BRASIL. PARANÁ, PR. Travessia Caiobá-Guaratuba, A Caminho de Florianópolis.


IMAGEM em DESTAQUE: Desembocadura do Rio São João.

Deixamos Antonina pela PR-408 em direção à Morretes; nosso objetivo era acessar a BR-277 para alcançarmos a PR-508 e chegarmos primeiramente a Matinhos.
Seguindo orientação das placas de trânsito, finalmente entramos na PR-412, rodovia que nos levaria até à travessia Caiobá/Guaratuba.

No sentido Caiobá-Antonina trafegar pela Avenida Atlântica (mão única) é muito agradável. Já fizemos esse trajeto duas vezes e gostamos muito. Aconselho-o.

AVISO AOS NAVEGANTES.

Três balsas operam na travessia, o que torna o serviço super rápido.

Para assistir ao curto vídeo da travessia, clique aqui.

DEIXANDO CAIOBÁ.
CHEGANDO A GUARATUBA.

Atravessamos a balsa, descemos em Guaratuba, e continuamos nossa viagem em direção à Garuva pela mesma PR-412, que, ao cruzar a fronteira Paraná/Santa Catarina, torna-se SC-415.
Garuva está na beira da BR-101; por isso bastou-nos passar por baixo da BR e seguir em direção à Florianópolis: mais 211 km de estrada.


Se você gosta de viajar, trace seu roteiro e bote o pé na estrada. Não bobeie:

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BRASIL. PARANÁ, PR: Antonina – Um dos Pontos de Partida para a Ilha do Mel.


IMAGEM em DESTAQUE: Vista parcial de Antonina. Foto clicada da rua Sinhoca Rocha.

Conforme relatado na postagem anterior – Chegando à Florianópolis pela Estrada da Graciosa, Pr -, paramos em Antonina para dormir uma noite e dar uma olhada na pequena cidade – o que só pudemos fazer no dia seguinte, pela manhã.

Rua Sinhoca Rocha.
Camboa Capela Hotel – o prédio da esquina, pintado de verde.
O estacionamento na lateral do hotel.

Ficamos no Camboa Capela Hotel. Visto assim pelo lado de fora, não se tem idéia da amplidão de suas acomodações. A surpresa está no momento em que se cruza a porta principal. Não há como não exclamar; no mínimo, um  “Noooosaaa!” você vai soltar.
Tudo é muito bem cuidado e limpo. Quartos amplos e estacionamento a céu aberto em terreno nos fundos do hotel, acessível pela rua lateral, a Sete de Setembro.
Optamos por estacionar o carro neste terreno porque mala e bancos estavam abarrotados de tralhas e bateu aquela neurose de quem mora no Rio. Poderíamos ter deixado o carro no estacionamento ao lado do hotel, mas…

Foto clicada do pátio da Igreja de N. S. do Pilar.

As imagens foram obtidas no dia em que continuaríamos a viagem para Florianópolis, bem cedinho; por este motivo o comércio estava fechado e não havia movimento de pedestre.

Por ser cidade histórica, mesmo pequena há o que admirar. Antonina, em 2017, contava com 19.420 habitantes.
Na foto abaixo está o Teatro Municipal, construído na segunda metade do século XIX, alvo de histórias muito interessantes que você poderá sabendo clicando aqui.
Entretanto, um fato por demais desagradável merece ser destacado: em 1962, o Prefeito Pedro Dias Pinheiro cometeu o desatino de arrendar por 20 anos este imóvel histórico para uma empresa cinematográfica de Curitiba.
Como era de se esperar, findo o prazo estabelecido no contrato, o imóvel foi devolvido ao município em estado precário – fachada estropiada, interior destruído. Apesar das promessas de restauração não cumpridas, obviamente, não foram cumpridas.

Em conversa com um antoninense, este habitante contou-me que um dos prefeitos decidiu trocar as maravilhosas portas originais do teatro, de madeira, por estas de vidro.
Segundo este informante, encontraram as portas na casa do dito prefeito e por lá ficaram.

O hotel está muito bem localizado. De alguns quartos vê-se parte da Baía de Paranaguá, cidade bem próxima de Antonina, distante em  50 km apenas.

Em penúltimo plano, as ruínas do Armazém Macedo, depósito de erva-mate, e da residência da família Macedo.

A Igreja Matriz da cidade, dedicada à N. S. do Pilar. Está ao lado do Camboa Hotel.

A simpática praça fica em frente ao hotel.  

À esquerda, na foto, a Pousada Atlante.
Rua Valê Porto.
Rua Sete de Setembro, por onde se acessa o estacionamento do Camboa.
O prédio da Prefeitura.

    
Achei interessante que algumas residências na rua Valê do Porto também podem ser identificadas com uma placa na qual consta o nome de uma música e seus autores.
Não sei se essas homenagens seguem o mesmo ritual que as placas inauguradas na cidade de Conservatória, verdadeiras solenidades. 
O proprietário escolhe a placa com o nome de u’a música de seresta e avisa aos seresteiros do Museu da Seresta e Serenata.
Em dia previamente combinado, os músicos saem do museu, à noite, tocando suas violas, violões, cavaquinhos e cantando pelas ruas até chegar à casa alvo da solenidade.
Em lá chegando cantam a música escolhida pelo morador, e depois comemoram a inauguração da placa em uma festividade oferecida pelo morador.

UM POUCO DE HISTÓRIA
Antonina é uma das mais antigas povoações do Paraná. Foi a  exploração do ouro, tendo como início 1648, que atraiu muitos interessados – homens que acabaram contribuindo para a formação do futuro povoado.
Anos mais tarde a antiga sesmaria de Guarapirocaba foi se firmando, até que em 12 de Setembro de 1714 foi oficializada a povoação de Antonina.

Para quem aprecia arquitetura, a cidade reserva algumas surpresas. O Teatro Municipal (1906), a Igreja de N. S. do Pilar, que obteve licença para a construção de uma capela em 12 de Setembro de 1914; mas, foi somente em 14 de agosto de 1722 que oficializaram a igreja como matriz da cidade.
A igreja passou por período de abandono a ponto de ser fechada devido à precariedade de suas instalações: não havia assoalho, nem forro, nem altar, além de as vigas terem apodrecido.
O casario ao redor do hotel é digno de nota, bem como uma ruína de um armazém de nome Macedo, que você vê na foto em destaque ali no frontão.
Como de hábito, dei uma bordejada na internet para verificar se meus relatos ainda têm fundamento e tive a satisfação de encontrar a matéria cujo link transcrevo a seguir: inclui os projetos para as iminentes reformas do Armazém Macedo (ficará lindo!), e da Estação de Trem de Morretes.


APÊNDICE:

Por que não REFORMAR, também, A ESTAÇÃO DE PARANAGUÁ?
Acho uma falta grave o que algumas empresas e sites de turismo anunciam: um passeio de trem pela Serra do Mar, saindo de Curitiba e chegando a Paranaguá.
Daí…, o interessado no trajeto começa a ler o roteiro e depara-se com uma viagem mais curta: Curitiba/Morretes. E mais: anunciam como atração desta pequena cidade um prato típico da região, como se Morretes fosse a cidade que melhor o apresenta. Não foi o que constatei.

Vamos por partes:
1- De Morretes a Paranaguá, por estrada (PR-408 e BR-277), são apenas 39,6 km de extensão. É também de Paranaguá que saem embarcações para a Ilha do Mel, embora haja um ponto de partida a quase 47 km de distância que encurta bastante essa travessia: o Pontal do Sul (Sair de Paranaguá pela BR-277, pegar a PR-407 até o Pontal do Paraná, e de lá seguir até Pontal do Sul pela PR-412).
Mas isso é uma gordura que incluí no item.
Para o que gostaria de chamar atenção é que o trem voltando a circular até Paranaguá, facilitaria a vida de muitos habitantes das cidades que já foram favorecidas por esses trilhos, sem contar com aqueles das localidades vizinhas ao triângulo formado por Morretes, Antonina e Paranaguá. Isso, sem pensar, ressalto, no favorecimento que essas localidades receberiam em função do incentivo ao turismo. Mas os responsáveis pela recuperação desse fantástico patrimônio não estão se importando com isso.

Aproveitando o embalo, registro minha indignação pelo que restou da estação de trem de Paranaguá, que cai, literalmente, aos pedaços.
Inaceitável que um patrimônio grandioso como esse, esteja servindo de abrigo a mendigos e viciados em crack.
Um prédio que, mesmo destruído, não esconde que foi construída em período de abundância vivido pela cidade e por isso, sua arquitetura requintada.

A reportagem do G1 de 2015 conta e mostra com riqueza de detalhes o período que abrange desde o início de seu funcionamento até seu total abandono. Vale a leitura.

2- E quanto à gastronomia, o que que Morretes tem?
Anunciam o Barreado como se o preparassem de maneira inigualável. Pura balela! Quem o prepara de acordo com a receita original é a Sra. Norma, moradora de Paranaguá, que prepara o prato seguindo a receita à risca, justamente por estarem deturpando a receita original pelas redondezas.
Quando eu e meu fiel escudeiro soubemos do sucesso que Dona Norma faz na cidade, não pestanejamos. Repeti para mim mesma as palavras de minha amiga Angela Loreto quando vê algo que lhe desperta curiosidade: – “Preciso ver isso de perto”. E lá fomos nós.
Para que tenha idéia do que se trata – em descrição pormenorizada e fotos -, clique aqui.
Dona Norma tornou-se tão famosa que foi procurada por dois fotógrafos…
Hum!… Acho melhor você clicar no link para ficar conhecendo essa história.

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BRASIL. PARANÁ, Pr: Chegando à Florianópolis pela Estrada da Graciosa, a PR-410.


IMAGEM em DESTAQUE: Trecho da Estrada da Graciosa.

Cansada de trafegar (tanto de ônibus quanto de carro) pela BR-116 do Rio à Florianópolis  – mais de 20 anos só em companhia de meu fiel escudeiro -, sugeri mudar o trajeto – “Antes tarde do que… ” Continuar lendo BRASIL. PARANÁ, Pr: Chegando à Florianópolis pela Estrada da Graciosa, a PR-410.

ARGENTINA, AR: Calle Magallanes – A Rua Mais Animada Do Bairro La Boca.


IMAGEM DESTACADA: Conventilho visto do Centro Cultural de Los Artistas.

LA BOCA
era sinônimo de Camiñito, sua mais famosa rua.
Nem o estádio de futebol conhecido como La Bombonera, em minha opinião nada modesta,  Continuar lendo ARGENTINA, AR: Calle Magallanes – A Rua Mais Animada Do Bairro La Boca.

BRASIL, PARAÍBA, PB: Cabedelo – Um Show Ao Cair da Tarde.


IMAGEM em DESTAQUE: Anoitecer em CabedeloRio Paraíba.

A distância de João Pessoa à Praia do Jacaré é de pouco mais de 10 km.
– Mas, o que tem lá?
– Ao cair da tarde – chova canivetes ou faça sol -, lá vem Sr. Jurandir  em um barquinho a remo, de pé, tocando Bolero, de Ravel, em um saxofone. Faltam-me palavras para descrever o cenário.
Tivemos sorte. A tarde, neste dia 23/8/2011, foi um presente para todos que lá estavam, especialmente para meu mano, que sentiu-se presenteado por ter aniversariado no dia anterior.
Aos poucos começamos a ouvir os primeiros acordes da obra mais conhecida de Ravel, composta em 1928. O silêncio começou a se fazer na platéia: o público presente nos restaurantes localizados na beira do rio, construídos parcialmente sobre palafitas de onde a visão é panorâmica.
Paulatinamente, fomos ouvindo o som do sax se aproximar e, repentinamente, daquele sussurro o silêncio se fez. Fantástico!
A margem do rio é tomada por restaurantes e lojas de artesanatos. Só essa dobradinha é suficiente para atrair público considerável. Imagine como não fica, diariamente, com mais essa atração chamada Jurandir.
Não há tempo ruim, literalmente, nem para o artista e nem para quem se dispõe a assistir ao espetáculo.

O  HORÁRIO
de sua apresentação varia entre 16.30 h e 17.00 h – dependendo da Estação do Ano.
Em agosto de 2011 era tudo muito organizado. Para nossa sorte, além da tarde cinematográfica, acabamos por escolher um restaurante que nos deu oportunidade de vê-lo bem de perto: foi justamente neste ponto que o artista  desembarcou.

Sua trajetória é muito interessante: aconteceu por acaso, segundo seu depoimento para a reportagem publicada no jornal O Globo em 2012.  O porquê da escolha da música e de apresentar-se tocando em um barquinho, são curiosos.

O saxofonista termina seu espetáculo diário, subindo a rampa de um dos restaurantes.

Gostamos muito da atração. Valeu demais!


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BRASIL, MINAS GERAIS, MG: Pousada do Ó, em Tiradentes.


IMAGEM em DESTAQUE: Rua do Chafariz, em frente à Matriz de Santo Antonio.

Não tenho a menor dúvida: voltando à histórica e charmosa Tiradentes, só não me hospedarei na Pousada do Ó se não houver quarto disponível.
Localizada em rua tranquila próxima do Centro da cidade, de restaurantes, e daquelas lojinhas que parecem nos chamar ao passarmos pela porta.
Nem é necessário dizer que as atrações estão por toda parte; basta olhar a seu redor e escolher por onde começar – estamos em Tiradentes.

A pousada conta com um jardim espaçoso onde, mesmo que você não queira, ouve o canto de pássaros desde o amanhecer até o Sol se por. Enquanto o dia não mergulha na noite, eles estão cantando.
Acomodar-se em um espreguiçadeira e ouví-los é uma benção.

Em todas as nossas manhãs, o proprietário, Sr. Alan (à esquerda na foto), fazia questão de nos cumprimentar e nos desejar um excelente dia. A gentileza, a atenção que dispensava aos hóspedes era fora do normal. Quem não gosta de ser bem tratado? E os funcionários? Acompanhavam o jeito descontraído e educado de ser do proprietário.

 

O café da manhã era farto e variado. Ma-ra-vi-lho-so!

Não houve um “se”, um “mas”, nada! E pelas voltas que dei na internet para ver se a pousada ainda estava ativa, tive uma agradável surpresa: está muito mais bonita do que era. Clique aqui e veja.

Não me lembro por quantos dias permanecemos em Tiradentes, mas lembro-me de que foi o suficiente para visitarmos a cidade com tranquilidade e ainda darmos uma esticada até São João del Rey, a 11 km de distância, a Bichinho, distante em apenas 6,8 km (localidade conhecida por seu artesanato), e a Resende Costa, a mais distante: entre 42 e 55 km de distância, dependendo da estrada por onde você passar.
Resende Costa também se destacava pelo artesanato, porém, com sensíveis diferenças: notei que se dedicavam mais à tecelagem.

Para curtir a região é bom programar-se para vasculhar a cidade e arredores.
Minas Gerais é bom demais da conta, sô!…


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PORTUGAL, PT: Peniche – Famosa Pelas Grandes Ondas, Rendas de Bilro e Pescaria


IMAGEM em DESTAQUE: Paisagem de Peniche.

Peniche está localizada na Província da Estremadura, no Distrito de Leiria.
Decidimos visitá-la, descompromissadamente, pensando em sua proximidade com Lisboa; não traçamos roteiro, não procuramos pontos interessantes, nada.
Nessa época não tínhamos notícia da Praia de Medão Grande, conhecida por Supertubos devido à astronômica altura das ondas das quais os surfistas tanto gostam. Estivéssemos ligados nesta praia, não perderíamos essa atração.

Quando vejo imagens das ondas surfadas na Medão por esses doidos, me pergunto se são movidos pela vaidade em surfar a maior onda para terem seu nome figurando entre os porretões de Peniche… Seria isso?
O que os impulsiona a correrem riscos desnecessários? Superação de medo? Pura coragemAmor ao esporte? Loucura? Ou… tudo junto?

DE ONDE PARTIR.
Partimos do Terminal Rodoviário de Sete Rios, localizado na rua Prof. Lima Basto, 133 / 1500-423.


Chegamos ao terminal rodoviário por Metrô que pegamos na Estação Marquês de PompalLinha Azul – Direção Reboleira – e descemos na Estação Sete Rios.
Como não encontrávamos a saída para a rodoviária, pedimos ajuda. Portanto, fica o aviso. Vá com bastante antecedência para não ser surpreendido pelo inesperado que poderá atrapalhar seu programa.
Outra opção é saltar na Estação Jardim Zoológico e caminhar um pouquinho (clique aqui).

A VIAGEM
até Peniche durou aproximadamente 2 horas; ônibus confortável.
Da Rodoviária de Peniche caminhamos 1 km até atingirmos a Av. do Mar, onde almoçamos em um restaurante que deixou a desejar: o Kate Kero I.

Avenida do Mar, à direita.

A cidade não se destaca apenas pelas ondas que formam tubos perfeitos, como desejam os surfistas.
O trabalho de tecelagem de redes de pesca é tão valorizado, que esse reconhecimento foi divulgado em um painel e uma placa como agradecimento da cidade. Afinal, Peniche tem a fama de ter um dos maiores polos de pesca de Portugal.

E por falar em tecelagem de redes, lembremo-nos das rendeiras que tecem maravilhas com bilros, e que também incluíram a cidade no rol das que primam pela fabricação dessa renda artesanal.

ONDE COMER
Foi na Avenida do Mar que nos deparamos com muitos restaurantes – era um ao lado do outro. Optamos pelo Kate Kero I e nos arrependemos.
Apesar da apresentação dos pratos, em sabor deixaram muito a desejar. Não recomendamos.

Ambiente agradável, vista para o mar, bom atendimento; mas a cozinha…

A muralha abriga boa parte da cidade. Para quem visitou Setúbal, encontrará uma localidade com menos atrativos, excetuando-se algumas igrejas que são consideradas atrações. Não as visitamos porque tínhamos pouco tempo para voltar a Lisboa. Lamentamos.

COZINHA INFORMAL
Sei não, mas acho que um bonito cachorro-quente à moda brasileira teria sido opção melhor que a do tal Kate Kero I.
Adorei a criatividade da “carrocinha”. 

A cidade merece ser visitada com mais atenção e isso requer mais tempo. De qualquer forma, valeu.


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BRASIL, RIO DE JANEIRO, RJ: Grão da Terra, em Copacabana – O Paraíso Para Quem Gosta de Comer.


IMAGEM em DESTAQUE: Fachada da loja em Copacabana.

A loja foi inaugurada no endereço onde durante anos funcionou um restaurante bem conceituado de Copacabana: o Cirandinha.
Não há quem não admire a loja. Não há. A primeira vez que a visitei fiquei encantada; não fosse meu fiel escudeiro dar um basta em meus gastos, seria capaz de sair comprando até o desnecessário.
Aviso: consumidores compulsivos têm que tomar muito cuidado porque o babado é forte.
Lá você encontra o que imagina e o que não imagina. E para não ficar de blá-blá-blá, prefiro que veja as fotos e saiba onde encontrar muita novidade. Vamos lá:

Manteiga de garrafa e farinhas de várias qualidades estão logo à esquerda de quem entra.
Cereais em flocos, balas e folhas para chás.
Tudo que você imagina em matéria de vitaminas encontrará fartamente na loja.
Nozes, amêndoas, castanhas etc…

Farinha de jabuticaba. Você já conhecia? E farinha de berinjela? Também nunca tinha ouvido falar.

Problema intestinal? Muitos aderem ao Psyllium, produto natural para quem sofre com prisão de ventre. Mas a farmácia da Grão da Terra não para por aí: há muitas ervas para quem não vive sem um chazinho.

E para quem não dispensa um bom sorvete, à direita de quem entra há uma sorveteria com direito a todos aqueles incrementos já conhecidos: castanha de caju, confetes coloridos, chocolates granulados, caldas, etc.

Produtos importados adotados por quem frequenta academia a loja também oferece.

Manga seca e Gojiberry – planta rica em vitamina C, originária das montanhas do Tibet, que promete controle de colesterol, proteção ao coração, prevenir derrames e outros benefícios.

À direita, limão desidratado. À esquerda, ameixas sem caroço.

Banana passa no primeiro recipiente à direita, no alto. Ao lado, na sequência, vários potes com frutas secas.

Gengibre cristalizado de três tipos.

Arroz cateto, arbóreo, oriental, milho picado… E por falar em milho, há um milho torrado apimentado e outro temperado com curry e wasabi que é uma delícia. É começar a comê-los e não parar mais.

Morango seco, você conhecia? E limão cristalizado em tiras?

Abacaxi, casquinha de laranja, tangerina, figo… tudo cristalizado.

Espinafre em folhas e em pó. Vai nessa?

Sal rosa do Himalaia – fino e grosso.

Caldos de galinha e legumes. E o vinagrete, prontinho para você usar do jeito que melhor lhe aprouver.

Este, não conhecia: caldo de queijo.

Raiz de Gengibre na foto acima.

Cranberry – a etiqueta informa que combate infecção urinária e é antioxidante.

A ala das folhinhas para chás. Tem de “um tudo” – já dizia minha avó.

Não resisti e comprei o tempero ANA MARIA. Versátil, serve para dar um UP até no arroz; gostei muito.

Tempero da Ana Maria e do EDU também. Este ainda não experimentei.

As estantes de artigos diet oferecem marcas bem diferentes daquelas que costumo adquirir na praça.

Alimentos do tipo esfiha, quibes e assemelhados você também encontra na Grão da Terrabem como pastas de soja saborizadas, sucos zero, água de côco (foto abaixo).
Estes artigos ficam em geladeiras.

Sucos de misturas diferenciadas, embalagem de 1 L de água de côco e suco integral de uva também ficam em geladeiras.

Ingredientes utilizados na culinária japonesa também se encontra na loja, além de diversos tipos de óleo de cozinha, tais como o de côco, muito utilizado antigamente.

Minha mãe cozinhava com a Gordura de Côco Carioca, famosa na época. Era um produto barato que rendia bem, além de saborizar a comida; a lata era redonda e alta. Hoje em dia as embalagens são acanhadas e o preço, sim, é que é alto – inversão de valores.


Óleos de abacate, açaí, calêndula, amêndoas, soja, para tudo que é finalidade.

Caixas sem tumulto e organizado. Há três funcionárias trabalhando no setor.

As fotos ilustram a variedade de rótulos oferecidos pela Grão da Terra. Junto ao caixa bolinhas embaladas em palha de milho chamam atenção pela originalidade. O que você imagina que contêm? Pa-ço-ca!.
Além de açúcares, chás, azeites, biscoitos, massas e muitos etecéteras, logo na entrada nos deparamos com embalagens robustas de alho e pinhão em conserva, além da azeitona, claro, que não poderia faltar.

A loja é fantástica. Você precisará de tempo para bisbilhotar cada prateleira e isso leva tempo. A loja é grande e a diversidade de rótulos é imensa.
Não há quem não se deslumbre e não se prometa voltar. As expressões de admiração você ouve de pessoas que a visitam pela primeira vez, enquanto escolhe o que comprar.

São várias lojas espalhadas pela cidade: na Penha (Largo do Bicão); em Madureira (Mercadão); em Cascadura; na Praça Seca e em Copacabana.
Segundo informações dos vendedores, brevemente a Tijuca contará com um Paraíso desses.

NOTA: Nesta loja há duas nutricionistas para orientar a clientela. Uma delas está me devendo uma informação: com quantos títulos a loja trabalha.


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ARGENTINA, AR – Mi Viejo, Restaurante em El Calafate.


IMAGEM DESTACADA: Capa do Cardápio.

Nas duas vezes em que estivemos em El Calafate (2016 e 2018), Mi Viejo foi o primeiro restaurante em que entramos, atraídos pelo aroma do braseiro. Também, pudera! Os assados ficam fumegando em uma vitrine à direita de quem entra, só para tentar quem passa na calçada.
O Mi Viejo tem história de família.

Trata-se de ambiente amplo, simples, descontraído. Mesmo na alta temporada o atendimento não deixa a desejar porque o pessoal acelera bastante.

Sentou, logo chega um belisquete para você se distrair “enquanto seu lobo não vem”.
O patê é divino e melhora mais ainda quando é lambuzado nas torradinhas.

OS PRATOS DE SUSTANÇA
O que chamam de Frango Grelhado corresponde à coxa e sobrecoxa e serve uma pessoa – quando serve! Eu e meu escudeiro já chegamos a pedir três porções. O tempero é muito bom e o ponto em que o frango sai da brasa é irreparável. Caso o queira mais bem passado, basta pedir e será atendido com boa vontade.
Para que não haja dúvidas, ei-lo na foto abaixo em porção dupla.

Batata grelhada com queijo para acompanhar qualquer tipo de assado é uma sugestão.

A outra é a imbatível maionese, que considero indispensável. Saborosíssima! Reina absoluta em sua simplicidade.

Minha cunhada optou pelo omelete. Pelo que disse, estava delicioso.

Meu mano, que não é muito chegado à massas, optou pelo nhoque com molho de ervas e nozes picadas. Segundo ele, estava muito bom.

Em 2016 estive no Mi Viejo duas vezes. Desta vez, 2018, mais duas.
O restaurante é sem mi-mi-mi e bate um bolão. Recomendamos sem qualquer “mas…”

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