Praia do Campeche e Morro das Pedras. Florianópolis, SC.


FOTO DESTAQUE: Morro das Pedras – Sul da Ilha de Santa Catarina.

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Obs: clique duas vezes nas fotos em que aparecer a luva, a fim de aumentar a imagem.

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CAMPECHE e MORRO DAS PEDRAS – Como chegar de ônibus : Clique aqui ou então aqui e depois basta clicar no nome da empresa de ônibus a fim de ver o trajeto percorrido pela linha.

Como chegar de carro: Sair do Centro em direção ao Rio Tavares pela SC-405. Florianópolis é uma cidade bem sinalizada e você só se perderá se tiver muita personalidade. Siga a orientação das placas até o Campeche, um dos acessos à Praia do Morro das Pedras que, deste ponto, fica distante – vale pela caminhada.

Desde a Ponta do Retiro na Praia da Joaquina, até à Ponta das Pedras no Morro das Pedras, essa faixa do litoral ilhéu é uma só praia, sem demarcações, e no canto direito está a Praia do Morro das Pedras, acessível antes do morro propriamente dito.

Essas praias são de mar bravio devido ao vento Sul que sopra constantemente neste lado da ilha de Santa Catarina. Por este motivo, a travessia para a paradisíaca Ilha do Campeche é meio assustadora para alguns, principalmente se a embarcação for pequena.

Do outro lado do Morro das Pedras está a Praia da Armação, pouco frequentada em quase toda sua extensão, pelo mesmo motivo acima citado. Entretanto, no final, junto à Ponta das Campanhas, o mar é tranquilo e permite gostosos banhos.

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Praia do Campeche. Ao fundo, a ilha batizada com o mesmo nome – o Caribe também é aqui.

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Praia do Campeche – nada mais do que a continuação da Praia da Joaquina.

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Morro das Pedras. Divisor natural entre a Praia do Morro das Pedras e a Praia da Armação.

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Neste lado da Ilha de Santa Catarina, o mar é constantemente agitado devido ao Vento Sul.

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Morro das Pedras.

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Praias da Joaquina, Campeche, Morro das Pedras e parte da Armação – mar de personalidade forte.

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Morro das Pedras.

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Trecho pouco frequentado da Praia da Armação devido à bravura do mar.

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BRASIL, SC: Florianópolis – Ribeirão da Ilha: Restaurante Porto do Contrato.


Foto Destaque: o restaurante Porto do Contrato, visto do trapiche.

Endereço: Rod. Baldicero Filomeno, 5544 – Ribeirão da Ilha – Florianópolis,SC 88064-002
Tels: 3337.1026 e 3234.4454

Obs: nas fotos em que aparecer a luva, clique duas vezes para aumentar a foto.

Já foi dito e repetido aqui no blog como você poderá chegar ao Ribeirão da Ilha, mas não custa escrever novamente. Vamos lá:

Como Chegar de Carro: do Centro de Florianópolis, pegar a SC – 405.

Como Chegar de Ônibus: Há duas paradas de ônibus no centro de Florianópolis, próximos à Praça XV. Os ônibus de números 561 e 4124 (o amarelinho) passam pelo Ribeirão. O ponto final é na Caieira da Barra do sul, de onde partem barcos e começa a trilha para Naufragados.
Portanto, condução você terá passando pela porta do restaurante.

Em minha modesta opinião o restaurante Porto do Contrato e Rancho Açoriano, formam uma dupla gastronômica de difícil escolha para quem aprecia boa culinária em Florianópolis.
Evidentemente, a Ilha de Santa Catarina está pontilhada de atraentes opções (vide ONDE COMER?), inclusive em Shoppings, mas nada se compara ao bairro do Ribeirão da Ilha.

Outro exemplo é Santo Antonio de Lisboa, onde encontramos excelentes restaurantes.
Agora, no meu amado Ribeirão a dupla é imbatível – que me perdoe a vizinhança concorrente.
Ambientes descontraídos e comida de qualidade atraem amantes da boa mesa, estejam onde estiverem. O Ribeirão, por exemplo, fica afastado do Centro de Florianópolis, mas isso não passa de mero detalhe. A turma do bom garfo não mede distâncias quando o assunto é comer bem.

Exemplo disso foi a pequena viagem que fizemos – postagem anterior a essa – para saborear a deliciosa comida alemã em São Martinho. Somando ida e volta, percorremos 260 km por caminhos nunca dantes navegados e valeu à pena. Tanto valeu que pretendemos voltar.

As fotos abaixo justificam uma reserva no Porto do Contrato. Acompanhem.

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Vista da janela lateral.

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Mesmo chovendo, meu Ribeirão é lindo…

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Um pouco da História do Porto do Contrato e a que se deve seu nome.

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Sebastian, materializa-te e volta ao Porto que conheceste tão bem…
Faz uma reserva em qualquer mesa em frente ao mar em que tanto navegaste. Vai lá e vê em que transformaram esse cais.
Mas, olha!… Não apareças com trajes complicados! Nem pensar! Deixa a gola embabadada de lado, porque se o caldinho das Ostras Embriagadas cair em tua barba ou neste saiote que tens ao pescoço, vais pagar mico!… Queres um conselho? Melhor passar antes no barbeiro e fazer barba, cabelo e bigode.
Depois, é só dizer para teus botões: – Partiu Porto do Contrato!

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OSTRENTAÇÃO ao vivo e em cores. Observe as “empadinhas” de ostra. No copinho, uma ostra in natura vem mergulhada em vodka, limão e tabasco. E por falar em “porto”, como não se atracar com tanta delícia?

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Involtini de Linguado e Namorado Crocante tal qual está no cardápio abaixo.

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Ostras com recheio surpresa só vi no Porto do Contrato.

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R$280,00 (duzentos e oitenta reais) para dividir por cinco pessoas. Melhor desfecho que esse?

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Moderadora: Rosa Cristal 

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Você já foi à Fluss Haus, istepô? Nããão??!! Então, Vá. VARGEM DO CEDRO, SÃO MARTINHO.


FOTO DESTACADA: Entrada do Restaurante da Fluss Haus.

Obs: nas fotos em que aparecer a luva, clique duas vezes para aumentar a imagem.

COMO CHEGAR:

Saindo de Florianópolis, a viagem dura cerca de 2.00 horas para percorrer 130 km. Isto porque 30 km são de estrada de chão de mão dupla com muita curva, e dirigir neste trecho requer muito cuidado.

O trajeto começa pela BR-282 em direção à Santo Amaro da Imperatriz/ Rancho Queimado.

Na confluência com a SC-435 siga em direção à São Bonifácio. Você não precisa ir até São Martinho, porque senão terá que retornar 11 km.

A distância é curta e, caso erre o caminho, não haverá problema. Pense que um baita buffet de comida alemã o aguarda para abastecê-lo e só isso já bastará para criar ânimo e retornar numa boa.
Bote a cabeça prá fora do automóvel, empine o nariz e acompanhe o aroma dos assados fumegando nas panelas que você chega lá. Eu garanto.

Há um site que mostra o roteiro de Florianópolis à São Martinho pela BR-101 + SC-475 + SC-435. São 166 km. A distância é maior, mas a estrada é melhor e você chega mais rápido.

Acontece que, até que a ponte de Laguna ficasse pronta, o trânsito engarrafa e aí complicava. Clique aqui para pesquisar. Nesta rota, você sairá de Florianópolis em direção à Laguna e, posteriormente, seguirá para Armazém. Logo depois está São Martinho.

Agora a ponte ficou pronta, o trânsito flui, mas… quem vai por Tubarão corre o risco de pegar um pouquiiinnnho de engarrafamento ou trânsito lento por conta do Tunel do Morro do Formigão nesta cidade. Repito: talvez!… você encontre uma situação dessas. Talvez!

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Antes de chegar a São Bonifácio (cidade antes de São Martinho), veja a paisagem que você verá pelo caminho.

 

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Impossível não parar para sacar uma foto.

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Brasil… sil… sil… sil…

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São Bonifácio, terra das cachoeiras.

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“Sonho da Fluss Haus: mudar a história da comunidade, gerando empregos e renda sem limites de crescimento para que São Martinho seja conhecido por todos. E sempre pensando no futuro sem perder as tradições do passado”.

Já mudou tudo Sr. Feuser; já mudou tudo. A Fluss Haus já consta do mapa do Google!…

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Nem todos os caminhos levam à Fluss Haus, é verdade, mas isso não importa. O importante é chegar e o mapa que segue abaixo poderá lhe dar uma noção. Afinal, GPS serve prá que?

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(Clique duas vezes no mapa para vê-lo aumentado)

Tudo começou em 1996, quando seus proprietários começaram a fazer pães, roscas e biscoitos (bolachas, para os sulistas) decorados, tradicionais em famílias de origem alemã. Estes biscoitos não faltavam na mesa do café em casa de minha avó materna e de meus tios.

Os Feuser (Srs. Lindomar Luiz e Maria Salete) sentiram que viver em função da lavoura tornava-se cada vez mais difícil e partiram para nova atividade: literalmente, botaram a mão na massa e começaram a vender seus produtos de porta em porta.

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Decoração artesanal delicada e perfeita. Por fora… e por dentro.

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Você diria que este mimo trata-se de um biscoito?

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Decoração feita à mão. Repare nos detalhes das roupas dos coelhinhos.

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O forno utilizado era à moda antiga, de tijolos, e a família trabalhava de 18 a 20 horas por dia para não deixar nenhum pedido em falta. Desnecessário dizer que o crescimento que alcançaram foi tamanho, que os Feuser decidiram então abrir a propriedade à visitação e colocaram seus produtos à venda. Felizmente, já não precisavam entregar em domicílio e, aos poucos, foram ampliando as instalações até construírem a fábrica de bolachas artesanais em 2006. Hoje em dia também produzem geléias e doces, todos fabricados com frutas de seu pomar e vendidos na loja de produtos coloniais – queijos, salames, licores e lembranças -, ao lado do restaurante.

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Lembranças.

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A fábrica personaliza bolachas para chás de bebês, casamentos, batizados, aniversários e outras festividades.

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Sem comentários. Arte é arte e não se discute.

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Bolachas para chás de bebê.

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Observem os biscoitos contidos nos vidros. Todos os modelos são para chá de bebê.

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O MOVIMENTO DA FLUSS HAUS:

O Café Colonial serve mais de cinco mil refeições por mês, abrindo só aos sábados, domingos e feriados nacionais! Recebe em média quinze mil turistas mensalmente em um espaço organizadíssimo que comporta 350 pessoas e emprega setenta e cinco funcionários fixos e mais trinta e cinco que prestam serviço temporário em fins de semana e na manutenção da Fluss Haus.

Reservar lugar é fundamental a fim de que o movimento fique organizado.

DÚVIDA CRUEL: O QUE VOU COMER?

O buffet, onde predomina culinária típica alemã – e não poderia ser diferente -, é variado e farto. A apresentação e o perfume desprendido dos pratos sugere o sabor delicioso conferido na primeira garfada. Apenas alguns pratos são servidos por um funcionário: carne vermelha, joelho de porco e pernil assados, devido ao corte efetuado na hora.

GUEMÜSE e SPÄTZLE também não poderiam faltar. Se você não sabe do que se trata, veja as receitas clicando nas palavras.

Em duas longas mesas estão servidos os pratos salgados; em uma terceira, as sobremesas decoradas com detalhes à moda alemã. Café (com ou sem leite), chás e suco de laranja estão à disposição para que as pessoas possam se servir à vontade. Laranja colhida na propriedade, livre de agrotóxicos – que fique bem frisado.

Tudo isso por R$35,00 (trinta e cinco reais) por pessoa e mais o ótimo atendimento.

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Saladas diversas, língua e frango assado.

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Goulash, salsichão branco e rosado, farofa, chucrute, repolho roxo, purê de maçãs …

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O alegre e simpático funcionário que servia as carnes de corte maior: pernil, carne assada e joelho de porco.

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Decoração caprichosa nas sobremesas.

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Doces especiais para diabéticos.

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EM SENTIDO HORÁRIO (senão não dá prá explicar) e COMEÇANDO PELO NORTE DO PRATO: “mareco” – assim mesmo, com um “R” só; bolenta frrrita, beeemmm crrocante; spätzle (delícia) com molho de carne; amostra de salsichões brrranco e fermelho; burrrê de maçã. Diante de um prato desses, amiga: segure na mão do seu deus e vai!

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OBS: O recheio do marreco estava supimpa! Prá ninguém botar defeito.

Interessante ressaltar que não há propagandas da Fluss Haus em emissoras de rádio ou TV. Os visitantes são os próprios divulgadores tal qual estou fazendo agora.

O QUE VOCÊ VERÁ NA FLUSS HAUS:

A propriedade é cenográfica, muito bem cuidada. O jardim lateral dispõe de um lago onde nadam patos e marrecos. Pavões, cisnes, e um casal de avestruz ficam em cercados. Um riacho repleto de carpas passa pelo jardim da frente do restaurante e uma roda d’água transmite em natural FM aquele barulhinho gostoso de chuva caindo do telhado.

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As carpas podem ser alimentadas com ração apropriada, vendida a R$1,00 a porção. Não é à toa que estão gordas e longas, algumas até parecendo em tamanho com robustas tainhas.

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No outro lado da estrada está a pousada dos Feuser, com estacionamento próprio.

Na volta para Florianópolis uma parada na Gruta Bom Pastor, na beira da estrada, para agradecer a Deus por este momento lindo em família e pela fartura de alimentos.

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Para quem tem dúvidas se a viagem vale à pena, vou logo dizendo: – E como vale!…

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Florianópolis, SC: Lagoa do Peri e Praias: da Solidão, dos Açores e do Pântano do Sul.


Foto Destaque: Beira da Estrada que leva os audaciosos ou os bem preparados  à cachoeira da Lagoa do Peri.

Obs: nas fotos em que aparecer a luva, clique duas vezes para aumentar a imagem.

Vai de quê?

Partindo de ônibus do Centro de Florianópolis, mais precisamente do antigo terminal da Av. Paulo Fontes, pegue o executivo Pântano do Sul 4120, o amarelinho . Mais informações tais como trajeto, horários e tempo de viagem clique aqui.

De carro: pegar a SC-405, passar pelo Rio Tavares e seguir em direção ao Campeche/Armação/Pântano do Sul/Ribeirão da Ilha até encontrar uma bifurcação. Seguindo à direita, você continuará pela SC-405 e chegará ao Ribeirão da Ilha e à Caieira da Barra do Sul pela antiga estrada.

Para a esquerda você irá em direção à Armação (do Pântano do sul) pela estrada que passa a ser a SC-406 a partir deste ponto. Passará pelo Parque Municipal da Lagoa do Peri e seguirá em direção ao Pântano do Sul propriamente dito e demais praias anunciadas no título deste post.

Assim que passar pelo Morro das Pedras, logo à direita está a Lagoa do Peri. Impossível passar sem perceber a entrada.

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Localizado logo após a descida do Morro das Pedras, em frente à Praia da Armação.

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Lagoa do Peri. Em baixa temporada.
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Areia fina, águas limpas e calmas. Ideais para idosos e crianças.
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Ofertas de pedalinhos, caiaques e pranchas de remo em pé.
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Local ideal para piqueniques. Churrasqueiras são proibidas.
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Não só na Lagoa do Peri, mas em outros parques existentes em Florianópolis, os pequenos comemoram aniversários com tudo a que têm direito: doces, salgados, bolo… uma idéia excelente e que sempre agrada a garotada.

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A lagoa foi tombada em 1976 como Patrimônio Natural. O Parque Municipal foi criado e regulamentado entre 1981 e 82. Possui 23 km².

O início da construção da sede foi em 1997 e comporta extensa área de lazer com restaurante, mesas e bancos para piqueniques, área especial para crianças com variedade de brinquedos, área de exercícios e amplo estacionamento. O parque é muito bem cuidado e sinalizado. Há um salva-vidas de plantão na alta temporada e os esportes náuticos não podem ser praticados sem coletes, fornecidos quando do aluguel dos equipamentos.

Antes do estacionamento há uma torneira muito bem arquitetada à disposição: além de economizar água devido ao sistema de bombeamento, só permite a limpeza de pés porque a saída da borracha é baixa, curta, está presa e direcionada unicamente para baixo. Dê uma olhada na brilhante engenharia.

Estacionamento, restaurante e área de exercícios estão logo à direita, na entrada do parque.

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Restaurante do parque.
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Praça dos Exercícios.

Seguindo um pouco mais na direção sul, encontramos as Praias da Armação e Matadeiro e a Ponta das Campanhas – matéria de post já tratado aqui no blog.

Mais um pouco para frente estão: o Pântano do Sul, As Praias dos Açores, Solidão e Saquinho (acessível apenas por trilha ou barco quando o mar permite desembarque).

Chegando ao Pântano, você logo verá a praia e poderá estacionar seu veículo na areia dura da praia. Há uma área reservada para isso.

À direita, seguindo pela Estrada João Belarmino da Silva até o final, você passará pela Praia dos Açores – uma extensão da Praia do Pântano do Sul tal qual Leme/Copacabana – e chegará a uma encruzilhada em “T“. Para a direita, você irá para a Costa de Dentro – área de sítios -, caminho para a Cachoeira da Lagoa do Peri.

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Costa de Dentro.

Eu e meu fiel escudeiro tentamos chegar até lá, mas foi impossível. A estrada é péssima, chão de barro e pedras, muitas curvas, ladeiras íngremes a ponto de o carro escorregar e não conseguir subir (Renault Clio) e, além de tudo, muito longe. Estrada para quem tem um 4×4.

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A paisagem do início foi bem convidativa e a estrada também. Logo após começou a piorar bastante e mesmo assim seguimos adiante.
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Paisagem do sul da Ilha de Florianópolis.
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Costa de Dentro – Sul da Ilha de Florianópolis.
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Floripa. Quem duvida?
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Esta ficou em segundo lugar em minha preferência.

Antes que acabássemos com o carro de minha cunhada decidimos voltar e retomar nosso caminho até a Praia da Solidão. E do ponto de onde voltamos saquei esta foto:

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Enseada do Pântano do Sul. À esquerda, Ponta do Marisco e o bairro Pântano do Sul propriamente dito. À direita, o bairro dos Açores e a Ponta das Pacas. Ao fundo, Ilhas: de Fora e Irmã do Meio.
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Praia dos Açores. Ao fundo, Pântano do Sul, áreas residencial e comercial.
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Açores. Linda!

Na citada encruzilhada em “T” vê-se a placa abaixo, bem indicativa. Você só se perderá se tiver muita personalidade.

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À esquerda, chegamos à Praia da Solidão. À direita, a Ponta das Pacas. À esquerda, uma das três ilhas denominadas Ilhas das Três Irmãs: Irmã Pequena, Irmã do Meio e Irmã de Fora.

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E pensar que Dorival Caymmi cantou em uma de suas canções: “É doce morrer no mar/Nas ondas verdes do mar”. Só em poesia mesmo.

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Praia da Solidão. Ao fundo, o morro que circunda a Praia do Pântano do Sul.
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Ponta do Marisco – Áreas residencial e comercial.
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Ao fundo, Praias da Solidão e Saquinho. Pontas: das Pacas, do Saquinho e do Pasto.
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Pesqueiros junto à Ponta do Marisco.
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Praia do Pântano do Sul.
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Preguiça do mar para se esticar e ir lamber as areias da beira da praia…

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Preguiça desse mar até para se dobrar em ondas…
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Se todos os pântanos…
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… fossem iguais a você.

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BRASIL, SC – Florianópolis: Trilha para Naufragados.


IMAGEM DESTACADA: Farol de Naufragados, Sul da Ilha de Florianópolis.

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(Imagem do Google Earth)

Obs: nas fotos em que aparecer a luva, clique duas vezes para aumentar a imagem.

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Em janeiro deste ano comecei a escrever a respeito da trilha que leva à Praia de Naufragados. Clique aqui para saber mais informações.

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Na postagem anterior foi dito que o início da trilha para Naufragados fica em um bairro chamado Caieira da Barra do Sul, seguinte ao Ribeirão da Ilha (vista parcial).

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A caminho da Caieira da Barra do Sul. Na foto, pequena parte do Ribeirão da Ilha.

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Fazenda de ostras, Ribeirão da Ilha, o maior produtor em SC.

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Quem diz que tanto bucolismo fica ao sul da Ilha de Florianópolis?

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Ribeirão da Ilha

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TEMPO DE CAMINHADA:

Não era de hoje que ouvia falar nesta trilha e no tempo gasto no percurso, bastante variável por sinal.

“Quarenta minutos” é a média, diziam uns – jovens, evidentemente. Para outros, “cinquenta… mais ou menos uns cinquenta minutos”. Tava subindo a cotação quando batemos o martelo ao ouvirmos que o percurso de 3 km poderia ser coberto em uma hora. Beleza.

Continuar lendo BRASIL, SC – Florianópolis: Trilha para Naufragados.

Florianópolis, SC: Praias da Armação e Matadeiro. Ponta das Campanhas.


Imagem Destacada: Ponta das Campanhas, “divisor de águas” entre as Praias da Armação e Matadeiro.

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VAI DE QUÊ, ISTEPÔ? Continuar lendo Florianópolis, SC: Praias da Armação e Matadeiro. Ponta das Campanhas.

O Que Não Pode Faltar na Bagagem? Identifique Sua Mala por Dentro e Por Fora! Onde Você Pendura a Roupa que Lavou no Banheiro de Seu Quarto de Hotel?


Imagem Destacada: Isabella P.B.A, Samira Red Degremond e a joaninha que identifica minha mala por dentro.
Bilhetes comprados para a próxima viagem, começo a pensar na arrumação da mala.  Continuar lendo O Que Não Pode Faltar na Bagagem? Identifique Sua Mala por Dentro e Por Fora! Onde Você Pendura a Roupa que Lavou no Banheiro de Seu Quarto de Hotel?

Praça Garibaldi, Uma Atração à Parte. Nice, França.


Roteiro: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

Obs: clique duas vezes na luvinha para ver a imagem aumentada. 

MEU PRIMEIRO CONTATO COM A PRAÇA:

Quando saltei do tramway (Rio de Janeiro está ganhando tramway) e me vi em meio à Praça Garibaldi, imaginei como deve ser um mineirinho que pela primeira vez vê o mar.

A impressão que tive é a de que a praça, que já se destaca por suas dimensões e luminosidade, mais ensolarada ficou com a cor amarela emprestada pelos prédios que a cercam.
Outro pormenor: à certa distância, não me dei conta de que frontões, frisos e balaústres que adornam janelas e varandas eram pinturas executadas com a técnica “Trompe l’Oleil” , tamanha a perfeição do trabalho.
À medida que fui me aproximando de uma das paredes daqueles prédios é que percebi que estava cercada por um painel artístico imenso e mais maravilhada fiquei.
Tive a sorte de encontrar um Café localizado em um dos cantos da praça e ali me aboletei com o único intuito de observar longamente aquela obra prima. Não parava de olhar para cima. Deixei meu café esfriar, tomei-o em poucos goles como quem bebe um trago de cachaça, pedi licença a M. Morlaix, levantei-me e fui me colar nas paredes.
A denúncia da técnica deveu-se à pintura dos balaústres, mas mesmo assim continuei colocando em dúvida se os frontões, molduras das janelas e balcões continham relevos ou não.
Saí de lá pensativa e me perguntando: quem teria feito esse projeto? Quando fizeram a reforma e quanto tempo foi necessário para concluí-la? E a pintura, ficou a cargo de quem?
Embora cutucasse muito a internet, não encontrei qualquer comentário alusivo à obra. Foi aí que me veio à lembrança um site específico de viagens. Comecei pesquisando pelo nome de Garibaldi e acabei descobrindo em uma página, uma caixa de diálogo em que poderia perguntar a respeito de qualquer assunto (referente a turismo, obviamente), e lancei a pergunta. Horas depois fui presenteada por brasileiro morador de Nice, super gentil. Um jovem que se identificou como RTHIAGO, a quem agradeço penhoradamente pelas preciosas informações.

Assim ele escreveu:

“Olá Marilia G.

Você acabou me deixando curioso, a praça é linda porém eu também não sabia quando foi pintada e por quem etc…
Acabei encontrando um artigo SUPER interessante, entretanto está em frances. Eu não sei se você têm o domínio da lingua, se tiver está perfeito, se não tiver me avise que eu traduzo pra vc.
Espero ter ajudado !”

E como ajudou, Thiago! Como ajudou!

Como não aprecio as traduções dos programas encontrados na internet – sempre muito literais e por isso confusas -, traduzi o texto eu mesma, adaptando uma palavra aqui e outra ali para nosso idioma.

“Esta reforma compreende:

– a restauração das fachadas com a restituição das pinturas decorativas;
– a restauração das galerias;
– o retorno das ruas que fazem parte da praça, que estão englobados no projeto;
– a Capela do Santo-Sepulcro, classificada com Monumento Histórico;
– as persianas e janelas.
Os rebocos foram inteiramente retirados com picaretas até aparecer o fundo (a estrutura do prédio), para então serem refeitos com areia e cal.
As janelas, que haviam sido trocadas recentemente e que não eram mais no modelo em madeira dos séculos XVIII e XIX, foram trocadas para o padrão atual, indicados pelo Departamento de Construções Civis da França.
Certos condomínios aproveitaram-se da obra para instalar esse tipo de janela em todos os vãos (números 1 e 2 por exemplo).
As canaletas e calhas foram refeitas em cobre. Sete balcões (varandas), que haviam sido acrescentados em torno de 1900, foram retirados.

“A restauração das fachadas da Praça Garibaldi permitiu, assim, devolver à este lugar real toda sua característica, sua personalidade. A única praça na Europa decorada em Trompe l’Oeil em suas quatro fachadas é a Praça Garibaldi.
Graças ao projeto desenhado pelo Departamento de Arquitetura da Cidade, baseando-se em desenhos originais conservados pelos arquivos de Turim e fotografias tiradas de 1860 à 1910, a Praça Garibaldi reencontrou então sua aparência histórica (formas, decorações históricas).

CALENDÁRIO:

Início dos trabalhos: Verão de 2010.
Final dos trabalhos: Fevereiro de 2012.
Inauguração: Sábado, 24 de março de 2012.
Os trabalhos foram realizados por partes (“fatias”), em comum acordo com cada condomínio.
“Tratando-se de obras privadas, a cidade não tem a faculdade de impor ordem nas obras”

“Em se tratando de obra privada, a Prefeitura não tem como se impor nessas reformas”.

N.B.: 60% de um total de 1.400.000 Euros empregados na restauração da praça, foram financiados pela Prefeitura da cidade. Vinte pintores trabalharam ao ar livre em 6.500m² de fachada.

Mais informações a respeito da praça, clique aqui.

Talvez por sua imensa área descoberta, a Praça Garibaldi me lembra liberdade, nudez, acolhimento.
Sinto a praça como um lugar sem preconceitos. Como se abrisse longos braços – se os tivesse – e nos envolvesse num grande e caloroso abraço.
Para saber quem foi Garibaldi, bravo guerreiro que desposou uma brasileira de nome Anita, clique aqui.

E as informações que me foram passadas por RTHIAGO você poderá encontrar pesquisando no Google por: Inauguration des façades de la place Garibaldi à Nice, meu “Abre-te Césamo”.

Valeu, THIAGO!

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Praça Garibaldi em processo de restauração. Foi construída entre 1782 e 1792.

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Praça Garibaldi.

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Alguém é capaz de dizer que estes frontões e balaustres não passam de pintura?

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Praça Garibaldi – a única da Europa cujos prédios foram trabalhados em Trompe l’Oeil em sua totalidade.

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Vista parcial da praça.

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Até a sombra parece verdadeira.

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Dúvida Cruel: há ou não há relevo ao redor das janelas?

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O canto da praça onde dei vazão à minha curiosidade.

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Nice, França – Um dia Inteiro na cidade, “sem lenço e sem documento”


Roteiro: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

Obs: clique duas vezes na luva para ver a imagem aumentada.

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Dia 02 de julho, véspera de irmos para Saint Paul, decidimos bater perna em Nice.

Pegamos o train-way na Praça Massena e saltamos na bela Praça Garibaldi. Mais bela, isto sim, após a reforma da fachada dos prédios que a emolduram.

Por mais que cutucasse na internet, não consegui descobri em que época este espaço tornou-se uma obra fantástica de “trompe l’oeil”. A perfeição é tamanha, que para os menos avisados as janelas possuem frontões, balaústres e molduras em relevo. O trabalho é grandioso. Não só pela dimensão das paredes – 6.500m² foram pintados por vinte profissionais que trabalharam ao relento -, como também pela perfeição da técnica empregada.

Continuar lendo Nice, França – Um dia Inteiro na cidade, “sem lenço e sem documento”

Biot, França – Arte em Vidros. Produtos Provençais.


Imagem Destacada: planta baixa da cidade em mosaicos e ladrilhos fixada à esquerda de quem entra da rue Saint Sebastien. Ao lado, nos pequenos retângulos, endereços das lojinhas da cidade.

Obs: clique duas vezes na luvinha para ver a imagem aumentada.

Roteiro: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) /

A fim de você saber direitinho onde pegar uma das linhas de ônibus que sai de Nice e lhe permite chegar a Biot, dê um clique aqui e depois uma olhada na foto abaixo. Continuar lendo Biot, França – Arte em Vidros. Produtos Provençais.

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