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HOLANDA . AMSTERDAM . ADAM LOOKOUT . Visão 360º Da Cidade.


IMAGEM DESTACADA: A torre principal, onde estão os super balanços que ultrapassam o guarda-corpo do prédio.

Chegamos à Amsterdam por trem e arrastamos mala até ao Canal Singel, onde ficamos hospedados no Singel Hotel.
Mesmo nesse curto percurso em que apertamos o passo devido ao frio intenso, não ficamos indiferentes ao edifício que se destaca do outro lado do Rio IJ, repleto de surpresas. Continuar lendo HOLANDA . AMSTERDAM . ADAM LOOKOUT . Visão 360º Da Cidade.

HOLANDA. AMSTERDAM . Restaurante 1e Klas – Arte, História e Sabor.


IMAGEM DESTACADA: Interior do Restaurante.

ENDEREÇO
Plataforma 2 B da Centraal Station.
Acesso: Escada rolante, no Hall Principal da Estação, caso você chegue a pé. Não sendo assim, você poderá chegar até de barco.
Metrô, ônibus e tram (bonde) são os meios de transporte mais comuns. Clique aqui e saiba mais.

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Imagem migrada do site https://restaurant1eklas.nl/es.

HORÁRIO de FUNCIONAMENTO:
Dias normais: De segunda a domingo de 9.30 às 23.00.

Dias especiais:
– Na véspera de Natal aberto até às 18:00
– Fechado no dia de Natal (25 de dezembro)
– Na véspera de Ano Novo até às 18:00 (31 de dezembro)
– Fechado Dia do Rei (27 de dezembro abril)

O restaurante é belíssimo e dispõe de outros ambientes igualmente glamourosos, que poderão ser ocupados com eventos públicos ou privados com capacidade para até 200 pessoas.

UM POUCO DE HISTÓRIA
Foi construído entre 1881 e 1889 por um gênio da arquitetura chamado Petrus Josephus Hubertus Cuypers (Pierre), natural da cidade de Roermond.

A sala onde os passageiros da primeira classe aguardavam o trem, chamada Four Seasons, só era acessível a pessoas que adquiriam esse tipo de bilhete; era muito especial, e apenas 40 pessoas, no máximo, poderiam ocupá-la.
Esta sala continua com a mesma capacidade de ocupação e está à disposição para grupos que queiram se reunir para comemorações, tratar de negócios, seminários, cursos e outros.

Pelo fato de tratar-se de um restaurante que atende pessoas de várias nacionalidades, o cardápio foi preparado com diversos tipos de pratos.
Além dessas opções, caso alguém queira saborear algum prato especial, basta avisar o responsável pelo restaurante, com antecedência, a fim de que o chef tenha condições de adquirir algum ingrediente especial de que não disponha.

E mais: os garçons são treinados para trabalhar rapidamente. Sabe por que? Foi levado em conta que alguns clientes não podem se demorar no restaurante devido ao embarque…

OBS: Clientes podem entrar com malas.

Foto antiga no cardápio. Observemos que o ambiente continua fiel ao da época de sua inauguração, em 1881.

Havíamos acabado de desembarcar na plataforma B, quando me lembrei do 1e Klas e decidimos tomar um café.
Logo na entrada, a surpresa. Nunca poderia imaginar que, do outro lado daquelas portas relativamente simples, fosse me deparar com tanta beleza.
Descrevê-lo é possível, mas seria muito difícil… Melhor mesmo foi comer um pedaço de torta de maçã (tão maravilhosa e irreparável quanto o ambiente), acompanhado por café – motivo que encontramos para apreciarmos o ambiente com tempo de sobra.
Recomendamos sem restrição.

 

 

 

HOLANDA. AMSTERDAM . Amigo – Restaurante Argentino Excelente.


IMAGEM DESTACADA: Vitrine do Restaurante.

COMO CHEGAR
De frente da Centraal Station partem os bondes número 13 e 17. Ambos passam pela Rozengracht. 

De mapa em mãos, saímos atrás de um restaurante especializado em culinária holandesa, o Moeders, para almoçar.
Este restaurante é muito bem conceituado, e por isso é indicado na internet por vários blogues e pessoas que compartilham suas experiências em viagens. Ficamos curiosos e lá fomos nós.
Acontece que o restaurante não abre para almoço… e agora? O jeito foi embarcar na “Viação Canelinha” (nossas pernas), as preferidas, e procurar algo que nos parecesse simpático.
Não muito longe dali, na mesma rua Rozengracht, no número 5, passamos pela porta do Amigo Argentijns Restaurant. Gostamos. Entrar, não entrar, por que não entrar? Entramos. E adoramos!

Fomos muitíssimo bem atendidos por um jovem que me ofereceu a oportunidade de praticar meu portunhol fluente, o que foi ótimo, porque fizemos nossos pedidos sem problemas – ponto das carnes, bebidas, sobremesas… – e ainda batemos um pequeno papo.
Amsterdam é rica em restaurantes argentinos! Com isso quero dizer que os apreciadores de uma boa carne podem relaxar porque encontrarão trocentos deles na cidade. E você não precisará bater com a cara na porta de restaurante nenhum para encontrar outro que o agrade.
Ah! E quase ia me esquecendo: as carnes que você pedir, virão para sua mesa fumegantes e com uma grelha sobre brasas. Confira.

Os copos são muito bonitos. O relevo lembra os traços delicados da época do movimento art-nouveau (1890 e 1910).


O suco de maçã ressaltou os desenhos do copo. Gostei do efeito e por isso o fotografei visto de cima.

Os talheres estavam gastos, feios, porém limpos. Mas, o que importou mesmo foi a marca: Tramontina, istepô!


Ambiente decorado com aconchego. Atendimento simpático e educado. Gostamos imensamente. 


Sobremesas igualmente caprichadas e saborosas. O almoço foi muito além do que esperávamos.

Carnes servidas no ponto desejado, para serem apreciadas sem moderação. Recomendamos.

 

 

HOLANDA. AMSTERDAM . Deslocamento Fácil Pela Cidade. Veio a Pé ou Veio de Trem?


IMAGEM DESTACADA: Centraal Station, clicada na parte central do edifício.

Sabemos que o principal meio de transporte do holandês é a bicicleta e optei por começar por aí.
Estatística de 2015 apontava Amsterdam com população aproximada de 821.752 habitantes. Outra estatística, desta vez efetuada pelo Dr. Vagner Landi, informa que há 880 mil bicicletas circulando contra 4 vezes menos o número de automóveis. Continuar lendo HOLANDA. AMSTERDAM . Deslocamento Fácil Pela Cidade. Veio a Pé ou Veio de Trem?

HOLANDA. AMSTERDAM. CASA BRASIL PORTUGAL: Tudo Para a Sua Feijoada!


IMAGEM DESTACADA: Fachada do mercado.

COMO CHEGAR:
Como estávamos hospedados em hotel próximo à Centraal Station, o Singel Hotel, quando não usávamos a viação canelinha – nossas pernas -, íamos de bonde até onde fosse mais próximo de nosso alvo e depois continuávamos a pé. E foi assim que fizemos para chegar à Kinkerstraat, onde no número 28 pulsa um coração do Brasil ao lado de outro de Portugal. Continuar lendo HOLANDA. AMSTERDAM. CASA BRASIL PORTUGAL: Tudo Para a Sua Feijoada!

HOLANDA. AMSTERDAM. Singel Hotel – Recomendável, Mas Com Mínimas Restrições.


IMAGEM DESTACADA: Uma das Pontes Que Atravessa o Canal Singel.

Conforme já escrevi em postagem anterior, desde 2013 que partimos do Nordeste para a Europa. Motivo: encurtamos a viagem em 3 horas!
Viajamos do Rio para Recife ou Fortaleza. e de lá tomamos rumo para a Europa no dia seguinte. Nossa preferência como ponto de partida é Fortaleza.

O tempo de voo anunciado no site da KLM era bem mais que 9 horas de viagem. Quando o comandante anunciou que nosso tempo de voo seria de 8.30 h – gratíssima surpresa que me deixou mais feliz que urubu no lixo -, fiquei certa de que o Nordeste “É” o melhor ponto de partida para o exterior.

Desembarcamos no Aeroporto Schiphol, em Amsterdam,  já com as passagens de trem para a Estação Centraal em mãos, adquiridas aqui no Rio com bastante antecedência.

SCHIPHOL/CENTRAAL
Cobrir esse percurso em trem é bom para quem não se importa com essa “modalidade” de stress. Até poucos anos não dava a menor pelota. Agora, fico toda empelotada (com trocadilho e tudo) só em pensar nesses 15 minutinhos de viagem.
Os trens respeitam rigorosamente os horários de chegada e partida e isso significa que você tem que estar dentro do vagão na hora em que o chefe da estação apitar para o trem partir.
E você, normalmente, não consegue (e nem deve tentar) subir no vagão enquanto os passageiros estiverem descendo. Não há espaço para vai-e-vem, normalmente, em portas de trem.
Há quem desça essas estreitas escadas com malas que parecem armários;  bengalas, andadores, cadeiras de rodas, carruagens de bebês, enfim…cada um viaja com os apetrechos necessários às suas necessidades e isso tem que ser respeitado, bem como ficar atento ao apito do chefe da estação.
É uma confusão que estressa muitos passageiros que estão na plataforma esperando uma brecha para embarcar com malas que parecem armários, bengalas, andadores etc…etc… Daí, moquiridu, o taxi, sem a menor dúvida, é o melhor meio de transporte nesses casos, principalmente para os jovens acima de 70 anos.
O que fizemos na saída de Amsterdam? Deixamos de lado os bilhetes Centraal Station/Schiphol comprados aqui no Rio e solicitamos os serviços de taxi de uma brasileira: a Carol, do Andantes na Holanda.
Apesar da viagem curta, valeu demais nos proporcionarmos esse conforto até ao aeroporto, bem como a conversa que tivemos com a Carol a respeito de Amsterdam – oportunidade de nos inteirarmos um pouco a respeito das obras que no momento tomam conta da cidade onde a brasileira reside há 10 anos.

Fazia muitos anos que não ia a Amsterdam. Ao descer na Centraal fiquei surpresa com o  movimento de pedestres e de bicicletas, obviamente.
Era a primeira vez de meu fiel escudeiro na cidade e os primeiros momentos foram impactantes para ele, principalmente quando viu o estacionamento das magrelas à direita de quem sai da Centraal. Sentiu na própria pele que teria que ficar atento não só com as bikes, mas com patinetes e patins elétricos, ônibus, trens, ciclomotores, e o que mais encontrasse pela frente.

E foi justamente para esse lado do canal que arrastamos nossas malas para chegar ao Singel Hotel, caminhando contra um vento frigidíssimo de Primavera – 5º (cinco graus) -, a temperatura que o celular marcava ao meio dia!
Como só poderíamos entrar no quarto a partir das 14.00 h, deixamos nossas bagagens em lugar apropriado na recepção e saímos para almoçar. Não fomos longe porque o frio era demais! E quando comentamos que havíamos embarcado horas antes em Fortaleza, aí mesmo é que o frio aumentava.
Almoçamos no Joselito – escreverei a respeito mais tarde – e voltamos rapidinho para o hotel, onde permaneceríamos por 16 dias.

O OBJETIVO DA VIAGEM
era visitar Keukenhof (clicar aqui ), incentivada pela amiga Angela Loreto que o havia visitado em 2017 e gostou imensamente.

A LOCALIZAÇÃO DO HOTEL
é excelente! Fica de frente para o Canal Singel, o que já vale pelo visual e pela facilidade de se chegar a lugares interessantíssimos a pé.

Localizado logo após a igreja.

Está próximo à Centraal Station – a principal estação ferroviária da cidade, em frente da qual estão os pontos de partida de vários bondes (trams). Lá você poderá pegar Metrô e, nos fundos da Centraal, está a balsa que atravessa o RIO IJ, gratuitamente.
No segundo piso – acessível por escadas comuns, rolantes, e elevador -, ficam os pontos de ônibus que o levam a diversos destinos – Zaansen Schans é um exemplo.
Da frente do Ibis Hotel, localizado ao lado da Centraal, partem barcos turísticos panorâmicos que funcionam também à noite, com menor movimento.


São empresas diferentes e vivem lotadas. Vimos filas incrivelmente longas em ambos os lados da ponte, em horários próximos ao meio-dia.

A área onde está o Singel Hotel está próxima de muitas novidades: é cercada por bons restaurantes, lojas de lembranças, supermercados, sex-shops e lojas especializadas em acessórios e “matéria prima” para usuários de certas substâncias “antidepressivas e vitaminadas”.

 SINGEL HOTEL – ACOMODAÇÕES

Houve um dia em que vi um dos funcionários do hotel arrumar esse quarto de frente (foto acima e abaixo).  Pedi-lhe licença, entrei e o fotografei. Veja bem: fotografei o quarto!
A vista maravilhosa para o canal talvez compensasse o tamanho do cômodo, bem menor ao que reservaram para nós, nos fundos.Uma vantagem desse quarto estava no banheiro: cortina no box, enquanto que em nosso 306 – super espaçoso e tranquilo -, as  duas desvantagens estavam igualmente no banheiro: apenas um vidro muito estreito separava o chuveiro (de cano curtíssimo) da pia, a ponto de meu fiel escudeiro, o primeiro a usá-lo, rir muito ao sair do banheiro. Segundo ele, foi a primeira vez que tomou banho encostado na parede!… Era bem isso.
O outro ponto negativo foi o piso escorregadio do box e a falta de alça de segurança – previsíveis problemas para hóspedes e hotel.

Box do apartamento da frente, no 3º andar.
Box do quarto 306, sem cortina, mas com um vidro totalmente inútil separando pia e área do chuveiro.

Pendurado na parede do box do quarto 306, um rodo semelhante ao da foto acima era usado por mim e meu fiel escudeiro todas as vezes que terminávamos nosso banho – esse problema, sim, foi bem inconveniente.
Tínhamos receio de escorregar no próprio box e na água que molhava a metade! do chão do banheiro. Não havia outro jeito: tínhamos que nos abaixar e usar o pequeno rodo até enxugar toda a água. Isso foi bastante desconfortável para nós, dois idosos (72 e 79 anos).
Nossos chinelos e o tapete eram retirados dessa área a fim de que não molhassem. Por mais que ficássemos colados à parede, os respingos molhavam bastante o piso do banheiro.

No mais, havia lugar junto ao espelho para colocarmos nossos apetrechos com folga.
Toalhas (4) eram trocadas diariamente; não faltava papel sanitário, o secador funcionou satisfatoriamente, e a iluminação era muito boa. Chuveiro com boa queda d’água, e duas saboneteiras grandes foram presas na parede: uma acima da pia, e outra próxima aos controles do chuveiro.

No quarto 306 o colchão é largo e há dois travesseiros para cada hóspede. Colchão e travesseiros muito confortáveis.
Mesas de cabeceira de excelente tamanho, com gavetas, e vários tipos de iluminação são controlados da cabeceira da cama.

Na bancada há telefone, máquina de café, sachés de chás, cápsulas de café, xícaras e copos. Duas cadeiras, uma pequena poltrona completam a decoração. Cofre e um pequeno ventilador estavam no armário aberto. Abat-jour, aquecimento de ambiente e maleiro dobrável. Cabides na parede.

Hall dos elevadores – bem iluminado e decorado com bom gosto e originalidade.

O hotel  é limpo e bem arrumado. Decoração original com fotos de Amsterdam em todos os ambientes: quartos, halls de elevadores e espaço onde é servido o café-da-manhã.

No ESPAÇO DO CAFÉ DA MANHÃ
o ambiente prima pelo aconchego e conforto.
Opções diferenciadas para o hóspede ocupar após servir-se de farto e delicioso café da manhã não faltam: sofás e poltronas estão à disposição, bem como u’a mesa longa com capacidade para 12 pessoas se acomodarem em cadeiras altas. U’a mesa de modelo convencional com 6 cadeiras não foi esquecida (à esquerda, na foto acima).

O CAFÉ da MANHÃ
é farto e variado: pães de diversos tipos, biscoitos, manteiga com e sem sal, geléias, frios, queijos, iogurte, salada de frutas, frutas inteiras, sucos, leite frio e cereais variados. Salada de tomate e pepino. Torradeira.

Ovos cozidos, quentes, omeletes e linguiça frita. Água quente. Forno de microondas. Doces variados de-li-ci-o-sos.

Mel, chás diversos, adoçantes e açúcar cristal.

Em nicho separado ficam os sucos, água gelada, xícaras e copos. A máquina serve chocolate quente, café cappuccino, café expresso, leite macchiato, leite comum, água fervente, e mais duas modalidades de café das quais não me recordo.

Na recepção há sucos de diversos sabores, água mineral com e sem gás, refrigerantes, vinhos, biscoitos, chips de batata, cervejas, achocolatados e muitas outras coisas, incluindo guardas-chuvas por motivos óbvios.
Ah! Quase ia me esquecendo: em vitrine especial, que não fotografei, várias lembranças da Holanda e Amsterdam: ímãs de geladeira, saleiros, xícaras para cafezinho, objetos decorativos diversos em louça, bem como as tradicionais casas holandesas pintadas em azul e branco cujo conteúdo é a famosa bebida Jenever – resultante da destilação de cereais, especiarias e de um fruto chamado zimbro, semelhante ao mirtilo (Zimbros lembra-me a praia de mesmo nome em Bombinhas, Santa Catarina).

“Viagem e Fotografia: uma mistura homogênea que causa “felicidade”! CONSUMA SEM MODERAÇÃO…” – Joze de Goes

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