HOLANDA . AMSTERDAM . CHEESE E MORE – VOCÊ JÁ COMEU QUEIJO AROMATIZADO COM LAVANDAS?


IMAGEM DESTACADA – Prateleira no Interior da Loja.

Inevitavelmente, quando se fala em Holanda, a imagem que vem à mente é de móóóiiita água, gado pastando, leite e queijos. São fantásticos!
A loja em questão fica em frente ao Bloemenmarket e faz o maior sucesso.
Provas estão à disposição dos pretensos compradores que se deliciam com os nacos dos queijos, mas quase sempre saem da loja sem comprar absolutamente nada porque os preços são muito mais salgados que os queijos.

Há queijos de diversos sabores distribuídos em vários tipos de embalagens.


O queijo escuro que se vê à esquerda nesta foto, é saborizado com alfazema. Não tive curiosidade para experimentá-lo. Na Provence caí na bobagem de pagar por um sorvete de lavanda e me arrependi; era tão perfumado quanto os sabonetes, as loções e tudo o mais que fabricam para perfumar. Valeu pela experiência.


Há muitos queijos incrementados com ervas e trufas. Estes sim, eram saborosos.

Mas a queijaria não se limitou à venda de queijos; a Cheese & More, como o próprio nome já diz, vende chocolates incrementados com amêndoas, avelãs, pistache e mais algumas delícias que só em olhar água a boca.
Vendem também os famosos stroopwafels – enjoativos por serem doces demais para meu gosto -, a receita de biscoitos mais antiga da Holanda. E por falar em biscoitos, a variedade também é grande.

A loja é uma festa de cores e sabores, além de muito atraente. Recomendo sem moderação.

As melhores histórias são encontradas entre as páginas de um passaporte…

CONTATO:

 

HOLANDA . AMSTERDAM . BY POPULAR DEMAND (Demanda Popular) . Onde Comprar Objetos Originais.


IMAGEM DESTACADA – Parcial do Interior da Loja.

Sem me delongar: trata-se de uma loja muito boa para compras. Objetos diferenciados estão à disposição do comprador nas várias prateleiras, sem proibições. O bisbilhoteiro pode dispor das peças a fim de analisá-las criteriosamente, sem problemas.

O endereço está ali em cima no mapa. E para que tenha idéia da variedade, seguem algumas fotos.
Passei por lá duas vezes; a vontade de trazer algumas coisas foi grande, mas me contive. Ficará para a próxima.

Tudo ressalta aos olhos, mas um objeto em especial chamou-me mais atenção: uma pequena máquina fotográfica.
A marca era totalmente desconhecida para mim: Lomo – as iniciais de Leningradskoye Optiko Mechanichesckoye Obyedinenie (União de Óptica Mecânica de Leningrado).

Daí, passados alguns dias de nossa chegada ao Brasil, ao passar as fotos da loja BPD para o computador, lembrei-me do nome da máquina e pesquisei o seguinte: trata-se de uma tentativa de introduzir no mercado u’a máquina de foco único tal qual aquela que aqui no Brasil era conhecida como Kodak Rio 400 – não é só o primeiro soutien que a gente não esquece; a primeira máquina fotográfica também não.

O assunto é tão sério, que já existe uma Sociedade Lomográfica Internacional!
O objetivo é libertar-se de “técnicas” e clicar o que o você vê –  simples como piscar de olhos.
O Brasil já entrou nesse time, mas confesso que nem desconfiava do que se tratava.

Essa história é fora de série e começou em 1982. Caso queira saber mais a respeito do assunto, basta clicar aqui.
Achei interessantíssimo o objetivo do proprietário da fábrica: a criação de imagens sem preocupações com foco, iluminação, enquadramento… Daí me lembrei do seguinte: tenho u’a máquina que filma até 20 (ou seria 30? Já nem sei mais) metros de profundidade. A pequena não é Carmem Miranda, mas é notável. Acontece que para saber tudo o que a danada é capaz de fazer, eu teria que, literalmente, estudá-la! Daí, istepô, desisti. Li o manual do princípio ao fim, mas não é possível memorizar aquele livreto porque é muita coisa. Acabei ficando naquele basicão mesmo…, e tá muito bom. É isso aí!…

“As pessoas não fazem as viagens; as viagens fazem as pessoas.” -John Steinbeck.

CONTATO:

 

HOLANDA . AMSTERDAM . BLOEMENMARKT – O Mercado Flutuante de Flores . Onde Comprar Lembranças da Holanda.


IMAGEM DESTACADA – Parcial do Interior da Loja.

COMO CHEGAR
Levando em consideração que estávamos hospedados no Singel Hotel e o mercado de flores fica próximo, obviamente, optamos pela viação canelinha – as pernas.
Caminhamos lentamente até encontrarmos o mercado, localizado à beira do Singel Canal. Não demoramos mais que meia hora.

DE QUALQUER PARTE 
de Amsterdam o turista encontrará todo o tipo de condução para chegar a seu destino.

O QUE COMPRAR
Há uma infinidade de artigos holandeses para o turista comprar como lembrança – chaveiros, canecas, ímãs de geladeira, sementes em geral -, além de bulbos de tulipas e outros tipos de plantas tais como algumas que são bem conhecidas no Brasil:  lança e espada de São Jorge, cactos, costela de Adão, zamioculca e outras tantas.
A bem da verdade, não achei lá essas coisas o mercado de flores; o forte do Bloemenmarkt são as lembranças da Holanda, e esses artigos encontramos por toda a cidade. Mas, como está indicado como atração de Amsterdam, lá fomos nós.
Agora, maravilhosas, são as lojas que estão justamente em frente ao mercado de flores: as de venda de queijos, por exemplo, oferecem amostras fartas de seus produtos, e uma outra, especializada em artigos natalinos, é sensacional (motivo para outra postagem).

Miniaturas em louças das casas holandesas e ímãs de geladeira encontramos fartamente em cada balsa dessas.



Claro, não poderiam faltar os tamancos e as tulipas artificiais.


E como as drogas são liberadas, encontra-se até maconha enlatada, papéis para enrolar os cigarros que são consumidos em Cafés determinados – os “pontos” de encontro para quem gosta do babado.


 Cactus também encontramos de tudo que é jeito. Até em tamanho gigante, como nunca havia visto.


Alguns objetos decorativos me remeteram ao nordeste brasileiro. Vai saber!…

Quanto às flores… foi decepcionante. Levando-se em consideração o tipo de comércio anunciado, achamos a oferta bem raquítica.
Vale pelo que disse acima: o entorno é rico em comércio e o turista poderá bisbilhotar bastante.

” Viajar primeiro te deixa sem palavras. Depois te transforma num contador de histórias.” – Ibn Battuta.

CONTATO:

FRANÇA . PROVENCE . SAULT . HOTEL LE SIGNORET – O Relato Das Agressões Físicas Sofridas Por Uma Brasileira Pelo Proprietário Deste Hotel . Você Precisa Saber!


IMAGEM DESTACADA – Vista Parcial da Cidade.

Sault está situada no Departamento de Vaucluse,  região administrativa da Provença-Alpes-Costa Azul.
Lá você poderá conhecer o Museu da Lavanda, interessantíssimo, e ainda adquirir produtos derivados da flor mais famosa do Sul da França no Chateau du Bois.

Minha postagem foi publicada em 10/9/2015. Quatro anos após, justo no dia 10/9/2019, uma brasileira foi vítima das agressões de um animal no Hotel Le Signoret.

A imagem tranquila e bela que se vê na IMAGEM DESTACADA nada tem a ver com a estupidez, agressividade, truculência e deboche com que a brasileira Kátia D. foi tratada no hotel em que reservou por intermédio do Booking.com.

ATENÇÃO!
Ao ler o comentário de Kátia fiquei estarrecida. Não sei o que faria em uma situação dessas…
A título de alerta fui autorizada pela própria brasileira a publicar seu relato. Na verdade, um desabafo em que narra com requinte de detalhes a agressão física que sofreu nesta cidade.

O DESABAFO

“Bom dia!
Estive em Sault no início desse mês, especificamente no dia 10 de setembro. Infelizmente não foi possível ver os campos de lavanda floridos pois elas já haviam sido colhidas. Mas mesmo assim a cidade é encantadora! É um vilarejo que parece ter saído dos contos de fadas! Tão pequeno e tão acolhedor! E com uma vista deslumbrante (mesmo sem as florzinhas…). E o dia da feira de produtos típicos!!! É de enlouquecer de tantas cores, frutas, queijos, vinhos e MUITAS coisas feitas com lavanda, inclusive artesanato… uma delícia! Agora em setembro a feira foi na quarta-feira mas não sei se muda ao longo do ano. Adoramos! Mas infelizmente tivemos um problema muito sério e gostaria de registrar aqui para evitar que outros turistas passem pela experiência horrível que passamos.

Já havíamos passado por Sault em uma viagem anterior, mas esse ano queríamos passar pelo menos uma noite lá para aproveitar ainda mais.
Como é uma cidade muito pequena mesmo havia pouquíssimas opções de hotel e sabíamos que não haveria nada muito luxuoso. Acabamos optando pelo hotel Le Signoret pois era em cima de um restaurante onde já tínhamos almoçado e sabíamos que era bem no centro da cidade.
A diária do hotel já foi cobrada do cartão no ato da reserva 3 meses antes da viagem, mas tudo bem pois isso estava descrito no Booking. Achei estranho pois logo depois recebi uma mensagem do hotel dizendo que eles já precisavam saber meu horário de chegada, de saída, se ia tomar café da manhã no hotel e se ia usar estacionamento.
Informaram que a Recepção do hotel funcionava das 16:00 às 19:00. Valores descritos: Chegada antes das 16:00 – 20 Euros, Check out após às 11:00 – 40:00 Euros, Estacionamento – 40,00 Euros por dia e café da manhã – 20,00 Euros por pessoa. Gente!! Era um hotel super simples e a diária custava 50 Euros! E como eu já havia passado por lá eu já sabia que a cidade possui uns bolsões de estacionamento onde você pode estacionar GRATUITAMENTE, sem risco nenhum pois a cidade é muito segura! Enfim, chegamos no hotel na data marcada, um pouco antes para aproveitar a cidade. Às 16:00 fomos para o hotel fazer o check in, esperamos até 16:30, ninguém chegou, porta trancada e luzes apagadas. Ligamos diversas vezes para os telefones de emergência que constavam num cartaz na porta mas ninguém atendeu.
Fui até o Office de Turisme e perguntei se ela podia me ajudar mas ela disse que com esse hotel ela não tinha nenhum contato pois eles davam muito problema. E me deu um panfleto contendo os outros hotéis da cidade caso tivesse problema com esse. Preciso dizer que saí de lá bem preocupada…
Passou um carro de polícia e eu chamei, perguntei se eles podiam me ajudar pois tinha uma reserva para aquela noite já paga, já era por volta das 17:00 e o hotel estava fechado.
O policial foi comigo lá e ligou para o telefone de emergência. A pessoa atendeu, disse a ele que já tinha me passado um e-mail com a senha da porta e dizendo onde estava a chave do meu quarto, o que era mentira, esse e-mail chegou bem depois que o policial foi embora.
Entramos, fomos para o quarto, que era HORRÍVEL! Precário!! Só faltava ter beliches, o resto era um terror, tinha até cheiro de mofo! Quando escutei que alguém chegou na Recepção, que já era por volta das 17:30, fui até lá.
Fui tratada com deboche, ironia e desrespeito. Falei que queria meu dinheiro de volta e que não ficaria naquele lugar. Ela se recusou a me devolver meus 50 euros já pagos e eu perguntei: e os 20 euros que você deve me pagar? porque se eu chegasse antecipada ou atrasada eu teria que pagar, você chegou quase duas horas atrasada. Ela gargalhou e disse que isso só valia para turistas e não para o hotel. Enfim, pegamos nossas malas e fomos embora de lá.
O gerente ficou na porta GRITANDO para irmos embora logo pois não éramos bem vindos lá. Acredito que essa reação tenha sido porque pedi ajuda para a polícia.
Fui para o hotel Le Relais, indicado pelo Office de Turisme. Uma gracinha de hotel! Fui muito bem recebida! O quarto era simples mas muito aconchegante, espaçoso e o chuveiro delicioso! Finalmente pudemos descansar e passamos muito bem a noite. E no dia seguinte era a feira! Sensacional, passeamos por tudo e paramos em cada barraca. Quando nos demos conta estávamos em frente ao restaurante do hotel Le Signoret, aquele que praticamente nos expulsou.
O dono estava colocando as mesas na calçada para o almoço. Fui até ele e perguntei se era ele que tinha gritado conosco no dia anterior, pois não me lembrava da fisionomia dele e ele disse que era ele mesmo.
Então eu disse que ele jamais poderia tratar um turista como havia nos tratado pois quando um turista reserva um hotel não espera somente uma cama, mas ser recebido com gentileza, receber informações da cidade, enfim, ser acolhido, afinal estava pagando por isso.
Ele disse que o hotel era dele e ele agia como queria. Eu o chamei de desonesto. ELE ME PEGOU PELO BRAÇO, BEM FORTE, ME ARRASTOU PELA CALÇADA E ME JOGOU NA RUA!! O feirante veio me ajudar a levantar. QUANDO OLHEI PARA TRÁS ELE TINHA ENTRADO NO RESTAURANTE, SAIU SEGURANDO UM BALDE E ME DEU UM BANHO DE ÁGUA SUJA!!!! ME ENSOPOU DA CABEÇA AOS PÉS! Meu cabelo ficou ensopado pingando água suja! Posso garantir que foi uma das piores experiências que passei na vida durante alguma viagem!
Reclamei no Office de Turisme, que tentou chamar a polícia, que fica numa cidade próxima mas a viatura tinha saído e voltaria só mais tarde.
Infelizmente não pude esperar para registrar queixa pois tinha reserva de hotel em outra cidade que também tinha horário apertado para o check in e precisei ir embora,
De qualquer forma a atendente do Office foi muito atenciosa, lamentou muito o ocorrido, pediu desculpas em nome da cidade e me pediu para mandar um e-mail bem detalhado pois ela ia encaminhar ao Prefeito pois todos os dias ela recebia reclamações de agressões verbais daquele hotel, mas aquela foi a primeira agressão física e isso passava todos os limites.
Continuei minha viagem, passei por Valensole, Moustier St, Marrie, Cassis e Nice. Mas preciso dizer que a exaustão emocional que essa agressão me causou estragou todo o restante da viagem, cada vez que me lembrava daquele homem enorme me arrastando sem saber o que ia acontecer comigo eu começava a chorar. Foi realmente assustador. Enviei meu relato como avaliação do hotel pelo Booking.com mas eles me retornaram dizendo que não podiam publicar pois não estava de acordo com a regras deles, as quais jamais me passaram quais eram.
O TripAdvisor publicou. Outra dica: não confie nas avaliações do Booking.com pois eles não publicam as negativas.
De agora em diante sempre vou verificar as avaliações de um hotel pelo Trip Advisor, jamais pelo Booking.com.

Peço desculpas pelo tamanho do relato mas realmente não desejo que ninguém passe pelo que passei, e num lugar tão lindo, mas onde jamais voltarei…”

Ao ler a respeito da lastimável passagem de Kátia por Sault, imediatamente lhe enviei mensagem a fim de me solidarizar com sua decepção, tristeza, mágoa… enfim, com esse misto de sentimentos dolorosos que, inevitavelmente, lhe deixaram marcas.

Em recente mensagem de 11/10/19, Kátia escreveu-me o seguinte:

“Oi, Marilia!
Obrigada pelo seu retorno!
Nossa, foi realmente uma situação que eu nunca imaginaria passar! Foi horrível!
Você acredita que eu ainda estou tendo sequelas? Foi uma descarga tão forte de adrenalina que semana passada comecei a ter uma crise repentina de labirintite. Conversei com o meu médico e ele disse que com certeza foi do forte stress que passei e o organismo está colocando para fora.
Obrigada pelo seu retorno e empatia com a situação. Fique à vontade em publicar onde puder. Achei muito frustrante o Booking.com não publicar. Agora não confio mais nas avaliações deles, vou checar sempre no Trip Advisor: eles publicaram.
Obrigada por me ajudar a divulgar!
Um abraço,

Katia D.


N.B. : Sou eu quem lhe agradece pela oportunidade de propagar um fato que servirá de alerta para quem viajar para Sault, bem como chamar atenção para que não se detenham em apenas uma fonte de opiniões – neste caso, o site de busca de hotéis.
É preciso pesquisar também em sites especializados em reclamações.

BRASIL . MINAS GERAIS . USINA HIDRELÉTRICA DE FURNAS


IMAGEM DESTACADA – Lago de Furnas.

COMO CHEGAR, PARTINDO DE CAPITÓLIO

UM POUCO DE HISTÓRIA
A construção da usina transcorreu às custa de muito sofrimento. Para início de conversa,  desapropriou cerca de 35 mil pessoas; algumas relutaram em deixar seu patrimônio e por conta disso foram arrancadas de suas terras com o “auxílio” das Forças Armadas…
Novas cidades com o nome de Guapé e São José da Barra foram construídas pela empresa porque ficaram totalmente submersa.
Ao todo foram 34 municípios atingidos pela abrangência daquele que hoje é conhecido como o Mar de Minas (ocupa área de 1.440 km² quando atinge seu nível máximo de operação), gerador de turismo (Canyons de Capitólio), de novos investimentos em moradias – condomínios de luxo tais como o Escarpas do Lago -, aumento dos meios de transporte e lazer (barcos e demais veículos náuticos), e responsável por novas criações na arte culinária: peixes criados em cativeiro (o lago não dispõe de alimento natural para a criação ampla de peixes).
Foi considerada na época de sua construção a maior obra da América Latina. Profissionais estrangeiros foram contratados e equipamentos especializados foram importados.
A usina gerou emprego para aproximadamente 4.000 pessoas.




A Pedra de São Tomé que está em toda parte…

“Vá ver o mundo. Ao vivo, é mais fantástico que qualquer sonho.” – fuiserviajante.com

CONTATO:

 

HOLANDA . AMSTERDAM . EL JOSELITO . Café e Tapas. Cardápio Variadíssimo. Muito Bom!


IMAGEM DESTACADA – Fachada do Joselito.

Foi onde entramos para almoçar em nosso primeiro dia em Amsterdam.
O Café / Bistrô estava muito movimentado, mas havia uma mesa ao lado da janela, um lugarzinho bem simpático.

O cardápio é tão variado, que acaba dificultando a escolha.
Começamos pelos bolinhos de cogumelos que, não imaginávamos, chegaram em porção caprichada. São muito saborosos. Gostamos tanto, que repetimos a dose em outros restaurantes só para comparar e todos foram muito bons.

O cardápio oferece muitas opções a preços convidativos. As porções são aparentemente pequenas e por isso podem enganá-lo perfeitamente.


A salada de aspargos com ovos cozidos, tomates, alface etc custou-nos €6,75. O outro prato penso tratar-se de um Montadito (marinado) de Carne pelo qual pagamos €8,50.

O ambiente é festivo. Atendimento atento e simpático de todos. Houve uma noite em que só havia uma mesa próxima à porta e só não saímos por conta do frio impiedoso que fazia.
O restaurante era vizinho ao hotel; bater perna naquela altura do campeonato, para encontrar outro lugar para comer… Um olhou para a cara do outro e optamos por ficar por ali mesmo.
Tava muito difícil ficar naquela mesa porque, todas as vezes que a porta era aberta o vento gelado nos dava um tapa.
Aconteceu que vagou u’a mesa e o proprietário nem pestanejou: aproximou-se e convidou-nos para trocar de mesa, o que aceitamos de imediato e agradecemos muito – quase que com aplausos.


À noite o Café/Bistrô fica mais chamativo devido à iluminação. Há um certo exagero, mas faz parte. A gente acostuma. E como não comemos paredes, fica tudo certo.



Houve uma noite em que estávamos com muita fome e pedimos três pratos. Foi demais, reconhecemos, mas não deixamos sobra.

O prato acima foi uma Tortilha de Batatas com Presunto e o Arroz à Valenciana (abaixo) não chegou a €7,00.

Inevitavelmente passávamos duas vezes por dia pela porta do Joselito e sempre o víamos cheio. Nesse momento, não sei para aonde íamos, que o encontramos fechado – instante raro que mereceu minha atenção e foto.
NB: Só aceitam cartão da bandeira VISA ou €uros.
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: De 2ª à Domingos de 11.00 h às 23.00 h.
Recomendamos sem restrições.

CONTATO:

BRASIL . MINAS GERAIS . CAPITÓLIO . Onde Comprar No Centro E Nas Cercanias da Cidade.


IMAGEM DESTACADA – Beira de Estrada Nas Cercanias de Capitólio. Destaque para o Ipê Amarelo.

1 – CENTRO DE CAPITÓLIO,
nossa primeira parada.
Foi-nos dado uma hora e apenas alguns minutos para visitarmos a cidade – tempo muito curto para darmos uma olhada no comércio, visitarmos a Igreja, tomarmos um cafezinho. Continuar lendo BRASIL . MINAS GERAIS . CAPITÓLIO . Onde Comprar No Centro E Nas Cercanias da Cidade.

BRASIL . MINAS GERAIS . SÃO ROQUE DE MINAS . SÃO JOSÉ DO BARREIRO – Cachoeira Casca D’Anta: A Maior Queda D’Água do Rio São Francisco.


IMAGEM DESTACADA – Serra da Canastra.

Eu havia perguntado ao guia se para chegar até à cachoeira andava-se muito e se o terreno era acidentado. Expliquei os motivos de minha preocupação: aos 73 anos de idade Continuar lendo BRASIL . MINAS GERAIS . SÃO ROQUE DE MINAS . SÃO JOSÉ DO BARREIRO – Cachoeira Casca D’Anta: A Maior Queda D’Água do Rio São Francisco.

HOLANDA . AMSTERDAM . ALBERT CUYPMARKET . Uma FEIRA Espetacular Onde Você Encontra “De Um Tudo”.


IMAGEM DESTACADA: O óbvio…

A-DO-RO! feiras de bairro e frequentei-as assiduamente enquanto eram montadas perto da rua onde morava.
Quando me vi no portal da Van Woustraat, imediatamente pensei: meu Paraíso holandês é aqui! São 700 m de puro encantamento para quem gosta do babado.
Gostar de feiras livres é uma vocação; uma doença. Tá no DNA, sei lá; só sei que não tem cura. Não sabia prá onde olhar e cheguei até a bolar uma técnica para não perder nada: ir até à Ferdinand Bolstraat por um lado e voltar ao portal pelo outro. Não funcionou e acabei fazendo um zig-zag danado.
Peguei a indicação no blog do brasileiro Daniel Duclos e lá fomos nós.
Diria tratar-se não de uma Torre, mas de uma Feira de Babel. 
Por ter-se transformado em atração turística, inevitável ouvirmos vários idiomas e a diversidade de ofertas.

QUANDO IR e COMO CHEGAR AO BAIRRO DE PIJP (pronuncia-se Péi)
Desde 1912 que a feira funciona de Segunda à Sábado no horário de 9.30 h às 17.00. Esse horário poderá variar em função de condições climáticas, principalmente no Inverno.

Fomos até à Stationsplein (Praça da Central Station) e de lá tomamos um tram (o bonde).
São várias linhas que passam pela feira: a 16 e a 24 deixam-no na porta. As linhas 5, 3 e 12 passam nas proximidades. Como pagar, em que porta entrar, o que fazer para descer, abrir porta e outros etecéteras, veja aqui. É bem fácil.

Daí, para não me delongar, veja nas fotos quantas opções você encontra na feira. E vo-te dizê uma côza, istepô: não percorremos a feira toda. São 300 barracas! Naquele zig-zag paramos para comer um super hamburguer e de lá mesmo voltamos para comer a sobremesa nessa barraca da esquerda de quem entra na feira.


Logo que transpusemos o portal, à esquerda, vimos essa barraca. Ai, meus deuses! Ao ver os waffles recheados de chocolate, a boca encheu d’água. Onde comi a sobremesa? Lá mesmo. Um waffle feito na hora, quentinho, com calda de chocolate. 


O divino-espetacular waffle quentinho.


São diversas barracas de roupas. A maioria com estampas e/ou cortes muito interessantes.


Encontrar relógios nesse tipo de comércio é até normal. Agora, a quantidade de pulseiras…, nunca vi igual. 


E os queijos? E-os-quei-jos???


Malas, mochilas, carteiras, porta isso, porta aquilo…


As campainhas para bicicletas são lindíssimas! Deu vontade de trazer uma mesmo não tendo bicicleta.


O sortimento de frutas secas dessa barraca é espantoso. Até castanhas do Pará encontramos, e a bom preço!


Nessa barraca entrei em êxtase. Por pouco meu fiel escudeiro não chamou o segurança prá me tirar dali. Vi azeitonas de variados tons de verde, cada um mais lindo que o outro. Ui! E as azeitonas pretas? Dê uma olhada na foto e veja a variedade “de tons”. A boca aguou do princípio ao fim. Que falta faz um frigobar no quarto do hotel. Caramba!


Camarões em conserva! Loucura total…


E as pastas, as trouxinhas de folha de uva, os ovos de codorna temperados? E o aroma de todas essas delícias, só me provocando?
Para quem adora comer como eu, a vontade é de carregar tudo prá casa.
Não sei se fui salva pela falta de frigobar no quarto do hotel ou não. Agora, tivesse esse conforto, com absoluta certeza eu teria feito um rombo no cartão de crédito.

Flores, sabonetes, pasta de dentes, shampoo, talco…


Perucas coloridas, produtos especiais para cabelo, apliques de diversas cores, e até mechados.Móveis? Também tem. Tem meia, tem tamancos – nada a ver com esses dois, mas também tem panela, tapetes.


Aparadores originais com aproveitamento de bicicletas.

Roupas de cama e mesa; bolsas (abaixo) com modelos inusitados. Gostei da carteira coruja, mas resisti bravamente e não a comprei.


Quem diz que trata-se de uma bolsa?


Achei interessante o discretíssimo pingente da gargantilha. Abaixo, tecidos com estamparias originais e bem alegres.

Outros artigos que nos chamaram atenção foram esses: cuecas com estamparia de folha de maconha – muito comum na Holanda -, e acessórios femininos prá lá de sexy.
A estamparia “canabis” (ou “marijuana”) também se encontra em roupas e acessórios masculinos e femininos impressa em várias cores.


Artigos para decoração…

Encontramos uma barraca vendendo mangas a €0,99 cada.
E eu que pensei que só aqui no Brasil é que existisse essa história insuportável de colocarem preços com esses 0,99 centavos…

Peixes de diversas espécies – frescos ou defumados – também são vendidos na feira. Camarão, por exemplo, havia de tudo que é tamanho, tipo e qualidade, com ou sem casca. Preços de meio quilo variando bastante: €8,90, €12,50, €17,50.
O polvo espanhol, a €24,00 o quilo. Patas de caranguejo a €10,00 o quilo (com aquele cascão e tudo), e ovas a €20,00 o quilo.

Para almoçar paramos em uma hamburgueria também sugerida pelo Daniel Duclos: a Butcher.

O espaço é pequeno, está escondidinho atrás de algumas barracas, mas não tivemos problemas para encontrar nem a Casa e nem mesa disponível.

Para meu gosto, a carne dos hambúrgueres poderia estar temperada, mas não é assim que funciona. Nem sal tem. O tempero está à disposição do freguês – o lado positivo da situação.

Há diversos tipos de pães para acompanhar o hamburguer.  O pão árabe ficou ótimo no sanduíche que pedi; pelo menos, não tive necessidade de ficar paqueirando o sanduíche para estudar a melhor maneira para dar a primeira mordida.
Todas as opções do cardápio são bem servidas.

Havia dois jovens trabalhando na Casa: um rapaz, que montava os hambúrgueres, e uma moça que os grelhava.
Justo quando a jovem se retirou para o interior da Burguer, o jovem perguntou-nos de que país éramos; quando pronunciamos “Brasil”, ele nos disse que sua companheira de trabalho era brasileira e logo a chamou em alto e bom som.
Batemos um papo rápido, mais gostoso que o próprio hamburger.
Ela já havia morado em Amsterdam, voltou ao Brasil onde permaneceu algum tempo, mas optou por retornar à Amsterdam para ficar definitivamente.
Peguntei-lhe como era viver naquela cidade e a resposta veio com um largo sorriso no rosto.  “Não saberia mais viver em outro país”, nos disse. Segundo ela, com o alto salário! que recebe para tostar os hambúrgueres, ela vive tranquilamente: paga aluguel!, contas públicas, veste-se, diverte-se, e ainda sobra dinheiro.
Aconselhou-nos a não ficarmos em hotel, e, caso voltássemos à Amsterdam em outra ocasião, que alugássemos um apartamento por temporada. – É bem mais barato que ficar em hotel. Segundo afirmou, está feliz; muito feliz.



Meu fiel escudeiro, ao ver esta saboneteira, não pestanejou e comprou-a. Ficou uma graça na bancada do banheiro.

A feira é fantástica, não resta a menor dúvida. Na próxima ida à Amsterdam quero percorrer toda a feira. Mas, não em zig-zag.


CONTATO:

BRASIL . MINAS GERAIS . CAPITÓLIO . Fim de Tarde No MORRO do CHAPÉU, Sem PHOTOSHOP!


IMAGEM DESTACADA – Morro do Chapéu com as cores que a Natureza lhe deu.

Neste 15/8/2019 o dia nos prometia belíssimas surpresas, mas não imaginávamos que vivenciaríamos momentos fantásticos e emocionantes em comunhão com a natureza.
Prá começar ingressamos em um opcional – um passeio pela Trilha dos Vikingsexecutado pelo próprio hotel em que estávamos hospedados, o Hotel Engenho da Serra, e encerramos o dia assistindo a mais um belíssimo fim de tarde de determinado ponto do Morro do Chapéu, um dos paredões que protegem o hotel.
Rafael  Leonel  e  Carlos S. (Carlito) foram as pessoas de boa vontade, simpáticas, receptivas, e que se desdobraram em gentilezas, que nos conduziram até ao ponto de vista.
De todos os passageiros, só quatro optaram pelo privilégio de assistir a esse espetáculo que a natureza tratou de colorir em tons excessivamente fortes.

As duas fotos seguintes são de autoria de Maria Betânia, uma das passageiras.



Autoria da foto: Maria Betânia.

Nada mais a dizer, a não ser agradecer ao Deus em que acredito por mais esses momentos lindos, e aos nossos amabilíssimos anfitriões.

Valeu, Carlito! Valeu, Rafael!
A vocês, nosso agradecimento penhorado.

Três coisas não podem ser escondidas por muito tempo: o sol, a lua e a verdade.” Buda

CONTATO

Experiências em Viagens/ Dicas

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