Todos os posts de Vai Viajar Istepô

Viajante que objetiva mostrar suas experiências em viagens e oferecer dicas de lugares por onde passou.

HOLANDA. KEUKENHOF – Uma Tulipa Chamada BRASIL.


IMAGEM DESTACADA: Uma das estrelas da estufa.

O assunto Keukenhof já deu o que falar, filmar e fotografar, mas a gente sempre acaba lendo alguma novidade em algum lugar. Continuar lendo HOLANDA. KEUKENHOF – Uma Tulipa Chamada BRASIL.

HOLANDA. Zaanse Schans – O Lugar Onde Os Ventos do Norte Movem Moinhos.


IMAGEM DESTACADA: Clique  efetuado do barco em que navegávamos pelo Rio Zaan (vide abaixo).

COMO CHEGAR – TREM
No mapa acima você pode ter uma idéia do trajeto feito por trem, marcado em linha azul, e o feito por ônibus, marcado em cinza; ambos saindo da Centraal Station.
O trem segue na direção Uitgeest; observe as indicações abaixo que é para não seguir, sem querer, até ao final da linha.
Consulte no site da NS os horários de partida e o preço da passagem. O site é bastante informativo e avisa caso haja algum imprevisto na linha. Continuar lendo HOLANDA. Zaanse Schans – O Lugar Onde Os Ventos do Norte Movem Moinhos.

HOLANDA. KEUKENHOF 2020. Comece a Se Organizar!


IMAGEM DESTACADA: Final Feliz de um trabalho planejado e executado com amor. Muito amor.

Foi a Angela!
que também nos despertou curiosidade em conhecer Keukenhof.
Da mesma maneira que a amiga se encantou pelo parque por intermédio de fotos, fomos despertados Continuar lendo HOLANDA. KEUKENHOF 2020. Comece a Se Organizar!

HOLANDA. AMSTERDAM. CASA BRASIL PORTUGAL: Tudo Para a Sua Feijoada!


IMAGEM DESTACADA: Fachada do mercado.

COMO CHEGAR:
Como estávamos hospedados em hotel próximo à Centraal Station, o Singel Hotel, quando não usávamos a viação canelinha – nossas pernas -, íamos de bonde até onde fosse mais próximo de nosso alvo e depois continuávamos a pé. E foi assim que fizemos para chegar à Kinkerstraat, onde no número 28 pulsa um coração do Brasil ao lado de outro de Portugal.
Em frente à Centraal é o ponto final de vários trams (bondes) e uma das linhas é a 17, que passa justamente na Kinkerstraat.
As outras linhas são a 5 e a 7, cujos pontos de partidas ficam bem afastados da Centraal.


Poizé. E como nada acontece por acaso…
Estávamos seguindo as dicas da enciclopédia Ducs Amsterdam, quando passamos pela porta da Casa Brasil Portugal.
Entrar, não entrar; por que não entrar? Entramos. E bastou cruzar a porta – mais uma fronteira, melhor dizendo – que essa curiosidade transformou-se logo em festa em seu sentido mais amplo.
Começou com um sonoro e sorridente “Sejam bem-vindos”. Nooosssa! Como é bom ouvir e falar nosso idioma quando estamos longe de nosso país.
Fomos recebidos por duas brasileiras super simpáticas que adotaram Amsterdam para viver. Ambas trabalham com outro brasileiro, nascido no Espírito Santo, que reside nesta cidade há mais de 20 anos: o proprietário do ponto de encontro/loja de festas.
Mas, por que loja de festas? Môquidu, pense bem: você está em Amsterdam, longe prá burro de tudo que você mais ama e, de repente, você encontra brasileiros com quem conversar em seu idioma. Prá completar a felicidade, nesse espaço você se depara com o Brasil espalhado por muitas prateleira e ainda encontra tudo! de que precisa para caprichar “naquela” saudosa feijoada de domingo! Prestenção nisso, istepô!!! E com direito à preparar aquela caipirinha!… É bom demais da conta, sô – já diria o mineirim. Foi de arrepiar. Duvida? Dá uma olhada nas fotos abaixo:


Opções de feijão não faltam. O arroz já está ali ao lado do pretinho básico para compor a famosa dupla.

E como o que dá o gostinho no feijão, é aquela gordurinha das carnes, aí está o toicinho.
Tenho um colesterol de estimação muito bem cuidado, mas confesso que essa história de “feijãozinho light” não cola. E confesso: fica melhor ainda se a gordurinha for da carne-seca. Ah! E o feijão tem que ter muito tempero.

VEJAM A COUVE, CORTADA BEM FININHA.

O azeite Gallo viaja de Portugal sem passaporte, em voo sem escalas, e  vai cantar em mesas portuguesas e brazucas em Amsterdam – sente a força do galináceo!


Pois é… As mais aguardentes mais conhecidas do brasileiro também cruzaram o Atlântico e estão lá, só aguardando o limão cair dentro junto com as pedrinhas de gelo.

Mas, vai que você seja mais chegado a uma moqueca de peixe, de camarão, ou de frutos do mar? Sem problema, porque a variedade de pescados é grande.

E se você preferir as penosas…, também vai encontrá-las lá, fresquíssimas.

Risoles de camarão, frango e carne podem iniciar os trabalhos da comilança. E se bater preguiça de ir pro fogão, há pratos prontos congelados, massas, molhos, temperinhos… Tem até fubá e “pão ralado” – a farinha de rosca.



Guaraná natural e industrializado, produtos da Royal (pudins, gelatinas, bicarbonato – o pó Royal) e da Nestlé (creme de leite e leite condensado), uvas passas. E as balas expectorantes? 

Arrependi-me por não ter trazido o sabonete de lima, o de leite de burra e o sabão especial para lavar roupas de lã, nylon e sedas.
O sabonete de côco promete hidratação na embalagem – faz sentido.
Produtos de higiene e limpeza que costumamos ver nas prateleiras dos supermercados brasileiros também fazem parte do estoque da Casa Brasil Portugal

…bem como novidades como a batata em flocos para fazer purê e o creme de mariscos da Maggi. Desse, trouxe três pacotes.
Segundo comentários de uma das funcionárias, a Maggi exporta produtos brasileiros que não são vendidos aqui no Brasil com S. Vai entender…

FARINHA DE MILHO..,. PÃO RALADO…

Cariocas e gaúchos não sentirão falta do mate, do açaí e nem…

…do bolinho de aipim para acompanhar um cafézinho. Basta prepará-lo com a massa da Renata, outro produto que também nunca vi por aqui.

 

Sacos com temperos e sem gordura facilitam a vida de quem esquenta a barriga no fogão. Mais práticos, só aqueles que já vêm com o frango dentro. Trata-se de outro produto que não ainda não encontrei à venda aqui no Brasil. Os sacos, sim; mas, sem os temperos.

A salsicha para o cachorro-quente também não foi esquecida, bem como o azeite de dendê para a sua moqueca.

Banha de porco, manteiga ou outros tipos de óleos para cozinhar, você os encontrará com a maior facilidade nesse mercado.

Aqui neste nicho, tal qual antigamente aqui no Brasil, o bacalhau seco é cortado em uma guilhotina. Nada de bacalhau molhado e embalado, que pesa bem mais e só serve para enganar o freguês.


Cervejas e água mineral Pedras, super saborosa.

Enfim, tudo muito familiar na Casa Brasil Portugal, lugar onde não há como não se sentir à vontade.
E como algumas pessoas diziam antigamente, “lá tem de um tudo“. De parabéns todos vocês!

E de repente, não mais que de repente, vem o inesperado e nos faz essa grata surpresa…

 

 

HOLANDA. AMSTERDAM. Cobra Café: É Cobra Engolindo Cobra.


IMAGEM DESTACADA: Acesso ao subsolo do Cobra Café.


O MOVIMENTO COBRA
foi criado por artistas vanguardistas europeus procedentes de Copenhague, Bruxelas e Amsterdã.
O manifesto foi redigido e assinado em 05/11/1948 em um Café de Paris, por 30 artistas, dentre os quais havia pintores, escultores, ceramistas, poetas, escritores…
Quem batizou o grupo foi o poeta e pintor belga Christian Dotrement (1922-1979), criando um acrônimo formado pelas iniciais das capitais citadas acima: CoBrA.
Cores vivas, bem como formas indefinidas – e algumas que lembram desenhos infantis –  caracterizaram o movimento inspirado justamente nas crianças e nos débeis mentais.
Não se prendiam à Escolas – o recado era dado com pinceladas espontâneas. Relevos criados pela aplicação excessiva de tintas transmitiam agressividade, mas esse também era o objetivo dos pintores. A liberdade para criar era total; o movimento era um extravaso daqueles que sobreviveram aos horrores da Segunda Grande Guerra.

O CAFÉ COBRA
Mas o que isso tem a ver com esse movimento? Tudo! A começar pelo nome do estabelecimento e pela decoração do interior, que exibe obras de Appel, Brands, Constant, Wolvecamp, Tajiri e Corneille – artistas que participaram do grupo dos 30.
A pintura de Brands, por exemplo, serviu de inspiração para a decoração do piso e das cadeiras. Pinturas e poemas foram reproduzidos nos uniformes dos funcionários e nas pituras das louças, menus e rótulos de vinhos.
Uma divisória super original de autoria de Tajiri divide visualmente os ambientes. O Cobra é frequentado por pessoas de todas as idades. O ambiente é iluminado no sentido mais amplo da palavra. É lugar de gente animada, festiva. Bastante concorrido.

O CARDÁPIO
é muito variado e você pode contar com a ajuda da turma que atende as mesas: são simpáticos, receptivos, conhecem bem o que a casa anuncia, e nos deram ótimas dicas para o almoço.

O cardápio oferece opções frescas, saudáveis e de combinações muito saborosas.

FESTAS
Vários tipos de ambientes estão disponíveis para casamentos, jantares requintados e festas em geral.
Para alguns tipos de recepção a casa oferece até 5 pratos variados ou um buffet de luxo. Jantares também são servidos para o mínimo de 40 e o máximo de 100 pessoas.
Resumindo: o Cobra tem espaço para até 400 pessoas se acomodarem. Bebidas, comidas e decoração poderão ficar por conta do restaurante. Basta combinar.


No sub-solo havia uma exposição que não tivemos a curiosidade de visitar apesar do convite original:

Ao descer as escadas de acesso aos banheiros, nos deparamos com mais obras de arte adornando as paredes.

Mas as atrações não se limitam à exposição informal do CoBrA: o banheiro também está inserido neste contexto.

BOUTIQUE NO BANHEIRO!
Foi a primeira vez que vi uma boutique, mesmo com poucos ítens à venda, “no hall” de um banheiro.
Bonés com o desenho da bandeira holandesa (o X) dentro de um coração, cabides de inox, livros e capas de chuvas, ítens da Heineken, o conhecido I AMsterdam e ingressos para Heineken Experience estavam à venda.

E como todo banheiro – sem contar com o que você usa no hotel e restaurantes -, é pago, instalaram a máquina bilheteira e catracas também neste hall. Mas, a surpresa maior ainda estava por vir.

A abundância de aço inoxidável chamou-me atenção. Como sabemos, a contaminação por bactérias nesse tipo de metal é mínima e não só por isso é adotado em hospitais.
É o metal ideal para ser empregado em banheiros públicos e o banheiro do Cobra mostra que sim.

Não tenho lembrança de ter visto em nenhum banheiro, indicação para que os papéis utilizados nos reservados sejam descartados nos vasos sanitários. Esse foi o primeiro, e a mensagem chega de maneira prá lá de chique: está emoldurada. Concluí, pelo requinte da apresentação do recado, que trata-se de mais uma obra de arte do acervo do Cobra. Vai saber!…

Mas o choque de modernismo e avanço tecnológico estava mesmo era nas portas das “casinhas” – era assim que alguns se referiam aos banheiros no século passado.
Prestenção! Quando os compartimentos estão vazios, os tronos ficam à mostra – até aí…, tudo bem.

Acontece que, na hora em que você gira a chave – só gira a chave! – o vidro fica embaçado e ninguém vê mais ninguém.
Na hora em que você gira novamente a chave para abrir a porta, ela fica transparente de novo. Essa mudança ocorre em fração de segundos!

Os menos atentos deverão ter todo cuidado no momento de abrir a porta. Caso a pessoa ainda não esteja composta e gire a chave… Foi o caso da jovem que não chega a aparecer na foto: foi apressada e acabou mostrando mais do que devia.

Esses BANHEIROS,
localizados no subsolo do café, são públicos e os bilhetes de entrada para esta atração são os mais baratos da praça: $0,50 (cinquenta centavos de euros). Normalmente pagávamos um pouco mais.
E ainda: há um pequeno desconto para quem apresentar a conta do Cobra Café no banheiro, e há outro desconto no Museu Cobra de Amstelveen para quem apresentar o ticket do banheiro (toiletvaucher). É Cobra engolindo Cobra

 

 

HOLANDA. Giethoorn – Um Lugar Especial Pertinho de Amsterdam.


IMAGEM DESTACADA: Giethoorn.

Em 14/4/2019 fomos para Giethoorn em excursão adquirida pela Viator.
Muitas empresas de turismo operam esse passeio, mas nenhuma com guia falando português. A Viator foi a primeira que encontrei após exaustivas buscas na internet, e por isso adquirimos nossos bilhetes. Lá embaixo explico melhor a meia esparrela em que caímos.

O PONTO DE PARTIDA
foi em frente ao Hotel NH Collection Amsterdam Barbizon Palace, às 10.30 horas, no lado oposto à Centraal Station – fácil de ser encontrado. O veículo era um micro-ônibus.
Atravessamos o Rio IJ por um túnel subaquático em direção a um monumento extraordinário que gostaria que meu fiel escudeiro conhecesse, mas não sabia como chegar até lá: O Afslutdijk, uma grata e inesperada surpresa.

LEMBRANÇAS
Aconteceu que, há muitos anos, apareceu um livro lá em casa que explicava em pormenores a construção da Holanda! A partir daí fiquei fã dos holandeses. Imaginar que um país foi construído inteiramente pela mão do Homem despertou-me curiosidade.
Mal sabia que após longos anos, em 1986, eu passaria pelo Afsluitdijk e, como não poderia ser diferente, lembrei-me do tal livro que tanto havia me impressionado.
O dique tem 32 km de extensão e foi construído de modo artesanal, considerando a época em que foi erguido.

PARÊNTESIS
Aconteceu que, com o passar dos anos, meus alvos mudaram. Mala também viaja, e agora estou viajando como uma delas e me sentindo ótima!
Exemplo? Museus. Chega! Retornei a dois dos principais de Amsterdam só para acompanhar meu fiel escudeiro. Seria injusto não estar a seu lado em uma hora enfadonha dessas, mas…era sua estréia na Holanda e tive que considerar.
Museus não me atraem mais.
Mas, vai daí que, como não tenho personalidade, acabei descolando um, chiquíssimo!, para quem gosta de bolsas e carteiras e aprecia o babado. Conto mais tarde.

I – AFSLUITDIJK – O DIQUE!
Hoje temos uma enciclopédia fantástica à disposição na internet, onde você poderá obter informações surpreendentes a respeito da construção da respeitável obra, considerada a maior da engenharia civil e projetando os Países Baixos no cenário mundial da Engenharia Marítima. Ufa!
Digo com toda segurança que você ficará impressionada (o) com a técnica utilizada na construção do dique.
Ressaltos para a data da construção da obra, as dificuldades que tiveram que vencer, e qual o objetivo da construção desse imenso paredão. Clique aqui e admire a técnica utilizada nesse trabalho construído totalmente sem auxílio de apoios sofisticados tais quais conhecemos atualmente!
Essa obra fantástica, inaugurada em 25/9/1933, liga o norte da Holanda do Norte à Frísia.

II – AFSLUITDIJK – O DIQUE
fecha e separa o Lago Issel (IJsselmeer) – de água doce, à direita de quem vai em direção à Frísia -, do Waddeneilanden (Mar de Wadden ou Mar Frísio), localizado à esquerda de quem vai para Giethoorn (não quis repetir “Frísia”).
O lado em que está o Lago Issel é mais baixo que o lado em que está o Mar de Wadden.
Este mar fica entre as Ilhas Frísias e o Mar do Norte por um lado; pelo outro, pelas costas neerlandesa, alemã e dinamarquesa.
Como esse mar é formado por planícies marítimas, sua profundidade é mínima, sendo possível atravessá-lo a pé (continente/ilhas-continente) durante as marés baixas.

O lado mais baixo do dique – IJsselmeer -, de água doce.

No lado mais alto do dique, onde está o Mar Frísio ou Mar de Wadden, repito, há uma estátua em homenagem ao Dr. Ir. Cornelio Lely – engenheiro civil que liderou os técnicos que estudaram a possibilidade de construção desse dique no golfo Zuiderzee.

VLIETERMONUMENT
está localizado justamente no trecho do dique em que a obra foi considerada terminada – seu fechamento, em 1932.
Representa os trabalhadores que cortavam e empilhavam as pedras de basalto com as quais erguiam as paredes para construir o famoso dique (onde buscavam essas pedras é outra história).
Na parte superior da obra, lê-se o seguinte: “Um Povo Que Constrói Seu Futuro”. Faz todo sentido…

A parte mais baixa de quem segue para Frísia. Trata-se do IJsselmeer, lago de água doce.

A parada foi para visitarmos o monumento e tomarmos um café. Tempo curto para visitarmos o outro lado do dique.

GIETHOORN
Daqui seguimos direto para um restaurante muito bom chamado Holland’s Venetie – Veneza Holandesa, como é conhecido o vilarejo  Giethoorn.

Espaçoso, vários ambientes à disposição do cliente, limpo, e comida excelente.
O atendimento foi demorado, acabamos sendo os últimos a serem servidos, mas… isso acontece. Não por termos demorado na escolha, pelo contrário. Os garçons é que não tiveram pressa em nos atender e recolher nosso pedido.

Pedimos bacalhau acompanhado por batatas fritas e saladas. Estava saboroso demais. A salada de beterraba surpreendeu pelo tempero – adorei.

Agora sim, chegamos ao charmoso vilarejo, afastado em 120 km de Amsterdam.
Do Holland’s Venetie ao ponto de embarque de onde saem as barcaças para os passeios pelos canais do vilarejo – Botenverhuur Koppers (aluguel de barcos Koppers) – foram apenas 3 minutinhos no micro-ônibus.
Esse longo cais – na verdade, um calçadão -, chama-se Dominee T. O. Hylke Maweg.
Lá encontram-se vários restaurantes, lojas especializadas em queijos, creperia, sorveteria…

ATENÇÃO, QUE É PARA NÃO MARCAR BOBEIRA!
O anúncio da Viator, informando que o passeio seria com guia falando português, não incluía nenhum guia falando nosso idioma no passeio de barco!
Como nenhum dos dois istepores fala inglês, ficamos a ver navios (e barcos) nos canais. Pensamos que ouviríamos todas as narrações do passeio em português, mas pensamos errado. Estão avisados!

O HERTOG JAN DE RIETSTULP

O calçadão Dominee T. O. Hylke Maweg.

Na foto acima, o Café e Restaurante Hertog Jan de Rietstulp, onde tomamos um bonito lanche na volta do passeio.

Ambientes abundantes em madeira trazem beleza e aconchego quando bem colocados. É o caso.
Esse restaurante foi decorado como se fosse a jala de jantar de uma casa e não o salão de um restaurante.
Em mesa bem grande, várias pessoas jogavam cartas, enquanto outras (incluindo nós dois) curtiam seus pratos.

Não só o ambiente nos pareceu familiar. O tratamento dispensado pelos funcionários da casa também era bem descontraído sem ser indiferente. Não me lembro de ter me sentido tão à vontade em um restaurante. Gostamos imensamente de tudo.

Sem contar com a vista que se descortina das janelas. Não se vê “o Corcovado, o Redentor”, mas também é linda!


Patos Reais nadam tranquilamente em meio aos barcos. Os barqueiros não se incomodam com eles e a recíproca é bem verdadeira – pareciam “não estar nem aí”.

Um casal de patos em nado sincronizado.


Já dentro do barco, sem entender lhufas do que o guia dizia, mas sem perder um naco de paisagem – assim é viajar (feliz) como uma mala…

Nessas pequenas ilhas encontra-se diversos tipos de comércio: hotéis, restaurantes, lojas de souvenirs e muitos etecéteras.
Há vários campings e dois museus, se não me engano. Um deles trata-se de uma fazenda histórica – o Museum Giethoorn ‘t Olde Maat Uus. E mais: uma empresa de organização de eventos, a Recreatiebedrijf Geythorn; uma agência de aluguel de cabanas – Vakantiehuisje Giethoorn ; uma casa para aluguel em uma ilha do Lago Bovenwijde, com capacidade para 56 pessoas e ainda barcos à disposição (The Kraggehuis). Há muito o que ver, incluindo uma igreja em uma dessas ilhotas.
Carros não circulam, obviamente. Entretanto, há trilhas por onde andar a pé ou de bicicleta, e 180 pontes para você poder chegar onde bem entender.
Quem sabe tudo, mas tudo mesmo a respeito de Giethoorn é a brasileira Roberta Landeweerd que administra o Holandesando.
1- Lá você saberá como alugar barcos e o porquê de não ser uma boa deixar para alugá-lo “in loco”.
2- As modalidades de esporte aquático de que você poderá desfrutar também estão explicadinhos e fotografados!
3- Como chegar de trem e ônibus saindo de onde você estiver, e…
4- Sugestão para você combinar o passeio de Giethoorn com Enkhuizen.

Ah! Quase ia me esquecendo: mesmo sem entender patavinas do que disse o timoneiro, o passeio vale à pena.
É por isso que recomendo:

 

 

 

 

 

 

PARIS e AMSTERDAM. Muita Água Rola Embaixo Dessas Pontes – Saiba Mais.


IMAGEM DESTACADA: Herengracht. Amsterdam, NL.

Dentre os brasileiros residentes no exterior que optaram por compartilhar suas experiencias e, consequentemente, ajudar o próximo em suas andanças pelo Velho Mundo, destaco quatro poderosas “máquinas” que cito a seguir pela ordem em que as conheci:
1- Conexão Paris – mola propulsora sem a qual não teríamos vivenciado momentos mágicos nos campos perfumados pelas lavandas da Provence.
Experiencias únicas vividas em cenários paradisíacos em companhia de Leonor, nossa guia e motorista, em roteiros elaborados pela brasileira Anaté Merger – que tivemos a satisfação de conhecer por intermédio da Sra. Maria Lina, do Conexão Paris.

2- Outra máquina que mantém suas engrenagens super azeitadas é a do brasileiro Daniel Duclos.
O brasileiro e sua mulher sabem TU-DO! a respeito de Amsterdam e mais alguma coisa.
Seu dente doeu? Ele indica dentista brasileiro. Aquisição de Ingressos em geral (passeios, museus, viagens pelos países vizinhos), Transfer Schiphol/Amsterdam/Schiphol, passagens aéreas, busca por hotéis, sugestões de roteiros, caminhadas pela cidade, transferência de dinheiro, enfim… O trabalho denominado Ducs Amsterdam é muito, muito mais que um blog – trata-se de uma respeitável enciclopédia.

3- Outra brasileira residente na Holanda, mas não em Amsterdam, também contribui para que você amplie seu horizonte nos Países Baixos. Trata-se do Holandesando, escrito pela paulista Roberta Landeweerd. A brasileira também marca belíssimos gols de placa.

4- E, para nos despedirmos de Amsterdam, contratamos o transfer para o aeroporto com Caroline Adiegah, do Andantes na Holanda.
Quem nos apresentou Carol? Isso mesmo: Daniel Duclos, aparecendo muito bem na fita mais uma vez.
Em um carro confortável seguimos até Schiphol batendo um papo prá lá de gostoso a respeito de Amsterdam.
Quis saber a respeito das obras que encontramos em muitos pontos da cidade e, para nossa surpresa, dizem respeito à estrutura das casas que estão tortas. Carol é estudiosa da cidade onde vive há 10 anos. Explicou-nos o porquê de algumas casas terem saído do prumo e o que está sendo feito para reestruturá-las. Com material importado de onde? Do Brasil! Agora, qual material empregam… melhor parar por aqui.
Andantes na Holanda opera excursões pela Holanda e Bélgica, tours pela Cidade Dos Moinhos, Amsterdam a pé, Distrito da Luz Vermelha, Museus Van Gogh e Rijksmuseum guiados, passeios de bicicleta e transfers.

Em Paris sigo as dicas do Conexão Paris.  Em Amsterdam e arredores, seguimos os passos dos Ducs Amsterdam e dicas do Holandesando. Bilhetes para museus, ônibus, trem e passeios foram adquiridos por intermédio dos dois últimos blogues.

Em 20 dias viajando pela Europa, tudo deu certo.
Somos gratos a todos aqueles que nos abriram caminhos…

Uma frase atribuída ao General Cneu Pompeu Magno, no primeiro século antes de Cristo, foi reafirmada por Fernando Pessoa, ao titular em um de seus poemas que “Navegar é Preciso“. Concordo. Compartilhar, também.

 

Holanda. Amsterdam. Singel Hotel.


IMAGEM DESTACADA: Uma das Pontes Que Atravessa o Canal Singel.

Conforme já escrevi em postagem anterior, desde 2013 que partimos do Nordeste para a Europa. Motivo: encurtamos a viagem em 3 horas!
Saímos do Rio para Recife ou Fortaleza – prefiro sair desta última cidade – e de lá tomamos rumo após permanecermos por uma noite.

O tempo de voo anunciado no site da KLM era bem mais que 9 horas de viagem. Quando o comandante anunciou que nosso tempo de voo seria de 8.30 h – gratíssima surpresa que me deixou mais feliz que urubu no lixo -, fiquei certa de que o Nordeste “É” o melhor ponto de partida para o exterior.

Desembarcamos no Aeroporto Schiphol  já com as passagens de trem para a Estação Centraal em mãos, em Amsterdam, adquiridas aqui no Rio com bastante antecedência.

SCHIPHOL/CENTRAAL
Cobrir esse percurso em trem é bom para quem não se importa com essa “modalidade” de stress. Até poucos anos não dava a menor pelota. Agora, fico toda empelotada só em pensar nesses 15 minutinhos de viagem.
Os trens respeitam rigorosamente os horários de chegada e partida e isso significa que você tem que estar dentro do vagão na hora em que o chefe da estação apitar para o trem partir.
E você, normalmente, não consegue (e nem deve tentar) subir no vagão enquanto os passageiros estiverem descendo.
Há quem desça as estreitas escadas dos trens com malas que parecem armários, bengalas, andadores, cadeiras de rodas, carruagens de bebês, enfim…cada um viaja com os apetrechos necessários às suas necessidades e isso tem que ser respeitado.
É uma confusão que estressa quem está na plataforma esperando uma brecha para embarcar com malas que parecem armários, bengalas, andadores etc…etc… Daí, moquiridu, o taxi, sem a menor dúvida, é o melhor meio de transporte nesses casos, principalmente para os jovens acima de 70 anos.
O que fizemos na saída de Amsterdam? Deixamos de lado os bilhetes Centraal Station/Schiphol comprados aqui no Rio e solicitamos os serviços de taxi de uma brasileira: a Carol, do Andantes na Holanda.
Apesar da viagem curta, valeu demais nos proporcionarmos esse conforto até ao aeroporto, bem como a conversa que tivemos com a Carol a respeito de Amsterdam – oportunidade de nos inteirarmos um pouco a respeito das obras que no momento tomam conta da cidade onde a brasileira reside há 10 anos.
Mais tarde  o trabalho dos Andantes na Holanda será abordado.

Fazia muitos anos que não ia a Amsterdam. Ao descer na Centraal fiquei surpresa com o  movimento de pedestres e de bicicletas, obviamente.
Era a primeira vez de meu fiel escudeiro na cidade e os primeiros momentos foram impactantes para ele, principalmente quando viu o estacionamento das magrelas à direita de quem sai da Centraal. Sentiu na própria pele que teria que ficar atento não só com as bikes, mas com patinetes e patins elétricos, ônibus, trens, ciclomotores, e o que mais encontrasse pela frente.

E foi justamente para esse lado do canal que arrastamos nossas malas para chegar ao Singel Hotel, caminhando contra um vento frigidíssimo de Primavera – 5º (cinco graus) -, a temperatura que o celular marcava ao meio dia!
Como só poderíamos entrar no quarto a partir das 14.00 h, deixamos nossas bagagens em lugar apropriado na recepção e saímos para almoçar. Não fomos longe porque o frio era demais! E quando comentamos que havíamos embarcado horas antes em Fortaleza, aí mesmo é que o frio aumentava.
Almoçamos no Joselito – escreverei a respeito mais tarde – e voltamos rapidinho para o hotel, onde permaneceríamos por 16 dias.

O OBJETIVO DA VIAGEM
era visitar Keukenhof (clicar aqui ), incentivada pela amiga Angela Loreto que o havia visitado em 2017 e gostou imensamente.

A LOCALIZAÇÃO DO HOTEL
é excelente! Fica de frente para o Canal Singel, o que já vale pelo visual e pela facilidade de se chegar a lugares interessantíssimos a pé.

Localizado logo após a igreja.

Está próximo à Centraal Station – a principal estação ferroviária da cidade, em frente da qual estão os pontos de partida de vários bondes (trams). Lá você poderá pegar Metrô e, nos fundos da Centraal, está a balsa que atravessa o RIO IJ, gratuitamente.
No segundo piso – acessível por escadas comuns, rolantes, e elevador -, ficam os pontos de ônibus que o levam a diversos destinos – Zaansen Schans é um exemplo.
Da frente do Ibis Hotel, localizado ao lado da Centraal, partem barcos turísticos panorâmicos que funcionam também à noite, com menor movimento.


São empresas diferentes e vivem lotadas. Vimos filas incrivelmente longas em ambos os lados da ponte, em horários próximos ao meio-dia.

A área onde está o Singel Hotel está próxima de muitas novidades: é cercada por bons restaurantes, lojas de lembranças, supermercados, sex-shops e lojas especializadas em acessórios e “matéria prima” para usuários de certas substâncias “antidepressivas e vitaminadas”.

 SINGEL HOTEL – ACOMODAÇÕES

Houve um dia em que vi um dos funcionários do hotel arrumar esse quarto de frente (foto acima e abaixo).  Pedi-lhe licença, entrei e o fotografei. Veja bem: fotografei o quarto!
A vista maravilhosa para o canal talvez compensasse o tamanho do cômodo, bem menor ao que reservaram para nós, nos fundos.Uma vantagem desse quarto estava no banheiro: cortina no box, enquanto que em nosso 306 – super espaçoso e tranquilo -, as  duas desvantagens estavam igualmente no banheiro: apenas um vidro muito estreito separava o chuveiro (de cano curtíssimo) da pia, a ponto de meu fiel escudeiro, o primeiro a usá-lo, rir muito ao sair do banheiro. Segundo ele, foi a primeira vez que tomou banho encostado na parede!… Era bem isso.
O outro ponto negativo foi o piso escorregadio do box e a falta de alça de segurança – previsíveis problemas para hóspedes e hotel.

Box do apartamento da frente, no 3º andar.
Box do quarto 306, sem cortina, mas com um vidro totalmente inútil separando pia e área do chuveiro.

Pendurado na parede do box do quarto 306, um rodo semelhante ao da foto acima era usado por mim e meu fiel escudeiro todas as vezes que terminávamos nosso banho – esse problema, sim, foi bem inconveniente.
Tínhamos receio de escorregar no próprio box e na água que molhava a metade! do chão do banheiro. Não havia outro jeito: tínhamos que nos abaixar e usar o pequeno rodo até enxugar toda a água. Isso foi bastante desconfortável para nós, dois idosos (72 e 79 anos).
Nossos chinelos e o tapete eram retirados dessa área a fim de que não molhassem. Por mais que ficássemos colados à parede, os respingos molhavam bastante o piso do banheiro.

No mais, havia lugar junto ao espelho para colocarmos nossos apetrechos com folga.
Toalhas (4) eram trocadas diariamente; não faltava papel sanitário, o secador funcionou satisfatoriamente, e a iluminação era muito boa. Chuveiro com boa queda d’água, e duas saboneteiras grandes foram presas na parede: uma acima da pia, e outra próxima aos controles do chuveiro.

No quarto 306 o colchão é largo e há dois travesseiros para cada hóspede. Colchão e travesseiros muito confortáveis.
Mesas de cabeceira de excelente tamanho, com gavetas, e vários tipos de iluminação são controlados da cabeceira da cama.

Na bancada há telefone, máquina de café, sachés de chás, cápsulas de café, xícaras e copos. Duas cadeiras, uma pequena poltrona completam a decoração. Cofre e um pequeno ventilador estavam no armário aberto. Abat-jour, aquecimento de ambiente e maleiro dobrável. Cabides na parede.

Hall dos elevadores – bem iluminado e decorado com bom gosto e originalidade.

O hotel  é limpo e bem arrumado. Decoração original com fotos de Amsterdam em todos os ambientes: quartos, halls de elevadores e espaço onde é servido o café-da-manhã.

No ESPAÇO DO CAFÉ DA MANHÃ
o ambiente prima pelo aconchego e conforto.
Opções diferenciadas para o hóspede ocupar após servir-se de farto e delicioso café da manhã não faltam: sofás e poltronas estão à disposição, bem como u’a mesa longa com capacidade para 12 pessoas se acomodarem em cadeiras altas. U’a mesa de modelo convencional com 6 cadeiras não foi esquecida (à esquerda, na foto acima).

O CAFÉ da MANHÃ
é farto e variado: pães de diversos tipos, biscoitos, manteiga com e sem sal, geléias, frios, queijos, iogurte, salada de frutas, frutas inteiras, sucos, leite frio e cereais variados. Salada de tomate e pepino. Torradeira.

Ovos cozidos, quentes, omeletes e linguiça frita. Água quente. Forno de microondas. Doces variados de-li-ci-o-sos.

Mel, chás diversos, adoçantes e açúcar cristal.

Em nicho separado ficam os sucos, água gelada, xícaras e copos. A máquina serve chocolate quente, café cappuccino, café expresso, leite macchiato, leite comum, água fervente, e mais duas modalidades de café das quais não me recordo.

Na recepção há sucos de diversos sabores, água mineral com e sem gás, refrigerantes, vinhos, biscoitos, chips de batata, cervejas, achocolatados e muitas outras coisas, incluindo guardas-chuvas por motivos óbvios.
Ah! Quase ia me esquecendo: em vitrine especial, que não fotografei, várias lembranças da Holanda e Amsterdam: ímãs de geladeira, saleiros, xícaras para cafezinho, objetos decorativos diversos em louça, bem como as tradicionais casas holandesas pintadas em azul e branco cujo conteúdo é a famosa bebida Jenever – resultante da destilação de cereais, especiarias e de um fruto chamado zimbro, semelhante ao mirtilo (Zimbros lembra-me a praia de mesmo nome em Bombinhas, Santa Catarina).

“Viagem e Fotografia: uma mistura homogênea que causa “felicidade”! CONSUMA SEM MODERAÇÃO…” – Joze de Goes

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BRASIL. CEARÁ. Fortaleza: Hotel Praiano


IMAGEM DESTACADA:

Nossa reserva era apenas por um noite – estávamos de passagem por Fortaleza, de onde embarcamos para Amsterdam.
Moramos no Rio de Janeiro, mas é do Nordeste que temos saído rumo à Europa.
Qual a vantagem? Encurtar 3 horas de voo. E como é prá frente que se anda, sair de São Paulo, digamos, quando o destino é o exterior, é permanecer voando por mais horas, ter que suportar barulho de turbina por mais tempo, além daquele ar refrigerado incômodo que me deixa mais enrugada do que já estou e me sentindo como uma “passa” – seca por dentro e por fora. E mais: não consigo dormir em  avião por mais conforto que tenha – não tem jeito.
Daí corremos para o Nordeste, passamos uma noite em algum hotel e dia seguinte seguimos viagem.
Desta vez o eleito foi o Praiano Hotel, na Praia do Meirelles, em frente a um ponto tentador para os consumistas: a Feira de Artesanatos da Av. Beira Mar, montada diariamente, há 26 anos, com ou sem chuva.
As barracas começam a ser montadas à tarde e fecham em torno das 23.00 horas.
Apesar dos preços atraentes, há melhores ofertas no Mercado Central. Vai daí que convém negociar o preço das mercadorias.
A variedade de artigos é imensa; portanto, prepare-se para andar e não se esqueça de pedir o cartão da barraca onde se interessou por alguma coisa que é para depois não se perder.

O HOTEL PRAIANO
é bem localizado, bem aparentado e conta com recepção simpática e de boa vontade para ajudar no em que for necessário. Até da impressão de nossos cartões de embarque as jovens funcionárias cuidaram e não pouparam esforços para dirimir nossas dúvidas.
O jovem encarregado de cuidar das malas o faz com maestria e rapidez – pratica uma técnica própria para lidar com malas, e rapidinho chega a seu apartamento.
Trata-se de outro funcionário simpático, risonho e que trabalha com a maior boa vontade.

No varandão funciona a Capri pizzaria e a Creparis – uma creperie que deixou a desejar no preparo da massa: extremamente fina e por isso totalmente quebradiça (virou um biscoito), impedindo de saboreá-la junto com o recheio. Virou farinha.
O espaço também trabalha com sorvetes.

A foto não deixa dúvidas a respeito da espessura da massa do crepe. Conforme citei acima, virou farelo. Não recomendo.

O Espaço destinado à criançada é bem municiado de brinquedos. Quanto à piscina infantil, o aviso deixa bem claro a quem pertence a responsabilidade sobre os pequenos.

Cuidados especiais com os hóspedes na área descoberta – excelente idéia.

N.B.:  foto idêntica a esta consta no site do hotel designando o quarto como pertencente às categoria luxo e standard. Não entendi!…
Outra observação: quarto de hotel de categoria 4 estrelas e sem graça desse jeito? Nem colcha tem! Não consigo aceitar esse tipo de tapeação. Uma colcha faz diferença? Faz porque impede que o lençol com que o hóspede poderá se cobrir não pegue poeira…

O quarto é espaçoso, bem composto com frigobar, cofre, colchões e travesseiros confortáveis, ar condicionado, e da janela vislumbra-se bela vista. TV tem pouquíssimos canais e a imagem deixa a desejar.

A sala de estar do Praiano leva o futuro hóspede a pensar que os quartos têm aparência caprichada, mas… não é bem assim.

No Thames Restaurante, do próprio hotel, saboreamos dois pratos muito bons: peixe acompanhado por purê de batata doce e arroz de alho.

O prato de meu fiel escudeiro foi camarão com champinhons e alcaparras, acompanhados por arroz e batatas. Ambos, excelentes.

Outro detalhe importante que falta no hotel: computador à disposição dos hóspedes com direito à utilização de impressora, desde que haja número limitado para impressão.
Evidentemente que, a fim de evitar abusos, o melhor lugar para a impressora seria a recepção, pois estaria sob o controle dos funcionários. A cobrança das impressões seria justa, e ficaria confortável para hóspedes e hotel.
Em caso de impressão de cartão de embarque, por exemplo, não haveria a necessidade de o hóspede ter que passar os dados de seu voo para o e.mail do hotel.
Trata-se de recurso que não pode faltar em hotel de categoria “4 Estrelas”, dentre melhorias acima citadas.
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BRASIL. CEARÁ: Sirigado, Centro das Rendeiras em Aquiraz, Passeio das Três Praias (Morro Branco, Fontes, Diogo e Lago de Uruaú). Canoa Quebrada. Engenho O Bari.


IMAGEM DESTACADA: Lagoa de Uruaú.

Após 22 dias viajando pela Europa desembarcamos em Fortaleza onde permanecemos por 4 dias antes de voltarmos ao Rio.
Hospedamo-nos no Hotel Villa Mayor e, ao saímos para almoçar com o endereço do restaurante anotado em um pedaço de papel, esqueci-me de olhar o mapa antes de sair do quarto para saber qual direção tomar quando chegássemos à Av. Beira-Mar: direita ou esquerda?
Bastaria que olhássemos os números dos quarteirões indicados nas placas da avenida e começar a andar! Mas, aconteceu que não percebemos essas indicações (esse tipo de distração é comuníssimo na velhice) e rumamos para a esquerda. Da rua!!!
Acredito piamente que nada acontece por acaso. Andamos um pouco e nos deparamos com um senhor uniformizado, parado em frente a uma bela fachada de um hotel.
Vimos pela logomarca estampada na camisa do jovem senhor, que tratava-se de um de seus funcionários e, com toda certeza, ele saberia nos dizer prá que lado ficava o tal famoso restaurante.
Não sabia! Não sabia, mas chamou quem o conhecia: um taxista que faz ponto em frente ao dito hotel.

O jovem educado e muito simpático disse-nos que o restaurante estava fechado por conta de obras na avenida, mas, se um bom prato de peixe fosse nosso objetivo, ele indicaria o Sirigado para almoçarmos – restaurante simples, mas de comida saborosa.
Embarcamos em seu táxi e lá fomos nós.
Papo vai, papo vem, o jovem chamado Marcos Rezende apresentou-nos uma programação turística interessante, e havia uma, em especial, que estava em nossa mira: Canoa Quebrada, lugar que pretendia rever antes de voltar ao Rio.
Marcos é muito organizado e é do tipo de profissional que corre atrás.
Não perdeu tempo e prontamente mostrou-nos um álbum com fotos excelentes a respeito dos roteiros que executa em parceria com amigos.

Pois bem, no caminho para o Sirigado já havíamos acertado o passeio para o dia seguinte. Simples e rápido.

SIRIGADO
(Av. Br. de Studart, 825 – Aldeota, Fortaleza – Tel.: (85) 3261-7272.
De Segunda a Domingo de 11.00 h à 00.00 h.

Neste restaurante pedimos um prato que, segundo o jovem que nos atendeu, daria para os dois e até para três – dependendo da fome. E dava para três famintos, tranquilamente.

Abrimos nosso trabalho com uma porção de unhas de caranguejo. Iniciamos nossos trabalhos com unhas de caranguejos. Quase almoçamos outra porção, mas optamos pelo prato de peixe (e que não foi o sirigado) com molho de camarões, saborizado com abacaxi frito e alcaparras.
O impacto ao vermos o prato foi tão grande que dispensamos a travessa de arroz. Como diz meu mano, “arroz eu como em casa”. Tá coberto de razão. Imagine! O prato já estava muito bem acompanhado pelas batatas… Arroz, prá quê?

Pelo tamanho do restaurante, número de mesas no salão, espaço para a criançada brincar e ainda a área para estacionamento, sentimos que a cozinha atrai um bom público.

O salão fica nos fundos desse corredor. O espaço à direita é destinado às crianças.

A foto não nos permite imaginar o tamanho do salão.

Inesperadamente, um pianista de repertório atualizado estava incluído no cardápio. Foi bom demais.

O estacionamento tem o dobro do tamanho que aparece na foto.

O espaço para as crianças brincarem é grande e bem protegido.


NOSSO PASSEIO
= Pela ordem: Parada em AQUIRAZ no CENTRO DAS RENDEIRAS. Circulando beira-mar pelas TRÊS PRAIAS: MORRO BRANCO. FONTES. DIOGO. Lagoa do URUAÚ. CANOA QUEBRADA. ENGENHO O BARI.

Já havíamos cumprido esse trajeto, em 18/8/2010, trafegando sempre que possível pela beira do mar desde a saída da Praia do Futuro.

Foto clicada às 8.03 h da manhã de 18/8/2010 – O motorista e guia ajeitando a valente para enfrentar o roteiro.

Chegamos à barraca Chega Mais após encararmos mais de 160 km de beira de mar e estrada, e por lá ficamos.


Canoa Quebrada ainda não era atração turística e a barraca era, literalmente, um abrigo de telhado simples, mesas e cadeiras pé na areia, uma boutique bem acanhada de roupas de praia, banheiro e cozinha. O camarão que comemos na Chega Mais foi tão fantástico, que até agora não foi esquecido.
Em frente a barraca, em uma carrocinha puxada por burro, um casal vendia sorvetes, e isso era tudo.

Visitando as falésias, só nós quatro: eu, fiel escudeiro, mano e sobrinha.

Ninguém no pedaço, a não ser esse senhorzinho que nos seguiu a certa distância, sem que percebêssemos. Ao chegamos ao alto das falésias ela se aproximou perguntando se gostaríamos que explicasse a respeito do lugar…coisa e tal… Aquela conversa de cerca Lourenço cuja finalidade $abíamo$ qual era.
Esforçou-se para nos passar aquela tradicional decoreba de antigamente, que valeu pela boa vontade de ambas as partes.
O discurso foi breve, mas houve um fato que nos chamou bastante atenção: ele retirava sucessivas porções de areia das falésias para nos mostrar que esse tipo de vandalismo não era permitido! Rimos muito e logo pensamos no seguinte: caso continuasse na atividade e tivesse bom público, talvez não restasse pedra sobre pedra…

Neste ano, 2010, nos hospedamos na Praia do Futuro e foi de lá que partimos para o que seria, para a época, uma aventura .
Desta vez, em 03/5/2019, fomos no carro de Marcos Rezende para cumprir o roteiro conhecido como Três Praias, que inclui: Morro Branco, Praia das Fontes, Praia do Diogo e Lagoa Uruaú. Em Morro Branco passamos para o bugre de Neto, parceiro de Marcos.
Neto
é outro jovem simpático, educado e de boa vontade, que também honra sua profissão como condutor e guia turístico. Com Neto trafegamos pela beira da praia até a Lagoa de Uruaú, que não chegamos a conhecer em 2010 (fotos mais adiante).

Em AQUIRAZ
Marcos
fez uma parada em um lugar perigosíssimo para quem é consumidor e aprecia a arte nordestina em geral.
O destaque fica por conta dos bordados e das rendas de bilro a preços “de fábrica”.
Objetos decorativos em barro, casca de côco, madeira e couro… Bonecas de pano de vários tamanhos, bijuterias, brinquedos e material escolar também se destacam entre as diversas peças bordadas e rendadas de beleza ímpar.

No alto da parede desse box onde tecem a quilométrica renda, le-se o seguinte:

“No dia 25/01/2006 foi iniciado no Complexo Artesanal de Aquiraz a renda da grega com o intuito de ser a maior renda do mundo e entrar no Guiness Book.
Esse trabalho é um objetivo onde todas as rendeiras trabalham em parceria, para juntas conquistar uma referência no artesanato.”
A imagem fala por si.


Deixamos o município de Aquiraz e fomos para Morro Branco, no município de Beberibe, onde Neto nos aguardava.

Na foto acima, da esquerda pra direita: meu fiel escudeiro, Neto e Marcos.

O que significa o selo que se destaca no capô do bugre?
Neto
 pertence à ABMBAssociação dos Bugueiros de Morro Branco. Mas o que isto quer dizer?  Quer dizer que esse profissionais são registrados na Secretaria de Turismo e por este motivo são autorizados a circular com placa vermelha, além de serem identificados pelo selo da associação.
O roteiro proposto por Marcos, que constitui a trilha tradicional, foi definido pelos próprios bugueiros, com permissão da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) e do Departamento Estadual de Trânsito (Detran).
O passeio oficial, repito, visita a Praia das Fontes, Morro Branco, Fonte da Juventude, Praia do Diogo e Lagoa do Uruaú. Passeio de aproximadamente 2 horas, apenas nestes pontos turísticos!

CAPACIDADE DE PASSAGEIROS NO BUGRE
A ABMB orienta que a capacidade do bugre é para 5 pessoas, incluindo o motorista. Caso haja alguma criança com menos de 5 anos, a lotação poderá ser de 6 pessoas – mais que isso é proibido!
E mais: alerta os bugueiros para não trafegarem em meio a banhistas, não circularem em alta velocidade, e não praticarem manobras “com emoção”.
Acidentes com mortes acontecem vez ou outra por conta de bugueiros não credenciados; ou seja: sem os conhecimentos fundamentais para a execução de um trabalho seguro para ambas as partes (bugueiro e passageiro), e, ainda por cima, praticantes de manobras ousadas em locais totalmente fora da trilha: determinadas dunas, por exemplo.

O bugre de Neto está inteiro, é limpo, e super bem conservado. Estofamento da garupa bem matelassado – Nota 10!

MORRO BRANCO – Beberibe.
está a 91 km de Fortaleza e a 5 km do Centro de Beberibe,  município ao qual pertence.
É conhecido por suas falésias coloridas, passeios à beira-mar e praias atraentes para banho.
Suas areias coloridas servem de matéria prima para a elaboração de peças decorativas. Os trabalhos, ricos em minúcias, revelam  a paciência e a determinação dos artesãos especializados nessa técnica chamada silicografia (desenhos feitos com areia).
Importante esclarecer que os artesãos que trabalham com essa técnica retiram a areia de áreas autorizadas para essa finalidade.

PRAIA das FONTES – Beberibe.
Águas de chuvas filtradas pelas paredes das falésias somadas às de fontes naturais formam pequenos lagos tais como esses que vemos nas fotos abaixo. Dezenas dessas fontes deram nome à praia.

Gruta da Mãe d’Água.

Foto de autoria de Marcos Cezar Rezende.

Fonte da Juventude e dos Carecas.

PRAIA DO DIOGO – Beberibe
localizada a 93 km distante de Fortaleza pela CE-040, a Praia do Diogo faz parte do circuito intitulado “Passeio das Três Praias + Lagoa do Uruaú“, executado sob a batuta de mestre Marcos Cesar.
Segundo nosso guia Neto, na Praia do Diogo é preciso observar o movimento da maré quando o objetivo é dar aquela refrescada no corpitcho com um mergulho estiloso à moda de Ester Williams.
Isto porque há um cordão de pedras paralelo à praia, que a acompanha por longos metros, que oferece perigo para os menos atentos.

LAGOA URUAÚ – Beberibe.
Seguimos até à Lagoa Uruaú, onde nos deliciamos com um banho refrescante em águas puras, tépidas, e cercados por um cenário paradisíaco.
Neto deixou-nos à vontade para que permanecêssemos o tempo que quiséssemos na lagoa. Mas, como ainda iríamos almoçar na barraca Chega Mais, e depois seguiríamos para Canoa Quebrada, nosso banho durou apenas alguns minutos – estávamos cientes da distância que ainda teríamos que percorrer até chegarmos a Fortaleza e por isso não abusamos.
Montamos na garupa do bugre e partimos em direção à Sucatinga. Lá nos reencontramos com Marcos para cumprirmos nosso roteiro.
No caminho, uma parada rápida para cumprimentar um pescador pelo resultado de seu trabalho.

Passamos por Uruaú...

… e chegamos a Sucatinga onde Marcos nos aguardava.

BARRACA e RESTAURANTE CHEGA MAIS

ERA ASSIM…

e ficou deste jeito que você verá nas fotos seguintes.


Levei um susto. De barraca, não encontrei mais nada.
O que encontramos foi, praticamente, um clube com amplo restaurante/platéia, palco, estacionamento, piscina, boutique, barracas de praia estrategicamente colocados sob uma área de coqueiros implantados, e ainda mesas sob o pergolado da piscina, onde almoçamos. Na saída, o sistema de pagamento totalmente informatizado evita os incontáveis beiços que o proprietário Luiz Costa Nogueira levou ao longo de anos.
A História (com H maiúsculo, sim senhor!) sensacional do empresário está contada em pormenores neste site.
Garanto que você vai aplaudir o jovem que aos 18 anos de idade não deixou passar a oportunidade de montar uma barraca na beira da praia, cresceu como empresário, e venceu todas as dificuldades que vieram a seu encontro, decorrentes de proteções ambientais não existentes no início de sua atividade. E que não foram poucas!

Nosso almoço constou de um “sanduíche” composto por dois peixes recheados com camarão, e cobertos por molho bechamel. Carocinhos de castanha de caju serviram de enfeites.
E como quem vê cara não vê coração, na hora em que partimos esse bolo de três camadas dispensamos de imediato o arroz, o feijão e a salada, e ficamos apenas com algumas batatinhas.
Originalidade no lavabo e adesivos aplicados na parte interna das portas dos banheiros, lembram os frequentadores da necessidade de se economizar água, e de que reciclar é preciso. Sermos complacentes com o planeta em que vivemos, lucramos nós e a Mãe-Terra.

CANOA QUEBRADA
foi o objetivo desse passeio, mas, infelizmente, não foi possível permanecer na cidadezinha para apreciá-la à noite.
Conforme disse acima, fizemos um pit-stop em Fortaleza só a fim de esticar as pernas e recompor o esqueleto, para depois então continuarmos nossa viagem até ao Rio.

COMO CHEGAR
1- de ônibus, saindo de Fortaleza: a média é de 3 horas e meia de viagem e você poderá adquirir os bilhetes de ida e volta clicando aqui para acessar o site de vendas de passagens.
2- contratando um serviço de turismo particular – o anunciado aqui na postagem, com Marcos César, por exemplo, ou…
3- por intermédio de empresas de turismo.
4- na melhor das hipóteses, alugando um carro.

O mapa abaixo indica duas opções de trajeto.

A BROADWAY
cearense é uma rua charmosa repleta de Cafés,  restaurantes e boutiques, que na alta temporada fica mais movimentada.
Vamos por partes: de junho a agosto é o período de férias no Hemisfério Norte.
Nessa época, a turistada aproveita para tirar o mofo, se esticando em praias, em gramados de jardins públicos, sentados em bancos de praça e até em cima de pedras à beira-mar – cansei de ver essas cenas.
Europeus viajam prá valer pelos países vizinhos e pelos EEUU, e americanos aproveitam o período para voltar para casa (normalmente os jovens estudam em outro Estado), para viajar para a Europa, ou, fazer como os europeus: voar para o Brasil.
Ué, mas viajar para o Brasil nessa época?
Esse período de férias dos branquelas coincide com o Inverno brasileiro, é fato, mas é bom lembrar que nosso Nordeste lindo e maravilhoso está próximo da linha do Equador! Hááá!!!
E aqui, môquidu, pelas principais atrações do Ceará, do Maranhão e do Rio Grande do Norte, o que mais você ouve é italiano e francês. Inglês ouve-se por tabela, e alemão… bem pouco.
E ainda lhe digo mais: muitos vêm atrás dos ventos para curtir kite-surf (Preá, ao lado de Jericoacoara é a cidade mais procurada do Ceará) e muitos acabam ficando, casando e constituindo família – mas só vieram “atrás dos ventos”, entende?

O movimento acontece à noite – hora de beliscar alguma coisa (ou alguém), ou encontrar os amigos para um gostoso bate-apo.

Ávidos para tomar um cafézinho, tivemos a sorte de entrar nesta creperia/pizzaria.

Ambiente simpático, limpo e tão acolhedor quanto as jovens que nos atenderam e com quem trocamos idéias e batemos um gostoso papo.

A creperie e pizzaria IBIZA ainda disponibiliza um espaço ao ar livre e montou um pequeno palco para artistas se apresentarem.

A programação elaborada por Marcos Cesar foi bem variada.
Imaginávamos sair da Broadway e voltar direto para Fortaleza, mas não foi assim. Marcos parou em outro lugar perigoso para consumidores: parou no…

ENGENHO O BARI – localizado no Km 40 da CE-040.

Parece um caixão de defunto, mas trata-se da maior rapadura do mundo.

Mas, não é só rapadura que o engenho produz. Dê uma olhada na variedade de produtos prá mexer com seu bolso.

Amostra de rapaduras saborizadas com frutas e condimentos – são fantásticas!

De lá retornamos para Fortaleza, já deixando Marcos incumbido de nos pegar no dia seguinte e nos levar até ao aeroporto.
Agradecemos a Deus por esses momentos lindos, à boa vontade e ao trabalho de Marcos Cesar e de Neto.

“Marcos Cesar – Sua Viagem e Passeio Com Qualidade e Conforto.
Contatos: (85) 9-8793.6352 / (85) 9-9929.5232/ (85)9-8116.3359″.

Saiba mais a respeito da História de Morro Branco e de sua “logomarca” clicando aquiMorro Branco tem logomarca? Ora, se tem!


“Somos todos viajantes de uma jornada cósmica – poeira de estrelas, girando e dançando nos torvelinhos e redemoinhos do infinito. A vida é eterna. Mas suas expressões são efêmeras, momentâneas, transitórias.” – DEEPAK CHOPRA