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22/01/2015 – Rancho Português Rio – Grande Decepção.


Endereço: Alberto de Campos esquina de Maria Quitéria, na Lagoa Rodrigo de Freitas.
Rua Maria Quitéria, 136 – Ipanema, Rio de Janeiro – RJ, 22410-040
(21) 2522-1159

Decepcionante restaurante português recém inaugurado (ocupou o lugar da Pizzaria La Forneria) no Rio de Janeiro.

O couvert apresentado foi o mais tradicional possível: azeitonas pretas, sardela, manteiga e queijo. A cesta de pães apresentada, sim; era variada. Os dois pãezinhos que saboreei eram deliciosos, justiça seja feita.

Como entrada, pedimos apenas uma porção de bolinhos de bacalhau. Éramos quatro pessoas e nos trouxeram sete unidades. Ou seja, em divisão equitativa, obviamente, um de nós ficou sem um bolinho. Até aí – trocadilho à parte -, o bolinho de menos não foi nada demais, apesar de o sabor não ter sido do agrado de todos.

A decepção mesmo veio logo na primeira garfada quando experimentei o arroz de polvo. Para início de conversa, o o polvo ficou na cozinha. Em uma travessa transbordante de arroz e excessiva quantidade de molho de tomate – que acidificou demasiadamente o prato -, o chef deve ter colocado, no máximo, 20 cm de tentáculo. Obviamente, cortado em pedaços para dar aquela impressão de fartura. Desequilíbrio escandaloso entre a quantidade do cereal, o molho de tomates e a porção do octópode. Catei os minguados nacos de polvo e tive que me dar por satisfeita.

O maitre, ao perceber minha insatisfação com o prato, perguntou minha opinião e pediu licença para me servir um pouco do Bacalhau à moda do Bráz. De nada adiantou, na verdade, porque o estrago já havia sido feito na cozinha.

O outro prato igualmente decepcionante foi o Arroz de Tamboril. Não trocaram nem o cenário: o mesmo arroz carregado no molho de tomate, dois camarões grandes para fazer figuração, aproximadamente 10 anéis finíssimos de lula – mais ou menos do diâmetro de uma aliança – e o tamboril, que seria a estrela da peça, lembrou-me Tim Maia – por pouco, não aparecia: 4 pedaços. Ou seja, pura enganação. Em Arroz de Tamboril que se preze, não há camarões e muito menos lula!

E o terceiro prato, Bacalhau ao Bráz, apesar de camuflado entre cebolas, temperos verdes e batata palha, não estava mau.

Tomei um suco de manga e uma garrafinha de água mineral. Os demais amigos consumiram 6 cervejas Long Neck e 2 garrafinhas de água. De sobremesa, pedimos um Rocambole de Laranja, um Pudim, dois Pastéis de Natas ( Desde 1837, só aos doces fabricados na Fábrica de Pastéis de Belém, é permitida a denominação “Pastéis de Belém”. Aos demais fabricados em outras localidades, mesmo semelhantes, não lhes é dado o direito de utilizar este nome, mas Pastéis de Nata) e para fechar o desgosto, 3 cafés.

E como tudo na vida tem um preço, o de nossa decepção custou-nos R$669,00 (seiscentos e sessenta e nove reais) – preço de 2015! Pratos mal elaborados, desonestos e serviço antiético – muito apressado para meu gosto, dando-me a nítida impressão de que estávamos sendo enxotados – mal acabávamos de comer, retiravam nossos pratos. Além do mais, o funcionário que cobrou a conta – pagamos em cartão de crédito – tentou retirar a máquina da mão de minha amiga antes da aprovação da operação. Não era à toa que o restaurante estava vazio. NÃO RECOMENDO!

O que salva então? A cesta de pães, a apresentação da ementa, as tradicionais sobremesas e a decoração da Casa.

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Ambiente decorado com muito bom gosto.
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Salão bem espaçoso. Ao fundo, o bar.
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Um pia ao fundo, para quem não quiser subir para lavar as mãos.
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Acesso ao segundo andar.
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A paisagem ao fundo – Lagoa Rodrigo de Freitas.
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O requinte da apresentação do cardápio.
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Apresentação dos pratos emoldurada por desenhos que copiam os de azulejos portugueses. Impressiona. Mas…
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Detalhes da ementa.
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O couvert tradicional, sem criatividade e a porção de bolinhos…
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O Arroz de Polvo, antes da primeira e decepcionante garfada.
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Abundâncias de arroz e molho de tomate – acidez demasiada. Escassez de polvo.
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O Arroz de Tamboril + dois camarões + anéis de lula. Excessiva quantidades de arroz e molho de tomate. Enganação!
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Bacalhau ao Bráz.
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Rocambole de laranja. Bom.
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Andar superior do restaurante.

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Ainda a parte superior do restaurante.

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Ainda um pouco da decoração da parte superior do restaurante.
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Parte inferior, à direita de quem entra.
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Sobremesas portuguesas diversas.
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E o valor da decepção…

RIBEIRÃO DA ILHA OSTRADAMUS (Restaurante) e TENS TEMPO? (Cafeteria)


IMAGEM EM DESTAQUE: Trabalho de Azulejaria executado pelo artista Jesus Fernandes.

Como Chegar de Carro: do Centro de Florianópolis, pegar a SC – 405.

Como Chegar de Ônibus: Há duas paradas de ônibus no centro de Florianópolis, próximos à Praça XV. Os ônibus de números 561 e 4124 (o amarelinho) passam pelo Ribeirão. O ponto final é na Caieira da Barra do sul, de onde partem barcos e começa a trilha para Naufragados.

Muitos vão ao Ostradamus por já conhecê-lo de nome e nem desconfiam em que bairro fica o endereço –Ribeirão da Ilha.  Refiro-me àqueles que chegam em ônibus de turismo ou que são convidados por amigos para conhecer o restaurante.

Continuar lendo RIBEIRÃO DA ILHA OSTRADAMUS (Restaurante) e TENS TEMPO? (Cafeteria)

BRASIL, SC – FLORIANÓPOLIS: Caieira da Barra do Sul – Como Chegar a Naufragados Pela Trilha.


Como chegar: do Centro de Florianópolis pegar a SC – 405. É o mesmo caminho que leva ao Ribeirão e ao Aeroporto.
Dista 40 km do Centro da cidade.

Naufragados, acessível apenas por barco ou trilha, deve-se este intrigante nome devido à naufrágios de barcos portugueses próximos à praia de mesmo nome.

UM POUCO DE HISTÓRIA NÃO FAZ MAL A NINGUÉM – e quem nos ensina é Mário Costa Júnior, pesquisador do Guia Floripa que você poderá consultar clicando aqui.

Francisco Dias Velho foi um Bandeirante Português vindo da Capitania de São Vicente, atual São Paulo. Foi na região central que ele desembarcou pela primeira vez, fundando o povoado de Nossa Senhora do Desterro e solicitando a construção de uma capela no local onde hoje se encontra a Catedral Metropolitana de Florianópolis.

Em meados do século XVIII, a corte portuguesa determinou que a Ilha de Santa Catarina fosse colonizada para garantir sua posse. Os escolhidos para essa empreitada foram os habitantes do Arquipélago dos Açores, que sofriam com terremotos e superpopulação. Eles vieram entre 1748 e 1756 e foram assentados em microrregiões afastadas, cada qual com administração, igreja e polícia próprias, denominadas de Freguesias.

Talvez por isso que o texto da Wikipedia faça distinção entre os Portugueses Açorianos e os Portugueses vindos de São Paulo”.

No guia Floripa, Mário Costa Jr. também pesquisou que duas embarcações de médio porte, procedentes dos Açores, traziam 250 colonos cujo destino seria o Rio Grande do Sul. Neste trecho, as embarcações foram a pique, salvando-se apenas 77 pessoas que se dispersaram entre a Ilha, Laguna e o Rio Grande do Sul. Leia mais um pouco a respeito do assunto – clique aqui.

Mário Costa Jr. ainda coloca a nossa disposição os links seguintes:

“Clique nos links para encontrar mais informações sobre o Ribeirão da Ilha, Lagoa da Conceição e Santo Antônio de Lisboa:
Convido a conhecer a história dos principais bairros de Florianópolis, clicando aqui.

Melhor, impossível!

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A TRILHA PARA NAUFRAGADOS 

começa na localidade chamada Caieira da Barra do Sul, bem depois do Centro do Ribeirão da Ilha.
O ponto final das linhas de ônibus 561 e do expresso 4124 (conhecido como amarelinho) – ambos Caieira da Barra do Sul – marca o início da trilha. A bem da verdade, não há como seguir adiante. Literalmente é o fim da linha, mesmo para quem usa outro meio de transporte.

Este final fica em um Largo, onde, de imediato, vê-se ofertas de passeios de barcos, indicações de estacionamentos e o início da trilha. Tudo bem organizado, não há como se perder.

Maiores informações a respeito de horários desta linha, dê outro clique aqui.

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561 – Caieira da Barra do Sul – uma das linhas de ônibus do Centro de Florianópolis a Naufragados. A outra é o popular “amarelinho”, linha 4124, que também parte do Centro.
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4124 – Caieira da Barra do Sul – o conhecido “amarelinho”.

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Ponto final dos ônibus que chegam à Caieira, onde começa a trilha para Naufragados.

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O ponto final do citado ônibus fica em um Largo onde logo podemos ver úteis informações.
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Os barcos saem de uma pequena praia próxima a este local e levam cerca de 15 minutos para chegar a Naufragados.
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Preços de estacionamento praticados em 02/01/2015.
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Uma boa sombra até que seria muito bem-vinda …
Naufragados (18)
Na temporada de Verão o movimento na trilha é grande e nem sempre os estacionamentos, apesar de espaçosos, comportam o número de automóveis.


Naufragados (23)

Naufragados (2) (640x449)
Á direita, no final desta rua, há uma placa. Ali começa a trilha de 3 km. para Naufragados.

Na postagem de 19/3/2015 – conto como eu e meu fiel escudeiro e companheirão de viagens conseguimos chegar à Naufragados.

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BRASIL, Sta CATARINA, SC: Ribeirão da Ilha – Meu Bairro Predileto em Florianópolis.


Imagem em Destaque: casario colonial, uma das atrações do bairro.

COMO CHEGAR DE CARRO: Do Centro de Florianópolis, pegue a SC – 405 (Rio Tavares) e siga as indicações das placas.
O caminho inicial é o mesmo de quem vai para o Aeroporto Hercílio Luz.
DE ÔNIBUS: No Centro, pegar o 561 ou o 4124 (Amarelinho). Ambos com ponto final na Caieira da Barra do Sul.

É meu recanto favorito da Ilha de Santa Catarina. Chegar ao Ribeirão, para mim, é sempre como se fosse a primeira vez. E lhes confesso que foi paixão à primeira vista – paixão que já dura muitos anos. Lembro-me que ao chegar ao Ribeirão na primeira vez, nem bem havia caminhado meio quilômetro e já estava pensando com meus botões quando iria voltar. Continuar lendo BRASIL, Sta CATARINA, SC: Ribeirão da Ilha – Meu Bairro Predileto em Florianópolis.

BRASIL, Sta. CATARINA, SC: Tapera – Florianópolis. Como Chegar às Ilhas Maria Francisca e Laranjeiras.


Como Chegar: Para quem pretende chegar à Tapera e estiver PARTINDO do NORTE da ILHA, poderá acessar a SC – 405 seguida da Rodovia Aparício Ramos Cordeiro.
PARA QUEM ESTIVER VINDO DO SUL a direção é: Morro das Pedras, Rodovia Baldicero Filomeno e SC – 401.

TAPERA é uma localidade ao Sul da Ilha de Florianópolis próximo à Base Aérea.

O ar bucólico que ainda conserva em nada faz lembrar o agito do Centro de Florianópolis – do qual dista apenas 22,6 km – e muito menos os bairros badalados no Norte da Ilha.

Continuar lendo BRASIL, Sta. CATARINA, SC: Tapera – Florianópolis. Como Chegar às Ilhas Maria Francisca e Laranjeiras.

BRASIL, SC. FLORIANÓPOLIS: Hotel Majestic Palace.


Hotel Majestic Palace
Av. Beira Mar Norte, 2746 – Centro
Florianópolis, SC – CEP – 88015-702
Tel: 3231-8000

Ao chegarmos ao hotel olhei logo para o relógio. Faltava um minuto! para soar as “doze badaladas noturnas” tão temidas pelo Vampiro Brasileiro de Chico Anísio. Mortos de fome e cansaço, a prioridade foi para o combustível que me mantém em pé – a comida. Felizmente a cozinha estava aberta 24 horas com menu à la carte servido no quarto. Melhor, impossível. O banho ficou prá depois, para relaxar.
Salvos mais pelos omeletes de camarão devorados à uma da manhã (meu estômago não sabe ver hora) do que pelo banho – verdade seja dita -, deitamo-nos após duas horas da manhã, felizes pelos camarões que havíamos acabado de comer e por termos conseguido chegar a Floripa depois de tanto atropelo – havíamos perdido o voo anterior!
Agradeci a Deus por este momento lindo e desmaiei até o dia seguinte.

Ocupamos o quarto 1005 por oito noites. Espaçoso, conta com uma bancada de vidro onde fica a TV de LCD e algumas guloseimas. Muito bons – o quarto e as guloseimas.

A bancada maior, de madeira, abriga local fechado para sapatos em um dos lados e no outro, o frigobar. Janelas antirruído e cortina curta com black-out. Camas largas com colchões e dois travesseiros confortáveis com alturas diferentes para cada uma delas – achei ótimo porque não costumo dormir em travesseiro alto.
Mesas laterais com abajures de pé e uma poltrona completam a decoração do quarto, além da bela vista para o mar – que acaba fazendo parte da composição do ambiente.

Qto. Standard H. Majestic. (800x590)
Parte do quarto 1005.
Acomodações Qto Standard H. Majestic (800x588)
Bancada – Sapateira, frigobar, gaveta escrivaninha e abertura para colocação de cobertores, colchas e assemelhados.

O banheiro também é amplo. Chuveiro de jato de água forte , também do jeito que gosto. Secador, interfone (necessário em um banheiro de hotel), e “material de limpeza” corporal.

Faço ressalva à uma toalha de rosto manchada e com pequeno furo. Nada me impede de me enxugar em uma toalha nestas condições, mas, para um hotel de categoria cinco estrelas fica difícil admitir esta falha, mesmo ocupando um apartamento standard.

Não há divertimento de qualquer natureza para as crianças apesar de espaços amplos e disponíveis. O hotel, segundo informações obtidas com uma funcionária, é executivo! (?). Não entendi e acho que não preciso explicar.

Outro pormenor que chamou-me atenção foi um casal de Noéis em cima do balcão da recepção, única lembrança de que o Natal havia sido comemorado há exatos dois dias. Salvo opção religiosa do(s) proprietário(s), não consegui entender tanta singeleza em uma decoração natalina de um hotel cinco estrelas, mesmo para o padrão “executivo” do hotel (!?).

Hotel Majestic - 27.12.14. (800x600) (2)

Essa rigidez acabou me esclarecendo o porquê de a piscina ser pequena em relação à população que encontrei no hotel e o pouco espaço do deck.

Almoço Amaury e Goretti 18.dez.14 172 (800x600)

Falemos agora dos funcionários: gentis, simpáticos, receptivos e todos de muita boa vontade. Ressalto o atendimento da simpaticíssima senhora responsável pela arrumação dos quartos do 10º andar. Senti falta de uma vassourinha ou de um aspirador de pó que poderiam ter sido passados vez ou outra no chão do quarto, mas… fica para a próxima. Não passa de um pormenor diante de tanta cordialidade.

E quanto ao Marcelo Rodrigues, vizinho nos Ingleses, não encontro palavras que possam expressar sua gentileza, sua atenção tão especial com que nos brindava todas as manhãs na hora do café.

E por falar em café, diariamente o salão era ocupado por belos arranjos florais e uma infinidade de gostosuras à disposição dos hóspedes, distribuídos em várias mesas. Muita fartura e qualidade no serviço: embutidos, queijos, manteiga, geleias caseiras e industrializadas. Frutas, sucos, bolos, tortas, iogurtes de diversos sabores, água mineral, leite frio e quente, café, chás diversos.
Ovos mexidos e omeletes; panquecas! Salsichas ou linguicinhas em molho de tomate; bacon bem fritinho. Pães, biscoitos, cereais (flocos de milho, aveia, misturas), enfim… serviço perfeito sem um pormenor sequer, além de funcionários atentos, educados e simpáticos servindo-nos o tempo todo.
Entretanto, o almoço servido no mesmo espaço do café da manhã deixou muito a desejar.

Do saguão do 10º andar vimos a soltura dos fogos – excelente camarote, e ainda tive oportunidade de receber parentes no quarto do hotel sem o menor problema, bem como levar bebidas, salgados e doces sem ter que pagar a taxa de rolha – liberdade que não tem preço! O resto, a gente compra com aquele cartão de crédito…

Antesala Restaurante Hotel Majestic (800x590)
Hall dos elevadores do piso “E” onde é servido o café da manhã.
..Hotel Majestic.. (800x600)
Outro ângulo do mesmo hall.
.Hotel Majestic. (800x589)
Parte banheiro 1005.
Hotel Majestic.. (800x600)
Outro aspecto banheiro.

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Com toalha furada e tudo, valeu demais!

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BRASIL, RIO DE JANEIRO, RJ – Rio Aeroporto Hotel no Tom Jobim (Galeão)


IMAGEM DESTACADA – Quarto do Rio Aeroporto Hotel.
Avenida Vinte de Janeiro, s/nº.
Ilha do Governador, Rio de Janeiro, RJ-Terminal 1
CEP 21941-900
Telefone: +55 (21) 3383-9800

Horário de Atendimento: aberto 24 horas.

Perdemos o avião! e o próximo voo para Florianópolis sairia quatro horas depois. Como nos restava muito tempo de espera, decidimos procurar o hotel e tentar uma rápida hospedagem. Pelo menos, descansaríamos um pouco. Felizmente encontramos quarto e valeu muito à pena.

O apartamento estava muito limpo e o ar condicionado já funcionava em excelente temperatura. Banheiro amplo; box e bancada de boas dimensões. Shampoo, condicionador, etc.
Quarto espaçoso para duas pessoas. TV, frigobar cheio (em alguns hotéis estão vazios), bom armário e guloseimas na escrivaninha. Colchões e travesseiros confortáveis. Pagamos pouco mais que R$200,00 (duzentos reais) no C. Crédito.
Quarto e banheiro decorados com simplicidade, porém com bom gosto.
Mas há um porém: por não possuíram janelas, os claustrofóbicos poderão ter problemas. Não sendo isso, recomendo!

Rio Aeroporto Hotel Galeão ''' (800x600)

TV, armário, escrivaninha, guloseimas e frigobar.

Rio Aeroporto Hotel ''Galeão.'' (800x600)
Luminárias para leitura. Outro pormenor importante.
Rio Aeroporto Hotel ... (600x800)
Interfone próximo ao vaso sanitário. Muitos hotéis não dispõem deste recurso tão necessário.
Rio Aeroporto Hotel - Galeão.. (583x800)
Bancada espaçosa e cuba grande – de excelente medida. Observem o tamanho do espelho.

Rio Aeroporto Hotel (600x800)
Melhor que esperar sentado, é esperar deitado.

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BRASIL, RIO DE JANEIRO, RJ: Restaurante Demoiselle – Aeroporto Tom Jobim, RJ


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CAIMOS NESSA!

Para passar o tempo no Aeroporto Tom Jobim, almoçamos no Restaurante Demoiselle – fraco e caro – e fomos descansar no Rio Aeroporto Hotel no 3º andar do próprio Aeroporto.

Restaurante Mademoiselle do Aeroporto do Galeão. 27.12.14 (800x717)
Bar e Café do Restaurante Demoiselle. Não recomendo. Melhor comer um bom sanduíche.

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Restaurante Mademoiselle - Aerop. Tom Jobim. 27. 12.14. (800x600)
Vista parcial do Restaurante Demoiselle no Aeroporto Tom Jobim. Pratos caseiros demais e preços altíssimos. Não recomendo.

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Restaurante Mademoiselle no Aerop. Galeão. 27.12.14. (800x594)
O pagamento é efetuado na saída e quem está na fila não tem prioridade alguma. O garçom pode chegar a qualquer momento, furar a fila e pagar a conta para um privilegiado que aguarda sentado à mesa.

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A PRIMEIRA VIAGEM AO EXTERIOR A GENTE NUNCA ESQUECE.


Foto em Destaque: Aeroporto Tom Jobim ao amanhecer.

1985 – A PRIMEIRA VIAGEM AO EXTERIOR

Em meu blog http://www.vaiviajaristepo.com procurarei mostrar roteiros que tenho trilhado desde setembro de 1985 quando, levada por mãos de amigos, viajantes experientes, atravessei o Atlântico pela primeira vez.

Sair do Brasil mesmo que fosse para o Uruguai, por exemplo, era algo que não cogitava por ser distante demais. Europa, então… nem pensar! Quando meus amigos me acenaram com a possibilidade de ir a Paris, não acreditei. Foram eles que me mostraram todos os caminhos, a começar pela aquisição do passaporte. Enfrentar uma fila quilométrica na Polícia Federal da Avenida Rodrigues Alves nº 1, na Praça Mauá, Centro do Rio de Janeiro, era tarefa árdua da qual não havia escapatória. Eram horas em pé! Não importava se debaixo de chuva ou sob sol escaldante, quem não possuía passaporte tínha que enfrentar a situação e para isso não havia tempo ruim. Lembro-me mais de meu primeiro passaporte do que de meu primeiro soutien. Exibí-lo – o passaporte!… – era o mesmo que exibir um troféu.

Viajar naquela época era tranquilo apesar da precariedade dos meios de comunicação – se compararmos com as engenhocas que temos hoje. Não havia internet!… Já começa por aí. Nosso GPS eram os mapas que consultávamos constantemente para sabermos se estávamos na direção certa. Nos deslocamentos por trem utilizávamos o Eurail Pass – havia apenas uma modalidade desses bilhetes – e, no final de nossa viagem, quando nosso passe expirou, nossos bilhetes eram adquiridos nas próprias estações sem problema algum, minutos antes da hora do embarque.

Os hotéis, idem: eram “reservados” na hora da chegada em cada estação de trem, no Bureau de Informações Turísticas. Simples, assim. Escolhíamos os hotéis em uma listagem levando em conta localização e preço. A localização era mais importante, por conta dos deslocamentos arrastando malas.

As pessoas não viajavam com a assiduidade de hoje porque não havia tanta oferta. Eu, pelo menos, tinha que programar a viagem com bastante antecedência: eu trabalhava, e só poderia viajar nas férias. Se fosse possível!…

Ao aceitar o convite de meus amigos, fui orientada por eles para começar a adquirir dólares. O bilhete aéreo seria comprado com Cartão de Crédito em prestações a perder de vista e isso bastava.

E foi neste esquema tupiniquim que viajei mais de trinta dias em setembro de 1985 com dois mil dólares no bolso, uma fortuna. E o melhor: gastei mil dólares, redondinhos, pagando hotéis, bilhetes de ônibus, trem, navio, metrô, alimentação, algumas lembranças para familiares e amigos, e ingressos para museus e outras atrações. Passamos pela França, Grécia, Itália, Alemanha, Áustria, Bélgica, Holanda e retornamos à França. Luxemburgo estava no roteiro, mas o cansaço nos fez desistir. Retornei ao Brasil em pele e osso de tanto andar. Cada quilo perdido valeu muito à pena.

No ano seguinte fizemos outra viagem longa, e mais outra dois anos após. Não parei mais de viajar e lamento fotos e lembranças perdidas que tento agora recuperar.

Sei que meus amigos se identificarão ao ler esta postagem. Por isso, deixo-lhes meu agradecimento penhorado e faço questão de lhes dizer o quanto aprendi com seus ensinamentos.

Foram eles que me mostraram e me fizeram sentir a real dimensão de nosso planeta; que me ensinaram a traçar caminhos nos mapas e alçar voos cada vez mais altos. Foram meus amigos que me ensinaram a segurança necessária para viajar e que consigo transmitir agora a quem viaja comigo.

A vocês, muito obrigada. Creio que este blog seja a prova de que aprendi a lição.

Vamos lá:

RIO DE JANEIRO – O Rio foi nosso ponto de partida em 23 de junho de 2014. Portanto, nada a acrescentar nesta postagem, a não ser as FORMALIDADES JUNTO À RECEITA FEDERAL NO AEROPORTO DO GALEÃO.

NOTA: Caso você queira levar mais $$$ do que o permitido pela Receita Federal, clique no link acima e saiba o que fazer.

No mais, é lhe desejar Boa Viagem!

 

BRSIL, Rio de Janeiro, RJ. Hotel Linx . Galeão


Foto em Destaque: Lazer do Hotel Linx.

Começo o blog e minha viagem de 2014 com uma nota negativa. Não a respeito do Linx propriamente dito, mas pela penúria do jantar servido, incompatível com a estrutura do hotel e o preço cobrado pela diária.

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Grande Área Construída

Decidi ficar no Hotel Linx uma noite por ser muito próximo ao Aeroporto Internacional Tom Jobim. Como estávamos em época de Copa de Mundo e uma manifestação dias antes havia interrompido o tráfego no local, resolvemos – eu e meu fiel escudeiro, amigo e companheirão de viagens – dormir neste hotel. Qualquer imprevisto bastaria sair pela avenida arrastando as malas, pois o aeroporto dista em 500 metros do Linx.

O nome é pomposo: Linx Hotel International Airport Galeão e as fotos mostradas em sites de viagens convencem. Foi por isso que caímos na armadilha.
O hotel é novo, possui dependências espaçosas, área de lazer satisfatória (como podem ver na foto da piscina, por exemplo), quarto e banheiro amplos e limpos, colchões e travesseiros confortáveis e amplo espaço para malas e roupas.
Atendimento cortês, além de condução própria e gratuita para o Aeroporto Tom Jobim.

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Quartos Limpos e Bem Arrumados.
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Excelente Espaço Para Malas.

Do que não gostei:

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Beleza Não Põe Mesa.

O buffet deixou muito a desejar. Apesar da boa apresentação, os pratos pecaram em sabor (?) e criatividade: salada de repolho e rabanete é um exemplo!

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Buffet insosso.

Em tempo de vacas magras comia muito bem em pensões no Centro do Rio onde a comida era saborosa. Os pratos eram bem temperados e o menu variado.  Não esses pratos insossos que o Hotel Linx teve a coragem de oferecer em junho de 2014. Serviço descuidado. Dois rechauds estavam sem lume, o que resultou em comida completamente fria!

Um hotel com o porte do Linx e próximo a um aeroporto deveria dar mais atenção à cozinha. E como no entorno não há concorrentes – o hotel fica em meio ao nada -, ou o hóspede se sujeita ao que lhe é oferecido ou fica com fome.

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Sobremesas Saborosas (pelo menos isso!)

Fui salva pelas sobremesas: nada sofisticadas, mas saborosas.

Café da Manhã:
Deu de 10 x 0 no jantar.P1030901

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Não recomendo o Linx Hotel Galeão por conta do péssimo serviço no jantar. E como não há concorrentes nas imediações, não há escolhas: ou o hóspede aceita o que lhe é oferecido, ou “mofa com as pombas na balaia”.

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