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BRASIL, SC – Enseada do Brito, Palhoça.


Quem passa batido pela BR 101 em direção ao sul, nem desconfia que bem próximo de Florianópolis, escondidinha, está a Enseada do Brito, um dos berços da colonização do Município da Palhoça pelos açorianos.

A localidade é pequena, mas por seu valor histórico merece maior atenção.
O vídeo seguinte lhe dá uma idéia do que seja a Enseada do Brito. Clique aqui para vê-lo.
Quem conta com riqueza de detalhes a história da colonização do município da Palhoça pelos açorianos ( e muito mais!) é o professor Vilson Francisco de Farias, cujo blog recomendo sem restrições. Clique aqui e confira.
O relato do professor Vilson  é rico em minúcias e não só por isso é por demais atraente. É es-pe-ta-cu-lar! navegar nas linhas de seu discurso e poder imaginar a Enseada do Brito daquela época.
O número exato de pessoas que partiram de cada ilha do Arquipélago dos Açores não escapou das pesquisas do professor, bem como sobrenomes portugueses deixados como herança para todos nós.
A Enseada do Brito é para ser degustada… É excelente lugar para quem deseja, realmente, descansar –  deixar-se levar por aquela madorna após o almoço, embalado por aquele barulhinho de pequenas ondas quebrando na beira da praia. Bah, guri… é bom demais!

São esses lugares menos badalados por turistas que me chamam atenção. Apesar de a enseada estar sendo bastante procurada por maricultores, estas fazendas não estão interferindo (por enquanto) na vida de quem optou por viver em uma localidade tranquila à beira-mar.

Praça Inácio Paulo Dairi.
Imagine-se jogando conversa fora sentada a essa mesa, debaixo dessa amendoeira, ou estender uma rede nessas árvores e cochilar ouvindo o barulhinho das ondas do mar.

Casa da Cultura Açoriana da Palhoça – Nesta casa de amplos salões, administrada pela senhora Marilúcia, constantemente há cursos tais como os anunciados nesta placa azul-marinho aqui em cima, além de cursos de arte aplicada¹ (talvez por isso a Casa disponha de ambiente próprio onde estão ligadas 6 máquinas de costura).
Na sala principal da Casa de Cultura chama atenção as peças que compõem um autêntico Boi-de-Mamão: a maricota, o corvo, o boizinho, o cavalo e a bernúncia. Peças simples e coloridas como aqueles que dançavam em frente a casa de minha avó, na General Bitencourt.

  

Sofisticadas ou simples, todas as casas da Enseada do Brito são charmosíssimas; conservá-las é preservar o patrimônio histórico catarinense.

Esta praia é a que se vê na foto abaixo. Pode ser a frente de algumas casas da Enseada do Brito, ou pode ser os fundos de outras – puro charme.

A respeito da construção da igreja e da plantação dessas palmeiras imperiais, quem tem uma história muito interessante prá contar é a senhora Marilúcia, natural da Enseada do Brito, administradora da Casa de Cultura.

Para assistir aos vídeos clique aqui e aqui.

1- Entende-se por arte aplicada o tipo de arte útil, que pode ser aplicado cotidianamente. Quem quiser se aprofundar no assunto basta clicar aqui.

ROSA CRISTAL  comenta

ARGENTINA – El Ateneo, Buenos Aires: Livraria e Café. Preciosidade da Capital Portenha.


Seu nome sugere um grande espetáculo: El Ateneo Grand Splendid. A livraria, a bem da verdade, “é” um espetáculo grandioso e por sua nobreza foi considerada pelo The Guardian, um jornal diário britânico, como a segunda melhor do mundo; e deve ser mesmo.  Continuar lendo ARGENTINA – El Ateneo, Buenos Aires: Livraria e Café. Preciosidade da Capital Portenha.

Lisboa – Centro Comercial Vasco da Gama e Parque das Nações.


NUMA TACADA SÓ: Os prédios São Gabriel e São Rafael, as tulipas da Estação Ferroviária Oriente, o Centro Comercial Vasco da Gama, e o Pavilhão de Portugal em primeiro plano (Expo Mundial de 1998).

O Centro Comercial Vasco da Gama, a Gare do Oriente –também conhecida como Gare Intermodal de Lisboa ou Estação Ferroviária de Lisboa/Oriente – estações ferroviária e rodoviária – e o Parque das Nações são, praticamente, uma coisa só. Quando penso em um imagino imediatamente o conjunto; não tem jeito. Continuar lendo Lisboa – Centro Comercial Vasco da Gama e Parque das Nações.

RAQCHI, Peru – Templo Dedicado Ao Deus Wiracocha.


Imagem Destacada: o que restou do descomunal Templo ao deus Wiracocha em Raqchi.

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RAQCHI foi mais um sítio arqueológico que visitamos; este, localizado no caminho entre Cusco e Puno.
O povoado é constituído por 80 famílias que se dedicam à agricultura, ao artesanato e ao turismo vivencial.
Pertence ao Distrito de San Pedro de Cacha e está afastado de Cusco em 125 km. Continuar lendo RAQCHI, Peru – Templo Dedicado Ao Deus Wiracocha.

ROTA DO BARROCO ANDINO: ANDAHUAYLILLAS.


Imagem Destacada: Sacada na Parte Superior da Entrada da Igreja de San Pablo.

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A CAMINHO DE PUNO, A DESCOBERTA de ANDAHUAYLILLAS – UM DOS DISTRITOS DA FANTÁSTICA ROTA DO BARROCO ANDINO. 

Deixamos Cusco para trás, após tomarmos um bom café da manhã no hotel Sonesta Posadas del Inca Cusco, e rumamos em direção à Puno, após uma parada estratégica para nos juntarmos a outro grupo em um  só ônibus.

FURADA!: A consequência dessa união estendeu o tempo de viagem.
Nossa permanência em cada sítio arqueológico debaixo de um Sol escaldante forçosamente era maior, porque o guia tinha que se desdobrar falando em castelhano e inglês. Este jovem, além de falar muito baixo, demonstrou sua falta de entusiasmo sem receio algum, o que tornou essa parte do percurso bastante angustiante. Continuar lendo ROTA DO BARROCO ANDINO: ANDAHUAYLILLAS.

Machu Picchu. Urubamba/Ollantaytambo/Águas Calientes.


IMAGEM DESTACADA: Imagem parcial de Machu Picchu.

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PARTIU MACHU PICCHU:

Dia 05 de novembro de 2015 deixamos o San Agustin Urubamba Hotel e partimos em direção a Ollantaytambo onde embarcamos em uma viagem  de trem agradabilíssima – para mim, o melhor do passeio – margeando o Rio Urubamba.

Ollantaytambo trata-se de uma localidade pitoresca que à primeira vista me pareceu um autêntico arraial em seu sentido mais festivo, um quadro em “Tecnicolor”. Linda! Continuar lendo Machu Picchu. Urubamba/Ollantaytambo/Águas Calientes.

Ollantaytambo, Peru – Ruínas e Estação de Trem Para Machu Picchu.


Foto Destacada: Vista Parcial das Ruínas de Ollantaytambo.

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UM POUQUINHO DE SUA HISTÓRIA:

Ollantaytambo, pérola escondida entre montanhas e pitoresca cidade encantada pela suave música de riachos, trata-se de um importante tesouro da arquitetura inca; uma relíquia que parece ter brotado paulatinamente, ao relento, e que se desnuda aos forasteiros mais curiosos. Continuar lendo Ollantaytambo, Peru – Ruínas e Estação de Trem Para Machu Picchu.

PISAC, Peru – Vale Sagrado, Mercado de Artesanato e Jóias em Prata.


Foto em Destaque: Centrinho de Pisac.

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VALLE SAGRADO:   De Cusco a Ollantaytambo: 

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QUANDO SÓ O SOROCHE SALVA.

Visitar as famosas cidades e ruínas cusquenhas não foi tão fácil como pensei. Havia sido avisada de que poderia sofrer algum mal estar em decorrência da altitude, mas não me importei com os alertas achando que passaria incólume por esse portal. Ledo engano!

Não houve chá de coca, bala ou Continuar lendo PISAC, Peru – Vale Sagrado, Mercado de Artesanato e Jóias em Prata.

Fortaleza de Sacsayhuaman em Cusco – Peru.


Imagem Destacada: Parque Arqueológico de Sacsayhuaman.

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COMO CHEGAR: Seguir a estrada em direção ao Vale Sagrado dos Incas.

CONSELHO: Faça a visita ao sítio arqueológico por sua própria conta. Caso dependa de alguma empresa turística, você “passará” pela fortaleza com a rapidez de um raio. FURADA!

QUEM FOI PACHAKUTEQ:

Pachakuteq (Pachacuti) chegou ao poder em 1438 aos 22 anos de idade e reinou até 1471. Fez de Cusco um centro político e religioso, ampliou as fronteiras de seu Reino desde o Norte, Quito, às linhas de Nazcar no Sul.  Foi excelente administrador e soube unir mais de 500 tribos ocupantes deste território, cada uma com um perfil de religião, idioma e costumes diferentes.
Reprimiu severamente os conflitos das tribos conquistadas e baniu os mais rebeldes de seus locais de origem. Continuar lendo Fortaleza de Sacsayhuaman em Cusco – Peru.