BRASIL, S.C. – Praias em Bombinhas: Sepultura e Retiro dos Padres, Dentre Outras.


IMAGEM em DESTAQUE: Praia Retiro dos Padres.

COMO CHEGAR
O acesso é pela BR-101. Dista de Florianópolis em 65 km e de Camboriú em apenas 26 km.
Primeiramente, passa-se por um portal indicativo em que, ao cruzá-lo, você estará na Costa Verde & Mar – que engloba as praias Continuar lendo BRASIL, S.C. – Praias em Bombinhas: Sepultura e Retiro dos Padres, Dentre Outras.

ARGENTINA, AR: Pátio Quinquela, em LA BOCA.


IMAGEM em DESTAQUE: Fachada da Galeria.

QUINQUELA
A galeria homenageia um pintor autodidata de nome Benito Juan Martín. Recém nascido, foi abandonado pela mãe e levado a um orfanato por onde permaneceu por 7 anos, até ser adotado pela família Chinchella.
É um dos pintores mais conhecidos da Argentina.

A GALERIA
Trata-se de mais uma opção de compras na Magallanes, a rua do buchincho do Bairro La Boca.
Lugar agradabilíssimo, aconchegante, comércio organizado, tranquilo e com opção para você matar a sede ou tomar um cafezinho enquanto aguarda a patroa aparecer cheia de sacolas e sua carteira vazia.

Detalhe: bancos para os quem preferem ficar distante das compras, aproveitar para bater um bom papo com um amigo ou permanecer em silêncio, descansando.

No final da avenida, na parte coberta, mais opções para passar seu cartão de crédito.
Já havíamos caminhado bastante, visto muito coisa. Daí chega um momento em que o cansaço domina, a paciência acaba e não me deixo atrair mais por qualquer preço convidativo. Foi o caso.

Cunhada e sobrinha encontraram forças para dar uma volta no ambiente, mas não viram nada que lhes chamasse atenção.

O centro de compras é pequeno, o que favorece a busca pelo objeto desejado. É muuuiiito agradável.
Para ser franca, entrei porque o pátio me conquistou pela aparência assim que passei pela porta.
Vale a visita mesmo que você não esteja disposto a comprar nada.

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BRASIL, SC. Itapema: Café Colonial do Tirolez.


FOTO em  DESTAQUE: Parcial da Fachada do Tirolez.

A famosa casa localizada no Bairro de Ilhota, Itapema, à beira da BR-101, oferece suas delícias há mais de 25 anos para quem aprecia comida de qualidade.
Sinto grande satisfação ao lembrar que a conheço desde que se instalou quase em frente ao Posto da Polícia Federal, do outro lado da estrada.
O Café Colonial do Tirolez é especializado em culinária alemã.
Aos poucos e a custo de muito trabalho e arte foi ganhando, merecidamente, a fama de que desfruta.
São mais de 100 opções só no buffet!
A mesa é um chamado ao pecado da gula, sem contar os biscoitinhos, docinhos, pães (milho, centeio, trigo), geléias e outros tantos produtos já embalados.

Este Paraíso favorece quem está trafegando em direção à Florianópolis. Mas, se você estiver navegando no sentido Norte, fique atento. Logo após a Polícia Federal há um retorno; e para voltar a trafegar para o Norte, aí sim, você terá que seguir em direção à Florianópolis e só encontrará um retorno após 3 km de estrada. Compliquei? Então dê uma olhada no mapa abaixo.

Mesmo na baixa temporada há movimento no Tirolez; por conta desse porquê todas essas tentações estão sempre frescas.

É nesta ambientação simples, limpíssima, organizada e aconchegante que você poderá curtir várias especialidades da cozinha alemã.

Se o olho crescer e você partir prá experimentar um tiquiiinnnho de cada coisa, achando que vai dar conta… Há! “Vai mofar com as pombas na balaia”, istepô!…

O HORÁRIO de FUNCIONAMENTO é das 9:00 às 21:00 horas, exceto às terças-feiras.
HORÁRIO DE VERÃO: 8:00 às 22:00 horas, diariamente.
Telefone: 47. 3368-2556

PREÇOS
Há duas modalidades de cobrança: caso o interessado opte pelo buffet, pagará X. Caso sua preferência seja por refeição para viagem ou beliscar alguma coisinha, pagará Y.
Nesta modalidade, ou seja,  comer pouco, a pessoa terá que ter muita personalidade. Há, há!

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ARGENTINA, AR: Restaurante EL GRAN PARAÍSO, no Bairro La Boca.-


IMAGEM em DESTAQUE: Quintal do Restaurante.


Melhor informando: o Paraíso localiza-se na rua Gal José Garibaldi, entre as ruas Gal Gregório Araóz de Lamadrid e Magallanes.

A entrada do restaurante fica em frente à antiga linha de trem em um conventilho datado de 1890.
Não está no buchincho do bairro La Boca – que em minha opinião nada modesta resume-se à rua Magallanes -, mas atrai muita clientela e por isso fiz reservas aqui do Rio.
Uma respeitável churrasqueira e uma grelha dão as boas vindas e mostram o que poderá estar em seu prato em poucos minutos.
Confesso que achei muito esquisito entrar e ser surpreendida por esse panorama que se vê abaixo – além de um fumacê danado que tivemos que atravessar – até chegarmos ao quintal.
Por outro lado, para chamar atenção, principalmente de quem come com os olhos, a estratégia merece aplausos. E mais: o aroma do churrasco vai longe, além “da-queee-la!” fumaça. Basta seguí-los.

Passado o impacto da entrada – observe o fumacê -, nos deparamos com um salão coberto, à esquerda, muito bem arrumado…

… e aí, sim, vem o quintal – um convite ao bem estar em seu sentido mais amplo.
O atendimento foi muito bom. A jovem senhora que nos atendeu desdobrou-se em sua função, além de revelar-se pessoa apreciadora de humor negro.
O frango que pedi estava cru. Chamei-a, claro, para que o levasse novamente para o braseiro, blá, blá, blá… Ela olhou para o prato e exclamou em bom som: – Nossa! Está vivo!
Nessa de aguardar que o frango voltasse morto e bem passado conforme solicitei, acabei ficando prá trás e saí da harmonia do grupo.

A DECORAÇÃO
Aquelas peças que normalmente são descartadas em uma casa, transformaram-se em originais detalhes da decoração do jardim. Neste canteiro na foto aqui de baixo só faltou o vaso sanitário.

Um pé de máquina de costura foi transformado em mesa e serve como aparador.
Até uma atração turística há no quintal. Idéia genial.

PREPARE-SE!
É preciso estar com a carteira municiada com pesos, reais, dólares ou euros para pagar sua conta.
De acordo com um aviso acanhado que se vê ao pé da primeira página do cardápio, em março de 2018 o restaurante só estava aceitando pagamento em dinheiro.
Gostaria de saber o que acontece com quem sai com pouca grana no bolso, confiante de que pagará sua conta com o cartão de crédito. Neste caso, terá que desistir do programa?
E aquele que abre o cardápio aleatoriamente, sai procurando a página onde está o que pretende comer – carnes, por exemplo -, e fecha o menu sem tomar conhecimento de mais nada?
Convidou amigos e família para almoçar fora…, a turma come e bebe fartamente… E agora?
Lavar louça prá pagar a conta? Pendurar relógio? Deixar celular como garantia? Como fica? Me engana que eu gosto.

Mas as surpresas não param por aí; essa da foto abaixo achei interessante: um aviso que previne que o cliente pode não ser atendido. Cardápio sincero, esse!…

O BOM HUMOR TAMBÉM BROTA NO PÁTIO
A procedência do ar que se respira no quintal foi demonstrada de maneira criativa em um sistema 3D inédito. A-mei!

Vira e mexe o cliente se depara com uma situação risível como esta.

O CARDÁPIO,
para mim, deixou a desejar pelo motivo já exposto. Quem pediu carne bovina ou cordeiro ficou satisfeito.

A fraldinha (chuletão) veio no ponto certo.
O prato de Chouriço também agradou.
Papas Fugazzetas – Batatas fritas servidas com ovos mexidos, queijo e cebola caramelizada. Há outras sugestões bem interessantes.
O frango que por muito pouco não bateu asas e voou do meu prato.

Sugestões para sobremesa não escapam da criatividade: estão pintadas em placas penduradas nas paredes.

A lenha (ou parte dela) que não está armazenada próxima à churrasqueira, acaba sendo destaque na decoração.


O CARDÁPIO
Há opções bem interessantes para abrir os trabalhos – petiscar.
Os pratos de carne vermelha e choriço sugeridos parecem apetitosos e as opções para acompanhamentos também: saladas e batatas podem vir para sua mesa de maneira bem simples ou incrementadas.
As porções de carne são para 1, 2 e até 3 pessoas.
Para quem não aprecia nenhum tipo de carne há provoletas – pratos elaborados com queijo provolone.
Para conhecer a variedade de opções do menu basta clicar aqui.

Sem considerar aquele frango que veio sangrando, agonizante para meu prato, indico o restaurante.

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BRASIL. PARANÁ, PR. Travessia Caiobá-Guaratuba, A Caminho de Florianópolis.


IMAGEM em DESTAQUE: Desembocadura do Rio São João.

Deixamos Antonina pela PR-408 em direção à Morretes; nosso objetivo era acessar a BR-277 para alcançarmos a PR-508 e chegarmos primeiramente a Matinhos.
Seguindo orientação das placas de trânsito, finalmente entramos na PR-412, rodovia que nos levaria até à travessia Caiobá/Guaratuba.

No sentido Caiobá-Antonina trafegar pela Avenida Atlântica (mão única) é muito agradável. Já fizemos esse trajeto duas vezes e gostamos muito. Aconselho-o.

AVISO AOS NAVEGANTES.

Três balsas operam na travessia, o que torna o serviço super rápido.

Para assistir ao curto vídeo da travessia, clique aqui.

DEIXANDO CAIOBÁ.
CHEGANDO A GUARATUBA.

Atravessamos a balsa, descemos em Guaratuba, e continuamos nossa viagem em direção à Garuva pela mesma PR-412, que, ao cruzar a fronteira Paraná/Santa Catarina, torna-se SC-415.
Garuva está na beira da BR-101; por isso bastou-nos passar por baixo da BR e seguir em direção à Florianópolis: mais 211 km de estrada.


Se você gosta de viajar, trace seu roteiro e bote o pé na estrada. Não bobeie:

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BRASIL. PARANÁ, PR: Antonina – Um dos Pontos de Partida para a Ilha do Mel.


IMAGEM em DESTAQUE: Vista parcial de Antonina. Foto clicada da rua Sinhoca Rocha.

Conforme relatado na postagem anterior – Chegando à Florianópolis pela Estrada da Graciosa, Pr -, paramos em Antonina para dormir uma noite e dar uma olhada na pequena cidade – o que só pudemos fazer no dia seguinte, pela manhã.

Rua Sinhoca Rocha.
Camboa Capela Hotel – o prédio da esquina, pintado de verde.
O estacionamento na lateral do hotel.

Ficamos no Camboa Capela Hotel. Visto assim pelo lado de fora, não se tem idéia da amplidão de suas acomodações. A surpresa está no momento em que se cruza a porta principal. Não há como não exclamar; no mínimo, um  “Noooosaaa!” você vai soltar.
Tudo é muito bem cuidado e limpo. Quartos amplos e estacionamento a céu aberto em terreno nos fundos do hotel, acessível pela rua lateral, a Sete de Setembro.
Optamos por estacionar o carro neste terreno porque mala e bancos estavam abarrotados de tralhas e bateu aquela neurose de quem mora no Rio. Poderíamos ter deixado o carro no estacionamento ao lado do hotel, mas…

Foto clicada do pátio da Igreja de N. S. do Pilar.

As imagens foram obtidas no dia em que continuaríamos a viagem para Florianópolis, bem cedinho; por este motivo o comércio estava fechado e não havia movimento de pedestre.

Por ser cidade histórica, mesmo pequena há o que admirar. Antonina, em 2017, contava com 19.420 habitantes.
Na foto abaixo está o Teatro Municipal, construído na segunda metade do século XIX, alvo de histórias muito interessantes que você poderá sabendo clicando aqui.
Entretanto, um fato por demais desagradável merece ser destacado: em 1962, o Prefeito Pedro Dias Pinheiro cometeu o desatino de arrendar por 20 anos este imóvel histórico para uma empresa cinematográfica de Curitiba.
Como era de se esperar, findo o prazo estabelecido no contrato, o imóvel foi devolvido ao município em estado precário – fachada estropiada, interior destruído. Apesar das promessas de restauração não cumpridas, obviamente, não foram cumpridas.

Em conversa com um antoninense, este habitante contou-me que um dos prefeitos decidiu trocar as maravilhosas portas originais do teatro, de madeira, por estas de vidro.
Segundo este informante, encontraram as portas na casa do dito prefeito e por lá ficaram.

O hotel está muito bem localizado. De alguns quartos vê-se parte da Baía de Paranaguá, cidade bem próxima de Antonina, distante em  50 km apenas.

Em penúltimo plano, as ruínas do Armazém Macedo, depósito de erva-mate, e da residência da família Macedo.

A Igreja Matriz da cidade, dedicada à N. S. do Pilar. Está ao lado do Camboa Hotel.

A simpática praça fica em frente ao hotel.  

À esquerda, na foto, a Pousada Atlante.
Rua Valê Porto.
Rua Sete de Setembro, por onde se acessa o estacionamento do Camboa.
O prédio da Prefeitura.

    
Achei interessante que algumas residências na rua Valê do Porto também podem ser identificadas com uma placa na qual consta o nome de uma música e seus autores.
Não sei se essas homenagens seguem o mesmo ritual que as placas inauguradas na cidade de Conservatória, verdadeiras solenidades. 
O proprietário escolhe a placa com o nome de u’a música de seresta e avisa aos seresteiros do Museu da Seresta e Serenata.
Em dia previamente combinado, os músicos saem do museu, à noite, tocando suas violas, violões, cavaquinhos e cantando pelas ruas até chegar à casa alvo da solenidade.
Em lá chegando cantam a música escolhida pelo morador, e depois comemoram a inauguração da placa em uma festividade oferecida pelo morador.

UM POUCO DE HISTÓRIA
Antonina é uma das mais antigas povoações do Paraná. Foi a  exploração do ouro, tendo como início 1648, que atraiu muitos interessados – homens que acabaram contribuindo para a formação do futuro povoado.
Anos mais tarde a antiga sesmaria de Guarapirocaba foi se firmando, até que em 12 de Setembro de 1714 foi oficializada a povoação de Antonina.

Para quem aprecia arquitetura, a cidade reserva algumas surpresas. O Teatro Municipal (1906), a Igreja de N. S. do Pilar, que obteve licença para a construção de uma capela em 12 de Setembro de 1914; mas, foi somente em 14 de agosto de 1722 que oficializaram a igreja como matriz da cidade.
A igreja passou por período de abandono a ponto de ser fechada devido à precariedade de suas instalações: não havia assoalho, nem forro, nem altar, além de as vigas terem apodrecido.
O casario ao redor do hotel é digno de nota, bem como uma ruína de um armazém de nome Macedo, que você vê na foto em destaque ali no frontão.
Como de hábito, dei uma bordejada na internet para verificar se meus relatos ainda têm fundamento e tive a satisfação de encontrar a matéria cujo link transcrevo a seguir: inclui os projetos para as iminentes reformas do Armazém Macedo (ficará lindo!), e da Estação de Trem de Morretes.


APÊNDICE:

Por que não REFORMAR, também, A ESTAÇÃO DE PARANAGUÁ?
Acho uma falta grave o que algumas empresas e sites de turismo anunciam: um passeio de trem pela Serra do Mar, saindo de Curitiba e chegando a Paranaguá.
Daí…, o interessado no trajeto começa a ler o roteiro e depara-se com uma viagem mais curta: Curitiba/Morretes. E mais: anunciam como atração desta pequena cidade um prato típico da região, como se Morretes fosse a cidade que melhor o apresenta. Não foi o que constatei.

Vamos por partes:
1- De Morretes a Paranaguá, por estrada (PR-408 e BR-277), são apenas 39,6 km de extensão. É também de Paranaguá que saem embarcações para a Ilha do Mel, embora haja um ponto de partida a quase 47 km de distância que encurta bastante essa travessia: o Pontal do Sul (Sair de Paranaguá pela BR-277, pegar a PR-407 até o Pontal do Paraná, e de lá seguir até Pontal do Sul pela PR-412).
Mas isso é uma gordura que incluí no item.
Para o que gostaria de chamar atenção é que o trem voltando a circular até Paranaguá, facilitaria a vida de muitos habitantes das cidades que já foram favorecidas por esses trilhos, sem contar com aqueles das localidades vizinhas ao triângulo formado por Morretes, Antonina e Paranaguá. Isso, sem pensar, ressalto, no favorecimento que essas localidades receberiam em função do incentivo ao turismo. Mas os responsáveis pela recuperação desse fantástico patrimônio não estão se importando com isso.

Aproveitando o embalo, registro minha indignação pelo que restou da estação de trem de Paranaguá, que cai, literalmente, aos pedaços.
Inaceitável que um patrimônio grandioso como esse, esteja servindo de abrigo a mendigos e viciados em crack.
Um prédio que, mesmo destruído, não esconde que foi construída em período de abundância vivido pela cidade e por isso, sua arquitetura requintada.

A reportagem do G1 de 2015 conta e mostra com riqueza de detalhes o período que abrange desde o início de seu funcionamento até seu total abandono. Vale a leitura.

2- E quanto à gastronomia, o que que Morretes tem?
Anunciam o Barreado como se o preparassem de maneira inigualável. Pura balela! Quem o prepara de acordo com a receita original é a Sra. Norma, moradora de Paranaguá, que prepara o prato seguindo a receita à risca, justamente por estarem deturpando a receita original pelas redondezas.
Quando eu e meu fiel escudeiro soubemos do sucesso que Dona Norma faz na cidade, não pestanejamos. Repeti para mim mesma as palavras de minha amiga Angela Loreto quando vê algo que lhe desperta curiosidade: – “Preciso ver isso de perto”. E lá fomos nós.
Para que tenha idéia do que se trata – em descrição pormenorizada e fotos -, clique aqui.
Dona Norma tornou-se tão famosa que foi procurada por dois fotógrafos…
Hum!… Acho melhor você clicar no link para ficar conhecendo essa história.

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BRASIL. PARANÁ, Pr: Chegando à Florianópolis pela Estrada da Graciosa, a PR-410.


IMAGEM em DESTAQUE: Trecho da Estrada da Graciosa.

Cansada de trafegar (tanto de ônibus quanto de carro) pela BR-116 do Rio à Florianópolis  – mais de 20 anos só em companhia de meu fiel escudeiro -, sugeri mudar o trajeto – “Antes tarde do que… ” Continuar lendo BRASIL. PARANÁ, Pr: Chegando à Florianópolis pela Estrada da Graciosa, a PR-410.

ARGENTINA, AR: Calle Magallanes – A Rua Mais Animada Do Bairro La Boca.


IMAGEM DESTACADA: Conventilho visto do Centro Cultural de Los Artistas.

LA BOCA
era sinônimo de Camiñito, sua mais famosa rua.
Nem o estádio de futebol conhecido como La Bombonera, em minha opinião nada modesta,  Continuar lendo ARGENTINA, AR: Calle Magallanes – A Rua Mais Animada Do Bairro La Boca.