Arquivo da categoria: COMPRAS

Endereços e sugestões de compras.

HOLANDA . AMSTERDAM . CHEESE E MORE – VOCÊ JÁ COMEU QUEIJO AROMATIZADO COM LAVANDAS?


IMAGEM DESTACADA – Prateleira no Interior da Loja.

Inevitavelmente, quando se fala em Holanda, a imagem que vem à mente é de móóóiiita água, gado pastando, leite e queijos. São fantásticos!
A loja em questão fica em frente ao Bloemenmarket e faz o maior sucesso.
Provas estão à disposição dos pretensos compradores que se deliciam com os nacos dos queijos, mas quase sempre saem da loja sem comprar absolutamente nada porque os preços são muito mais salgados que os queijos.

Há queijos de diversos sabores distribuídos em vários tipos de embalagens.


O queijo escuro que se vê à esquerda nesta foto, é saborizado com alfazema. Não tive curiosidade para experimentá-lo. Na Provence caí na bobagem de pagar por um sorvete de lavanda e me arrependi; era tão perfumado quanto os sabonetes, as loções e tudo o mais que fabricam para perfumar. Valeu pela experiência.


Há muitos queijos incrementados com ervas e trufas. Estes sim, eram saborosos.

Mas a queijaria não se limitou à venda de queijos; a Cheese & More, como o próprio nome já diz, vende chocolates incrementados com amêndoas, avelãs, pistache e mais algumas delícias que só em olhar água a boca.
Vendem também os famosos stroopwafels – enjoativos por serem doces demais para meu gosto -, a receita de biscoitos mais antiga da Holanda. E por falar em biscoitos, a variedade também é grande.

A loja é uma festa de cores e sabores, além de muito atraente. Recomendo sem moderação.

As melhores histórias são encontradas entre as páginas de um passaporte…

CONTATO:

 

HOLANDA . AMSTERDAM . BY POPULAR DEMAND (Demanda Popular) . Onde Comprar Objetos Originais.


IMAGEM DESTACADA – Parcial do Interior da Loja.

Sem me delongar: trata-se de uma loja muito boa para compras. Objetos diferenciados estão à disposição do comprador nas várias prateleiras, sem proibições. O bisbilhoteiro pode dispor das peças a fim de analisá-las criteriosamente, sem problemas.

O endereço está ali em cima no mapa. E para que tenha idéia da variedade, seguem algumas fotos.
Passei por lá duas vezes; a vontade de trazer algumas coisas foi grande, mas me contive. Ficará para a próxima.

Tudo ressalta aos olhos, mas um objeto em especial chamou-me mais atenção: uma pequena máquina fotográfica.
A marca era totalmente desconhecida para mim: Lomo – as iniciais de Leningradskoye Optiko Mechanichesckoye Obyedinenie (União de Óptica Mecânica de Leningrado).

Daí, passados alguns dias de nossa chegada ao Brasil, ao passar as fotos da loja BPD para o computador, lembrei-me do nome da máquina e pesquisei o seguinte: trata-se de uma tentativa de introduzir no mercado u’a máquina de foco único tal qual aquela que aqui no Brasil era conhecida como Kodak Rio 400 – não é só o primeiro soutien que a gente não esquece; a primeira máquina fotográfica também não.

O assunto é tão sério, que já existe uma Sociedade Lomográfica Internacional!
O objetivo é libertar-se de “técnicas” e clicar o que o você vê –  simples como piscar de olhos.
O Brasil já entrou nesse time, mas confesso que nem desconfiava do que se tratava.

Essa história é fora de série e começou em 1982. Caso queira saber mais a respeito do assunto, basta clicar aqui.
Achei interessantíssimo o objetivo do proprietário da fábrica: a criação de imagens sem preocupações com foco, iluminação, enquadramento… Daí me lembrei do seguinte: tenho u’a máquina que filma até 20 (ou seria 30? Já nem sei mais) metros de profundidade. A pequena não é Carmem Miranda, mas é notável. Acontece que para saber tudo o que a danada é capaz de fazer, eu teria que, literalmente, estudá-la! Daí, istepô, desisti. Li o manual do princípio ao fim, mas não é possível memorizar aquele livreto porque é muita coisa. Acabei ficando naquele basicão mesmo…, e tá muito bom. É isso aí!…

“As pessoas não fazem as viagens; as viagens fazem as pessoas.” -John Steinbeck.

CONTATO:

 

HOLANDA . AMSTERDAM . BLOEMENMARKT – O Mercado Flutuante de Flores . Onde Comprar Lembranças da Holanda.


IMAGEM DESTACADA – Parcial do Interior da Loja.

COMO CHEGAR
Levando em consideração que estávamos hospedados no Singel Hotel e o mercado de flores fica próximo, obviamente, optamos pela viação canelinha – as pernas.
Caminhamos lentamente até encontrarmos o mercado, localizado à beira do Singel Canal. Não demoramos mais que meia hora.

DE QUALQUER PARTE 
de Amsterdam o turista encontrará todo o tipo de condução para chegar a seu destino.

O QUE COMPRAR
Há uma infinidade de artigos holandeses para o turista comprar como lembrança – chaveiros, canecas, ímãs de geladeira, sementes em geral -, além de bulbos de tulipas e outros tipos de plantas tais como algumas que são bem conhecidas no Brasil:  lança e espada de São Jorge, cactos, costela de Adão, zamioculca e outras tantas.
A bem da verdade, não achei lá essas coisas o mercado de flores; o forte do Bloemenmarkt são as lembranças da Holanda, e esses artigos encontramos por toda a cidade. Mas, como está indicado como atração de Amsterdam, lá fomos nós.
Agora, maravilhosas, são as lojas que estão justamente em frente ao mercado de flores: as de venda de queijos, por exemplo, oferecem amostras fartas de seus produtos, e uma outra, especializada em artigos natalinos, é sensacional (motivo para outra postagem).

Miniaturas em louças das casas holandesas e ímãs de geladeira encontramos fartamente em cada balsa dessas.



Claro, não poderiam faltar os tamancos e as tulipas artificiais.


E como as drogas são liberadas, encontra-se até maconha enlatada, papéis para enrolar os cigarros que são consumidos em Cafés determinados – os “pontos” de encontro para quem gosta do babado.


 Cactus também encontramos de tudo que é jeito. Até em tamanho gigante, como nunca havia visto.


Alguns objetos decorativos me remeteram ao nordeste brasileiro. Vai saber!…

Quanto às flores… foi decepcionante. Levando-se em consideração o tipo de comércio anunciado, achamos a oferta bem raquítica.
Vale pelo que disse acima: o entorno é rico em comércio e o turista poderá bisbilhotar bastante.

” Viajar primeiro te deixa sem palavras. Depois te transforma num contador de histórias.” – Ibn Battuta.

CONTATO:

BRASIL . MINAS GERAIS . CAPITÓLIO . Onde Comprar No Centro E Nas Cercanias da Cidade.


IMAGEM DESTACADA – Beira de Estrada Nas Cercanias de Capitólio. Destaque para o Ipê Amarelo.

1 – CENTRO DE CAPITÓLIO,
nossa primeira parada.
Foi-nos dado uma hora e apenas alguns minutos para visitarmos a cidade – tempo muito curto para darmos uma olhada no comércio, visitarmos a Igreja, tomarmos um cafezinho. Continuar lendo BRASIL . MINAS GERAIS . CAPITÓLIO . Onde Comprar No Centro E Nas Cercanias da Cidade.

HOLANDA . AMSTERDAM . ALBERT CUYPMARKET . Uma FEIRA Espetacular Onde Você Encontra “De Um Tudo”.


IMAGEM DESTACADA: O óbvio…

A-DO-RO! feiras de bairro e frequentei-as assiduamente enquanto eram montadas perto da rua onde morava.
Quando me vi no portal da Van Woustraat, imediatamente pensei: meu Paraíso holandês é aqui! São 700 m de puro encantamento para quem gosta do babado.
Gostar de feiras livres é uma vocação; uma doença. Tá no DNA, sei lá; só sei que não tem cura. Não sabia prá onde olhar e cheguei até a bolar uma técnica para não perder nada: ir até à Ferdinand Bolstraat por um lado e voltar ao portal pelo outro. Não funcionou e acabei fazendo um zig-zag danado.
Peguei a indicação no blog do brasileiro Daniel Duclos e lá fomos nós.
Diria tratar-se não de uma Torre, mas de uma Feira de Babel. 
Por ter-se transformado em atração turística, inevitável ouvirmos vários idiomas e a diversidade de ofertas.

QUANDO IR e COMO CHEGAR AO BAIRRO DE PIJP (pronuncia-se Péi)
Desde 1912 que a feira funciona de Segunda à Sábado no horário de 9.30 h às 17.00. Esse horário poderá variar em função de condições climáticas, principalmente no Inverno.

Fomos até à Stationsplein (Praça da Central Station) e de lá tomamos um tram (o bonde).
São várias linhas que passam pela feira: a 16 e a 24 deixam-no na porta. As linhas 5, 3 e 12 passam nas proximidades. Como pagar, em que porta entrar, o que fazer para descer, abrir porta e outros etecéteras, veja aqui. É bem fácil.

Daí, para não me delongar, veja nas fotos quantas opções você encontra na feira. E vo-te dizê uma côza, istepô: não percorremos a feira toda. São 300 barracas! Naquele zig-zag paramos para comer um super hamburguer e de lá mesmo voltamos para comer a sobremesa nessa barraca da esquerda de quem entra na feira.


Logo que transpusemos o portal, à esquerda, vimos essa barraca. Ai, meus deuses! Ao ver os waffles recheados de chocolate, a boca encheu d’água. Onde comi a sobremesa? Lá mesmo. Um waffle feito na hora, quentinho, com calda de chocolate. 


O divino-espetacular waffle quentinho.


São diversas barracas de roupas. A maioria com estampas e/ou cortes muito interessantes.


Encontrar relógios nesse tipo de comércio é até normal. Agora, a quantidade de pulseiras…, nunca vi igual. 


E os queijos? E-os-quei-jos???


Malas, mochilas, carteiras, porta isso, porta aquilo…


As campainhas para bicicletas são lindíssimas! Deu vontade de trazer uma mesmo não tendo bicicleta.


O sortimento de frutas secas dessa barraca é espantoso. Até castanhas do Pará encontramos, e a bom preço!


Nessa barraca entrei em êxtase. Por pouco meu fiel escudeiro não chamou o segurança prá me tirar dali. Vi azeitonas de variados tons de verde, cada um mais lindo que o outro. Ui! E as azeitonas pretas? Dê uma olhada na foto e veja a variedade “de tons”. A boca aguou do princípio ao fim. Que falta faz um frigobar no quarto do hotel. Caramba!


Camarões em conserva! Loucura total…


E as pastas, as trouxinhas de folha de uva, os ovos de codorna temperados? E o aroma de todas essas delícias, só me provocando?
Para quem adora comer como eu, a vontade é de carregar tudo prá casa.
Não sei se fui salva pela falta de frigobar no quarto do hotel ou não. Agora, tivesse esse conforto, com absoluta certeza eu teria feito um rombo no cartão de crédito.

Flores, sabonetes, pasta de dentes, shampoo, talco…


Perucas coloridas, produtos especiais para cabelo, apliques de diversas cores, e até mechados.Móveis? Também tem. Tem meia, tem tamancos – nada a ver com esses dois, mas também tem panela, tapetes.


Aparadores originais com aproveitamento de bicicletas.

Roupas de cama e mesa; bolsas (abaixo) com modelos inusitados. Gostei da carteira coruja, mas resisti bravamente e não a comprei.


Quem diz que trata-se de uma bolsa?


Achei interessante o discretíssimo pingente da gargantilha. Abaixo, tecidos com estamparias originais e bem alegres.

Outros artigos que nos chamaram atenção foram esses: cuecas com estamparia de folha de maconha – muito comum na Holanda -, e acessórios femininos prá lá de sexy.
A estamparia “canabis” (ou “marijuana”) também se encontra em roupas e acessórios masculinos e femininos impressa em várias cores.


Artigos para decoração…

Encontramos uma barraca vendendo mangas a €0,99 cada.
E eu que pensei que só aqui no Brasil é que existisse essa história insuportável de colocarem preços com esses 0,99 centavos…

Peixes de diversas espécies – frescos ou defumados – também são vendidos na feira. Camarão, por exemplo, havia de tudo que é tamanho, tipo e qualidade, com ou sem casca. Preços de meio quilo variando bastante: €8,90, €12,50, €17,50.
O polvo espanhol, a €24,00 o quilo. Patas de caranguejo a €10,00 o quilo (com aquele cascão e tudo), e ovas a €20,00 o quilo.

Para almoçar paramos em uma hamburgueria também sugerida pelo Daniel Duclos: a Butcher.

O espaço é pequeno, está escondidinho atrás de algumas barracas, mas não tivemos problemas para encontrar nem a Casa e nem mesa disponível.

Para meu gosto, a carne dos hambúrgueres poderia estar temperada, mas não é assim que funciona. Nem sal tem. O tempero está à disposição do freguês – o lado positivo da situação.

Há diversos tipos de pães para acompanhar o hamburguer.  O pão árabe ficou ótimo no sanduíche que pedi; pelo menos, não tive necessidade de ficar paqueirando o sanduíche para estudar a melhor maneira para dar a primeira mordida.
Todas as opções do cardápio são bem servidas.

Havia dois jovens trabalhando na Casa: um rapaz, que montava os hambúrgueres, e uma moça que os grelhava.
Justo quando a jovem se retirou para o interior da Burguer, o jovem perguntou-nos de que país éramos; quando pronunciamos “Brasil”, ele nos disse que sua companheira de trabalho era brasileira e logo a chamou em alto e bom som.
Batemos um papo rápido, mais gostoso que o próprio hamburger.
Ela já havia morado em Amsterdam, voltou ao Brasil onde permaneceu algum tempo, mas optou por retornar à Amsterdam para ficar definitivamente.
Peguntei-lhe como era viver naquela cidade e a resposta veio com um largo sorriso no rosto.  “Não saberia mais viver em outro país”, nos disse. Segundo ela, com o alto salário! que recebe para tostar os hambúrgueres, ela vive tranquilamente: paga aluguel!, contas públicas, veste-se, diverte-se, e ainda sobra dinheiro.
Aconselhou-nos a não ficarmos em hotel, e, caso voltássemos à Amsterdam em outra ocasião, que alugássemos um apartamento por temporada. – É bem mais barato que ficar em hotel. Segundo afirmou, está feliz; muito feliz.



Meu fiel escudeiro, ao ver esta saboneteira, não pestanejou e comprou-a. Ficou uma graça na bancada do banheiro.

A feira é fantástica, não resta a menor dúvida. Na próxima ida à Amsterdam quero percorrer toda a feira. Mas, não em zig-zag.


CONTATO:

HOLANDA . AMSTERDAM . VAI COMER AGORA OU VAI LEVAR PRÁ LEVAR PRÁ CASA? SÓ COISA BOA!


IMAGEM DESTACADA – Fachada da Loja.

ENDEREÇO: Haarlemmerstraat 5 HS, 1013 EH Amsterdam, Países Baixos.
HORÁRIO DE ATENDIMENTO: De 2ª à Sábado de 8.00 h às 22.00 / Domingo: De 10.00 h às 22.00 h.

Em nosso primeiro dia de Amsterdam chegamos ao hotel em torno de 12.00 h. Como o horário do check-in seria a partir das 14.00 h, deixamos nossas malas guardadas em um espaço apropriado e saímos para almoçar. Continuar lendo HOLANDA . AMSTERDAM . VAI COMER AGORA OU VAI LEVAR PRÁ LEVAR PRÁ CASA? SÓ COISA BOA!

HOLANDA . AMSTERDAM . Patos de Borracha Fabricados Pela Holanda Com Seiva de SERINGUEIRA!!!


IMAGEM DESTACADA: Vitrine da Duck Store.

Não entendo a atração que esses patos de borracha exercem sobre uma fatia considerável de consumidores.
Patos desse tipo fizeram sucesso nos anos 40, flutuando nas banheiras das crianças.
Não fosse o sucesso alcançado, não haveria lojas espalhadas em diversos países.
Esses patos estão grasnando em Roma, Barcelona (2 lojas), Milão, Paris, Ilha da Madeira, Florença, Limassol (Chipre) , Amsterdam (2 lojas), Lisboa (2 lojas), San Marino, San Sebastián, Sevilha, Mallorca.
Preços diferenciados. Compras poderão ser efetuadas pela Internet.


Há quem os ache um encanto. Particularmente, não compraria nenhum deles e caso recebesse algum de presente, passaria adiante. São muito feios!!!

NOTA: 100% natural, são fabricados com seiva de uma árvore muito conhecida dos brasileiros, a Hevea Brasiliensis, muito conhecida como seringueira ou árvore da borracha.


CONTATO:

 

HOLANDA. LISSE . KEUKENHOF – Uma Tulipa Chamada BRASIL.


IMAGEM DESTACADA: Uma das estrelas da estufa.

O assunto Keukenhof já deu o que falar, filmar e fotografar, mas a gente sempre acaba lendo alguma novidade em algum lugar. Continuar lendo HOLANDA. LISSE . KEUKENHOF – Uma Tulipa Chamada BRASIL.

HOLANDA. ZAANSE SCHANS . O Lugar Onde Os Ventos do Norte Movem Moinhos.


IMAGEM DESTACADA: Clique  efetuado do barco em que navegávamos pelo Rio Zaan (vide abaixo).

COMO CHEGAR – TREM
No mapa acima você pode ter uma idéia do trajeto feito por trem, marcado em linha azul, e o feito por ônibus, marcado em cinza; ambos saindo da Centraal Station.
O trem segue na direção Uitgeest; observe as indicações abaixo que é para não seguir, sem querer, até ao final da linha.
Consulte no site da NS os horários de partida e o preço da passagem. O site é bastante informativo e avisa caso haja algum imprevisto na linha. Continuar lendo HOLANDA. ZAANSE SCHANS . O Lugar Onde Os Ventos do Norte Movem Moinhos.

HOLANDA. AMSTERDAM. CASA BRASIL PORTUGAL: Tudo Para a Sua Feijoada!


IMAGEM DESTACADA: Fachada do mercado.

COMO CHEGAR:
Como estávamos hospedados em hotel próximo à Centraal Station, o Singel Hotel, quando não usávamos a viação canelinha – nossas pernas -, íamos de bonde até onde fosse mais próximo de nosso alvo e depois continuávamos a pé. E foi assim que fizemos para chegar à Kinkerstraat, onde no número 28 pulsa um coração do Brasil ao lado de outro de Portugal. Continuar lendo HOLANDA. AMSTERDAM. CASA BRASIL PORTUGAL: Tudo Para a Sua Feijoada!