Tapera – Florianópolis.


Como Chegar: Para quem pretende chegar à Tapera e estiver partindo do Norte da Ilha, poderá acessar a SC – 405 seguida da Rodovia Aparício Ramos Cordeiro. Para quem estiver vindo do Sul a direção é: Morro das Pedras, Rodovia Baldicero Filomeno e SC – 401.

Localidade ao Sul da Ilha de Florianópolis, próximo à Base Aérea.

O ar bucólico que ainda conserva em nada faz lembrar o agito do Centro de Florianópolis – do qual dista apenas 22,6 km – e muito menos os bairros badalados no Norte da Ilha.

Continuar lendo Tapera – Florianópolis.

Madero Beiramar Shopping


Rua Bocaiúva, 2468
Centro – 1º Piso (Sambaqui)
Florianópolis – Fone: 3039.0388

Imagem Destacada: Costelinha de Porco com fritas.

À primeira vista, devido ao espaço ocupado pelo restaurante, pode-se pensar que o atendimento é demorado. Mas, como há muitos funcionários atendendo as mesas e estão sempre atentos a quem chega, o cliente nem precisa chamá-los – é rapidinho.

Madero (640x480)
Imagem parcial do Madero do Shopping Beiramar em Florianópolis.

Mas isso…, quando você tem a sorte de encontrar lugar ou então depois de esperar pela chamada, sentadinho lá fora. Ah!!!… Pelo menos, nas vezes em que estivemos lá – em torno de seis, aproximadamente, – foi o que aconteceu, mas não demorou. O Madero é muito organizado. E como o salão é muito espaçoso a rotatividade acaba sendo grande e o cliente não “mofa com as pombas na balaia.” Continuar lendo Madero Beiramar Shopping

Hotel Majestic Palace – Florianópolis.


Hotel Majestic Palace

Av. Beira Mar Norte, 2746 – Centro
Florianópolis, SC – CEP – 88015-702
Tel: 3231-8000

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Minha Nota: 9/10

Ao chegarmos ao hotel olhei logo para o relógio. Faltava um minuto! para soar as “doze badaladas noturnas” tão temidas pelo Vampiro Brasileiro de Chico Anísio. Mortos de fome e cansaço, a prioridade foi para combustível – cozinha aberta 24 horas e menu à la carte servido no quarto. Melhor, impossível. O banho veio depois, para relaxar.  Salvos mais pelos omeletes de camarão devorados à uma da manhã (meu estômago não sabe ver hora) do que pelo banho – verdade seja dita -, deitamo-nos após duas horas da manhã, felizes pelos camarões que havíamos acabado de comer e por termos conseguido chegar a Floripa depois de tanto atropelo.

Agradeci a Deus por este momento lindo e desmaiei até o dia seguinte.

Ocupamos o quarto 1005 por oito noites. Espaçoso, conta com uma bancada de vidro onde fica a TV de LCD e algumas guloseimas. Muito bons – o quarto e as guloseimas.

A bancada maior, de madeira, abriga local fechado para sapatos em um dos lados e no outro, o frigobar. Janelas antirruído e cortina curta com black-out. Camas largas com colchões e dois travesseiros confortáveis com alturas diferentes para cada uma – achei ótimo porque não costumo dormir em travesseiro alto. Mesas laterais com abajures de pé e uma poltrona completam a decoração do quarto, além da bela vista para o mar, que acaba fazendo parte da composição do ambiente.

Qto. Standard H. Majestic. (800x590)
Parte do quarto 1005.
Acomodações Qto Standard H. Majestic (800x588)
Bancada – Sapateira, frigobar, gaveta escrivaninha e abertura para colocação de cobertores, colchas e assemelhados.

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O banheiro também é amplo. Chuveiro de jato de água forte também do jeito que gosto. Secador, interfone (necessário em um banheiro de hotel), e “material de limpeza” corporal.

Faço ressalva à uma toalha de rosto manchada e com pequeno furo. Nada me impede de me enxugar em uma toalha nestas condições, mas, para um hotel de categoria cinco estrelas, fica difícil admitir esta falha, mesmo ocupando um apartamento standard.

Não há divertimento de qualquer natureza para as crianças apesar de espaços amplos e disponíveis. O hotel, segundo informações obtidas com uma funcionária, é executivo! (?)

Outro pormenor que chamou-me atenção foi um casal de Noéis em cima do balcão da recepção, única lembrança de que o Natal havia sido comemorado há exatos dois dias. Salvo opção religiosa do(s) proprietário(s), não consegui entender tanta singeleza em uma decoração natalina de um hotel cinco estrelas, mesmo para o padrão “executivo” do hotel (!?).

Hotel Majestic - 27.12.14. (800x600) (2)

Essa rigidez acabou me esclarecendo o porquê de a piscina ser pequena em relação à população que encontrei no hotel e o pouco espaço do deck.

Almoço Amaury e Goretti 18.dez.14 172 (800x600)

Falemos agora dos funcionários: gentis, simpáticos, receptivos e todos de muita boa vontade. Ressalto o atendimento da simpaticíssima senhora responsável pela arrumação dos quartos do 10º andar. Senti falta de uma vassourinha ou de um aspirador de pó que poderiam ter sido passados vez ou outra no chão do quarto, mas… fica para a próxima. Não passa de um pormenor diante de tanta cordialidade.

E quanto ao Marcelo Rodrigues, vizinho nos Ingleses, não encontro palavras que possam expressar sua gentileza, sua atenção tão especial com que nos brindava todas as manhãs na hora do café.

E por falar em café, diariamente o salão era ocupado por belos arranjos florais e uma infinidade de gostosuras à disposição dos hóspedes, distribuídos em várias mesas. Muita fartura e qualidade no serviço: embutidos, queijos, manteiga, geleias caseiras e industrializadas. Frutas, sucos, bolos, tortas, iogurtes de diversos sabores, água mineral, leite frio e quente, café, chás diversos. Ovos mexidos e omeletes; panquecas! Salsichas ou linguicinhas em molho de tomate; bacon bem fritinho. Pães, biscoitos, cereais (flocos de milho, aveia, misturas), enfim… serviço perfeito sem um pormenor sequer, além de funcionários atentos, educados e simpáticos servindo-nos o tempo todo.

O almoço servido no mesmo espaço do café da manhã deixou muito a desejar.

Do saguão do 10º andar vimos a soltura dos fogos – excelente camarote e ainda tive oportunidade de receber parentes sem o menor problema, bem como levar bebidas, salgados e doces sem ter que pagar a taxa de rolha. Liberdade que não tem preço. O resto, a gente compra com aquele cartão de crédito…

Antesala Restaurante Hotel Majestic (800x590)
Hall dos elevadores do piso “E” onde é servido o café da manhã.
..Hotel Majestic.. (800x600)
Outro ângulo do mesmo hall.
.Hotel Majestic. (800x589)
Parte banheiro 1005.
Hotel Majestic.. (800x600)
Outro aspecto banheiro.

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Rio Aeroporto Hotel – Tom Jobim (Galeão)


Rio Aeroporto Hotel
Avenida Vinte de Janeiro, s/nº.
Ilha do Governador, Rio de Janeiro, RJ
CEP 21941-900
Telefone: 21-3004.6050.

Horário de Atendimento: aberto 24 horas.

Minha Nota: 8/10

Conforme já escrevi no início da postagem – Malas Prontas -, perdemos o avião e o próximo voo seria 19.30 h. Como eram 15.00h e ainda nos restava muito tempo de espera, decidimos procurar o hotel e tentar uma rápida hospedagem. Pelo menos, descansaríamos um pouco. Felizmente encontramos quarto e valeu muito à pena.

O apartamento estava muito limpo e o ar condicionado funcionando em excelente graduação de temperatura. Banheiro amplo; box e bancada de boas dimensões. Shampoo, condicionador, etc.

Quarto espaçoso para duas pessoas. TV, frigobar cheio (em alguns hotéis estão vazios), bom armário e guloseimas na escrivaninha. Colchões e travesseiros confortáveis. Pagamos pouco mais que R$200,00 (duzentos reais) no C. Crédito.

Ambos os aposentos decorados com bom gosto apensar da simplicidade.

Atenção! Por não possuíram janelas, os claustrofóbicos poderão ter problemas.

Recomendo!

Rio Aeroporto Hotel Galeão ''' (800x600)
TV, armário, escrivaninha, guloseimas e frigobar.
Rio Aeroporto Hotel ''Galeão.'' (800x600)
Luminárias para leitura. Outro pormenor importante.
Rio Aeroporto Hotel ... (600x800)
Interfone próximo ao vaso sanitário. Muitos hotéis não dispõem deste recurso tão necessário.
Rio Aeroporto Hotel - Galeão.. (583x800)
Bancada espaçosa e cuba grande – de excelente medida. Observem o tamanho do espelho.

Rio Aeroporto Hotel (600x800)

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Restaurante Demoiselle – Aeroporto Tom Jobim, RJ


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CAIMOS NESSA!

Para passar o tempo no Aeroporto Tom Jobim, almoçamos no Restaurante Demoiselle – fraco e caro – e fomos descansar no Rio Aeroporto Hotel no 3º andar do próprio Aeroporto.

Restaurante Mademoiselle do Aeroporto do Galeão. 27.12.14 (800x717)
Bar e Café do Restaurante Demoiselle. Não recomendo. Melhor comer um bom sanduíche.

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Restaurante Mademoiselle - Aerop. Tom Jobim. 27. 12.14. (800x600)
Vista parcial do Restaurante Demoiselle no Aeroporto Tom Jobim. Pratos caseiros demais e preços altíssimos. Não recomendo.

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Restaurante Mademoiselle no Aerop. Galeão. 27.12.14. (800x594)
O pagamento é efetuado na saída e quem está na fila não tem prioridade alguma. O garçom pode chegar a qualquer momento, furar a fila e pagar a conta para um privilegiado que aguarda sentado à mesa.

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PORTUGAL, Lisboa – Ruínas e Museu Arqueológico do Carmo.


IMAGEM DESTACADA: Nave central da igreja do Convento de N.S. do Carmo.
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 UM POUCO DE HISTÓRIA:

O Museu foi instalado nas ruínas da igreja do Convento de Nossa Senhora do Vencimento do Monte do Carmo, fundada em 1389 por D. Nuno Álvares Pereira, em memória à vitoria dos portugueses na Batalha de Aljubarrota.

Foi considerado o maior templo Gótico de Lisboa.
Entretanto, em 1755, um terremoto seguido de incêndio danificou seriamente suas instalações.
No reinado de D. Maria I, que teve início em 24 de abril de 1777, o Convento começou a ser restaurado, mas a rainha não teve condições de terminar sua obra devido a dificuldades financeiras e operacionais. Por este motivo, as naves e o transepto permaneceram sem cobertura, e as capelas colaterais, inacabadas.
De sua arquitetura original restam a cabeceira e os portais voltados para o Ocidente e o Sul.
No ano de 1864 e seguintes, a Real Associação dos Arquitetos Civil instalou um museu nas ruínas do Convento, cujo objetivo era abrigar peças recolhidas de antigos edifícios arruinados, mormente as resgatadas dos escombros do próprio templo.
O MAC – Museu Arqueológico do Carmo – alberga peças de valor histórico, arqueológico e artístico, dentre as quais artefatos Pré-Históricos.
Os interessados poderão chegar ao Largo do Carmo por intermédio do elétrico 28 (Chiado), autocarros 58 e 100 (Camões), Metrô Baixa-Chiado e ainda pelo Elevador de Santa Justa, oportunidade de matar dois coelhos com uma só cajadada.
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Um dos fragmentos expostos a céu aberto no MAC
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Alguns fragmentos encontrados no museu são procedentes de edifícios arruinados, sobretudo das casas monásticas extintas em 1834.
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Vista parcial nave lateral.
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Aspecto nave lateral esquerda (norte).
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Aspecto da nave lateral direita (Sul)
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Ressurreição de Cristo – Alabastro esculpido em baixo-relevo em Notthingam, Inglaterra, sec. XV.
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Túmulo gótico de Dom Fernando I de Portugal.
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Túmulo da Rainha Maria Ana da Áustria em estilo barroco.
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Painéis em azulejo.
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Parcial de uma das capelas radiantes.
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Painel azulejar barroco – 1ª metade do Século XVIII.
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Nesta capela estão os túmulos de alguns nobres tais como da Rainha Maria Ana da Áustria (esquerda) e Dom Fernando I de Portugal (centro, ao fundo).
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Teto de uma das capelas radiantes do MAC.
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Planta baixa do Museu Arqueológico do Carmo.



ENDEREÇO e HORÁRIOS DE ABERTURA:

Endereço: Largo do Carmo, 1200-092 Lisboa, Portugal
Telefone: +351 21 347 862.
Horários de Funcionamento: de 2ª à Sábado.
Outubro a Maio: das 10.00 às 18.00
Junho a Setembro: das 10.00 às 19.00
Fechado: Domingos, 1º Janeiro, 1º Maio e Natal.

VALOR DOS BILHETES: 

Bilhete Adulto: 4,00€
Bilhete Estudante: 3,00€
Bilhete Sénior: 3,00€ (mediante comprovação documental)
(Idade igual ou superior a 65 anos)
Bilhete Lisbon Card: 3,20€ (mediante comprovação documental)
Bilhete infanto-juvenilGratuito (idade inferior ou igual a 14 anos)
Bilhete de Grupos3,00€ (para grupos superiores a 30 pessoas)
Bilhete Pessoas de Mobilidade Reduzida: 3,20€

VISITAS GUIADAS / ATENDIMENTO EDUCACIONAL:

Visita Guiada: 5,50€
Visita Guiada Sénior: 4,00€
Visita Guiada Estudante: 4,00€
Actividade Escola: 3,00€
Actividade Passaporte Escolar:2,00€
Actividades Específicas: Consultar agenda

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PORTUGAL, Lisboa . Elevador de Santa Justa. Onde Fica? Como Funciona? Por que demora tanto prá subir?


IMAGEM DESTACADA: Parte do Centro de Lisboa visto da varanda do Elevador de Santa Justa. Continuar lendo PORTUGAL, Lisboa . Elevador de Santa Justa. Onde Fica? Como Funciona? Por que demora tanto prá subir?

PORTUGAL, Lisboa – Confeitaria Nacional.


IMAGEM DESTACADA: Fachada da Confeitaria Nacional.

Endereço: Pça da Figueira, 18 B – Lisboa, Portugal.
Telefones: + 351. 21. 324-3000 (office) / 342-4470 (store).
Fax: + 351. 21. 342-8837 (office) / 346-1729 (store).
Horário Atendimento: Diariamente, de 8 h às 20.00 h

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O QUE DIZER DA CONFEITARIA?

Fundada em 1829 por Balthazar Roiz Castanheiro, a Confeitaria Nacional é destaque no Centro de Lisboa.
Local requintado para se tomar um chá, saborear os suculentos doces portugueses (para mim, os melhores do mundo) e ainda a jóia da Casa: o bolo-rei, cuja receita é segredo de Estado.
No primeiro andar a casa é bem espaçosa. Bem ao contrário do que imaginávamos, o atendimento deixou a desejar: indiferente, atrapalhado, e sem simpatia. Mas… dá para engolir desde que você priorize os doces, o chá e todos os etecéteras.

UM HOTEL CHAMADO CASA BALTHAZAR:

Para minha surpresa, bem próximo à confeitaria (na rua do Duque nº 26) há um hotel chamado Casa Balthazar (clique aqui), muito bem cotado por seu requinte e localização. O proprietário é o mesmo que o da Confeitaria Nacional.
São oito quartos e cada qual com um valor diferenciado na diária. Mas, isso já é outro papo.

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Acesso ao segundo andar.

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Doces portugueses me atraem por serem feitos, em sua maioria, de gema de ovos. Adoro!

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A variedade de doces é grande. E para quem os aprecia, fica difícil escolher.

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Primeiro andar da confeitaria. Ambientação Kitsch. Mas, como o que interessa é o que vem nos pratos…

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Ainda no primeiro andar, amplos salões.

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Moderadora: Rosa Cristal

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PORTUGAL, Lisboa: Licor de Merda. Casa Manuel Tavares.


IMAGEM DESTACADA: Vitrine da Casa Manuel Tavares Ltda.

ENDEREÇO: Rua da Betesga 1 A e B, 1100-090 Lisboa, Portugal
+351 21 342 4209.

Passei pela vitrine da Casa Manuel Tavares Ltda no Centro de Lisboa e uma garrafa destacava-se entre as demais pela cor de seu rótulo: um verde bem forte. Ao lê-lo, entendi que a cor da etiqueta combinava bastante com o nome do produto: LICOR DE MERDA!.
Ri muito olhando aquela vitrine, mesmo sabendo que estava pagando mico.
A garrafa estava disputando a preferência do consumidor entre um “Cuarenta Y Três” espanhol e um licor português elaborado com avelãs.

Entrei e comprei duas garrafas. Conversa vai, conversa vem, quem acabou respondendo a inevitável pergunta a respeito da origem do nome do produto foi um funcionário gentilíssimo que me atendeu. Segundo ele, os fabricantes não sabiam que nome dar ao licor até que um deles, descompromissadamente, sugeriu: – Bota licor de merda!… E o nome ficou.

O licor tem sabor suave, sem definição. Pudera! A base de sua fórmula é o leite…

A  “Manuel Tavares” foi inaugurada em 1860. Comercializa bebidas (vinhos de diversas procedências, licores, aguardentes), embutidos, chocolates, frios, queijos, frutas secas, azeites, conservas de peixes e de frutas.

Aceita cartões de crédito de todas as bandeiras e despacha bebidas para qualquer parte do mundo. Vai?

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Moderadora: Rosa Cristal

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PORTUGAL, Lisboa . Paris em Lisboa – Finíssima e Tradicional Loja de Roupas de Cama, Mesa e Banho.


Endereço: Rua Garrett, 77 – Lisboa, Portugal. Telefone: + 351.21.342-4329 e 21.346-8885.

Email: parisemlisboa@mail.telepag.pt / site: http://www.ParisemLisboa.pt

A vitrine chamou-me atenção e por isso parei. Mais três passos descendo a rua e já estava eu na porta da loja pronta para entrar. Queria ver de perto a maravilha chamada PARIS em LISBOA, jóia de arquitetura fundada em 1888.

Fomos recebidos amavelmente por uma senhora. Como eu olhava mais para o teto e a decoração da loja do que para os artigos expostos, ao perceber minha admiração, um livreto de fino acabamento me foi ofertado pela vendedora. A bem da verdade, um presente: a história da PARIS em LISBOA desde sua inauguração.

Ao lhe dizer que estava preparando este trabalho e que gostaria de apresentar sua loja, se possível, permitiu-me que a fotografasse sem restrições.

Escaneei uma página do livro com a finalidade de publicá-lo na íntegra; mas, devido sua fonte extremamente fina, houve perda de conteúdo, o que seria prejudicial aos interessados por sua história. Assim sendo, decidi resumí-lo como segue:

“A. de Sousa & Cia. Ltda” era a denominação social de Sousa & Monteiro, quando os sócios Artur Lourenço de Sousa e Henrique Pires Monteiro decidiram pela inauguração, em 1888, de uma loja especializada em tecidos e confecções.

Desde o início de suas atividades comerciais, a loja destacou-se pela qualidade de seus artigos, chamando atenção da mais requintada clientela lisboeta. Isto é tão verdadeiro, que a Rainha Dona Amélia decidiu honrá-los com o título de fornecedores da Casa Real, com o seguinte documento:

O Conde de Sabugosa, mordomo mor de Sua Majestade a Rainha, comunica aos Snrs. Sousa & Monteiro com estabelecimento de modas no Chiado nº 77, que a mesma Augusta Senhora, se digna conceder-lhe à mercê de se intitularem fornecedores de Sua Majestade a Rainha.”

Em 22 de março de 1920, a composição da sociedade foi alterada e, consequentemente, a denominação. Permaneceu o fundador Artur Lourenço de Sousa, saiu Henrique Pires Monteiro e foram admitidos: Júlio Martins Sequeira e Carlos Sousa Gomes, sobrinho do fundador, sócio que permaneceu á frente do estabelecimento até 1942, quando faleceu.

Por conta desta modificação a empresa passou denominar-se  “A. de Sousa & C.”

Em 26 de novembro de 1936, a firma passou a chamar-se A. de Sousa & Companhia Ltda. “Paris em Lisboa”, assim constituída: Carlos Sousa Gomes, Francisco Machado e Eduardo Alves de Sousa Gomes.

As seções de “branco”, “malhas” e “perfumaria” foram introduzidas após essa nova composição da sociedade.

Com o falecimento de Carlos de Sousa Gomes, em 1942, deu-se nova modificação e passaram a compor a sociedade: Maria da Glória Braga Ramalhete de Sousa Gomes e seu filho Eduardo Alves de Sousa Gomes que, por 40 anos, administrou a firma elevando-a a seu mais alto nível. Falecido em 1975, permaneceram na sociedade: Maria da Glória Braga Ramalhete de Sousa Gomes e os herdeiros de Eduardo Alves de Sousa Gomes, como segue: Ana Cristina A. de Sousa Gomes,  Pedro Manuel A. de Sousa Gomes e José Carlos Azevedo de Sousa Gomes, cabendo a este último        a gerência efetiva da “Paris em Lisboa” a partir de então.

Com o desaparecimento da sócia Maria da Glória B. R. de S. Gomes, foram admitidos na sociedade: Mário Carlos Ramalhete de Sousa Gomes e Maria da Glória Sousa Gomes.

Após 104 anos de atividade comercial, a Paris em Lisboa, “A. de Sousa & Cª Ltda” continua sendo uma das raras sociedades comerciais que prima por seu alto nível.

Além da qualidade de seus produtos – alguns exclusivos -, destaca-se a qualidade de seus serviços e sua belíssima arquitetura, verdadeira obra de arte que faço questão de ressaltar.

Fotos do livro, pela ordem:

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Capa do Livro
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Semanário Ilustrado, Político, literário, Científico, Noticioso e Teatral.
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Carlos Souza Gomes e Artur Lourenço de Sousa.

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Portugal é pura arte a céu aberto. Basta olharmos os desenhos das calçadas, os contornos dos jardins, as vitrines abundantes em madeira entalhada e dourados, as fachadas dos prédios ricas em elementos arquitetônicos, e ainda: os sabores da culinária e a arte de bem receber presente em todos os portugueses.

E PARIS em LISBOA, indiscutivelmente, faz parte desse contexto.

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Experiências em Viagens/ Dicas

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