Arquivo da categoria: FUI E GOSTEI!

BRASIL, RIO DE JANEIRO, RJ – Penedo com Alex Tour Viagens.


IMAGEM em DESTAQUE: Pequena Finlândia.


Itatiaia é um município do Estado do Rio de Janeiro na divisa com Minas Gerais, na Serra da Mantiqueira.  E Penedo é um distrito de Itatiaia, distante do Rio de Janeiro em 180 km.
Chega-se à Penedo pela BR-116. Ao se aproximar de Resende, você deverá ficar atento para a saída 311, a RJ-163, Rodovia Dr. Rubens Tramuja Mader. É nessa rodovia que você deverá entrar.

Na RJ-163, após trafegar por aproximadamente 3 km (5 minutinhos), há uma rotatória. Seguindo em frente chega-se à Visconde de Mauá. Dobrando à esquerda, segue-se para Penedo. Não há erro.


Trata-se de uma colônia Finlandesa no Brasil bastante procurada por suas belezas naturais. Caminhar por trilhas, e refrescar-se no Verão em saudáveis e aprazíveis banhos em uma das cachoeiras de Penedo, são atrações muito procuradas.
Interessante informar que Penedo não tem vida própria. Tudo se resolve em Resende, localizada a aproximadamente 15 km de distância. Não sendo de carro, esse percurso poderá ser efetuado por taxis ou ônibus.
O Centro da cidade é bem movimentado por conta de farto comércio: lojas de decoração, artesanatos, móveis, Cafés e restaurantes ladeiam a principal avenida, sem contarmos com o Shopping Pequena Finlândia, o mais procurado, além de hotéis e pousadas.

Detalhe da Pousada do Lago.
Móveis rústicos à venda.
Até o churrasquinho na calçada tem vez em Penedo.
Delicatessen sortida na Av. Casa das Pedras.

ONDE ALMOÇAR
O cardápio bem aparentado no jardim do restaurante Pérgula chama atenção para a variedade de pratos que aos poucos fomos imaginamos serem deliciosos. E eram!
Entramos e nos deparamos com um ambiente muito bem decorado, rico em detalhes.
Pormenores a respeito da ambientação e do cardápio, basta clicar aqui.
Trata-se de restaurante que recomendamos sem restrições.

O shopping se aparenta com um pequeníssimo bairro onde você caminha pelas ruas e, em lugar de moradias, as casas coloridas e estilosas vendem algum tipo de mercadoria.

Em uma só loja encontrei produtos artesanais fantásticos tais como queijos, manteigas, geléias, embutidos, sucos, mel, chocolates, pães, biscoitos, torradas e muito mais coisas que me fizeram voltar no tempo e lembrar das delícias que minha avó alemã fazia em um tacho enorme que borbulhava sobre o lume de um fogão à lenha.

Os vidros eram grandes, vedados com uma borracha circular, e travados com um sistema de alavancas fabricadas com grossos arames. Duravam meses!

Penedo oculta muitas belezas que você não consegue ver em apenas uma tarde. É preciso desvendá-la com a mesma tranquilidade que atrai milhares de turistas que curtem a natureza que a domina.

No Museu Finlandês você poderá descobrir um pouco da História desses imigrantes. Fica na Av. das Mangueiras, 430 Telefone(24) 3351-1374.
Não muito longe dali há poços de águas cristalinas que merecem atenção, bem como as cidades de Maringá, Visconde de Mauá e a própria Itatiaia!, tão pertinho.
Ah! E o famoso Pico das Agulhas Negras, meus-deuses!, não pode faltar, claro!…
Evidentemente que para cumprir essa programação o ideal é estar com seu próprio carro, ou então dispender alguns R$$$ com um táxi ou um carro alugado.


ALEX TOUR VIAGENS
Agora, se você pretende conhecer apenas a parte mais agitada e comercial de Penedo, e almeja viajar tranquilamente em um ônibus de poltronas confortáveis, banheiro limpo, geladeira a seu dispor, motorista hábil e responsável, e ao lado da companhia agradável de um guia e instrutor que o mantém a par de todos os pormenores ao longo do caminho… essa pessoa chama-se Alex Brando.

É essa pessoa simpática, educada e receptiva quem toma todas as iniciativas para que você desfrute do passeio da melhor maneira possível, além de acompanhar pari passu as novidades a fim de mantê-lo bem informado.
É o amigo e companheiro que chega cedinho ao local do primeiro encontro a fim de lhe dar as boas-vindas e só encerra o espetáculo após se despedir do último passageiro.
Antes do desembarque, novamente Alex ressalta os principais itens a serem observados, tais como o ponto de encontro na hora da volta.

Alex instrui os passageiros quanto a restaurantes sofisticados e simples, e ainda aconselha o que vale à pena comprar e aonde.
E como estamos todos, literalmente, no mesmo barco, os encontros são inevitáveis. Daí, amigo, caso você hesite ao comprar alguma coisa, basta perguntar à Alex que, com sua boa vontade habitual, o acompanhará até à fonte de sua indecisão.

Nosso ponto de encontro da volta foi à esquerda desse arco. Alguma dúvida? Claro que não.


Pelos motivos expostos e muitos outros não declarados é que recomendo a Alex Tour Viagens para a realização de seus passeios. Ops!… quase deixo escapar:  Passeios Nacionais… e Internacionais!


  “As pessoas não fazem as viagens, as viagens é que fazem as pessoas.” (John Steinbeck)

Por isso estou sempre batendo na mesma tecla:

 

ARGENTINA, AR – El Braserito em El Calafate.


IMAGEM DESTACADA: Fachada do El Braserito.

O restaurante é simples, mas bem arrumado e limpo.
Pareceu-nos que são os proprietários que recebem os clientes, anotam os pedidos e executam os pratos.
O cardápio é variado e as opções são as mais caseiras possíveis: sanduíches, pizzas, massas, batatas fritas, frango empanado, e, claro, não poderiam faltas as empanadas e o churrasco.
Frango, cordeiro, morcilha, bife de chorizo, e o corte que chamam de churrasco são opções que vão para o espeto.

Mergulhei de cabeça em duas morcilhas.

Mano e fiel escudeiro optaram por suculentos nacos de carnes…,

e minha sobrinha e cunhada não dispensaram um poderoso sanduíche. Tudo muito gostoso.

Fachada do El Braserito.
O aviso acima está atravessado na calçada, seguro em estacas. Para não enxergá-lo, mesmo de longe, há de se ter muita personalidade…

Quentinhas, o restaurante trabalha apenas com frango grelhado e pizza de frango. Qualquer dúvida, basta consultar o site clicando aqui.
Recomendo para quem aprecia comidinhas simples, porém saborosas.

*****

 

ARGENTINA, AR: Lago Nahuel Huapi – O Passeio de Veleiro de Angela Loreto.


IMAGEM DESTACADA: Lago Nahuel Huapi.

Até que enfim!, acabei desencravando fotos que cliquei do Lago Nahuel Huapi em 2012.  Você pode não acreditar, mas parece que foi ontem… 
Cada vez que abro “Minhas Imagens” não sei por onde começar.
Daí vi que minha amiga Angela Loreto, também colaboradora do blog – outro amigo que contribui com belas fotos e informações é Rodrigo de Souza Cardoso -, fez um passeio em veleiro pelo lago e gostou muito. Nem pisquei. Com autorização da amiga, segue a postagem.

O LAGO NAHUEL HUAPI
é de origem glacial e está a 700 m acima do nível do mar.
Pertence a duas províncias: Neuquén e Rio Negro. Nesta última é  onde está Bariloche, cidade fundada em 1895 na margem sul do Nahuel Huapi.
Sua profundidade maior não ultrapassa à do Lago Argentino (500 m), em cuja margem está El Calafate,  mas chega perto: 450 m.
É pontilhado por várias ilhas, sendo a de maior destaque a paradisíaca Isla Victoria.
Normalmente, a visita à ilha é conjugada com a do Bosque de Arrayanes, localizado na península Quetrihue, beeem pertinho de Villa La Angostura.

Nota: o mapa ilustra apenas a localização do bosque e a possibilidade de alcançá-lo pela fantástica estrada RN40.

EMBARQUE
no Porto Pañuelo, a aproximadamente 23 km do Centro de Bariloche. Caso dispense os transportes turísticos, o ônibus 20 passa lá. Este passeio você poderá fazer durante todo o ano.

Segundo Angela, que optou por navegar em um veleiro, “O passeio dura cerca de duas horas. A capacidade da embarcação é para 10 pessoas.
Na volta nos foi servida uma pequena tábua de frios acompanhada por refrigerante ou vinho argentino (lógico).
Quem tiver oportunidade, deve fazer esse passeio”. Os telefones para contato são: 0294-15-4534382 e 011-15-6701-8321.

Imagem do Lago Nahuel Huapi clicada por Angela Loreto.

No BOSQUE de ARRAYANES
o visitante desembarca após uma hora de navegação pelo Lago Nahuel Huapi. Trata-se de uma reserva natural localizada na Província de Neuquém. Pertence à Villa la Angostura, outra atração digna de nota.

O bosque impressiona pelo colorido dos troncos das Arrayanes, de cor avermelhada, espécie abundante nesta região.

No Bosque de Arrayanes  (murtas) a caminhada é confortável devido às passarelas que foram construídas para preservar a vegetação.
Neste cenário de conto de fadas construíram uma confeitaria em um chalé, que muitos pensam ter servido de inspiração para Walt Disney.
O que poucos sabem, é que essa estória que chega aos ouvidos de alguns visitantes não tem fundamento.

No site da Folha de São Paulo de 22/5/18 há uma reportagem a respeito das cidades mais atraentes do norte da Patagônia.
Uma, em especial, datada de 25/5/17, esclarece que Walt Disney nunca…
Hummm… Melhor você mesmo clicar ali em cima e descobrir a novidade.

*****

 

 

ARGENTINA: Novos Caminhos Pela Patagônia – Cerro Frias, em El Calafate.


FOTO EM DESTAQUE: Um Dos Pontos Mais Altos do Cerro.

Cá estou novamente neste país pelo qual sou apaixonada: a Argentina. Só que desta vez, apesar de ter revisitado alguns lugares, essas localidades tiveram gosto de festa – em companhia de familiares queridos, tudo fica mais animado.
O esquema saiu como o planejado. Nem chuva pegamos. Minto. Certa noite, quando voltávamos para o hotel após um jantar no La Posta, sentimos no rosto uns pingos de chuva geladiiinnnhos, mas que nem serviram para aumentarmos os passos. E nem adiantava: quem está na chuva é para se molhar, já diz o velho ditado. E quem deixaria de passear por conta de chuva e frio? Pegamos 02º em El Calafate e menos ainda no alto do Cerro Frias, nosso primeiro passeio pelas redondezas.

Mas, antes de qualquer comentário, gostaria de alertá-lo para o abacaxi que a empresa Brasileiros em Ushuaia nos fez descascar.


AINDA NO AEROPORTO
tivemos, de cara, a única surpresa desagradável do circuito: assim que entramos na van que nos levou ao hotel, o motorista entregou-me a programação a ser cumprida e o melhor dos passeios não estava relacionado: o Glaciar Gourmet.
Chegando ao hotel nem entrei no quarto. Pedi à recepcionista que me comunicasse com a Criollos Turismo – esse era o nome que constava nos vauchers -, e o funcionário brasileiro Marcelo confirmou que não estávamos incluídos no rol de passageiros. Como, se esse passeio e mais dois estavam pagos deste 26/10/2017?
Peguei minha gorda pasta de anotações, botei-a embaixo do braço e saí em campo. Lá fomos nós – eu, minha cunhada e meu escudeiro – atrás da agência Criollos.
Resumindo: na Brasileiros em Ushuaia digitaram equivocadamente o nome desta operadora, que tinha a ver parcialmente com a história.
Felizmente o funcionário de nome Matias – jovem educado, de boa vontade e ético – logo descobriu o erro. Não disse palavra a respeito do assunto; apenas pediu-nos que o acompanhasse e nos levou até sua vizinha, a empresa responsável pela pequena viagem que faríamos três dias depois.
Saímos da Marpatag com tudo acertado, é verdade, mas ainda sob efeitos do aborrecimento causado única e exclusivamente por falta de atenção do funcionário da Brasileiros em UshuaiaAh! E ainda a funcionária desta empresa, Sra. V… , a me escrever o seguinte: “Acredito que tenha sido erro de digitação no vaucher” – observação que me leva a crer que qualquer erro cometido é normal.
Mais tarde, a gerente desta empresa , Sra B…, que desdobrou-se em desculpas pelo transtorno, explicou em mensagem que o brasileiro Marcelo não poderia nos ter dito que não constávamos da lista de passageiros.
Ciente da parceria existente entre Marpatag e Criollos, ele deveria ter confirmado nosso programa e não o fez. Ou seja: erro nos vauchers da Brasileiros em Ushuaia, erro de parte do funcionário da Criollos. Erro prá todo lado que nos fez perder preciosos momentos de nossa estada em El Calafate.  Foram duas horas e meia na rua, literalmente, “correndo atrás”. Fica o alerta!

Esse esquema diferenciado de passeio – Glaciares Gourmet – que a empresa Brasileiros em Ushuaia oferece é bom. Certamente teria sido bem melhor se não o tivessem envolvido em tanto contratempo. Sofre mais o emocional dos passageiros que o físico. Foi desgastante demais e decepcionante.


Bom, agora que relatei a sucessão de descuidos envolvendo funcionários desatentos de duas! empresas que participaram diretamente em nossa viagem, posso contar e ilustrar nossa primeira saída pelos arredores de El Calafate: o Cerro Frias.
Marquei esse passeio na empresa causadora do citado embroglio sem o menor entusiasmo. A descrição confere com a realidade, mas não empolga; e por isso não levei fé.

Caso queira assistir a um resumo do que foi esse passeio inimaginável, clique aqui.


Às 9.30 h  a van nos pegou no hotel, e após  23 km de navegação pela RP 11 chegamos à entrada da Fazenda Alice, onde está a colina.

Havia feito muito frio durante a madrugada e por conta dessa baixa de temperatura os cumes de cerros e montanhas ficaram cobertos de neve, o que enriqueceu bastante a paisagem e nossa experiência.
Em 2016, eu e meu escudeiro estivemos nessa mesma época em El Calafate, mas pegamos temperaturas bem mais amenas. Desta vez enfrentamos 02 º no Centro da cidade.

Logo que chegamos, o gentil Sr. Tito foi nos receber ainda na perua e nos apresentou o restaurante onde mais tarde seríamos contemplados com um lauto almoço: churrasco de carnes variadas e linguiças, assadas em forno à lenha e acompanhadas por legumes. Almoço prá botar água na boca de quem assistir ao vídeo que incluí na postagem.
Ele mesmo apontou a casa que se vê na foto como sendo sua, e pelo rumo da conversa durante o percurso, concluímos que estávamos sendo conduzidos pelo simplíssimo proprietário da Estância Alice.
É o próprio Tito quem traça e prepara novos caminhos para os visitantes desfrutarem do melhor do cerro.

ESCOLHA O QUE FAZER na FAZENDA:
Há outros tipos de atividades na propriedade, tais como: trekking, cavalgadas, ou deslizar na tirolesa considerada a mais extensa da América do Sul.
O Jeep Tour 4×4 à Margem do Lago Argentino promete muita aventura a partir de 5 km de Calafate.
Esses passeios têm horários de saída e época certa para acontecer; por isso convém dar uma olhada no site clicando aqui.
A visita ao Cerro Frias, por exemplo, tem dois horários: pela manhã e à tarde, às 15.00 horas.

Imagine-se neste confortável sofá, desfrutando dessa vista fantástica em companhia de familiares e/ou amigos, e tomando um ferrinho para esquentar.

O PASSEIO
Começamos a subir o cerro e logo Tito parou e anunciou que dali prá frente ele engataria a tração nas 4 rodas – mero detalhe. Com ou sem tração nada mudaria ao nosso redor: já estávamos encantados com a paisagem que aos poucos começava a se desnudar, com os comentários de nosso condutor, com os animais, enfim, com tudo! Até com o vento gelado e o frio.

Um pouco mais para frente e Tito saltou para abrir uma das porteiras.

Desse ponto para frente as surpresas começaram a se atropelar. Dois guanacos foram responsáveis pela primeira delas.

O respeito pela fauna é fundamental e por isso a marcha empregada no veículo é lenta. A prioridade é dos animais, claro, e mais precaução começa assim que são avistados, mesmo que estejam bem afastados da beira do caminho. Segundo Tito, os animais podem correr a qualquer momento e por isso é preciso cautela. Toda atenção é pouca.

Repentinamente – daí os cuidados a que me referi anteriormente – essa raposa saiu de detrás da moita e sentou-se justo no caminho.  Tito parou o Land Rover e ficamos observando o espetáculo por algum tempo. A lindeza bocejou, coçou-se, levantou-se, deitou-se novamente e rolou no capim. Fomos privilegiados neste passeio não só por isso, mas por tudo que vimos e mais ainda pelo que nos aguardava no cume do cerro.

Vez ou outra o Lago Argentino disputou nossa atenção com fauna e flora do Cerro Frias; não sabíamos o que era mais belo. O passeio é fantástico!

O ALAGAMENTO em EL CALAFATE
Chegamos a El Calafate em 14/3/18, dois dias após ter acontecido a ruptura do Perito Moreno, outro espetáculo fantástico para quem tem a sorte de testemunhar o desmoronamento dessa ponte.
Trata-se de atração que atrai milhares de curiosos e que depende unica e exclusivamente da natureza.
El País noticiou que os trovões provocados pelos sucessivos desprendimentos aconteceu de madrugada. Caso você tenha curiosidade em saber como se forma a ponte e o que provoca seu descolamento, basta clicar aqui.
Como o Parque Nacional dos Glaciares fecha às 22.00 h, o espetáculo não foi presenciado por ninguém.
As toneladas de gelo desprendidas derretem e acabam causando a subida do nível do Lago Argentino, a ponto de suas águas alcançarem estradas e propriedades particulares. Testemunhamos um alagamento no perímetro urbano, bem próximo ao Centro de El Calafate.
A foto abaixo mostra uma área submersa não muito longe da estrada.

Conforme avançávamos, cenários cada vez mais instigantes pareciam nos convidar a desvendar seus mistérios.
Ora o capim queimado pelo frio cobria de dourado as montanhas e parecia iluminá-las…

…ora sentíamo-nos envolvidos pelo tempo fechado, o solo escuro, a névoa e o uivo do vento.  Era o próprio mistério do qual estávamos fazendo parte – momento inesquecível de nossas vidas.

Atirei no que vi, ao optar por esse programa, e acertei no que não vi. Divinas surpresas…

Felizmente, estávamos preparados para enfrentar qualquer inesperado…

Abaixo, um dos carros da frota do Sr. Tito, nosso condutor e narrador dessa aventura fantástica.
A foto não deixa mentir: quem diria, que ainda teríamos um contato tão íntimo com um pedacinho da moldura do Lago Argentino?

Momento de sentir a paisagem, sem tentar descrevê-la…

DE VOLTA À ESTÂNCIA, NOSSO PRÊMIO:
Éramos os únicos no amplo salão aquecido. O que iríamos comer? Não sabíamos e nem nos interessou perguntar. Curiosidade é doença da qual nenhum de nós sofre. Felizmente. Assim, quando nosso prato chegou, antes de qualquer garfada já sentíamos sabor de festa na boca. E que festa!

A abertura de nossos trabalhos ficou por conta de gordas empanadas recheadas com carne de cordeiro, temperada do jeito que gosto.

Seguiu-as um creme de abóbora muito bem condimentado. Um toque sutil de especiarias foi somado às ervas secas -o resultado não poderia ser melhor.

Legumes assados na brasa foram servidos como complemento do suculento churrasco misto que só aparece no vídeo. As pranchas foram prá mesa fumegantes e com aquele barulhinho bom de se ouvir: o dos legumes e das carnes ainda fritando no calor da chapa.  Melhor, impossível.

De sobremesa, ele! O famoso, delicioso e imbatível doce-de-leite argentino.

Iguarias que nem Zeus alguma vez degustou no Olimpo, mas que nós, simples mortais, tivemos o privilégio de saborear neste pedaço de Paraíso – o Cerro Frias.

CONTATO: clique aqui.

 

Foto clicada por minha sobrinha SAMANTHA ao voltarmos para El Calafate.

 

Rosa Cristal com a palavra.

 

 

 

BRASIL, RN – Praia de Caraúbas, Farol de São Roque, Árvore do Amor. Mate Três Coelhos Com Uma Só Cajadada.


FOTO em DESTAQUE: Jangada chegando do mar.

CARAÚBAS
é outro município tranquilo do Rio Grande do Norte, apropriado para quem almeja sossêgo, sombra (coqueiros não faltam), água fresca Continuar lendo BRASIL, RN – Praia de Caraúbas, Farol de São Roque, Árvore do Amor. Mate Três Coelhos Com Uma Só Cajadada.

BRASIL, RIO de JANEIRO: Forte Duque de Caxias – Belas Paisagens Vistas do Leme.


IMAGEM DESTACADA: Morro da Babilônia, Pão de Açúcar e Entrada da Baía de Guanabara. Ao fundo, Niterói.

Há muito me prometia que um dia visitaria o Forte do Leme. Se bem me lembro, a promessa começou em 1981, quando vim morar em Copacabana. Continuar lendo BRASIL, RIO de JANEIRO: Forte Duque de Caxias – Belas Paisagens Vistas do Leme.

BRASIL, RN – Maracajaú. Parrachos, Pousada Ponta dos Anéis, Manoa Park e Tereza Pança.


IMAGEM EM DESTAQUE: Ponta dos Anéis, Maracajaú.

MARACAJAÚ
é uma comunidade do litoral de Maxaranguape (aproximadamente 2.000 habitantes), município do Rio Grande do Norte. Continuar lendo BRASIL, RN – Maracajaú. Parrachos, Pousada Ponta dos Anéis, Manoa Park e Tereza Pança.

BRASIL, RJ – O Filho d’Mãe Mora Na Barra da Tijuca.


Duas vezes estivemos no restaurante de gastronomia portuguesa, em Niterói, capitaneado por Dona Henriqueta, a “mãe” em questão. Continuar lendo BRASIL, RJ – O Filho d’Mãe Mora Na Barra da Tijuca.

BRASIL, RN – Urca do Tubarão: Diversão Garantida em Touros.


A título de esclarecimento: o restaurante, pousada e cachaçaria Urca do Tubarao não fica em São Miguel do Gostoso!

A Urca  (urca é um tipo de embarcação à vela, de dois mastros) há muito atracou na margem da RN-221 entre São Miguel do Gostoso e Touros; qualquer pessoa, seja de São Miguel, de Maracajaú ou até mesmo de Natal, saberá lhe dizer aonde fica. Mas, como não custa nada ajudar, aqui vai o endereço: Praia de São José de Touros. Telefones: (84) 3693-2090, (84) 9152-4314
Sr. Edson, proprietário da Urca, descobriu uma das fórmulas do sucesso: aliou criatividade na decoração dos ambientes à simpatia, bom humor e hospitalidade com que recebe quem ultrapassa “os umbrais de sua mansão”. Tenho convicção de que esses foram os pontos de partida que contribuíram para  incluir a Urca dentre os notáveis do Rio Grande do Norte.
Chama atenção, faz sucesso, rende diversas reportagens para TVs e vídeos para o canal Youtube, sem contar com as indicações da vizinhança. Vizinhança, que fique bem claro, que ultrapassa os limites do município!

A Urca do Tubarão também é pousada! Porém…, é mais apreciada pelo restaurante, que merecidamente conquistou os paladares mais exigentes pela excelência de sua cozinha.

Capitão Edson é quem comanda esse navio.

Todo seu acervo – centenas de peças de época – fica exposto nos ambientes, ao sabor da curiosidade dos visitantes. Edson não se importa com aquele olhar de ponta de dedos. Pelo contrário, aprecia o interesse dos turistas pelas antiguidades, explica com satisfação alguns detalhes e ainda faz piadas e trocadilhos a respeito de algumas.

No rápido vídeo que segue abaixo, ele explica como funciona um balanço manual/digital.
Trata-se de uma estrado do tamanho de um colchão, suspenso por cordas.  A pessoa se deita sem calçado e, com os as plantas dos pés e os braços, empurra as cordas que seguram o tal balanço.
Devido a esses impulsos, o balanço se movimenta e vai aumentando a velocidade. Seu Edson mostra o porquê de esta peça ser digital (impulso com os pés) e manual (impulsionado com os braços). Figura ímpar, o próprio Edson é atração turística. Clique aqui e veja o clip de segundos.

O RESTAURANTE
foi decorado com peças originais de diversas épocas, tais quais vitrolas, cadeira de barbeiro, máquinas de escrever, sofás, mesas e cadeiras, rádios de tamanhos, marcas e modelos diferentes, secadores de cabelo e muitos outros objetos que o proprietário garimpou e levou para a pousada.

Clique de Samantha P. B. G.

Seu Edson deixa todos à vontade. Caso você queira pegar um dos 5.000 LPs e colocá-lo pra rodar no pick-up da vitrola dos anos 50, poderá fazê-lo numa boa.

NA CACHAÇARIA,
uma das paredes é coberta por capas de Long Plays antigos que ele chama de “últimos lançamentos” – lançaram-nos no lixo e ele os pegou – e pôsteres de artistas famosos.

As apresentações dos tipos de cachaça têm um ritual que Sr. Edson cumpre rigorosamente.
A seleção do lacre das garrafas…
O momento do fechamento da garrafa com uma rolha que entra no gargalo graças à algumas porretadas que Sr. Edson chama de “braço mecânico”…

A cachaça é engarrafada, fechada e lacrada na hora, na frente do freguês, com o auxílio de um secador de cabelo! Mesmo no caso de o comprador não querer consumí-la a curto prazo, trata-se de um acabamento indispensável.
São envelhecidas em barris de cumaru e umburana e, se não me falha a memória, em mais um tipo de madeira de cujo nome não me recordo…

Poster raro que o professor exibe com orgulho: Miriam Rios, bem jovem, apresentando o lançamento de uma moto.

Ministros, jornalistas, humorista, cantores, compositores, médicos afamados já visitaram o restaurante.

Na Urca do Tubarão desfrutamos de momentos divertidíssimos por conta do bom humor de Seu Edson.
Brindamos à vivência de situações especiais em família, e à delicia de peixada que saboreamos em um dos locais mais alto astral que conhecemos. Diga-se de passagem, o peixe foi um dos melhores que degustamos na viagem. Zeus, certamente, morreria de inveja.

A Urca é mais uma dica de passeio para quem está em Natal, Maracajaú ou São Miguel do Gostoso.
Dista do Marco Zero da BR 101 em apenas 13 km, do Centro de Touros em 16,8 km e de São Miguel em mínimos 7 km.

No canal Youtube encontrei um vídeo de um senhor de nome Marcus Fraga que poderá lhe dar uma idéia do alto astral que domina a Urca do Tubarão. Clique aqui e veja como o professor Edson mudou radicalmente sua vida: de professor de química a proprietário bem sucedido de uma pousada/restaurante/cachaçaria. Para deleite de todos nós.

Como estávamos próximos ao ponto inicial da BR-101, em Touros, fomos até lá.

Clique de Samantha P. B. G.

A rodovia foi batizada de Norte a Sul com o nome do falecido Governador Mário Covas. Entretanto, em alguns trechos, recebe nomes específicos tais como: Rio-Santos, Rio-Vitória…
Foi construída pelo exército e atravessa 12 Estados brasileiros. No Nordeste o quilômetro 0 está em Touros e no Sul, o último quilômetro está na cidade de São José do Norte, no Rio Grande do Sul.
A respeito do final da BR-101, encontrei um site muito interessante que faço questão de indicar pelas informações preciosas que contém. Caso tenha ficado interessado, basta clicar aqui.

Nada melhor para ilustrar o Km 0 da BR do que esta sequencia de fotos mico.

Clique de Samantha P. B. G.

1 – São Miguel do Gostoso

2 – Flutuação Rio Punaú