PERU. Lima – Restaurante Brujas de Cachiche.


IMAGEM DESTACADA: Painel das Brujas de Cachiche.

Dizer que a culinária peruana é divina, é pleonasmo.  Não é novidade que eu e meu fiel escudeiro adoramos comer e cada vez que descobrimos um bom restaurante sempre voltamos, se possível. Aqui em Botafogo, no Rio, havia uma Casa onde assinávamos ponto semanalmente – o Alameda, especializado em escargot. Tivemos a satisfação de conhecer todos os funcionários, o chef, o gerente… pessoas queridíssimas que encontramos trabalhando em outros restaurantes. O fechamento do Alameda foi uma perda e tanto para quem adora saborear aqueles inocentes bichinhos. Continuar lendo PERU. Lima – Restaurante Brujas de Cachiche.

PERU. Lima – Restaurante CALA.


IMAGEM EM DESTAQUE: Fachada do Restaurante.

Há pouco postei a respeito do Barranco – bonito, chique e tradicional bairro de Lima -, e cá estou para mostrar mais uma de suas atrações: o restaurante CALA, localizado na beira da Praia de Barranquito.
A indicação foi de uma amiga e valeu muito.
Reservas para lugares concorridos (exterior ou Brasil) costumo fazê-las aqui do Rio. Com essa medida evito atropelos (abomino ter que providenciar alguma coisa em cima da hora) e não me sujeito a ficar sem meu objetivo.

Ao chegarmos, em torno de 20.00 h,, na varanda já não havia mais lugar (apesar do vento forte e frio) e nos salões ainda restavam alguns lugares.

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Reservas em restaurantes no Peru são levadas à sério.
Peruano curte sua culinária, adora um bom restaurante (estão sempre lotados) e penso que seja este o principal motivo de os arquitetos capricharem na decoração de seus bares . Não encontrou lugar? Aguarde no bar.

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Fomos atendidos por uma senhora que primava por amabilidade e simpatia, e logo que nos acomodamos providenciou o couvert.
Aqui abro um parêntesis para exaltar os deliciosos pães peruanos: coloridos e de sabores diversos, a meu ver concorrem com os franceses em pé de igualdade. Comemos até pão de coca! Não é lá uma maravilha, mas valeu experimentá-lo. A massa é verdinha e de sabor marcante – acho que nem poderia ser diferente…
Não houve um restaurante em que não pedíssemos uma cesta de pão a mais. São servidos crocantes, quentinhos, e vêm acompanhados de manteigas, azeites temperados, molhos, pastas, e não são massudos como os que conhecemos aqui.

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NOSSO PRATO DE FRUTOS DO MAR.

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P1130358 (1024x765)Para os jovens o restaurante reservou uma aérea sem janelas, grande e confortável, coberta por toldos. O espaço funciona como ponto de encontro de amigos ou sala de espera. Os mais animados dançam ao som de música alta e moderna que não incomoda quem está no salão.

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ORLA DO BARRANCO.

Mais do que recomendável.

Fotos: autora do blog

VAI VIAJAR ISTEPO MAIOR cópia

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MODERADORA: ROSA CRISTAL

Peru, Lima – La Rosa Náutica, Restaurante.


O primeiro contato com o restaurante não foi nada agradável.
Ao lhes enviar e-mail a fim de efetuar nossas reservas, não obtive resposta.
Como havia sido muito elogiado por uma amiga que lá estivera dias antes, insisti, dizendo-lhes que já havia feito contato e que até aquele momento não havia obtido qualquer comunicação.
A resposta chegou, porém ríspida. Correspondência literalmente curta e grossa, sem a menor ética para um restaurante listado como um dos melhores de Lima. Continuar lendo Peru, Lima – La Rosa Náutica, Restaurante.

PERU, Lima – Barranco, Tradicional Bairro da Capital


FOTO EM DESTAQUE: Modelo de Arquitetura das Casas do Barranco.

Pegamos um taxi em Miraflores e rumamos para o Barranco.
O motorista contou-nos, empolgado e com certo orgulho, parte da história do bairro onde nascera.
Segundo ele, o Barranco andou meio decadente e acabou se transformando em ponto de venda de drogas e cenário para constantes assaltos.
Entretanto, movidos pela vontade em recuperar o famoso bairro, os moradores se reuniram e reagiram ao descaso da municipalidade: em vias públicas bloquearam passagens com espetos em ferro, tal qual fazemos aqui no Brasil em casas de cidades mais vulneráveis a esses ataques.
Como resultado dessa atitude defensiva, a municipalidade também reagiu e devolveu um bairro totalmente renovado aos limenhos e aos turistas que procuram por bons restaurantes ou queiram fazer um belo passeio a pé e apreciar a bela vista do litoral.

E por falar em litoral, o bairro abrange as praias de Sombrillas, Las Cascadas, Los Yuios, Los Pavos, Barranquito e Baños de Barranco. É muita praia para um Sol que quase nunca aparece – para quem não sabe, o tempo em Lima é constantemente nublado, mas não chove. Por conta dessa secura não há bueiros nas ruas – o índice pluviométrico é baixíssimo e ninguém precisa se preocupar em levar guarda-chuva na bolsa. Só o casaquinho.

Segundo orientação deste senhor, ele nos deixaria no melhor ponto para explorarmos o bairro. Saltamos ao lado da Igreja La Santíssima Cruz  – essa que você vê na foto, construída após a destruição da Igreja La Ermita por um terremoto em 1940 – e de lá saímos a bater pernas.
A igreja fica na Praça de Barranco, toda florida e decorada como se estivesse pronta para uma grande festa.
Fizemos uma pequena caminhada pela Av. San Martin, atravessamos a rua Ayacucho e logo chegamos à escadaria que dá acesso à Ponte dos Suspiros, estendida sobre o Parque Federico Villareal – onde fica a  Bajada de Los Baños, caminho de acesso ao mar.
Do outro lado da ponte está a Praça Chabuca Granda, no mesmo parque onde fica a Igreja La Ermita. O teto desse templo foi destruído por um terremoto, como disse acima, e pelas fotos não me parece que houve qualquer movimento para a recuperação do prédio.

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IGREJA LA SANTÍSSIMA CRUZ na Praça Municipal de Barranco.

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PRAÇA DA MUNICIPALIDADE no Bairro do Barranco. Foto Marilia Boos Gomes.

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PRAÇA DA MUNICIPALIDADE no Bairro do Barranco. Ao fundo, o prédio da Biblioteca.    Foto Marilia Boos Gomes.

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PARQUE BARRANCO (ou da MUNICIPALIDADE). Foto MARILIA BOOS GOMES.

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Plaza CHABUCA GRANDA no PARQUE  FEDERICO VILLARREAL.

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Na escadaria que acessa a PONTE DO SUSPIRO – a que se vê logo a frente -, estudantes desenham a paisagem.

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Ao fundo LA ERMIDA, em reconstrução do telhado. Em primeiro plano, as púas (proteção contra ladrões) à esquerda e a PONTE DOS SUSPIROS à direita. Foto Marilia Boos Gomes.

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Trecho da AVENIDA SAN MARTIN, no Barranco. Foto Marilia Boos Gomes.

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O barranco que empresta nome ao bairro. Foto Marilia Boos Gomes.

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O bairro é lindo! Flores e cores por todo lado, o que lhe confere um ar bem alegre e jovial, contrastando com o céu sempre acinzentado reinante na capital.
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Arquitetura de casas que marcaram época fogem a seus padrões de cores e ajudam a alegrar os dias cinzentos do bairro onde o metro quadrado de construção, em frente ao mar, custa atualmente verdadeira fortuna.

Nas encostas, um trabalho de forração com redes imensas ajuda a proteger contra deslizamentos e ainda contribui para o embelezamento da cidade: plantas rasteiras crescem e cobrem a trama da rede, tornando os barrancos verdes.

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O respeito dos peruanos pela natureza impressiona e a prova de que a natureza retribui vemos nos parques e jardins – que estão em toda parte. Por onde quer que você caminhe estará cercado por forrações, arbustos e árvores. Muito verde, muitas flores que acabam confundindo seu colorido com as cores fortes da cidade. O peruano, já disse em outra postagem, é um povo colorido.

Restaurantes famosos ocupam a avenida beira-mar. E como a culinária no Peru é valorizadíssima e os restaurantes vivem lotados, encontrar uma vaga para  o carro nem sempre é fácil, principalmente à noite.

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Apesar do índice pluviométrico muito baixo – menos de 8 mm ao ano -, o tempo nublado acaba colaborando na preservação do verde.

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 MODERADORA: ROSA CRISTAL

PERU, Lima – Mercado de Surquillo. Para Quem Gosta do Babado.


IMAGEM DESTACADA: Mercado de Surquillo.

Localização: Paseo de la República, esquina de Ricardo Palma. Surquillo.
Horário de funcionamento: Diariamente de 6 a.m. a 4 p.m. ,

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Esse mercado ganhou notoriedade após tornar-se público de que os grandes chefs o frequentam. Não é para menos. O Mercado do bairro Surquillo tem de tudo e mais alguma coisa de que você nem desconfia.
Por fora nada a ver com “bela viola”, mas por dentro surpreende apesar de seu jeitão assim… meio descabelado.
Assim que entramos fomos surpreendidos por boxes onde servem a mais autêntica comida peruana. Sucos, sanduíches e comidinhas rápidas são as especialidades. Percebi pelo movimento que não se consegue fácil uma brecha nos balcões.
Deslumbrei-me com a fartura de produtos oferecidos. Alguns legumes nunca vi, não cheguei a experimentá-los, mas ficará para a próxima viagem a Lima (que já está sendo alinhavada).
Alguns boxes são arrumadíssimos e outros nem tanto, mas em nada diferem na qualidade da mercadoria.
Couves-flores, brócolis e acelgas enormes, pimentas de todas as cores e tamanhos. Morangos grandes que imaginei serem tão saborosos quanto os que comi na Provence. Queijos, azeitonas, embutidos de tudo que é tipo e qualidade. Minha vontade foi de comprar uma boa quantidade de frutas e levar para o hotel, mas consumí-las não seria mais possível devido ao tempo que nos restava em Lima.

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Mas não é só pelo lado de dentro que estão as gostosuras. Nada disso! Por fora do mercado e nas ruas adjacentes a oferta de produtos muda bastante: é a vez de as lojas especializadas em utensílios para cozinha mostrarem-se aos interessados: panelas, talheres, pratos, travessas de cerâmica, formas… Lojas de material de limpeza, sorveterias, barraquinhas oferecendo pratos típicos (a exemplo do Angu do Gomes) e até um festival gastronômico!

O mercado de Surquillo é para ser visitado com calma para quem gosta do babado.
Se você for daquele tipo de pessoa que não dorme sem antes comer uma coisinha, aconselho-o a visitar o mercado antes de qualquer iniciativa. Ah! Leve uma sacola bem grande.

Veja as fotos e entenda o porquê de ter se transformado em atração turística.P1130416

Conforme disse acima, sua fachada não é atraente, mas isso não importa.  “Beleza não põe mesa” já diz o velho ditado que lhe cai justo como uma luva. A beleza está nas prateleiras e caixotes onde milhares de artigos poderão compor sua mesa e torná-la linda.

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Assim que entramos nos deparamos com essa imagem.  Agora, ao compor a postagem, foi que reparei que até roupas você pode adquirir no mercado. Dê uma olhada na parte de cima da foto, à esquerda.

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Os boxes a que me referi acima são de ambos os lados desse corredor.

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Na composição dos sucos figuram o aipo, a batata yacón e a berinjela.

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A fruta que vemos acima das uvas verdes, semelhante a um pêssego (riscadinho), é o “pepino”, de gosto semelhante ao melão.

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Aqui as “granadillas”,  nosso maracujá.

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Tumbo, uma fruta que nunca vi no Brasil, de sabor assemelhado ao maracujá. Presta-se para sucos, sorvetes e vitaminas. Frutifica em altitudes entre 1.800 a 3.500 metros acima do nível do mar.

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Nessa foto há um maço de aspargos verdes. O Peru, acabei descobrindo em minhas pesquisas na Internet, é o maior exportador de aspargos no mundo. Detalhe: há uma espécie que cresce entre 1. 00 cm e 2.5 cm por hora!!!. Dê uma olhada neste site e confira.

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Em primeiro plano o maxixe-do-reino.  No Brasil é conhecido como chuchu de vento, chuchu-paulista. Até agora não o comi e quem o experimentou diz que seu gosto assemelha-se ao maxixe, ao melão, ao chuchu. Saiba mais a respeito da trepadeira clicando aqui.

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Outro produto que adoraria ter comprado e levado para o hotel. Observe a brancura dos queijos à direita.

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Farinhas você encontra de tudo que é cor, textura e qualidade. A quinua é um exemplo. Há um catálogo que explica em pormenores seu cultivo, valor nutricional, espécies e aplicação na alimentação – é ideal para crianças e desportistas. Clique aqui e confira.

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MIlho roxo, uma das 35 espécies diferentes cultivadas no Peru.
Com este milho prepara-se um suco delicioso chamado chicha morada que bebi demais enquanto viajei pelo país.

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Alguns tipos de acelga. Atualmente encontra-se com fartura a acelga chinesa nos mercados. Entretanto, há outra mais saborosa (minha preferida) que não está na foto. Faz tempo que não a vejo para vender aqui no Rio.

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Alcachofras robustas…

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… e queijos bem esburacados, do jeito que gosto.

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Batatinhas amarradas no suporte do feixe de canelas. Das mais de 3.000 espécies de batatas existentes no mundo, o Peru produz mais de 1/3.

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Sementes, biscoitos e cereais diversos encontra-se com facilidade no mercado do bairro Surquillo.

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Damascos, nozes de diversas qualidades, amêndoas, castanhas, ameixas, abacaxi seco… Uma festa e tanto para quem gosta de comer assim como eu.

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Nota Negativa: Na foto, molhos prontos que deveriam estar embalados em vidros ou potes plásticos tampados estão à mostra, à mercê de insetos e poeira. Observe que na bacia da direita a colher está imersa no molho. Faço restrições a esse tipo de apresentação; afinal, trata-se de comestível e todo cuidado é pouco. Chata do jeito que sou não os compraria.

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Resolveu fazer uma festinha de aniversário para o filhote? Nem esquente a cabeça porque no mercado há de “um tudo” para animar a garotada e enfeitar a mesa.

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Nas ruas próximas ao mercado ficam as lojas de material de limpeza. Nas barraquinhas as ofertas são de bijuterias e artesanatos.

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Sob o toldo que dá acesso ao mercado, o Festival Gastronômico das “Madres Surquillanas”.

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O cardápio é exposto na parede e em pratos prontos que as madres colocam em frente aos fogões. Não experimentei nenhum – nem mesmo um salgadinho – apesar de o aroma que desprendia das panelas ter sido bem convidativo.

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Todos os caminhos de Surquillo levam ao mercado…

P1130408Açougue arrumadinho na periferia do mercado.

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Os pratos da barraquinha dessa esquina me pareceram bem apetitosos. Aromáticos, estavam. Serviço confortável com bancos e balcão.

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Lojas para serem olhadas em detalhes. Garanto que eu encontraria algo diferente e que me seria muito  útil na cozinha. Voltarei lá. Pode ter certeza.
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Quando resolvemos pegar um taxi para retornar a Miraflores, nos deparamos com esse jovem tricotando. Cliquei a foto apostando em sua indiferença, mas não foi nada disso. Ele estava mais ligado que minha máquina fotográfica e não nos poupou de alguns soles. Muito justo; justíssimo. Clique à parte, seus trabalhos são maravilhosos! O olho cresceu, mas me contive.

Adorei Surquillo. Foi indicação da brasileira Camila que trabalhava na recepção do Hotel Ariosto. Valeu, Camilaaa! Beijocas e caloroso abraço.

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Moderadora: Rosa Cristal

 

 

IK em LIMA, PERU – Muito Além Do Que Você Possa Imaginar.


IMAGEM DESTACADA: Arte Culinária Peruana – Satisfação Em Todos os Sentidos.

 IK!

Há muito o que dizer em se tratando de um dos melhores restaurantes de Lima, mas nem sei por onde começar.
Reservamos dois lugares para jantar e partimos IK. Chegamos cedo, o restaurante ainda estava fechado. Aguardamos por alguns minutos e logo a seguir fomos convidados a entrar.

O ambiente é exótico: plantas adequadas para ambientes pouco iluminados cercam o salão, fixadas nas paredes por nichos iluminados. No ar, sons de canto de pássaros e cuinchar de macacos nos dão a sensação de estar em uma floresta. Continuar lendo IK em LIMA, PERU – Muito Além Do Que Você Possa Imaginar.

França. Provence – Lourmarin


IMAGEM DESTACADA: trepadeira que encontramos em local público.

COMO CHEGAR

Lourmarin foi nossa última parada nO dia 04.6.2013. Como você vê no mapa, a cidade fica bem próxima de Aix-en-Provence, onde fincamos bandeira. O acesso é pela D943 entre Apt e Cadenet.  Ideal para você visitá-la em um dia em que queira ficar mais tranquilo, sem ter que acordar muito cedo.

É pequena – pouco mais de mil habitantes – e, como as demais cidades provençais, cheia de charme. Tamanho não é documento, nos diz o velho ditado, e Lourmarin o comprova.

O CASTELO

Foi recuperado e mobiliado em 1921 pelo industrial Robert Laurent-Vilbert. É composto por duas partes: o antigo, construído no Século XV em estilo mais defensivo e o mais novo, construído no século seguinte no estilo Renascentista.

Os escritores Albert Camus e Henri Bosco (romancista) repousam na cidade. Camus, prêmio Nobel de Literatura fez da cidade sua última morada. Bosco encontrou no Luberon e em Lourmarin suas principais fontes de inspiração.

No século XIV Lourmarin foi desertada por conta de saques e da peste. Os Vaudois, vindos dos Alpes, repopularizaram a cidade.

O QUE FAZER NA CIDADE:

Como atração eu diria para você passar na igreja e/ou visitar o castelo. Ah! E a feira que é montada todas as sextas-feiras pela manhã, imperdível como todas, mesmo sendo pequena.

O Castelo Renascentista, também conhecido por Villa Médicis de Provence, é palco para diversos tipos de atrações – jazz, rock’n roll, exposições, concertos de músicas clássicas e conferências, principalmente no Verão.  É propriedade da Academia de Belas Artes e Letras de Aix-en-Provence, que o ocupou com uma Fundação para artistas e aí organiza manifestações culturais.

Quanto à sugestão “passar na igreja” tenho a lhe dizer o seguinte caso não seja católico: – encare-o como um monumento histórico e aprecie sua arquitetura. Fui criada no catolicismo e adoro sinagogas e todos os ensinamentos judaicos. Nada interfere em crenças a não ser a insegurança.

No mais, caminhe pelas ruas estreitas e sinuosas. Observe tudo com a mesma curiosidade de quem vê o mar pela primeira vez.
Escolha um Café e relaxe por alguns instantes nesse cenário. Caso sua dieta não seja tão radical, acompanhe o café com um bonito pedaço de torta. Conheça os sabores da Provence!, é sua oportunidade. Visite as lojinhas de souvenires e se encante com centenas de artigos, cada uma mais interessante que o outro.

 

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Fonte com três máscaras. Honestamente, esse vômito de musgos não me agradou.

Após a fonte das três caras tome a orientação turística à direita. De lá aprecie a bela vista de um templo protestante construído pelos Vaudois no final do século XIX.

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Caminhe muito pela cidade. Por mais que queira e que tenha personalidade forte, não se perderá em Lourmarin.

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Fonte de algumas informações: Revista Provence nº 60 de Jun/Jul/Ago de 2014.

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Moderadora: Rosa Cristal

França. Provence – Gordes.


IMAGEM DESTACADA: Gordes, vista da estrada de acesso à cidade.

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COMO CHEGAR: Não sendo de automóvel você poderá contar com uma linha de ônibus, o 22, que sai de Avignon em direção a Gordes. Há opção de sair de Avignon e viajar até Cavaillon em TGV e de lá prosseguir de ônibus. O tempo de viagem ultrapassa duas horas, enquanto que de carro você vai em 40 minutos.

Saindo de AIX-EN-PROVENCE há um ônibus que sai de hora em hora para Cavaillon. De lá há duas linhas que partem para Gordes: a linha 15.3 – Transdev South East , 5 vezes ao dia, e a CG-84, apenas 3 vezes ao dia! Como GORDES está pertinho de Cavaillon (são apenas 18 km), um taxi seria uma opção.
Continuar lendo França. Provence – Gordes.

FRANÇA, Provence – Oppède-le-Vieux


FOTO EM DESTAQUE: Igreja de N. S. d’ALIDON 

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O passeio de 8 horas traçado por Anaté Merger para este dia você vê no mapa – Aix-en-Provence; Oppède-le-Vieux; Coustellet; Gordes e Lourmarin. Comecemos por Aix e Oppède-le-Vieux.

Conforme já citei em outras postagens, Aix foi nosso QG na Provence. Permanecemos na cidade por 12 noites em 2013 em belo apartamento na parte antiga da cidade, alugado por intermédio de Anaté, brasileira radicada em Aix. Continuar lendo FRANÇA, Provence – Oppède-le-Vieux

EXPERIÊNCIAS EM VIAGENS.