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FRANÇA, Paris – Vagenende Brasserie – Herança Art-Nouveau no 6 ème.


Já havíamos passado pela porta da Brasserie Vagenende algumas vezes, quando me dei conta de que aquele era o restaurante indicado por uma brasileira Continuar lendo FRANÇA, Paris – Vagenende Brasserie – Herança Art-Nouveau no 6 ème.

La Cooperative, Paris – Movimentada Brasserie na Rivoli.


Imagem Destacada: Fachada da Brasserie

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Uma olhada no cardápio me fez entender os resíduos que encontramos no chão do Café ao entrarmos. Por eles percebemos que o movimento da Casa havia sido grande na hora do almoço, mas isso não justifica a falta de atenção com a aparência do Café. Vassouras fazem milagres!

Aliás, o movimento em Paris não se resume aos dos cafés e restaurantes. A agitação está em toda parte e todo o tempo. A cidade só descansa de madrugada e olhe lá.

O cardápio oferece saladas bem originais, pratos bem elaborados, aperitivos e ainda porções de queijos e frios.
Há tábuas só de queijos (emmental, chèvre, brie e outros), outras só de frios (salsichas, salsichões, presunto e patés) e uma outra de queijos e embutidos.

Entramos apenas para tomar um cafézinho – na verdade, eles servem de muleta quando bate a vontade de ir ao banheiro ou descansar -, mas aos poucos começamos a apreciar o ambiente e nos deixando levar não apenas pelo cansaço, mas pela satisfação de estarmos degustando um saboroso café em uma das ruas mais chamativas de Paris, a Rivoli.

A decoração é muito original, beeem descontraída e chama atenção. E por conta dessa descontração acabei relaxando mais do que devia; abandonei-me sentada na cadeira a tal ponto, que depois tive até dificuldade em levantar. Eita momento bom!…

O atendimento não foi imediato, mas era simpático e educado. Valeu! Mas a sujeira no chão…

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Vitrine só de doces. Uma loucura!

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Moderadora: Rosa Cristal 

Cepe e Figue, Paris.


Foto em Destaque: Interior do Restaurante.

Endereço: 59, rue Saint-André des Arts 75006 Paris.
Telefone: +33 1 43 26 00 24

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Só me lembro que foi em um dia atípico, muito movimentado em Paris. Não me recordo se foi em fim de semana e muito menos a hora, mas isso não vem ao caso. Repentinamente, a cidade encheu. Não entendíamos de onde havia saído tanta gente. Jovens. Muitos jovens espalhados pela cidade. E daí, môquirido (dicionário manezês), encontrar um restaurante, um bistrô ou uma brasserie onde pudéssemos fazer uma refeição, foi difícil (caso você não saiba a diferença entre eles, clique aqui). Continuar lendo Cepe e Figue, Paris.

Marché Saint Germain, Paris – Em Reforma.


Foto em Destaque: Fachada do Mercado.
Endereço:  4-6 Rue Lobineau, 75006 Paris, França – Telefone: + 33 1 43 26 01 44.

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Do Boulevard Saint-German avistei o mercado algumas vezes e me prometia visitá-lo, mas acabava passando batida. A curiosidade era assim… meio barro meio tijolo, até que em uma tarde, indo para não me lembro mais onde, mudei meu rumo e lá fomos nós.

Honestamente, foi decepcionante. O Mercado ocupa um quarteirão, era espaçoso (corredores largos), mas meio démodé. Pensei que fosse encontrar um poderoso Mercado tal qual o de São Paulo, mas me enganei.

Antes da reforma em curso havia lojas de sapatos, roupas masculinas e femininas – a de roupas masculinas muito interessante -, acessórios e ainda contava com um mercado onde se encontrava de tudo um pouco: peixes, frutas, legumes, queijos, temperos e muitos etecéteras.

Na Paris de 1760 o mercado abrangia a rue Montfaucon.
Entre 1813 e 1817 foi construído outro mercado após um incêndio e este edifício foi batizado com o nome de seu arquiteto: Mercado Blondel. 

O prédio atual, coberto, foi modificado nos anos 70, mas as reformas não pararam por aí e o edifício, mais uma vez, está sendo “atualizado”.
Segundo notícias do jornal Le Figaro de abril deste ano, o antigo mercado abrigará uma loja da Apple com 1.300 m² (a terceira no Centro de Paris), uma loja da Nespresso, uma da Uniqlo (rede de moda japonesa de preços bem convidativos) e ainda abrigará a Marks & Spencer Alimentar.
Segundo Jean-Pierre Lecoq, o administrador do VI Arrondissement, faltava notoriedade ao mercado.

Acho que não faltará mais.

Funcionava de terça a sábado das 8 às 20 h e aos domingos de 8 as 13.30 horas. 

Vamos aguardar para ver como ficará agora.

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Em lojas populares os modelos de sapatos são idênticos aos encontrados no Brasil em sapatarias igualmente populares. Modéstia à parte, em matéria de calçados o Brasil bate um bolão em beleza e qualidade.

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Modelos idênticos aos que temos no Brasil, mas com uma grande diferença: os preços!

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Moderadora: Rosa Cristal

Panoramas, Joufroy, Verdeau, Vivienne e Colbert – Passagens Cobertas em Paris.


IMAGEM DESTACADA: Galeria Vivienne, a mais elegante da cidade.

Roteiro elaborado por Anaté Merger para a Provence: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Isle-sur-la-Sorgue e Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

Adoro galerias. Aqui no Rio me encanta a Galeria Menescal. Não me canso de admirá-la e sempre que posso dou um pulinho até lá. Falando sério, sinto-me em Paris. Continuar lendo Panoramas, Joufroy, Verdeau, Vivienne e Colbert – Passagens Cobertas em Paris.

Paris – De Babel a Eiffel. O que as torres têm em comum?


Foto em Destaque: Tour Eiffel.

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Roteiro elaborado por Anaté Merger para a Provence: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Isle-sur-la-Sorgue e Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

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Em princípio, nada. Mas se analisarmos direitinho, lááá no fundo acho que têm algo a ver. Continuar lendo Paris – De Babel a Eiffel. O que as torres têm em comum?

Paris, França – Museu e Restaurante Museu d’Orsay.


Imagem Destacada: Detalhe do Teto do Restaurante Museu d’Orsay.]

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Roteiro elaborado por Anaté Merger para a Provence: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Isle-sur-la-Sorgue e Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

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MUSEUM PASS VALE À PENA?

Primeiramente, gostaria de alertar àqueles que adquirem o Museum Pass – uma caderneta de ingressos que permite visitar alguns pontos turísticos de Paris, museus e castelos fora da cidade. Continuar lendo Paris, França – Museu e Restaurante Museu d’Orsay.

Conexão Paris – Naprovence.com – Paris My Driver.


IMAGEM DESTACADA: Girassol fotografado em frente à destilaria Terraroma Jaubert de lavandas em Valensole.

Em 2013, aos 66 anos de idade – já bem crescida e com direito a levar na bolsa a chave de casa -, decidi lançar voos mais altos e sair do confortável espaço aéreo brasileiro, traçando eu mesma um roteiro. Antes disso, viajava em companhia de amigos ou em excursão.

Até então, minha insegurança me tolhia e me crivava de perguntas transbordantes de “mas…, e se…”  que só reforçavam minhas dúvidas. Ora, se eu traçava roteiros pelo meu Brasil!…sil…sil… afora, por que não pensar em além mar? Foi aí que, ao começar a delinear minha aventura na internet, apareceu um site maravilhoso em minha frente sem que eu tivesse que chamar por qualquer gênio de lâmpada de led que fosse mochileiro prá me dar um help: www.conexaoparis.com.br! Pronto! Estava tudo resolvido.

No Conexão Paris descobri restaurantes, cafés, brasseries e exposições, além de como adquirir bilhetes por antecipação para diversas atrações – Tour Eiffel e Museu do Louvre são exemplos. Aprendi que podemos fazer passeios de um dia às cidades mais próximas utilizando o melhor dos meios de transporte: o trem. Anotei endereços de lojas de roupas e calçados a preços convidativos e onde comer o melhor Chou ou o melhor chocolate; enfim, tudo já selecionado, mastigadinho para o leitor. Ah! E até um passeio de bicicleta à noite, descolamos quase na véspera de voltar a Lisboa!

Pelo CP cheguei à Ana Tereza Antunes de Araújo-Merger, Anaté, do http://www.naprovence.com e ao Marcos Arroyos do http://www.parismydriver.com.

Com Anaté, em 2013 e 2014 alugamos apartamento em Aix-en-Provence, em frente à Mairie (melhor, impossível) e percorremos – eu e meu fiel escudeiro, grande amigo e parceirão de viagens Morlaix Nogueira – algumas cidades da Provence em companhia de nossa estimada guia Leonor.

Em 2013 choveu muito e, apesar de termos chegado à Aix-en-Provence na época certa para ver os campos floridos de lavandas e girassóis, por conta desse aguaceiro as flores abriram mais tarde e não conseguimos vê-las. Mesmo assim, foi maravilhoso. Marcou e deixou a saudade expressada em um texto que escrevi para Anaté e que transcrevo a seguir:

“Minha alma canta

Vejo o Rio de Janeiro

Estou morrendo de saudade”.

      (Antonio Carlos Jobim)

Após 43 dias de viagem retorno ao Rio de Janeiro – terra natal, útero aonde ainda vivo, asa que me abriga, meu cais – e mato a saudade impiedosamente.

Mas… o que fazer com a saudade que sinto da Provence e de todos os lugares por onde andei? E como viver agora sem o perfume dos jasmins de Aigues Mortes que sobem paredes sem pedir licença? E sem as rosas que estão por toda parte disputando molduras de portas e janelas? Como ficar sem sentir o perfume do tomilho do Gorges du Verdon?… E agora?

Mal esfriam as rodinhas de minhas malas e me surpreendo a pensar em novos caminhos pela Provence e a rabiscar estradas nos mapas, como cobria um desenho quando criança.

A distância que nos separa é grande, é verdade. Mas… e se eu fosse a Mulher Aranha? Cobriria todos os mares e oceanos com uma imensa teia e mataria “as saudades” de todos os continentes que quisesse, sem o menor esforço!… De bagagem, apenas o peso de meu corpo. Nada de malas, aduanas, passaportes… Livre, assim.

Adoro esta força que me impulsiona a carregar sempre uma mala. Uma coisa inexplicável que vem de dentro, sabe? Como uma teimosia, uma birra de criança, que fecha os olhos, grita, infla veias, bate pé e insiste. Mas, insiste em quê? Em viajar, claro!…

E viajar tem seu preço; que por mais alto que seja, sempre valerá à pena.

Mas… e daí? Como matar então estas “saudades” da Provence? Pagando o preço e voltando aos lugares de onde acabei de chegar.

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E voltei!… No ano seguinte!  Em 2014, independentemente de termos chegamos à Provence um pouco mais tarde, não choveu tanto e pudemos nos integrar e desfrutar, finalmente! da lindeza dos campos floridos do Sul da França.

Que planeta é esse, dotado de tanta beleza? Que mundo é esse, que nos faz arrepiar a pele e sentir que há uma Força Estranha – tão cantada por Roberto Carlos -, orquestrando todas essas paisagens, definindo cores, formas e perfumes que inalamos à beira das estradas? Jasmins, rosas, lavandas, tomilhos … sem contar  o delicioso cheiro da chuva!

E o passeio de balão, outro achado, agendado por Anaté? Quer ter uma idéia? Clique aqui.

Pelo Conexão Paris, onde tudo começou, descobrimos o Sul da França e o deixamos descoberto – motivo de sobra para voltarmos com qualquer desculpa, claro.

Por intermédio de Anaté conhecemos Leonor, nossa querida guia e dublê de motorista; uma pessoa prá lá de especial que não media esforços para nos contentar. Desdobrava-se em gentilezas e  boa vontade o tempo todo. Uma profissional ímpar que nos cativou sobremaneira ao deixar aflorar, sem constrangimentos, seu lado criança com o qual nos identificamos.

Descobrimos o profissional simpático e obsequioso Marcos Arroyos que nos pegou na Gare de Lyon, em Paris, na porta do vagão do TGV ao chegarmos de Aix. Marcos é imprescindível para nós. Recentemente, colocou no ar um site maravilhoso onde explica tim-tim por tim-tim os serviços de que dispõe para os turistas. Marcos está aprimorando cada vez mais sua atividade e isso é ótimo para todos nós.

Essa cadeia de contato com brasileiros foi fundamental para mim e Morlaix, dois idosos meio aventureiros com alma de criança. Sentimo-nos seguros e isso devemos a esses ACHADOS.

Agora vacinados, e conhecendo o caminho das pedras, não há quem nos segure…

Obrigada a todos que cruzaram nossos caminhos.

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