BRASIL. RIO DE JANEIRO, RJ. PETRÓPOLIS. Natal Imperial – Para Quem Não Conhece O Natal Luz de Gramado…


IMAGEM DESTACADA: Rua da Imperatriz.

Vi a chamada para o Natal Imperial na internet e pensei de imediato que não precisaria mais viajar para o Sul para assistir àquele espetáculo natalino surreal, que a cada ano atrai mais público e o surpreende com apresentações cada vez mais belas – o Natal de Gramado. Fiquei curiosa e subimos a serra logo no primeiro dia da programação, que incluía a inauguração da iluminação da cidade dentre outras “atrações”.
QUE DECEPÇÃO!!!

Para quem não tem idéia do que seja o Natal Luz de Gramado acredito que gostará, principalmente as crianças. Mas, para quem já assistiu às festividades natalinas na serra gaúcha algumas vezes, a decepção é certa.
Cobriram todas as árvores do Centro de Petrópolis com micro lâmpadas, iluminaram o Rio Piabanha (ou Quitandinha?) e foi o que valeu.

Da catedral esperava-se iluminação mais exuberante e não essa, como a de uma vela que parece se apagar.

A ENCENAÇÃO
que antecipou a iluminação da cidade foi de uma pobreza de dar dó, a começar pelo que chamaram de palco – um caixote tombado e mal feito. Desculpem, mas não posso deixar passar.

A RUA 16 de MARÇO,
bem próxima do tal caixote, também foi enfeitada com micro lâmpadas e algumas pequenas esculturas que espalharam nas calçadas.

Por se tratar de uma das ruas de grande movimento do Centro da cidade, e a organização do Natal Imperial não ter atentado para locais mais adequados para receberem as alegorias natalinas, algumas  ficam inconvenientemente próximas à coletores de lixo!
Na foto abaixo, observe o painel do boneco de neve colocado em frente à portaria do edifício: acabou ficando tão mal colocado, que impede a aproximação de qualquer interessado para clicar uma foto.

Alguns prédios notáveis ganharam iluminação especial tal qual o Palácio Amarelo, que abriga atualmente a sede da Câmara Municipal de Petrópolis. Iluminação capenga, diga-se de passagem.

O PALÁCIO de CRISTAL
anunciou algumas apresentações, teve a grama enfeitada com uma bengala aqui… outra acolá…, e seu entorno foi transformado em uma praça de alimentação com direito a mesas e cadeiras.

Para comer, havia “de um tudo”… Ofertas variadas a preços bem convidativos.

Uma das barraquinhas chamou-me bastante atenção pelos pratos de origem alemã oferecidos; pensei em experimentar um deles, mas a falta de apetite naquele momento me impediu.

Para quem aprecia o babado, trata-se de uma baita refeição.

Não faltou a chamada para o Pão de Alho, a R$5,00, a Salsicha a R$6,00 e os doces portugueses, os meus preferidos, de acordo com a tabela abaixo.
Ai, meu Diabetes Mellitus!… Literalmente, uma doença que é o diabo! Diabo, não; diabetes.

A PRAÇA DA LIBERDADE
também recebeu iluminação semelhante à de seu entorno e só.

Alguns hotéis, como o Casablanca, entraram no clima e fizeram sua parte.

Petrópolis tem potencial para apresentar belos Natais – espaços não faltam. Trata-se de uma questão de tempo, investimento e criatividade.
Por enquanto…, Natal Luz continua sendo o de Gramado.

 

 

 

 

BRASIL. RIO DE JANEIRO, RJ. Petrópolis. Hotel Casablanca Imperial: Bom e Bem Localizado


IMAGEM EM DESTAQUE: Fachada do Hotel decorada para o Natal Imperial.

O hotel está localizado no Centro de Petrópolis e ao lado do Museu Imperial! Quer mais? Lá vai: pertinho da Catedral São Pedro de Alcântara, da Rua Dezesseis de Março, do Palácio Rio Negro, da famosa Rua Tereza – onde se encontra farto comércio a preços convidativos -, enfim, o hóspede estará cercado por comércio de todos os tipos – Bancos, restaurantes, galerias de comércio variado, atrações turísticas… – e ainda a um pulo de Correias (15 km) e Itaipava (pouco mais de 20 km).

O HOTEL
ocupou duas casas antigas que, apesar de muito bem conservadas, manteve algumas heranças inconvenientes que podem, a meu ver, ser contornadas.

A janela que se vê à esquerda pertence ao quarto 17 que nos foi destinado. Excelente.

Uma dessas heranças, por exemplo, é o piso do charmoso restaurante – em tábuas corridas – que vibra a cada passo de quem circula no salão.
É extremamente irritante sentir sua mesa e cadeira trepidando tempo integral.
No primeiro dia nem tomei meu sacro-santo café como de costume – em paz. Não foi possível. Eu estava era ansiosa para sair de lá.
No salão contíguo duas crianças gritavam histérica e ininterruptamente sem que os pais tomassem conhecimento – não estavam aí e nem iam chegando.

A jovem que se vê na foto é funcionária antiga do hotel – foi quem me permitiu fotografar o ambiente sem movimento.
Educadíssima, simpática, receptiva, de boa vontade, enfim… uma das jóias que o hotel deve preservar, ao contrário do pessoal da recepção que dificilmente atende o telefone – outro ponto negativo.

Peça fantástica no salão do restaurante. É daquelas que você logo imagina em um lugar de destaque em sua casa.

Na manhã seguinte fomos direto para o salão anexo, onde fica a maior parte do buffet e o piso não vibra. Lá você não tem a menor preocupação se suas torradas vão tremer nos pratos como se estivessem sob efeito de algum terremoto, e nem seu suco (ou café ou chá ou outro líquido que escolha) não fará ondinhas dentro da xícara.

O CAFÉ DA MANHÃ
é variado, farto e são servidos em ambientes espaçosos e muito bem decorados. Procure ficar no anexo por razões já comentadas.
Pelo salão principal, o mais bonito, mas o que sofre de Doença de Parkinson, acessa-se uma varanda.
O elevador está disponível somente a partir do primeiro andar; ou seja, você tem que subir um lance de escada que só em olhar você pensa logo no equipamento que terá que usar para escalar cada degrau.

Outro problema que não conseguiram contornar diz respeito à acústica.
Uma hóspede comentou conosco que não conseguiu dormir uma noite inteira devido a um casal que discutiu até ao amanhecer no quarto ao lado do seu. Pense nisso… Felizmente nos ofereceram o 17, que fica nos fundos, em um anexo: amplo, colchão king size, escrivaninha, frigobar municiado com sucos, refrigerantes e água, TV, banheiro amplo e… sossego. Muito sossego.

Esta sala de estar acabou fazendo também o papel de hall de distribuição para os quartos…

…acessíveis pela porta da esquerda que você vê na foto abaixo. Melhor, impossível. À direita, alcança-se o 17 e ainda outro quarto.

PELA ORDEM:
Entrada lateral (e principal) de uma das casas do hotel.

O HALL
À esquerda está a entrada para o Casablanca Bistrô onde todas as manhãs é servido o café.

Porta de acesso ao restaurante.
À direita: o corredor onde estão alguns quartos, o elevador e, ao fundo, o estar que serve de hall de distribuição para mais quartos – incluindo o 17.

O CASABLANCA BISTRÔ
está aberto apenas de 5ª à sábado. É prá ninguém botar defeito: comida saborosa, pratos bem apresentados e bem servidos.

Conforme dito acima, funciona no mesmo aposento onde é servido o café da manhã, mas ganha ares mais requintados à noite por conta da iluminação à meia-luz.
Menu pautado em pratos da culinária francesa. Capacidade para 60 pessoas.

O nhoque não faz parte do prato apresentado na foto. Mas, como meu fiel escudeiro elogiou muito o nhoque que lhe foi servido, fiz questão de experimentá-lo. Verdade seja dita, desmanchava na boca – delicioso…

O PRÉDIO PRINCIPAL
é onde fica a administração do hotel, cujo atendimento via telefone, repito, deixou a desejar – demoram séculos para atender.
A espera pelo atendimento foi tanta, que liguei para os outros dois hotéis da rede para saber se o telefone fixo estava com defeito. Responderam-me que a demora é de praxe e que são useiros e vezeiros em não se importarem quando o telefone toca. “Lá é assim mesmo” foi o que me informou um funcionário de outro hotel da rede. São pormenores como esses que fazem a diferença e que levo bastante em conta.

Não me informei se há elevador neste prédio, não procurei visitar nenhuma acomodação e também não sei se pessoas com dificuldade de locomoção têm como se integrar aos ambientes.

Há prós e contras bem definidos no hotel e por esse motivo não voltarei. A não ser… para jantar.

 

 

BRASIL. RIO DE JANEIRO, RJ. Petrópolis – O Glamour do Hotel Quitandinha.


IMAGEM DESTACADA: O teatro do hotel/palácio onde se nota influência italiana na arquitetura.


Endereço: Avenida Joaquim Rolla, 2 – Quitandinha, RJ, 25651-072.
Telefone:  (24) 2245-2020.

Viajar em companhia de  Alex Brando – arquiteto, professor de arquitetura, agente de viagens e guia – é um grande aprendizado, Continuar lendo BRASIL. RIO DE JANEIRO, RJ. Petrópolis – O Glamour do Hotel Quitandinha.

BRASIL. RIO DE JANEIRO, RJ. O Divino Bistrô du Cuisinier, em Ipanema.


IMAGEM DESTACADA: As divinas sobremesas do menu surpresa.

Era domingo e queríamos almoçar em um bom restaurante que ainda não conhecêssemos.
Procurei na internet pelos melhores do Rio e lá estava o Le Bistrô du Cuisinier.  Continuar lendo BRASIL. RIO DE JANEIRO, RJ. O Divino Bistrô du Cuisinier, em Ipanema.

BRASIL. CEARÁ. Fortaleza: 50 Sabores – Uma Sorveteria Prá Ninguém Botar Defeito.


IMAGEM DESTACADA: Interior da 50 Sabores.

Não acreditei quando vi no Google Earth o lugar onde a Sorveteria 50 Sabores se instalou. Não acredita? Dê uma olhada nesta foto:

Aquela sorveteria de aparência simples – se bem me lembro também era na Praia de Mucuripe, mas lá para os lados do Mercado dos Peixes -, mudou. Mudou prá melhor e agora é superelegante. Ficou chique. Muuuiiito chique.
Foi em 2010 que lá estivemos e nos deparamos com uma parede que era puro nome de sorvete. Minha sobrinha, que não quis de dar ao trabalho de ler o painel, foi logo dizendo: – Ah!.. Me vê qualquer coisa. Acontece que havia um sabor chamado Qualquer Coisa e foi nessa jangada que ela embarcou surpresa.
Agora, oito anos depois, mais uma vez nos surpreendemos com a 50 Sabores, que continua primando pela qualidade e sabor dos sorvetes. Pelas fotos abaixo você saberá o porquê. Ah! E antes que me esqueça: fomos recebidos por senhores muito simpáticos, gentilíssimos, e elegantemente trajados em terno e gravata! impecáveis.
Estes senhores nos conduziram por todos os ambientes, explicando-nos o porquê da criação de cada um deles.

O belíssimo lustre chama atenção de quem passa a distância, na rua.

Os sabores dos sorvetes são anunciados em quadros presos na coluna e nas próprias vitrines.

Há sorvetes sem glúten, diet e ainda sem lactose. Há de se ter muita personalidade para experimentar apenas um! sabor.
Nesta parte da sorveteria, mesas e cadeiras confortáveis foram colocadas junto à parede de vidro. Neste ambiente o cliente poderá desfrutar da paisagem enquanto saboreia seu sorvete – muito bem servido, por sinal.

Ao fundo, em frente ao lustre, está a porta principal e o acesso à cafeteria e aos ambientes mais intimistas, incluindo uma sala decorada com quadros a óleo e uma estante onde vários livros se destacam – idéia sensacional!

Funcionários simpáticos e muito educados foram escolhidos criteriosamente pela administração – tratamento vip para todos que chegam.

Decoração refinada à disposição de quem deseja bater um papo em ambiente tranquilo.

Sofisticação no lavabos e na sala à disposição de familiares.

A decoração do corredor dos banheiros não é menos elegante que a dos demais ambientes.

No banheiro masculino o destaque é a foto do inesquecível Elvis Presley, cujas roupas e cortes de cabelo sempre chamaram atenção e influenciaram a rapaziada da época.
Lembro-me perfeitamente dos jovens que se vestiam à “moda Elvis”. Mas não parava por aí – muitos rapazes tornaram-se bons guitarristas, influenciados pelo artista.  Aliás, tudo que se referia à vida do cantor foi acompanhado por seus fãs.
Nesta foto antiga, Elvis usa um penteado super moderno para a época. Quem diria que nestas mesmas ondas, os jovens de hoje estariam surfando? Basta prestarmos atenção nas cabeças das duplas sertanejas: topetes não faltam.

O banheiro feminino é indicado pela sensualíssima, graciosa, icônica e também inesquecível Marilyn Monroe – um dos maiores símbolos sexuais do século XX. Em 1959 estrelou um dos filmes mais famosos de Holywood: Quanto Mais Quente Melhor, em companhia de Tony Curtis e Jack Lemmon. Sou sua fã incondicional – saudosa Marilyn…

Em meu modesto entender esta sorveteria é atração da cidade. Há muitas lojas espalhadas por Fortaleza, mas essa é especial. Aprecie-a sem moderação!


“Sabe aquele pote de feijão que você achou que era sorvete? O amor é mais ou menos isso”. (Soulstripper)


BRASIL. CEARÁ. Fortaleza – Onde Comprar Artesanatos de Qualidade.


IMAGEM DESTACADA: Fachada do Centro do Turismo de Fortaleza.

Em Fortaleza há duas localidades que chamam atenção para quem gosta de artesanatos de qualidade a preços convidativos: o antigo presídio e museu – atual Centro de Turismo de Fortaleza que só começou a funcionar em 31/3/1973 -, e o Mercado Central.
Este ano começamos nossas andanças pelo Centro De Turismo De Fortaleza, localizado na rua Senador Pompeu, 350, no Centro da cidade, que abriga a Emcetur.

UM POUCO de HISTÓRIA
A antiga prisão de estilo neoclássico ocupa um quarteirão composto pelas ruas Senador Pompeu, João Moreira, General Sampaio – antigamente chamada Rua da Cadeia – e Senador Jaguaribe.
Este era o endereço de um presídio cuja construção teve início em 1850 (só terminou em 1866), e que há 45 anos abriga uma loja de artesanato em cada cela.
Essa prisão começou a ser desativada em 1967, mas os detentos só foram transferidos para o IPPS (Instituto Penal Paulo Sarasate), na BR-116, em setembro de 1969.
O motivo da transferência do presídio deveu-se ao crescimento populacional em seu entorno…
Banheiros foram adaptados para cadeirantes, e um elevador está à disposição para quem tem mobilidade reduzida.

Horário de Funcionamento:
De 2ª a 6ª: De 8.00 h às 18.00 h.
Sábados: De 8.00 h às 17.00 h.
Domingos: De 8.00 às 12.00 h.
O estacionamento é amplo e gratuito aos sábados.


COMPRAS
Seguramente, para você fazer suas compras, a Emcetur trata-se de um local beeemmm mais tranquilo, espaçoso, bonito e organizado que o Mercado Central – muito maior, mas, em compensação, vive com os estreitos corredores lotados, boxes pequenos, barulho…É muito confuso para meu gosto. Já foi tranquilo, mas agora desanima. O movimento começa fora do mercado, pelo número de ambulantes. São muitos.

Centro de Turismo de Fortaleza.

Deixamos a EMCETUR e fomos caminhando até ao Mercado Central – é pertinho. Passamos pelo Passeio Público (Praça dos Mártires, abaixo) e logo chegamos ao nosso objetivo.

Quase ao lado do mercado está a Catedral de Fortaleza. Não chegamos a conhecê-la.

HISTÓRIA
Sua construção é anterior ao da prisão – data de 1809. Neste local, em um prédio de madeira, funcionou um mercado de carnes, verduras e frutas até 1814, quando foi demolido para dar lugar à Cozinha do Povonova denominação do antigo mercado, que passou a oferecer produtos artesanais a partir de 1931.
Várias reformas sofreu o prédio, sendo que, em 1975, passou a ocupar a área de 1.200 m². Mas, não parou por aí.
Risco de incêndio foi o motivo pelo qual o mercado mudou de endereço e passou a funcionar onde e do jeito como o conhecemos.
O prédio de 5 andares que abriga 559 boxes, foi inaugurado em janeiro de 1998 e ocupa quase 10.000 m² (exatos 9.9.690,75 m²) de área construída.
Rampas de elevadores são os meios de acesso a todos os andares

A calçada em frente ao Mercado Central fica lotada de ambulantes.

Aspectos do interior do Mercado Central, especializado em artesanatos cearenses.

Peças finas em rendas artesanais ou bordadas, objetos em palha, puro algodão, peças em barro ou em pedra sabão, roupas de um modo geral, inclusive moda praia, artigos de couro ou madeira, enfim, há de “um tudo” no movimentado mercado.
No subsolo e no térreo há locais onde tomar sorvetes, sucos, e ainda fazer lanche ou almoçar.

Esta área, o Centro de Fortaleza, conta com diversas atrações turísticas. Além das citadas, há ainda o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura e o Museu do Ceará.


“Os grandes navegadores devem sua reputação aos temporais e tempestades.” EPICURO


BRASIL. CEARÁ. Fortaleza: Armazém dos Sabores – Imperdível!


IMAGEM DESTACADA: Visão parcial do Armazém dos Sabores.

Fomos ao armazém 3 vezes. A recepção simpática e acolhedora das proprietárias e dos funcionários nos cativou de imediato.
Quando vimos a variedade do self-service e o conteúdo das vitrines, mais encantados ficamos com o Armazém.

Também, pudera! Vejam a variedade de pães, torradinhas, biscoitos doces e salgados, bolos de diversos sabores, tortas, roscas, rocambole… Tudo no buffet é fresco e elaborado com esmero.

Essa mesa água a boca só em olhá-la. Nos rechauds fumegavam sopas, arroz, feijão, carnes e outras delícias, bem aquecidos graças ao calor de resistências infalíveis. Era tanta comida que não sabíamos por onde começar.

O divinal Armazém dos Sabores ainda oferece um mini mercado com uma variedade incrível de biscoitinhos, sucos, geléias, doces, iogurtes, refrigerantes, águas minerais, frutas secas e oleaginosas, leites, frios, farinhas prá viagem.

Biscoitos de ingredientes naturais, adoçantes, molhos, azeites, cereais e sorvetes. Até livros estão à disposição dos clientes.

O Armazém dos Sabores bate um bolão! Recomendo sem restrições.

" Se ao escalar uma montanha na direção de uma estrela, o viajante se deixa absorver demasiado pelos problemas da escalada, arrisca-se a esquecer qual é a estrela que o guia." (Antoine de Saint-Exupéry)

 

BRASIL. CEARÁ. FORTALEZA: Mercado dos Peixes de Mucuripe.


IMAGEM DESTACADA: Praia do Mucuripe.

O Mercado dos Peixes, revitalizado em 2013, foi inaugurado na década de 60 com o objetivo de centralizar a venda de pescados e frutos do mar, a fim de evitar que esse tipo de comércio fosse praticado nas vias públicas.

Em uma das paredes do mercado, uma bela homenagem ao valente pescador Tatá.
Mercadorias sem preço, o que me leva a crer que a cobrança leva em conta a cara do freguês.

O lugar é bastante aprazível. Mas o cheiro…

É nesse trecho da Praia do Mucuripe, que comerciantes e moradores adquirem seu pescado fresco. O início das vendas começa em torno de 5 da manhã e segue até às 17.00 horas.
Após esse horário, barracas e cadeiras são armadas nos fundos do mercado (na beira da praia), a fim de atender os desejosos de comer o pescado de sua escolha frito na hora.
O interessado percorre o mercado, escolhe o que pretende comer, paga e leva para um dos boxes que trabalha somente com o preparo e fritura de seu pescado.
Desculpem-me, mas… quando vi a cor do óleo em que mergulham as frituras, mô-quirido… Óleo pronto para o descarte. Sem contar o cheiro de gordura que paira no ar e o impregna da cabeça aos pés.
Essa atividade funciona até as 22.00 horas. E mais: os preços praticados são tidos como convidativos, mas não foi isso que vi.


“Um dia é preciso parar de sonhar e, de algum modo, partir.”(Amyr Klink)


 

ARGENTINA – JARDIM JAPONÊS, BUENOS AIRES (BOSQUES DE PALERMO)- Parte II


IMAGEM DESTACADA: Portal do Jardim.

Em abril de 2017 montei uma postagem bem explicadinha a respeito do Jardim Japonês (parte I)– uma das atrações do Parque 3 de Febrero, mais conhecido como Bosque de Palermo. Continuar lendo ARGENTINA – JARDIM JAPONÊS, BUENOS AIRES (BOSQUES DE PALERMO)- Parte II

BRASIL. CEARÁ, CE – ROTA DAS EMOÇÕES – 10º DIA: Onde Não Se Hospedar em Fortaleza.


IMAGEM DESTACADA: A FACHADA ENGANADORA – instalações que deviam ser condenadas! pela Saúde Pública.

NOSSO ROTEIRO
10º Dia na Rota: De Jericoacoara a Fortaleza.

Na saída da Vila tivemos a sorte de passar por um ninho de caburés. Como era de se esperar, os filhotes estavam devidamente protegidos pela melhor das sentinelas: a mãe. Cena mais fofa na qual nos demoramos por alguns segundos. Foi uma bela despedida de Jeri.

Em Fortaleza, Paulo (Off-Road Jeri ) nos deixou na porta de um dos piores hotéis (?) por onde já passei na vida.
Nem vou me estender em considerações, porque as fotos mostram fielmente o estado repugnante do quarto bem melhor do que qualquer argumento.
No primeiro apartamento que nos foi designado, a única coisa que se aproveitava era a vista:

A fachada engana. E muito! Recepção e corredores estão em condições habitáveis e é só.

Porém, os quartos…
A primeira surpresa: o quit de banho em cima da cama, com preço!

O primeiro quarto que nos destinaram era um horror! A madeira podre que servia de porta do banheiro estava quebrada e por isso não fechava.
Solicitamos outro quarto e nos ofereceram esse que você vê nas fotos, no primeiro andar. Não soubemos dizer qual o pior.


Neste, a janela tinha a fechadura quebrada, o ar condicionado quebrado e sem o controle! Todas as vezes que a vítima desta pocilga quisesse alterar a temperatura, tinha que chamar alguém da recepção para levar o controle até seu quarto nojento.

Nem a imagem da TV presta!

Paredes imundas, quebradas e com infiltrações.


Lixeira sem tampa… Vaso sanitário com acabamento de plástico flexível, vagabundo demais, estava sem um parafuso de ajuste.

REJUNTES IMUNDOS!
BANHEIRO NOJENTO!


Portas e alisares podres!


Quem pode confiar em uma tomada dessas?


Nada no frigobar, a não ser a água que compramos.


Café da manhã bom – total contraste com o deplorável estado de conservação dos quartos e banheiros. Foi o que escapou além da vista do primeiro quarto que nos destinaram.

Para encerrar o alerta, observem o horário de encerramento da diária: 11.59 horas. Só pode ser piada!!! Passou desse limite, istepô, vai pagar outra diária.

Isto significa, mô-quirido, que antes de você entrar neste quarto repugnante, acerte seu relógio. Caso contrário…, amargará o valor de outra diária.

O acabamento da caixa d’água que chamam de piscina.
Decomposição do que anunciam como “hotel”.
Como o elevador demora séculos para fechar a porta, daí, para o veículo não ser importunado, a solução foi retirar o botão acelerador de fechamento de portas.

NOTA: Os hóspedes sobreviventes a tanta insalubridade é que deveriam ser indenizados pelo Samburá Praia, por terem sido expostos a ambientes excessivamente contaminados por fungos e bactérias.

Onde estão os ÓRGÃOS OFICIAIS do TURISMO, que admitem uma biboca patógena como essa a funcionar como hotel?

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Experiências em Viagens/ Dicas

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