Compartilhar experiências, principalmente em viagens. Mostrar o que valeu à pena do que foi programado, o que não valeu, e ainda o saldo do inesperado – sempre um aprendizado. Viajar é ser mestre e aluno de si mesmo.

Pensar que poderia ser diferente se o momento fosse outro, não vale. Não podemos viver alicerçados em hipóteses e em passado não se mexe.

Portanto, até as esparrelas em que caímos – eu e meu fiel escudeiro, grande amigo e parceirão de viagens -, foram válidas porque tropeços nos lançam prá frente. Tudo tem conserto. E se pensarmos direitinho, esses imprevistos acabam sendo um tempero a mais e tornam a viagem bem mais saborosa.