Arquivo da categoria: COMPRAS

Endereços e sugestões de compras.

BRASIL. CEARÁ, CE – O Charme do Comércio de Jericoacoara.


IMAGEM DESTACADA: Por do Sol visto do Morro do Serrote, em Jericoacoara.

Pois é… Este é o mapa de uma das filiais do Paraíso. E está no Brasil! No Ceará, minha gente! No Ceará! Chama-se Vila de Jericoacoara – um lugar que atrai turistas do mundo inteiro e está ficando cada vez mais charmoso.
Sem entrar no mérito da questão anunciada no título da postagem, não posso deixar de citar duas atrações badaladas que ficam próximas à Vila:
1 – uma delas é a Duna do Por-do-Sol,  parte da moldura da própria Jericoacoara. É para lá que migram os visitantes que desejam ter uma visão privilegiada do ocaso.
A bem da verdade, esta duna já foi bem mais alta e havia quem a subisse em lombo de burro – quebra-galho oferecido por alguns jovens habitantes da vila, que encontraram nesse recurso a vantagem de descolar uma graninha dos mais comodistas assim como eu. Apesar de que, há 5 anos, escalei a duna na base da “viação canelinha” – minhas próprias pernas.

2 – A outra atração é a Pedra-Furada, cartão postal de Jericoacoara, onde você poderá chegar de algumas maneiras:

a) – A pé pelo Morro do Serrote. Trata-se de uma caminhada de aproximadamente 1 hora (ida e volta), mas que vale à pena. Não fica pesado porque você chegará lá, fará uma boa parada para clicar fotos ou fazer um vídeo…, tomar um banho de mar, quem sabe? Sentar-se em uma pedra para apreciar a paisagem… e depois retornar. O caminho começa na Rua do Forró. Basta pegar o trecho da lateral da Igreja Matriz e seguir.

b) – Em charrete, pelo mesmo Morro do Serrote.
Em agosto deste ano (2018) optamos por esse conforto, mas a desvantagem é que você, literalmente, só chegará à Pedra Furada se tiver disposição para descer o morro  a pé, tarefa que me pareceu trabalhosa.
Como fomos assistir apenas ao por-do-sol, não me aventurei em bisbilhotar por onde passar porque começou a escurecer. Escolhemos este horário por ser menos quente. Durante o dia a sensação é a de que abriram um maçarico em cima de você.

Durante o trajeto conversamos muito com esse jovem. Foi ele quem nos conduziu em charrete até a Pedra Furada.
Segundo nos informou, a prefeitura está providenciando outro caminho paralelo a esse de areia, só que será pavimentado. O objetivo é oferecer mais conforto a passageiros, charreteiros e, principalmente, aos animais.
Em terreno pavimentado fica mais fácil para os burros puxarem as charretes; e como não haverá buracos na estrada, não haverá solavancos; não havendo solavancos, o conforto será geral.
O jovem charreteiro nos contou também que é proprietário de 3 burros. Segundo ele, os animais ficam muito cansados por terem que puxar as charretes nesse tipo de terreno e por isso é preciso revezá-los.
Esteja certo de uma coisa: a pé ou de charrete, o passeio vale à pena e o aconselho. Aprecie as paisagens sem moderação. In loco, claro.

Fim de tarde visto do Morro do Serrote, em Jericoacoara.

c) – Pelo caminho das pedras, na maré baixa. Pode lhe parecer estranho, mas foi muito bom! Há gosto prá tudo, não é mesmo? Nessa de procurar a melhor pedra para pisarmos, o tempo passou e nem sentimos. É esse o caminho que os vendedores de água utilizam na maré baixa. Vários passaram por nós em uma velocidade espantosa e com uma caixa de isopor pesada nos ombros.  A impressão que tivemos foi a de que já sabem em quais pedras pisar.
Esta opção leva-o diretamente à Pedra Furada, com certeza, porque é, literalmente, o final da pedrada; isto é, do caminho. Ups! O  voo é direto, sem escalas.

d) – E a mais confortável, istepô, é você chegar lá de carro. Fiz esse percurso duas vezes. É o mais prático, claro, mas… nada tenho a dizer a respeito.


EVOLUÇÃO do COMÉRCIO – Finalmente!…

Voltamos a Jericoacoara após 5 anos e levamos um susto. Susto que costumamos levar quando vemos um lugar que conhecemos evoluir em curto espaço de tempo. Jeri foi demais!

Saímos para rever as famosas Lagoas Azul e Paraíso em companhia de Elivandro, pessoa simpática e gentilíssima que trabalha com Paulo (Off-Road Jeri), e nesse passeio botamos as novidades em dia. E haja papo. O conversê só parou na volta, na porta da pousada onde nos hospedamos. 
Conversa vai, conversa vem, comentamos a respeito do crescimento da Vila. Sem que tivéssemos citado a última vez em que estivemos em Jericoacoara, Elivandro foi categórico ao dizer que a Vila cresceu desse jeito em 5 anos. Batata!

Neste curto espaço de tempo italianos ergueram hotéis de alto padrão. Um restaurante que prima pela originalidade na decoração e excelente cardápio, o Na Casa Dela, abriu uma filial na própria Jeri – foi inaugurado enquanto estávamos lá.
Aumentou o número de pousadas e, pelo que me pareceu, de mercados também.
Há mais farmácias. Uma UPA elogiada por seus serviços está na entrada da Vila. Cafés bem atraentes oferecem cardápio variado – incluem refeições rápidas além de cafés incrementados, sanduíches e um monte de etecéteras. E boutiques. Muitas boutiques, cada uma mais bonita que outra.
Uma das sorveterias vive lotada – fabricação de diversos sabores, incluindo diet, no próprio estabelecimento.
Marcas bem conhecidas de roupas e perfumaria já atracaram em Jeri.
Becos que serviam apenas para corte de caminho viraram atração por conta do farto comércio.
Em função desse crescimento, Jericoacoara tornou-se mais iluminada. Explico: a Vila não conta com iluminação pública. É a iluminação das vitrines que ilumina as ruas. E dá pro gasto. Observe as fotos.


Na Rua do Forró uma boutique não usou nenhum tipo de revestimento no piso – é pura areia de praia, devidamente tratada.
Jericoacoara era uma antiga aldeia de pescadores e foi crescendo sem calçadas ou pavimentação nas ruas. A boutique Flor Jeri não fugiu à regra e também aderiu à areia de praia para cobrir o piso. Maravilha, porque não há nenhuma preocupação “em ter que varrer a loja para tirar a areia que trazem nos pés”.


Ao lado, outra loja chama atenção pelas redes artesanais confeccionadas em puro algodão.

Mais adiante a escola de dança anuncia ritmos e horários de aula. Está colada à agência dos Correios.

Muitos becos e ruas sem movimento foram interditados à veículos pesados. Ótima decisão, levando-se em conta que as mercadorias expostas nas vitrines podem chamar a atenção dos transeuntes e levá-los a se distraírem e amargarem acidentes.

Esta doceria caprichou no artesanato da porta que faz as vezes de cortina. É sensacional! Parei para olhar e fotografar, mas… acabei viajando no trançado.
Jericoacoara está que é puro charme.

Nesse beco, floreiras  chamam atenção pela criatividade…

… e no Centrinho também. Este jacaré não parece engolir a árvore?

Há cinco anos nem se imaginava Jericoacoara com um Café charmoso como esse.


A Color Time fez uma chamada bem interessante para o Dia dos Pais.

Observe! A iluminação das ruas provém de vitrines e das próprias lojas. Em Jericoacoara não há iluminação pública. E precisa?

Esta vitrine pertence a uma loja que, a meu ver, é a mais bonita da Vila. Chama-se Conto de Fadas. Por ser muito grande e em L, conta com duas portas. Trata-se de uma boutique de bijuterias e de peças para decoração.
Ao fotografar o interior de qualquer lugar costumo pedir licença ao responsável. Uma funcionária indicou-me um jovem senhor que estava um pouco afastado de uma das entradas. Era o  proprietário. Um francês simpaticíssimo com quem batemos um papo de 20 minutos. Contou-nos como havia chegado à Jericoacoara e mais algumas curiosidades.

Problemas com celular? Faltou bateria para sua máquina fotográfica? Esqueceu o carregador? Não há com o que se preocupar porque em Jericoacoara você encontrará uma loja especializada no assunto. Atendimento simpático e muito educado. Aonde? No Beco do Forró.

Lá você só não encontrará lojas de uma especialidade… Será que você advinha qual é? Dou-lhe uma…, dou-lhe duas…, dou-lhe três. Não matou a charada? Então, lá vai: sapataria!…


1º dia na Rota – De Fortaleza a Jericoacoara
2º dia na Rota – Jericoacoara – Lagoas: do Paraíso e Azul
3º dia na Rota Andanças Por Jericoacoara.
4º dia na Rota – De Jericoacoara a Luiz Correa, PI.
5º dia na Rota – Carnaubinha Praia Resort.
6º dia na Rota Barreirinhas e Circuito Lagoa Azul.
7º dia na Rota – Santo Amaro do Maranhão
8º dia na Rota – Flutuação no Rio Formigas, em Barreirinhas
9º dia na RotaDe Barreirinhas à Jericoacoara.

A Ex Bem Cuidada POUSADA D’AREIA.
– Divino Cafeteria no Centro de Barreirinhas – É Divina!
– Hotel Villa Beija-Flor, em Jericoacoara.
– Hotel Villa Terra Viva, em Jericoacoara.
– Conto de Fadas – onde comprar em Jeri.


 

“Todas as viagens têm suas vantagens. Se o viajante visita países que estão em melhores condições, ele pode aprender como melhorar o seu. E se a sorte te levar a lugares piores, você pode aprender a aproveitar o que tem em casa “. – Samuel Johnson


BRASIL. CEARÁ, CE. Conto de Fadas – Uma Loja Irresistível em Jericoacoara.


IMAGEM DESTACADA: Porta principal da loja.

Um belo dia, um francês simpático e boa pinta que mostrou-nos apreciar um conversê, chegou ao Ceará atraído pelos famosos ventos de Preá. 
Niki nos aproximamos do jovem senhor apenas para lhe pedir autorização para fotografar a loja, engrenamos em um papo que durou mais de 20 minutos.
Pela receptividade e atenção que nos dispensou, o desportista (ainda pratica kite) demonstrou que está totalmente integrado ao perfil descontraído e amistoso de quem mora em um país tropical. E em se tratando de Jericoacoara, istepô, mesmo que você queira se estressar, vai ser difícil.
Jeri contagia; a Vila entra na veia da gente sem que percebamos; daí, quando você se dá conta…, já está contaminado. E não tem cura! Sofro de Jericoacoarite crônica desde 2010.

Nesse curto espaço de tempo, Monsieur nos contou como chegou à Jeri.
Igual a tantos outros praticantes de kitesurf, o jovem se apaixonou pelo lugar e foi ficando, ficando… Constituiu família… E, não faz muito tempo, abriu a loja mais iluminada e chamativa da Vila de Jericoacoara: a Conto de Fadas.

A entrada mais atraente é pela Rua Principal. Como a loja é grande e em forma de “L”, há outro acesso pelo Beco Doce.
Chegamos a fim de olhar as mercadorias com bastante atenção e o fizemos por longo tempo.

Na Conto de Fadas as mercadorias primam pelo excelente acabamento. Algumas peças chamam atenção pela delicadeza e riqueza de detalhes. Outras, maiores, pela criatividade – a beleza desta arraia quase me levou à contemplação.

BRINCOS, COLARES, ANÉIS, BOLSAS GRANDES E SALTOS ALTÍSSIMOS sempre foram minha grande paixão.
Na década de 80 trouxe da Espanha bijuterias que assustavam pelo tamanho. Eram brincos de pingentes coloridos que ultrapassavam a altura dos ombros.  Fora esses discretos modelitos,  trouxe outros de argolas imensas. Vez ou outra ouvia uma piada na rua, uma crítica debochada no trabalho…, na faculdade…, mas não me importava.
Daí, mô quirido, apesar da idade avançada, quando me vi diante dessas vitrines quase que marido teve que chamar um Bombeiro para me resgatar de lá.

Observem esses brincos!!! São levíssimos.

Os anéis e os brincos agora são menores, mas dos colares e das bolsas grandes não abro mão.

O jovem proprietário contou-nos que recebe mercadorias de diversas partes do Brasil. Entrei na brecha e lhe disse que Florianópolis produz belíssimos artesanatos, se ele os conhecia, coisa e tal, mas…, respondeu-me que sair de Jeri para vê-los lá no sul “é muito longe”. Que pena!..

À esquerda, no painel, estão os chaveiros – cada um mais lindo que o outro.
Quando vi esses colares, o esforço foi sobrenatural para resistir. Consegui. Ufa!

  

Para quem gosta de pulseiras, provavelmente vai se perder neste universo de maravilhas. Pulseiras confeccionadas com capim dourado destacavam-se das demais bela beleza.


Todas as bijuterias são de fino acabamento.
Para quem cultua Beleza, indico a Conto de Fadas. Aprecie sem moderação.


1º dia na Rota – De Fortaleza a Jericoacoara
2º dia na Rota – Jericoacoara – Lagoas: do Paraíso e Azul
3º dia na Rota Andanças Por Jericoacoara.
4º dia na Rota – De Jericoacoara a Luiz Correa, PI.
5º dia na Rota – Carnaubinha Praia Resort.
6º dia na Rota Barreirinhas e Circuito Lagoa Azul.
7º dia na Rota – Santo Amaro do Maranhão
8º dia na Rota – Flutuação no Rio Formigas, em Barreirinhas
9º dia na RotaDe Barreirinhas a Jericoacoara.

A Ex Bem Cuidada POUSADA D’AREIA.
– Divino Cafeteria no Centro de Barreirinhas – É Divina!
– Hotel Villa Beija-Flor, em Jericoacoara.
– Hotel Villa Terra Viva, em Jericoacoara.
– Conto de Fadas – onde comprar em Jeri.
– O Farto Comércio de Jericoacoara.

"A prova de que no futuro não existirão viagens no tempo, é que não estamos sendo visitados pelos viajantes do futuro." -Stephen Hawking

ARGENTINA, AR: Pátio Quinquela, em LA BOCA.


IMAGEM em DESTAQUE: Fachada da Galeria.

QUINQUELA
A galeria homenageia um pintor autodidata de nome Benito Juan Martín. Recém nascido, foi abandonado pela mãe e levado a um orfanato por onde permaneceu por 7 anos, até ser adotado pela família Chinchella.
É um dos pintores mais conhecidos da Argentina.

A GALERIA
Trata-se de mais uma opção de compras na Magallanes, a rua do buchincho do Bairro La Boca.
Lugar agradabilíssimo, aconchegante, comércio organizado, tranquilo e com opção para você matar a sede ou tomar um cafezinho enquanto aguarda a patroa aparecer cheia de sacolas e sua carteira vazia.

Detalhe: bancos para os quem preferem ficar distante das compras, aproveitar para bater um bom papo com um amigo ou permanecer em silêncio, descansando.

No final da avenida, na parte coberta, mais opções para passar seu cartão de crédito.
Já havíamos caminhado bastante, visto muito coisa. Daí chega um momento em que o cansaço domina, a paciência acaba e não me deixo atrair mais por qualquer preço convidativo. Foi o caso.

Cunhada e sobrinha encontraram forças para dar uma volta no ambiente, mas não viram nada que lhes chamasse atenção.

O centro de compras é pequeno, o que favorece a busca pelo objeto desejado. É muuuiiito agradável.
Para ser franca, entrei porque o pátio me conquistou pela aparência assim que passei pela porta.
Vale a visita mesmo que você não esteja disposto a comprar nada.

*****

ARGENTINA, AR: Calle Magallanes – A Rua Mais Animada Do Bairro La Boca.


IMAGEM DESTACADA: Conventilho visto do Centro Cultural de Los Artistas.

LA BOCA
era sinônimo de Camiñito, sua mais famosa rua.
Nem o estádio de futebol conhecido como La Bombonera, em minha opinião nada modesta,  Continuar lendo ARGENTINA, AR: Calle Magallanes – A Rua Mais Animada Do Bairro La Boca.

BRASIL, RIO DE JANEIRO, RJ: Grão da Terra, em Copacabana – O Paraíso Para Quem Gosta de Comer.


IMAGEM em DESTAQUE: Fachada da loja em Copacabana.

A loja foi inaugurada no endereço onde durante anos funcionou um restaurante bem conceituado de Copacabana: o Cirandinha.
Não há quem não admire a loja. Não há. A primeira vez que a visitei fiquei encantada; não fosse meu fiel escudeiro dar um basta em meus gastos, seria capaz de sair comprando até o desnecessário.
Aviso: consumidores compulsivos têm que tomar muito cuidado porque o babado é forte.
Lá você encontra o que imagina e o que não imagina. E para não ficar de blá-blá-blá, prefiro que veja as fotos e saiba onde encontrar muita novidade. Vamos lá:

Manteiga de garrafa e farinhas de várias qualidades estão logo à esquerda de quem entra.
Cereais em flocos, balas e folhas para chás.
Tudo que você imagina em matéria de vitaminas encontrará fartamente na loja.
Nozes, amêndoas, castanhas etc…

Farinha de jabuticaba. Você já conhecia? E farinha de berinjela? Também nunca tinha ouvido falar.

Problema intestinal? Muitos aderem ao Psyllium, produto natural para quem sofre com prisão de ventre. Mas a farmácia da Grão da Terra não para por aí: há muitas ervas para quem não vive sem um chazinho.

E para quem não dispensa um bom sorvete, à direita de quem entra há uma sorveteria com direito a todos aqueles incrementos já conhecidos: castanha de caju, confetes coloridos, chocolates granulados, caldas, etc.

Produtos importados adotados por quem frequenta academia a loja também oferece.

Manga seca e Gojiberry – planta rica em vitamina C, originária das montanhas do Tibet, que promete controle de colesterol, proteção ao coração, prevenir derrames e outros benefícios.

À direita, limão desidratado. À esquerda, ameixas sem caroço.

Banana passa no primeiro recipiente à direita, no alto. Ao lado, na sequência, vários potes com frutas secas.

Gengibre cristalizado de três tipos.

Arroz cateto, arbóreo, oriental, milho picado… E por falar em milho, há um milho torrado apimentado e outro temperado com curry e wasabi que é uma delícia. É começar a comê-los e não parar mais.

Morango seco, você conhecia? E limão cristalizado em tiras?

Abacaxi, casquinha de laranja, tangerina, figo… tudo cristalizado.

Espinafre em folhas e em pó. Vai nessa?

Sal rosa do Himalaia – fino e grosso.

Caldos de galinha e legumes. E o vinagrete, prontinho para você usar do jeito que melhor lhe aprouver.

Este, não conhecia: caldo de queijo.

Raiz de Gengibre na foto acima.

Cranberry – a etiqueta informa que combate infecção urinária e é antioxidante.

A ala das folhinhas para chás. Tem de “um tudo” – já dizia minha avó.

Não resisti e comprei o tempero ANA MARIA. Versátil, serve para dar um UP até no arroz; gostei muito.

Tempero da Ana Maria e do EDU também. Este ainda não experimentei.

As estantes de artigos diet oferecem marcas bem diferentes daquelas que costumo adquirir na praça.

Alimentos do tipo esfiha, quibes e assemelhados você também encontra na Grão da Terrabem como pastas de soja saborizadas, sucos zero, água de côco (foto abaixo).
Estes artigos ficam em geladeiras.

Sucos de misturas diferenciadas, embalagem de 1 L de água de côco e suco integral de uva também ficam em geladeiras.

Ingredientes utilizados na culinária japonesa também se encontra na loja, além de diversos tipos de óleo de cozinha, tais como o de côco, muito utilizado antigamente.

Minha mãe cozinhava com a Gordura de Côco Carioca, famosa na época. Era um produto barato que rendia bem, além de saborizar a comida; a lata era redonda e alta. Hoje em dia as embalagens são acanhadas e o preço, sim, é que é alto – inversão de valores.


Óleos de abacate, açaí, calêndula, amêndoas, soja, para tudo que é finalidade.

Caixas sem tumulto e organizado. Há três funcionárias trabalhando no setor.

As fotos ilustram a variedade de rótulos oferecidos pela Grão da Terra. Junto ao caixa bolinhas embaladas em palha de milho chamam atenção pela originalidade. O que você imagina que contêm? Pa-ço-ca!.
Além de açúcares, chás, azeites, biscoitos, massas e muitos etecéteras, logo na entrada nos deparamos com embalagens robustas de alho e pinhão em conserva, além da azeitona, claro, que não poderia faltar.

A loja é fantástica. Você precisará de tempo para bisbilhotar cada prateleira e isso leva tempo. A loja é grande e a diversidade de rótulos é imensa.
Não há quem não se deslumbre e não se prometa voltar. As expressões de admiração você ouve de pessoas que a visitam pela primeira vez, enquanto escolhe o que comprar.

São várias lojas espalhadas pela cidade: na Penha (Largo do Bicão); em Madureira (Mercadão); em Cascadura; na Praça Seca e em Copacabana.
Segundo informações dos vendedores, brevemente a Tijuca contará com um Paraíso desses.

NOTA: Nesta loja há duas nutricionistas para orientar a clientela. Uma delas está me devendo uma informação: com quantos títulos a loja trabalha.


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ARGENTINA, AR: Caminito – Uma das Ruas Mais Famosas de Buenos Aires.


IMAGEM DESTACADA: Conventilhos do Bairro La Boca.

Ao contrário do que algumas pessoas pensam, Caminito não se trata de um bairro argentino, mas de uma famosa rua do bairro La Boca, contornado pelo rio Matanza.
O bairro abriga ainda o famoso estádio de futebol conhecido como La Bombonera – do Boca Juniors -, o Museu de Belas Artes Benito Quinquela Martín, e, ao lado deste, o Teatro de La Ribera.

CAMINITO
Uma das pontas desta rua fica em um largo chamado La Vuelta de Rocha e a outra na Gal. Gregório Araóz Delamadrid.

Homenagem aos marinheiros na VUELTA de ROCHA.

La Vuelta de Rocha trata-se de um largo que acompanha a curva do Rio Matanza. Neste lugar, em 1936, residia um fazendeiro e comerciante chamado Antonio Rocha – vem daí o nome do lugar.
Neste largo há um mastro muito interessante, bem composto por cesta de gávea e escadas.
Quantas vezes, no cinema, ou mesmo em história em quadrinhos, vimos piratas ou descobridores gritarem “Terra à Vista” de dentro de uma cesta dessas?

Do outro lado da calçada encontrei uma novidade que em outubro de 2011 ainda não estava lá : uma escultura fantástica executada com quadros de bicicleta pelo artista chinês Ai Weiwei produz vários efeitos óticos, dependendo do ângulo em que é observada.
A obra intitulada “Forever Bicycles“ mede 9 m de altura por 16 m de comprimento e conta com 1254 bicicletas de aço. Mais informações a respeito do artista e de suas obras, clicar aqui.
A Fundação Proa do Bairro La Boca inaugurou esta exposição em 25/10/2017 e estava com data de encerramento prevista para 25/02/2018. Imagino que deva ter feito muito sucesso; cliquei a foto em 24/3/2018 e a obra formidável ainda estava lá. Sorte nossa!

Em frente ao largo, fica o icônico prédio localizado nas esquinas das ruas Caminito e Magallanes.
Trata-se do edifício cuja parede colorida tem servido de cenário para fotos, filmagens e obras de arte dos artesão que expõem diariamente suas mercadorias na famosa rua.

Um pouco mais adiante o cenário muda radicalmente, mas mesmo assim não é menos interessante: são os conventilhos – tipo de habitação que conhecemos como cortiço, cabeça de porco ou casa de cômodos – em que muitas pessoas habitam o mesmo compartimento de uma casa.
Nesses ambientes as condições de higiene costumavam ser precárias.

Calle Camiñito esquina de Gal. Gregório Araóz Delamadrid.
Personalidades argentinas acenam de um balcão na Gal. Gregório Araóz Delamadrid.

Os conventilhos surgiram por conta do excesso de imigrantes e a falta de lugar onde alojá-los.
Exagerado número de pessoas eram colocadas em cubículos onde não havia nem ar e nem luz. A superlotação foi a origem para muitas enfermidades tais quais tuberculose e cólera. Espaços para 50 pessoas eram ocupados por 200.
Tintas que sobravam de pintura de barcos e navios eram utilizadas para pintar paredes. Este colorido foi conservado até hoje e,  felizmente, com objetivos bem distintos daqueles vividos entre 1895 e 1914.
Banheiros, banhos, como dormiam e cozinhavam, você poderá saber em pormenores  clicando aqui. Triste história.

Abaixo, um exemplo de conventilho na Gal. Gregório Aráoz de Lamadrid,  bem melhorado em aparência. Os conventilhos conservados são aqueles que abrigam comércio. Os demais, utilizados como residência, deixam a desejar em aparência.

Nesta parte do bairro há comércio abundante. Muitas peças originais para decoração e para uso diário estão por toda parte. Deixar-se atrair pelo que se vê de imediato é trair seu próprio bolso – cuidado! Os preços mais altos costumam ser os das lojas mais próximas aos pontos extremos da Camiñito: imediações da Vuelta de Rocha ou da Gal. Gregório Araóz Delamadrid. Pesquise muito antes de comprar qualquer coisa.

Rua General José Garibaldi
Esquina das ruas Gal. José Garibaldi com Gal. Gregório Aráoz Lamadrid.
Gal. Gregório Aráoz Lamadrid.

Nesta galeria mostrada na foto acima encontramos preços bem convidativos logo na primeira loja à direita. Um pouco mais para o meio, à esquerda, os preços eram arredondados pelo vendedor – um jovem senhor muito simpático que discursava a respeito das mercadorias com uma capacidade de convencimento como raramente se vê. O esperto vendia bolsas de modelos muito diferentes que os da vizinhança. Neste caso, se você for consumista assim como eu, pergunte-se imediatamente se o preço valerá o uso que fará da peça. Normalmente, desisto.

O MOVIMENTO
do bairro aumentou muito de 2016 para 2018. Restaurantes ampliaram suas instalações mobiliando ruas com mesas, cadeiras, todos, cercados, vasos de plantas, iluminação especial, cartazes, enfim, tudo a que têm direito para chamar atenção.
Um deles deve atrair sulistas brasileiros pelo nome: Blumenau.

Como somos descendentes de catarinenses, meu irmão, curioso, quis conhecer o proprietário do restaurante. Pura decepção: o boneco que representa um Fritz até bem magrinho, e segurando um caneco de chopp, é apenas para atrair brasileiros – o proprietário é argentino.

1-  Bairro La Boca.



 

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ARGENTINA, AR – Galerias Pacífico, em Buenos Aires: Patrimônio Histórico Argentino.


FOTO EM DESTAQUE: Interior da Galarias Pacífico.

Foi declarada Monumento Histórico Nacional e nem poderia ser diferente.
Externamente, o prédio, em si, já é uma obra de arte. Seu interior deslumbra. Sua beleza é impactante; não há quem não o aprecie. A meu ver, é passagem obrigatória para quem vai a Buenos Aires, nem que seja apenas para tomar um café.

COMPRAS e ALIMENTAÇÃO
Em 2011/12 o shopping ainda não havia ampliado o setor que conhecemos como praça de alimentação.

Em 2016 assustei-me com o movimento que encontrei no sub-solo: vários Cafés, lanchonetes e restaurantes do tipo fast-food tomaram conta da área. E não parou por aí: lojas de preço mais acessíveis também se instalaram neste piso. A Morph foi uma delas. Adoro a Morph. Todas as mercadorias chamam atenção pela criatividade e os preços são bem convidativos. É lá que compro lembranças para os amigos e, de quebra, acabo me presenteando com alguma coisa. Acho que mereço.
Voltando à vaca fria: até nos depararmos com esses acréscimos, nossa preferência para almoçar, lanchar ou tomar um simples cafezinho recaía sobre o Francesca. Esse espaço foi totalmente remodelado e nem reparei se ainda conserva o nome. Está bem mais confortável, pareceu-me mais amplo, não sei, e o atendimento continua cortês.

O elegante e antigo Francesca, no sub-solo das Galerias Pacífico.

A agência de câmbio foi remodelada e também continua no mesmo lugar. O câmbio pode não ser o melhor do pedaço, mas quebra um galhão pela comodidade.

O CENTRO CULTURAL BORGES
Nem todo mundo sabe, mas há um Centro Cultural dentro das Galerias, desde outubro de 1995.
Nada mais natural para um edifício inspirado e concebido no estilo arquitetônico Beaux-Arts, para abrigar uma loja que se assemelhasse à Bon Marché parisiense.
Esse foi apenas o começo. Em 1896 o Museu de Belas Artes ocupou parte do edifício…
Centro cultural e Galerias contam histórias desde 1889. Saiba mais a respeito do clicando aqui.
ACESSO: o prédio das Galerias Pacífico ocupa um quarteirão compreendido pelas ruas: Florida, Córdoba, Viamonte e San Martin. A entrada do centro cultural está nesta última esquina.
Ainda não o conheço, mas tenho lido excelentes referências. Há acomodações na platéia e no mezzanino.
No site do CCB você encontra informações a respeito de preços e horários. Clique aqui.

MAS, A SURPRESA MAIOR …
ficou por conta de uma publicação na internet que me deixou de cabelo em pé!
“Em 2007 a jornalista canadense Naomi Klein escreveu um livro intitulado The Shock Doctrine.
Neste livro ela descreve como o edifício foi usado como um centro de tortura pela junta militar que governou a Argentina de 1976 a 1983.”
… “descobriu-se que em seus porões o Primeiro Exército escondeu alguns de seus desaparecidos.”
“… as paredes das masmorras ainda traziam as marcações desesperadas feitas por seus prisioneiros há muito tempo mortos: nomes, datas, pedidos de socorro.”

E como dizia o jornalista Paulo Alceu: “Enquanto isso…, a vida segue.”

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ARGENTINA, Buenos Aires: A Casa do Doce de Leite.


FOTO DESTACADA: Fachada de Uma Das Lojas de San Telmo.

Endereços: Há dois endereços na Calle Defensa: uma no número 733, que está no mapa, e outra em frente à Praça Dorrego, no número 1060.
Horário de Funcionamento: De Segunda a Domingo, de 10.00 h às 20.00 h.


Nosso objetivo neste dia era a visita à Zanjón de Granada, alvo de uma próxima postagem, e fotografar a não menos conhecida Casa Mínima, bem pertinho.

Casa Mínima.

CALLE DEFENSA
Aconteceu que chegamos bem antes do horário marcado para a visita, e decidimos tomar um café e rever essa rua notável de Buenos Aires, igualmente foco de postagem futura.
Nessa de andar prá lá e prá cá, um toldo vermelho acabou nos chamando atenção. Quando lemos o nome da casa, atravessamos a rua e fomos bisbilhotar. Niki olhamos prá dentro da loja, cheguei a sentir o gosto dos doces-de-leite.

A DECORAÇÃO
chama atenção pelos móveis antigos que servem de apoio para os diversos tipos de mercadoria: doce-de-leite de diversas marcas e tipos, licores, alfajores, geléias, vinhos, temperos, chocolates, ervas-mate, cuias, açúcares, enfim, só me dei conta de que a charmosa loja trata-se de um pequeno e especializado mercado, ao recrutar as fotos para postar.
As embalagens são tão requintadas quanto algumas peças que compõem a decoração. Requinte descontraído por uma vaquinha que faz plantão na porta e por uma imensa bandeira da Argentina.

Com calma fui apreciando móveis, espelhos e produtos que o recepcionista brasileiro Raphael apresenta com muita simpatia, cordialidade e técnica. Ele se aproxima de mansinho…, assim como quem não quer nada…, cumprimenta educadamente…, pergunta se você já conhece a loja… e daí, môquirido, quando você se dá conta, já tá envolvido com tudo. Senti-me Alice no País das Maravilhas.

No armário antigo pintado de branco da foto abaixo, bules de metal e porcelana, garrafas decorativas de vidro, potes, porta-retratos e miniaturas da Mafalda também estão à venda. Por estarem protegidos na vitrine, em um primeiro momento pensei que fizessem parte de “Móveis e Utensílios”, mas me enganei.

 

 

 

 

 

 

Para cada marca há uma degustação.

Não há escapatória: a loja aceita dólares e reais, e o câmbio não era mau. Portanto, fica o aviso óbvio: você terá que ter uma personalidade muito forte para sair de lá sem comprar alguma coisa.

Granola e doce de leite sem açúcar também fazem parte das tentações.
Nesta loja compramos várias caixas de alfajores de chocolate para presentear os amigos – preciosidades da culinária portenha que não pesam na mala.

Neste armário branco estão: açúcar orgânico, açúcar integral mascavo, mel e geléias.

Erva mate de diversas procedências (com ou sem mirtilo), cuias de tamanhos variados, garrafas térmicas e outros produtos gauchescos estavam separados nessa estante.

Nesta cristaleira sabores diversos de geléias sem açúcar pareciam acenar para nós. Aqui não tive dúvida: trouxemos alguns vidros. Ficamos com um e oferecemos os demais como presente.

A vaquinha símbolo-marca é plantonista na porta da loja, e figura nas bolsas de compras.

Ah! Quase ia me esquecendo: caixinhas de chás e chocolates você também poderá adquirir na La Casa del Dulce de Leche. Bate um bolão.

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