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HOLANDA. KEUKENHOF – Uma Tulipa Chamada BRASIL.


IMAGEM DESTACADA: Uma das estrelas da estufa.

O assunto Keukenhof já deu o que falar, filmar e fotografar, mas a gente sempre acaba lendo alguma novidade em algum lugar. Continuar lendo HOLANDA. KEUKENHOF – Uma Tulipa Chamada BRASIL.

HOLANDA. Zaanse Schans – O Lugar Onde Os Ventos do Norte Movem Moinhos.


IMAGEM DESTACADA: Clique  efetuado do barco em que navegávamos pelo Rio Zaan (vide abaixo).

COMO CHEGAR – TREM
No mapa acima você pode ter uma idéia do trajeto feito por trem, marcado em linha azul, e o feito por ônibus, marcado em cinza; ambos saindo da Centraal Station.
O trem segue na direção Uitgeest; observe as indicações abaixo que é para não seguir, sem querer, até ao final da linha.
Consulte no site da NS os horários de partida e o preço da passagem. O site é bastante informativo e avisa caso haja algum imprevisto na linha. Continuar lendo HOLANDA. Zaanse Schans – O Lugar Onde Os Ventos do Norte Movem Moinhos.

HOLANDA. KEUKENHOF 2020. Comece a Se Organizar!


IMAGEM DESTACADA: Final Feliz de um trabalho planejado e executado com amor. Muito amor.

Foi a Angela!
que também nos despertou curiosidade em conhecer Keukenhof.
Da mesma maneira que a amiga se encantou pelo parque por intermédio de fotos, fomos despertados Continuar lendo HOLANDA. KEUKENHOF 2020. Comece a Se Organizar!

HOLANDA. AMSTERDAM. CASA BRASIL PORTUGAL: Tudo Para a Sua Feijoada!


IMAGEM DESTACADA: Fachada do mercado.

COMO CHEGAR:
Como estávamos hospedados em hotel próximo à Centraal Station, o Singel Hotel, quando não usávamos a viação canelinha – nossas pernas -, íamos de bonde até onde fosse mais próximo de nosso alvo e depois continuávamos a pé. E foi assim que fizemos para chegar à Kinkerstraat, onde no número 28 pulsa um coração do Brasil ao lado de outro de Portugal.
Em frente à Centraal é o ponto final de vários trams (bondes) e uma das linhas é a 17, que passa justamente na Kinkerstraat.
As outras linhas são a 5 e a 7, cujos pontos de partidas ficam bem afastados da Centraal.


Poizé. E como nada acontece por acaso…
Estávamos seguindo as dicas da enciclopédia Ducs Amsterdam, quando passamos pela porta da Casa Brasil Portugal.
Entrar, não entrar; por que não entrar? Entramos. E bastou cruzar a porta – mais uma fronteira, melhor dizendo – que essa curiosidade transformou-se logo em festa em seu sentido mais amplo.
Começou com um sonoro e sorridente “Sejam bem-vindos”. Nooosssa! Como é bom ouvir e falar nosso idioma quando estamos longe de nosso país.
Fomos recebidos por duas brasileiras super simpáticas que adotaram Amsterdam para viver. Ambas trabalham com outro brasileiro, nascido no Espírito Santo, que reside nesta cidade há mais de 20 anos: o proprietário do ponto de encontro/loja de festas.
Mas, por que loja de festas? Môquidu, pense bem: você está em Amsterdam, longe prá burro de tudo que você mais ama e, de repente, você encontra brasileiros com quem conversar em seu idioma. Prá completar a felicidade, nesse espaço você se depara com o Brasil espalhado por muitas prateleira e ainda encontra tudo! de que precisa para caprichar “naquela” saudosa feijoada de domingo! Prestenção nisso, istepô!!! E com direito à preparar aquela caipirinha!… É bom demais da conta, sô – já diria o mineirim. Foi de arrepiar. Duvida? Dá uma olhada nas fotos abaixo:


Opções de feijão não faltam. O arroz já está ali ao lado do pretinho básico para compor a famosa dupla.

E como o que dá o gostinho no feijão, é aquela gordurinha das carnes, aí está o toicinho.
Tenho um colesterol de estimação muito bem cuidado, mas confesso que essa história de “feijãozinho light” não cola. E confesso: fica melhor ainda se a gordurinha for da carne-seca. Ah! E o feijão tem que ter muito tempero.

VEJAM A COUVE, CORTADA BEM FININHA.

O azeite Gallo viaja de Portugal sem passaporte, em voo sem escalas, e  vai cantar em mesas portuguesas e brazucas em Amsterdam – sente a força do galináceo!


Pois é… As mais aguardentes mais conhecidas do brasileiro também cruzaram o Atlântico e estão lá, só aguardando o limão cair dentro junto com as pedrinhas de gelo.

Mas, vai que você seja mais chegado a uma moqueca de peixe, de camarão, ou de frutos do mar? Sem problema, porque a variedade de pescados é grande.

E se você preferir as penosas…, também vai encontrá-las lá, fresquíssimas.

Risoles de camarão, frango e carne podem iniciar os trabalhos da comilança. E se bater preguiça de ir pro fogão, há pratos prontos congelados, massas, molhos, temperinhos… Tem até fubá e “pão ralado” – a farinha de rosca.



Guaraná natural e industrializado, produtos da Royal (pudins, gelatinas, bicarbonato – o pó Royal) e da Nestlé (creme de leite e leite condensado), uvas passas. E as balas expectorantes? 

Arrependi-me por não ter trazido o sabonete de lima, o de leite de burra e o sabão especial para lavar roupas de lã, nylon e sedas.
O sabonete de côco promete hidratação na embalagem – faz sentido.
Produtos de higiene e limpeza que costumamos ver nas prateleiras dos supermercados brasileiros também fazem parte do estoque da Casa Brasil Portugal

…bem como novidades como a batata em flocos para fazer purê e o creme de mariscos da Maggi. Desse, trouxe três pacotes.
Segundo comentários de uma das funcionárias, a Maggi exporta produtos brasileiros que não são vendidos aqui no Brasil com S. Vai entender…

FARINHA DE MILHO..,. PÃO RALADO…

Cariocas e gaúchos não sentirão falta do mate, do açaí e nem…

…do bolinho de aipim para acompanhar um cafézinho. Basta prepará-lo com a massa da Renata, outro produto que também nunca vi por aqui.

 

Sacos com temperos e sem gordura facilitam a vida de quem esquenta a barriga no fogão. Mais práticos, só aqueles que já vêm com o frango dentro. Trata-se de outro produto que não ainda não encontrei à venda aqui no Brasil. Os sacos, sim; mas, sem os temperos.

A salsicha para o cachorro-quente também não foi esquecida, bem como o azeite de dendê para a sua moqueca.

Banha de porco, manteiga ou outros tipos de óleos para cozinhar, você os encontrará com a maior facilidade nesse mercado.

Aqui neste nicho, tal qual antigamente aqui no Brasil, o bacalhau seco é cortado em uma guilhotina. Nada de bacalhau molhado e embalado, que pesa bem mais e só serve para enganar o freguês.


Cervejas e água mineral Pedras, super saborosa.

Enfim, tudo muito familiar na Casa Brasil Portugal, lugar onde não há como não se sentir à vontade.
E como algumas pessoas diziam antigamente, “lá tem de um tudo“. De parabéns todos vocês!

E de repente, não mais que de repente, vem o inesperado e nos faz essa grata surpresa…

 

 

HOLANDA. AMSTERDAM. Cobra Café: É Cobra Engolindo Cobra.


IMAGEM DESTACADA: Acesso ao subsolo do Cobra Café.


O MOVIMENTO COBRA
foi criado por artistas vanguardistas europeus procedentes de Copenhague, Bruxelas e Amsterdã.
O manifesto foi redigido e assinado em 05/11/1948 em um Café de Paris, por 30 artistas, dentre os quais havia pintores, escultores, ceramistas, poetas, escritores…
Quem batizou o grupo foi o poeta e pintor belga Christian Dotrement (1922-1979), criando um acrônimo formado pelas iniciais das capitais citadas acima: CoBrA.
Cores vivas, bem como formas indefinidas – e algumas que lembram desenhos infantis –  caracterizaram o movimento inspirado justamente nas crianças e nos débeis mentais.
Não se prendiam à Escolas – o recado era dado com pinceladas espontâneas. Relevos criados pela aplicação excessiva de tintas transmitiam agressividade, mas esse também era o objetivo dos pintores. A liberdade para criar era total; o movimento era um extravaso daqueles que sobreviveram aos horrores da Segunda Grande Guerra.

O CAFÉ COBRA
Mas o que isso tem a ver com esse movimento? Tudo! A começar pelo nome do estabelecimento e pela decoração do interior, que exibe obras de Appel, Brands, Constant, Wolvecamp, Tajiri e Corneille – artistas que participaram do grupo dos 30.
A pintura de Brands, por exemplo, serviu de inspiração para a decoração do piso e das cadeiras. Pinturas e poemas foram reproduzidos nos uniformes dos funcionários e nas pituras das louças, menus e rótulos de vinhos.
Uma divisória super original de autoria de Tajiri divide visualmente os ambientes. O Cobra é frequentado por pessoas de todas as idades. O ambiente é iluminado no sentido mais amplo da palavra. É lugar de gente animada, festiva. Bastante concorrido.

O CARDÁPIO
é muito variado e você pode contar com a ajuda da turma que atende as mesas: são simpáticos, receptivos, conhecem bem o que a casa anuncia, e nos deram ótimas dicas para o almoço.

O cardápio oferece opções frescas, saudáveis e de combinações muito saborosas.

FESTAS
Vários tipos de ambientes estão disponíveis para casamentos, jantares requintados e festas em geral.
Para alguns tipos de recepção a casa oferece até 5 pratos variados ou um buffet de luxo. Jantares também são servidos para o mínimo de 40 e o máximo de 100 pessoas.
Resumindo: o Cobra tem espaço para até 400 pessoas se acomodarem. Bebidas, comidas e decoração poderão ficar por conta do restaurante. Basta combinar.


No sub-solo havia uma exposição que não tivemos a curiosidade de visitar apesar do convite original:

Ao descer as escadas de acesso aos banheiros, nos deparamos com mais obras de arte adornando as paredes.

Mas as atrações não se limitam à exposição informal do CoBrA: o banheiro também está inserido neste contexto.

BOUTIQUE NO BANHEIRO!
Foi a primeira vez que vi uma boutique, mesmo com poucos ítens à venda, “no hall” de um banheiro.
Bonés com o desenho da bandeira holandesa (o X) dentro de um coração, cabides de inox, livros e capas de chuvas, ítens da Heineken, o conhecido I AMsterdam e ingressos para Heineken Experience estavam à venda.

E como todo banheiro – sem contar com o que você usa no hotel e restaurantes -, é pago, instalaram a máquina bilheteira e catracas também neste hall. Mas, a surpresa maior ainda estava por vir.

A abundância de aço inoxidável chamou-me atenção. Como sabemos, a contaminação por bactérias nesse tipo de metal é mínima e não só por isso é adotado em hospitais.
É o metal ideal para ser empregado em banheiros públicos e o banheiro do Cobra mostra que sim.

Não tenho lembrança de ter visto em nenhum banheiro, indicação para que os papéis utilizados nos reservados sejam descartados nos vasos sanitários. Esse foi o primeiro, e a mensagem chega de maneira prá lá de chique: está emoldurada. Concluí, pelo requinte da apresentação do recado, que trata-se de mais uma obra de arte do acervo do Cobra. Vai saber!…

Mas o choque de modernismo e avanço tecnológico estava mesmo era nas portas das “casinhas” – era assim que alguns se referiam aos banheiros no século passado.
Prestenção! Quando os compartimentos estão vazios, os tronos ficam à mostra – até aí…, tudo bem.

Acontece que, na hora em que você gira a chave – só gira a chave! – o vidro fica embaçado e ninguém vê mais ninguém.
Na hora em que você gira novamente a chave para abrir a porta, ela fica transparente de novo. Essa mudança ocorre em fração de segundos!

Os menos atentos deverão ter todo cuidado no momento de abrir a porta. Caso a pessoa ainda não esteja composta e gire a chave… Foi o caso da jovem que não chega a aparecer na foto: foi apressada e acabou mostrando mais do que devia.

Esses BANHEIROS,
localizados no subsolo do café, são públicos e os bilhetes de entrada para esta atração são os mais baratos da praça: $0,50 (cinquenta centavos de euros). Normalmente pagávamos um pouco mais.
E ainda: há um pequeno desconto para quem apresentar a conta do Cobra Café no banheiro, e há outro desconto no Museu Cobra de Amstelveen para quem apresentar o ticket do banheiro (toiletvaucher). É Cobra engolindo Cobra

 

 

Holanda. Amsterdam. Singel Hotel.


IMAGEM DESTACADA: Uma das Pontes Que Atravessa o Canal Singel.

Conforme já escrevi em postagem anterior, desde 2013 que partimos do Nordeste para a Europa. Motivo: encurtamos a viagem em 3 horas!
Saímos do Rio para Recife ou Fortaleza – prefiro sair desta última cidade – e de lá tomamos rumo após permanecermos por uma noite.

O tempo de voo anunciado no site da KLM era bem mais que 9 horas de viagem. Quando o comandante anunciou que nosso tempo de voo seria de 8.30 h – gratíssima surpresa que me deixou mais feliz que urubu no lixo -, fiquei certa de que o Nordeste “É” o melhor ponto de partida para o exterior.

Desembarcamos no Aeroporto Schiphol  já com as passagens de trem para a Estação Centraal em mãos, em Amsterdam, adquiridas aqui no Rio com bastante antecedência.

SCHIPHOL/CENTRAAL
Cobrir esse percurso em trem é bom para quem não se importa com essa “modalidade” de stress. Até poucos anos não dava a menor pelota. Agora, fico toda empelotada só em pensar nesses 15 minutinhos de viagem.
Os trens respeitam rigorosamente os horários de chegada e partida e isso significa que você tem que estar dentro do vagão na hora em que o chefe da estação apitar para o trem partir.
E você, normalmente, não consegue (e nem deve tentar) subir no vagão enquanto os passageiros estiverem descendo.
Há quem desça as estreitas escadas dos trens com malas que parecem armários, bengalas, andadores, cadeiras de rodas, carruagens de bebês, enfim…cada um viaja com os apetrechos necessários às suas necessidades e isso tem que ser respeitado.
É uma confusão que estressa quem está na plataforma esperando uma brecha para embarcar com malas que parecem armários, bengalas, andadores etc…etc… Daí, moquiridu, o taxi, sem a menor dúvida, é o melhor meio de transporte nesses casos, principalmente para os jovens acima de 70 anos.
O que fizemos na saída de Amsterdam? Deixamos de lado os bilhetes Centraal Station/Schiphol comprados aqui no Rio e solicitamos os serviços de taxi de uma brasileira: a Carol, do Andantes na Holanda.
Apesar da viagem curta, valeu demais nos proporcionarmos esse conforto até ao aeroporto, bem como a conversa que tivemos com a Carol a respeito de Amsterdam – oportunidade de nos inteirarmos um pouco a respeito das obras que no momento tomam conta da cidade onde a brasileira reside há 10 anos.
Mais tarde  o trabalho dos Andantes na Holanda será abordado.

Fazia muitos anos que não ia a Amsterdam. Ao descer na Centraal fiquei surpresa com o  movimento de pedestres e de bicicletas, obviamente.
Era a primeira vez de meu fiel escudeiro na cidade e os primeiros momentos foram impactantes para ele, principalmente quando viu o estacionamento das magrelas à direita de quem sai da Centraal. Sentiu na própria pele que teria que ficar atento não só com as bikes, mas com patinetes e patins elétricos, ônibus, trens, ciclomotores, e o que mais encontrasse pela frente.

E foi justamente para esse lado do canal que arrastamos nossas malas para chegar ao Singel Hotel, caminhando contra um vento frigidíssimo de Primavera – 5º (cinco graus) -, a temperatura que o celular marcava ao meio dia!
Como só poderíamos entrar no quarto a partir das 14.00 h, deixamos nossas bagagens em lugar apropriado na recepção e saímos para almoçar. Não fomos longe porque o frio era demais! E quando comentamos que havíamos embarcado horas antes em Fortaleza, aí mesmo é que o frio aumentava.
Almoçamos no Joselito – escreverei a respeito mais tarde – e voltamos rapidinho para o hotel, onde permaneceríamos por 16 dias.

O OBJETIVO DA VIAGEM
era visitar Keukenhof (clicar aqui ), incentivada pela amiga Angela Loreto que o havia visitado em 2017 e gostou imensamente.

A LOCALIZAÇÃO DO HOTEL
é excelente! Fica de frente para o Canal Singel, o que já vale pelo visual e pela facilidade de se chegar a lugares interessantíssimos a pé.

Localizado logo após a igreja.

Está próximo à Centraal Station – a principal estação ferroviária da cidade, em frente da qual estão os pontos de partida de vários bondes (trams). Lá você poderá pegar Metrô e, nos fundos da Centraal, está a balsa que atravessa o RIO IJ, gratuitamente.
No segundo piso – acessível por escadas comuns, rolantes, e elevador -, ficam os pontos de ônibus que o levam a diversos destinos – Zaansen Schans é um exemplo.
Da frente do Ibis Hotel, localizado ao lado da Centraal, partem barcos turísticos panorâmicos que funcionam também à noite, com menor movimento.


São empresas diferentes e vivem lotadas. Vimos filas incrivelmente longas em ambos os lados da ponte, em horários próximos ao meio-dia.

A área onde está o Singel Hotel está próxima de muitas novidades: é cercada por bons restaurantes, lojas de lembranças, supermercados, sex-shops e lojas especializadas em acessórios e “matéria prima” para usuários de certas substâncias “antidepressivas e vitaminadas”.

 SINGEL HOTEL – ACOMODAÇÕES

Houve um dia em que vi um dos funcionários do hotel arrumar esse quarto de frente (foto acima e abaixo).  Pedi-lhe licença, entrei e o fotografei. Veja bem: fotografei o quarto!
A vista maravilhosa para o canal talvez compensasse o tamanho do cômodo, bem menor ao que reservaram para nós, nos fundos.Uma vantagem desse quarto estava no banheiro: cortina no box, enquanto que em nosso 306 – super espaçoso e tranquilo -, as  duas desvantagens estavam igualmente no banheiro: apenas um vidro muito estreito separava o chuveiro (de cano curtíssimo) da pia, a ponto de meu fiel escudeiro, o primeiro a usá-lo, rir muito ao sair do banheiro. Segundo ele, foi a primeira vez que tomou banho encostado na parede!… Era bem isso.
O outro ponto negativo foi o piso escorregadio do box e a falta de alça de segurança – previsíveis problemas para hóspedes e hotel.

Box do apartamento da frente, no 3º andar.
Box do quarto 306, sem cortina, mas com um vidro totalmente inútil separando pia e área do chuveiro.

Pendurado na parede do box do quarto 306, um rodo semelhante ao da foto acima era usado por mim e meu fiel escudeiro todas as vezes que terminávamos nosso banho – esse problema, sim, foi bem inconveniente.
Tínhamos receio de escorregar no próprio box e na água que molhava a metade! do chão do banheiro. Não havia outro jeito: tínhamos que nos abaixar e usar o pequeno rodo até enxugar toda a água. Isso foi bastante desconfortável para nós, dois idosos (72 e 79 anos).
Nossos chinelos e o tapete eram retirados dessa área a fim de que não molhassem. Por mais que ficássemos colados à parede, os respingos molhavam bastante o piso do banheiro.

No mais, havia lugar junto ao espelho para colocarmos nossos apetrechos com folga.
Toalhas (4) eram trocadas diariamente; não faltava papel sanitário, o secador funcionou satisfatoriamente, e a iluminação era muito boa. Chuveiro com boa queda d’água, e duas saboneteiras grandes foram presas na parede: uma acima da pia, e outra próxima aos controles do chuveiro.

No quarto 306 o colchão é largo e há dois travesseiros para cada hóspede. Colchão e travesseiros muito confortáveis.
Mesas de cabeceira de excelente tamanho, com gavetas, e vários tipos de iluminação são controlados da cabeceira da cama.

Na bancada há telefone, máquina de café, sachés de chás, cápsulas de café, xícaras e copos. Duas cadeiras, uma pequena poltrona completam a decoração. Cofre e um pequeno ventilador estavam no armário aberto. Abat-jour, aquecimento de ambiente e maleiro dobrável. Cabides na parede.

Hall dos elevadores – bem iluminado e decorado com bom gosto e originalidade.

O hotel  é limpo e bem arrumado. Decoração original com fotos de Amsterdam em todos os ambientes: quartos, halls de elevadores e espaço onde é servido o café-da-manhã.

No ESPAÇO DO CAFÉ DA MANHÃ
o ambiente prima pelo aconchego e conforto.
Opções diferenciadas para o hóspede ocupar após servir-se de farto e delicioso café da manhã não faltam: sofás e poltronas estão à disposição, bem como u’a mesa longa com capacidade para 12 pessoas se acomodarem em cadeiras altas. U’a mesa de modelo convencional com 6 cadeiras não foi esquecida (à esquerda, na foto acima).

O CAFÉ da MANHÃ
é farto e variado: pães de diversos tipos, biscoitos, manteiga com e sem sal, geléias, frios, queijos, iogurte, salada de frutas, frutas inteiras, sucos, leite frio e cereais variados. Salada de tomate e pepino. Torradeira.

Ovos cozidos, quentes, omeletes e linguiça frita. Água quente. Forno de microondas. Doces variados de-li-ci-o-sos.

Mel, chás diversos, adoçantes e açúcar cristal.

Em nicho separado ficam os sucos, água gelada, xícaras e copos. A máquina serve chocolate quente, café cappuccino, café expresso, leite macchiato, leite comum, água fervente, e mais duas modalidades de café das quais não me recordo.

Na recepção há sucos de diversos sabores, água mineral com e sem gás, refrigerantes, vinhos, biscoitos, chips de batata, cervejas, achocolatados e muitas outras coisas, incluindo guardas-chuvas por motivos óbvios.
Ah! Quase ia me esquecendo: em vitrine especial, que não fotografei, várias lembranças da Holanda e Amsterdam: ímãs de geladeira, saleiros, xícaras para cafezinho, objetos decorativos diversos em louça, bem como as tradicionais casas holandesas pintadas em azul e branco cujo conteúdo é a famosa bebida Jenever – resultante da destilação de cereais, especiarias e de um fruto chamado zimbro, semelhante ao mirtilo (Zimbros lembra-me a praia de mesmo nome em Bombinhas, Santa Catarina).

“Viagem e Fotografia: uma mistura homogênea que causa “felicidade”! CONSUMA SEM MODERAÇÃO…” – Joze de Goes

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