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França: Paris, Île de France – Maison du Chou. Imperdível!


Imagem Destacada: Place de Furstemberg.

Conheci uma senhora que era apaixonada por essa praça.
Segundo sua opinião, de toda Paris, era essa praça escondidinha seu lugar predileto da cidade. Fiquei curiosa. Que praça seria essa?
Vai daí que quando viajamos para Paris, vi no mapa da cidade – prefiro consultar mapas. Ainda! – que a Praça de Furstemberg estava bem perto de onde estávamos hospedados na ocasião, o Académie Hôtel Saint Germain – hotel fantástico, administrado por um senhor português distintíssimo – e fomos até lá.

Pça DE FURSTEMBERG em PARIS.

A praça é realmente encantadora, e o que mais nos chamou atenção foi aquele silêncio, aquela tranquilidade das praças provençais, apesar de estar cercada pelo burburinho da Paris agitada que parece não dormir.
Uma praça graciosa, tais quais as inúmeras por onde passamos no sul da França. Linda!

Prá início de conversa, a Furstemberg está a poucos passos de pontos bem agitados do bairro: os Cafés de Flore e o Les Deux Magots. Ambos míticos, conhecidos por suas famosas clientelas, e que acabaram se transformando em badalados pontos turísticos no Boulevard Saint-Germain. Ou seja, um fervo danado ao redor da serena praça, realmente admirável.

E foi exatamente isso que fizemos durante um bom tempo – admirá-la-, enquanto ouvíamos o barulho de grossos pingos de água de chuva caírem sobre nosso guarda-chuva.

Ao nos aproximarmos daquele pedacinho tão charmoso de Paris, diminuímos mais ainda nossa marcha a fim de curtir cada detalhe. Foi aí que em dado momento batemos o olho em um lugar pequenininho que nos pareceu um Café. Aproximamo-nos, e vimos que dois jovens recheavam aquelas delícias em um pequeno balcão bem junto à janela – só prá provocar.

Trata-se de uma pâtisserie¹ especializada apenas nesses doces de massa levíssima, o chou.
Este doce tem o mesmo formato do nosso bolinho de chuva, e a consistência da massa lembra a das nossas “bombas”, guardando as devidas diferenças – a massa do chou dessa confeitaria parece uma espuma, de tão leve.
Recheios de café, chocolate e baunilha. Eu que não sou fã dessa especiaria, adorei o sabor.

DIA DE SORTE
O espaço só comporta três mesas; para sorte nossa “todas” estavam desocupadas quando chegamos, mas em fração de segundos a casa  ficou “lotada”. Foi um tal de entrar e sair de pessoas para comprar os doces que, pelo que pude observar, eram clientes antigos da confeitaria. O movimento maior, sem dúvida alguma, fica por conta das embalagens para viagem. Era intenso.
Tomamos um chá de mistura especial e pedimos alguns choux para acompanhar. De quebra, levamos outros para o hotel. Divinos!

Portanto, fica a dica: vai a Paris? Não deixe de apreciar as maravilhas da Maison du Chou.
Ah! Quase ia me esquecendo: abriram outra loja na Île-de-Saint-Louis, muito maior. E se mesmo assim você ainda tiver que esperar, aguarde. Tenho certeza de que valerá a pena.

PÂTISSERIE - O que é?
A tradução literal é pastelaria, mas... não é beeemmm assim porque também pode ser uma doçaria ou uma confeitaria. Acho que está mais para esta última.
Uma pâtisserie, na França, vende doces, bolos, tortas, biscoitos, geléias, frutas cristalizadas, compotas, balas, sorvetes e muitos mais do que você possa imaginar.

Comentários de ROSA CRISTAL.

FRANÇA: Paris, Île de France – Le Cochon à L’oreille (Bistrô) e L’Escargot Montorgueil.


Paris é indefinível. Paris é para você se deixar levar pelo o que seus olhos curiosos pedem, é sair desfrutando de Continuar lendo FRANÇA: Paris, Île de France – Le Cochon à L’oreille (Bistrô) e L’Escargot Montorgueil.

FRANÇA, Paris – Vagenende Brasserie – Herança Art-Nouveau no 6 ème.


Já havíamos passado pela porta da Brasserie Vagenende algumas vezes, quando me dei conta de que aquele era o restaurante indicado por uma brasileira Continuar lendo FRANÇA, Paris – Vagenende Brasserie – Herança Art-Nouveau no 6 ème.

La Cooperative, Paris – Movimentada Brasserie na Rivoli.


Imagem Destacada: Fachada da Brasserie

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Uma olhada no cardápio me fez entender os resíduos que encontramos no chão do Café ao entrarmos. Por eles percebemos que o movimento da Casa havia sido grande na hora do almoço, mas isso não justifica a falta de atenção com a aparência do Café. Vassouras fazem milagres!

Aliás, o movimento em Paris não se resume aos dos cafés e restaurantes. A agitação está em toda parte e todo o tempo. A cidade só descansa de madrugada e olhe lá.

O cardápio oferece saladas bem originais, pratos bem elaborados, aperitivos e ainda porções de queijos e frios.
Há tábuas só de queijos (emmental, chèvre, brie e outros), outras só de frios (salsichas, salsichões, presunto e patés) e uma outra de queijos e embutidos.

Entramos apenas para tomar um cafézinho – na verdade, eles servem de muleta quando bate a vontade de ir ao banheiro ou descansar -, mas aos poucos começamos a apreciar o ambiente e nos deixando levar não apenas pelo cansaço, mas pela satisfação de estarmos degustando um saboroso café em uma das ruas mais chamativas de Paris, a Rivoli.

A decoração é muito original, beeem descontraída e chama atenção. E por conta dessa descontração acabei relaxando mais do que devia; abandonei-me sentada na cadeira a tal ponto, que depois tive até dificuldade em levantar. Eita momento bom!…

O atendimento não foi imediato, mas era simpático e educado. Valeu! Mas a sujeira no chão…

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Vitrine só de doces. Uma loucura!

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Moderadora: Rosa Cristal 

Cepe e Figue, Paris.


Foto em Destaque: Interior do Restaurante.

Endereço: 59, rue Saint-André des Arts 75006 Paris.
Telefone: +33 1 43 26 00 24

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Só me lembro que foi em um dia atípico, muito movimentado em Paris. Não me recordo se foi em fim de semana e muito menos a hora, mas isso não vem ao caso. Repentinamente, a cidade encheu. Não entendíamos de onde havia saído tanta gente. Jovens. Muitos jovens espalhados pela cidade. E daí, môquirido (dicionário manezês), encontrar um restaurante, um bistrô ou uma brasserie onde pudéssemos fazer uma refeição, foi difícil (caso você não saiba a diferença entre eles, clique aqui). Continuar lendo Cepe e Figue, Paris.

Marché Saint Germain, Paris – Em Reforma.


Foto em Destaque: Fachada do Mercado.
Endereço:  4-6 Rue Lobineau, 75006 Paris, França – Telefone: + 33 1 43 26 01 44.

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Do Boulevard Saint-German avistei o mercado algumas vezes e me prometia visitá-lo, mas acabava passando batida. A curiosidade era assim… meio barro meio tijolo, até que em uma tarde, indo para não me lembro mais onde, mudei meu rumo e lá fomos nós.

Honestamente, foi decepcionante. O Mercado ocupa um quarteirão, era espaçoso (corredores largos), mas meio démodé. Pensei que fosse encontrar um poderoso Mercado tal qual o de São Paulo, mas me enganei.

Antes da reforma em curso havia lojas de sapatos, roupas masculinas e femininas – a de roupas masculinas muito interessante -, acessórios e ainda contava com um mercado onde se encontrava de tudo um pouco: peixes, frutas, legumes, queijos, temperos e muitos etecéteras.

Na Paris de 1760 o mercado abrangia a rue Montfaucon.
Entre 1813 e 1817 foi construído outro mercado após um incêndio e este edifício foi batizado com o nome de seu arquiteto: Mercado Blondel. 

O prédio atual, coberto, foi modificado nos anos 70, mas as reformas não pararam por aí e o edifício, mais uma vez, está sendo “atualizado”.
Segundo notícias do jornal Le Figaro de abril deste ano, o antigo mercado abrigará uma loja da Apple com 1.300 m² (a terceira no Centro de Paris), uma loja da Nespresso, uma da Uniqlo (rede de moda japonesa de preços bem convidativos) e ainda abrigará a Marks & Spencer Alimentar.
Segundo Jean-Pierre Lecoq, o administrador do VI Arrondissement, faltava notoriedade ao mercado.

Acho que não faltará mais.

Funcionava de terça a sábado das 8 às 20 h e aos domingos de 8 as 13.30 horas. 

Vamos aguardar para ver como ficará agora.

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Em lojas populares os modelos de sapatos são idênticos aos encontrados no Brasil em sapatarias igualmente populares. Modéstia à parte, em matéria de calçados o Brasil bate um bolão em beleza e qualidade.

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Modelos idênticos aos que temos no Brasil, mas com uma grande diferença: os preços!

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VAI VIAJAR ISTEPO MAIOR cópia

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Moderadora: Rosa Cristal

FRANÇA, ÎLE DE FRANCE: Panoramas, Joufroy, Verdeau, Vivienne e Colbert – Passagens Cobertas em Paris.


IMAGEM DESTACADA: Galeria Vivienne, a mais elegante da cidade.

Roteiro elaborado por Anaté Merger para a Provence: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Isle-sur-la-Sorgue e Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

Adoro galerias. Aqui no Rio me encanta a Galeria Menescal. Não me canso de admirá-la e sempre que posso dou um pulinho até lá. Falando sério, sinto-me em Paris. Continuar lendo FRANÇA, ÎLE DE FRANCE: Panoramas, Joufroy, Verdeau, Vivienne e Colbert – Passagens Cobertas em Paris.