BRASIL . ILHA de SANTA CATARINA . Florianópolis – Pousada Mar de Dentro, em Santo Antonio de Lisboa.


FOTO DESTACADA: Vista parcial da Pousada Mar de Dentro.

Endereço:  Rua Caminho dos Açores, 1929 – Santo Antônio de Lisboa – Florianópolis – SC -BRASIL – Tel: (48) 3235-1521.

COMO CHEGAR
Para saber como chegar ao bairro clique aqui.

As fotos da pousada dão uma idéia desse pequeno paraíso na Praia de Santo Antonio. 
Dispõe de oito acomodações, sendo duas à beira-mar quase na areia. Sem parodiar determinado comercial de cartão de crédito, dormir com o barulhinho do quebrar de ondas, praticamente, embaixo de sua janela, não tem preço; e assistir ao por do Sol sem sair do quarto também não.

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Insira uma legenda
O apartamento nº 7 em que fiquei hospedada, externo, é confortável, de decoração aconchegante, muito limpo e cercado por um jardim muito bem cuidado no qual se destaca uma boa piscina.
A proximidade do mar é tamanha, que certa tarde cheguei à pousada e havia um hóspede pescando de debaixo do ombrelone. Nem precisou abrir o portão e pisar na areia da praia. Convenhamos, um luxo!
Colchão e travesseiros confortáveis, roupas de cama e banho de boa qualidade, limpas, cheirosas; TV, frigobar silencioso (importantíssimo), ar condicionado e ventilador. Chuveiro com boa saída d’água, secador de cabelo e bons produtos de higiene corporal – shampoo, condicionador, creme hidratante e sabonete, mimos à disposição do hóspede.

Continuar lendo BRASIL . ILHA de SANTA CATARINA . Florianópolis – Pousada Mar de Dentro, em Santo Antonio de Lisboa.

BRASIL . SANTA CATARINA . Florianópolis – Santo Antonio de Lisboa: Bairro Histórico e Polo Gastronômico no Norte da Ilha.


FOTO EM DESTAQUE: Praia de Sto Antonio de Lisboa.

MUDANÇA DE RUMO
O Sul da Ilha de Santa Catarina Campeche, Armação do Pântano do Sul, Pântano do Sul, Ribeirão da Ilha e Caieira da Barra do Sul ficou para trás e agora estamos rumando  para o Norte, mas fazendo questão de passar por Santo Antonio de Lisboa, ao noroeste da ilha,  outro ponto colonizado pelos açorianos.

Localização: Noroeste da Ilha de Santa Catarina, a 12 km do Centro da cidade pela SC-401 em direção ao Norte da Ilha.

COMO CHEGAR
Do Centro de Florianópolis siga pela Avenida Beira-Mar Norte. Concentre-se em três pontos de referência que você encontrará bem mais adiante após passar por baixo da Ponte Hercílio Luz: o Prédio da Polícia Federal – não há como passar despercebido -, o supermercado Angeloni – também chama bastante atenção – e o Teatro do SIC, um pouco recuado e muito próximo ao viaduto que você terá que subir. Para quem não conhece, não me importo com chover no molhado: neste sentido de tráfego todas essas edificações estão à direita porque à esquerda está o mar.

Procure trafegar neste lado da pista do meio, porque logo após passar o supermercado você verá placas indicativas para o Norte da Ilha (Daniela, Jurerê, Canasvieiras, Ingleses e Costão do Santinho).

Para alcançar a SC-401, suba o viaduto. Ao descê-lo você já estará na Avenida da Saudade, uma das pontas da SC-401. Como esta avenida não é extensa, vá ganhando sua esquerda porque no final, em frente ao cemitério, é isso que você terá que fazer: esquerda, volver! Siga em frente até encontrar indicações para Santo Antonio de Lisboa. Fácil assim. Você passará por um Shopping chamado Floripa Shopping (excelente), pelo prédio da redação do Diário Catarinense, pelo Centro Administrativo, pela entrada de quem vai para o Cacupé, outro bairro em frente ao mar. Passe por tudo isso e continue a seguir em frente, sem medo de ser feliz.

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Final da Avenida da Saudade, início da SC-401. Imagem Google Earth.

Um parêntesis: no final de Avenida da Saudade, virando à direita, você alcançará a Lagoa da Conceição, a Praia Mole, a Praia da Joaquina, a Barra da Lagoa. Antes de chegar à Lagoa você verá placas indicativas para o sul da ilha (Campeche, Armação, Ribeirão etc.), mas essa já é outra história que ficará pra mais tarde.

Santo Antonio de Lisboa é um bairro de personalidade semelhante ao Ribeirão da Ilha por conta de sua origem e quem resume a História do bairro  é  o Guia Floripa (clique aqui).

A Freguesia de Santo Antonio de Lisboa, batizada com o nome de Nossa Senhora das Necessidades da Praia Comprida, inclui os bairros de Sambaqui, Barra do Sambaqui e Cacupé.

Tal qual a Freguesia do Ribeirão da Ilha, estes bairros, berços da colonização de Santa Catarina pelos açorianos, ainda conservam seu bucolismo, não se deixando abalar sequer pelo  movimento nervoso na época da alta temporada. Bairros tradicionais como os citados acima atraem turistas o ano inteiro por conta de sua originalidade, artesanato, praia e, sobretudo, gastronomia.
Fora da temporada a tranquilidade de Santo Antonio é um convite ao relaxamento.
Para entrarmos neste clima basta olharmos os barcos ancorados – quase não se mexem; flutuam como que adormecidos, embalados pelo movimento suave do mar. Em conjunto com o casario muito bem conservado do século XVIII, formam um postal perfeito.
Mais uma vez tive dificuldade em separar fotos para postar.
Santo Antonio é um lugar tão lindo, que acabei extrapolando e saquei mais fotos do que devia, pensando em lhes mostrar o máximo. Assim sendo, não me deixarei furtar desse prazer.
E vocês não sabem: hoje, 06 de junho de 2015, acabo de descobrir no Facebook o Heverson Santos – um baita fotógrafo prá inglês nenhum botar defeito. E como sou apaixonada por foto, pensei: – Mais uma, menos uma, não vai fazer tanta diferença assim. Ledo engano.
Heverson clicou o fim de tarde em Santo Antonio de Lisboa no dia de hoje. Um momento registrado por sua máquina em uma fração de segundos, que nunca mais voltará. Essa é a magia das fotos: um momento único que apenas seus olhos viram. Mesmo porque, se alguém estiver a seu lado, o ângulo será diferente e a foto será outra. Portanto, chega de papo e deleitem-se com a foto do HEVERSON SANTOS, a quem agradeço penhorada pelas atenção e gentileza.
SANTO ANTONO DE LISBOA POR HEVERSON SANTOS.
“Fim do dia em Santo Antonio de Lisboa” Por HEVERSON SANTOS em 06/6/2015.

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Os açorianos sabiam escolher lugar aonde morar. E como sabiam!
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Centro de Santo Antonio de Lisboa. Ao fundo, o continente.
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Praia de Santo Antonio.
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Isso é que é vadiar!
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Santo Antonio de Lisboa
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… e precisa de legenda?
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Ao fundo o Morro da Cruz que “escalei” quando criança junto com minhas primas. A dificuldade maior foi descer.
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Santo Antonio de Lisboa ou de Florianópolis, não importa, o bairro é lindo.
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Santo Antonio dispensa definições. O importante é sentí-lo.
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Ainda Santo Antonio de Lisboa, praia de mar tranquilo…

CONTATO:

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BRASIL . SANTA CATARINA . Florianópolis: Rancho Açoriano, no Ribeirão da Ilha – Tradição de Boa Mesa.


IMAGEM DESTACADA: Fachada do Restaurante.

ENDEREÇO:
Rua Baldicero Filomeno, 5634 – Ribeirão da Ilha, Florianópolis – SC, 88064-000. Telefone reservas: (48) 3337-0848.

HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO COQUEIROS:
1 – PRAIA DE ITAGUAÇU: De 2ª a sábado: 11.30 às 23.30 h.
Domingo: De 11.30 às 16.30 h.

2 – RIBEIRÃO DA ILHA: De 4ª à sábado e às 2ª: 11.30 h às 23.00 h. Domingo: 11.30 h às 16.30 h. Fechado na 3ª feira. Continuar lendo BRASIL . SANTA CATARINA . Florianópolis: Rancho Açoriano, no Ribeirão da Ilha – Tradição de Boa Mesa.

BRASIL . SANTA CATARINA . FLORIANÓPOLIS – Praia do Campeche e Morro das Pedras.


FOTO DESTAQUE: Morro das Pedras – Sul da Ilha de Santa Catarina.

COMO CHEGAR ao CAMPECHE e ao MORRO DAS PEDRAS
De ÔNIBUS : Clique aqui ou então aqui e depois basta clicar no nome da empresa de ônibus a fim de ver o trajeto percorrido pela linha.

De CARRO: Sair do Centro em direção ao Rio Tavares pela SC-405. Florianópolis é uma cidade bem sinalizada e você só se perderá se tiver muita personalidade. Siga a orientação das placas até o Campeche, um dos acessos à Praia do Morro das Pedras que, deste ponto, fica distante – vale pela caminhada.

Desde a Ponta do Retiro na Praia da Joaquina, até à Ponta das Pedras no Morro das Pedras, essa faixa do litoral ilhéu é uma só praia, sem demarcações, e no canto direito está a Praia do Morro das Pedras, acessível antes do morro propriamente dito.

Essas praias são de mar bravio devido ao vento Sul que sopra constantemente neste lado da ilha de Santa Catarina. Por este motivo, a travessia para a paradisíaca Ilha do Campeche é meio assustadora para alguns, principalmente se a embarcação for pequena.

Do outro lado do Morro das Pedras está a Praia da Armação, pouco frequentada em quase toda sua extensão, pelo mesmo motivo acima citado. Entretanto, no final, junto à Ponta das Campanhas, o mar é tranquilo e permite gostosos banhos.

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Praia do Campeche. Ao fundo, a ilha batizada com o mesmo nome – o Caribe também é aqui.

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Praia do Campeche – nada mais do que a continuação da Praia da Joaquina.


Morro das Pedras. Divisor natural entre a Praia do Morro das Pedras e a Praia da Armação.

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Neste lado da Ilha de Santa Catarina, o mar é constantemente agitado devido ao Vento Sul.

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Morro das Pedras.

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Praias da Joaquina, Campeche, Morro das Pedras e parte da Armação – mar de personalidade forte.

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Morro das Pedras.

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Trecho pouco frequentado da Praia da Armação devido à bravura do mar.Essa parte da Ilha de Santa Catarina é belíssima e esconde outra pérola acessível por esta praia: a Lagoa do Peri.

CONTATO:

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BRASIL . SANTA CATARINA . Florianópolis . Ribeirão da Ilha: Restaurante Porto do Contrato.


Foto Destaque: o restaurante Porto do Contrato, visto do trapiche.

ENDEREÇO: Rod. Baldicero Filomeno, 5544 – Ribeirão da Ilha – Florianópolis,SC 88064-002 – Tels: 3337.1026 e 3234.4454 Continuar lendo BRASIL . SANTA CATARINA . Florianópolis . Ribeirão da Ilha: Restaurante Porto do Contrato.

BRASIL . SANTA CATARINA . Você já foi à Fluss Haus, istepô? Nããão??!! Então, Vá. VARGEM DO CEDRO, SÃO MARTINHO.


FOTO DESTACADA: Entrada do Restaurante da Fluss Haus.

COMO CHEGAR:

Saindo de Florianópolis, a viagem dura cerca de 2.00 horas para percorrer 130 km. Isto porque 30 km são de estrada de chão de mão dupla com muita curva, e dirigir neste trecho requer muito cuidado. Continuar lendo BRASIL . SANTA CATARINA . Você já foi à Fluss Haus, istepô? Nããão??!! Então, Vá. VARGEM DO CEDRO, SÃO MARTINHO.

BRASIL . SANTA CATARINA . FLORIANÓPOLIS: Lagoa do Peri e Praias: da Solidão, dos Açores e do Pântano do Sul.


FOTO DESTACADA: Beira da estrada que leva os audaciosos (ou os bem preparados)  à cachoeira da Lagoa do Peri.

VAI DE QUÊ? PARTIU CENTRO DE FLORIPA!…
De BUSÃO, mais precisamente do antigo terminal da Av. Paulo Fontes, pegue o executivo Pântano do Sul 4120, o amarelinho . Mais informações tais como trajeto, horários e tempo de viagem clique aqui.

De CARRO: pegar a SC-405, passar pelo Rio Tavares e seguir em direção ao Campeche/Armação/Pântano do Sul/Ribeirão da Ilha até encontrar uma bifurcação.
Seguindo à direita, você continuará pela SC-405 e chegará ao Ribeirão da Ilha e à Caieira da Barra do Sul pela antiga estrada.

Para a esquerda, você irá em direção à Armação (do Pântano do sul) pela estrada que passa a ser a SC-406 a partir deste ponto. Passará pelo Parque Municipal da Lagoa do Peri e seguirá em direção ao Pântano do Sul propriamente dito e demais praias anunciadas no título deste post.

Assim que passar pelo Morro das Pedras, logo à direita está a Lagoa do Peri. Impossível passar sem perceber a entrada.

 

 

 

 


Churrasqueiras são proibidas no parque.

Não só na Lagoa do Peri, mas em outros parques existentes em Florianópolis, os pequenos comemoram aniversários com tudo a que têm direito: doces, salgados, bolo… uma idéia excelente e que sempre agrada a garotada. E no Verão, não falta o banho na lagoa.

 

A lagoa foi tombada em 1976 como Patrimônio Natural. O Parque Municipal foi criado e regulamentado entre 1981 e 82. Possui 23 km².

O início da construção da sede foi em 1997 e comporta extensa área de lazer com restaurante, mesas e bancos para piqueniques, área especial para crianças com variedade de brinquedos, área de exercícios e amplo estacionamento. O parque é muito bem cuidado e sinalizado. Há um salva-vidas de plantão na alta temporada e os esportes náuticos não podem ser praticados sem coletes, fornecidos quando do aluguel dos equipamentos.

Antes do estacionamento há uma torneira muito bem arquitetada à disposição: além de economizar água devido ao sistema de bombeamento, só permite a limpeza de pés porque a saída da borracha é baixa, curta, está presa e direcionada unicamente para baixo. Dê uma olhada na brilhante engenharia.

Estacionamento, restaurante e área de exercícios estão logo à direita, na entrada do parque.


Restaurante do parque.


Praça dos Exercícios

Seguindo um pouco mais na direção sul, encontramos as Praias da Armação e Matadeiro e a Ponta das Campanhas – matéria de post já tratado aqui no blog.

Mais um pouco para frente estão: o Pântano do Sul, as Praias dos Açores, Solidão e Saquinho (acessível apenas por trilha ou barco quando o mar permite desembarque).
Chegando ao Pântano, você logo verá a praia e poderá estacionar seu veículo na areia dura da praia. Há uma área reservada para isso.

À direita, seguindo pela Estrada João Belarmino da Silva até o final, você passará pela Praia dos Açores – uma extensão da Praia do Pântano do Sul tal qual Leme/Copacabana – e chegará a uma encruzilhada em “T“. Para a direita, você irá para a Costa de Dentro – área de sítios -, caminho para a Cachoeira da Lagoa do Peri.


Costa de Dentro

Eu e meu fiel escudeiro tentamos chegar até lá, mas foi impossível. A estrada é péssima, chão de barro e pedras, muitas curvas, ladeiras íngremes a ponto de o carro escorregar e não conseguir subir (Renault Clio) e, além de tudo, muito longe. Estrada para quem tem um 4×4.

A paisagem do início foi bem convidativa e a estrada também. Logo após começou a piorar bastante, mas assim seguimos adiante.


Costa de Dentro


Paisagem do sul da Ilha de Santa Catarina

Antes que acabássemos com o carro de minha cunhada decidimos voltar e retomar nosso caminho até a Praia da Solidão. E do ponto de onde voltamos saquei esta foto:

Enseada do Pântano do Sul. À esquerda, Ponta do Marisco e o bairro Pântano do Sul propriamente dito. À direita, o bairro dos Açores e a Ponta das Pacas. Ao fundo, Ilhas de Fora e Irmã do Meio.


Praia dos Açores. Ao fundo, Pântano do Sul, áreas residencial e comercial.

Na citada encruzilhada em “T” vê-se a placa abaixo, bem indicativa. Você só se perderá se tiver muita personalidade.

À esquerda, chegamos à Praia da Solidão. À direita, a Ponta das Pacas. À esquerda, uma das três ilhas denominadas Ilhas das Três Irmãs: Irmã Pequena, Irmã do Meio e Irmã de Fora.


Praia da Solidão. Ao fundo, o morro que circunda a Praia do Pântano do Sul.

Ponta do Marisco – Área residencial e comercial.

Ao fundo, Praias da Solidão e Saquinho. Pontas: das Pacas, do Saquinho e do Pasto.


Pesqueiros junto à Ponta do Marisco


Praia do Pântano do Sul

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Preguiça do mar para se esticar e ir lamber as areias da beira da praia…

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Preguiça desse mar até para se dobrar em ondas… Pressa prá quê?

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Se todos os pântanos…
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… fossem iguais a você.

CONTATO:

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BRASIL . SANTA CATARINA – Florianópolis: Trilha para Naufragados, Uma Aventura.


IMAGEM DESTACADA: Farol de Naufragados, Sul da Ilha de Santa Catarina.

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(Imagem do Google Earth)

Em janeiro deste ano comecei a escrever a respeito da trilha que leva à Praia de Naufragados. Clique aqui para saber mais informações. Continuar lendo BRASIL . SANTA CATARINA – Florianópolis: Trilha para Naufragados, Uma Aventura.

BRASIL . SANTA CATARINA . Florianópolis: Praias da Armação e Matadeiro. Ponta das Campanhas.


IMAGEM DESTACADA: Ponta das Campanhas, “divisor de águas” entre as Praias da Armação e Matadeiro.

VAI DE QUÊ, ISTEPÔ?
DE ÔNIBUS, partindo do Centro de Florianópolis, mais precisamente do antigo terminal da Av. Paulo Fontes, pegue o executivo Pântano do Sul, o amarelinho 4120. Mais informações tais como trajeto, horários e tempo de viagem clique aqui.

DE CARRO: pegar a SC-405, passar pelo Rio Tavares e seguir em direção ao Campeche/Armação/Pântano do Sul/Ribeirão da Ilha até encontrar uma bifurcação. Seguindo à direita, você continuará pela SC-405 e chegará ao Ribeirão da Ilha e à Caieira da Barra do Sul pela antiga estrada.

Para a esquerda você irá em direção à Armação (do Pântano do Sul) e ao Pântano do Sul propriamente dito, pela estrada que passa a ser a SC-406 a partir deste ponto.

A PRAIA DA ARMAÇÃO também chamada por alguns de Praia do Morro das Pedras na parte próxima ao Retiro Fátima, é extensa – 2,5 km – , de águas limpas e mornas no Verão e “bonita por natureza”. Neste trecho da praia o mar não deixa dúvida nem quanto à sua personalidade e muito menos a que veio. Um banho não seria recomendável por sua bravura, inda mais que não há serviço de salva-vidas.

No outro extremo, em frente ao Centrinho, a Ponta das Campanhas literalmente quebra o mar, tornando-o tranquilo e possibilitando prazerosos banhos para pessoas de todas as idades.

No Centrinho da Armação, chama atenção a Igreja de Sant’Anna erguida em 1772 por colonizadores portugueses, oriundos das Ilhas dos Açores e Madeira.

Fora isso, você encontra lojas de roupa de praia, um pequeno supermercado e um ou outro local onde poderá tomar um café ou almoçar. O bairro é pequeno e até o momento não conta com nenhum restaurante de destaque.

Março de 2015 procurei no Centro uma loja que me vendesse um guarda-sol e não havia. Nenhuma dispunha desse tipo de artigo para venda. Voltando ao Campeche foi que encontrei na estrada uma loja de artigos variados e lá pude comprar uma barraca de praia que acabei não usando porque logo depois começou a chover, e a seguir tive que retornar ao Rio.

NOTA: O termo “barraca de praia” não é utilizado nas praias do Sul. Usam, corretamente, a denominação “guarda-sol” – óbvio ululante, segundo Nélson Rodrigues.

Mais informações a respeito da História do lugar, clique aqui.

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Praia da Armação do Pântano do Sul. Extremo próximo ao Centrinho do bairro.


Intizica é o nome de conhecida cachaça na Ilha de Santa Catarina.                   
Ponta das Campanhas – Bilheteria e cais de onde também partem embarcações para a Ilha do Campeche. 
                                                                                                    

Igreja de Santana, erguida pelos colonizadores portugueses em 1772. 


Pântano do Sul.

PONTA DAS CAMPANHAS – Muitos manezinhos que se prezam não sabem o nome desta Ponta, “si tu quéis sabê”.
Meu irmão, carioca por nascimento e morador da ilha desde 1984 e que se intitula “O” mané – vive pescando em lancha ao redor da Ilha de Florianópolis -, sequer desconfiava. Mas isso não importa porque todos sabem onde é a bilheteria em que se compra passagem para a Ilha do Campeche e já está de bom tamanho. É lá mesmo onde “tásch” pensando: fica no próprio trapiche de onde partem as embarcações para qualquer lugar.

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Parte da Ponta das Campanhas, não visível das Praias da Armação e Matadeiro.
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Ponta das Campanhas.

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Ponta das Campanhas.                                                                                       

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Praia da Armação, vista da Ponta da Campanha.                            

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Ponta das Campanhas.                                                                                        

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Ponta das Campanhas.

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Praia do Matadeiro vista da Ponta das Campanhas. 

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Praia da Armação vista da Ponta das Campanhas.

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Praia do Matadeiro vista da Ponta das Campanhas.                  

COMO CHEGAR À ILHA DO CAMPECHE?
Segundo informações recentes obtidas na própria bilheteria, na baixa temporada é necessário formar um grupo de seis pessoas, no mínimo, para fazer a travessia e combinar o passeio com algum barqueiro. Esta viagem de emocionantes 20 minutos custa R$60,00 (sessenta reais) por pessoa e as embarcações só partem até o final de abril. Depois disso, só na próxima temporada.

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Preço por pessoa até o final de abril 2015 para um mínimo de seis pessoas. Vai?

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Informações utilíssimas para quem se propõe a ir à Ilha do Campeche.           

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Bilheteria e cais de embarque para quem se destina à Ilha do Campeche – 20 minutos prazerosos ou aflitivos em um barco. Depende de cada um…  

Já visitei a Ilha do Campeche três vezes e em todas elas o mar estava muito agitado. Na primeira vez saí da Barra da Lagoa e achei bem mais complicado – foi a pior de todas. Não recomendo. O barco balança muito na saída da Barra e muitos passageiros ficam logo mareados. Nas duas saídas seguintes partimos da Armação. Foi menos pior, mas também não foi fácil. Nesta última vez o mar estava tão revolto, que a embarcação em que estávamos – eu e mais quatro amigos – de vez em quando “sumia” entre uma onda e outra, a ponto de não avistarmos o barco que navegava paralelamente ao nosso.

Uma de minhas amigas estava apavorada. Rezou durante todo o percurso e mais tarde me confessou que durante a trajeto ficou imaginando para onde nadar caso o barco virasse. Chegou à conclusão de que nadaria até à Praia do Campeche  “por ser o lugar mais próximo”.

A situação para os novatos ficou a tal ponto preocupante, que nosso amigo mais otimista dizia a curtos intervalos: – “Tá feia a coisa!…Tá feia a coisa!…”

E não parou por aí. Na ilha, os amigos só pensavam na volta – Deus meu! Vamos ter que passar por tudo aquilo novamente? Felizmente voltamos em um barco pesqueiro grande, que apesar de balançar muito e nausear alguns passageiros, deixou-os menos preocupados. Deitamos no convés, fechamos os olhos e, literalmente, deixamos o barco correr. Turista sofre!…

Voltando à Armação: esta foi a primeira vez que resolvi atravessar a passarela para ver o que que a Ponta das Campanhas tem. Apesar de minha dificuldade pra escalar até uma lombada, e das dores nos quadris que senti mais tarde, não me arrependi de ter subido até seu ponto mais elevado, bem íngreme.  Valeu cada “ui” e a falta de meu analgésico.

A paisagem é linda e vale esforços. Há muitas pedras do outro lado da Ponta das Campanhas que não se pode avistar da praia.
O mar bate com força nessas esculturas e explode em espumas como fogos de artifício. Um espetáculo que apreciamos durante algum tempo enquanto tentava clicar uma desses rompantes do mar, mas… não consegui.
Do alto, o panorama das duas praias (Armação e Matadeiro) separadas pelo Rio Quinca Antonio é coisa de cinema e as fotos abaixo não me deixam mentir.

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O rio Quinca Antonio ainda bem seco permite a travessia a pé com facilidade.

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Foto que eu mesma saquei de dentro do rio, na maior moleza.            

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Observe, que mesmo com o nível baixo da água do rio, há partes mais profundas onde qualquer bobeada pode significar um tombo; inda mais que há pedras em determinados trechos, que dificultam mais ainda a travessia.

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Foz do Rio Quinca Antonio. Foi com o nível de água um pouco mais elevado que fizemos a travessia a pé.
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Mesmo escolhendo caminhos mais rasos acabei me atolando e me desequilibrando. Não fosse a ajuda de meu amigo, teria repetido a façanha de Jorge.
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Nesta foto, ao fundo, as ondas da Praia do Matadeiro.
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Rio Quinca Antonio. Nas pedras, a sombra da proteção da passarela que acessa a Ponta das Campanhas.
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Foto sacada da Ponta das Campanhas.
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Praia da Armação vista da Ponta das Campanhas.
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Embarcadouro para quem se destina à Ilha do Campeche.
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O lado da Ponta das Campanhas que não se vê da praia…

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…é bem mais interessante.

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Por não conter areia, mas apenas grama, os pescadores estendem aqui suas redes para secar.

QUINCA ANTONIO: TODO CUIDADO É POUCO PARA QUEM NUNCA O ATRAVESSOU.

Aqui fica um aviso para quem nunca atravessou este rio a pé: quando ele está cheio é prudente andar um pouquinho para trás e atravessar uma ponte, principalmente se você estiver com equipamento fotográfico e/ou celular na bolsa, ou algum objeto que não possa ser molhado.

Por experiência própria, certa vez atravessamos o rio voltando de Matadeiro e um amigo, cheio de boa vontade a nos orientar onde pisar e  não pisar, acabou tropeçando em uma pedra e fez uma aterrissagem forçada no fundo do rio com roupa e tudo. Prá completar a cena, um chinelo emprestado lhe escapou dos pés, boiou e começou a ser levado rapidamente pela forte correnteza em direção ao mar. Quando o dono das “legítimas” percebeu que ia perder a sandália, deixou nosso amigo de lado, ao sabor da sorte, e correu rio abaixo atrás da possível perda.

Jorge, o nome da peça que deu essa bobeada, ficou com cara de quem deixou cair o sorvete. Com água acima dos joelhos, não conseguia se mexer por ter-se atolado; e ali ficou, parado no meio do rio aguardando ajuda, enquanto ríamos prá valer da cena, sem desatolar o Jorge. Quem mandou sair da praia arrumadinho como filho de barbeiro? Não escapou nada! Nem a cabeça fora d’água! Mergulhou totalmente no rio em um batismo forçado espetacular. Rimos muito; mas muito mesmo do tombo do Jorge. Portanto, fica esperto! Ah! E o Rio Jordão fica bem mais longe.

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Na volta da Praia do Matadeiro decidimos não arriscar e passamos pela ponte…
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…que alcançamos passando por este caminho paralelo ao rio.                 
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Rio Quinca Antonio.

A PRAIA DO MATADEIRO é outro recanto da Ilha de Santa Catarina que ainda não obteve a mesma fama de suas irmãs Joaquina, Mole e Jurerê, e talvez por isso mantenha o perfil de praia nativa; trata-se de lugar afastado e  longe de badalações.

A própria geografia do lugar – abraçada pelo Morro do Matadeiro, que parece escondê-la – nos dá a idéia de que a praia nunca foi tocada e de que os raros moradores, quase ocultos pela densa mata, procuraram este pedaço de paraíso para viver por inteiro seu amor pelo lugar.

Atualmente a praia conta com três pontos de apoio onde se pode matar a sede, saborear um peixinho frito acompanhado de uma cerveja gelada ou degustar um bonito prato de moluscos. Sem querer, você se enquadra em uma bela paisagem que, por enquanto, ainda pode chamar de sua.

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Praia do Matadeiro – nome associado à matança de baleias que se fazia nesta praia na segunda metade do século XVIII.
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À direita, a Ponta do Quebra Remo.
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E como ninguém é de ferro…
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Praia do Matadeiro                                                                                                 
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Ao fundo, a Ponta das Campanhas que separa as Praias da Armação e Matadeiro.                   
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Ponta das Campanhas vista da Praia do Matadeiro.
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O primeiro acesso íngreme para se alcançar Matadeiro.

CONTATO:

 

O Que Não Pode Faltar na Bagagem? Identifique Sua Mala por Dentro e Por Fora! Onde Você Pendura a Roupa que Lavou no Banheiro de Seu Quarto de Hotel?


Imagem Destacada: Isabella P.B.A, Samira Red Degremond e a joaninha que identifica minha mala por dentro.
Bilhetes comprados para a próxima viagem, começo a pensar na arrumação da mala.  Continuar lendo O Que Não Pode Faltar na Bagagem? Identifique Sua Mala por Dentro e Por Fora! Onde Você Pendura a Roupa que Lavou no Banheiro de Seu Quarto de Hotel?