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FRANÇA, Provence: Os Caminhos do Sul da França Em Companhia da Alex Tour Turismo.


IMAGEM DESTACADA: Ménerbe.

Que vários caminhos o levam à Provence, não é novidade.
O que você não sabe, é que Alex Brando, especializado em turismo para a terceira idade, antes de lançar seus programas para o Sul da França deu-se ao trabalho minucioso de pesquisar algumas dessas cidades. Trabalho este que considero extremamente responsável, antes de tudo.
Não satisfeito, viajou para algumas dessas localidades e vivenciou-as a cada passo 
antes de apresentá-las a seus amigos e clientes.
E foi pautado nesses momentos prazerosos e inesquecíveis que passou entre cores, aromas e sabores da Provence, que Alex elaborou o roteiro especial que apresento a seguir e que está a seu inteiro dispor.

ONDE FICA A PROVENCE?

Em poucas palavras: antigo condado do Sudoeste da França, banhado pelo Mar Mediterrâneo. 
Quem já teve o privilégio de percorrer suas estradas, não imagina que a Provença começou sua notável História – e que História! – em 27.000 A.C.!
É preciso percorrer seus caminhos bem cuidados em meio à plantações de trigo, amêndoas, nozes, lavandas e girassóis – sem esquecer as oliveiras, claro – para acreditar que essa região do território francês já era habitada desde os tempos pré-históricos.

O QUE VER NA PROVENCE?

Caminhar por suas ruas estreitas é dar asas à imaginação: construções antigas abrigam comércio variado, mas sem perder aquele ar bucólico de antigamente que tanto fazem questão de conservar.
Mas não pense que encontrará cidades carrancudas, sombrias, tristes… Nada disso! As cidades provençais são festivas, simpáticas, acolhedoras, e acho que isso se deve à receptividade de seus habitantes – recebem os visitantes de braços abertos e sempre com um sorriso no rosto.
Cafés, lojas de artesanatos, museus e igrejinhas quase que escondidas em ruas sem saída, tal qual a Igreja de Biot (Provence) que você vê na foto, estão por toda parte.

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Onde quer que você vá, encontrará ruas arborizadas e floridas, feiras ao ar livre – em que você poderá adquirir objetos decorativos, roupa de cama, mesa e banho, queijos, vinhos, frutas, patês, conservas de tudo que possa imaginar, peças de vestuário, acessórios de tudo que é tipo (sapatos, bolsas, cintos, carteiras de notas…) – , além das feiras brocantes que oferecem louça, cristais, fotos antigas, desenhos, pinturas em guache e a óleo, toalhas bordadas à mão, prataria, enfim, um antiquário a céu aberto. Clique aqui para saber mais.

PROVENCE ALPES CÔTE D’AZUL x PROVENCE.

Quem esclarece com propriedade essa diferença é a jornalista brasileira Ana Teresa Merger (Anaté Merger), moradora de Aix há muitos anos, em uma postagem em que esmiúça essa particularidade do sul da França. Clique aqui e conheça essa história intrigante.
Foi Anaté quem me abriu os inesquecíveis caminhos da Provence. Obrigada, Ana!


AIX-EN-PROVENCE: seu quartel general do sul da França.

Esta fonte é a única que não congela no Inverno, devido à temperatura de sua água.
FONTE MOUSSE no COUR MIRABEAU.

Na foto acima temos duas atrações em Aix: a fonte Mousse, cuja temperatura constante é de 27 graus e por este motivo não congela nem nos invernos mais rigorosos – sua origem é a Fonte de Bagniers – , e a principal avenida da cidade, o Cours Mirabeau, repleta de boutiques de marcas famosas, cafés, hotéis, restaurantes e feiras de artesanatos.
A fonte chama-se mousse devido à espessa camada de musgo que a cobre. Faz sentido.

O FILHO MAIS FAMOSO de Aix é o pintor Paul Cézanne (1839-1906), cujo atelier está aberto à visitação no esquema que você vê mais abaixo.
Endereço9 Avenue Paul Cézanne, 13100 Aix-en-Provence, França 
Telefone
+33 4 42 21 06 53.
Mas não é só isso que Aix tem para lhe mostrar: o museu é sensacional, a Fonte dos Quatro Golfinhos, as termas…
Descubra-o você mesmo!

Horário:

sábado 10:00–12:30, 14:00–17:00
domingo Fechado
segunda-feira 10:00–12:30, 14:00–17:00
terça-feira 10:00–12:30, 14:00–17:00
quarta-feira 10:00–12:30, 14:00–17:00
quinta-feira 10:00–12:30, 14:00–17:00
sexta-feira 10:00–12:30, 14:00–17:00
EM NOSSO ROTEIRO VISITAREMOS:

Marseille, França: Bairro Le Panier


Roteiro: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

Imagem Destacada: rue du Refuge no bairro antigo Le Panier.
Acesso Metrô: estações Juliette e Vieux-Port Hôtel de Ville.

Como chegar: Le Panier está situado na parte norte do antigo porto (Vieux Port). Trata-se da parte mais antiga de Marseille, localizada atrás da Prefeitura.
O nome deve-se a um albergue em cujo letreiro havia o desenho de uma cesta (panier). Por conta deste estabelecimento, a rua acabou sendo chamada de Le Panier e, mais tarde, todo o bairro ficou conhecido por este nome.
A cidade de Marseille começou neste quarteirão. Atualmente, Le Panier atrai turistas graças à sua revitalização e à implantação de atividades culturais. Ter sido eleita a Capital Europeia da Cultura contribuiu muito para esse revigoramento.

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FRANÇA: De Nice a Marseille.


Imagem Destacada: Jardim Alberto I, Nice.

Da janela do apartamento do Hotel B4 Nice Plaza 12, Avenue de Verdun, saquei a penúltima foto do Jardim Alberto I (em fase de acabamento para receber o Festival de Jazz), e rumamos para a Gare com destino a Marseille.

Nice, pela manhã, dia de partida p Marseille. 05.7.14 (1024x768)
Jardim Alberto I.

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 Digo “penúltima” parodiando minha avó paterna que não gostava de pronunciar as palavras “azar” e “última”. Além do mais, como pretendo retornar em breve, o “penúltima” serve para dar uma força no astral.

Nesta partida aconteceu o seguinte: como em 2013 usamos nossos bilhetes de trem em horários que não os determinados no bilhete, decidimos antecipar nossa viagem – marcada para 15.00 h. –  e pegar o primeiro comboio que aparecesse.

Quando adquirimos um bilhete de trem comum, não há necessidade de obedecer horário e número de poltrona marcados. Essa flexibilidade aprendi com um fiscal da estação de Vernon, ao retornarmos de Giverny, e desde então passamos a viajar sem nos prender a esses pormenores.

Ao chegarmos à Gare pouco antes de meio-dia, um trem já estava esticadinho na plataforma. Tentamos embarcar, mas fomos impedidos pelo fiscal, porque nossos bilhetes estavam marcados para 15.00 h e , além do mais, aquele trem não era o popular conforme explicado acima. Poderíamos seguir naquele comboio caso pagássemos a diferença do preço do bilhete. Achamos a alternativa ótima e, ali mesmo, na plataforma, pagamos ao fiscal – que registrou nossos novos bilhetes em uma máquina semelhante à utilizada para cartões de crédito -, e embarcamos.

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Interior do trem que nos levou de Nice para Marseille.

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Sem lugar marcado, aconteceu de termos que mudar de lugar duas vezes, o que era esperado. Sem problemas. Nem que tivéssemos que sentar no chão, estaríamos felizes por termos conseguido sair de Nice conforme imaginávamos.
O percurso dura aproximadamente duas horas e meia e isso é nada quando se viaja confortavelmente.
Em Marseille tivemos dificuldade em encontrar táxi ao sairmos da estação de trem. Sem alternativa, arrastamos nossas malas até sairmos do entorno da gare e acabamos pegando um taxi em uma avenida próxima.
Logo chegamos ao Grand Tonic Hotel Marseille – 43, Quai des Belges 13001 – Marseille, em frente ao Vieux Port, muito bem localizado.

Visivelmente, trata-se de um prédio antigo reformado cuja recepção deixa a desejar em aparência. A classificação Quatro Estrelas ultrapassou em muito o limite do bom senso. Aliás, gostaria de saber qual critério usam para “estrelar” os hotéis.

Para que tenham idéia, vi alguns hóspedes chegarem para tomar seu café da manhã próximo ao horário de encerramento do desjejum e encontravam o buffet incompleto. Nós mesmos, ficamos uma manhã sem ovos mexidos (adoro!), sem a bandeja de frios completa, sem pão francês!!! e sem mais alguma coisa da qual não me recordo. Frutas! Faltavam algumas frutas! O buffet estava bastante desfalcado e ficou por isso mesmo. Reportei-me então a um dos garçons pra reclamar – principalmente a falta dos ovos mexidos – e fui informada de que o hotel não dispunha mais de ovos!!! para compor a mesa do café da manhã. Peraí! Um hotel dito 4 estrelas nessas condições? Passamos então a acordar mais cedo objetivando encontrar um buffet completo. De pomposo o hotel só tem o nome. Três estrelinhas estaria de bom tamanho. Mais que isso é exagero.

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Quarto do “Grand’ Tonic Hotel Marseille.

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Quarto de bom tamanho.

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Banheiro espaçoso.

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Historicamente, Marseille era o centro comercial mais importante na região e funcionou como o principal porto comercial do Império Francês. Marselha é a maior cidade francesa na costa do Mediterrâneo bem como o maior porto comercial. É a capital da Provence-Alpes-Côte d’Azur, bem como a capital do Departamento de Bouches-du-Rhône. É a segunda mais populosa cidade francesa.

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Vieux Port visto do quarto do hotel.

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Em frente ao hotel, a bilheteria para aquisição de passagens para as Ilhas Frioul e If.

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Á direita do Grand Tonic Hotel há uma excelente brasserie onde almoçamos algumas vezes: a Brasserie Le Soleil. Atendimento atencioso, rápido e boas refeições.

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Brasserie Le Soleil.

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Salada com frutos do mar…

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Brasserie Le Soleil, à direita do Grand Tonic Hotel.

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Sobremesa – Panqueca com recheio de creme de chocolate.

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Vieux Port visto da mesa que ocupamos na brasserie.

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Em frente à Chapelle des Augustins está a bilheteria para quem deseja passear pelas Calanques e ainda o Château d’If.

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Vieux Port.

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Vieux Port, Marseille.

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Vieux Port – À esquerda, ao fundo, o Grand Tonic Hotel.

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Vieux Port.

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