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ARGENTINA, AR – EL CALAFATE: Glaciares Gourmet – Toda Atenção Ao Roteiro É Pouca!


FOTO em DESTAQUE: Iceberg no Lago Argentino.

Em setembro de 2017 fui atraída por um roteiro em El Calafate que vi no site da empresa  Continuar lendo ARGENTINA, AR – EL CALAFATE: Glaciares Gourmet – Toda Atenção Ao Roteiro É Pouca!

ARGENTINA, AR: El Calafate – Aviso Aos Navegantes. Literalmente!


FOTO em DESTAQUE: Glaciar Spegazzini.

AVISO AOS NAVEGANTES!

1- PARA QUEM PARTE DE EL CALAFATE:
Sabemos que as principais atrações desta cidade incluem navegação  e por isso gostaria de chamar atenção para o que oferecem as empresas de turismo. “Foca em mim!”

Em outubro de 2017 adquirimos 05 (cinco) passagens para um passeio intitulado Glaciares Gourmet, anunciado no site da Brasileiros em Ushuaia e executado pela empresa MarPatag.
Esta navegação marcada para o dia 17/3/2018 foi agendada com muita antecedência – só 5 meses antes.
Brasileiros em Ushuaia encarregou-se apenas de mediar a transação entre nós, passageiros, e a executora do serviço. Mesmo com participação mínima no filme, ambas acabaram se destacando ao fazer bonita caca na fita.

Em 14/3/2017, ao desembarcarmos em El Calafate, ainda na porta do aeroporto recebemos a relação dos programas a serem cumpridos na cidade, e verifiquei que desta lista não constava o Glaciares Gourmet!
Para encurtar a conversa: perdemos mais de duas horas correndo atrás, literalmente, dessa omissão – a primeira caca.
Acertados os ponteiros, concluí que nosso prejuízo foi fruto da falta de atenção de algum funcionário (ou alguns?) da Brasileiros em Ushuaia. O que aconteceu? Digitaram incorretamente o nome da operadora deste passeio. Obviamente, nosso nome não poderia constar da lista que me foi entregue.
Pergunta: a emissão dos vauchers teria passado por conferência? Tudo indica que não.
Tem mais: nessa corrida atrás do prejuízo, fomos parar na operadora cujo nome constava erradamente nos vauchers. Lá, um funcionário brasileiro também falhou na informação que nos prestou! Ou seja: uma sequencia de erros de parte das duas empresas de turismo, que nos trouxe aborrecimentos de sobra e desnecessários. Mais caca! Mais caca!
Gastos com viagem para divertimento é uma coisa; agora…, gastar dinheiro para nos aborrecermos, e ainda herdarmos relaxamento, indiferença, falta de atenção, incompetência etc. de empresa de turismo, no mínimo, é muita falta de respeito!

2- CHEGOU A VEZ DA MARPATAG…
Aconteceu que do glaciar Upsala, incluído no roteiro desta empresa (o que compramos na Brasileiros em Ushuaia…), não tivemos notícia.
A foto de autoria do senhor Rui Barbosa Batista, obtida na internet, não me deixa nenhuma dúvida – não chegamos até lá. Não navegamos nem próximos a alguma paisagem parecida.

Foto de autoria de Rui Barbosa Baptista.

Estou reclamando com a MarPatag para saber o porquê de não termos sidos avisados dessa mudança na programação, mas a explicação é sempre a mesma: argumentam que por questões de segurança e/ou navegabilidade, o capitão tem livre arbítrio para modificar o roteiro.
Hoje, 18/5/2018, filmei página por página do site desta empresa e não vi um aviso sequer a respeito de mudanças de roteiros seja por que motivo for. Não há!
Esta semana recebi mensagem de um funcionário de expressivo departamento público brasileiro em Buenos Aires, informando que a Argentina não conta com serviço forte de proteção ao consumidor. Nem preciso dizer que é justamente esse desamparo que estou sentindo na própria pele, não só com a indiferença, relaxamento, sei lá, da Mar Patag, como com o Cyan Recoleta Hotel, que me deve US$69,30 desde 29/3/2018 por cobrança a maior de hospedagem e até o momento não se dignou em me devolver.

3- NESTE CASO DO DESCUMPRIMENTO DO ROTEIRO,
convenhamos: o passageiro dispende suadas economias  para visitar determinada atração, mas pode não conseguir seu objetivo por conta de uma decisão do capitão, que você não sabe se é verdadeira ou não!..
Que passageiro vai discutir uma alegação do tipo “tem muito gelo na pista e podemos derrapar; é impossível navegar até ao Upsala?” E fica por isso mesmo!…
Mas o pior nem foi isso! É que não anunciaram as mudanças do roteiro!… Informam pelo alto falante as características dos principais pontos visitados (dos principais!…) e fica por isso mesmo.

4- SENSÍVEIS, MAS GRANDES DIFERENÇAS.
Há empresas que têm consideração e delicadeza para com seus passageiros e informam essa possibilidade nas páginas de seus sites. A bem da verdade, os passageiros nunca saberão se essas modificações procedem, mas…, pelo menos, foram avisados. Ou enganados?
De qualquer forma, esses avisos prévios funcionam.  Nem que seja psicologicamente, mas funcionam.  Mas, por que será? Porque acabamos achando que o capitão jamais faltará com a verdade? Nessas situações, não tem ‘Ai, ai, meu Deus” e nem “tudo bem, minha fia”. Suas decisões, mesmo a contra gosto,  sempre terão que ser acatadas (e como ser diferente?) pelos inocentes passageiros.  Como saber a verdade?

5- BONS EXEMPLOS:
1- O site https://www.visitecalafate.com, explica essa situação:
“… el catamarán se aproximara al Glaciar Upsala para tener una vista panorámica del mismo (la aproximación será la permitida por Parques Nacionales por seguridad), luego navegaremos el Canal Spegazzini, donde…”
“…El recorrido puede ser modificado en función de las condiciones climáticas y de seguridad por decisión del capitán de la embarcación, Prefectura Naval Argentina o Parques Nacionales.”

2- Outro site, o https://es.viator.com, também inclui uma nota no site: “Nota importante: el itinerario puede variar en función de las condiciones del clima y por motivos de seguridad.”

3- Outra empresa, a https://www.getyourguide.com.br, também anuncia essa possibilidade:
Bom Saber Antes: A excursão pode sofrer alterações em virtude das condições climáticas e, também, com base na decisão do capitão da embarcação em nome da segurança.”

É aceitável modificar, ou até mesmo cancelar uma navegação deste tipo, por conta de um temporal inesperado, uma nevasca… Agora, em dia claro, sem chuva, sem ventania, e de águas calmas!… Façamiofavô! O não cumprimento de um roteiro em um dia desses fica muito estranho! É até ofensivo!, é menosprezar a inteligência dos pagantes!

6- RESUMO DO CAPÍTULO
Daí, amigo, concluo que você joga com a sorte caso não encontre uma empresa que garanta que você chegará a seu destino. Agora, que elas existem, existem. Tenho uma amiga que saiu de Puerto Bandera para visitar o Glaciar Upsala e chegou lá. Já estou providenciando nome e endereço. Vai que, na próxima, não consiga visitá-lo?
E para que não haja dúvidas, basta clicar neste link para você ver que passeio lindo ela fez ao glaciares Spegazzini e Upsala.

CONFIRA TUDO. ATÉ O ÓBVIO!

 

ARGENTINA: Novos Caminhos Pela Patagônia – Cerro Frias, em El Calafate.


FOTO EM DESTAQUE: Um Dos Pontos Mais Altos do Cerro.

Cá estou novamente neste país pelo qual sou apaixonada: a Argentina. Só que desta vez, apesar de ter revisitado alguns lugares, essas localidades tiveram gosto de festa – em companhia de familiares queridos, tudo fica mais animado.
O esquema saiu como o planejado. Nem chuva pegamos. Minto. Certa noite, quando voltávamos para o hotel após um jantar no La Posta, sentimos no rosto uns pingos de chuva geladiiinnnhos, mas que nem serviram para aumentarmos os passos. E nem adiantava: quem está na chuva é para se molhar, já diz o velho ditado. E quem deixaria de passear por conta de chuva e frio? Pegamos 02º em El Calafate e menos ainda no alto do Cerro Frias, nosso primeiro passeio pelas redondezas.

Mas, antes de qualquer comentário, gostaria de alertá-lo para o abacaxi que a empresa Brasileiros em Ushuaia nos fez descascar.


AINDA NO AEROPORTO
tivemos, de cara, a única surpresa desagradável do circuito: assim que entramos na van que nos levou ao hotel, o motorista entregou-me a programação a ser cumprida e o melhor dos passeios não estava relacionado: o Glaciar Gourmet.
Chegando ao hotel nem entrei no quarto. Pedi à recepcionista que me comunicasse com a Criollos Turismo – esse era o nome que constava nos vauchers -, e o funcionário brasileiro Marcelo confirmou que não estávamos incluídos no rol de passageiros. Como, se esse passeio e mais dois estavam pagos deste 26/10/2017?
Peguei minha gorda pasta de anotações, botei-a embaixo do braço e saí em campo. Lá fomos nós – eu, minha cunhada e meu escudeiro – atrás da agência Criollos.
Resumindo: na Brasileiros em Ushuaia digitaram equivocadamente o nome desta operadora, que tinha a ver parcialmente com a história.
Felizmente o funcionário de nome Matias – jovem educado, de boa vontade e ético – logo descobriu o erro. Não disse palavra a respeito do assunto; apenas pediu-nos que o acompanhasse e nos levou até sua vizinha, a empresa responsável pela pequena viagem que faríamos três dias depois.
Saímos da Marpatag com tudo acertado, é verdade, mas ainda sob efeitos do aborrecimento causado única e exclusivamente por falta de atenção do funcionário da Brasileiros em UshuaiaAh! E ainda a funcionária desta empresa, Sra. V… , a me escrever o seguinte: “Acredito que tenha sido erro de digitação no vaucher” – observação que me leva a crer que qualquer erro cometido é normal.
Mais tarde, a gerente desta empresa , Sra B…, que desdobrou-se em desculpas pelo transtorno, explicou em mensagem que o brasileiro Marcelo não poderia nos ter dito que não constávamos da lista de passageiros.
Ciente da parceria existente entre Marpatag e Criollos, ele deveria ter confirmado nosso programa e não o fez. Ou seja: erro nos vauchers da Brasileiros em Ushuaia, erro de parte do funcionário da Criollos. Erro prá todo lado que nos fez perder preciosos momentos de nossa estada em El Calafate.  Foram duas horas e meia na rua, literalmente, “correndo atrás”. Fica o alerta!

Esse esquema diferenciado de passeio – Glaciares Gourmet – que a empresa Brasileiros em Ushuaia oferece é bom. Certamente teria sido bem melhor se não o tivessem envolvido em tanto contratempo. Sofre mais o emocional dos passageiros que o físico. Foi desgastante demais e decepcionante.


Bom, agora que relatei a sucessão de descuidos envolvendo funcionários desatentos de duas! empresas que participaram diretamente em nossa viagem, posso contar e ilustrar nossa primeira saída pelos arredores de El Calafate: o Cerro Frias.
Marquei esse passeio na empresa causadora do citado embroglio sem o menor entusiasmo. A descrição confere com a realidade, mas não empolga; e por isso não levei fé.

Caso queira assistir a um resumo do que foi esse passeio inimaginável, clique aqui.


Às 9.30 h  a van nos pegou no hotel, e após  23 km de navegação pela RP 11 chegamos à entrada da Fazenda Alice, onde está a colina.

Havia feito muito frio durante a madrugada e por conta dessa baixa de temperatura os cumes de cerros e montanhas ficaram cobertos de neve, o que enriqueceu bastante a paisagem e nossa experiência.
Em 2016, eu e meu escudeiro estivemos nessa mesma época em El Calafate, mas pegamos temperaturas bem mais amenas. Desta vez enfrentamos 02 º no Centro da cidade.

Logo que chegamos, o gentil Sr. Tito foi nos receber ainda na perua e nos apresentou o restaurante onde mais tarde seríamos contemplados com um lauto almoço: churrasco de carnes variadas e linguiças, assadas em forno à lenha e acompanhadas por legumes. Almoço prá botar água na boca de quem assistir ao vídeo que incluí na postagem.
Ele mesmo apontou a casa que se vê na foto como sendo sua, e pelo rumo da conversa durante o percurso, concluímos que estávamos sendo conduzidos pelo simplíssimo proprietário da Estância Alice.
É o próprio Tito quem traça e prepara novos caminhos para os visitantes desfrutarem do melhor do cerro.

ESCOLHA O QUE FAZER na FAZENDA:
Há outros tipos de atividades na propriedade, tais como: trekking, cavalgadas, ou deslizar na tirolesa considerada a mais extensa da América do Sul.
O Jeep Tour 4×4 à Margem do Lago Argentino promete muita aventura a partir de 5 km de Calafate.
Esses passeios têm horários de saída e época certa para acontecer; por isso convém dar uma olhada no site clicando aqui.
A visita ao Cerro Frias, por exemplo, tem dois horários: pela manhã e à tarde, às 15.00 horas.

Imagine-se neste confortável sofá, desfrutando dessa vista fantástica em companhia de familiares e/ou amigos, e tomando um ferrinho para esquentar.

O PASSEIO
Começamos a subir o cerro e logo Tito parou e anunciou que dali prá frente ele engataria a tração nas 4 rodas – mero detalhe. Com ou sem tração nada mudaria ao nosso redor: já estávamos encantados com a paisagem que aos poucos começava a se desnudar, com os comentários de nosso condutor, com os animais, enfim, com tudo! Até com o vento gelado e o frio.

Um pouco mais para frente e Tito saltou para abrir uma das porteiras.

Desse ponto para frente as surpresas começaram a se atropelar. Dois guanacos foram responsáveis pela primeira delas.

O respeito pela fauna é fundamental e por isso a marcha empregada no veículo é lenta. A prioridade é dos animais, claro, e mais precaução começa assim que são avistados, mesmo que estejam bem afastados da beira do caminho. Segundo Tito, os animais podem correr a qualquer momento e por isso é preciso cautela. Toda atenção é pouca.

Repentinamente – daí os cuidados a que me referi anteriormente – essa raposa saiu de detrás da moita e sentou-se justo no caminho.  Tito parou o Land Rover e ficamos observando o espetáculo por algum tempo. A lindeza bocejou, coçou-se, levantou-se, deitou-se novamente e rolou no capim. Fomos privilegiados neste passeio não só por isso, mas por tudo que vimos e mais ainda pelo que nos aguardava no cume do cerro.

Vez ou outra o Lago Argentino disputou nossa atenção com fauna e flora do Cerro Frias; não sabíamos o que era mais belo. O passeio é fantástico!

O ALAGAMENTO em EL CALAFATE
Chegamos a El Calafate em 14/3/18, dois dias após ter acontecido a ruptura do Perito Moreno, outro espetáculo fantástico para quem tem a sorte de testemunhar o desmoronamento dessa ponte.
Trata-se de atração que atrai milhares de curiosos e que depende unica e exclusivamente da natureza.
El País noticiou que os trovões provocados pelos sucessivos desprendimentos aconteceu de madrugada. Caso você tenha curiosidade em saber como se forma a ponte e o que provoca seu descolamento, basta clicar aqui.
Como o Parque Nacional dos Glaciares fecha às 22.00 h, o espetáculo não foi presenciado por ninguém.
As toneladas de gelo desprendidas derretem e acabam causando a subida do nível do Lago Argentino, a ponto de suas águas alcançarem estradas e propriedades particulares. Testemunhamos um alagamento no perímetro urbano, bem próximo ao Centro de El Calafate.
A foto abaixo mostra uma área submersa não muito longe da estrada.

Conforme avançávamos, cenários cada vez mais instigantes pareciam nos convidar a desvendar seus mistérios.
Ora o capim queimado pelo frio cobria de dourado as montanhas e parecia iluminá-las…

…ora sentíamo-nos envolvidos pelo tempo fechado, o solo escuro, a névoa e o uivo do vento.  Era o próprio mistério do qual estávamos fazendo parte – momento inesquecível de nossas vidas.

Atirei no que vi, ao optar por esse programa, e acertei no que não vi. Divinas surpresas…

Felizmente, estávamos preparados para enfrentar qualquer inesperado…

Abaixo, um dos carros da frota do Sr. Tito, nosso condutor e narrador dessa aventura fantástica.
A foto não deixa mentir: quem diria, que ainda teríamos um contato tão íntimo com um pedacinho da moldura do Lago Argentino?

Momento de sentir a paisagem, sem tentar descrevê-la…

DE VOLTA À ESTÂNCIA, NOSSO PRÊMIO:
Éramos os únicos no amplo salão aquecido. O que iríamos comer? Não sabíamos e nem nos interessou perguntar. Curiosidade é doença da qual nenhum de nós sofre. Felizmente. Assim, quando nosso prato chegou, antes de qualquer garfada já sentíamos sabor de festa na boca. E que festa!

A abertura de nossos trabalhos ficou por conta de gordas empanadas recheadas com carne de cordeiro, temperada do jeito que gosto.

Seguiu-as um creme de abóbora muito bem condimentado. Um toque sutil de especiarias foi somado às ervas secas -o resultado não poderia ser melhor.

Legumes assados na brasa foram servidos como complemento do suculento churrasco misto que só aparece no vídeo. As pranchas foram prá mesa fumegantes e com aquele barulhinho bom de se ouvir: o dos legumes e das carnes ainda fritando no calor da chapa.  Melhor, impossível.

De sobremesa, ele! O famoso, delicioso e imbatível doce-de-leite argentino.

Iguarias que nem Zeus alguma vez degustou no Olimpo, mas que nós, simples mortais, tivemos o privilégio de saborear neste pedaço de Paraíso – o Cerro Frias.

CONTATO: clique aqui.

 

Foto clicada por minha sobrinha SAMANTHA ao voltarmos para El Calafate.

 

Rosa Cristal com a palavra.

 

 

 

PATAGÔNIA ARGENTINA, AR: Ushuaia. Lagos Escondido e Fagnano.


FOTO EM DESTAQUE: Lago Fagnano.

Vídeo Lago Fagnano: clique aqui (2 ‘ 13 ”)

O dia era de aventura para as crianças e jovens que estavam no passeio. Nada a ver com dois idosos como nós – bem dispostos, felizmente, mas não muito animados para topar qualquer parada.
Embarcamos em uma Land Rover Defender em direção ao norte da ilha e alcançamos a famosa Ruta Nacional nº 3 – estrada valorizada por seu percurso e pelas paisagens que se descortinam em seus 3060 km de extensão: de Buenos Aires à Terra do Fogo.

NOTA: Nossa BR-101 conta com aproximadamente 4.542 km. O quilômetro zero está em Touros, CE, e seu final está no Rio Grande do Sul (RS) em São José do Norte.

Aproximadamente a 22 km de Ushuaia, paramos em um centro invernal para esticarmos as pernas e tomarmos um café: O Valle Tierra Mayor. Continuar lendo PATAGÔNIA ARGENTINA, AR: Ushuaia. Lagos Escondido e Fagnano.