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Portugal – 2017 – Centenário das Aparições de N.S. de Fátima. Lisboa. Ilha da Madeira.


IMAGEM DESTACADA: Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima.

ROTEIRO de 10 a 08 /5/2016:

ROTEIRO de 09 a 22 /5/2016:

100 ANOS DO SANTUÁRIO DE FÁTIMA – PORTUGAL

O país está em festa e não é para menos. Portugal comemora 100 anos que a Virgem Santa apareceu para três pastores na Cova da Iria, freguesia de Fátima: Jacinta e Francisco Marto e Lúcia dos Santos.
De maio a outubro de 1917 foram 6 aparições a cada dia 13, sendo que a única excessão aconteceu em agosto, quando a Virgem os visitou no dia 19. Continuar lendo Portugal – 2017 – Centenário das Aparições de N.S. de Fátima. Lisboa. Ilha da Madeira.

Lisboa – Os Arcos de Campolide. Restaurante.


IMAGEM DESTACADA: Açorda de Camarão.

A indicação do restaurante partiu do funcionário da portaria do hotel em que estávamos hospedados, um pouco afastado da rua de Campolide. Fomos a pé sob sol forte, acreditando no recepcionista que nos dissera que o restaurante era “logo ali”.
Não era bem assim. Mas… ao som da primeira colherada desprendido do fundo daquela panelinha, esquecemos do cansaço, esquecemos de tudo. Estávamos, sem dúvida alguma, diante da melhor açorda que comemos na vida. Açorda de camarão! misturada aos coentros verdinhos e perfumados e regada a bom azeite português.
O espetáculo dessa alquimia deu-se em nossa mesa, embaixo de nossos narizes. Subimos ao céu. Escrevo e ainda consigo sentir o perfume desprendido daquela bendita panelinha. Juro.
Meu fiel escudeiro acompanhou o prato com um bom vinho e eu nem me lembro mais do que pedi. Só me recordo de que mal o senhor Adelino acabou de preparar o prato, aterrissamos e … partimos açorda! Continuar lendo Lisboa – Os Arcos de Campolide. Restaurante.

Lisboa – Centro Comercial Vasco da Gama e Parque das Nações.


NUMA TACADA SÓ: Os prédios São Gabriel e São Rafael, as tulipas da Estação Ferroviária Oriente, o Centro Comercial Vasco da Gama, e o Pavilhão de Portugal em primeiro plano (Expo Mundial de 1998).

O Centro Comercial Vasco da Gama, a Gare do Oriente –também conhecida como Gare Intermodal de Lisboa ou Estação Ferroviária de Lisboa/Oriente – estações ferroviária e rodoviária – e o Parque das Nações são, praticamente, uma coisa só. Quando penso em um imagino imediatamente o conjunto; não tem jeito. Continuar lendo Lisboa – Centro Comercial Vasco da Gama e Parque das Nações.

26/6/14. Lisboa – Ruínas e Museu Arqueológico do Carmo.


IMAGEM DESTACADA: Nave central da igreja do Convento de N.S. do Carmo.
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Endereço: Largo do Carmo, 1200-092 Lisboa, Portugal
Telefone+351 21 347 862.
Horários de Funcionamento: de 2ª à Sábado.
De 10 h às 19 h de Junho a Setembro.
De 10 h às 17 h de Outubro a Abril.
De 10 h às 18 h em Maio.
Fechado: Domingos, 1º Janeiro, 1º Maio e Natal.

Valor Bilhete em junho/14: 3,5 Euros.

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UM POUCO DE HISTÓRIA:

O Museu foi instalado nas ruínas da igreja do Convento de Nossa Senhora do Vencimento do Monte do Carmo, fundada em 1389 por D. Nuno Álvares Pereira, em memória à vitoria dos portugueses na Batalha de Aljubarrota.

Foi considerado o maior templo Gótico de Lisboa.
Entretanto, em 1755, um terremoto seguido de incêndio danificou seriamente suas instalações.
No reinado de D. Maria I o Convento começou a ser restaurado, mas a rainha não teve condições de terminar sua obra devido a dificuldades financeiras e operacionais. Por este motivo, as naves e o transepto permaneceram sem cobertura, e as capelas colaterais, inacabadas.
De sua arquitetura original restam a cabeceira e os portais voltados para o Ocidente e o Sul.
No ano de 1864 e seguintes, a Real Associação dos Arquitetos Civil instalou um museu nas ruínas do Convento, cujo objetivo era abrigar peças recolhidas de antigos edifícios arruinados, mormente as resgatadas dos escombros do próprio templo.
O MAC – Museu Arqueológico do Carmo – alberga peças de valor histórico, arqueológico e artístico, dentre as quais artefatos Pré-Históricos.
Os interessados poderão chegar ao Largo do Carmo por intermédio do elétrico 28 (Chiado), autocarros 58 e 100 (Camões), Metrô Baixa-Chiado e ainda pelo Elevador de Santa Justa, oportunidade de “matar dois coelhos com uma só cajadada”.

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Um dos fragmentos expostos a céu aberto no MAC.
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Alguns fragmentos encontrados no museu são procedentes de edifícios arruinados, sobretudo das casas monásticas extintas em 1834.
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Vista parcial nave lateral.
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Aspecto nave lateral esquerda (norte).
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Aspecto da nave lateral direita (Sul)
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Ressurreição de Cristo – Alabastro esculpido em baixo-relevo em Notthingam, Inglaterra, sec. XV.
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Túmulo gótico de Dom Fernando I de Portugal.
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Túmulo da Rainha Maria Ana da Áustria em estilo barroco.
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Painéis em azulejo.
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Parcial de uma das capelas radiantes.
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Painel azulejar barroco – 1ª metade do Século XVIII.
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Nesta capela estão os túmulos de alguns nobres tais como da Rainha Maria Ana da Áustria (esquerda) e Dom Fernando I de Portugal (centro, ao fundo).
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Teto de uma das capelas radiantes do MAC.
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Planta baixa do Museu Arqueológico do Carmo.

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Lisboa . Elevador de Santa Justa. Como funciona? Por que demora tanto prá subir?


IMAGEM DESTACADA: Parte do Centro de Lisboa visto da varanda do Elevador de Santa Justa.

UM POUCO DE SUA HISTÓRIA:

O elevador de Santa Justa, considerado uma obra desafiadora para a época, foi inaugurado em 10 de julho de 1902 sob forte chuva. A estrutura do elevador é de ferro fundido e seu estilo arquitetônico, o neogótico.

Percorre uma distância de 30 metros desde sua base (rua do Ouro e rua do Carmo) até a primeira varanda no piso do Largo do Carmo. Os demais pontos de vista (+ dois) são acessíveis por escada caracol que requer muita atenção em seu uso. Confesso que iniciei a subida para mais um nível, mas desisti devido à dificuldade em posicionar o pé no degrau.

A obra foi considerada um desacato devido aos desníveis a serem vencidos, incluindo a construção de uma ponte (passarela) que leva os passageiros do piso superior em direção ao Largo do Carmo.

Os bilhetes foram adquiridos no próprio elevador com o cabineiro. Informações a respeito do preço da passagem, de horários de funcionamento do elevador no Verão e no Inverno, e de todos os meios de transporte de Lisboa, clique aqui.

COMO FUNCIONA o SOBE e DESCE.

A espera para subir pode demorar muito em dia de movimento pelo seguinte: um dos elevadores sobe cheio e fica aguardando que um número razoável de passageiros queira descer para então retornar ao térreo. Vazio, o elevador não desce.

Enquanto isso, a turma que está no térreo esperando para subir, é obrigada a aguardar que este elevador desça (cheio ou não), para então embarcar no elevador ao lado! – que está parado e vazio -, mas cuja porta o cabineiro não abre enquanto o vizinho não descer.

Resumindo a ópera: a subida vai depender da decisão do cabineiro do elevador que está lá cima na varanda.  Enquanto ele não desce, o elevador que está vazio no térreo não sobe. Deu prá entender? Nada a ver um com o outro, mas ao mesmo tempo tudo a ver. Funcionamento complicado. Muito complicado. E enquanto isso… a fila vai crescendo e dá-lhe de esperar. Mais fácil você acessar essa varanda pela Praça do Carmo.

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Dois elevadores funcionam lado a lado, mas o método empregado para transportar os passageiros não é usual. Vai entender…

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Estampa do piso do elevador.

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Interior do elevador onde se vê a máquina de compostagem dos bilhetes.

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Chegada ao piso superior. Observe que o número de passageiros que aguarda o elevador para descer, é mínimo. Até enchê-lo para que possa ir a térreo, demora! Enquanto isso…, o elevador  que está lá em baixo parado e vazio, nem a porta pantográfica abre.

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A primeira varanda do Elevador de Santa Justa, de onde se vislumbra estes postais, também poderá ser acessada pelo Largo do Carmo.

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A vista da varanda vale a espera. Principalmente em um dia igual a esse.

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Vista parcial da minha querida e adorável Lisboa. Amo tudo nesta cidade – incluindo o método de espera do Elevador de Santa Justa.

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Em frente e no alto, o Castelo São Jorge.

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O Estilo Neogótico do Elevador de Santa Justa.

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Rua do Carmo, vista da passarela que liga o elevador de Sta Justa ao Largo do Carmo.

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Moderadora: Rosa Cristal

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Lisboa – Confeitaria Nacional.


IMAGEM DESTACADA: Fachada da Confeitaria Nacional.

Endereço: Pça da Figueira, 18 B – Lisboa, Portugal.
Telefones: + 351. 21. 324-3000 (office) / 342-4470 (store).
Fax: + 351. 21. 342-8837 (office) / 346-1729 (store).
Horário Atendimento: Diariamente, de 8 h às 20.00 h

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O QUE DIZER DA CONFEITARIA?

Fundada em 1829 por Balthazar Roiz Castanheiro, a Confeitaria Nacional é destaque no Centro de Lisboa.
Local requintado para se tomar um chá, saborear os suculentos doces portugueses (para mim, os melhores do mundo) e ainda a jóia da Casa: o bolo-rei, cuja receita é segredo de Estado.
No primeiro andar a casa é bem espaçosa. Bem ao contrário do que imaginávamos, o atendimento deixou a desejar: indiferente, atrapalhado, e sem simpatia. Mas… dá para engolir desde que você priorize os doces, o chá e todos os etecéteras.

UM HOTEL CHAMADO CASA BALTHAZAR:

Para minha surpresa, bem próximo à confeitaria (na rua do Duque nº 26) há um hotel chamado Casa Balthazar (clique aqui), muito bem cotado por seu requinte e localização. O proprietário é o mesmo que o da Confeitaria Nacional.
São oito quartos e cada qual com um valor diferenciado na diária. Mas, isso já é outro papo.

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Acesso ao segundo andar.

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Doces portugueses me atraem por serem feitos, em sua maioria, de gema de ovos. Adoro!

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A variedade de doces é grande. E para quem os aprecia, fica difícil escolher.

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Primeiro andar da confeitaria. Ambientação Kitsch. Mas, como o que interessa é o que vem nos pratos…

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Ainda no primeiro andar, amplos salões.

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Moderadora: Rosa Cristal

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Licor de Merda. Casa Manuel Tavares, Lisboa.


IMAGEM DESTACADA: Vitrine da Casa Manuel Tavares Ltda.

ENDEREÇO: Rua da Betesga 1 A e B, 1100-090 Lisboa, Portugal
+351 21 342 4209.

Passei pela vitrine da Casa Manuel Tavares Ltda no Centro de Lisboa e uma garrafa destacava-se entre as demais pela cor de seu rótulo: um verde bem forte. Ao lê-lo, entendi que a cor da etiqueta combinava bastante com o nome do produto: LICOR DE MERDA!.
Ri muito olhando aquela vitrine, mesmo sabendo que estava pagando mico.
A garrafa estava disputando a preferência do consumidor entre um “Cuarenta Y Três” espanhol e um licor português elaborado com avelãs.

Entrei e comprei duas garrafas. Conversa vai, conversa vem, quem acabou respondendo a inevitável pergunta a respeito da origem do nome do produto foi um funcionário gentilíssimo que me atendeu. Segundo ele, os fabricantes não sabiam que nome dar ao licor até que um deles, descompromissadamente, sugeriu: – Bota licor de merda!… E o nome ficou.

O licor tem sabor suave, sem definição. Pudera! A base de sua fórmula é o leite…

A  “Manuel Tavares” foi inaugurada em 1860. Comercializa bebidas (vinhos de diversas procedências, licores, aguardentes), embutidos, chocolates, frios, queijos, frutas secas, azeites, conservas de peixes e de frutas.

Aceita cartões de crédito de todas as bandeiras e despacha bebidas para qualquer parte do mundo. Vai?

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Moderadora: Rosa Cristal

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Lisboa . Paris em Lisboa – Finíssima e Tradicional Loja de Roupas de Cama, Mesa e Banho.


Endereço: Rua Garrett, 77 – Lisboa, Portugal. Telefone: + 351.21.342-4329 e 21.346-8885.

Email: parisemlisboa@mail.telepag.pt / site: http://www.ParisemLisboa.pt

A vitrine chamou-me atenção e por isso parei. Mais três passos descendo a rua e já estava eu na porta da loja pronta para entrar. Queria ver de perto a maravilha chamada PARIS em LISBOA, jóia de arquitetura fundada em 1888.

Fomos recebidos amavelmente por uma senhora. Como eu olhava mais para o teto e a decoração da loja do que para os artigos expostos, ao perceber minha admiração, um livreto de fino acabamento me foi ofertado pela vendedora. A bem da verdade, um presente: a história da PARIS em LISBOA desde sua inauguração.

Ao lhe dizer que estava preparando este trabalho e que gostaria de apresentar sua loja, se possível, permitiu-me que a fotografasse sem restrições.

Escaneei uma página do livro com a finalidade de publicá-lo na íntegra; mas, devido sua fonte extremamente fina, houve perda de conteúdo, o que seria prejudicial aos interessados por sua história. Assim sendo, decidi resumí-lo como segue:

“A. de Sousa & Cia. Ltda” era a denominação social de Sousa & Monteiro, quando os sócios Artur Lourenço de Sousa e Henrique Pires Monteiro decidiram pela inauguração, em 1888, de uma loja especializada em tecidos e confecções.

Desde o início de suas atividades comerciais, a loja destacou-se pela qualidade de seus artigos, chamando atenção da mais requintada clientela lisboeta. Isto é tão verdadeiro, que a Rainha Dona Amélia decidiu honrá-los com o título de fornecedores da Casa Real, com o seguinte documento:

O Conde de Sabugosa, mordomo mor de Sua Majestade a Rainha, comunica aos Snrs. Sousa & Monteiro com estabelecimento de modas no Chiado nº 77, que a mesma Augusta Senhora, se digna conceder-lhe à mercê de se intitularem fornecedores de Sua Majestade a Rainha.”

Em 22 de março de 1920, a composição da sociedade foi alterada e, consequentemente, a denominação. Permaneceu o fundador Artur Lourenço de Sousa, saiu Henrique Pires Monteiro e foram admitidos: Júlio Martins Sequeira e Carlos Sousa Gomes, sobrinho do fundador, sócio que permaneceu á frente do estabelecimento até 1942, quando faleceu.

Por conta desta modificação a empresa passou denominar-se  “A. de Sousa & C.”

Em 26 de novembro de 1936, a firma passou a chamar-se A. de Sousa & Companhia Ltda. “Paris em Lisboa”, assim constituída: Carlos Sousa Gomes, Francisco Machado e Eduardo Alves de Sousa Gomes.

As seções de “branco”, “malhas” e “perfumaria” foram introduzidas após essa nova composição da sociedade.

Com o falecimento de Carlos de Sousa Gomes, em 1942, deu-se nova modificação e passaram a compor a sociedade: Maria da Glória Braga Ramalhete de Sousa Gomes e seu filho Eduardo Alves de Sousa Gomes que, por 40 anos, administrou a firma elevando-a a seu mais alto nível. Falecido em 1975, permaneceram na sociedade: Maria da Glória Braga Ramalhete de Sousa Gomes e os herdeiros de Eduardo Alves de Sousa Gomes, como segue: Ana Cristina A. de Sousa Gomes,  Pedro Manuel A. de Sousa Gomes e José Carlos Azevedo de Sousa Gomes, cabendo a este último        a gerência efetiva da “Paris em Lisboa” a partir de então.

Com o desaparecimento da sócia Maria da Glória B. R. de S. Gomes, foram admitidos na sociedade: Mário Carlos Ramalhete de Sousa Gomes e Maria da Glória Sousa Gomes.

Após 104 anos de atividade comercial, a Paris em Lisboa, “A. de Sousa & Cª Ltda” continua sendo uma das raras sociedades comerciais que prima por seu alto nível.

Além da qualidade de seus produtos – alguns exclusivos -, destaca-se a qualidade de seus serviços e sua belíssima arquitetura, verdadeira obra de arte que faço questão de ressaltar.

Fotos do livro, pela ordem:

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Capa do Livro
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Semanário Ilustrado, Político, literário, Científico, Noticioso e Teatral.
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Carlos Souza Gomes e Artur Lourenço de Sousa.

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Portugal é pura arte a céu aberto. Basta olharmos os desenhos das calçadas, os contornos dos jardins, as vitrines abundantes em madeira entalhada e dourados, as fachadas dos prédios ricas em elementos arquitetônicos, e ainda: os sabores da culinária e a arte de bem receber presente em todos os portugueses.

E PARIS em LISBOA, indiscutivelmente, faz parte desse contexto.

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Lisboa . Café A BRASILEIRA.


Moderadora: Rosa Cristal

 ENDEREÇO: rua Garrett, 120, no Chiado, Lisboa. Telefone: +351.21.346-9541.

A história da famosa cafeteria em Lisboa começa no Brasil, mais precisamente na cidade de Visconde do Rio Branco, em Minas Gerais, onde seu fundador, Adriano Telles, mantinha no comércio uma propriedade que levava seu nome: Casa Telles.

Sua atividade comercial era próspera a tal ponto, que a Casa Telles mantinha uma filial em Lisboa, abastecida com produtos brasileiros tais como goiabada e tapioca.

Para não me tornar repetitiva, sugiro uma visita a dois sites bastante interessantes e explicativos que merecem atenção: um deles está aqui e inclui um rápido vídeo. No outro, que você encontra clicando aqui, você encontrará a história d’A BRASILEIRA contada com riqueza de detalhes. Foi onde tomei conhecimento, de que o café consumido na famosa cafeteria, não procede mais do Brasil e sim do Zaire. Snif!

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Tomar um café na A Brasileira torna até a bebida mais saborosa do que realmente é.

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CAFÉ A BRASILEIRA(640x479)
Almoços e lanches também são servidos na cafeteria.

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Assentos das cadeiras em couro trabalhado, verdadeiras relíquias

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Passagem para o subsolo à esquerda, onde há um salão exclusivo para servir refeições.

Gosto imensamente d’A Brasileira. Até do delicioso café.

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A Alex Tour Viagens leva você até lá.

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Lisboa . Largo do Carmo – Passeio Tranquilo em Lisboa


IMAGEM DESTACADA: Chafariz do Carmo e Entrada do Museu Arqueológico do Convento do Carmo.

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ROTEIRO: Rio de Janeiro / LISBOA / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

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LARGO DO CARMO – Atraente de dia e à noite. É pelo Largo do Carmo, no Chiado, que acessamos o Museu Arqueológico do Convento do Carmo e a “varanda” do Elevador de Santa Justa de onde se vislumbra belíssima vista de Lisboa.

Acesse-o a pé caminhando pela rua Garrett (em frente ao Armazéns do Chiado) e, logo após, a Calçada do Sacramento – na verdade, trata-se de uma ladeira no final da qual está o Largo do Carmo.

Outra opção é subir pelo Elevador de Santa Justa e seguir em frente. Não há erro porque, obrigatoriamente, você sairá na praça.

No Largo destaca-se o CARMO RESTAURANTE e BAR já comentado, além de outros estabelecimentos onde se pode tomar um suco ou um café para apreciar o entorno. Gosto de me sentar em um banco da praça e me deixar levar pela tranquilidade deste canto adorável de Lisboa. Depois de passar no Carmo Restaurante, claro, e me deliciar em bons pratos da culinária portuguesa.

MAPA: Ampliando o mapa você verá o quanto esses centros de interesse são próximos. A estrela amarela marca o Carmo Restaurante.

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Chafariz do Carmo, em frente à entrada do Museu Arqueológico onde antigamente era um Convento.

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Devido sua iluminação, à noite o largo parece um cenário. Considero este lugar um atraente ponto turístico no Centro de Lisboa.

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Você quer ir a Lisboa? Alex Tour Viagens leva você até lá.

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