PERU . PISAC . VALE SAGRADO . Mercado de Artesanato e Jóias em Prata.


IMAGEM DESTACADA: Centrinho de Pisac

VALLE SAGRADO:   De CUSCO a OLLANTAYTAMBO

QUANDO NEM O SOROCHE SALVA
Visitar as famosas cidades e ruínas cusquenhas não foi tão fácil como pensei.
Havia sido avisada de que poderia sofrer algum mal estar em decorrência da altitude, mas não me importei com os alertas achando que passaria incólume por esse portal. Ledo engano!
Não houve chá de coca, bala ou folhas mascadas ao vivo e em cores que resolvessem.
Melhorei um pouco após a ingestão de um comprimido chamado Soroche, à disposição em todas as farmácias.
Sou avessa à automedicação, mas dessa vez não houve jeito: era tomá-lo ou morrer.

Há quem diga que o período de adaptação a grandes altitudes é de 2 horas, há quem diga que é de 12 horas e ainda os mais cautelosos afirmam categoricamente que os mais frágeis “podem até” se acostumar após 12 dias. Caramba! Passei 5 longas noites nessas plagas e não me acostumei: taquicardia, falta de ar, náusea, dor de cabeça e cansaço – o que mais me incomodou. Com absoluta certeza, devo estar enquadrada nesse período de doze dias. Ou mais; vai saber…

O VALLE SAGRADO

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A caminho de Ollantaytambo.
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A exuberância da natureza impressiona no Valle Sagrado.

“Era o lugar privilegiado da realeza e nobreza inca, onde encontramos hoje os complexos arquiteturais de maior envergadura, relacionados com a observação e veneração do Sol e do Cosmos como elementos principais do culto e espaço sagrado.”
Assim definiu o Valle Sagrado Erick Manga A. na revista CuscoAtrações e Tradições. Sem dúvida, a realeza tinha bom gosto e sabia escolher muito bem onde morar. E não sofria com a altitude, claro.

Essa região compreende várias cidades tais como: Urubamba, Cusco, Pisac, Calca, Chinchero e Ollantaytambo na direção norte; e Tipon, Andahuaylillas, Pikillakta e outras mais na direção sul.

DE CUSCO a OLLANTAYTAMBO
Deixamos Cusco rumo a Ollantaytambo em passeio de dia inteiro com passagem pelo mercado de artesanatos de Pisac – hora de felicidade plena da ala feminina -, para quem desejasse adquirir “lembranças a preços convidativos, artesanatos de qualidade e fabricados com honestidade: pratas e objetos diversos”.

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Tapeçaria – Artesanato rico em detalhes e cores.

P1120713 (1024x768)Muitas opções em calçados, bolsas, vestimentas, bijouterias e jóias em prata.

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Difícil resistir diante de tanta beleza. Dá vontade de trazer tudo e mais alguma coisa.
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SALINAS de MARAS – Sal extraído da terra.

Antes de adquirir suas lembranças cusquenhas, pesquise. As ofertas são muitas e é aconselhável fazer um levantamento de preços. Barganhe. Anote as vantagens oferecidas. Há tempo suficiente para isso e ainda tomar um café ou uma água no Colher de Pau – uma cafeteria de um hotel muito pitoresco localizado em frente à area de desembarque dos ônibus.

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Café Colher de Pau.
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O Café Colher de Pau, a recepção do hotel e o caixa – tudo bem planejado em um mesmo ambiente.
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Parcial do aconchegante hotel.

COMO CHEGAR A PISAC:
A cidade está a 33 km de Cusco. Como não é tão distante e os taxis são abundantes e não cobram caro, é uma opção para quem prefere chegar a Pisac com certo conforto (desde que você não opte por um carro caindo literalmente aos pedaços – são numerosos na cidade) para apreciar o sítio com tranquilidade.
Faça pesquisa de preços com antecedência.  Combine tudo direitinho e mesmo assim, antes de embarcar no taxi, confirme o preço.
Outra opção é você se engajar em um passeio programado por uma agência de turismo.
Na Praça das Armas de Cusco e arredores há muita oferta e o melhor de tudo é que você já recebe os boletos de entrada. Certifique-se do que você está comprando. É realmente o que você imagina? Nossa excursão só parou em Pisac com o objetivo de mostrar a feira de artesanatos. O sítio arqueológico que bem se vê logo atrás da feirinha, por exemplo, sequer foi mencionado!
Consulte um mapa; informe-se com quem não trabalhe em turismo e peça sugestão de passeios. Ninguém melhor para indicar que atrações visitar do que pessoas alheias a qualquer atividade turística.
As recepções de hotéis também oferecem passeios, mas atenção com os preços.
A terceira opção é por intermédio de transporte público que vá até Urubamba (localidade que fica próxima de Pisac).
Confesso que não tive curiosidade em perguntar de onde partem os ônibus que vão para esta cidade e acabei me arrependendo.

UM POUCO DA HISTÓRIA DE PISAC
Na Praça Maior, onde três vezes por semana acontece o tradicional mercado artesanal, antigamente era o local onde os habitantes faziam intercâmbio de produtos.

Segundo reza a tradição, aos domingos os prefeitos das comunidades vizinhas – os “Varayoqs” – autoridades nativas – reúnem-se na praça principal.
Ao ingressarem na praça assopram conchas marinhas (ou pututos) com a finalidade de anunciar sua chegada.
Nessa mesma ocasião, os habitantes da cidade se agrupam para vender seus produtos agrícolas, artesanais e animais. Interessantíssimo.

O destaque desse complexo arquitetural fica por conta do Relógio Solar (Intiwatana ou Intihuatana) bem como os depósitos de alimentos (qolqas), as fontes de água, as torres… que evidenciam diversos estilos de desenhos e tipos de materiais, dependendo da função a que se destinavam.
O Relógio Solar ocupa o centro do sítio e funcionava como um observatório astronômico – comum nas construções incaicas -,além de seu valor sagrado.
Em Pisac, Intiwatana permitia conhecer os movimentos solares e definir solstícios e equinócios, conhecidos e utilizados apenas por determinados membros da elite inca.

Para a agricultura, a cidade foi de suma importância pelo seguinte: a maior parte de sua área está ocupada por terraços escalonados, que proporcionavam uma variedade considerável de “microclimas”. Esta condição diversificada permitia aos incas o cultivo de diversos produtos.
Neste lugar, graças à tecnologia de ventilação e filtragem aplicada na construção desses “degraus”, os incas conseguiram cultivar mais de 150 variedades de milho. Essa variante na construção de canteiros, digamos assim, possibilitava a manutenção das plantações, bem como facilitava o trabalho das pessoas responsáveis pelo que cultivavam nesses terrenos.

BOLETOS DE ENTRADA PARA OS SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS – IMPORTANTÍSSIMOS!
Encontrei blogs interessantíssimos a respeito do assunto, mas nenhum, perdoem-me, foi tão bem explicado quanto o Andarilhos do Mundo. Os rapazes explicam tim-tim por tim-tim como fazer para adquirí-lo. O trabalho é minucioso, de mestres. Vale à pena conferir.

Não importa se você fará um City Tour por Cusco ou visitará apenas uma cidade do Valle Sagrado, sem esse bilhete você poderá arrumar problema. E ainda: procure não perdê-lo e muito menos pensar em sair do parque arqueológico “só para ver uma coisinha ali na feirinha de artesanatos” porque depois você não poderá voltar. Na melhor das hipóteses você retorna, mas o bilheteiro, provavelmente, fará mais um picote no seu boleto caso não tenha memorizado seu rosto.  Ou seja, como cada picotada corresponde a uma entrada em um sítio arqueológico, e você entrou duas vezes no mesmo lugar, uma atração listada no boleto e que você pretendia conhecer ficará perdida. Esta foi a informação que nosso guia nos passou e acredito que seja assim que funciona.

DSCN1357 (1024x768) (2)rua de Ollantaitambo.

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Feira de artesanatos da cidade de Ollantaytambo.
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Parcial do vasto sítio arqueológico de Ollantaytambo.
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Fonte de água no sítio arqueológico. Local limpo e bem preservado.
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Vista parcial das ruínas de Ollantaytambo.
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Ollantaytambo.
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Valle Sagrado dos Incas.
A caminho de Ollantaytambo.
A caminho de Ollantaytambo.
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Rua em Ollantaytambo.
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Refrigeração natural com pura água vinda das montanhas.

DE OLLANTAYTAMBO ou POROY (Cusco) a ÁGUAS CALIENTES/MACHU-PICCHU.
Esteja certo de uma coisa: não há como chegar de automóvel ou moto a Águas Calientes porque neste trecho não há estradas.

Saimos de Ollantaytambo e logo embarcamos em um trem que me causou grata surpresa: panorâmico, limpo, poltronas confortáveis e ainda com serviço de bordo e banheiros limpos.
Na volta fomos direto para Poroy – pertinho de Cusco – e até um desfile de modas masculina e feminina providenciaram no vagão. Roupas estilosas para inverno e de muito bom gosto. Adorei a idéia.

A viagem é es-pe-ta-cu-lar e confesso que para mim foi o que valeu do circuito Cusco/Machu Picchu/Puno.

Honestamente? Não encarei essas atrações como lugares a serem festejados. Pelo contrário. Posso lhes parecer mórbida, mas encarei-os como cemitérios. Muito sofrimento nestes sítios. Ambiente denso, carregado. Em cada pedra, memórias de muitas lutas; de muito sangue derramado. Senti-me muito pior do que já estava e me perguntei muitas vezes o porquê de estar ali.
Verdade seja dita, só o cenário muda porque o assunto é o mesmo: destruição. Dor. Muita dor.

A história se repete com ruínas greco-romanas que visitei mundo afora e com ilhas gregas – basta visitar três para saber que é tudo a mesma coisa.

Dicas preciosas de como chegar a Machu Picchu saindo de Cusco, quem oferece é a jornalista Clarissa Donda. Não deixe de visitar o dondeandoporai.  O relato é rico em pormenores.

E para quem não tem idéia de como chegar a Machu Picchu as informações dos Andarilhos do Mundo (outras dicas) são da melhor qualidade. Mais uma vez os rapazes arrebentaram nas indicações. Confira-as.

No mapa abaixo há indicações de algumas cidades da parte sul do Valle Sagrado que merecem ser visitadas. Não posso afirmar, mas acredito que a maioria dos turistas ignore. Quem sabe, em próxima investida, não chego lá? Haja Soroche…

Toda viagem é válida mesmo quando intercalada por um “senão” aqui e outro ali. Como saber se determinado lugar que aguçou sua curiosidade é interessante ou não, se você não for até lá? Esse é o lado positivo da coisa: a experiência vivida.
Por isso, continuo incentivando:

CONTATO:

 

PERU . CUSCO . QENGO – Vale à pena visitá-lo?


Foto em Destaque: Entorno do sítio arqueológico em Qenqo.

Conjunto arquitetônico situado a 6 km de distância de Cusco e a 1 km de Sacsayhuamán, dedicado ao culto do Deus Puma e de Pacha Mama. Está localizado a 3.580 m de altitude.

Continuar lendo PERU . CUSCO . QENGO – Vale à pena visitá-lo?

PERU . CUSCO – Fortaleza de Sacsayhuaman.


Imagem Destacada: Parque Arqueológico de Sacsayhuaman.

COMO CHEGAR
 Seguir a estrada em direção ao Vale Sagrado dos Incas.

CONSELHO: Faça a visita ao sítio arqueológico por sua própria conta. Caso dependa de alguma empresa turística, você “passará” pela fortaleza com a rapidez de um raio. FURADA! Continuar lendo PERU . CUSCO – Fortaleza de Sacsayhuaman.

PERU . CUSCO – Qorikancha, O Templo do Sol


Foto em Destaque: a visão Inca da Via Láctea.

QORIKANCHA: o que restou dos muros do maior complexo religioso inca no Convento Santo Domingo, em Cusco. Continuar lendo PERU . CUSCO – Qorikancha, O Templo do Sol

PERU . CUZCO . La Cicciolina: Restaurante Concorrido No Centro Histórico de Cuzco.


Imagem Destacada:

À noite, com dois comprimidos de Soroche circulando nas veias da véia pude, felizmente, desfrutar das delícias oferecidas pelo Cicciolina – restaurante excelente indicado por um site da Inernet.

A localização já é um charme. O pátio fica em uma pracinha simpática rodeada por lojas de artesanato que acabei esquecendo de rever.
Os preços dos artesanatos foram os mais convidativos que encontramos na viagem. Peças de qualidade, diga-se de passagem.
Uma touca colorida, bordada com pedras e toda enfeitada, comprei a S/40 (Soles). Por um trabalho idêntico, em outra cidade, pediram-me  S/90 (Soles).

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Nesta pracinha ficam: um centro de artesanato que não cheguei a visitar e a loja sortida de finos artesanatos.
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A loja de artesanatos que esqueci de rever…
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… e o Centro Artesanal, repleto de ruelas, que também não cheguei a ver.
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O Cicciolina, no piso superior.
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O acesso ao restaurante dá-se por este pátio espetacular.
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Em Cusco há diversos pátios iguais a esse onde encontramos artesanatos, restaurantes e galerias de arte. Sempre nos revelam uma grata surpresa.
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Outro aspecto do pátio onde está o Cicciolina.
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Decoração aconchegante e inteligente: o vermelho, segundo aprendi como decoradora, aguça o apetite – como se o Cicciolina precisasse usar esse recurso. Necessário reservar devido á grande procura.
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Obras de arte estão distribuídas pelas paredes de todo o Cicciolina. Decoração de extremo bom gosto.
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Único restaurante (incluindo os de Lima) em que vi tapas no cardápio.
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Menu variado: entradas de todos os tipos.
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Opções tentadoras como prato principal – escolha difícil.
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Sucos servidos fartamente em todos os restaurantes.
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Abertura de trabalhos: pães quentinhos e temperados, sempre acompanhados por molhos picantes.
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Camarões empanados em quinua acompanhados por molho de aji amarelo e creme de alho. Imaginem isso!
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Pratos muito bem servidos. Na foto, a metade de uma porção de massa. De sabor especialíssimo, chegou fumegando à mesa já envolta em delicioso molho com camarões.
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Na saída, mais um clique no aconchegante pátio.
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Saímos do restaurante  decididos a nos deixar escorregar pelas calçadas luzidias de Cusco até pegarmos um taxi. Noite muito fria, maravilhosa.
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Passear pelo Centro Histórico de Cusco é voltar ao passado e sentir que cidade atravessa o tempo sem perder sua originalidade. Pena que não pude desfrutá-la como desejei.
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J.W. Marriott, localizado em um prédio de um antigo convento.
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Cusco é uma cidade cujo Centro Histórico merece ser degustado em cada canto. Infelizmente, não tivemos tempo suficiente para fazermos essa merecida varredura.

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CONTATO:

PERU . CUSCO: Hotel Jose Antonio – Afastado do Centro da Cidade.


Imagem Destacada: Pátio do hotel.

O HOTEL JOSÉ ANTONIO (Endereço: Pardo 1080, Cusco City Centre, 84 Cusco, Peru – Telefone: +51 84 239030).

LOCALIZAÇÃO: Afastado  de Cuzco, um inconveniente.

Saguão e sala de estar espaçosos, quarto e banheiro amplos, cofre, excelente armário, lugar improvisado para abrir as malas não faltou, ar refrigerado funcionando a contento, TV, café da manhã farto e variado servido em vasto salão. Continuar lendo PERU . CUSCO: Hotel Jose Antonio – Afastado do Centro da Cidade.

PERU . CUSCO: Restaurante Valentine. Boa Opção Fora do Centro da Cidade.


Felizmente, para alcançarmos o restaurante bastou atravessar a rua.
O hotel em que nos hospedamos ficava em frente, o que nos facilitou bastante naquela altura do campeonato.
Havíamos chegado poucos minutos antes a Cusco e sentimos fortemente os efeitos da altitude da cidade. Na verdade, nos arrastamos até o outro lado da calçada. Sem exagero.
Havíamos sido avisados de que esse desconforto poderia acontecer, mas não imaginei que fosse com tanta intensidade. Felizmente, não me atingiu o estômago.

O VALENTINE
Apesar de o restaurante estar muito cheio, ao chegarmos fomos logo atendidos.
Comemos muito pouco: servimo-nos dos pãezinhos – sempre acompanhados por molhos picantes  muito saborosos – apenas os provei – e solicitamos uma entrada para cada um.
O milho fez parte do couvert e veio acompanhado por molhos apimentados deliciosos.
Um balde de suco de abacaxi acompanhou meu carnavalesco coquetel  e uma água mineral encerrou os trabalhos.

O restaurante é bem aparentado, espaçoso, e além do serviço a la carte há um buffet à disposição que nem chegamos a conferir.

O que conferi foi a nota e dei conta de que haviam cobrado S/10 (dez soles) a mais.  Os preços são compatíveis com o apresentado.

Arrastamo-nos novamente até o outro lado da calçada e fomos descansar. Esse foi o conselho para quem chega à cidade se adaptar, mas que de nada adiantou.

Cuszo é considerada cidade grande. Conta com cerca de 500 mil habitantes, e arrisco dizer que é tão bem servida de bons restaurantes quanto a capital Lima.
Consulte qualquer site de pesquisa e solicite os melhores restaurantes de Cuzco. Tenho certeza de que será uma grata surpresa. Culinária é papo sério para o peruano, que leva essa arte a ponta de facas. Literalmente, para nosso deleite.

O país é riquíssimo na produção de batatas – só no Peru há cerca de 3.500 espécies (formas e cores diferentes de tudo que conhecemos) – e de milho. Ouvi nosso guia citar mais de 1000 ou 1500 espécies, mas, na incerteza, baixei para humildes 35 de acordo com pesquisas na internet.
Honra seja feita, conhecem profundamente esse tipo de alquimia.

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Os sucos de frutas em todos os restaurantes são servidos em copos avantajados. Achei que o exagero fosse por conta do Valentine, mas não. Em todos as porções foram fartas.

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Nosso primeiro contato com a culinária peruana, no Peru (frequentamos restaurantes peruanos no Rio) , deu-se com um pedaço de espiga de milho acompanhado por duas qualidades de molho, ambos fantásticos.

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Convinha-nos comer pouco devido à hora em que chegamos ao restaurante. Solicitamos duas entradas e não passamos disso.

Meu fiel escudeiro pediu uma porção de camarões com abacate. Uma dupla bem manjada, é verdade, mas com grandes diferenças: camarão com gosto dos camarões que comíamos antigamente aqui no Rio (cismo que os camarões agora não têm mais gosto). E quanto ao abacate… Bah, guri, que loucura! Puro creme! Cortados fininhos, sem fiapos, sem manchas. Maravilhosos.

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E a “tansa” aqui (dicionário manezês) solicitou uma sugestão que viu em uma página do cardápio sem se dar conta de que a foto correspondente estava em outra. Resultado: um coquetel de camarões e lagostins também muito manjado – e carnavalesco -, mas muito bom. Nota 10 em alegoria e sabor.
Agora, para quem estava desejosa de comer algo diferente, mofou com as pombas na balaia (dicionário manezês).

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Fomos muito bem atendidos, gostamos do que pedimos, mas não voltaríamos. As opções de restaurante melhores são muitas na cidade.
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Outro aspecto do Valentine.

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CONTATO: