Arquivo da categoria: ARTE & CULTURA . PASSEIOS

HOLANDA . AMSTERDAM . VAI COMER AGORA OU VAI LEVAR PRÁ LEVAR PRÁ CASA? SÓ COISA BOA!


IMAGEM DESTACADA – Fachada da Loja.

ENDEREÇO: Haarlemmerstraat 5 HS, 1013 EH Amsterdam, Países Baixos.
HORÁRIO DE ATENDIMENTO: De 2ª à Sábado de 8.00 h às 22.00 / Domingo: De 10.00 h às 22.00 h.

Em nosso primeiro dia de Amsterdam chegamos ao hotel em torno de 12.00 h. Como o horário do check-in seria a partir das 14.00 h, deixamos nossas malas guardadas em um espaço apropriado e saímos para almoçar. Continuar lendo HOLANDA . AMSTERDAM . VAI COMER AGORA OU VAI LEVAR PRÁ LEVAR PRÁ CASA? SÓ COISA BOA!

HOLANDA . AMSTERDAM . Patos de Borracha Fabricados Pela Holanda Com Seiva de SERINGUEIRA!!!


IMAGEM DESTACADA: Vitrine da Duck Store.

Não entendo a atração que esses patos de borracha exercem sobre uma fatia considerável de consumidores.
Patos desse tipo fizeram sucesso nos anos 40, flutuando nas banheiras das crianças.
Não fosse o sucesso alcançado, não haveria lojas espalhadas em diversos países.
Esses patos estão grasnando em Roma, Barcelona (2 lojas), Milão, Paris, Ilha da Madeira, Florença, Limassol (Chipre) , Amsterdam (2 lojas), Lisboa (2 lojas), San Marino, San Sebastián, Sevilha, Mallorca.
Preços diferenciados. Compras poderão ser efetuadas pela Internet.


Há quem os ache um encanto. Particularmente, não compraria nenhum deles e caso recebesse algum de presente, passaria adiante. São muito feios!!!

NOTA: 100% natural, são fabricados com seiva de uma árvore muito conhecida dos brasileiros, a Hevea Brasiliensis, muito conhecida como seringueira ou árvore da borracha.


CONTATO:

 

HOLANDA . AMSTERDAM . ADAM LOOKOUT . Visão 360º Da Cidade.


IMAGEM DESTACADA: A torre principal, onde estão os super balanços que ultrapassam o guarda-corpo do prédio.

Chegamos à Amsterdam por trem e arrastamos mala até ao Canal Singel, onde ficamos hospedados no Singel Hotel.
Mesmo nesse curto percurso em que apertamos o passo devido ao frio intenso, não ficamos indiferentes ao edifício que se destaca do outro lado do Rio IJ, repleto de surpresas. Continuar lendo HOLANDA . AMSTERDAM . ADAM LOOKOUT . Visão 360º Da Cidade.

HOLANDA. AMSTERDAM . Deslocamento Fácil Pela Cidade. Veio a Pé ou Veio de Trem?


IMAGEM DESTACADA: Centraal Station, clicada na parte central do edifício.

Sabemos que o principal meio de transporte do holandês é a bicicleta e optei por começar por aí.
Estatística de 2015 apontava Amsterdam com população aproximada de 821.752 habitantes. Outra estatística, desta vez efetuada pelo Dr. Vagner Landi, informa que há 880 mil bicicletas circulando contra 4 vezes menos o número de automóveis. Continuar lendo HOLANDA. AMSTERDAM . Deslocamento Fácil Pela Cidade. Veio a Pé ou Veio de Trem?

HOLANDA. LISSE . KEUKENHOF – Uma Tulipa Chamada BRASIL.


IMAGEM DESTACADA: Uma das estrelas da estufa.

O assunto Keukenhof já deu o que falar, filmar e fotografar, mas a gente sempre acaba lendo alguma novidade em algum lugar. Continuar lendo HOLANDA. LISSE . KEUKENHOF – Uma Tulipa Chamada BRASIL.

HOLANDA. ZAANSE SCHANS . O Lugar Onde Os Ventos do Norte Movem Moinhos.


IMAGEM DESTACADA: Clique  efetuado do barco em que navegávamos pelo Rio Zaan (vide abaixo).

COMO CHEGAR – TREM
No mapa acima você pode ter uma idéia do trajeto feito por trem, marcado em linha azul, e o feito por ônibus, marcado em cinza; ambos saindo da Centraal Station.
O trem segue na direção Uitgeest; observe as indicações abaixo que é para não seguir, sem querer, até ao final da linha.
Consulte no site da NS os horários de partida e o preço da passagem. O site é bastante informativo e avisa caso haja algum imprevisto na linha. Continuar lendo HOLANDA. ZAANSE SCHANS . O Lugar Onde Os Ventos do Norte Movem Moinhos.

HOLANDA. KEUKENHOF 2020. Comece a Se Organizar!


IMAGEM DESTACADA: Final Feliz de um trabalho planejado e executado com amor. Muito amor.

Foi a Angela!
que também nos despertou curiosidade em conhecer Keukenhof.
Da mesma maneira que a amiga se encantou pelo parque por intermédio de fotos, fomos despertados Continuar lendo HOLANDA. KEUKENHOF 2020. Comece a Se Organizar!

HOLANDA . GIETHOORN . Um Lugar Indescritível! Pertinho de Amsterdam.


IMAGEM DESTACADA: Giethoorn.

Em 14/4/2019 fomos para Giethoorn em excursão adquirida pela Viator.
Muitas empresas de turismo operam esse passeio, mas nenhuma com guia falando português. A Viator foi a primeira que encontrei após exaustivas buscas na internet, e por isso adquirimos nossos bilhetes. Lá embaixo explico melhor a meia esparrela em que caímos.

O PONTO DE PARTIDA
foi em frente ao Hotel NH Collection Amsterdam Barbizon Palace, às 10.30 horas, no lado oposto à Centraal Station – fácil de ser encontrado. O veículo era um micro-ônibus.
Atravessamos o Rio IJ por um túnel subaquático em direção a um monumento extraordinário que gostaria que meu fiel escudeiro conhecesse, mas não sabia como chegar até lá: O Afslutdijk, uma grata e inesperada surpresa.

LEMBRANÇAS
Aconteceu que, há muitos anos, apareceu um livro lá em casa que explicava em pormenores a construção da Holanda! A partir daí fiquei fã dos holandeses. Imaginar que um país foi construído inteiramente pela mão do Homem despertou-me curiosidade.
Mal sabia que após longos anos, em 1986, eu passaria pelo Afsluitdijk e, como não poderia ser diferente, lembrei-me do tal livro que tanto havia me impressionado.
O dique tem 32 km de extensão e foi construído de modo artesanal, considerando a época em que foi erguido.

PARÊNTESIS
Aconteceu que, com o passar dos anos, meus alvos mudaram. Mala também viaja, e agora estou viajando como uma delas e me sentindo ótima!
Exemplo? Museus. Chega! Retornei a dois dos principais de Amsterdam só para acompanhar meu fiel escudeiro. Seria injusto não estar a seu lado em uma hora enfadonha dessas, mas…era sua estréia na Holanda e tive que considerar.
Museus não me atraem mais.
Mas, vai daí que, como não tenho personalidade, acabei descolando um, chiquíssimo!, para quem gosta de bolsas e carteiras e aprecia o babado. Conto mais tarde.

I – AFSLUITDIJK – O DIQUE!
Hoje temos uma enciclopédia fantástica à disposição na internet, onde você poderá obter informações surpreendentes a respeito da construção da respeitável obra, considerada a maior da engenharia civil e projetando os Países Baixos no cenário mundial da Engenharia Marítima. Ufa!
Digo com toda segurança que você ficará impressionada (o) com a técnica utilizada na construção do dique.
Ressaltos para a data da construção da obra, as dificuldades que tiveram que vencer, e qual o objetivo da construção desse imenso paredão. Clique aqui e admire a técnica utilizada nesse trabalho construído totalmente sem auxílio de apoios sofisticados tais quais conhecemos atualmente!
Essa obra fantástica, inaugurada em 25/9/1933, liga o norte da Holanda do Norte à Frísia.

II – AFSLUITDIJK – O DIQUE
fecha e separa o Lago Issel (IJsselmeer) – de água doce, à direita de quem vai em direção à Frísia -, do Waddeneilanden (Mar de Wadden ou Mar Frísio), localizado à esquerda de quem vai para Giethoorn (não quis repetir “Frísia”).
O lado em que está o Lago Issel é mais baixo que o lado em que está o Mar de Wadden.
Este mar fica entre as Ilhas Frísias e o Mar do Norte por um lado; pelo outro, pelas costas neerlandesa, alemã e dinamarquesa.
Como esse mar é formado por planícies marítimas, sua profundidade é mínima, sendo possível atravessá-lo a pé (continente/ilhas-continente) durante as marés baixas.

O lado mais baixo do dique – IJsselmeer -, de água doce.

No lado mais alto do dique, onde está o Mar Frísio ou Mar de Wadden, repito, há uma estátua em homenagem ao Dr. Ir. Cornelio Lely – engenheiro civil que liderou os técnicos que estudaram a possibilidade de construção desse dique no golfo Zuiderzee.

VLIETERMONUMENT
está localizado justamente no trecho do dique em que a obra foi considerada terminada – seu fechamento, em 1932.
Representa os trabalhadores que cortavam e empilhavam as pedras de basalto com as quais erguiam as paredes para construir o famoso dique (onde buscavam essas pedras é outra história).
Na parte superior da obra, lê-se o seguinte: “Um Povo Que Constrói Seu Futuro”. Faz todo sentido…

A parte mais baixa de quem segue para Frísia. Trata-se do IJsselmeer, lago de água doce.

A parada foi para visitarmos o monumento e tomarmos um café. Tempo curto para visitarmos o outro lado do dique.

GIETHOORN
Daqui seguimos direto para um restaurante muito bom chamado Holland’s Venetie – Veneza Holandesa, como é conhecido o vilarejo  Giethoorn.

Espaçoso, vários ambientes à disposição do cliente, limpo, e comida excelente.
O atendimento foi demorado, acabamos sendo os últimos a serem servidos, mas… isso acontece. Não por termos demorado na escolha, pelo contrário. Os garçons é que não tiveram pressa em nos atender e recolher nosso pedido.

Pedimos bacalhau acompanhado por batatas fritas e saladas. Estava saboroso demais. A salada de beterraba surpreendeu pelo tempero – adorei.

Agora sim, chegamos ao charmoso vilarejo, afastado em 120 km de Amsterdam.
Do Holland’s Venetie ao ponto de embarque de onde saem as barcaças para os passeios pelos canais do vilarejo – Botenverhuur Koppers (aluguel de barcos Koppers) – foram apenas 3 minutinhos no micro-ônibus.
Esse longo cais – na verdade, um calçadão -, chama-se Dominee T. O. Hylke Maweg.
Lá encontram-se vários restaurantes, lojas especializadas em queijos, creperia, sorveteria…

ATENÇÃO, QUE É PARA NÃO MARCAR BOBEIRA!
O anúncio da Viator, informando que o passeio seria com guia falando português, não incluía nenhum guia falando nosso idioma no passeio de barco!
Como nenhum dos dois istepores fala inglês, ficamos a ver navios (e barcos) nos canais. Pensamos que ouviríamos todas as narrações do passeio em português, mas pensamos errado. Estão avisados!

O HERTOG JAN DE RIETSTULP

O calçadão Dominee T. O. Hylke Maweg.

Na foto acima, o Café e Restaurante Hertog Jan de Rietstulp, onde tomamos um bonito lanche na volta do passeio.

Ambientes abundantes em madeira trazem beleza e aconchego quando bem colocados. É o caso.
Esse restaurante foi decorado como se fosse a jala de jantar de uma casa e não o salão de um restaurante.
Em mesa bem grande, várias pessoas jogavam cartas, enquanto outras (incluindo nós dois) curtiam seus pratos.

Não só o ambiente nos pareceu familiar. O tratamento dispensado pelos funcionários da casa também era bem descontraído sem ser indiferente. Não me lembro de ter me sentido tão à vontade em um restaurante. Gostamos imensamente de tudo.

Sem contar com a vista que se descortina das janelas. Não se vê “o Corcovado, o Redentor”, mas também é linda!


Patos Reais nadam tranquilamente em meio aos barcos. Os barqueiros não se incomodam com eles e a recíproca é bem verdadeira – pareciam “não estar nem aí”.

Um casal de patos em nado sincronizado.


Já dentro do barco, sem entender lhufas do que o guia dizia, mas sem perder um naco de paisagem – assim é viajar (feliz) como uma mala…

Nessas pequenas ilhas encontra-se diversos tipos de comércio: hotéis, restaurantes, lojas de souvenirs e muitos etecéteras.
Há vários campings e dois museus, se não me engano. Um deles trata-se de uma fazenda histórica – o Museum Giethoorn ‘t Olde Maat Uus. E mais: uma empresa de organização de eventos, a Recreatiebedrijf Geythorn; uma agência de aluguel de cabanas – Vakantiehuisje Giethoorn ; uma casa para aluguel em uma ilha do Lago Bovenwijde, com capacidade para 56 pessoas e ainda barcos à disposição (The Kraggehuis). Há muito o que ver, incluindo uma igreja em uma dessas ilhotas.
Carros não circulam, obviamente. Entretanto, há trilhas por onde andar a pé ou de bicicleta, e 180 pontes para você poder chegar onde bem entender.
Quem sabe tudo, mas tudo mesmo a respeito de Giethoorn é a brasileira Roberta Landeweerd que administra o Holandesando.
1- Lá você saberá como alugar barcos e o porquê de não ser uma boa deixar para alugá-lo “in loco”.
2- As modalidades de esporte aquático de que você poderá desfrutar também estão explicadinhos e fotografados!
3- Como chegar de trem e ônibus saindo de onde você estiver, e…
4- Sugestão para você combinar o passeio de Giethoorn com Enkhuizen.

Ah! Quase ia me esquecendo: mesmo sem entender patavinas do que disse o timoneiro, o passeio vale à pena.
É por isso que recomendo:

 

 

 

 

 

 

PARIS e AMSTERDAM. Muita Água Rola Embaixo Dessas Pontes – Saiba Mais.


IMAGEM DESTACADA: Herengracht. Amsterdam, NL.

Dentre os brasileiros residentes no exterior que optaram por compartilhar suas experiencias e, consequentemente, ajudar o próximo em suas andanças pelo Velho Mundo, destaco quatro poderosas “máquinas” que cito a seguir pela ordem em que as conheci: Continuar lendo PARIS e AMSTERDAM. Muita Água Rola Embaixo Dessas Pontes – Saiba Mais.

BRASIL. CEARÁ. FORTALEZA . Hotel Praiano . Recomendável, Mas Com Mínimas Restrições.


IMAGEM DESTACADA – Feira de Artesanato da Praia do Meirelles, vista do Praiano Hotel.

Nossa reserva era apenas por um noite – estávamos de passagem por Fortaleza, de onde embarcamos para Amsterdam.
Moramos no Rio de Janeiro, mas é do Nordeste que temos saído rumo à Europa.
Qual a vantagem? Encurtar 3 horas de voo. E como é prá frente que se anda, sair de São Paulo, digamos, quando o destino é o exterior, é permanecer voando por mais horas, ter que suportar barulho de turbina por mais tempo, além daquele ar refrigerado incômodo que me deixa mais enrugada do que já estou e me sentindo como uma “passa” – seca por dentro e por fora. E mais: não consigo dormir em  avião por mais conforto que tenha – não tem jeito.
Daí corremos para o Nordeste, passamos uma noite em algum hotel e dia seguinte seguimos viagem.
Desta vez o eleito foi o Praiano Hotel, na Praia do Meirelles, em frente a um ponto tentador para os consumistas: a Feira de Artesanatos da Av. Beira Mar, montada diariamente, há 26 anos, com ou sem chuva.
As barracas começam a ser montadas à tarde e fecham em torno das 23.00 horas.
Apesar dos preços atraentes, há melhores ofertas no Mercado Central. Vai daí que convém negociar o preço das mercadorias.
A variedade de artigos é imensa; portanto, prepare-se para andar e não se esqueça de pedir o cartão da barraca onde se interessou por alguma coisa que é para depois não se perder.

O HOTEL PRAIANO
é bem localizado, bem aparentado e conta com recepção simpática e de boa vontade para ajudar no em que for necessário. Até da impressão de nossos cartões de embarque as jovens funcionárias cuidaram e não pouparam esforços para dirimir nossas dúvidas.
O jovem encarregado de cuidar das malas o faz com maestria e rapidez – pratica uma técnica própria para lidar com malas, e rapidinho chega a seu apartamento.
Trata-se de outro funcionário simpático, risonho e que trabalha com a maior boa vontade.

No varandão funciona a Capri pizzaria e a Creparis – uma creperie que deixou a desejar no preparo da massa: extremamente fina e por isso totalmente quebradiça (virou um biscoito), impedindo de saboreá-la junto com o recheio. Virou farinha.
O espaço também trabalha com sorvetes.

A foto não deixa dúvidas a respeito da espessura da massa do crepe. Conforme citei acima, virou farelo. Não recomendo.

O Espaço destinado à criançada é bem municiado de brinquedos. Quanto à piscina infantil, o aviso deixa bem claro a quem pertence a responsabilidade sobre os pequenos.

Cuidados especiais com os hóspedes na área descoberta – excelente idéia.

N.B.:  foto idêntica a esta consta no site do hotel designando o quarto como pertencente às categoria luxo e standard. Não entendi!…
Outra observação: quarto de hotel de categoria 4 estrelas e sem graça desse jeito? Nem colcha tem! Não consigo aceitar esse tipo de tapeação. Uma colcha faz diferença? Faz porque impede que o lençol com que o hóspede poderá se cobrir não pegue poeira…

O quarto é espaçoso, bem composto com frigobar, cofre, colchões e travesseiros confortáveis, ar condicionado, e da janela vislumbra-se bela vista. TV tem pouquíssimos canais e a imagem deixa a desejar.

A sala de estar do Praiano leva o futuro hóspede a pensar que os quartos têm aparência caprichada, mas… não é bem assim.

No Thames Restaurante, do próprio hotel, saboreamos dois pratos muito bons: peixe acompanhado por purê de batata doce e arroz de alho.

O prato de meu fiel escudeiro foi camarão com champinhons e alcaparras, acompanhados por arroz e batatas. Ambos, excelentes.

Outro detalhe importante que falta no hotel: computador à disposição dos hóspedes com direito à utilização de impressora, desde que haja número limitado para impressão.
Evidentemente que, a fim de evitar abusos, o melhor lugar para a impressora seria a recepção, pois estaria sob o controle dos funcionários. A cobrança das impressões seria justa, e ficaria confortável para hóspedes e hotel.
Em caso de impressão de cartão de embarque, por exemplo, não haveria a necessidade de o hóspede ter que passar os dados de seu voo para o e.mail do hotel.
Trata-se de recurso que não pode faltar em hotel de categoria “4 Estrelas”, dentre melhorias acima citadas.
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