (Chipre) , Amsterdam (2 lojas), Lisboa (2 lojas), San Marino, San Sebastián, Sevilha, Mallorca.
Preços diferenciados. Compras poderão ser efetuadas pela Internet.


Há quem os ache um encanto. Particularmente, não compraria nenhum deles e caso recebesse algum de presente, passaria adiante. São muito feios!!!

NOTA: 100% natural, são fabricados com seiva de uma árvore muito conhecida dos brasileiros, a Hevea Brasiliensis, muito conhecida como seringueira ou árvore da borracha.


CONTATO:

 

HOLANDA . AMSTERDAM . ADAM LOOKOUT . Visão 360º Da Cidade.


IMAGEM DESTACADA: A torre principal, onde estão os super balanços que ultrapassam o guarda-corpo do prédio.

Chegamos à Amsterdam por trem e arrastamos mala até ao Canal Singel, onde ficamos hospedados no Singel Hotel.
Mesmo nesse curto percurso em que apertamos o passo devido ao frio intenso, não ficamos indiferentes ao edifício que se destaca do outro lado do Rio IJ, repleto de surpresas. Continuar lendo HOLANDA . AMSTERDAM . ADAM LOOKOUT . Visão 360º Da Cidade.

HOLANDA. AMSTERDAM . Restaurante 1e Klas – Arte, História e Sabor.


IMAGEM DESTACADA: Interior do Restaurante.

ENDEREÇO
Plataforma 2 B da Centraal Station.
Acesso: Escada rolante, no Hall Principal da Estação, caso você chegue a pé. Não sendo assim, você poderá chegar até de barco.
Metrô, ônibus e tram (bonde) são os meios de transporte mais comuns. Clique aqui e saiba mais.

image-2018-06-06.jpg
Imagem migrada do site https://restaurant1eklas.nl/es.

HORÁRIO de FUNCIONAMENTO:
Dias normais: De segunda a domingo de 9.30 às 23.00.

Dias especiais:
– Na véspera de Natal aberto até às 18:00
– Fechado no dia de Natal (25 de dezembro)
– Na véspera de Ano Novo até às 18:00 (31 de dezembro)
– Fechado Dia do Rei (27 de dezembro abril)

O restaurante é belíssimo e dispõe de outros ambientes igualmente glamourosos, que poderão ser ocupados com eventos públicos ou privados com capacidade para até 200 pessoas.

UM POUCO DE HISTÓRIA
Foi construído entre 1881 e 1889 por um gênio da arquitetura chamado Petrus Josephus Hubertus Cuypers (Pierre), natural da cidade de Roermond.

A sala onde os passageiros da primeira classe aguardavam o trem, chamada Four Seasons, só era acessível a pessoas que adquiriam esse tipo de bilhete; era muito especial, e apenas 40 pessoas, no máximo, poderiam ocupá-la.
Esta sala continua com a mesma capacidade de ocupação e está à disposição para grupos que queiram se reunir para comemorações, tratar de negócios, seminários, cursos e outros.

Pelo fato de tratar-se de um restaurante que atende pessoas de várias nacionalidades, o cardápio foi preparado com diversos tipos de pratos.
Além dessas opções, caso alguém queira saborear algum prato especial, basta avisar o responsável pelo restaurante, com antecedência, a fim de que o chef tenha condições de adquirir algum ingrediente especial de que não disponha.

E mais: os garçons são treinados para trabalhar rapidamente. Sabe por que? Foi levado em conta que alguns clientes não podem se demorar no restaurante devido ao embarque…

OBS: Clientes podem entrar com malas.

Foto antiga no cardápio. Observemos que o ambiente continua fiel ao da época de sua inauguração, em 1881.

Havíamos acabado de desembarcar na plataforma B, quando me lembrei do 1e Klas e decidimos tomar um café.
Logo na entrada, a surpresa. Nunca poderia imaginar que, do outro lado daquelas portas relativamente simples, fosse me deparar com tanta beleza.
Descrevê-lo é possível, mas seria muito difícil… Melhor mesmo foi comer um pedaço de torta de maçã (tão maravilhosa e irreparável quanto o ambiente), acompanhado por café – motivo que encontramos para apreciarmos o ambiente com tempo de sobra.
Recomendamos sem restrição.

 

 

 

HOLANDA. AMSTERDAM . Amigo – Restaurante Argentino Excelente.


IMAGEM DESTACADA: Vitrine do Restaurante.

COMO CHEGAR
De frente da Centraal Station partem os bondes número 13 e 17. Ambos passam pela Rozengracht. 

De mapa em mãos, saímos atrás de um restaurante especializado em culinária holandesa, o Moeders, para almoçar.
Este restaurante é muito bem conceituado, e por isso é indicado na internet por vários blogues e pessoas que compartilham suas experiências em viagens. Ficamos curiosos e lá fomos nós.
Acontece que o restaurante não abre para almoço… e agora? O jeito foi embarcar na “Viação Canelinha” (nossas pernas), as preferidas, e procurar algo que nos parecesse simpático.
Não muito longe dali, na mesma rua Rozengracht, no número 5, passamos pela porta do Amigo Argentijns Restaurant. Gostamos. Entrar, não entrar, por que não entrar? Entramos. E adoramos!

Fomos muitíssimo bem atendidos por um jovem que me ofereceu a oportunidade de praticar meu portunhol fluente, o que foi ótimo, porque fizemos nossos pedidos sem problemas – ponto das carnes, bebidas, sobremesas… – e ainda batemos um pequeno papo.
Amsterdam é rica em restaurantes argentinos! Com isso quero dizer que os apreciadores de uma boa carne podem relaxar porque encontrarão trocentos deles na cidade. E você não precisará bater com a cara na porta de restaurante nenhum para encontrar outro que o agrade.
Ah! E quase ia me esquecendo: as carnes que você pedir, virão para sua mesa fumegantes e com uma grelha sobre brasas. Confira.

Os copos são muito bonitos. O relevo lembra os traços delicados da época do movimento art-nouveau (1890 e 1910).


O suco de maçã ressaltou os desenhos do copo. Gostei do efeito e por isso o fotografei visto de cima.

Os talheres estavam gastos, feios, porém limpos. Mas, o que importou mesmo foi a marca: Tramontina, istepô!


Ambiente decorado com aconchego. Atendimento simpático e educado. Gostamos imensamente. 


Sobremesas igualmente caprichadas e saborosas. O almoço foi muito além do que esperávamos.

Carnes servidas no ponto desejado, para serem apreciadas sem moderação. Recomendamos.