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Você já foi à Fluss Haus, istepô? Nããão??!! Então, Vá. VARGEM DO CEDRO, SÃO MARTINHO.


FOTO DESTACADA: Entrada do Restaurante da Fluss Haus.

Obs: nas fotos em que aparecer a luva, clique duas vezes para aumentar a imagem.

COMO CHEGAR:

Saindo de Florianópolis, a viagem dura cerca de 2.00 horas para percorrer 130 km. Isto porque 30 km são de estrada de chão de mão dupla com muita curva, e dirigir neste trecho requer muito cuidado.

O trajeto começa pela BR-282 em direção à Santo Amaro da Imperatriz/ Rancho Queimado.

Na confluência com a SC-435 siga em direção à São Bonifácio. Você não precisa ir até São Martinho, porque senão terá que retornar 11 km.

A distância é curta e, caso erre o caminho, não haverá problema. Pense que um baita buffet de comida alemã o aguarda para abastecê-lo e só isso já bastará para criar ânimo e retornar numa boa.
Bote a cabeça prá fora do automóvel, empine o nariz e acompanhe o aroma dos assados fumegando nas panelas que você chega lá. Eu garanto.

Há um site que mostra o roteiro de Florianópolis à São Martinho pela BR-101 + SC-475 + SC-435. São 166 km. A distância é maior, mas a estrada é melhor e você chega mais rápido.

Acontece que, até que a ponte de Laguna ficasse pronta, o trânsito engarrafa e aí complicava. Clique aqui para pesquisar. Nesta rota, você sairá de Florianópolis em direção à Laguna e, posteriormente, seguirá para Armazém. Logo depois está São Martinho.

Agora a ponte ficou pronta, o trânsito flui, mas… quem vai por Tubarão corre o risco de pegar um pouquiiinnnho de engarrafamento ou trânsito lento por conta do Tunel do Morro do Formigão nesta cidade. Repito: talvez!… você encontre uma situação dessas. Talvez!

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Antes de chegar a São Bonifácio (cidade antes de São Martinho), veja a paisagem que você verá pelo caminho.

 

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Impossível não parar para sacar uma foto.

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Brasil… sil… sil… sil…

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São Bonifácio, terra das cachoeiras.

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“Sonho da Fluss Haus: mudar a história da comunidade, gerando empregos e renda sem limites de crescimento para que São Martinho seja conhecido por todos. E sempre pensando no futuro sem perder as tradições do passado”.

Já mudou tudo Sr. Feuser; já mudou tudo. A Fluss Haus já consta do mapa do Google!…

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Nem todos os caminhos levam à Fluss Haus, é verdade, mas isso não importa. O importante é chegar e o mapa que segue abaixo poderá lhe dar uma noção. Afinal, GPS serve prá que?

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(Clique duas vezes no mapa para vê-lo aumentado)

Tudo começou em 1996, quando seus proprietários começaram a fazer pães, roscas e biscoitos (bolachas, para os sulistas) decorados, tradicionais em famílias de origem alemã. Estes biscoitos não faltavam na mesa do café em casa de minha avó materna e de meus tios.

Os Feuser (Srs. Lindomar Luiz e Maria Salete) sentiram que viver em função da lavoura tornava-se cada vez mais difícil e partiram para nova atividade: literalmente, botaram a mão na massa e começaram a vender seus produtos de porta em porta.

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Decoração artesanal delicada e perfeita. Por fora… e por dentro.

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Você diria que este mimo trata-se de um biscoito?

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Decoração feita à mão. Repare nos detalhes das roupas dos coelhinhos.

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O forno utilizado era à moda antiga, de tijolos, e a família trabalhava de 18 a 20 horas por dia para não deixar nenhum pedido em falta. Desnecessário dizer que o crescimento que alcançaram foi tamanho, que os Feuser decidiram então abrir a propriedade à visitação e colocaram seus produtos à venda. Felizmente, já não precisavam entregar em domicílio e, aos poucos, foram ampliando as instalações até construírem a fábrica de bolachas artesanais em 2006. Hoje em dia também produzem geléias e doces, todos fabricados com frutas de seu pomar e vendidos na loja de produtos coloniais – queijos, salames, licores e lembranças -, ao lado do restaurante.

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Lembranças.

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A fábrica personaliza bolachas para chás de bebês, casamentos, batizados, aniversários e outras festividades.

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Sem comentários. Arte é arte e não se discute.

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Bolachas para chás de bebê.

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Observem os biscoitos contidos nos vidros. Todos os modelos são para chá de bebê.

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O MOVIMENTO DA FLUSS HAUS:

O Café Colonial serve mais de cinco mil refeições por mês, abrindo só aos sábados, domingos e feriados nacionais! Recebe em média quinze mil turistas mensalmente em um espaço organizadíssimo que comporta 350 pessoas e emprega setenta e cinco funcionários fixos e mais trinta e cinco que prestam serviço temporário em fins de semana e na manutenção da Fluss Haus.

Reservar lugar é fundamental a fim de que o movimento fique organizado.

DÚVIDA CRUEL: O QUE VOU COMER?

O buffet, onde predomina culinária típica alemã – e não poderia ser diferente -, é variado e farto. A apresentação e o perfume desprendido dos pratos sugere o sabor delicioso conferido na primeira garfada. Apenas alguns pratos são servidos por um funcionário: carne vermelha, joelho de porco e pernil assados, devido ao corte efetuado na hora.

GUEMÜSE e SPÄTZLE também não poderiam faltar. Se você não sabe do que se trata, veja as receitas clicando nas palavras.

Em duas longas mesas estão servidos os pratos salgados; em uma terceira, as sobremesas decoradas com detalhes à moda alemã. Café (com ou sem leite), chás e suco de laranja estão à disposição para que as pessoas possam se servir à vontade. Laranja colhida na propriedade, livre de agrotóxicos – que fique bem frisado.

Tudo isso por R$35,00 (trinta e cinco reais) por pessoa e mais o ótimo atendimento.

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Saladas diversas, língua e frango assado.

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Goulash, salsichão branco e rosado, farofa, chucrute, repolho roxo, purê de maçãs …

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O alegre e simpático funcionário que servia as carnes de corte maior: pernil, carne assada e joelho de porco.

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Decoração caprichosa nas sobremesas.

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Doces especiais para diabéticos.

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EM SENTIDO HORÁRIO (senão não dá prá explicar) e COMEÇANDO PELO NORTE DO PRATO: “mareco” – assim mesmo, com um “R” só; bolenta frrrita, beeemmm crrocante; spätzle (delícia) com molho de carne; amostra de salsichões brrranco e fermelho; burrrê de maçã. Diante de um prato desses, amiga: segure na mão do seu deus e vai!

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OBS: O recheio do marreco estava supimpa! Prá ninguém botar defeito.

Interessante ressaltar que não há propagandas da Fluss Haus em emissoras de rádio ou TV. Os visitantes são os próprios divulgadores tal qual estou fazendo agora.

O QUE VOCÊ VERÁ NA FLUSS HAUS:

A propriedade é cenográfica, muito bem cuidada. O jardim lateral dispõe de um lago onde nadam patos e marrecos. Pavões, cisnes, e um casal de avestruz ficam em cercados. Um riacho repleto de carpas passa pelo jardim da frente do restaurante e uma roda d’água transmite em natural FM aquele barulhinho gostoso de chuva caindo do telhado.

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As carpas podem ser alimentadas com ração apropriada, vendida a R$1,00 a porção. Não é à toa que estão gordas e longas, algumas até parecendo em tamanho com robustas tainhas.

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No outro lado da estrada está a pousada dos Feuser, com estacionamento próprio.

Na volta para Florianópolis uma parada na Gruta Bom Pastor, na beira da estrada, para agradecer a Deus por este momento lindo em família e pela fartura de alimentos.

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Para quem tem dúvidas se a viagem vale à pena, vou logo dizendo: – E como vale!…

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Florianópolis, SC – Caieira da Barra do Sul: Paraíso das Ostras.


Localização:

Fazenda Marinha Paraí­so das Ostras • ROD. Baldicero Filomeno, 20600 • Caieira da Barra do Sul • CEP 88064-002 • Florianópolis/SC – Fone 48 9961.5050 • 8408.5309 • Email: contato@paraisodasostras.com
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Ônibus – Descer no ponto final da linha 561 – Caieira da Barra do Sul – e andar em direção ao final da ilha.

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Obs.: A fazenda de vieiras e ostras fica um pouco mais adiante da entrada da trilha para Naufragados e é o local de embarque para quem deseja chegar à Praia de Naufragados por barco.

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A escolha do nome da empresa não poderia ser mais feliz: o paraíso não é apenas das ostras e vieiras, mas para quem vive na fazenda. As fotos nos dão uma idéia da maravilha do lugar, principalmente esta do destaque, a sede da fazenda marinha. Continuar lendo Florianópolis, SC – Caieira da Barra do Sul: Paraíso das Ostras.

Caieira da Barra do Sul – Como Chegar a Naufragados Pela Trilha.


Como chegar: do Centro de Florianópolis pegar a SC – 405. É o mesmo caminho que leva ao Ribeirão e ao Aeroporto.
Dista 40 km do Centro da cidade.

Naufragados, acessível apenas por barco ou trilha, deve-se este intrigante nome devido à naufrágios de barcos portugueses próximos à praia de mesmo nome.

UM POUCO DE HISTÓRIA NÃO FAZ MAL A NINGUÉM – e quem nos ensina é Mário Costa Júnior, pesquisador do Guia Floripa que você poderá consultar clicando aqui.

Francisco Dias Velho foi um Bandeirante Português vindo da Capitania de São Vicente, atual São Paulo. Foi na região central que ele desembarcou pela primeira vez, fundando o povoado de Nossa Senhora do Desterro e solicitando a construção de uma capela no local onde hoje se encontra a Catedral Metropolitana de Florianópolis.

Em meados do século XVIII, a corte portuguesa determinou que a Ilha de Santa Catarina fosse colonizada para garantir sua posse. Os escolhidos para essa empreitada foram os habitantes do Arquipélago dos Açores, que sofriam com terremotos e superpopulação. Eles vieram entre 1748 e 1756 e foram assentados em microrregiões afastadas, cada qual com administração, igreja e polícia próprias, denominadas de Freguesias.

Talvez por isso que o texto da Wikipedia faça distinção entre os Portugueses Açorianos e os Portugueses vindos de São Paulo”.

No guia Floripa, Mário Costa Jr. também pesquisou que duas embarcações de médio porte, procedentes dos Açores, traziam 250 colonos cujo destino seria o Rio Grande do Sul. Neste trecho, as embarcações foram a pique, salvando-se apenas 77 pessoas que se dispersaram entre a Ilha, Laguna e o Rio Grande do Sul. Leia mais um pouco a respeito do assunto – clique aqui.

Mário Costa Jr. ainda coloca a nossa disposição os links seguintes:

“Nesta página você encontrará mais informações sobre o Ribeirão da Ilha, Lagoa da Conceição e Santo Antônio de Lisboa:
> http://www.guiafloripa.com.br/cidade/bairros/ribeirao-da-ilha
> http://www.guiafloripa.com.br/cidade/bairros/lagoa-da-conceicao
> http://www.guiafloripa.com.br/cidade/bairros/centro
Convido a conhecer a história dos principais bairros de Florianópolis, neste link:http://www.guiafloripa.com.br/cidade“.

Melhor, impossível!

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A TRILHA PARA NAUFRAGADOS começa na localidade chamada Caieira da Barra do Sul, bem depois do Centro do Ribeirão da Ilha. O ponto final das linhas de ônibus 561 e do expresso 4124 (conhecido como amarelinho) – ambos Caieira da Barra do Sul – marca o início da trilha. A bem da verdade, não há como seguir adiante. Literalmente, é o fim da linha mesmo para quem usa outro meio de transporte.

Este final fica em um Largo, onde, de imediato, vê-se ofertas de passeios de barcos, indicações de estacionamentos e o início da trilha. Tudo bem organizado, não há como se perder.

Maiores informações a respeito de horários desta linha, dê outro clique aqui.

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561 – Caieira da Barra do Sul – uma das linhas de ônibus do Centro de Florianópolis a Naufragados. A outra é o popular “amarelinho”, linha 4124, que também parte do Centro.
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4124 – Caieira da Barra do Sul – o conhecido “amarelinho”.

 

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Ponto final dos ônibus que chegam à Caieira, onde começa a trilha para Naufragados.
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O ponto final do citado ônibus fica em um Largo onde logo podemos ver úteis informações.
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Os barcos saem de uma pequena praia próxima a este local e levam cerca de 15 minutos para chegar a Naufragados.
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Preços de estacionamento praticados em 02/01/2015.
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Uma boa sombra até que seria muito bem-vinda …
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Na temporada de Verão o movimento na trilha é grande e nem sempre os estacionamentos, apesar de espaçosos, comportam o número de automóveis.


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Á direita, no final desta rua, há uma placa. Ali começa a trilha de 3 km. para Naufragados.

Em próxima postagem – 19/3/2015 – conto como eu e meu fiel escudeiro e companheirão de viagens conseguimos chegar à Naufragados.

VAI VIAJAR ISTEPO MAIOR cópia

Hotel Majestic Palace – Florianópolis.


Hotel Majestic Palace

Av. Beira Mar Norte, 2746 – Centro
Florianópolis, SC – CEP – 88015-702
Tel: 3231-8000

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Minha Nota: 9/10

Ao chegarmos ao hotel olhei logo para o relógio. Faltava um minuto! para soar as “doze badaladas noturnas” tão temidas pelo Vampiro Brasileiro de Chico Anísio. Mortos de fome e cansaço, a prioridade foi para combustível – cozinha aberta 24 horas e menu à la carte servido no quarto. Melhor, impossível. O banho veio depois, para relaxar.  Salvos mais pelos omeletes de camarão devorados à uma da manhã (meu estômago não sabe ver hora) do que pelo banho – verdade seja dita -, deitamo-nos após duas horas da manhã, felizes pelos camarões que havíamos acabado de comer e por termos conseguido chegar a Floripa depois de tanto atropelo.

Agradeci a Deus por este momento lindo e desmaiei até o dia seguinte.

Ocupamos o quarto 1005 por oito noites. Espaçoso, conta com uma bancada de vidro onde fica a TV de LCD e algumas guloseimas. Muito bons – o quarto e as guloseimas.

A bancada maior, de madeira, abriga local fechado para sapatos em um dos lados e no outro, o frigobar. Janelas antirruído e cortina curta com black-out. Camas largas com colchões e dois travesseiros confortáveis com alturas diferentes para cada uma – achei ótimo porque não costumo dormir em travesseiro alto. Mesas laterais com abajures de pé e uma poltrona completam a decoração do quarto, além da bela vista para o mar, que acaba fazendo parte da composição do ambiente.

Qto. Standard H. Majestic. (800x590)
Parte do quarto 1005.
Acomodações Qto Standard H. Majestic (800x588)
Bancada – Sapateira, frigobar, gaveta escrivaninha e abertura para colocação de cobertores, colchas e assemelhados.

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O banheiro também é amplo. Chuveiro de jato de água forte também do jeito que gosto. Secador, interfone (necessário em um banheiro de hotel), e “material de limpeza” corporal.

Faço ressalva à uma toalha de rosto manchada e com pequeno furo. Nada me impede de me enxugar em uma toalha nestas condições, mas, para um hotel de categoria cinco estrelas, fica difícil admitir esta falha, mesmo ocupando um apartamento standard.

Não há divertimento de qualquer natureza para as crianças apesar de espaços amplos e disponíveis. O hotel, segundo informações obtidas com uma funcionária, é executivo! (?)

Outro pormenor que chamou-me atenção foi um casal de Noéis em cima do balcão da recepção, única lembrança de que o Natal havia sido comemorado há exatos dois dias. Salvo opção religiosa do(s) proprietário(s), não consegui entender tanta singeleza em uma decoração natalina de um hotel cinco estrelas, mesmo para o padrão “executivo” do hotel (!?).

Hotel Majestic - 27.12.14. (800x600) (2)

Essa rigidez acabou me esclarecendo o porquê de a piscina ser pequena em relação à população que encontrei no hotel e o pouco espaço do deck.

Almoço Amaury e Goretti 18.dez.14 172 (800x600)

Falemos agora dos funcionários: gentis, simpáticos, receptivos e todos de muita boa vontade. Ressalto o atendimento da simpaticíssima senhora responsável pela arrumação dos quartos do 10º andar. Senti falta de uma vassourinha ou de um aspirador de pó que poderiam ter sido passados vez ou outra no chão do quarto, mas… fica para a próxima. Não passa de um pormenor diante de tanta cordialidade.

E quanto ao Marcelo Rodrigues, vizinho nos Ingleses, não encontro palavras que possam expressar sua gentileza, sua atenção tão especial com que nos brindava todas as manhãs na hora do café.

E por falar em café, diariamente o salão era ocupado por belos arranjos florais e uma infinidade de gostosuras à disposição dos hóspedes, distribuídos em várias mesas. Muita fartura e qualidade no serviço: embutidos, queijos, manteiga, geleias caseiras e industrializadas. Frutas, sucos, bolos, tortas, iogurtes de diversos sabores, água mineral, leite frio e quente, café, chás diversos. Ovos mexidos e omeletes; panquecas! Salsichas ou linguicinhas em molho de tomate; bacon bem fritinho. Pães, biscoitos, cereais (flocos de milho, aveia, misturas), enfim… serviço perfeito sem um pormenor sequer, além de funcionários atentos, educados e simpáticos servindo-nos o tempo todo.

O almoço servido no mesmo espaço do café da manhã deixou muito a desejar.

Do saguão do 10º andar vimos a soltura dos fogos – excelente camarote e ainda tive oportunidade de receber parentes sem o menor problema, bem como levar bebidas, salgados e doces sem ter que pagar a taxa de rolha. Liberdade que não tem preço. O resto, a gente compra com aquele cartão de crédito…

Antesala Restaurante Hotel Majestic (800x590)
Hall dos elevadores do piso “E” onde é servido o café da manhã.
..Hotel Majestic.. (800x600)
Outro ângulo do mesmo hall.
.Hotel Majestic. (800x589)
Parte banheiro 1005.
Hotel Majestic.. (800x600)
Outro aspecto banheiro.

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VAI VIAJAR ISTEPO MAIOR cópia