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PARIS e AMSTERDAM. Muita Água Rola Embaixo Dessas Pontes – Saiba Mais.


IMAGEM DESTACADA: Herengracht. Amsterdam, NL.

Dentre os brasileiros residentes no exterior que optaram por compartilhar suas experiencias e, consequentemente, ajudar o próximo em suas andanças pelo Velho Mundo, destaco quatro poderosas “máquinas” que cito a seguir pela ordem em que as conheci: Continuar lendo PARIS e AMSTERDAM. Muita Água Rola Embaixo Dessas Pontes – Saiba Mais.

HOLANDA. AMSTERDAM. Singel Hotel – Recomendável, Mas Com Mínimas Restrições.


IMAGEM DESTACADA: Uma das Pontes Que Atravessa o Canal Singel.

Conforme já escrevi em postagem anterior, desde 2013 que partimos do Nordeste para a Europa. Motivo: encurtamos a viagem em 3 horas!
Saímos do Rio para Recife ou Fortaleza – prefiro sair desta última cidade – e de lá tomamos rumo após permanecermos por uma noite.

O tempo de voo anunciado no site da KLM era bem mais que 9 horas de viagem. Quando o comandante anunciou que nosso tempo de voo seria de 8.30 h – gratíssima surpresa que me deixou mais feliz que urubu no lixo -, fiquei certa de que o Nordeste “É” o melhor ponto de partida para o exterior.

Desembarcamos no Aeroporto Schiphol  já com as passagens de trem para a Estação Centraal em mãos, em Amsterdam, adquiridas aqui no Rio com bastante antecedência.

SCHIPHOL/CENTRAAL
Cobrir esse percurso em trem é bom para quem não se importa com essa “modalidade” de stress. Até poucos anos não dava a menor pelota. Agora, fico toda empelotada só em pensar nesses 15 minutinhos de viagem.
Os trens respeitam rigorosamente os horários de chegada e partida e isso significa que você tem que estar dentro do vagão na hora em que o chefe da estação apitar para o trem partir.
E você, normalmente, não consegue (e nem deve tentar) subir no vagão enquanto os passageiros estiverem descendo.
Há quem desça as estreitas escadas dos trens com malas que parecem armários, bengalas, andadores, cadeiras de rodas, carruagens de bebês, enfim…cada um viaja com os apetrechos necessários às suas necessidades e isso tem que ser respeitado.
É uma confusão que estressa quem está na plataforma esperando uma brecha para embarcar com malas que parecem armários, bengalas, andadores etc…etc… Daí, moquiridu, o taxi, sem a menor dúvida, é o melhor meio de transporte nesses casos, principalmente para os jovens acima de 70 anos.
O que fizemos na saída de Amsterdam? Deixamos de lado os bilhetes Centraal Station/Schiphol comprados aqui no Rio e solicitamos os serviços de taxi de uma brasileira: a Carol, do Andantes na Holanda.
Apesar da viagem curta, valeu demais nos proporcionarmos esse conforto até ao aeroporto, bem como a conversa que tivemos com a Carol a respeito de Amsterdam – oportunidade de nos inteirarmos um pouco a respeito das obras que no momento tomam conta da cidade onde a brasileira reside há 10 anos.
Mais tarde  o trabalho dos Andantes na Holanda será abordado.

Fazia muitos anos que não ia a Amsterdam. Ao descer na Centraal fiquei surpresa com o  movimento de pedestres e de bicicletas, obviamente.
Era a primeira vez de meu fiel escudeiro na cidade e os primeiros momentos foram impactantes para ele, principalmente quando viu o estacionamento das magrelas à direita de quem sai da Centraal. Sentiu na própria pele que teria que ficar atento não só com as bikes, mas com patinetes e patins elétricos, ônibus, trens, ciclomotores, e o que mais encontrasse pela frente.

E foi justamente para esse lado do canal que arrastamos nossas malas para chegar ao Singel Hotel, caminhando contra um vento frigidíssimo de Primavera – 5º (cinco graus) -, a temperatura que o celular marcava ao meio dia!
Como só poderíamos entrar no quarto a partir das 14.00 h, deixamos nossas bagagens em lugar apropriado na recepção e saímos para almoçar. Não fomos longe porque o frio era demais! E quando comentamos que havíamos embarcado horas antes em Fortaleza, aí mesmo é que o frio aumentava.
Almoçamos no Joselito – escreverei a respeito mais tarde – e voltamos rapidinho para o hotel, onde permaneceríamos por 16 dias.

O OBJETIVO DA VIAGEM
era visitar Keukenhof (clicar aqui ), incentivada pela amiga Angela Loreto que o havia visitado em 2017 e gostou imensamente.

A LOCALIZAÇÃO DO HOTEL
é excelente! Fica de frente para o Canal Singel, o que já vale pelo visual e pela facilidade de se chegar a lugares interessantíssimos a pé.

Localizado logo após a igreja.

Está próximo à Centraal Station – a principal estação ferroviária da cidade, em frente da qual estão os pontos de partida de vários bondes (trams). Lá você poderá pegar Metrô e, nos fundos da Centraal, está a balsa que atravessa o RIO IJ, gratuitamente.
No segundo piso – acessível por escadas comuns, rolantes, e elevador -, ficam os pontos de ônibus que o levam a diversos destinos – Zaansen Schans é um exemplo.
Da frente do Ibis Hotel, localizado ao lado da Centraal, partem barcos turísticos panorâmicos que funcionam também à noite, com menor movimento.


São empresas diferentes e vivem lotadas. Vimos filas incrivelmente longas em ambos os lados da ponte, em horários próximos ao meio-dia.

A área onde está o Singel Hotel está próxima de muitas novidades: é cercada por bons restaurantes, lojas de lembranças, supermercados, sex-shops e lojas especializadas em acessórios e “matéria prima” para usuários de certas substâncias “antidepressivas e vitaminadas”.

 SINGEL HOTEL – ACOMODAÇÕES

Houve um dia em que vi um dos funcionários do hotel arrumar esse quarto de frente (foto acima e abaixo).  Pedi-lhe licença, entrei e o fotografei. Veja bem: fotografei o quarto!
A vista maravilhosa para o canal talvez compensasse o tamanho do cômodo, bem menor ao que reservaram para nós, nos fundos.Uma vantagem desse quarto estava no banheiro: cortina no box, enquanto que em nosso 306 – super espaçoso e tranquilo -, as  duas desvantagens estavam igualmente no banheiro: apenas um vidro muito estreito separava o chuveiro (de cano curtíssimo) da pia, a ponto de meu fiel escudeiro, o primeiro a usá-lo, rir muito ao sair do banheiro. Segundo ele, foi a primeira vez que tomou banho encostado na parede!… Era bem isso.
O outro ponto negativo foi o piso escorregadio do box e a falta de alça de segurança – previsíveis problemas para hóspedes e hotel.

Box do apartamento da frente, no 3º andar.
Box do quarto 306, sem cortina, mas com um vidro totalmente inútil separando pia e área do chuveiro.

Pendurado na parede do box do quarto 306, um rodo semelhante ao da foto acima era usado por mim e meu fiel escudeiro todas as vezes que terminávamos nosso banho – esse problema, sim, foi bem inconveniente.
Tínhamos receio de escorregar no próprio box e na água que molhava a metade! do chão do banheiro. Não havia outro jeito: tínhamos que nos abaixar e usar o pequeno rodo até enxugar toda a água. Isso foi bastante desconfortável para nós, dois idosos (72 e 79 anos).
Nossos chinelos e o tapete eram retirados dessa área a fim de que não molhassem. Por mais que ficássemos colados à parede, os respingos molhavam bastante o piso do banheiro.

No mais, havia lugar junto ao espelho para colocarmos nossos apetrechos com folga.
Toalhas (4) eram trocadas diariamente; não faltava papel sanitário, o secador funcionou satisfatoriamente, e a iluminação era muito boa. Chuveiro com boa queda d’água, e duas saboneteiras grandes foram presas na parede: uma acima da pia, e outra próxima aos controles do chuveiro.

No quarto 306 o colchão é largo e há dois travesseiros para cada hóspede. Colchão e travesseiros muito confortáveis.
Mesas de cabeceira de excelente tamanho, com gavetas, e vários tipos de iluminação são controlados da cabeceira da cama.

Na bancada há telefone, máquina de café, sachés de chás, cápsulas de café, xícaras e copos. Duas cadeiras, uma pequena poltrona completam a decoração. Cofre e um pequeno ventilador estavam no armário aberto. Abat-jour, aquecimento de ambiente e maleiro dobrável. Cabides na parede.

Hall dos elevadores – bem iluminado e decorado com bom gosto e originalidade.

O hotel  é limpo e bem arrumado. Decoração original com fotos de Amsterdam em todos os ambientes: quartos, halls de elevadores e espaço onde é servido o café-da-manhã.

No ESPAÇO DO CAFÉ DA MANHÃ
o ambiente prima pelo aconchego e conforto.
Opções diferenciadas para o hóspede ocupar após servir-se de farto e delicioso café da manhã não faltam: sofás e poltronas estão à disposição, bem como u’a mesa longa com capacidade para 12 pessoas se acomodarem em cadeiras altas. U’a mesa de modelo convencional com 6 cadeiras não foi esquecida (à esquerda, na foto acima).

O CAFÉ da MANHÃ
é farto e variado: pães de diversos tipos, biscoitos, manteiga com e sem sal, geléias, frios, queijos, iogurte, salada de frutas, frutas inteiras, sucos, leite frio e cereais variados. Salada de tomate e pepino. Torradeira.

Ovos cozidos, quentes, omeletes e linguiça frita. Água quente. Forno de microondas. Doces variados de-li-ci-o-sos.

Mel, chás diversos, adoçantes e açúcar cristal.

Em nicho separado ficam os sucos, água gelada, xícaras e copos. A máquina serve chocolate quente, café cappuccino, café expresso, leite macchiato, leite comum, água fervente, e mais duas modalidades de café das quais não me recordo.

Na recepção há sucos de diversos sabores, água mineral com e sem gás, refrigerantes, vinhos, biscoitos, chips de batata, cervejas, achocolatados e muitas outras coisas, incluindo guardas-chuvas por motivos óbvios.
Ah! Quase ia me esquecendo: em vitrine especial, que não fotografei, várias lembranças da Holanda e Amsterdam: ímãs de geladeira, saleiros, xícaras para cafezinho, objetos decorativos diversos em louça, bem como as tradicionais casas holandesas pintadas em azul e branco cujo conteúdo é a famosa bebida Jenever – resultante da destilação de cereais, especiarias e de um fruto chamado zimbro, semelhante ao mirtilo (Zimbros lembra-me a praia de mesmo nome em Bombinhas, Santa Catarina).

“Viagem e Fotografia: uma mistura homogênea que causa “felicidade”! CONSUMA SEM MODERAÇÃO…” – Joze de Goes

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BRASIL. CEARÁ. Fortaleza: Hotel Praiano – Recomendável, Mas Com Mínimas Restrições.


IMAGEM DESTACADA:

Nossa reserva era apenas por um noite – estávamos de passagem por Fortaleza, de onde embarcamos para Amsterdam.
Moramos no Rio de Janeiro, mas é do Nordeste que temos saído rumo à Europa.
Qual a vantagem? Encurtar 3 horas de voo. E como é prá frente que se anda, sair de São Paulo, digamos, quando o destino é o exterior, é permanecer voando por mais horas, ter que suportar barulho de turbina por mais tempo, além daquele ar refrigerado incômodo que me deixa mais enrugada do que já estou e me sentindo como uma “passa” – seca por dentro e por fora. E mais: não consigo dormir em  avião por mais conforto que tenha – não tem jeito.
Daí corremos para o Nordeste, passamos uma noite em algum hotel e dia seguinte seguimos viagem.
Desta vez o eleito foi o Praiano Hotel, na Praia do Meirelles, em frente a um ponto tentador para os consumistas: a Feira de Artesanatos da Av. Beira Mar, montada diariamente, há 26 anos, com ou sem chuva.
As barracas começam a ser montadas à tarde e fecham em torno das 23.00 horas.
Apesar dos preços atraentes, há melhores ofertas no Mercado Central. Vai daí que convém negociar o preço das mercadorias.
A variedade de artigos é imensa; portanto, prepare-se para andar e não se esqueça de pedir o cartão da barraca onde se interessou por alguma coisa que é para depois não se perder.

O HOTEL PRAIANO
é bem localizado, bem aparentado e conta com recepção simpática e de boa vontade para ajudar no em que for necessário. Até da impressão de nossos cartões de embarque as jovens funcionárias cuidaram e não pouparam esforços para dirimir nossas dúvidas.
O jovem encarregado de cuidar das malas o faz com maestria e rapidez – pratica uma técnica própria para lidar com malas, e rapidinho chega a seu apartamento.
Trata-se de outro funcionário simpático, risonho e que trabalha com a maior boa vontade.

No varandão funciona a Capri pizzaria e a Creparis – uma creperie que deixou a desejar no preparo da massa: extremamente fina e por isso totalmente quebradiça (virou um biscoito), impedindo de saboreá-la junto com o recheio. Virou farinha.
O espaço também trabalha com sorvetes.

A foto não deixa dúvidas a respeito da espessura da massa do crepe. Conforme citei acima, virou farelo. Não recomendo.

O Espaço destinado à criançada é bem municiado de brinquedos. Quanto à piscina infantil, o aviso deixa bem claro a quem pertence a responsabilidade sobre os pequenos.

Cuidados especiais com os hóspedes na área descoberta – excelente idéia.

N.B.:  foto idêntica a esta consta no site do hotel designando o quarto como pertencente às categoria luxo e standard. Não entendi!…
Outra observação: quarto de hotel de categoria 4 estrelas e sem graça desse jeito? Nem colcha tem! Não consigo aceitar esse tipo de tapeação. Uma colcha faz diferença? Faz porque impede que o lençol com que o hóspede poderá se cobrir não pegue poeira…

O quarto é espaçoso, bem composto com frigobar, cofre, colchões e travesseiros confortáveis, ar condicionado, e da janela vislumbra-se bela vista. TV tem pouquíssimos canais e a imagem deixa a desejar.

A sala de estar do Praiano leva o futuro hóspede a pensar que os quartos têm aparência caprichada, mas… não é bem assim.

No Thames Restaurante, do próprio hotel, saboreamos dois pratos muito bons: peixe acompanhado por purê de batata doce e arroz de alho.

O prato de meu fiel escudeiro foi camarão com champinhons e alcaparras, acompanhados por arroz e batatas. Ambos, excelentes.

Outro detalhe importante que falta no hotel: computador à disposição dos hóspedes com direito à utilização de impressora, desde que haja número limitado para impressão.
Evidentemente que, a fim de evitar abusos, o melhor lugar para a impressora seria a recepção, pois estaria sob o controle dos funcionários. A cobrança das impressões seria justa, e ficaria confortável para hóspedes e hotel.
Em caso de impressão de cartão de embarque, por exemplo, não haveria a necessidade de o hóspede ter que passar os dados de seu voo para o e.mail do hotel.
Trata-se de recurso que não pode faltar em hotel de categoria “4 Estrelas”, dentre melhorias acima citadas.
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COLÔMBIA. SAN ANDRÉS e CARTAGENA DAS ÍNDIAS – Viagens Que Recomendo Sem Moderação.


IMAGEM DESTACADA: Bairro São Luiz, em San Andrés.

Bem antes de 2001 já ouvíamos falar em San Andrés.
Viajávamos por intermédio de uma agência de turismo cujo proprietário era fã da ilha colombiana e fazia a maior força para que nós a conhecêssemos. Continuar lendo COLÔMBIA. SAN ANDRÉS e CARTAGENA DAS ÍNDIAS – Viagens Que Recomendo Sem Moderação.

BRASIL. PARANÁ. ANTONINA – Camboa Capela Hotel, e Ainda: Como Chegar à Antonina, ao Pontal do Paraná, à Paranaguá e ao Pontal do Sul – O Melhor Lugar Para Se Atravessar Para A Ilha do Mel.


IMAGEM em DESTAQUE: A Entrada Principal do Hotel.

COMO CHEGAR: 
De carro, saindo de Curitiba, você conta com duas opções:
1– Uma delas é seguir pela BR-277, direção Paranaguá e depois seguir pela PR-408,  passando por Morretes. Depois basta seguir as indicações até Antonina.

Continuar lendo BRASIL. PARANÁ. ANTONINA – Camboa Capela Hotel, e Ainda: Como Chegar à Antonina, ao Pontal do Paraná, à Paranaguá e ao Pontal do Sul – O Melhor Lugar Para Se Atravessar Para A Ilha do Mel.

BRASIL. RIO DE JANEIRO, RJ. PETRÓPOLIS. Hotel Casablanca Imperial: Bom e Bem Localizado


IMAGEM EM DESTAQUE: Fachada do Hotel decorada para o Natal Imperial.

O hotel está localizado no Centro de Petrópolis e ao lado do Museu Imperial! Quer mais? Lá vai: pertinho da Catedral São Pedro de Alcântara, da Rua Dezesseis de Março, do Palácio Rio Negro, da famosa Rua Tereza – onde se encontra farto comércio a preços convidativos -, enfim, o hóspede estará cercado por comércio de todos os tipos – Bancos, restaurantes, galerias de comércio variado, atrações turísticas… – e ainda a um pulo de Correias (15 km) e Itaipava (pouco mais de 20 km). Continuar lendo BRASIL. RIO DE JANEIRO, RJ. PETRÓPOLIS. Hotel Casablanca Imperial: Bom e Bem Localizado

BRASIL. CEARÁ . JERICOACOARA – Hotel e Restaurante Villa Terra Viva.


IMAGEM DESTACADA: Visão Parcial do Hotel.

VAMOS AOS FATOS
Não dá para entender tanto antagonismo em um mesmo hotel que prima por detalhes que demonstram preocupação com o bem estar do hóspede por um lado, e peca mortalmente pelo outro. Continuar lendo BRASIL. CEARÁ . JERICOACOARA – Hotel e Restaurante Villa Terra Viva.

BRASIL. ROTA DAS EMOÇÕES com PAULO OFF-ROAD JERI.(5º Dia: Piauí e Maranhão. De Luiz Correia, Pi (Carnaubinha Praia Resort), à Barreirinhas, Ma)


IMAGEM DESTACADA: Por do Sol visto do Carnaubinha Praia Resort em Luis Correia, PI.
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BRASIL: Rota das Emoções Com PAULO OFF ROAD JERI (4º Dia: De Jericoacoara, CE, a Luiz Correia, PI).


IMAGEM DESTACADA: Por-do-Sol visto da Praia de Carnaubinha, em Luis CorreaPiauí. Continuar lendo BRASIL: Rota das Emoções Com PAULO OFF ROAD JERI (4º Dia: De Jericoacoara, CE, a Luiz Correia, PI).

BRASIL: Rota das Emoções Com PAULO OFF ROAD JERI (3º Dia: Jericoacoara).


IMAGEM DESTACADA: rua em Jericoacoara. Continuar lendo BRASIL: Rota das Emoções Com PAULO OFF ROAD JERI (3º Dia: Jericoacoara).