Arquivo da categoria: ONDE PERNOITAR?

Hotéis, Hostais, Albergues, Pensões.

BRASIL, RN – Maracajaú. Parrachos, Pousada Ponta dos Anéis, Manoa Park e Tereza Pança.


IMAGEM EM DESTAQUE: Ponta dos Anéis, Maracajaú.

MARACAJAÚ
é uma comunidade do litoral de Maxaranguape (aproximadamente 2.000 habitantes), município do Rio Grande do Norte.
Dista em 64 km de São Miguel do Gostoso pela BR-101 e RN-263; de Touros, 47, 2 km, e de Natal, em 52 km, pelas mesmas estradas.

Centro de Maracajaú.

Lugar simples, pacato. Este foi o cenário que encontramos em agosto de  2011. Mas, como seria na alta temporada?
Demos uma volta pelo centro (fotos) e não notamos nenhum indício de que estejam preparados para qualquer movimento maior.
A proximidade com Natal e São Miguel do Gostoso propicia vai-e-vens diários, tornando desnecessária a permanência de turistas na localidade.

Além do mais, Maracajaú conta com apenas duas atrações: um parque aquático – Manoa Park – boa estrutura, organização e muita diversão, e o Parracho de Maracajaú – Área de Preservação Ambiental dos Recifes de Corais de Maracajaú – RN -, a 7 km distante da costa.

O QUE SIGNIFICA PARRACHO?
O Dicionário Informal define como algo com pouca altura; rasteiro; atarracado. Neste caso, são aquelas piscinas formadas por arrecifes em  bancos de areia em alto mar, que aparecem unicamente nas marés baixas – nada a ver com o lugar para aonde nos levaram.
Tome cuidado! Em se tratando de turismo, as empresas responsáveis por estes programas não estão nem aí para as marés e muito menos para os turistas. Por isso, fique esperto! Quando você vir fotos deslumbrantes convidando-o para os parrachos, acautele-se! Saiba que nem sempre você encontrará aquelas imagens que correspondem às fotografias que o atraíram.
E é justamente para você não fazer papel de tolo, não perder tempo com quem não merece seu respeito, e nem jogar dinheiro fora, é que explico o porquê de termos caído na armadilha.

AVISO AOS NAVEGATES:
Para quem nunca teve o privilégio de sentir-se integrado a um aquário a céu aberto e deseja comungar com um desses espetáculos que a natureza nos oferece, deve informar-se muitíssimo bem a respeito de tábuas de maré. Caso você não esteja nem um pouco interessado em pesquisar essa condição, certamente embarcará em uma canoa furada.
A empresa mais sofisticada de Maracajaú que lida com esse tipo de programação, foi a responsável pelo frustrado passeio.
Prá início de conversa, o tempo não estava ajudando: chuviscava e ventava; atravessar algumas ondas para podermos embarcar não foi nada radical, mas também não foi mamão com açúcar, mesmo para nós que não tememos o mar.
O vento agitou a água, as ondas ganharam força apesar de baixas, e para chegarmos até ao catamarã tivemos que vencê-las pulando e esticando os braços para o alto para não molhar dinheiro, documento, bermuda e camiseta. Não tinha jeito.
Com uma camisa de manga comprida (que tivemos que vestir com o logo da empresa, a título de identificação) molhada, chuva, e vento forte atravessando o catamarã, não havia como não sentirmos frio. Mas o pior não foi isso: era mês de agosto e a maré estava alta. Evidentemente, que quem trabalha com turismo ardiloso, não vai avisá-lo de que naquela altura do campeonato você não encontrará a tão sonhada atração do jeito como estão nas fotos. E foi nessa canoa furada que embarcamos, sem saber que nessas condições de tempo e maré NÃO HÁ PARRACHO! Ou seja: literalmente, demos com os burros n’água – e nem preciso dizer que burros são esses!
Daí você pergunta: – Ora, então… por que embarcaram? Primeiro, porque não sabíamos deste pormenor (aliás, um pormaior!). E mesmo com chuva, se os recifes estivessem à mostra, já teria valido à pena. Mas não foi o que aconteceu. Não tivéssemos visitado as piscinas de Maragogi na época certa, amargaríamos outra frustração.
Revolta-nos saber que os responsáveis por estes embustes têm consciência do logro, mas, por motivo$$$ óbvio$$$, não estão nem um pouco preocupados com a extrema inocência do turista.

Minha sobrinha, sem coragem para mergulhar e depois sentir mais frio, também permaneceu a bordo.
Meu fiel escudeiro, pensativo, sentado no degrau da parte de trás da embarcação: pular ou não pular? Mas, ao ver muita profundidade, foi logo dizendo: – Essa não é minha praia.
Mais garantido permanecer a bordo.
Não me contive: tirei as sandálias depois do clique e pulei.

ONDE ALMOÇAR:
Dia seguinte fomos almoçar no Tereza Pança e acabamos comentando a fraude do dia anterior com uma funcionária do restaurante. Aí sim, fomos alertados para o pulo do gato, mas já era tarde: teríamos que acompanhar as tábuas das marés! Sabem por quê? Aquelas fotos lindas que vemos o ano inteiro nas empresas de turismo e que servem para atrair bobos iguais a nós, são clicadas e filmadas NAS MARÉS ZERO ou PRÓXIMAS DE ZERO, istepô!!!
Meu sobrinho, sem saber desse detalhe, visitou os corais em outubro daquele mesmo ano (2011) e se deu muitíssimo bem. Seu passeio foi lindo, ensolarado, fantástico. Ele e sua mulher adoraram! Quanto ao nosso… nem quem desceu com cilindro viu alguma coisa.
Além dos comentários que ouvimos de quem mergulhou, mas não conseguiu ver nada, percebia-se que estava muito fundo e a água do mar não estava cristalina, característica dos parrachos.
Caso interesse, dê uma olhada neste link e observe quantas marés zero ocorrem em apenas 30 dias. Consulte por mês e lugar de destino.

Para quem nunca ouviu esse nome, poderá pensar que a proprietária da casa trata-se de uma senhora gorda e com uma barriga imensurável, correto? Mas, não é nada disso.
Tereza Panci era o nome de um navio que naufragou no lugar em que construíram um farol no final da década de 30.
Em homenagem a esse navio que ficou encalhado nos recifes de Maracajaú, batizaram o farol com o nome de Tereza Pança. E como o restaurante fica justamente em frente a esse farol, eis o terceiro Tereza Pança do pedaço.
Lembro-me de que a comida era simples e que comemos peixe. Agora, se estava saboroso, que peixe foi e o que acompanhou… O almoço não marcou! Nada parecido com o que nos foi servido na barraca próxima ao Farol de Santo Alberto, em São Bento do Norte. Aquele… é inesquecível.

ONDE DORMIR?
Ficamos hospedados na Pousada Ponta dos Anéis, bem próxima de outra atração de Maracajaú: o Manoa Park.
A pousada é maravilhosa: chalés confortáveis equipados com frigo-bar e TV. Todos emoldurados por ampla varanda, onde você poderá relaxar à vontade no colo de uma rede, e ser acariciado pela brisa que sopra do mar.
A decoração rústica e simples de cada apartamento está de acordo com a arquitetura da pousada, localizada sob a sombra e o assobio do coqueiral da Ponta dos Anéis, que lhe serve de indicação.
A pousada foi construída em um terreno de 2.500 m² à beira-mar.
Conta com rede de vôlei, jogos de mesa, churrasqueira, pequena piscina para adultos e outra para crianças. Café da manhã farto e variado.
E pelo que vi em fotos, os quartos estão com os tetos forrados com lambri.
Antigamente não havia forro; daí, quando chegava a noite, eu me minha sobrinha, companheira de quarto, improvisávamos uma cabaninha em tule de nylon (já havia passado por experiência idêntica antes e por isso levei metros e metros de tule na mala) para nos proteger das pererecas que desprendiam do teto. Um sufoco!
Na pousada você se sentirá inteiramente à vontade. Ouso dizer que é como se estivéssemos em nossa casa de praia. E agora, sem chuva de pererecas.
É o lugar ideal para quem tem crianças, inda mais pela presença do Manoa Park beeemmm pertinho da pousada.

O proprietário pensou em tudo: caixa de areia sob gangorra e balanços. Quem cair, cairá no macio.
Balanços e rede vôlei. Sem dúvida, a pousada é uma filial do paraíso para a criançada.
No salão à esquerda era servido o café da manhã.
Para quem aprecia um bom churrasco…

Tivemos a sorte de estarmos na pousada em época de lua cheia.
Pousada Ponta dos Anéis.
Piscinas para adultos e crianças.
Amplidão em todos os cômodos. A dimensão da varanda é um exemplo.
Onde batíamos nosso papo no final da tarde, para repassar os divertimentos do dia.

MANOA PARK:
Saindo da pousada pelos fundos, ou seja, pela praia, siga à direita. Em dez minutinhos de caminhada leve você chega lá.

As fotos dispensam legendas – basta olhá-las e ter a certeza de que o parque é diversão garantida para crianças e adultos.

Piscina para jogo de vôlei, com fundo natural. Excelente para quem deseja se exercitar.

 

 

 

 

Meu fiel escudeiro conseguiu encalhar no escorrega.
Quem há de resistir a essas espreguiçadeiras após o almoço?

O parque foi construído em uma área de 60.000 m². Em agosto de 2011 estava equipado com toboágua (em manutenção quando lá estivemos), escorrega, piscinas, cascatas, e um rio artificial raso e de baixíssima correnteza, cujo objetivo é apenas impulsionar as boias pelo circuito. Essa flutuação é tranquila e divertida.
Espreguiçadeiras foram colocadas estrategicamente na saída do restaurante – um convite irrecusável para você tirar aquela madorna após o almoço.
Vale lembrar que para curtir o toboágua e o escorrega o acesso é por escadas. E como você não subirá apenas uma vez… Daí, môquiridu istepô, nada melhor que sair do restaurante e se deixar embalar nos braços de Morfeu naquelas bem-vindas espreguiçadeiras.

Se você já esteve em Maracajaú em época de fervo deixe seu comentário, por obséquio.

ROSA CRISTAL comenta.

BRASIL, RN – São Miguel do Gostoso – Flutuação Rio Punaú.


FOGO DESTACADA: A cinematográfica foz do Rio Punaú, RN.

A flutuação pelo rio ficou a cargo da agência de turismo Passeios em Gostoso, capitaneada por um jovem senhor de nome Ezequiel – conhecido na cidade por Quiel -, que nos foi apresentado pela Sra. Ana Neri, proprietária da Pousada Enseada do Gostoso, onde estávamos hospedados.

O buggy de Quiel foi o primeiro que vimos em perfeito estado de conservação. Limpo, arrumado, perfumado! Enfim, encontramos um buggy inteiro! Parabéns, Quiel.

Da Pousada Enseada do Gostoso ao ponto de partida da flutuação são 45 km e alguns metros, seguindo pelas rodovias RN-221 e  BR-101  até chegarmos a uma ponte cuja foto está abaixo do mapa.

Ponto de partida para a flutuação: ponte sobre o Rio Punaú, BR 101.


A PRIMEIRA FLUTUAÇÃO A GENTE NUNCA ESQUECE:

Já havíamos flutuado em um trecho de 3 km no Rio Cardosa (ou Formigas), em Barreirinhas, e havíamos nos divertido muito.
O grupo era grande, a profundidade do rio oscilava entre 0,50 m e  1 m – perigo zero -, águas cristalinas, e além disso podíamos contar com a presença de algumas crianças que nos desencalhavam vez ou outra da borda do estreito rio.
Apesar da fraca correnteza, vez ou outra éramos empurrados para as margens e não havia impulso que desse jeito. De lá só conseguíamos sair com a ajuda de alguém que estivesse caminhando pelo rio ou teríamos que descer da bóia para sair do encalhe. Por este motivo a garotada da localidade acompanhava os grupos, por saber que rolava uma gorjeta no final da descida.

RIO PUNAÚ ABAIXO
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Quando fomos avisados de que uma das atrações de Gostoso era a flutuação no Rio Punaú, não pestanejamos e lá fomos nós: eu, meu fiel escudeiro (no meio) e meu mano. Cunhada e sobrinha preferiram aguardar nossa chegada confortavelmente instaladas sob um guarda-sol na cinematográfica foz do rio Punaú.

 

A primeira dificuldade foi sentar na bóia sem pisar no fundo do rio. Onde não vejo meu pé…, não piso. Os demais não tinham essa frescura e subiram na bóia com facilidade.

Foto de Novo, nosso guia e companheiro na flutuação.

Inicialmente assustei-me com o cenário: o rio era muito mais largo que o Formigas e de águas escuras e sem transparência. Isso me deixou preocupada, mas, como o tempo estava fechado, chuviscava, e quem está na chuva é prá se molhar, já estávamos totalmente integrados no contexto. Água por baixo, água por cima; tudo certo…

Novo, apelido do irmão de Quiel, muitas vezes adiantava-se à nossa flutuação, para desviar a vegetação que impedia nossa passagem. Na foto seguinte, alguns exemplos.

As fotos abaixo mostram momentos que anteciparam nossa chegada. Quem clicou foi minha cunhada Sônia, que ficou em companhia de minha sobrinha curtindo o conforto da Pousada Punaú Praia Hotel.

Clique de Samantha P.B.G.
Clique de Samantha P.B.G.

Segundo Quiel, com que bati um papo animado por telefone em 25/8/2017, flutuamos 4 km desde a ponte até a foz do Punaú (a extensão total do rio é de 8 km). Perguntei-lhe se ainda capitaneia grupos para flutuação e Quiel me respondeu que, temporariamente, a programação está suspensa: o nível do rio está baixo e a vegetação ficou densa por demais – sem condições. Portanto, quem curtiu essa atração de Gostoso, pode se considerar um privilegiado.
Outro passeio que fizemos e que também ficou fora de cogitação, foi a navegação em quadriciclo de Barreirinhas a Atins, pelas dunas e lagoas.
Soube que a proibição partiu do Ibama e que o passeio agora é por outros caminhos.

Clique de Samantha P.B.G.
Aos poucos fomos nos aproximando da foz. Clique de Samantha P.B.G.
Meu fiel escudeiro chegando ao término do passeio, feliz como se tivesse vencido uma prova. Clique de Samantha P.B.G.
Verdade seja dita: mesmo que quiséssemos desistir, era tarde demais. Como voltar? Acompanhar o rio pela margem também seria impraticável na maioria dos trechos. Clique de Samantha P.B.G.
Clique de Samantha P.B.G.

O lado direito da foz do Rio Punaú é paradisíaco e repleto de atrações.

Segundo comentários de Quiel, este hotel sofreu reformas e ficou belíssimo. Clique de Samantha P.B.G.
Mano e fiel escudeiro insistiam em continuar flutuando… Pela tonalidade da água, percebe-se as partes mais fundas do leito do rio. Esse clique foi meu…
E foi justamente em um buraco bem fundinho que não percebi e saí da bóia. Levei um susto, mas valeu.  Samantha P.B.G. fotografou.
Novo, ajudando-me a sair do rio. Disparo de Samantha P.B.G.
Mais uma vez, nosso guia procurando um lugar mais raso para meu fiel escudeiro descer da bóia com mais praticidade. Esse disparo não foi de Sah.
Clique de minha autoria.

O tempo em que passamos em São Miguel do Gostoso foi com Quiel que andamos prá lá e prá cá. Até mesmo para almoçarmos um pouquinho mais longe, chamávamos a Passeios em Gostoso.

Além de todos da empresa serem simpáticos, gentis, receptivos, são profissionais responsáveis. Todos os veículos utilizados em nossos vai-e-vens estavam limpos por fora e por dentro; inteiros! Bem cuidados sob todos os aspectos, principalmente na questão de mecânica.

Com ou sem flutuação, São Miguel do Gostoso vale à pena e está pertinho de Natal.

1 – Urca do Tubarão;

2 – Pousada Enseada do Gostoso;

 

 

Comentários de ROSA CRISTAL e de quem mais chegar.

 

 

BRASIL, RN – Pousada Enseada do Gostoso: Pura Delícia.




A POUSADA

Para início de conversa, a pousada está situada em local privilegiado: em frente ao mar e em lugar sossegado.
Trata-se de um bonito e bem cuidado prédio Continuar lendo BRASIL, RN – Pousada Enseada do Gostoso: Pura Delícia.

BRASIL, SP – Pousada Refúgio de Maresias: Você, Entre a Mata Atlântica e o Mar.


Tratar-se de um ninho planejado com muito carinho entre a Mata  Atlântica e o mar, e cercado de jardins por todo os lados. Encontro total com a natureza, onde você adormece ouvindo Continuar lendo BRASIL, SP – Pousada Refúgio de Maresias: Você, Entre a Mata Atlântica e o Mar.

BRASIL, Brasília – Hotel Confort Suites Brasilia.


O Confort Suítes Brasilia faz jus ao nome e está muito bem localizado na área hoteleira da cidade.

Hotel excelente para quem pretende descansar em colchão repousante e desfrutar de um bom café da manhã.
O quarto que me foi destinado era espaçoso, confortável e ainda era composto por uma pequena cozinha – ideal para quem tem filhos pequenos e/ou pessoas iguais a mim na família, que não deitam sem antes “comer alguma coisa”.

Colchão e travesseiros confortáveis, ar refrigerado funcionando a contento e banheiro com bom chuveiro. Para quem não visa luxo – meu caso -, mas conforto, é excelente.

Importante valorizar pequenas coisas tais como poder tomar um bonito banho que lave seus corpo e alma, que o renove e o deixe em condições de ser levada(o) pelos braços de Morfeu ou ir à luta – seja para trabalhar ou sacudir o esqueleto na balada. O Confort não decepcionou nesse e em nenhum outro item.
O café da manhã tipo buffet foi servido em ambiente alegre, claro e espaçoso. Ambiente decorado com suavidade, bem de acordo com quem só acorda após tomar seu desjejum.
Funcionários simpaticíssimos, atentos e gentis.
Nas proximidades há dois shoppings para você fazer um rolê. Na próxima ida à Brasília, não me escaparão.

Recomendo-o sem restrições para viajantes que não valorizam luxo, mas conforto. Fui em um dia e voltei no outro, apenas para visitar parentes. Como pretendo voltar este ano a Brasília, com o mesmo objetivo, é lá mesmo que pretendo fincar bandeira.

Acima: vista para os fundos o hotel.

Frente do Confort Suites Brasilia. Ao fundo, à direita, em último plano, aparece uma pequena parte do Shopping Brasília.

O hall na entrada do hotel, bastante confortável, visto do balcão da recepção.

Acima: recepção vista do hall.

ASPECTOS DO QUARTO

Entre o armário e a lateral da cama há uma confortável escrivaninha onde encontrei um bloco para anotações ao lado do telefone.

 Atrás desta bancada, um armário espelhado de excelentes dimensões compõe o ambiente.

Abaixo: restaurante onde é servido o café da manhã.

Locomoção: condução própria ou taxis – chamadas que deixei aos cuidados dos amáveis funcionários da recepção.

NOTA: Caso você queira opinar a respeito do hotel ou da postagem, disponha do espaço reservado para comentários no final do texto. Sua opinião será muito bem-vinda. Muito obrigada.

ROSA CRISTAL comenta

ARGENTINA, Bariloche – Lagos: Gutierrez, Mascardi. Camping Los Rápidos. Hosteria Pampa Linda.


“Tamanho não é documento” diz o velho ditado. Mas, neste caso, afirmo que este passeio faz jus ao tamanho do título: você ficará encantado com esse roteiro. Continuar lendo ARGENTINA, Bariloche – Lagos: Gutierrez, Mascardi. Camping Los Rápidos. Hosteria Pampa Linda.

ARGENTINA, El Calafate – El Calafate Parque Hotel.


FOTO EM DESTAQUE: Fachada do Hotel.

O El Calafate Parque  foi construído em local tranquilo e próximo ao Centro da cidade. Pareceu-nos que o lugar foi escolhido a dedo pelos arquitetos, que nessa área da cidade ergueram vários hotéis. Na vizinhança há muitos deles, a maioria da mesma categoria que o El Calafate Parque.

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Hotel Pousada LOS ÁLAMOS.

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Hotel KOSTEN AIKE

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Além de as ruas onde edificaram esses prédios serem cinematográficas, alguns hotéis valorizaram suas fachadas com canteiros floridos, mas não pararam por aí: estenderam esse capricho até a calçada. Dê uma clicada aqui e comprove que lavandas não são especialidades apenas do sul da França.

Continuar lendo ARGENTINA, El Calafate – El Calafate Parque Hotel.

PATAGÔNIA ARGENTINA: Ushuaia – HOTEL FUEGUINO.


FOTO DESTACADA: hall do hotel.

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Acima e abaixo: vistas dos quartos da parte dos fundos do hotel.

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Acima: no mezanino, hall dos elevadores e corredor de alguns quartos. Abaixo, salas de estar próximas ao restaurante.

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À direita, entrada do Hotel Fueguino.

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Recepção e estar.

O Fueguino não está localizado no “Centro” de Ushuaia propriamente dito  – proximidades do porto -, mas é avizinhado.

Há o inconveniente de termos que subir algumas ladeiras bem inclinadas para se chegar ao hotel a pé, mas nada que um taxi não resolva caso você não esteja a fim de escalar montanhas.

Funcionários educados e simpáticos. Café da manhã bom. E por falar em café, a equipe responsável por essa área nem sempre esteve atenta às reposições…

O hotel conta com restaurante. Nada excepcional, mas quebra um galho.

Quarto e banheiro de bons tamanhos e limpos; colchões e travesseiros confortáveis; roupas de cama limpas.

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ROSA CRISTAL com a palavra.

PATAGÔNIA ARGENTINA – Centro de USHUAIA, fotografado por Ângela Loreto.


FOTO EM DESTAQUE: Vista do Quarto do Tolkeyen Hotel.

Eu e Ângela trabalhamos juntas e tivemos excelente relação de amizade. Tomei rumo diferente na empresa, e só fui reencontrá-la muitos anos após essa mudança. Nossa reaproximação aconteceu em um almoço de confraternização dos antigos funcionários daquela agência onde havíamos trabalhado.
Conversa vai, conversa vem, acabamos descobrindo algo em comum: nossa paixão por viagens. Daí, istepô, agora, mesmo cada uma em seu canto, não deixamos mais de nos comunicar e aqui estou para passar suas experiências em Ushuaia. Visitamos cidades e atrações em comum, mas cada uma trilhou um trajeto diferente. E foi desse conversê que surgiu a idéia de postar suas andanças.
Pensando bem, voltamos a trabalhar juntas e estou achando ótimo! Só que agora, as tarefas são bem mais aprazíveis.

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Angela hospedou-se no Hotel Tolkeyen, e a respeito dessa experiência ela me escreveu o seguinte: “O quarto em que fiquei foi muito bom. Espaçoso, claro, com um janelão para o Canal de Beagle e, acredito, pela disposição do hotel, que a maioria dos quartos seja com vista para o Canal. Todas aquelas flores que vc vê circundando o hotel, fazem parte do visual de dentro do quarto, emoldurando a vista que temos do Canal.”
Roupas limpas, cama e travesseiros ok, também.
Banheiro limpo, com água quente. Sem problemas.
O hotel oferece passeios, mas não utilizei, pois tínhamos ido por pacote e os passeios já estavam contratados.” Atendimento bom.

Ãngela não se recorda do tipo de café da manhã servido, mas lembra-se de constar do serviço: café, pão, frios, queijos, bolos… e ressalta que em um hotel do padrão do Tolkeyen não serviriam um café da manhã trivial. Vez ou outra, uma revoada de flamingos complementava o cenário cinematográfico do Canal de Beagle na hora do desjejum! – presente que só a natureza pode nos proporcionar.

DESLOCAMENTO: por ficar 4 km distante do Centro de Ushuaia, o hotel oferece condução de ida e volta de hora em hora.

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Centro de Ushuaia. À esquerda a Iglesia Parroquial (Av. Maipu, 939). À direita, a torre da Iglesia de la Merced (Avenida Gal San Martin 936).

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Centro de Ushuaia onde acontece uma feirinha.

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Centro de Ushuaia.

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Galeria Temática (3×1): presentes, jardim temático e museu interativo.

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Ângela Loreto muito bem acompanhada por dois poderosos pinguins Imperador.

A propósito: essa espécie de  pinguim pode pesar até 37 quilos e atingir mais de 1,20 m de altura. Os machos suportam passar o Inverno na Antártida e chocam os ovos quando as fêmeas o abandonam para passar o Inverno no mar. Vivem da pesca de pequenos peixes, lulas e uma espécie de camarão. Mergulham até 250 m de profundidade!

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La Ultima Bita – loja de artesanatos e presentes. Nos fundos, um jardim temático (foto). No segundo piso há o museu interativo (ingressos pagos).

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Loja de souvenir LA ÚLTIMA BITA. Este  jardim temático fica nos fundos da Galeria Temática.

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La Ultima Bita – loja de presentes e jardim temático. No segundo andar, um museu interativo. Obs: ingresso cobrado apenas para o museu.

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TREM do FIM do MUNDO.

Passeios no Trem do Fim do Mundo:  para consultas de horários, como chegar à estação, e compras de bilhetes, clique aqui.
Ângela não participou do passeio.

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ARGENTINA: IQ Callao Apart Hotel em Buenos Aires.


IMAGEM DESTACADA: Fachada do IQ Callao Apart Hotel.

DEIXAMO-NOS atrair pelo IQ porque nas fotos atraentes do apart que vimos pela internet alguns motivos chamaram nossa atenção: localização, espaço do apartamento, ambiente bem composto, cafeteria embaixo do prédio, edifício moderno, jardim, y otras cositas más. Continuar lendo ARGENTINA: IQ Callao Apart Hotel em Buenos Aires.