Arquivo da categoria: ONDE PERNOITAR?

Hotéis, Hostais, Albergues, Pensões.

COLÔMBIA. San Andrés e Cartagena das Índias. Viagens Que Recomendo Sem Moderação.


IMAGEM em DESTAQUE: Bairro São Luiz, em San Andrés.

Bem antes de 2001 já ouvíamos falar em San Andrés.
Viajávamos por intermédio de uma agência de turismo cujo proprietário era fã da ilha colombiana e fazia a maior força para que nós a conhecêssemos.
Em 2001 pegamos uma bolsa de mão – dessas oferecidas por agência de turismo – e partimos Colômbia.
Na bagagem, isto é, na bolsa de tamanho médio, que me lembre, coloquei uma sandália de borracha, uma saída de praia, um maiô, alguma roupa íntima, pijama e uma troca de roupa. A bolsa era pequena, mas mesmo assim ainda sobrou espaço para trazermos uma lembrancinha: uma baita concha cor de rosa que tenho até hoje. A bolsa parecida um chocalho de tão vazia.


Confesso que viajo com pouquíssima bagagem, mas dessa vez foi demais. Isto é: de menos.
Foi a primeira vez que peguei minhas tralhas no bagageiro do avião e fui direto para o ponto de taxi.
A bolsa que aparece na foto acima é a própria.

É neste ponto que está uma das atrações de San Andrés: o “HOYO SOPLADOR” – Um fenômeno natural produzido pela força do mar que passa por uma série de túneis existentes no arrecife e encontra escape nesse buraco. Além de soprar um vento bem forte, também lança um esguicho d’água.
A força do vento e desse esguicho dependerá da altura da maré. É bem interessante.

O traje diário usado durante nossa permanência em San Andrés. Pergunto: mala prá que?

Neste dia, por exemplo, estávamos ao lado do buraco e não aconteceu absolutamente na-da.

À noite, no restaurante Coco Loco, traçamos o recheio de uma concha dessas. Mui-to-bom!

O HOTEL
foi o GHL Sunrise. Não me lembro se o nome do poderoso naquela época era esse; acho que não.

O quarto era uma estupidez de grande e pelo que andei bisbilhotando permanece como era.
O hotel fica em frente ao mar, mas a praia não é atraente para banhos e fomos salvos por uma piscina construída sobre a água, na beira da praia – puro charme.

Observe a diferença existente entre a cor da água do mar desta praia e a das fotos postadas como propaganda de San Andrés. O mar cristalino e de azul intenso está em outras praias. É só correr atrás.

A CONEXÃO
para a ilha foi em Bogotá. Aeroporto surpreendentemente lindo para a época, contava com um free-shop interessantíssimo! Óh se me lembro! Criaram uma “rua” na parte do aeroporto destinada ao free-shop e as lojas foram colocadas lado a lado em ambos os lados. Tinha até uma curva suave. Era fantástico! Quanto aos preços praticados não me recordo.

De Bogotá pegamos a conexão para San Andrés onde ficamos 4 noites. De lá partimos para Cartagena – mais 4 noites – e depois novamente Bogotá, de onde embarcamos para o Rio.
Esse esquema foi proposto pela agência de turismo por onde viajávamos na época.
Atualmente, o viajante que parte do Brasil pode fazer conexão em mais cidades tais como a do Panamá, o ponto de partida mais rápido para se chegar à San Andrés: questão de 1 hora de voo, metade do tempo que levamos de Bogotá à ilha.

INFORME-SE a respeito dos países onde você poderá fazer conexão, bem como desdobrar seu bilhete de viagem caso pretenda visitar outras cidades além de San Andrés.

PASSAPORTE ou IDENTIDADE? O QUE LEVAR?
Outro item importante é o passaporte. Levá-lo ou não? Confirme se precisará indicar o número desse documento em algum momento, como por exemplo: na aquisição de moedas ou em algum documento que seja necessário preencher.
Só a carteira de identidade resolve? Para certas ocasiões sim e outras não. Portanto, sempre viajo com o passaporte. Aliás, viajo com o passaporte e a carteira de identidade. Recomendo por ser o documento aceito em qualquer parte do mundo.

SEU PASSE PARA ENTRAR NA ILHA
Lembre-se de que deverá preencher um formulário para poder entrar em San Andrés. Esse documento é seu passe para entrar na ilha e deverá ser adquirido (e pago) antes de sua chegada.
Uma cópia você entregará ao chegar a San Andrés; a outra será devolvida na saída. Tenha cuidado para não perdê-lo!
Informe-se a respeito com seu agente de viagens ou na companhia aérea que escolheu para viajar – não são muitas.

Vacinas contra febre amarela começaram a ser exigidas a partir de 2017. Brasileiro só entra na Colômbia se tiver esse certificado ou… o de isenção. Vacine-se em um posto do SUS em até 10 dias antes da viagem.

IOR ATENCHION PLISSS!
Trata-se de uma viagem cansativa. Portanto, caso não possa desfrutá-la por pelo menos uma semana, no mínimo, penso que não valha à pena investir neste roteiro mesmo se você for jovem. Sentiu a pressão? Programe-se bem para depois não se arrepender por não ter feito isso ou aquilo.
Ah! Não fomos a Providencia e nem a Santa Catalina, as duas outras ilhas que compõem o arquipélago.

A ILHA de SAINT ANDRÉS
em 2001 era tranquilíssima. No dito Centro fizemos uma varredura em poucas horas. Para visitamos a área de comércio de importados (não me recordo de ter adquirido nada) um taxi nos levou até lá.
Essa área, pelo que me recordo, ficava fora do Centro. Os demais dias foi circulando em carro de golfe pela ilha e aproveitando praias e a piscina do hotel.
O aluguel do carrinho era por hora. Trânsito? Não havia. Circulamos  ao redor da ilha sem receio nenhum de levarmos algum susto. Aliás, o trânsito maior ficava por conta de motoqueiros e ciclistas, que vira e mexe pegavam uma carona em um carrinho desses.

Esse menino pegou carona em nosso carrinho de golf. Andou por longo tempo sem pedalar.
Nossa condução enquanto permanecemos na ilha.

Na saída de um shopping super charmoso da ilha.

San Andrés, pelo voo rasante que fiz pelo Google, cresceu muito nesses 17 anos.
Tratava-se de uma ilha gostosa para se passear, com poucos restaurantes, algum comércio e apenas esse hotel que postei era digno de nota. Agora são várias opções de hospedagem e centenas de restaurantes.
Hospede-se no Centro, se possível, nas proximidades da Spratt Bight, a melhor praia. Caso contrário, terá que alugar um carrinho de golf ou pegar taxi.

O TEMPO
Fizemos essa viagem no mês de setembro e choveu forte. Presenciamos temporais apavorantes daqueles em que o dia vira noite e com direito a relâmpagos e trovões tipo cena de cinema: horroroso, mas que acabava na hora em que o diretor gritava: -CORTA! Daí o sol aparecia na maior cara de pau.
Observe a época em que pretende viajar a fim curtir apenas dias ensolarados e nem lembrar que guarda-chuva existe.
São Pedro faz duas temporadas: uma vai de abril a junho e outra de setembro a novembro – foi essa que pegamos.
Não chegou a nos atrapalhar, mas às vezes nos obrigava a esperar a chuva passar para poder sair.

CARTAGENA
Há um pormenor da História da cidade que não poderia deixar passar: Cartagena foi fundada em 01 de junho de 1533 em homenagem à cidade litorânea de mesmo nome na Espanha.
Entretanto, tribos indígenas estabeleceram-se na Bahia de Cartagena desde 4.000 a.C.!
Quem conta sua História com riqueza de detalhes e os porquês desses pormenores é Cristian Morales, habitante da cidade.
Para conhecer o melhor que Cartagena tem a oferecer, e principalmente o Centro Histórico, recomendo a companhia de um guia. Esse trabalho poderá ser executado pelo próprio Cristian, um jovem que fala português fluentemente por conta da temporada que passou estudando em São Paulo. Cristian postou anotações brilhantes em seu trabalho. Clique no iluminado em verde e veja que beleza!

Vista do quarto do hotel Capilla del Mar em que nos hospedamos no bairro Bocagrande.

Nesta avenida, a Carrera 1, estão os melhores hotéis e restaurantes da cidade.

Vista da Cafeteria Summa localizada em um anexo do hotel na esquina de Carrera 1 x Bolivar.

Nesta mesma esquina, à noite, algumas charretes ficam estacionadas. Basta se aproximar e contratar um passeio.

Castelo de San Felipe de Barajas.

A visita ao forte foi embaixo de forte calor, uma constante em Cartagena. Fomos acompanhados por outro guia que não mediu esforços para nos desvendar cada canto. Terminada a visita ao forte, partimos Centro Histórico, imperdível.

Igreja de São Pedro Claver, ao fundo.
Nas proximidades da Igreja de São Pedro almoçamos em um restaurante excelente de nome San Pedro Café Mirador, na Plaza de la Aduana.
Praça de Santo Domingo.

A arquitetura colonial foi valorizada pelo farto madeiramento em janelas, balcões e portas, rico em detalhes – origem espanhola da região Andaluza que, por sua vez, sofreu influência árabe.
A inclusão de balcões, da fartura de madeiras e de plantas trepadeiras nas construções tem como objetivo amenizar a incidência do Sol e, consequentemente, diminuir o calor.
As temperaturas passam de 30º, mas a umidade do ar, responsável pela sensação térmica, é que chega a 85% – quase uma fervura.

A exemplo do portal acima, há outros belíssimos espalhados pela coloridíssima Cartagena.

Mesmo para quem não foi aluno brilhante de História assim como eu, tenho certeza de que se deixará encantar e envolver com o passado bem conservado da cidade fortificada, declarada, em 1959, Patrimônio Nacional da Colômbia. Em 1984 foi novamente agraciada com o título de Patrimônio Mundial pela Unesco, e, em 2007, seu patrimônio arquitetônico militar e  fortificações foram anunciados como a quarta maravilha da Colômbia. Merecidamente.

Escultura de Botero na Plaza de Santo Domingo intitulada Mujer Reclinada – um presente do autor para a cidade.

Plaza de la Aduana.
Cidade limpa e edifícios bem conservados e coloridos chamam a atenção dos turistas. Trata-se de uma cidade extremamente bela banhada pelo Mar do Caribe.

Fotos mico clicadas na Plaza de la Aduana.

Revendo essas fotos bateu a vontade de voltar a Cartagena. O Centro Antigo oferece muitos restaurantes, boutiques e hotéis fantásticos para todos os gostos e orçamentos. E História. Muita História.
Trata-se de um destino surpreendentemente belo que recomendo sem moderação.

CARTAGENA
não ficou em nossa memória apenas pelo que vimos, mas também pelo que sentimos: na véspera de embarcarmos para Bogotá, de volta ao Brasil, saímos pela manhã e encontramos um clima tenso, muito tenso no ar e não sabíamos o porquê.
Encontramos nas proximidades do hotel alguns taxistas fora de seus carros. Alguns encostados nos veículos, pensativos, e outros reunidos em pequenos grupos e debruçados nas janelas dos taxis de um colega. Todos, sem exceção, ouviam o rádio em silêncio. Ruas vazias. O clima estava estranhíssimo.
Bateu a vontade de tomar um café e entramos em uma cafeteria de um hotel. Na Tv passava uma cena trágica que imaginamos ser de filme, mas era, infelizmente, uma imagem real que foi repetida mundo à fora milhares de vezes: estávamos no dia 11 de setembro de 2001, dia do atentado às Torres Gêmeas!
Não entendíamos o porquê dos comentários a respeito da cena da Tv, até que alguém se dirigiu a nós, indignado, penalizado, e nos informou o que estava acontecendo. Foi aí que entendemos o silêncio dos taxistas…, o clima pesado…, a revolta, a tristeza das pessoas que estavam ali naquele Café. Tive um misto de sentimentos que culminou no medo.
Foi a segunda vez que senti o Brasil muito distante…

“Faço parte do mundo e no entanto ele me torna perplexo.”
                                                                             (SIR CHARLIE CHAPLIN)


 

 

 

 

 

 

 

 

BRASIL. PARANÁ. ANTONINA – Camboa Capela Hotel, e Ainda: Como Chegar à Antonina, ao Pontal do Paraná, à Paranaguá e ao Pontal do Sul – O Melhor Lugar Para Se Atravessar Para A Ilha do Mel.


IMAGEM em DESTAQUE: A Entrada Principal do Hotel.

COMO CHEGAR: 
De carro, saindo de Curitiba, você conta com duas opções:
1– Uma delas é seguir pela BR-277, direção Paranaguá e depois seguir pela PR-408,  passando por Morretes. Depois basta seguir as indicações até Antonina.

2- Outra opção, saindo também de Curitiba, é pegar a BR-116 (Régis Bittencourt) e trafegar até a PR-410 – onde está o Portal da Graciosa. Atravesse-o e comece, imediatamente, a admirar a rodovia que faz jus ao nome que tem.

3–  Informação quente me concedeu o simpaticíssimos funcionário do hotel, o Duanw: a Viação Graciosa cobre vários trajetos no Paraná, incluindo, claro, Antonina, Paranaguá e Morretes.
Todos os roteiros, incluindo as praias paranaenses – Matinhos, Guaratuba etc.-, incluem Curitiba.
Informações de horários e trajetos clique aqui.
4Para quem vem do Norte (São Paulo, Rio de Janeiro etc.) a melhor opção é a Estrada da Graciosa, sem sombra de dúvida. Você unirá o Belo ao agradável além de cortar caminho.

5- Para que vem do Sul e não deseja ir até Curitiba, pode optar por outro caminho que já fizemos e também gostamos muito: trafegar pela BR-101 em direção à Garuva.
Um pouquinho antes, em frente à Marcegaglia do Brasil – fábrica de grande porte de peças de aço -, você encontrará uma placa indicativa da entrada para Guaratuba – é só dobrar à direita.


Trafegue por um trecho chamado de Contorno Sul até chegar à SC-415 e logo depois cair na PR-412. Siga até à balsa e atravesse o rio. Fora da temporada é tranquilo, e com tempo bom também.
A PR-412 continua do outro lado. Siga em direção à Matinhos ou Pontal do Paraná, um pouco mais adiante. Por ambas você acessará a BR-277.
Saindo de Matinhos será pela pela PR-508. Saindo do Pontal do Paraná trafegue pela PR-407. Acessou a BR-277, vire à esquerda em direção à Morretes (PR-804; PR-408) e siga até Antonina.

CASO TENHA INTENÇÃO de CONHECER A ILHA do MEL
…você poderá optar por dois caminhos:
1- basta seguir para Paranaguá – de onde você poderá sair para a ilha…
2- …ou continuar pela PR-412 e sair do Pontal do Sul.
É bom alertar para o seguinte: Paranaguá conta com um hotel excelente para você se hospedar – o Camboa Hotéis Paranaguá, do mesmo proprietário do Camboa Capela de Antonina. Ah! E quase ia me esquecendo: fica bem em frente à Casa do Barreado de Dona Norma.
No Pontal do Sul não conheço nada em termos de hospedagem, mas posso dizer que quando andei pesquisando – era nossa intenção  visitar a Ilha do Mel em um dia apenas -, acabei desistindo.

O HOTEL CAMBOA ANTONINA
ocupa um dos prédios de época da cidade. É muito bem cuidado, limpo e todos os funcionários são simpáticos e atenciosos.

A entrada é pela porta modesta que se vê na foto em destaque. Fica na lateral do prédio.

A recepção e a boutique ficam neste amplo ambiente de teto de vidro.

Decoração bem informal e ambientes coloridos proporcionam descontração e aconchego aos hóspedes. Some-se a isso a receptividade dos funcionários e você se sentirá como se estivesse em sua casa. Sentí-me bem à vontade no hotel.

Os quartos são amplos; camas e travesseiros confortáveis. Tv, ar condicionado e frigobar estão à disposição.

Banheiro igualmente amplo, limpo e chuveiro com boa queda d’água.

O clarão amarelado que se vê à esquerda provém da iluminação da Igreja de N. S. do Pilar (abaixo), que não tivemos a oportunidade de visitar por estar fechada durante o breve período em que permanecemos em Antonina.

O atendimento no restaurante foi ótimo: cardápio à la carte, o que significa que nosso pedido veio quentinho para a mesa.
Enquanto esperávamos nosso prato batemos um senhor papo com o funcionário Duanw, que joga em todas as posições no hotel.

O restaurante – simples, mas arrumado e limpo.

Na manhã seguinte à de nossa chegada foi que demos uma volta no hotel para conhecer suas dependências.

Estacionamento descoberto nos fundos do hotel.

O local onde é servido o café da manhã impressiona. Tal qual o Armazém Macedo, localizado quase em frente, lembra um armazém. As paredes foram erguidas por cima de pedras – a coloração marrom e verde que se vê na foto.
Segundo nos conta Duanw, não há documentação a respeito do lugar. O que se sabe é que talvez tenha sido um depósito de mercadorias, ou um lugar que pertencia à igreja e onde freiras catequizavam os fiéis.

 

 

 

 

BRASIL. RIO DE JANEIRO, RJ. Petrópolis. Hotel Casablanca Imperial: Bom e Bem Localizado


IMAGEM EM DESTAQUE: Fachada do Hotel decorada para o Natal Imperial.

O hotel está localizado no Centro de Petrópolis e ao lado do Museu Imperial! Quer mais? Lá vai: pertinho da Catedral São Pedro de Alcântara, da Rua Dezesseis de Março, do Palácio Rio Negro, da famosa Rua Tereza – onde se encontra farto comércio a preços convidativos -, enfim, o hóspede estará cercado por comércio de todos os tipos – Bancos, restaurantes, galerias de comércio variado, atrações turísticas… – e ainda a um pulo de Correias (15 km) e Itaipava (pouco mais de 20 km).

O HOTEL
ocupou duas casas antigas que, apesar de muito bem conservadas, manteve algumas heranças inconvenientes que podem, a meu ver, ser contornadas.

A janela que se vê à esquerda pertence ao quarto 17 que nos foi destinado. Excelente.

Uma dessas heranças, por exemplo, é o piso do charmoso restaurante – em tábuas corridas – que vibra a cada passo de quem circula no salão.
É extremamente irritante sentir sua mesa e cadeira trepidando tempo integral.
No primeiro dia nem tomei meu sacro-santo café como de costume – em paz. Não foi possível. Eu estava era ansiosa para sair de lá.
No salão contíguo duas crianças gritavam histérica e ininterruptamente sem que os pais tomassem conhecimento – não estavam aí e nem iam chegando.

A jovem que se vê na foto é funcionária antiga do hotel – foi quem me permitiu fotografar o ambiente sem movimento.
Educadíssima, simpática, receptiva, de boa vontade, enfim… uma das jóias que o hotel deve preservar, ao contrário do pessoal da recepção que dificilmente atende o telefone – outro ponto negativo.

Peça fantástica no salão do restaurante. É daquelas que você logo imagina em um lugar de destaque em sua casa.

Na manhã seguinte fomos direto para o salão anexo, onde fica a maior parte do buffet e o piso não vibra. Lá você não tem a menor preocupação se suas torradas vão tremer nos pratos como se estivessem sob efeito de algum terremoto, e nem seu suco (ou café ou chá ou outro líquido que escolha) não fará ondinhas dentro da xícara.

O CAFÉ DA MANHÃ
é variado, farto e são servidos em ambientes espaçosos e muito bem decorados. Procure ficar no anexo por razões já comentadas.
Pelo salão principal, o mais bonito, mas o que sofre de Doença de Parkinson, acessa-se uma varanda.
O elevador está disponível somente a partir do primeiro andar; ou seja, você tem que subir um lance de escada que só em olhar você pensa logo no equipamento que terá que usar para escalar cada degrau.

Outro problema que não conseguiram contornar diz respeito à acústica.
Uma hóspede comentou conosco que não conseguiu dormir uma noite inteira devido a um casal que discutiu até ao amanhecer no quarto ao lado do seu. Pense nisso… Felizmente nos ofereceram o 17, que fica nos fundos, em um anexo: amplo, colchão king size, escrivaninha, frigobar municiado com sucos, refrigerantes e água, TV, banheiro amplo e… sossego. Muito sossego.

Esta sala de estar acabou fazendo também o papel de hall de distribuição para os quartos…

…acessíveis pela porta da esquerda que você vê na foto abaixo. Melhor, impossível. À direita, alcança-se o 17 e ainda outro quarto.

PELA ORDEM:
Entrada lateral (e principal) de uma das casas do hotel.

O HALL
À esquerda está a entrada para o Casablanca Bistrô onde todas as manhãs é servido o café.

Porta de acesso ao restaurante.
À direita: o corredor onde estão alguns quartos, o elevador e, ao fundo, o estar que serve de hall de distribuição para mais quartos – incluindo o 17.

O CASABLANCA BISTRÔ
está aberto apenas de 5ª à sábado. É prá ninguém botar defeito: comida saborosa, pratos bem apresentados e bem servidos.

Conforme dito acima, funciona no mesmo aposento onde é servido o café da manhã, mas ganha ares mais requintados à noite por conta da iluminação à meia-luz.
Menu pautado em pratos da culinária francesa. Capacidade para 60 pessoas.

O nhoque não faz parte do prato apresentado na foto. Mas, como meu fiel escudeiro elogiou muito o nhoque que lhe foi servido, fiz questão de experimentá-lo. Verdade seja dita, desmanchava na boca – delicioso…

O PRÉDIO PRINCIPAL
é onde fica a administração do hotel, cujo atendimento via telefone, repito, deixou a desejar – demoram séculos para atender.
A espera pelo atendimento foi tanta, que liguei para os outros dois hotéis da rede para saber se o telefone fixo estava com defeito. Responderam-me que a demora é de praxe e que são useiros e vezeiros em não se importarem quando o telefone toca. “Lá é assim mesmo” foi o que me informou um funcionário de outro hotel da rede. São pormenores como esses que fazem a diferença e que levo bastante em conta.

Não me informei se há elevador neste prédio, não procurei visitar nenhuma acomodação e também não sei se pessoas com dificuldade de locomoção têm como se integrar aos ambientes.

Há prós e contras bem definidos no hotel e por esse motivo não voltarei. A não ser… para jantar.

 

 

BRASIL. CEARÁ, CE. Jericoacoara – Hotel e Restaurante Villa Terra Viva.


IMAGEM DESTACADA: Visão Parcial do Hotel.

VAMOS AOS FATOS
Não dá para entender tanto antagonismo em um mesmo hotel que prima por detalhes que demonstram preocupação com o bem estar do hóspede por um lado, e peca mortalmente pelo outro. Continuar lendo BRASIL. CEARÁ, CE. Jericoacoara – Hotel e Restaurante Villa Terra Viva.

BRASIL. ROTA DAS EMOÇÕES com PAULO OFF-ROAD JERI.(5º Dia: Piauí e Maranhão. De Luiz Correia, Pi – Carnaubinha Praia Resort – à Barreirinhas, Ma.)


IMAGEM DESTACADA: Por do Sol visto do Carnaubinha Praia Resort em Luis Correia, PI.
Continuar lendo BRASIL. ROTA DAS EMOÇÕES com PAULO OFF-ROAD JERI.(5º Dia: Piauí e Maranhão. De Luiz Correia, Pi – Carnaubinha Praia Resort – à Barreirinhas, Ma.)

BRASIL. CEARÁ, CE. JERICOACOARA – Hotel Villa Beija-Flor


IMAGEM DESTACADA: Parte Frontal das Acomodações. Todos os Quartos Têm Vista Para a Piscina.

O hotel está afastado em aproximadamente 400 m do Centro de Jeri e não em apenas 100 como anuncia o Villa Beija Flor em conhecido site especializado em hospedagem. Continuar lendo BRASIL. CEARÁ, CE. JERICOACOARA – Hotel Villa Beija-Flor

BRASIL, MINAS GERAIS, MG: Pousada do Ó, em Tiradentes.


IMAGEM em DESTAQUE: Rua do Chafariz, em frente à Matriz de Santo Antonio.

Não tenho a menor dúvida: voltando à histórica e charmosa Tiradentes, só não me hospedarei na Pousada do Ó se não houver quarto disponível.
Localizada em rua tranquila próxima do Centro da cidade, de restaurantes, e daquelas lojinhas que parecem nos chamar ao passarmos pela porta.
Nem é necessário dizer que as atrações estão por toda parte; basta olhar a seu redor e escolher por onde começar – estamos em Tiradentes.

A pousada conta com um jardim espaçoso onde, mesmo que você não queira, ouve o canto de pássaros desde o amanhecer até o Sol se por. Enquanto o dia não mergulha na noite, eles estão cantando.
Acomodar-se em um espreguiçadeira e ouví-los é uma benção.

Em todas as nossas manhãs, o proprietário, Sr. Alan (à esquerda na foto), fazia questão de nos cumprimentar e nos desejar um excelente dia. A gentileza, a atenção que dispensava aos hóspedes era fora do normal. Quem não gosta de ser bem tratado? E os funcionários? Acompanhavam o jeito descontraído e educado de ser do proprietário.

 

O café da manhã era farto e variado. Ma-ra-vi-lho-so!

Não houve um “se”, um “mas”, nada! E pelas voltas que dei na internet para ver se a pousada ainda estava ativa, tive uma agradável surpresa: está muito mais bonita do que era. Clique aqui e veja.

Não me lembro por quantos dias permanecemos em Tiradentes, mas lembro-me de que foi o suficiente para visitarmos a cidade com tranquilidade e ainda darmos uma esticada até São João del Rey, a 11 km de distância, a Bichinho, distante em apenas 6,8 km (localidade conhecida por seu artesanato), e a Resende Costa, a mais distante: entre 42 e 55 km de distância, dependendo da estrada por onde você passar.
Resende Costa também se destacava pelo artesanato, porém, com sensíveis diferenças: notei que se dedicavam mais à tecelagem.

Para curtir a região é bom programar-se para vasculhar a cidade e arredores.
Minas Gerais é bom demais da conta, sô!…


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ARGENTINA, AR, EL CALAFATE: Quijote Hotel.


IMAGEM DESTACADA:

O HOTEL
Trata-se de um edifício com 118 quartos, super bem localizado – fica a uma quadra da avenida principal, a Libertador General San Martin, bem na área do agito – quando é alta temporada, que fique bem explicado.
Éramos 5 pessoas. Ocupamos três quartos categoria standard no andar térreo.
OBS: O hotel não trabalha com quartos triplos; por isso tivemos que ocupar 3 quartos.

O que eu e meu fiel escudeiro ocupamos, de frente para a rua, era pequeno, mas não a ponto de termos que pedir licença um ao outro para passarmos.
Travesseiros e colchões confortáveis; armários espaçosos.
O hotel é antigo, mas bem conservado.

QUARTOS
A decoração é aconchegante e alegre.

Os quartos ocupados por meu irmão, e por minha cunhada e sobrinha, eram voltados para um jardim interno.
Achei-os maiores e mais bem mobiliados. Todos são equipados com calefador, frigobar (silencioso e funcionando bem – dois milagres em uma só tacada!), e telefone.

APOIO PARA MALAS
Se é uma coisa que não consigo entender é a quantidade dessa peça – o tal de apoio para malas – que colocam nos quartos.
Inaceitável a indiferença com que lidam com uma peça tão importante quanto essa. É tão indispensável quanto papel sanitário.
Para o hotel não importa se há dois, três, quatro hóspedes no mesmo quarto, porque só colocam um apoio de mala. Não adianta esbravejar porque não vai conseguir nada.
Com certeza o hotel conta com hóspedes nota 10 em criatividade e nem se preocupa com isso.
A administração sabe que você vai arrumar um jeito de colocar sua mala em cima de alguma peça da decoração e por esse motivo incluem um aparador…, uma mesa de cabeceira, uma ou duas cadeiras… Só pode.
Agora, aos 72 e 78 anos, se não houver possibilidade de colocarmos as duas malinhas em algum lugar decente, vou direto à recepção reclamar. Uma coisa que não admito é hóspede ter que colocar sua mala no chão, como já vi muitos fazerem.

Quando viajamos para o Chile, a empresa de turismo pela qual viajávamos instalou-nos em um hotel horroroso! no Centro da cidade – estávamos viajando em um pacote e sendo, literalmente, empacotados.
Colocaram-me em um quarto e meu fiel escudeiro em outro. A coisa começou mal. Prestenção! O quarto em que me colocaram era tão pequeno, tão pequeno, que peguei minha mala e fui para a recepção reclamar.
Niki me disseram que não havia mais quartos disponíveis, em bom som ameacei me esticar no sofá da recepção e dormir ali mesmo. Pronto! Na hora apareceu um quarto decente para eu dormir.
“Tô pagaaannndooo!…”

BANHEIRO de bom tamanho.

ONDE MORA O PERIGO?
No caimento da água do chuveiro dentro de uma banheira sem alças de segurança! Alô administração! Um perigo para qualquer pessoa. Idosa que sou, tomei banho de chuveiro agarrada na torneira da banheira.

CHUVEIRO
Ao abrirmos as torneiras do chuveiro, umas flores que pensei que devessem funcionar como antiderrapantes, boiavam na água que acumulava na banheira. Para entrar na dita cuja, morria de medo de escorregar.
Daí resolvi pisar em uma florzinha dessas, e aconteceu que elas fixaram no fundo da banheira. Mas, como seguro morreu de velho, não confiei nas peças e preferi continuar me agarrando na torneira da banheira. Bastava a água escoar que as preciosidades ficavam soltas novamente. Como confiar num negócios desses?

NOTA
Para um hotel que se gaba de servir turistas há mais de 40 anos, é de se estranhar que até o momento não pensaram nesse tipo de segurança para os hóspedes. Não só questão de segurança, mas também de respeito. Fica a sugestão para o Quijote. Afinal, alças de segurança em banheiras e/ou chuveiros não custam fortunas e evitam acidentes, aborrecimentos para ambas as partes e grana com possíveis indenizações. O que é mais negócio? Estupidez não colocá-las.

A TELEVISÃO
é de modelo jurássico! Felizmente não fazemos a menor questão desses aparelhos em quarto de hotel quando viajamos para o exterior. Vai daí, guri, que não tenho como dizer se a imagem era boa ou não.

CAFÉ DA MANHÃ
cercado de doces por todos os lados, mas dava para eu me safar. Diabéticos têm que ser criativos numa hora dessas.
Sucos, frutas, café, chás, leite quente e frio. Ovos mexidos, queijos, embutidos, pães salgados e doces, biscoitos, bolos, geléias, iogurtes e cereais são servidos em três amplos salões, sendo que um deles conta com jirau. Imaginei o congestionamento do trânsito de hóspedes neste hotel em temporada alta. Bah, guri!… Deve ser um fervo!

Três das funcionárias que às 6.00 da manhã já abriam o salão para nos servir. Obrigada, meninas!

HONESTIDADE
No site do hotel você encontra o seguinte: quartos standard são acessíveis por escadas. Quartos de nível superior, por elevador.
Ou seja: o hotel deixa claro o tipo de conforto que você encontrará caso opte por acomodações maiores e mais caras: o elevador.
Isso chama-se HONESTIDADE e respeito (só faltam as alças nos banheiros para ganharem nota 10) para com as pessoas.
Ficará a seu critério escolher a categoria do quarto. Ou sorte, caso queira um quarto de categoria superior e não o encontre. Mas isso já é outro papo. O importante é que o hotel mandou seu recado. Gostei. Parabéns!

FUNCIONÁRIOS
simpáticos, educados, prestativos. Todos!

CÔMODOS COMUNS

Hall de entrada. Recepção, à esquerda.
Recepção – balcão à esquerda.
Estar.
Bar e Café.
Acesso aos elevadores que servem os quartos de categoria superior.
Hall dos elevadores.
Corredores de acesso aos quartos do andar térreo.
Passagem para os quartos dos fundos.
Sala de estar. Acesso aos quartos do jirau.
Jirau onde algumas mesas estão à disposição para jogos, leitura etc. Era onde jogávamos canastra sempre que o tempo permitia.

Hotel aprovado por todos, salvo as disposições em contrário: as alç…

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ARGENTINA, AR: CALOTE! CUIDADO AO PAGAR SUA CONTA no CYAN RECOLETA HOTEL em BUENOS AIRES.


IMAGEM EM DESTAQUE: Recoleta, vista parcialmente do hall de elevadores do Cyan Recoleta Hotel.

O objetivo desta postagem é alertá-los, sem rodeios, para o fato desagradabilíssimo em que uma funcionária do Cyan Recoleta Hotel me envolveu em março último.

Dia 29/3/2018 tínhamos intenção de sair do hotel em torno de 10.00 h.
Pagaríamos nossa hospedagem e seguiríamos tranquilamente para o aeroporto. Trâmites de embarque, almoço, compras em free-shop… até a hora do embarque teríamos muito tempo.

O INÍCIO DO CALOTE
Aconteceu que ao pagarmos nossas despesas, a funcionária que trabalha na recepção do hotel, de nome Cele…. errou no cálculo e nos cobrou US$ 69,30 (sessenta e nove  dólares e trinta cents) a mais. Foi aí que começou o rolo!

Seria razoável, no mínimo, que o Sr. Emiliano M., intitulado FO Supervisor de Recepção, tivesse nos devolvido o valor cobrado a maior – em Reais ou Pesos, não nos importaríamos em que moeda fosse – e depois se acertasse com hotel. Mas, não!…
O que fez o  Supervisor? Como estávamos pagando as despesas com Cartão de Débito, e não houve como estornar a operação, o supervisor transferiu a responsabilidade deste pagamento para a operadora do cartãoCobraram a mais, não nos ressarciram do prejuízo, e ainda transferiram a obrigação deste pagamento para terceiros! Fácil, não?

O tempo passava. Já eram 12.35 h quando deixamos o Cyan Recoleta, sem receber um tostão, mas esperançosos de que o impasse fosse resolvido.
Qual o quê! Dias após, recebo do Sr. Emiliano M. mensagem de uma empresa chamada First Data,  afirmando que tratava-se da confirmação do crédito em minha conta-corrente.
Mentira! Na mensagem não havia meu nome como titular do crédito, nome do Banco a ser creditado, número de conta, nada.

FIRST DATA
A empresa é sediada em São Paulo. Liguei para lá, mas fui informada pela recepcionista de que não lidam com pessoas físicas. Orientou-me no sentido de me comunicar com o hotel e passar essa informação para o Sr. Emil….., que me retornou um e.mail alegando que o telefone de que dispõe está incapacitado de ligar para o Brasil…

“Marilia,

Eu tentei comunicar com first data brasil, mas nao e posivel conseguir a ligacao ja que meu numero de comercio somente corresponde a Argentina. Si voce tem um numero de contacto directo eu posso fazer uma ligacao, mas si é uma maquina a que responde nao posso fazer nada. Alem de isso, como eu falei antes o dinheiro do hotel ja saliu.
Saudacoes”
 A importância saiu do hotel, mas deve estar viajando por aí. Em minha conta nada foi creditado até hoje, 12/6/2018.

RESUMO DA ÓPERA: CALOTE!!!
Fomos lesados em US$ 69,30, e, a meu ver, a indiferença com que este único e incapaz funcionário está lidando com a situação seria a mesma, não importando o valor devido.
Até o momento não recebemos um tostão sequer!
O hotel é bem localizado, o café da manhã é bom, mas… cuidado na hora de pagar sua conta. Principalmente se a dupla Emil…. e Cel… estiver na recepção.

NB: Pertences que comprovam nossa presença no hotel.

E como dizia o gênio chamado Paulo de Tarso Carvalho (tive a honra de ser sua aluna), erro de “vai um” é fogo!

NOTA: Após o ressarcimento da importância que me é devida, a postagem será cancelada.

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BRASIL, Maranhão – Alcântara.


FOTO em DESTAQUE: parte da Praça da Matriz.

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