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PERU. LIMA. Jockey Plaza – Um Mega Shopping Center


IMAGEM DESTACADA:

O estilo é o mesmo daquele que temos na Barra da Tijuca, porém em proporções gigantescas.

Foi inaugurado em 1997 com apenas 4 lojas e hoje conta com mais de 230.
Está localizado entre a Universidade de Lima e o Hipódromo de Monterrico, no distrito de Santiago de Surco.
É acessível por ônibus e metrô – clique aqui e saiba que condução pegar a partir de determinado ponto.

A praça de alimentação ocupa o centro do shopping. Há cinemas – Cinemark – e estacionamento subterrâneo.
O Jockey Plaza Shopping Center não é o único “a céu aberto”, digamos. Como não chove em Lima, não há necessidade de construí-los totalmente fechados. Conforme já escrevi em outra postagem, nem bueiros há no meio-fio das ruas da cidade.

Chegamos ao shopping em taxi. Levamos cerca de 30 minutos de viagem desde o bairro Miraflores. Vale o passeio.

COLÔMBIA. San Andrés e Cartagena das Índias. Viagens Que Recomendo Sem Moderação.


IMAGEM em DESTAQUE: Bairro São Luiz, em San Andrés.

Bem antes de 2001 já ouvíamos falar em San Andrés.
Viajávamos por intermédio de uma agência de turismo cujo proprietário era fã da ilha colombiana e fazia a maior força para que nós a conhecêssemos.
Em 2001 pegamos uma bolsa de mão – dessas oferecidas por agência de turismo – e partimos Colômbia.
Na bagagem, isto é, na bolsa de tamanho médio, que me lembre, coloquei uma sandália de borracha, uma saída de praia, um maiô, alguma roupa íntima, pijama e uma troca de roupa. A bolsa era pequena, mas mesmo assim ainda sobrou espaço para trazermos uma lembrancinha: uma baita concha cor de rosa que tenho até hoje. A bolsa parecida um chocalho de tão vazia.


Confesso que viajo com pouquíssima bagagem, mas dessa vez foi demais. Isto é: de menos.
Foi a primeira vez que peguei minhas tralhas no bagageiro do avião e fui direto para o ponto de taxi.
A bolsa que aparece na foto acima é a própria.

É neste ponto que está uma das atrações de San Andrés: o “HOYO SOPLADOR” – Um fenômeno natural produzido pela força do mar que passa por uma série de túneis existentes no arrecife e encontra escape nesse buraco. Além de soprar um vento bem forte, também lança um esguicho d’água.
A força do vento e desse esguicho dependerá da altura da maré. É bem interessante.

O traje diário usado durante nossa permanência em San Andrés. Pergunto: mala prá que?

Neste dia, por exemplo, estávamos ao lado do buraco e não aconteceu absolutamente na-da.

À noite, no restaurante Coco Loco, traçamos o recheio de uma concha dessas. Mui-to-bom!

O HOTEL
foi o GHL Sunrise. Não me lembro se o nome do poderoso naquela época era esse; acho que não.

O quarto era uma estupidez de grande e pelo que andei bisbilhotando permanece como era.
O hotel fica em frente ao mar, mas a praia não é atraente para banhos e fomos salvos por uma piscina construída sobre a água, na beira da praia – puro charme.

Observe a diferença existente entre a cor da água do mar desta praia e a das fotos postadas como propaganda de San Andrés. O mar cristalino e de azul intenso está em outras praias. É só correr atrás.

A CONEXÃO
para a ilha foi em Bogotá. Aeroporto surpreendentemente lindo para a época, contava com um free-shop interessantíssimo! Óh se me lembro! Criaram uma “rua” na parte do aeroporto destinada ao free-shop e as lojas foram colocadas lado a lado em ambos os lados. Tinha até uma curva suave. Era fantástico! Quanto aos preços praticados não me recordo.

De Bogotá pegamos a conexão para San Andrés onde ficamos 4 noites. De lá partimos para Cartagena – mais 4 noites – e depois novamente Bogotá, de onde embarcamos para o Rio.
Esse esquema foi proposto pela agência de turismo por onde viajávamos na época.
Atualmente, o viajante que parte do Brasil pode fazer conexão em mais cidades tais como a do Panamá, o ponto de partida mais rápido para se chegar à San Andrés: questão de 1 hora de voo, metade do tempo que levamos de Bogotá à ilha.

INFORME-SE a respeito dos países onde você poderá fazer conexão, bem como desdobrar seu bilhete de viagem caso pretenda visitar outras cidades além de San Andrés.

PASSAPORTE ou IDENTIDADE? O QUE LEVAR?
Outro item importante é o passaporte. Levá-lo ou não? Confirme se precisará indicar o número desse documento em algum momento, como por exemplo: na aquisição de moedas ou em algum documento que seja necessário preencher.
Só a carteira de identidade resolve? Para certas ocasiões sim e outras não. Portanto, sempre viajo com o passaporte. Aliás, viajo com o passaporte e a carteira de identidade. Recomendo por ser o documento aceito em qualquer parte do mundo.

SEU PASSE PARA ENTRAR NA ILHA
Lembre-se de que deverá preencher um formulário para poder entrar em San Andrés. Esse documento é seu passe para entrar na ilha e deverá ser adquirido (e pago) antes de sua chegada.
Uma cópia você entregará ao chegar a San Andrés; a outra será devolvida na saída. Tenha cuidado para não perdê-lo!
Informe-se a respeito com seu agente de viagens ou na companhia aérea que escolheu para viajar – não são muitas.

Vacinas contra febre amarela começaram a ser exigidas a partir de 2017. Brasileiro só entra na Colômbia se tiver esse certificado ou… o de isenção. Vacine-se em um posto do SUS em até 10 dias antes da viagem.

IOR ATENCHION PLISSS!
Trata-se de uma viagem cansativa. Portanto, caso não possa desfrutá-la por pelo menos uma semana, no mínimo, penso que não valha à pena investir neste roteiro mesmo se você for jovem. Sentiu a pressão? Programe-se bem para depois não se arrepender por não ter feito isso ou aquilo.
Ah! Não fomos a Providencia e nem a Santa Catalina, as duas outras ilhas que compõem o arquipélago.

A ILHA de SAINT ANDRÉS
em 2001 era tranquilíssima. No dito Centro fizemos uma varredura em poucas horas. Para visitamos a área de comércio de importados (não me recordo de ter adquirido nada) um taxi nos levou até lá.
Essa área, pelo que me recordo, ficava fora do Centro. Os demais dias foi circulando em carro de golfe pela ilha e aproveitando praias e a piscina do hotel.
O aluguel do carrinho era por hora. Trânsito? Não havia. Circulamos  ao redor da ilha sem receio nenhum de levarmos algum susto. Aliás, o trânsito maior ficava por conta de motoqueiros e ciclistas, que vira e mexe pegavam uma carona em um carrinho desses.

Esse menino pegou carona em nosso carrinho de golf. Andou por longo tempo sem pedalar.
Nossa condução enquanto permanecemos na ilha.

Na saída de um shopping super charmoso da ilha.

San Andrés, pelo voo rasante que fiz pelo Google, cresceu muito nesses 17 anos.
Tratava-se de uma ilha gostosa para se passear, com poucos restaurantes, algum comércio e apenas esse hotel que postei era digno de nota. Agora são várias opções de hospedagem e centenas de restaurantes.
Hospede-se no Centro, se possível, nas proximidades da Spratt Bight, a melhor praia. Caso contrário, terá que alugar um carrinho de golf ou pegar taxi.

O TEMPO
Fizemos essa viagem no mês de setembro e choveu forte. Presenciamos temporais apavorantes daqueles em que o dia vira noite e com direito a relâmpagos e trovões tipo cena de cinema: horroroso, mas que acabava na hora em que o diretor gritava: -CORTA! Daí o sol aparecia na maior cara de pau.
Observe a época em que pretende viajar a fim curtir apenas dias ensolarados e nem lembrar que guarda-chuva existe.
São Pedro faz duas temporadas: uma vai de abril a junho e outra de setembro a novembro – foi essa que pegamos.
Não chegou a nos atrapalhar, mas às vezes nos obrigava a esperar a chuva passar para poder sair.

CARTAGENA
Há um pormenor da História da cidade que não poderia deixar passar: Cartagena foi fundada em 01 de junho de 1533 em homenagem à cidade litorânea de mesmo nome na Espanha.
Entretanto, tribos indígenas estabeleceram-se na Bahia de Cartagena desde 4.000 a.C.!
Quem conta sua História com riqueza de detalhes e os porquês desses pormenores é Cristian Morales, habitante da cidade.
Para conhecer o melhor que Cartagena tem a oferecer, e principalmente o Centro Histórico, recomendo a companhia de um guia. Esse trabalho poderá ser executado pelo próprio Cristian, um jovem que fala português fluentemente por conta da temporada que passou estudando em São Paulo. Cristian postou anotações brilhantes em seu trabalho. Clique no iluminado em verde e veja que beleza!

Vista do quarto do hotel Capilla del Mar em que nos hospedamos no bairro Bocagrande.

Nesta avenida, a Carrera 1, estão os melhores hotéis e restaurantes da cidade.

Vista da Cafeteria Summa localizada em um anexo do hotel na esquina de Carrera 1 x Bolivar.

Nesta mesma esquina, à noite, algumas charretes ficam estacionadas. Basta se aproximar e contratar um passeio.

Castelo de San Felipe de Barajas.

A visita ao forte foi embaixo de forte calor, uma constante em Cartagena. Fomos acompanhados por outro guia que não mediu esforços para nos desvendar cada canto. Terminada a visita ao forte, partimos Centro Histórico, imperdível.

Igreja de São Pedro Claver, ao fundo.
Nas proximidades da Igreja de São Pedro almoçamos em um restaurante excelente de nome San Pedro Café Mirador, na Plaza de la Aduana.
Praça de Santo Domingo.

A arquitetura colonial foi valorizada pelo farto madeiramento em janelas, balcões e portas, rico em detalhes – origem espanhola da região Andaluza que, por sua vez, sofreu influência árabe.
A inclusão de balcões, da fartura de madeiras e de plantas trepadeiras nas construções tem como objetivo amenizar a incidência do Sol e, consequentemente, diminuir o calor.
As temperaturas passam de 30º, mas a umidade do ar, responsável pela sensação térmica, é que chega a 85% – quase uma fervura.

A exemplo do portal acima, há outros belíssimos espalhados pela coloridíssima Cartagena.

Mesmo para quem não foi aluno brilhante de História assim como eu, tenho certeza de que se deixará encantar e envolver com o passado bem conservado da cidade fortificada, declarada, em 1959, Patrimônio Nacional da Colômbia. Em 1984 foi novamente agraciada com o título de Patrimônio Mundial pela Unesco, e, em 2007, seu patrimônio arquitetônico militar e  fortificações foram anunciados como a quarta maravilha da Colômbia. Merecidamente.

Escultura de Botero na Plaza de Santo Domingo intitulada Mujer Reclinada – um presente do autor para a cidade.

Plaza de la Aduana.
Cidade limpa e edifícios bem conservados e coloridos chamam a atenção dos turistas. Trata-se de uma cidade extremamente bela banhada pelo Mar do Caribe.

Fotos mico clicadas na Plaza de la Aduana.

Revendo essas fotos bateu a vontade de voltar a Cartagena. O Centro Antigo oferece muitos restaurantes, boutiques e hotéis fantásticos para todos os gostos e orçamentos. E História. Muita História.
Trata-se de um destino surpreendentemente belo que recomendo sem moderação.

CARTAGENA
não ficou em nossa memória apenas pelo que vimos, mas também pelo que sentimos: na véspera de embarcarmos para Bogotá, de volta ao Brasil, saímos pela manhã e encontramos um clima tenso, muito tenso no ar e não sabíamos o porquê.
Encontramos nas proximidades do hotel alguns taxistas fora de seus carros. Alguns encostados nos veículos, pensativos, e outros reunidos em pequenos grupos e debruçados nas janelas dos taxis de um colega. Todos, sem exceção, ouviam o rádio em silêncio. Ruas vazias. O clima estava estranhíssimo.
Bateu a vontade de tomar um café e entramos em uma cafeteria de um hotel. Na Tv passava uma cena trágica que imaginamos ser de filme, mas era, infelizmente, uma imagem real que foi repetida mundo à fora milhares de vezes: estávamos no dia 11 de setembro de 2001, dia do atentado às Torres Gêmeas!
Não entendíamos o porquê dos comentários a respeito da cena da Tv, até que alguém se dirigiu a nós, indignado, penalizado, e nos informou o que estava acontecendo. Foi aí que entendemos o silêncio dos taxistas…, o clima pesado…, a revolta, a tristeza das pessoas que estavam ali naquele Café. Tive um misto de sentimentos que culminou no medo.
Foi a segunda vez que senti o Brasil muito distante…

“Faço parte do mundo e no entanto ele me torna perplexo.”
                                                                             (SIR CHARLIE CHAPLIN)


 

 

 

 

 

 

 

 

BRASIL, RIO DE JANEIRO, RJ – Penedo com Alex Tour Viagens.


IMAGEM em DESTAQUE: Pequena Finlândia.


Itatiaia é um município do Estado do Rio de Janeiro na divisa com Minas Gerais, na Serra da Mantiqueira.  E Penedo é um distrito de Itatiaia, distante do Rio de Janeiro em 180 km.
Chega-se à Penedo pela BR-116. Ao se aproximar de Resende, você deverá ficar atento para a saída 311, a RJ-163, Rodovia Dr. Rubens Tramuja Mader. É nessa rodovia que você deverá entrar.

Na RJ-163, após trafegar por aproximadamente 3 km (5 minutinhos), há uma rotatória. Seguindo em frente chega-se à Visconde de Mauá. Dobrando à esquerda, segue-se para Penedo. Não há erro.


Trata-se de uma colônia Finlandesa no Brasil bastante procurada por suas belezas naturais. Caminhar por trilhas, e refrescar-se no Verão em saudáveis e aprazíveis banhos em uma das cachoeiras de Penedo, são atrações muito procuradas.
Interessante informar que Penedo não tem vida própria. Tudo se resolve em Resende, localizada a aproximadamente 15 km de distância. Não sendo de carro, esse percurso poderá ser efetuado por taxis ou ônibus.
O Centro da cidade é bem movimentado por conta de farto comércio: lojas de decoração, artesanatos, móveis, Cafés e restaurantes ladeiam a principal avenida, sem contarmos com o Shopping Pequena Finlândia, o mais procurado, além de hotéis e pousadas.

Detalhe da Pousada do Lago.
Móveis rústicos à venda.
Até o churrasquinho na calçada tem vez em Penedo.
Delicatessen sortida na Av. Casa das Pedras.

ONDE ALMOÇAR
O cardápio bem aparentado no jardim do restaurante Pérgula chama atenção para a variedade de pratos que aos poucos fomos imaginamos serem deliciosos. E eram!
Entramos e nos deparamos com um ambiente muito bem decorado, rico em detalhes.
Pormenores a respeito da ambientação e do cardápio, basta clicar aqui.
Trata-se de restaurante que recomendamos sem restrições.

O shopping se aparenta com um pequeníssimo bairro onde você caminha pelas ruas e, em lugar de moradias, as casas coloridas e estilosas vendem algum tipo de mercadoria.

Em uma só loja encontrei produtos artesanais fantásticos tais como queijos, manteigas, geléias, embutidos, sucos, mel, chocolates, pães, biscoitos, torradas e muito mais coisas que me fizeram voltar no tempo e lembrar das delícias que minha avó alemã fazia em um tacho enorme que borbulhava sobre o lume de um fogão à lenha.

Os vidros eram grandes, vedados com uma borracha circular, e travados com um sistema de alavancas fabricadas com grossos arames. Duravam meses!

Penedo oculta muitas belezas que você não consegue ver em apenas uma tarde. É preciso desvendá-la com a mesma tranquilidade que atrai milhares de turistas que curtem a natureza que a domina.

No Museu Finlandês você poderá descobrir um pouco da História desses imigrantes. Fica na Av. das Mangueiras, 430 Telefone(24) 3351-1374.
Não muito longe dali há poços de águas cristalinas que merecem atenção, bem como as cidades de Maringá, Visconde de Mauá e a própria Itatiaia!, tão pertinho.
Ah! E o famoso Pico das Agulhas Negras, meus-deuses!, não pode faltar, claro!…
Evidentemente que para cumprir essa programação o ideal é estar com seu próprio carro, ou então dispender alguns R$$$ com um táxi ou um carro alugado.


ALEX TOUR VIAGENS
Agora, se você pretende conhecer apenas a parte mais agitada e comercial de Penedo, e almeja viajar tranquilamente em um ônibus de poltronas confortáveis, banheiro limpo, geladeira a seu dispor, motorista hábil e responsável, e ao lado da companhia agradável de um guia e instrutor que o mantém a par de todos os pormenores ao longo do caminho… essa pessoa chama-se Alex Brando.

É essa pessoa simpática, educada e receptiva quem toma todas as iniciativas para que você desfrute do passeio da melhor maneira possível, além de acompanhar pari passu as novidades a fim de mantê-lo bem informado.
É o amigo e companheiro que chega cedinho ao local do primeiro encontro a fim de lhe dar as boas-vindas e só encerra o espetáculo após se despedir do último passageiro.
Antes do desembarque, novamente Alex ressalta os principais itens a serem observados, tais como o ponto de encontro na hora da volta.

Alex instrui os passageiros quanto a restaurantes sofisticados e simples, e ainda aconselha o que vale à pena comprar e aonde.
E como estamos todos, literalmente, no mesmo barco, os encontros são inevitáveis. Daí, amigo, caso você hesite ao comprar alguma coisa, basta perguntar à Alex que, com sua boa vontade habitual, o acompanhará até à fonte de sua indecisão.

Nosso ponto de encontro da volta foi à esquerda desse arco. Alguma dúvida? Claro que não.


Pelos motivos expostos e muitos outros não declarados é que recomendo a Alex Tour Viagens para a realização de seus passeios. Ops!… quase deixo escapar:  Passeios Nacionais… e Internacionais!


  “As pessoas não fazem as viagens, as viagens é que fazem as pessoas.” (John Steinbeck)

Por isso estou sempre batendo na mesma tecla:

 

ARGENTINA, AR – El Braserito em El Calafate.


IMAGEM DESTACADA: Fachada do El Braserito.

O restaurante é simples, mas bem arrumado e limpo.
Pareceu-nos que são os proprietários que recebem os clientes, anotam os pedidos e executam os pratos.
O cardápio é variado e as opções são as mais caseiras possíveis: sanduíches, pizzas, massas, batatas fritas, frango empanado, e, claro, não poderiam faltas as empanadas e o churrasco.
Frango, cordeiro, morcilha, bife de chorizo, e o corte que chamam de churrasco são opções que vão para o espeto.

Mergulhei de cabeça em duas morcilhas.

Mano e fiel escudeiro optaram por suculentos nacos de carnes…,

e minha sobrinha e cunhada não dispensaram um poderoso sanduíche. Tudo muito gostoso.

Fachada do El Braserito.
O aviso acima está atravessado na calçada, seguro em estacas. Para não enxergá-lo, mesmo de longe, há de se ter muita personalidade…

Quentinhas, o restaurante trabalha apenas com frango grelhado e pizza de frango. Qualquer dúvida, basta consultar o site clicando aqui.
Recomendo para quem aprecia comidinhas simples, porém saborosas.

*****

 

ARGENTINA, AR: Lago Nahuel Huapi – O Passeio de Veleiro de Angela Loreto.


IMAGEM DESTACADA: Lago Nahuel Huapi.

Até que enfim!, acabei desencravando fotos que cliquei do Lago Nahuel Huapi em 2012.  Você pode não acreditar, mas parece que foi ontem… 
Cada vez que abro “Minhas Imagens” não sei por onde começar.
Daí vi que minha amiga Angela Loreto, também colaboradora do blog – outro amigo que contribui com belas fotos e informações é Rodrigo de Souza Cardoso -, fez um passeio em veleiro pelo lago e gostou muito. Nem pisquei. Com autorização da amiga, segue a postagem.

O LAGO NAHUEL HUAPI
é de origem glacial e está a 700 m acima do nível do mar.
Pertence a duas províncias: Neuquén e Rio Negro. Nesta última é  onde está Bariloche, cidade fundada em 1895 na margem sul do Nahuel Huapi.
Sua profundidade maior não ultrapassa à do Lago Argentino (500 m), em cuja margem está El Calafate,  mas chega perto: 450 m.
É pontilhado por várias ilhas, sendo a de maior destaque a paradisíaca Isla Victoria.
Normalmente, a visita à ilha é conjugada com a do Bosque de Arrayanes, localizado na península Quetrihue, beeem pertinho de Villa La Angostura.

Nota: o mapa ilustra apenas a localização do bosque e a possibilidade de alcançá-lo pela fantástica estrada RN40.

EMBARQUE
no Porto Pañuelo, a aproximadamente 23 km do Centro de Bariloche. Caso dispense os transportes turísticos, o ônibus 20 passa lá. Este passeio você poderá fazer durante todo o ano.

Segundo Angela, que optou por navegar em um veleiro, “O passeio dura cerca de duas horas. A capacidade da embarcação é para 10 pessoas.
Na volta nos foi servida uma pequena tábua de frios acompanhada por refrigerante ou vinho argentino (lógico).
Quem tiver oportunidade, deve fazer esse passeio”. Os telefones para contato são: 0294-15-4534382 e 011-15-6701-8321.

Imagem do Lago Nahuel Huapi clicada por Angela Loreto.

No BOSQUE de ARRAYANES
o visitante desembarca após uma hora de navegação pelo Lago Nahuel Huapi. Trata-se de uma reserva natural localizada na Província de Neuquém. Pertence à Villa la Angostura, outra atração digna de nota.

O bosque impressiona pelo colorido dos troncos das Arrayanes, de cor avermelhada, espécie abundante nesta região.

No Bosque de Arrayanes  (murtas) a caminhada é confortável devido às passarelas que foram construídas para preservar a vegetação.
Neste cenário de conto de fadas construíram uma confeitaria em um chalé, que muitos pensam ter servido de inspiração para Walt Disney.
O que poucos sabem, é que essa estória que chega aos ouvidos de alguns visitantes não tem fundamento.

No site da Folha de São Paulo de 22/5/18 há uma reportagem a respeito das cidades mais atraentes do norte da Patagônia.
Uma, em especial, datada de 25/5/17, esclarece que Walt Disney nunca…
Hummm… Melhor você mesmo clicar ali em cima e descobrir a novidade.

*****

 

 

ARGENTINA: Novos Caminhos Pela Patagônia – Cerro Frias, em El Calafate.


FOTO EM DESTAQUE: Um Dos Pontos Mais Altos do Cerro.

Cá estou novamente neste país pelo qual sou apaixonada: a Argentina. Só que desta vez, apesar de ter revisitado alguns lugares, essas localidades tiveram gosto de festa – em companhia de familiares queridos, tudo fica mais animado.
O esquema saiu como o planejado. Nem chuva pegamos. Minto. Certa noite, quando voltávamos para o hotel após um jantar no La Posta, sentimos no rosto uns pingos de chuva geladiiinnnhos, mas que nem serviram para aumentarmos os passos. E nem adiantava: quem está na chuva é para se molhar, já diz o velho ditado. E quem deixaria de passear por conta de chuva e frio? Pegamos 02º em El Calafate e menos ainda no alto do Cerro Frias, nosso primeiro passeio pelas redondezas.

Mas, antes de qualquer comentário, gostaria de alertá-lo para o abacaxi que a empresa Brasileiros em Ushuaia nos fez descascar.


AINDA NO AEROPORTO
tivemos, de cara, a única surpresa desagradável do circuito: assim que entramos na van que nos levou ao hotel, o motorista entregou-me a programação a ser cumprida e o melhor dos passeios não estava relacionado: o Glaciar Gourmet.
Chegando ao hotel nem entrei no quarto. Pedi à recepcionista que me comunicasse com a Criollos Turismo – esse era o nome que constava nos vauchers -, e o funcionário brasileiro Marcelo confirmou que não estávamos incluídos no rol de passageiros. Como, se esse passeio e mais dois estavam pagos deste 26/10/2017?
Peguei minha gorda pasta de anotações, botei-a embaixo do braço e saí em campo. Lá fomos nós – eu, minha cunhada e meu escudeiro – atrás da agência Criollos.
Resumindo: na Brasileiros em Ushuaia digitaram equivocadamente o nome desta operadora, que tinha a ver parcialmente com a história.
Felizmente o funcionário de nome Matias – jovem educado, de boa vontade e ético – logo descobriu o erro. Não disse palavra a respeito do assunto; apenas pediu-nos que o acompanhasse e nos levou até sua vizinha, a empresa responsável pela pequena viagem que faríamos três dias depois.
Saímos da Marpatag com tudo acertado, é verdade, mas ainda sob efeitos do aborrecimento causado única e exclusivamente por falta de atenção do funcionário da Brasileiros em UshuaiaAh! E ainda a funcionária desta empresa, Sra. V… , a me escrever o seguinte: “Acredito que tenha sido erro de digitação no vaucher” – observação que me leva a crer que qualquer erro cometido é normal.
Mais tarde, a gerente desta empresa , Sra B…, que desdobrou-se em desculpas pelo transtorno, explicou em mensagem que o brasileiro Marcelo não poderia nos ter dito que não constávamos da lista de passageiros.
Ciente da parceria existente entre Marpatag e Criollos, ele deveria ter confirmado nosso programa e não o fez. Ou seja: erro nos vauchers da Brasileiros em Ushuaia, erro de parte do funcionário da Criollos. Erro prá todo lado que nos fez perder preciosos momentos de nossa estada em El Calafate.  Foram duas horas e meia na rua, literalmente, “correndo atrás”. Fica o alerta!

Esse esquema diferenciado de passeio – Glaciares Gourmet – que a empresa Brasileiros em Ushuaia oferece é bom. Certamente teria sido bem melhor se não o tivessem envolvido em tanto contratempo. Sofre mais o emocional dos passageiros que o físico. Foi desgastante demais e decepcionante.


Bom, agora que relatei a sucessão de descuidos envolvendo funcionários desatentos de duas! empresas que participaram diretamente em nossa viagem, posso contar e ilustrar nossa primeira saída pelos arredores de El Calafate: o Cerro Frias.
Marquei esse passeio na empresa causadora do citado embroglio sem o menor entusiasmo. A descrição confere com a realidade, mas não empolga; e por isso não levei fé.

Caso queira assistir a um resumo do que foi esse passeio inimaginável, clique aqui.


Às 9.30 h  a van nos pegou no hotel, e após  23 km de navegação pela RP 11 chegamos à entrada da Fazenda Alice, onde está a colina.

Havia feito muito frio durante a madrugada e por conta dessa baixa de temperatura os cumes de cerros e montanhas ficaram cobertos de neve, o que enriqueceu bastante a paisagem e nossa experiência.
Em 2016, eu e meu escudeiro estivemos nessa mesma época em El Calafate, mas pegamos temperaturas bem mais amenas. Desta vez enfrentamos 02 º no Centro da cidade.

Logo que chegamos, o gentil Sr. Tito foi nos receber ainda na perua e nos apresentou o restaurante onde mais tarde seríamos contemplados com um lauto almoço: churrasco de carnes variadas e linguiças, assadas em forno à lenha e acompanhadas por legumes. Almoço prá botar água na boca de quem assistir ao vídeo que incluí na postagem.
Ele mesmo apontou a casa que se vê na foto como sendo sua, e pelo rumo da conversa durante o percurso, concluímos que estávamos sendo conduzidos pelo simplíssimo proprietário da Estância Alice.
É o próprio Tito quem traça e prepara novos caminhos para os visitantes desfrutarem do melhor do cerro.

ESCOLHA O QUE FAZER na FAZENDA:
Há outros tipos de atividades na propriedade, tais como: trekking, cavalgadas, ou deslizar na tirolesa considerada a mais extensa da América do Sul.
O Jeep Tour 4×4 à Margem do Lago Argentino promete muita aventura a partir de 5 km de Calafate.
Esses passeios têm horários de saída e época certa para acontecer; por isso convém dar uma olhada no site clicando aqui.
A visita ao Cerro Frias, por exemplo, tem dois horários: pela manhã e à tarde, às 15.00 horas.

Imagine-se neste confortável sofá, desfrutando dessa vista fantástica em companhia de familiares e/ou amigos, e tomando um ferrinho para esquentar.

O PASSEIO
Começamos a subir o cerro e logo Tito parou e anunciou que dali prá frente ele engataria a tração nas 4 rodas – mero detalhe. Com ou sem tração nada mudaria ao nosso redor: já estávamos encantados com a paisagem que aos poucos começava a se desnudar, com os comentários de nosso condutor, com os animais, enfim, com tudo! Até com o vento gelado e o frio.

Um pouco mais para frente e Tito saltou para abrir uma das porteiras.

Desse ponto para frente as surpresas começaram a se atropelar. Dois guanacos foram responsáveis pela primeira delas.

O respeito pela fauna é fundamental e por isso a marcha empregada no veículo é lenta. A prioridade é dos animais, claro, e mais precaução começa assim que são avistados, mesmo que estejam bem afastados da beira do caminho. Segundo Tito, os animais podem correr a qualquer momento e por isso é preciso cautela. Toda atenção é pouca.

Repentinamente – daí os cuidados a que me referi anteriormente – essa raposa saiu de detrás da moita e sentou-se justo no caminho.  Tito parou o Land Rover e ficamos observando o espetáculo por algum tempo. A lindeza bocejou, coçou-se, levantou-se, deitou-se novamente e rolou no capim. Fomos privilegiados neste passeio não só por isso, mas por tudo que vimos e mais ainda pelo que nos aguardava no cume do cerro.

Vez ou outra o Lago Argentino disputou nossa atenção com fauna e flora do Cerro Frias; não sabíamos o que era mais belo. O passeio é fantástico!

O ALAGAMENTO em EL CALAFATE
Chegamos a El Calafate em 14/3/18, dois dias após ter acontecido a ruptura do Perito Moreno, outro espetáculo fantástico para quem tem a sorte de testemunhar o desmoronamento dessa ponte.
Trata-se de atração que atrai milhares de curiosos e que depende unica e exclusivamente da natureza.
El País noticiou que os trovões provocados pelos sucessivos desprendimentos aconteceu de madrugada. Caso você tenha curiosidade em saber como se forma a ponte e o que provoca seu descolamento, basta clicar aqui.
Como o Parque Nacional dos Glaciares fecha às 22.00 h, o espetáculo não foi presenciado por ninguém.
As toneladas de gelo desprendidas derretem e acabam causando a subida do nível do Lago Argentino, a ponto de suas águas alcançarem estradas e propriedades particulares. Testemunhamos um alagamento no perímetro urbano, bem próximo ao Centro de El Calafate.
A foto abaixo mostra uma área submersa não muito longe da estrada.

Conforme avançávamos, cenários cada vez mais instigantes pareciam nos convidar a desvendar seus mistérios.
Ora o capim queimado pelo frio cobria de dourado as montanhas e parecia iluminá-las…

…ora sentíamo-nos envolvidos pelo tempo fechado, o solo escuro, a névoa e o uivo do vento.  Era o próprio mistério do qual estávamos fazendo parte – momento inesquecível de nossas vidas.

Atirei no que vi, ao optar por esse programa, e acertei no que não vi. Divinas surpresas…

Felizmente, estávamos preparados para enfrentar qualquer inesperado…

Abaixo, um dos carros da frota do Sr. Tito, nosso condutor e narrador dessa aventura fantástica.
A foto não deixa mentir: quem diria, que ainda teríamos um contato tão íntimo com um pedacinho da moldura do Lago Argentino?

Momento de sentir a paisagem, sem tentar descrevê-la…

DE VOLTA À ESTÂNCIA, NOSSO PRÊMIO:
Éramos os únicos no amplo salão aquecido. O que iríamos comer? Não sabíamos e nem nos interessou perguntar. Curiosidade é doença da qual nenhum de nós sofre. Felizmente. Assim, quando nosso prato chegou, antes de qualquer garfada já sentíamos sabor de festa na boca. E que festa!

A abertura de nossos trabalhos ficou por conta de gordas empanadas recheadas com carne de cordeiro, temperada do jeito que gosto.

Seguiu-as um creme de abóbora muito bem condimentado. Um toque sutil de especiarias foi somado às ervas secas -o resultado não poderia ser melhor.

Legumes assados na brasa foram servidos como complemento do suculento churrasco misto que só aparece no vídeo. As pranchas foram prá mesa fumegantes e com aquele barulhinho bom de se ouvir: o dos legumes e das carnes ainda fritando no calor da chapa.  Melhor, impossível.

De sobremesa, ele! O famoso, delicioso e imbatível doce-de-leite argentino.

Iguarias que nem Zeus alguma vez degustou no Olimpo, mas que nós, simples mortais, tivemos o privilégio de saborear neste pedaço de Paraíso – o Cerro Frias.

CONTATO: clique aqui.

 

Foto clicada por minha sobrinha SAMANTHA ao voltarmos para El Calafate.

 

Rosa Cristal com a palavra.

 

 

 

BRASIL, RIO DE JANEIRO: Orla Pref. Luiz Paulo Conde – Centro.


IMAGEM DESTACADA: acesso ao lado do Museu do Amanhã.

Continuar lendo BRASIL, RIO DE JANEIRO: Orla Pref. Luiz Paulo Conde – Centro.

BRASIL, RN – Praia de Caraúbas, Farol de São Roque, Árvore do Amor. Mate Três Coelhos Com Uma Só Cajadada.


FOTO em DESTAQUE: Jangada chegando do mar.

CARAÚBAS
é outro município tranquilo do Rio Grande do Norte, apropriado para quem almeja sossêgo, sombra (coqueiros não faltam), água fresca Continuar lendo BRASIL, RN – Praia de Caraúbas, Farol de São Roque, Árvore do Amor. Mate Três Coelhos Com Uma Só Cajadada.

BRASIL, RIO de JANEIRO: Forte Duque de Caxias – Belas Paisagens Vistas do Leme.


IMAGEM DESTACADA: Morro da Babilônia, Pão de Açúcar e Entrada da Baía de Guanabara. Ao fundo, Niterói.

Há muito me prometia que um dia visitaria o Forte do Leme. Se bem me lembro, a promessa começou em 1981, quando vim morar em Copacabana. Continuar lendo BRASIL, RIO de JANEIRO: Forte Duque de Caxias – Belas Paisagens Vistas do Leme.

BRASIL, RN – Maracajaú. Parrachos, Pousada Ponta dos Anéis, Manoa Park e Tereza Pança.


IMAGEM EM DESTAQUE: Ponta dos Anéis, Maracajaú.

MARACAJAÚ
é uma comunidade do litoral de Maxaranguape (aproximadamente 2.000 habitantes), município do Rio Grande do Norte. Continuar lendo BRASIL, RN – Maracajaú. Parrachos, Pousada Ponta dos Anéis, Manoa Park e Tereza Pança.