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BRASIL, RIO DE JANEIRO, RJ: Restaurante Demoiselle – Aeroporto Tom Jobim, RJ


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CAIMOS NESSA!

Para passar o tempo no Aeroporto Tom Jobim, almoçamos no Restaurante Demoiselle – fraco e caro – e fomos descansar no Rio Aeroporto Hotel no 3º andar do próprio Aeroporto.

Restaurante Mademoiselle do Aeroporto do Galeão. 27.12.14 (800x717)
Bar e Café do Restaurante Demoiselle. Não recomendo. Melhor comer um bom sanduíche.

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Restaurante Mademoiselle - Aerop. Tom Jobim. 27. 12.14. (800x600)
Vista parcial do Restaurante Demoiselle no Aeroporto Tom Jobim. Pratos caseiros demais e preços altíssimos. Não recomendo.

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Restaurante Mademoiselle no Aerop. Galeão. 27.12.14. (800x594)
O pagamento é efetuado na saída e quem está na fila não tem prioridade alguma. O garçom pode chegar a qualquer momento, furar a fila e pagar a conta para um privilegiado que aguarda sentado à mesa.

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VAI VIAJAR ISTEPO MAIOR cópia

 

 

 

A PRIMEIRA VIAGEM AO EXTERIOR A GENTE NUNCA ESQUECE.


Foto em Destaque: Aeroporto Tom Jobim ao amanhecer.

1985 – A PRIMEIRA VIAGEM AO EXTERIOR

Em meu blog http://www.vaiviajaristepo.com procurarei mostrar roteiros que tenho trilhado desde setembro de 1985 quando, levada por mãos de amigos, viajantes experientes, atravessei o Atlântico pela primeira vez.

Sair do Brasil mesmo que fosse para o Uruguai, por exemplo, era algo que não cogitava por ser distante demais. Europa, então… nem pensar! Quando meus amigos me acenaram com a possibilidade de ir a Paris, não acreditei. Foram eles que me mostraram todos os caminhos, a começar pela aquisição do passaporte. Enfrentar uma fila quilométrica na Polícia Federal da Avenida Rodrigues Alves nº 1, na Praça Mauá, Centro do Rio de Janeiro, era tarefa árdua da qual não havia escapatória. Eram horas em pé! Não importava se debaixo de chuva ou sob sol escaldante, quem não possuía passaporte tínha que enfrentar a situação e para isso não havia tempo ruim. Lembro-me mais de meu primeiro passaporte do que de meu primeiro soutien. Exibí-lo – o passaporte!… – era o mesmo que exibir um troféu.

Viajar naquela época era tranquilo apesar da precariedade dos meios de comunicação – se compararmos com as engenhocas que temos hoje. Não havia internet!… Já começa por aí. Nosso GPS eram os mapas que consultávamos constantemente para sabermos se estávamos na direção certa. Nos deslocamentos por trem utilizávamos o Eurail Pass – havia apenas uma modalidade desses bilhetes – e, no final de nossa viagem, quando nosso passe expirou, nossos bilhetes eram adquiridos nas próprias estações sem problema algum, minutos antes da hora do embarque.

Os hotéis, idem: eram “reservados” na hora da chegada em cada estação de trem, no Bureau de Informações Turísticas. Simples, assim. Escolhíamos os hotéis em uma listagem levando em conta localização e preço. A localização era mais importante, por conta dos deslocamentos arrastando malas.

As pessoas não viajavam com a assiduidade de hoje porque não havia tanta oferta. Eu, pelo menos, tinha que programar a viagem com bastante antecedência: eu trabalhava, e só poderia viajar nas férias. Se fosse possível!…

Ao aceitar o convite de meus amigos, fui orientada por eles para começar a adquirir dólares. O bilhete aéreo seria comprado com Cartão de Crédito em prestações a perder de vista e isso bastava.

E foi neste esquema tupiniquim que viajei mais de trinta dias em setembro de 1985 com dois mil dólares no bolso, uma fortuna. E o melhor: gastei mil dólares, redondinhos, pagando hotéis, bilhetes de ônibus, trem, navio, metrô, alimentação, algumas lembranças para familiares e amigos, e ingressos para museus e outras atrações. Passamos pela França, Grécia, Itália, Alemanha, Áustria, Bélgica, Holanda e retornamos à França. Luxemburgo estava no roteiro, mas o cansaço nos fez desistir. Retornei ao Brasil em pele e osso de tanto andar. Cada quilo perdido valeu muito à pena.

No ano seguinte fizemos outra viagem longa, e mais outra dois anos após. Não parei mais de viajar e lamento fotos e lembranças perdidas que tento agora recuperar.

Sei que meus amigos se identificarão ao ler esta postagem. Por isso, deixo-lhes meu agradecimento penhorado e faço questão de lhes dizer o quanto aprendi com seus ensinamentos.

Foram eles que me mostraram e me fizeram sentir a real dimensão de nosso planeta; que me ensinaram a traçar caminhos nos mapas e alçar voos cada vez mais altos. Foram meus amigos que me ensinaram a segurança necessária para viajar e que consigo transmitir agora a quem viaja comigo.

A vocês, muito obrigada. Creio que este blog seja a prova de que aprendi a lição.

Vamos lá:

RIO DE JANEIRO – O Rio foi nosso ponto de partida em 23 de junho de 2014. Portanto, nada a acrescentar nesta postagem, a não ser as FORMALIDADES JUNTO À RECEITA FEDERAL NO AEROPORTO DO GALEÃO.

NOTA: Caso você queira levar mais $$$ do que o permitido pela Receita Federal, clique no link acima e saiba o que fazer.

No mais, é lhe desejar Boa Viagem!

 

BRSIL, Rio de Janeiro, RJ. Hotel Linx . Galeão


Foto em Destaque: Lazer do Hotel Linx.

Começo o blog e minha viagem de 2014 com uma nota negativa. Não a respeito do Linx propriamente dito, mas pela penúria do jantar servido, incompatível com a estrutura do hotel e o preço cobrado pela diária.

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Grande Área Construída

Decidi ficar no Hotel Linx uma noite por ser muito próximo ao Aeroporto Internacional Tom Jobim. Como estávamos em época de Copa de Mundo e uma manifestação dias antes havia interrompido o tráfego no local, resolvemos – eu e meu fiel escudeiro, amigo e companheirão de viagens – dormir neste hotel. Qualquer imprevisto bastaria sair pela avenida arrastando as malas, pois o aeroporto dista em 500 metros do Linx.

O nome é pomposo: Linx Hotel International Airport Galeão e as fotos mostradas em sites de viagens convencem. Foi por isso que caímos na armadilha.
O hotel é novo, possui dependências espaçosas, área de lazer satisfatória (como podem ver na foto da piscina, por exemplo), quarto e banheiro amplos e limpos, colchões e travesseiros confortáveis e amplo espaço para malas e roupas.
Atendimento cortês, além de condução própria e gratuita para o Aeroporto Tom Jobim.

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Quartos Limpos e Bem Arrumados.
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Excelente Espaço Para Malas.

Do que não gostei:

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Beleza Não Põe Mesa.

O buffet deixou muito a desejar. Apesar da boa apresentação, os pratos pecaram em sabor (?) e criatividade: salada de repolho e rabanete é um exemplo!

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Buffet insosso.

Em tempo de vacas magras comia muito bem em pensões no Centro do Rio onde a comida era saborosa. Os pratos eram bem temperados e o menu variado.  Não esses pratos insossos que o Hotel Linx teve a coragem de oferecer em junho de 2014. Serviço descuidado. Dois rechauds estavam sem lume, o que resultou em comida completamente fria!

Um hotel com o porte do Linx e próximo a um aeroporto deveria dar mais atenção à cozinha. E como no entorno não há concorrentes – o hotel fica em meio ao nada -, ou o hóspede se sujeita ao que lhe é oferecido ou fica com fome.

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Sobremesas Saborosas (pelo menos isso!)

Fui salva pelas sobremesas: nada sofisticadas, mas saborosas.

Café da Manhã:
Deu de 10 x 0 no jantar.P1030901

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Não recomendo o Linx Hotel Galeão por conta do péssimo serviço no jantar. E como não há concorrentes nas imediações, não há escolhas: ou o hóspede aceita o que lhe é oferecido, ou “mofa com as pombas na balaia”.

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