Lisboa . Paris em Lisboa – Finíssima e Tradicional Loja de Roupas de Cama, Mesa e Banho.


Endereço: Rua Garrett, 77 – Lisboa, Portugal. Telefone: + 351.21.342-4329 e 21.346-8885.

Email: parisemlisboa@mail.telepag.pt / site: http://www.ParisemLisboa.pt

A vitrine chamou-me atenção e por isso parei. Mais três passos descendo a rua e já estava eu na porta da loja pronta para entrar. Queria ver de perto a maravilha chamada PARIS em LISBOA, jóia de arquitetura fundada em 1888.

Fomos recebidos amavelmente por uma senhora. Como eu olhava mais para o teto e a decoração da loja do que para os artigos expostos, ao perceber minha admiração, um livreto de fino acabamento me foi ofertado pela vendedora. A bem da verdade, um presente: a história da PARIS em LISBOA desde sua inauguração.

Ao lhe dizer que estava preparando este trabalho e que gostaria de apresentar sua loja, se possível, permitiu-me que a fotografasse sem restrições.

Escaneei uma página do livro com a finalidade de publicá-lo na íntegra; mas, devido sua fonte extremamente fina, houve perda de conteúdo, o que seria prejudicial aos interessados por sua história. Assim sendo, decidi resumí-lo como segue:

“A. de Sousa & Cia. Ltda” era a denominação social de Sousa & Monteiro, quando os sócios Artur Lourenço de Sousa e Henrique Pires Monteiro decidiram pela inauguração, em 1888, de uma loja especializada em tecidos e confecções.

Desde o início de suas atividades comerciais, a loja destacou-se pela qualidade de seus artigos, chamando atenção da mais requintada clientela lisboeta. Isto é tão verdadeiro, que a Rainha Dona Amélia decidiu honrá-los com o título de fornecedores da Casa Real, com o seguinte documento:

O Conde de Sabugosa, mordomo mor de Sua Majestade a Rainha, comunica aos Snrs. Sousa & Monteiro com estabelecimento de modas no Chiado nº 77, que a mesma Augusta Senhora, se digna conceder-lhe à mercê de se intitularem fornecedores de Sua Majestade a Rainha.”

Em 22 de março de 1920, a composição da sociedade foi alterada e, consequentemente, a denominação. Permaneceu o fundador Artur Lourenço de Sousa, saiu Henrique Pires Monteiro e foram admitidos: Júlio Martins Sequeira e Carlos Sousa Gomes, sobrinho do fundador, sócio que permaneceu á frente do estabelecimento até 1942, quando faleceu.

Por conta desta modificação a empresa passou denominar-se  “A. de Sousa & C.”

Em 26 de novembro de 1936, a firma passou a chamar-se A. de Sousa & Companhia Ltda. “Paris em Lisboa”, assim constituída: Carlos Sousa Gomes, Francisco Machado e Eduardo Alves de Sousa Gomes.

As seções de “branco”, “malhas” e “perfumaria” foram introduzidas após essa nova composição da sociedade.

Com o falecimento de Carlos de Sousa Gomes, em 1942, deu-se nova modificação e passaram a compor a sociedade: Maria da Glória Braga Ramalhete de Sousa Gomes e seu filho Eduardo Alves de Sousa Gomes que, por 40 anos, administrou a firma elevando-a a seu mais alto nível. Falecido em 1975, permaneceram na sociedade: Maria da Glória Braga Ramalhete de Sousa Gomes e os herdeiros de Eduardo Alves de Sousa Gomes, como segue: Ana Cristina A. de Sousa Gomes,  Pedro Manuel A. de Sousa Gomes e José Carlos Azevedo de Sousa Gomes, cabendo a este último        a gerência efetiva da “Paris em Lisboa” a partir de então.

Com o desaparecimento da sócia Maria da Glória B. R. de S. Gomes, foram admitidos na sociedade: Mário Carlos Ramalhete de Sousa Gomes e Maria da Glória Sousa Gomes.

Após 104 anos de atividade comercial, a Paris em Lisboa, “A. de Sousa & Cª Ltda” continua sendo uma das raras sociedades comerciais que prima por seu alto nível.

Além da qualidade de seus produtos – alguns exclusivos -, destaca-se a qualidade de seus serviços e sua belíssima arquitetura, verdadeira obra de arte que faço questão de ressaltar.

Fotos do livro, pela ordem:

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Capa do Livro
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Semanário Ilustrado, Político, literário, Científico, Noticioso e Teatral.
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Carlos Souza Gomes e Artur Lourenço de Sousa.

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Portugal é pura arte a céu aberto. Basta olharmos os desenhos das calçadas, os contornos dos jardins, as vitrines abundantes em madeira entalhada e dourados, as fachadas dos prédios ricas em elementos arquitetônicos, e ainda: os sabores da culinária e a arte de bem receber presente em todos os portugueses.

E PARIS em LISBOA, indiscutivelmente, faz parte desse contexto.

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Lisboa . Café A BRASILEIRA.


Moderadora: Rosa Cristal

 ENDEREÇO: rua Garrett, 120, no Chiado, Lisboa. Telefone: +351.21.346-9541.

A história da famosa cafeteria em Lisboa começa no Brasil, mais precisamente na cidade de Visconde do Rio Branco, em Minas Gerais, onde seu fundador, Adriano Telles, mantinha no comércio uma propriedade que levava seu nome: Casa Telles.

Sua atividade comercial era próspera a tal ponto, que a Casa Telles mantinha uma filial em Lisboa, abastecida com produtos brasileiros tais como goiabada e tapioca.

Para não me tornar repetitiva, sugiro uma visita a dois sites bastante interessantes e explicativos que merecem atenção: um deles está aqui e inclui um rápido vídeo. No outro, que você encontra clicando aqui, você encontrará a história d’A BRASILEIRA contada com riqueza de detalhes. Foi onde tomei conhecimento, de que o café consumido na famosa cafeteria, não procede mais do Brasil e sim do Zaire. Snif!

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Tomar um café na A Brasileira torna até a bebida mais saborosa do que realmente é.

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Almoços e lanches também são servidos na cafeteria.

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Assentos das cadeiras em couro trabalhado, verdadeiras relíquias

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Passagem para o subsolo à esquerda, onde há um salão exclusivo para servir refeições.

Gosto imensamente d’A Brasileira. Até do delicioso café.

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A Alex Tour Viagens leva você até lá.

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Lisboa . Largo do Carmo – Passeio Tranquilo em Lisboa


IMAGEM DESTACADA: Chafariz do Carmo e Entrada do Museu Arqueológico do Convento do Carmo.

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ROTEIRO: Rio de Janeiro / LISBOA / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

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LARGO DO CARMO – Atraente de dia e à noite. É pelo Largo do Carmo, no Chiado, que acessamos o Museu Arqueológico do Convento do Carmo e a “varanda” do Elevador de Santa Justa de onde se vislumbra belíssima vista de Lisboa.

Acesse-o a pé caminhando pela rua Garrett (em frente ao Armazéns do Chiado) e, logo após, a Calçada do Sacramento – na verdade, trata-se de uma ladeira no final da qual está o Largo do Carmo.

Outra opção é subir pelo Elevador de Santa Justa e seguir em frente. Não há erro porque, obrigatoriamente, você sairá na praça.

No Largo destaca-se o CARMO RESTAURANTE e BAR já comentado, além de outros estabelecimentos onde se pode tomar um suco ou um café para apreciar o entorno. Gosto de me sentar em um banco da praça e me deixar levar pela tranquilidade deste canto adorável de Lisboa. Depois de passar no Carmo Restaurante, claro, e me deliciar em bons pratos da culinária portuguesa.

MAPA: Ampliando o mapa você verá o quanto esses centros de interesse são próximos. A estrela amarela marca o Carmo Restaurante.

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Chafariz do Carmo, em frente à entrada do Museu Arqueológico onde antigamente era um Convento.

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Devido sua iluminação, à noite o largo parece um cenário. Considero este lugar um atraente ponto turístico no Centro de Lisboa.

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Você quer ir a Lisboa? Alex Tour Viagens leva você até lá.

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Lisboa . CARMO – Restaurante e Bar.


Imagem Destacada: Largo do Carmo, Centro de Lisboa.

Moderadora do Blog: Rosa Silva

Terminamos a noite de 25 de junho de 2014 petiscando no CARMO-Restaurante & Bar, no Largo do Carmo nº 11 – Lisboa (vide toldos na foto acima).

O Carmo é espaçoso, bem decorado; ambiente agradável e equipe simpática e atenta. Há brasileiros trabalhando no Carmo e no Sacramento – outro restaurante bem próximo, na Ladeira de mesmo nome -, do qual falarei mais tarde.

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Um dos salões do Carmo
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Todos os salões são chiques e aconchegantes

Sugestões: Pão e Azeite de Mirandela, Morcela de Arroz com Maçã, Peixinhos da Horta, Gambas Ajilo, Amêijoas à Bulhão Pato, Polvo à Galega e outras delícias já degustamos no Carmo. Somos fãs do restaurante e o recomendamos sem restrições.

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Amêijoas à Bulhão Pato. Na Itália, conhecidos por vôngole. Pelos manezinhos da ilha de Florianópolis, chamados de berbigão.

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Polvo ao Coentro
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Azeitonas Temperadas

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A vitrine de sobremesas é uma tentação para quem aprecia doces portugueses. Para mim, os melhores do mundo.

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Dom Rodrigo…

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Toucinho do Céu.

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Portugal? Alex Tour Viagens leva você até lá. Basta Clicar no botão aqui à esquerda.

Lisboa . Restaurante “O Cardo”


IMAGEM DESTACADA: Robalo Grelhado com Legumes.

Saímos para almoçar na avenida Fontes Pereira de Melo, em Lisboa, que faz esquina com a rua Tomás Ribeiro, onde fica o hotel em que estávamos hospedados, o America Diamonds Hotel.

Descendo, encontramos um restaurante simples, porém bem arrumado: O CARDO. Honestamente? Não apostei na cozinha e a primeira impressão não agradou: apenas nós dois estávamos no salão e só nos atenderam porque chamamos as pessoas que ajeitavam o bar bem próximo ao salão. Tivemos impulso de sair; mas, como estávamos com fome, decidimos ficar e acabamos gostando.

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Restaurante O CARDO

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A ementa (cardápio) surpreendeu e os preços idem.

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Para quem desconhece, a primeira opção do menu – jaquinzinhos – são estes peixinhos.

jaquinzinhos-fritos

Abaixo: delicioso Robalo Grelhado com Legumes a módicos E$ 8.00

P1030925 (640x478)Como sobremesa, uma torta de amêndoas com chantily; “e deu“.

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VAI VIAJAR ISTEPO MAIOR cópia

Lisboa . America Diamonds Hotel.


Imagem Destacada: Elétrico chegando à Praça da Figueira.

Moderadora: Rosa Silva.

DIA 25 DE JUNHO chegamos à Lisboa e nos hospedamos em um excelente hotel três estrelas: o AMERICA DIAMONDS HOTEL. Um pouco afastado do Centro, na rua Tomás Ribeiro 47, mas em compensação, bem em frente à estação Picoas do Metrô.

Além do conforto oferecido ao hóspedes, o hotel conta com preços muito convidativos e a prova é a fatura que segue em anexo.

Fatura A. Diamonds Lisboa (640x626)

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Podem confiar na fidelidade das fotos mostradas no site Booking.com. Os quartos são limpos, de bom tamanho, possuem cofre e frigobar – itens que considero indispensáveis -, colchão e travesseiros confortáveis, e o ar condicionado funciona bem.

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Decoração de bom gosto.

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Aposento espaçoso

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Banheiro amplo. Alça de segurança na banheira – importantíssimo!

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Chuveiro/ducha – saída de água satisfatória.

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O café da manhã é farto e variado. Todos os funcionários foram muito simpáticos, educados, prestativos e bem humorados.

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Lisboa? Alex Tour leva você até lá.

24 e 25/6/14 – Rio/Lisboa


Foto em Destaque: As estrelas do blog: Isabella B.A. e Samira Red Degremond.

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Nesta Categoria relato algumas experiências “d’além-mar” e outras mais próximas de minha terra natal, a cidade do Rio de Janeiro – lugar onde nasci, asa que me abriga, meu lugar no mundo, meu cais. Não me imagino morando em outro lugar. Viajar é muito bom, mas… regressar ao lar é muito melhor. Continuar lendo 24 e 25/6/14 – Rio/Lisboa

Roteiro 2014 – 49 dias (De 23 de junho a 10 de agosto de 2014)


Foto em Destaque: Pedra da Gávea e Morro Dois Irmãos vistos da Pedra do Arpoador.

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Roteiro: RIO DE JANEIRO / LISBOA / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

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1985 – A PRIMEIRA VIAGEM AO EXTERIOR:

Neste espaço procurarei mostrar roteiros que tenho trilhado desde setembro de 1985 quando, levada por mãos de amigos, viajantes experientes, atravessei o Atlântico pela primeira vez.

Sair do Brasil mesmo que fosse para o Uruguai, por exemplo, era algo que não cogitava por ser distante demais. Europa, então… nem pensar! Quando meus amigos me acenaram com a possibilidade de ir a Paris, não acreditei. Foram eles que me mostraram todos os caminhos, a começar pela aquisição do passaporte. Enfrentar uma fila quilométrica na Polícia Federal da Avenida Rodrigues Alves nº 1, na Praça Mauá, Centro do Rio de Janeiro, era tarefa árdua da qual não havia escapatória. Eram horas em pé! Não importava se debaixo de chuva ou sob sol escaldante, quem não possuía passaporte tínha que enfrentar a situação e para isso não havia tempo ruim. Lembro-me mais de meu primeiro passaporte do que de meu primeiro soutien. Exibí-lo – o passaporte!… – era o mesmo que exibir um troféu.

Viajar naquela época era tranquilo apesar da precariedade dos meios de comunicação – se compararmos com as engenhocas que temos hoje. Não havia internet!… Já começa por aí. Nosso GPS eram os mapas que consultávamos constantemente para sabermos se estávamos na direção certa. Nos deslocamentos por trem utilizávamos o Eurail Pass – havia apenas uma modalidade desses bilhetes – e, no final de nossa viagem, quando nosso passe expirou, nossas passagens eram adquiridas nas próprias estações sem problema algum, minutos antes da hora do embarque.

Os hotéis, idem: eram “reservados” na hora da chegada em cada estação de trem, no Bureau de Informações Turísticas. Simples, assim.

As pessoas não viajavam com a assiduidade de hoje porque não havia tanta oferta. Eu, pelo menos, tinha que programar com bastante antecedência, até mesmo porque trabalhava e só poderia viajar nas férias. Quando desse!…

Ao aceitar o convite de meus amigos, fui orientada para começar a economizar para adquirir dólares. O bilhete aéreo seria comprado com Cartão de Crédito e isso bastava.

E foi neste esquema tupiniquim que viajei mais de trinta dias em setembro de 1985 com dois mil dólares no bolso, uma fortuna. E o melhor: gastei mil dólares redondinhos pagando hotéis, ônibus, trem, navio, metrô, alimentação, algumas lembranças e ingressos de museus e outras atrações. Passamos pela França, Grécia, Itália, Alemanha, Áustria, Bélgica, Holanda e retornamos à França. Luxemburgo estava no roteiro, mas o cansaço nos fez desistir. Retornei ao Brasil em pele e osso de tanto andar. Cada quilo perdido valeu muito à pena. No ano seguinte fizemos outra viagem longa e mais outra dois anos após. Não parei mais de viajar e lamento fotos e lembranças perdidas que tento agora recuperar.

Sei que meus amigos se identificarão ao ler esta postagem. Por isso, deixo-lhes meu agradecimento penhorado e faço questão de lhes dizer o quanto aprendi com seus ensinamentos. Foram eles que me mostraram e me fizeram sentir a real dimensão de nosso planeta; que me ensinaram a traçar caminhos nos mapas e alçar voos cada vez mais altos. Foram meus amigos que me ensinaram a segurança necessária para viajar e que consigo transmitir agora a quem viaja comigo.

A vocês, muito obrigada. Creio que este blog seja a prova de que aprendi a lição.

Vamos aos fatos:

0 – RIO DE JANEIRO – O Rio foi nosso ponto de partida em 23 de junho de 2014. Portanto, nada a acrescentar, a não ser as FORMALIDADES JUNTO À RECEITA FEDERAL NO AEROPORTO DO GALEÃO: vide, por obséquio, a aba INFORMAÇÕES BÁSICAS ou clique aqui.

01 – PORTUGAL:

LISBOA – https://vaiviajaristepo.com/category/malas-prontas/

Rio de Janeiro . Hotel Linx . Galeão


Foto em Destaque: Lazer do Hotel Linx.

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Começo o blog e minha viagem de 2014 com uma nota negativa. Não a respeito do Linx propriamente dito, mas pela pobreza do jantar servido, incompatível com a estrutura do hotel e o preço cobrado pela diária.

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Grande Área Construída

Decidi ficar no Hotel Linx uma noite por ser muito próximo ao Aeroporto Internacional Tom Jobim. Como estávamos em época de Copa de Mundo, e uma manifestação dias antes havia interrompido o tráfego no local, resolvemos – eu e meu fiel escudeiro, amigo e companheirão de viagens – dormir neste hotel. Qualquer imprevisto bastaria sair pela avenida arrastando as malas, pois o aeroporto dista em 500 metros do Linx.

O nome é pomposo: Linx Hotel International Airport Galeão e as fotos mostradas em sites de viagens convencem. Foi por isso que caímos na armadilha.

O hotel é novo, possui dependências espaçosas, área de lazer satisfatória (como podem ver na foto da piscina, por exemplo), quarto e banheiro amplos e limpos, colchões e travesseiros confortáveis e amplo espaço para malas e roupas.

Atendimento cortês, além de condução própria e gratuita para o aeroporto Tom Jobim.

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Quartos Limpos e Bem Arrumados.
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Excelente Espaço Para Malas.

Do que não gostei:

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Beleza Não Põe Mesa.

O buffet deixou muito a desejar; apesar da boa apresentação, os pratos pecaram em sabor (?) e criatividade: salada de repolho e rabanete, por exemplo, é a própria fórmula da bomba!

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Buffet insosso.

Em tempo de vacas magras comia muito bem em pensões no Centro do Rio onde a comida era saborosa. Os pratos eram bem temperados e o menu variado.  Não essa coisa insossa que o Hotel Linx teve a coragem de oferecer em junho de 2014. Serviço descuidado. Dois rechauds estavam sem lume, o que resultou em comida completamente fria!

Um hotel com o porte do Linx e próximo a um aeroporto deveria dar mais atenção à cozinha. E como no entorno não há concorrentes – o hotel fica em meio ao nada -, ou o hóspede se sujeita ao que lhe é oferecido ou fica com fome.

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Sobremesas Saborosas (pelo menos isso!)

Fui salva pelas sobremesas: simples, mas saborosas.

Café da Manhã: 

Dá de 10 x 0 na gororoba do jantar.P1030901

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Não recomendo o Linx Hotel Galeão por conta do péssimo serviço no jantar. E como não há concorrentes próximos, não há escolhas. Ou o hóspede enfrenta o rega-bofe ou “mofa com as pombas na balaia”.

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