BRASIL. CEARÁ. FORTALEZA . Hotel Praiano . Recomendável, Mas Com Mínimas Restrições.


IMAGEM DESTACADA – Feira de Artesanato da Praia do Meirelles, vista do Praiano Hotel.

Nossa reserva era apenas por um noite – estávamos de passagem por Fortaleza, de onde embarcamos para Amsterdam.
Moramos no Rio de Janeiro, mas é do Nordeste que temos saído rumo à Europa.
Qual a vantagem? Encurtar 3 horas de voo. E como é prá frente que se anda, sair de São Paulo, digamos, quando o destino é o exterior, é permanecer voando por mais horas, ter que suportar barulho de turbina por mais tempo, além daquele ar refrigerado incômodo que me deixa mais enrugada do que já estou e me sentindo como uma “passa” – seca por dentro e por fora. E mais: não consigo dormir em  avião por mais conforto que tenha – não tem jeito.
Daí corremos para o Nordeste, passamos uma noite em algum hotel e dia seguinte seguimos viagem.
Desta vez o eleito foi o Praiano Hotel, na Praia do Meirelles, em frente a um ponto tentador para os consumistas: a Feira de Artesanatos da Av. Beira Mar, montada diariamente, há 26 anos, com ou sem chuva.
As barracas começam a ser montadas à tarde e fecham em torno das 23.00 horas.
Apesar dos preços atraentes, há melhores ofertas no Mercado Central. Vai daí que convém negociar o preço das mercadorias.
A variedade de artigos é imensa; portanto, prepare-se para andar e não se esqueça de pedir o cartão da barraca onde se interessou por alguma coisa que é para depois não se perder.

O HOTEL PRAIANO
é bem localizado, bem aparentado e conta com recepção simpática e de boa vontade para ajudar no em que for necessário. Até da impressão de nossos cartões de embarque as jovens funcionárias cuidaram e não pouparam esforços para dirimir nossas dúvidas.
O jovem encarregado de cuidar das malas o faz com maestria e rapidez – pratica uma técnica própria para lidar com malas, e rapidinho chega a seu apartamento.
Trata-se de outro funcionário simpático, risonho e que trabalha com a maior boa vontade.

No varandão funciona a Capri pizzaria e a Creparis – uma creperie que deixou a desejar no preparo da massa: extremamente fina e por isso totalmente quebradiça (virou um biscoito), impedindo de saboreá-la junto com o recheio. Virou farinha.
O espaço também trabalha com sorvetes.

A foto não deixa dúvidas a respeito da espessura da massa do crepe. Conforme citei acima, virou farelo. Não recomendo.

O Espaço destinado à criançada é bem municiado de brinquedos. Quanto à piscina infantil, o aviso deixa bem claro a quem pertence a responsabilidade sobre os pequenos.

Cuidados especiais com os hóspedes na área descoberta – excelente idéia.

N.B.:  foto idêntica a esta consta no site do hotel designando o quarto como pertencente às categoria luxo e standard. Não entendi!…
Outra observação: quarto de hotel de categoria 4 estrelas e sem graça desse jeito? Nem colcha tem! Não consigo aceitar esse tipo de tapeação. Uma colcha faz diferença? Faz porque impede que o lençol com que o hóspede poderá se cobrir não pegue poeira…

O quarto é espaçoso, bem composto com frigobar, cofre, colchões e travesseiros confortáveis, ar condicionado, e da janela vislumbra-se bela vista. TV tem pouquíssimos canais e a imagem deixa a desejar.

A sala de estar do Praiano leva o futuro hóspede a pensar que os quartos têm aparência caprichada, mas… não é bem assim.

No Thames Restaurante, do próprio hotel, saboreamos dois pratos muito bons: peixe acompanhado por purê de batata doce e arroz de alho.

O prato de meu fiel escudeiro foi camarão com champinhons e alcaparras, acompanhados por arroz e batatas. Ambos, excelentes.

Outro detalhe importante que falta no hotel: computador à disposição dos hóspedes com direito à utilização de impressora, desde que haja número limitado para impressão.
Evidentemente que, a fim de evitar abusos, o melhor lugar para a impressora seria a recepção, pois estaria sob o controle dos funcionários. A cobrança das impressões seria justa, e ficaria confortável para hóspedes e hotel.
Em caso de impressão de cartão de embarque, por exemplo, não haveria a necessidade de o hóspede ter que passar os dados de seu voo para o e.mail do hotel.
Trata-se de recurso que não pode faltar em hotel de categoria “4 Estrelas”, dentre melhorias acima citadas.
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BRASIL. CEARÁ: Sirigado, Centro das Rendeiras em Aquiraz, Passeio das Três Praias (Morro Branco, Fontes, Diogo e Lago de Uruaú). Canoa Quebrada. Engenho O Bari.


IMAGEM DESTACADA: Lagoa de Uruaú.

Após 22 dias viajando pela Europa desembarcamos em Fortaleza onde permanecemos por 4 dias antes de voltarmos ao Rio.
Hospedamo-nos no Hotel Villa Mayor e, ao saímos para almoçar com o endereço do restaurante anotado em um pedaço de papel, esqueci-me de olhar o mapa antes de sair do quarto para saber qual direção tomar quando chegássemos à Av. Beira-Mar: direita ou esquerda?
Bastaria que olhássemos os números dos quarteirões indicados nas placas da avenida e começar a andar! Mas, aconteceu que não percebemos essas indicações (esse tipo de distração é comuníssimo na velhice) e rumamos para a esquerda. Da rua!!!
Acredito piamente que nada acontece por acaso. Andamos um pouco e nos deparamos com um senhor uniformizado, parado em frente a uma bela fachada de um hotel.
Vimos pela logomarca estampada na camisa do jovem senhor, que tratava-se de um de seus funcionários e, com toda certeza, ele saberia nos dizer prá que lado ficava o tal famoso restaurante.
Não sabia! Não sabia, mas chamou quem o conhecia: um taxista que faz ponto em frente ao dito hotel.

O jovem educado e muito simpático disse-nos que o restaurante estava fechado por conta de obras na avenida, mas, se um bom prato de peixe fosse nosso objetivo, ele indicaria o Sirigado para almoçarmos – restaurante simples, mas de comida saborosa.
Embarcamos em seu táxi e lá fomos nós.
Papo vai, papo vem, o jovem chamado Marcos Rezende apresentou-nos uma programação turística interessante, e havia uma, em especial, que estava em nossa mira: Canoa Quebrada, lugar que pretendia rever antes de voltar ao Rio.
Marcos é muito organizado e é do tipo de profissional que corre atrás.
Não perdeu tempo e prontamente mostrou-nos um álbum com fotos excelentes a respeito dos roteiros que executa em parceria com amigos.

Pois bem, no caminho para o Sirigado já havíamos acertado o passeio para o dia seguinte. Simples e rápido.

SIRIGADO
(Av. Br. de Studart, 825 – Aldeota, Fortaleza – Tel.: (85) 3261-7272.
De Segunda a Domingo de 11.00 h à 00.00 h.

Neste restaurante pedimos um prato que, segundo o jovem que nos atendeu, daria para os dois e até para três – dependendo da fome. E dava para três famintos, tranquilamente.

Abrimos nosso trabalho com uma porção de unhas de caranguejo. Iniciamos nossos trabalhos com unhas de caranguejos. Quase almoçamos outra porção, mas optamos pelo prato de peixe (e que não foi o sirigado) com molho de camarões, saborizado com abacaxi frito e alcaparras.
O impacto ao vermos o prato foi tão grande que dispensamos a travessa de arroz. Como diz meu mano, “arroz eu como em casa”. Tá coberto de razão. Imagine! O prato já estava muito bem acompanhado pelas batatas… Arroz, prá quê?

Pelo tamanho do restaurante, número de mesas no salão, espaço para a criançada brincar e ainda a área para estacionamento, sentimos que a cozinha atrai um bom público.

O salão fica nos fundos desse corredor. O espaço à direita é destinado às crianças.

A foto não nos permite imaginar o tamanho do salão.

Inesperadamente, um pianista de repertório atualizado estava incluído no cardápio. Foi bom demais.

O estacionamento tem o dobro do tamanho que aparece na foto.

O espaço para as crianças brincarem é grande e bem protegido.


NOSSO PASSEIO
= Pela ordem: Parada em AQUIRAZ no CENTRO DAS RENDEIRAS. Circulando beira-mar pelas TRÊS PRAIAS: MORRO BRANCO. FONTES. DIOGO. Lagoa do URUAÚ. CANOA QUEBRADA. ENGENHO O BARI.

Já havíamos cumprido esse trajeto, em 18/8/2010, trafegando sempre que possível pela beira do mar desde a saída da Praia do Futuro.

Foto clicada às 8.03 h da manhã de 18/8/2010 – O motorista e guia ajeitando a valente para enfrentar o roteiro.

Chegamos à barraca Chega Mais após encararmos mais de 160 km de beira de mar e estrada, e por lá ficamos.


Canoa Quebrada ainda não era atração turística e a barraca era, literalmente, um abrigo de telhado simples, mesas e cadeiras pé na areia, uma boutique bem acanhada de roupas de praia, banheiro e cozinha. O camarão que comemos na Chega Mais foi tão fantástico, que até agora não foi esquecido.
Em frente a barraca, em uma carrocinha puxada por burro, um casal vendia sorvetes, e isso era tudo.

Visitando as falésias, só nós quatro: eu, fiel escudeiro, mano e sobrinha.

Ninguém no pedaço, a não ser esse senhorzinho que nos seguiu a certa distância, sem que percebêssemos. Ao chegamos ao alto das falésias ela se aproximou perguntando se gostaríamos que explicasse a respeito do lugar…coisa e tal… Aquela conversa de cerca Lourenço cuja finalidade $abíamo$ qual era.
Esforçou-se para nos passar aquela tradicional decoreba de antigamente, que valeu pela boa vontade de ambas as partes.
O discurso foi breve, mas houve um fato que nos chamou bastante atenção: ele retirava sucessivas porções de areia das falésias para nos mostrar que esse tipo de vandalismo não era permitido! Rimos muito e logo pensamos no seguinte: caso continuasse na atividade e tivesse bom público, talvez não restasse pedra sobre pedra…

Neste ano, 2010, nos hospedamos na Praia do Futuro e foi de lá que partimos para o que seria, para a época, uma aventura .
Desta vez, em 03/5/2019, fomos no carro de Marcos Rezende para cumprir o roteiro conhecido como Três Praias, que inclui: Morro Branco, Praia das Fontes, Praia do Diogo e Lagoa Uruaú. Em Morro Branco passamos para o bugre de Neto, parceiro de Marcos.
Neto
é outro jovem simpático, educado e de boa vontade, que também honra sua profissão como condutor e guia turístico. Com Neto trafegamos pela beira da praia até a Lagoa de Uruaú, que não chegamos a conhecer em 2010 (fotos mais adiante).

Em AQUIRAZ
Marcos
fez uma parada em um lugar perigosíssimo para quem é consumidor e aprecia a arte nordestina em geral.
O destaque fica por conta dos bordados e das rendas de bilro a preços “de fábrica”.
Objetos decorativos em barro, casca de côco, madeira e couro… Bonecas de pano de vários tamanhos, bijuterias, brinquedos e material escolar também se destacam entre as diversas peças bordadas e rendadas de beleza ímpar.

No alto da parede desse box onde tecem a quilométrica renda, le-se o seguinte:

“No dia 25/01/2006 foi iniciado no Complexo Artesanal de Aquiraz a renda da grega com o intuito de ser a maior renda do mundo e entrar no Guiness Book.
Esse trabalho é um objetivo onde todas as rendeiras trabalham em parceria, para juntas conquistar uma referência no artesanato.”
A imagem fala por si.


Deixamos o município de Aquiraz e fomos para Morro Branco, no município de Beberibe, onde Neto nos aguardava.

Na foto acima, da esquerda pra direita: meu fiel escudeiro, Neto e Marcos.

O que significa o selo que se destaca no capô do bugre?
Neto
 pertence à ABMBAssociação dos Bugueiros de Morro Branco. Mas o que isto quer dizer?  Quer dizer que esse profissionais são registrados na Secretaria de Turismo e por este motivo são autorizados a circular com placa vermelha, além de serem identificados pelo selo da associação.
O roteiro proposto por Marcos, que constitui a trilha tradicional, foi definido pelos próprios bugueiros, com permissão da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) e do Departamento Estadual de Trânsito (Detran).
O passeio oficial, repito, visita a Praia das Fontes, Morro Branco, Fonte da Juventude, Praia do Diogo e Lagoa do Uruaú. Passeio de aproximadamente 2 horas, apenas nestes pontos turísticos!

CAPACIDADE DE PASSAGEIROS NO BUGRE
A ABMB orienta que a capacidade do bugre é para 5 pessoas, incluindo o motorista. Caso haja alguma criança com menos de 5 anos, a lotação poderá ser de 6 pessoas – mais que isso é proibido!
E mais: alerta os bugueiros para não trafegarem em meio a banhistas, não circularem em alta velocidade, e não praticarem manobras “com emoção”.
Acidentes com mortes acontecem vez ou outra por conta de bugueiros não credenciados; ou seja: sem os conhecimentos fundamentais para a execução de um trabalho seguro para ambas as partes (bugueiro e passageiro), e, ainda por cima, praticantes de manobras ousadas em locais totalmente fora da trilha: determinadas dunas, por exemplo.

O bugre de Neto está inteiro, é limpo, e super bem conservado. Estofamento da garupa bem matelassado – Nota 10!

MORRO BRANCO – Beberibe.
está a 91 km de Fortaleza e a 5 km do Centro de Beberibe,  município ao qual pertence.
É conhecido por suas falésias coloridas, passeios à beira-mar e praias atraentes para banho.
Suas areias coloridas servem de matéria prima para a elaboração de peças decorativas. Os trabalhos, ricos em minúcias, revelam  a paciência e a determinação dos artesãos especializados nessa técnica chamada silicografia (desenhos feitos com areia).
Importante esclarecer que os artesãos que trabalham com essa técnica retiram a areia de áreas autorizadas para essa finalidade.

PRAIA das FONTES – Beberibe.
Águas de chuvas filtradas pelas paredes das falésias somadas às de fontes naturais formam pequenos lagos tais como esses que vemos nas fotos abaixo. Dezenas dessas fontes deram nome à praia.

Gruta da Mãe d’Água.

Foto de autoria de Marcos Cezar Rezende.

Fonte da Juventude e dos Carecas.

PRAIA DO DIOGO – Beberibe
localizada a 93 km distante de Fortaleza pela CE-040, a Praia do Diogo faz parte do circuito intitulado “Passeio das Três Praias + Lagoa do Uruaú“, executado sob a batuta de mestre Marcos Cesar.
Segundo nosso guia Neto, na Praia do Diogo é preciso observar o movimento da maré quando o objetivo é dar aquela refrescada no corpitcho com um mergulho estiloso à moda de Ester Williams.
Isto porque há um cordão de pedras paralelo à praia, que a acompanha por longos metros, que oferece perigo para os menos atentos.

LAGOA URUAÚ – Beberibe.
Seguimos até à Lagoa Uruaú, onde nos deliciamos com um banho refrescante em águas puras, tépidas, e cercados por um cenário paradisíaco.
Neto deixou-nos à vontade para que permanecêssemos o tempo que quiséssemos na lagoa. Mas, como ainda iríamos almoçar na barraca Chega Mais, e depois seguiríamos para Canoa Quebrada, nosso banho durou apenas alguns minutos – estávamos cientes da distância que ainda teríamos que percorrer até chegarmos a Fortaleza e por isso não abusamos.
Montamos na garupa do bugre e partimos em direção à Sucatinga. Lá nos reencontramos com Marcos para cumprirmos nosso roteiro.
No caminho, uma parada rápida para cumprimentar um pescador pelo resultado de seu trabalho.

Passamos por Uruaú...

… e chegamos a Sucatinga onde Marcos nos aguardava.

BARRACA e RESTAURANTE CHEGA MAIS

ERA ASSIM…

e ficou deste jeito que você verá nas fotos seguintes.


Levei um susto. De barraca, não encontrei mais nada.
O que encontramos foi, praticamente, um clube com amplo restaurante/platéia, palco, estacionamento, piscina, boutique, barracas de praia estrategicamente colocados sob uma área de coqueiros implantados, e ainda mesas sob o pergolado da piscina, onde almoçamos. Na saída, o sistema de pagamento totalmente informatizado evita os incontáveis beiços que o proprietário Luiz Costa Nogueira levou ao longo de anos.
A História (com H maiúsculo, sim senhor!) sensacional do empresário está contada em pormenores neste site.
Garanto que você vai aplaudir o jovem que aos 18 anos de idade não deixou passar a oportunidade de montar uma barraca na beira da praia, cresceu como empresário, e venceu todas as dificuldades que vieram a seu encontro, decorrentes de proteções ambientais não existentes no início de sua atividade. E que não foram poucas!

Nosso almoço constou de um “sanduíche” composto por dois peixes recheados com camarão, e cobertos por molho bechamel. Carocinhos de castanha de caju serviram de enfeites.
E como quem vê cara não vê coração, na hora em que partimos esse bolo de três camadas dispensamos de imediato o arroz, o feijão e a salada, e ficamos apenas com algumas batatinhas.
Originalidade no lavabo e adesivos aplicados na parte interna das portas dos banheiros, lembram os frequentadores da necessidade de se economizar água, e de que reciclar é preciso. Sermos complacentes com o planeta em que vivemos, lucramos nós e a Mãe-Terra.

CANOA QUEBRADA
foi o objetivo desse passeio, mas, infelizmente, não foi possível permanecer na cidadezinha para apreciá-la à noite.
Conforme disse acima, fizemos um pit-stop em Fortaleza só a fim de esticar as pernas e recompor o esqueleto, para depois então continuarmos nossa viagem até ao Rio.

COMO CHEGAR
1- de ônibus, saindo de Fortaleza: a média é de 3 horas e meia de viagem e você poderá adquirir os bilhetes de ida e volta clicando aqui para acessar o site de vendas de passagens.
2- contratando um serviço de turismo particular – o anunciado aqui na postagem, com Marcos César, por exemplo, ou…
3- por intermédio de empresas de turismo.
4- na melhor das hipóteses, alugando um carro.

O mapa abaixo indica duas opções de trajeto.

A BROADWAY
cearense é uma rua charmosa repleta de Cafés,  restaurantes e boutiques, que na alta temporada fica mais movimentada.
Vamos por partes: de junho a agosto é o período de férias no Hemisfério Norte.
Nessa época, a turistada aproveita para tirar o mofo, se esticando em praias, em gramados de jardins públicos, sentados em bancos de praça e até em cima de pedras à beira-mar – cansei de ver essas cenas.
Europeus viajam prá valer pelos países vizinhos e pelos EEUU, e americanos aproveitam o período para voltar para casa (normalmente os jovens estudam em outro Estado), para viajar para a Europa, ou, fazer como os europeus: voar para o Brasil.
Ué, mas viajar para o Brasil nessa época?
Esse período de férias dos branquelas coincide com o Inverno brasileiro, é fato, mas é bom lembrar que nosso Nordeste lindo e maravilhoso está próximo da linha do Equador! Hááá!!!
E aqui, môquidu, pelas principais atrações do Ceará, do Maranhão e do Rio Grande do Norte, o que mais você ouve é italiano e francês. Inglês ouve-se por tabela, e alemão… bem pouco.
E ainda lhe digo mais: muitos vêm atrás dos ventos para curtir kite-surf (Preá, ao lado de Jericoacoara é a cidade mais procurada do Ceará) e muitos acabam ficando, casando e constituindo família – mas só vieram “atrás dos ventos”, entende?

O movimento acontece à noite – hora de beliscar alguma coisa (ou alguém), ou encontrar os amigos para um gostoso bate-apo.

Ávidos para tomar um cafézinho, tivemos a sorte de entrar nesta creperia/pizzaria.

Ambiente simpático, limpo e tão acolhedor quanto as jovens que nos atenderam e com quem trocamos idéias e batemos um gostoso papo.

A creperie e pizzaria IBIZA ainda disponibiliza um espaço ao ar livre e montou um pequeno palco para artistas se apresentarem.

A programação elaborada por Marcos Cesar foi bem variada.
Imaginávamos sair da Broadway e voltar direto para Fortaleza, mas não foi assim. Marcos parou em outro lugar perigoso para consumidores: parou no…

ENGENHO O BARI – localizado no Km 40 da CE-040.

Parece um caixão de defunto, mas trata-se da maior rapadura do mundo.

Mas, não é só rapadura que o engenho produz. Dê uma olhada na variedade de produtos prá mexer com seu bolso.

Amostra de rapaduras saborizadas com frutas e condimentos – são fantásticas!

De lá retornamos para Fortaleza, já deixando Marcos incumbido de nos pegar no dia seguinte e nos levar até ao aeroporto.
Agradecemos a Deus por esses momentos lindos, à boa vontade e ao trabalho de Marcos Cesar e de Neto.

“Marcos Cesar – Sua Viagem e Passeio Com Qualidade e Conforto.
Contatos: (85) 9-8793.6352 / (85) 9-9929.5232/ (85)9-8116.3359″.

Saiba mais a respeito da História de Morro Branco e de sua “logomarca” clicando aquiMorro Branco tem logomarca? Ora, se tem!


“Somos todos viajantes de uma jornada cósmica – poeira de estrelas, girando e dançando nos torvelinhos e redemoinhos do infinito. A vida é eterna. Mas suas expressões são efêmeras, momentâneas, transitórias.” – DEEPAK CHOPRA