Santo Antonio de Lisboa, Florianópolis: Tom – Música, Café e Arte.


Foto em Destaque: Trabalho criativo na parede da cafeteria.

Endereço: rua XV de Novembro, 181, Centro de Santo Antonio de Lisboa.
Florianópolis, SC.

Era tudo o de que precisávamos naquela hora: um café.
Pela janela da antiga residência açoriana bisbilhotávamos os trabalhos de artesanato de um atelier quando vimos que ao lado, colado à casa, havia um Café.
Vimos então que o espaço ocupado pelo bistrot/cervejaria e atelier é uma coisa só.
Desde o portão até a parede dos fundos, tudo é motivo para admiração pelo trabalho artesanal executado nas paredes, piso, forração dos vasinhos de plantas e na escada da cervejaria. Trabalho para beneditino nenhum botar defeito e deixar Santo Antonio orgulhoso por estar cercado de arte e receber merecido destaque em uma das paredes.

O funcionário que nos atendeu, simpaticíssimo, cercou-nos de atenções e nos serviu um Cappuccino prá lá de gostoso.

O Café está recém inaugurado. Segundo nos informou, à noite há sempre música ao vivo.

Portanto, justificado o nome: Música, Café e Arte. E “Tom”, obviamente, em homenagem ao maestro Tom Jobim. Mais um Achado.

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Decoração descontraída de bom gosto.

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Cafés bem dosados, sem sair do “Tom”.

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Adoramos o pit-stop.

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Florianópolis, SC – Santo Antonio de Lisboa: Pousada Mar de Dentro.


FOTO DESTACADA: Vista parcial da Pousada Mar de Dentro.

Como Chegar: Para saber como chegar ao bairro clique aqui.

Endereço:  Rua Caminho dos Açores, 1929 – Santo Antônio de Lisboa – Florianópolis – SC -BRASIL – Tel: (48) 3235-1521.
Obs:  nas fotos em que aparecer a luva, clique duas vezes para aumentar a imagem.

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As fotos da pousada dão uma idéia desse pequeno paraíso na Praia de Santo Antonio.
Dispõe de oito acomodações, sendo duas à beira-mar, quase na areia. Sem parodiar determinado comercial de cartão de crédito, dormir com o barulhinho do quebrar de ondas, praticamente, embaixo de sua janela, não tem preço; e assistir ao por do Sol sem sair do quarto, também não.

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O apartamento nº 7 em que fiquei hospedada, externo, é confortável, de decoração aconchegante, muito limpo e cercado por um jardim muito bem cuidado no qual se destaca uma boa piscina.
A proximidade do mar é tamanha, que certa tarde cheguei à pousada e havia um hóspede pescando de debaixo do ombrelone. Nem precisou abrir o portão e pisar na areia da praia. Convenhamos, um luxo!
Colchão e travesseiros confortáveis, roupas de cama e banho de boa qualidade, limpas, cheirosas; TV, frigobar silencioso (importantíssimo), ar condicionado e ventilador. Chuveiro com boa saída d’água, secador de cabelo e bons produtos de higiene corporal – shampoo, condicionador, creme hidratante e sabonete, mimos à disposição do hóspede.

Continuar lendo Florianópolis, SC – Santo Antonio de Lisboa: Pousada Mar de Dentro.

Santo Antonio de Lisboa, Florianópolis, SC.


FOTO EM DESTAQUE: Centrinho em Sto Antonio de Lisboa. Dispensa qualquer comentário.

Mudança de rumo: o Sul da Ilha de Santa Catarina (Campeche, Armação do Pântano do Sul, Pântano do Sul, Ribeirão da Ilha e Caieira da Barra do Sul) ficou para trás e agora estamos no Norte, mais precisamente em Santo Antonio de Lisboa, outro ponto de colonização da ilha catarinense pelos açorianos.

Localização: Noroeste da Ilha de Florianópolis, a 12 km do Centro da cidade pela SC-401 em direção ao Norte da Ilha.

Como Chegar: Do Centro de Florianópolis siga pela Avenida Beira-Mar Norte. Concentre-se em três pontos de referência que você encontrará bem mais adiante após passar por baixo da Ponto Hercílio Luz: o Prédio da Polícia Federal – não há como passar despercebido -, o supermercado Angeloni – também chama bastante atenção – e o Teatro do SIC, um pouco recuado e muito próximo ao viaduto que você terá que subir. Para quem não conhece, não me importo com chover no molhado: neste sentido de tráfego todas essas edificações estão à direita porque à esquerda está o mar.

Procure trafegar neste lado da pista do meio, porque logo após passar o supermercado você verá placas indicativas para o Norte da Ilha (Daniela, Jurerê, Canasvieiras, Ingleses e Costão do Santinho).

Para alcançar a SC-401, suba o viaduto. Ao descê-lo você já estará na Avenida da Saudade, uma das pontas da SC-401. Como esta avenida não é extensa, vá ganhando sua esquerda porque no final, em frente ao cemitério, é isso que você terá que fazer: esquerda, vol-ver! Siga em frente até encontrar indicações para Santo Antonio de Lisboa. Fácil assim. Você passará por um Shopping chamado Floripa Shopping (excelente), pelo prédio da redação do Diário Catarinense, pelo Centro Administrativo, pela entrada de quem vai para o Cacupé, outro bairro em frente ao mar. Passe por tudo isso e continue a seguir em frente, sem medo de ser feliz.

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Final da Avenida da Saudade, início da SC-401. Imagem Google Earth.

Um parêntesis: no final de Avenida da Saudade, virando à direita, você alcançará a Lagoa da Conceição, a Praia Mole, a Praia da Joaquina, a Barra da Lagoa. Antes de chegar à Lagoa você verá placas indicativas para o sul da ilha (Campeche, Armação, Ribeirão etc.), mas essa já é outra história que ficará pra mais tarde.

Santo Antonio de Lisboa é um bairro de personalidade semelhante ao Ribeirão da Ilha por conta de sua origem e quem resume a História do bairro  é  o Guia Floripa (clique aqui).

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A Freguesia de Santo Antonio de Lisboa, batizada com o nome de Nossa Senhora das Necessidades da Praia Comprida, inclui os bairros de Sambaqui, Barra do Sambaqui e Cacupé.
Tal qual a Freguesia do Ribeirão da Ilha, estes bairros, berços da colonização de Santa Catarina pelos açorianos, ainda conservam seu bucolismo, não se deixando abalar sequer pelo  movimento nervoso na época da alta temporada. Bairros tradicionais como os citados acima atraem turistas o ano inteiro por conta de sua originalidade, artesanato, praia, e, sobretudo, gastronomia.
Fora da temporada a tranquilidade de Sto Antonio é um convite ao relaxamento. E para entrarmos neste clima, basta olharmos os barcos ancorados. Quase não se mexem; flutuam como que adormecidos, embalados pelo movimento suave do mar. E em conjunto com o casario muito bem conservado do século XVIII, formam o postal perfeito.
Mais uma vez tive dificuldade em separar fotos para postar. Santo Antonio é um lugar tão lindo, que acabei extrapolando e saquei mais fotos do que devia, pensando em lhes mostrar o máximo. Assim sendo, não me deixarei furtar desse prazer.
E vocês não sabem: hoje, 06 de junho de 2015, acabo de descobrir no Facebook o Heverson Santos, um baita fotógrafo prá inglês nenhum botar defeito. E como sou apaixonada por foto, pensei: – Mais uma, menos uma, não vai fazer tanta diferença assim. Ledo engano.
Heverson clicou o fim de tarde em Santo Antonio de Lisboa no dia de hoje. Um momento registrado por sua máquina em uma fração de segundos, que nunca mais voltará. Essa é a magia das fotos: um momento único que apenas seus olhos viram. Mesmo porque, se alguém estiver a seu lado, o ângulo será diferente e a foto será outra. Portanto, chega de papo e deleitem-se com a foto do HEVERSON SANTOS, a quem agradeço penhorada pelas atenção e gentileza.
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SANTO ANTONO DE LISBOA POR HEVERSON SANTOS.
“Fim do dia em Santo Antonio de Lisboa” Por HEVERSON SANTOS em 06/6/2015.

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Os açorianos sabiam escolher lugar aonde morar. E como sabiam!
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Centro de Santo Antonio de Lisboa. Ao fundo, o continente.

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Praia de Santo Antonio.

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Isso é que é vadiar!

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Santo Antonio de Lisboa

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… e precisa de legenda?

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Ao fundo o Morro da Cruz que “escalei” quando criança junto com minhas primas. A dificuldade maior foi descer.

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Santo Antonio de Lisboa ou de Florianópolis, não importa, o bairro é lindo.
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Santo Antonio dispensa definições. O importante é sentí-lo.

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Rancho Açoriano no Ribeirão da Ilha, Florianópolis – Tradição de Boa Mesa.


Endereço Ribeirão da Ilha: Rua Baldicero Filomeno, 5634 – Ribeirão da Ilha, Florianópolis – SC, 88064-000
Telefone reservas: (48) 3337-0848

Coqueiros: PRAIA DE ITAGUAÇU: 3249 1414

HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO
COQUEIROS:

segunda-feira –11:30-23:30
terça-feira –11:30-23:30
quarta-feira –11:30-23:30
quinta-feira –11:30-23:30
sexta-feira –11:30-23:30
sábado –11:30-23:30
domingo –11:30-16:30

RIBEIRÃO DA ILHA

segunda-feira –11:30-23:00
terça-feira – Fechado
quarta-feira –11:30-23:00
quinta-feira –11:30-23:00
sexta-feira –11:30-23:00
sábado –11:30-23:00
domingo –11:30-16:30

Minha Nota: 10/10

Já foi dito e repetido aqui no blog como você poderá chegar ao Ribeirão da Ilha, mas não custa escrever novamente. Vamos lá:

Como Chegar de Carro ao Ribeirão da Ilha: do Centro de Florianópolis, pegar a SC – 405 que passa pelo bairro chamado Rio Tavares. Este é o caminho. Basta seguir em frente observando as indicações das placas para o Campeche/Armação/Pântano do Sul/Ribeirão. Não tem erro.

Como Chegar de Ônibus: Há duas paradas de ônibus no centro de Florianópolis, próximos à Praça XV. Os ônibus de números 561 e 4124 (o amarelinho) passam pelo Ribeirão. O ponto final é na Caieira da Barra do sul. Portanto, condução você terá passando pela porta do restaurante.

Em caso de dúvidas clique aqui  e consulte o site das empresas de ônibus de Florianópolis. Mais informações aqui.

O Rancho Açoriano (clique aqui para acessar o site) é uma das pontas daquele triângulo de restaurantes de difícil escolha citado em outra postagem.

Mas, como sei que você não se dará ao trabalho de procurá-los, e como não tenho personalidade mesmo, vou repetir quais são para que você não tenha trabalho. Só não pode acostumar. São eles: Ostradamus e Porto do Contrato. Esses três dominam o Ribeirão e não tem prá mais ninguém em minha modesta opinião.

Foi a primeira vez que lá estive e fiquei fã. Prontamente gostei do estacionamento: amplo – é só atravessar a rua porque fica bem em frente ao restaurante -, e há um funcionário organizando a ocupação das vagas.

No restaurante, além da amplidão dos salões térreo e jirau, o Rancho Açoriano também adotou a idéia do deck e estendeu seu espaço para quem desejar fazer parte da bela paisagem – mar…, céu…, sol…, pipilar de gaivotas…, barulhinho de onda quebrando…

Decoração descontraída para combinar com beira de praia e deixar todo mundo à vontade, garçons atentos e simpáticos, comida boa e recepção do proprietário – ói,ói,ó!…-, fazem parte do perfil do restaurante.

Pergunto: e prá que mais?

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O Rancho Açoriano conta nesta página do cardápio como tudo começou.

A idéia de os restaurantes contarem um pouco de sua trajetória nas primeiras páginas do cardápio é uma feliz idéia. Lembra-me álbum de retratos, em que fotos mostram como éramos quando crianças e como fomos ficando com o passar dos anos. E o Rancho Açoriano, tal qual uma pessoa que fica mais bela quando envelhece, não fugiu a essa regra. A comparação é um tanto inadequada, mas faz sentido e você verá porque pelas fotos.

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O restaurante, visto do estacionamento.

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A parte elucidativa quanto às propriedades e composição química das ostras.

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Alguns preços praticados pelo restaurante.

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O momento da chegada das ostras que minutos após estariam em nossos pratos. Os moluscos consumidos no restaurante são criados na fazenda do próprio restaurante.

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Ostras gratinadas como entrada…

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… e à milanesa com molho tártaro.

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Garoupa ao molho de camarões e Champignons.

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Acompanhamentos.

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Tal quais outros restaurantes, o Rancho Açoriano possui fazenda própria de moluscos. Março 2015.

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O mesmo local meio ano mais tarde – Setembro 2015.

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Bastidores do restaurante.

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Mesmo em dias chuvosos meu Ribeirão não perde sua beleza.

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Camarão pistola…

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…muito bem acompanhado por pirão, palmito, batata souté e salada crua, só para contrariar o velho ditado “Antes só do que mal acompanhado”.

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Mesas com vista para o mar – nosso canto predileto.

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Momento de trégua da chuva.

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Continuação do espaço com vista para o mar.

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Esta escada belíssima conduz ao jirau.

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Os espaços amplos do Rancho Açoriano significam a grande procura pelo restaurante.

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Salão no piso superior.

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Estar do piso superior – um charme.

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E depois de tudo… aqui se paga.

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Em 21 de setembro, uma segunda-feira, estávamos novamente curtindo as delícias do Rancho e da companhia dos familiares em nossa mesa predileta – junto à janela e próxima ao mar.

Desta vez abrimos nossos trabalhos com uma porção de Anéis de Lula à Milanesa e uma fantástica Sequencia de ostras: 36 no total. Dêem só uma olhada nos pratinhos da criançada.

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Lulas à milanesa.

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Sequencia de ostras: in natura, ao bafo, aceboladas, ao molho campanha, gratinadas, à milanesa e ao alho e óleo (magníficas).

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Como pratos principais pedimos um Congrio (é bom esclarecer que, na travessa, 50% do peixe não saiu na foto) regado com um molho especialíssimo de camarões…

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E ainda um Camarão Gratinado ao Molho Provençal que deixaria Netuno com água na boca.

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Fui rapidamente à Florianópolis resolver pendências, mas mesmo assim não deixei de “dar um cheiro” no Ribeirão, lugar onde ficou parte de meu coração desde que o vi pela primeira vez.

É olhando para aquele mar preguiçoso –  mar sem a menor pressa para lamber a beira da praia ou quebrar suas pequenas ondas – que me abasteço de tranquilidade e me encho de energia. Ira à Florianópolis e voltar ao Rio sem ver meu amado não dá.

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O trapiche, para quem deseja ficar bem mais perto do mar…

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O pratarraz de ostras é um convite à gula. Pecamos em 28.12.2015.

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Racho Açoriano – cada vez melhor…

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Praia do Campeche e Morro das Pedras. Florianópolis, SC.


FOTO DESTAQUE: Morro das Pedras – Sul da Ilha de Santa Catarina.

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Obs: clique duas vezes nas fotos em que aparecer a luva, a fim de aumentar a imagem.

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CAMPECHE e MORRO DAS PEDRAS – Como chegar de ônibus : Clique aqui ou então aqui e depois basta clicar no nome da empresa de ônibus a fim de ver o trajeto percorrido pela linha.

Como chegar de carro: Sair do Centro em direção ao Rio Tavares pela SC-405. Florianópolis é uma cidade bem sinalizada e você só se perderá se tiver muita personalidade. Siga a orientação das placas até o Campeche, um dos acessos à Praia do Morro das Pedras que, deste ponto, fica distante – vale pela caminhada.

Desde a Ponta do Retiro na Praia da Joaquina, até à Ponta das Pedras no Morro das Pedras, essa faixa do litoral ilhéu é uma só praia, sem demarcações, e no canto direito está a Praia do Morro das Pedras, acessível antes do morro propriamente dito.

Essas praias são de mar bravio devido ao vento Sul que sopra constantemente neste lado da ilha de Santa Catarina. Por este motivo, a travessia para a paradisíaca Ilha do Campeche é meio assustadora para alguns, principalmente se a embarcação for pequena.

Do outro lado do Morro das Pedras está a Praia da Armação, pouco frequentada em quase toda sua extensão, pelo mesmo motivo acima citado. Entretanto, no final, junto à Ponta das Campanhas, o mar é tranquilo e permite gostosos banhos.

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Praia do Campeche. Ao fundo, a ilha batizada com o mesmo nome – o Caribe também é aqui.

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Praia do Campeche – nada mais do que a continuação da Praia da Joaquina.

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Morro das Pedras. Divisor natural entre a Praia do Morro das Pedras e a Praia da Armação.

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Neste lado da Ilha de Santa Catarina, o mar é constantemente agitado devido ao Vento Sul.

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Morro das Pedras.

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Praias da Joaquina, Campeche, Morro das Pedras e parte da Armação – mar de personalidade forte.

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Morro das Pedras.

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Trecho pouco frequentado da Praia da Armação devido à bravura do mar.

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VAI VIAJAR ISTEPO MAIOR cópia

 

Florianópolis, SC – Ribeirão da Ilha: Restaurante Porto do Contrato.


Foto Destaque: o restaurante Porto do Contrato, visto do trapiche.

Endereço: Rod. Baldicero Filomeno, 5544 – Ribeirão da Ilha – Florianópolis,SC 88064-002
Tels: 3337.1026 e 3234.4454

Obs: nas fotos em que aparecer a luva, clique duas vezes para aumentar a foto.

Já foi dito e repetido aqui no blog como você poderá chegar ao Ribeirão da Ilha, mas não custa escrever novamente. Vamos lá:

Como Chegar de Carro: do Centro de Florianópolis, pegar a SC – 405.

Como Chegar de Ônibus: Há duas paradas de ônibus no centro de Florianópolis, próximos à Praça XV. Os ônibus de números 561 e 4124 (o amarelinho) passam pelo Ribeirão. O ponto final é na Caieira da Barra do sul, de onde partem barcos e começa a trilha para Naufragados.
Portanto, condução você terá passando pela porta do restaurante.

Em minha modesta opinião o restaurante Porto do Contrato e Rancho Açoriano, formam uma dupla gastronômica de difícil escolha para quem aprecia boa culinária em Florianópolis.
Evidentemente, a Ilha de Santa Catarina está pontilhada de atraentes opções (vide ONDE COMER?), inclusive em Shoppings, mas nada se compara ao bairro do Ribeirão da Ilha.

Outro exemplo é Santo Antonio de Lisboa, onde encontramos excelentes restaurantes.
Agora, no meu amado Ribeirão a dupla é imbatível – que me perdoe a vizinhança concorrente.
Ambientes descontraídos e comida de qualidade atraem amantes da boa mesa, estejam onde estiverem. O Ribeirão, por exemplo, fica afastado do Centro de Florianópolis, mas isso não passa de mero detalhe. A turma do bom garfo não mede distâncias quando o assunto é comer bem.

Exemplo disso foi a pequena viagem que fizemos – postagem anterior a essa – para saborear a deliciosa comida alemã em São Martinho. Somando ida e volta, percorremos 260 km por caminhos nunca dantes navegados e valeu à pena. Tanto valeu que pretendemos voltar.

As fotos abaixo justificam uma reserva no Porto do Contrato. Acompanhem.

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Vista da janela lateral.

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Mesmo chovendo, meu Ribeirão é lindo…

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Um pouco da História do Porto do Contrato e a que se deve seu nome.

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Sebastian, materializa-te e volta ao Porto que conheceste tão bem…
Faz uma reserva em qualquer mesa em frente ao mar em que tanto navegaste. Vai lá e vê em que transformaram esse cais.
Mas, olha!… Não apareças com trajes complicados! Nem pensar! Deixa a gola embabadada de lado, porque se o caldinho das Ostras Embriagadas cair em tua barba ou neste saiote que tens ao pescoço, vais pagar mico!… Queres um conselho? Melhor passar antes no barbeiro e fazer barba, cabelo e bigode.
Depois, é só dizer para teus botões: – Partiu Porto do Contrato!

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OSTRENTAÇÃO ao vivo e em cores. Observe as “empadinhas” de ostra. No copinho, uma ostra in natura vem mergulhada em vodka, limão e tabasco. E por falar em “porto”, como não se atracar com tanta delícia?

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Involtini de Linguado e Namorado Crocante tal qual está no cardápio abaixo.

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Ostras com recheio surpresa só vi no Porto do Contrato.

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R$280,00 (duzentos e oitenta reais) para dividir por cinco pessoas. Melhor desfecho que esse?

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Moderadora: Rosa Cristal 

VAI VIAJAR ISTEPO MAIOR cópia

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Você já foi à Fluss Haus, istepô? Nããão??!! Então, Vá. VARGEM DO CEDRO, SÃO MARTINHO.


FOTO DESTACADA: Entrada do Restaurante da Fluss Haus.

Obs: nas fotos em que aparecer a luva, clique duas vezes para aumentar a imagem.

COMO CHEGAR:

Saindo de Florianópolis, a viagem dura cerca de 2.00 horas para percorrer 130 km. Isto porque 30 km são de estrada de chão de mão dupla com muita curva, e dirigir neste trecho requer muito cuidado.

O trajeto começa pela BR-282 em direção à Santo Amaro da Imperatriz/ Rancho Queimado.

Na confluência com a SC-435 siga em direção à São Bonifácio. Você não precisa ir até São Martinho, porque senão terá que retornar 11 km.

A distância é curta e, caso erre o caminho, não haverá problema. Pense que um baita buffet de comida alemã o aguarda para abastecê-lo e só isso já bastará para criar ânimo e retornar numa boa.
Bote a cabeça prá fora do automóvel, empine o nariz e acompanhe o aroma dos assados fumegando nas panelas que você chega lá. Eu garanto.

Há um site que mostra o roteiro de Florianópolis à São Martinho pela BR-101 + SC-475 + SC-435. São 166 km. A distância é maior, mas a estrada é melhor e você chega mais rápido.

Acontece que, até que a ponte de Laguna ficasse pronta, o trânsito engarrafa e aí complicava. Clique aqui para pesquisar. Nesta rota, você sairá de Florianópolis em direção à Laguna e, posteriormente, seguirá para Armazém. Logo depois está São Martinho.

Agora a ponte ficou pronta, o trânsito flui, mas… quem vai por Tubarão corre o risco de pegar um pouquiiinnnho de engarrafamento ou trânsito lento por conta do Tunel do Morro do Formigão nesta cidade. Repito: talvez!… você encontre uma situação dessas. Talvez!

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Antes de chegar a São Bonifácio (cidade antes de São Martinho), veja a paisagem que você verá pelo caminho.

 

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Impossível não parar para sacar uma foto.

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Brasil… sil… sil… sil…

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São Bonifácio, terra das cachoeiras.

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“Sonho da Fluss Haus: mudar a história da comunidade, gerando empregos e renda sem limites de crescimento para que São Martinho seja conhecido por todos. E sempre pensando no futuro sem perder as tradições do passado”.

Já mudou tudo Sr. Feuser; já mudou tudo. A Fluss Haus já consta do mapa do Google!…

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Nem todos os caminhos levam à Fluss Haus, é verdade, mas isso não importa. O importante é chegar e o mapa que segue abaixo poderá lhe dar uma noção. Afinal, GPS serve prá que?

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(Clique duas vezes no mapa para vê-lo aumentado)

Tudo começou em 1996, quando seus proprietários começaram a fazer pães, roscas e biscoitos (bolachas, para os sulistas) decorados, tradicionais em famílias de origem alemã. Estes biscoitos não faltavam na mesa do café em casa de minha avó materna e de meus tios.

Os Feuser (Srs. Lindomar Luiz e Maria Salete) sentiram que viver em função da lavoura tornava-se cada vez mais difícil e partiram para nova atividade: literalmente, botaram a mão na massa e começaram a vender seus produtos de porta em porta.

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Decoração artesanal delicada e perfeita. Por fora… e por dentro.

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Você diria que este mimo trata-se de um biscoito?

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Decoração feita à mão. Repare nos detalhes das roupas dos coelhinhos.

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O forno utilizado era à moda antiga, de tijolos, e a família trabalhava de 18 a 20 horas por dia para não deixar nenhum pedido em falta. Desnecessário dizer que o crescimento que alcançaram foi tamanho, que os Feuser decidiram então abrir a propriedade à visitação e colocaram seus produtos à venda. Felizmente, já não precisavam entregar em domicílio e, aos poucos, foram ampliando as instalações até construírem a fábrica de bolachas artesanais em 2006. Hoje em dia também produzem geléias e doces, todos fabricados com frutas de seu pomar e vendidos na loja de produtos coloniais – queijos, salames, licores e lembranças -, ao lado do restaurante.

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Lembranças.

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A fábrica personaliza bolachas para chás de bebês, casamentos, batizados, aniversários e outras festividades.

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Sem comentários. Arte é arte e não se discute.

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Bolachas para chás de bebê.

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Observem os biscoitos contidos nos vidros. Todos os modelos são para chá de bebê.

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O MOVIMENTO DA FLUSS HAUS:

O Café Colonial serve mais de cinco mil refeições por mês, abrindo só aos sábados, domingos e feriados nacionais! Recebe em média quinze mil turistas mensalmente em um espaço organizadíssimo que comporta 350 pessoas e emprega setenta e cinco funcionários fixos e mais trinta e cinco que prestam serviço temporário em fins de semana e na manutenção da Fluss Haus.

Reservar lugar é fundamental a fim de que o movimento fique organizado.

DÚVIDA CRUEL: O QUE VOU COMER?

O buffet, onde predomina culinária típica alemã – e não poderia ser diferente -, é variado e farto. A apresentação e o perfume desprendido dos pratos sugere o sabor delicioso conferido na primeira garfada. Apenas alguns pratos são servidos por um funcionário: carne vermelha, joelho de porco e pernil assados, devido ao corte efetuado na hora.

GUEMÜSE e SPÄTZLE também não poderiam faltar. Se você não sabe do que se trata, veja as receitas clicando nas palavras.

Em duas longas mesas estão servidos os pratos salgados; em uma terceira, as sobremesas decoradas com detalhes à moda alemã. Café (com ou sem leite), chás e suco de laranja estão à disposição para que as pessoas possam se servir à vontade. Laranja colhida na propriedade, livre de agrotóxicos – que fique bem frisado.

Tudo isso por R$35,00 (trinta e cinco reais) por pessoa e mais o ótimo atendimento.

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Saladas diversas, língua e frango assado.

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Goulash, salsichão branco e rosado, farofa, chucrute, repolho roxo, purê de maçãs …

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O alegre e simpático funcionário que servia as carnes de corte maior: pernil, carne assada e joelho de porco.

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Decoração caprichosa nas sobremesas.

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Doces especiais para diabéticos.

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EM SENTIDO HORÁRIO (senão não dá prá explicar) e COMEÇANDO PELO NORTE DO PRATO: “mareco” – assim mesmo, com um “R” só; bolenta frrrita, beeemmm crrocante; spätzle (delícia) com molho de carne; amostra de salsichões brrranco e fermelho; burrrê de maçã. Diante de um prato desses, amiga: segure na mão do seu deus e vai!

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OBS: O recheio do marreco estava supimpa! Prá ninguém botar defeito.

Interessante ressaltar que não há propagandas da Fluss Haus em emissoras de rádio ou TV. Os visitantes são os próprios divulgadores tal qual estou fazendo agora.

O QUE VOCÊ VERÁ NA FLUSS HAUS:

A propriedade é cenográfica, muito bem cuidada. O jardim lateral dispõe de um lago onde nadam patos e marrecos. Pavões, cisnes, e um casal de avestruz ficam em cercados. Um riacho repleto de carpas passa pelo jardim da frente do restaurante e uma roda d’água transmite em natural FM aquele barulhinho gostoso de chuva caindo do telhado.

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As carpas podem ser alimentadas com ração apropriada, vendida a R$1,00 a porção. Não é à toa que estão gordas e longas, algumas até parecendo em tamanho com robustas tainhas.

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No outro lado da estrada está a pousada dos Feuser, com estacionamento próprio.

Na volta para Florianópolis uma parada na Gruta Bom Pastor, na beira da estrada, para agradecer a Deus por este momento lindo em família e pela fartura de alimentos.

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Para quem tem dúvidas se a viagem vale à pena, vou logo dizendo: – E como vale!…

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Florianópolis, SC: Lagoa do Peri e Praias: da Solidão, dos Açores e do Pântano do Sul.


Foto Destaque: Beira da Estrada que leva os audaciosos ou os bem preparados  à cachoeira da Lagoa do Peri.

Obs: nas fotos em que aparecer a luva, clique duas vezes para aumentar a imagem.

Vai de quê?

Partindo de ônibus do Centro de Florianópolis, mais precisamente do antigo terminal da Av. Paulo Fontes, pegue o executivo Pântano do Sul 4120, o amarelinho . Mais informações tais como trajeto, horários e tempo de viagem clique aqui.

De carro: pegar a SC-405, passar pelo Rio Tavares e seguir em direção ao Campeche/Armação/Pântano do Sul/Ribeirão da Ilha até encontrar uma bifurcação. Seguindo à direita, você continuará pela SC-405 e chegará ao Ribeirão da Ilha e à Caieira da Barra do Sul pela antiga estrada.

Para a esquerda você irá em direção à Armação (do Pântano do sul) pela estrada que passa a ser a SC-406 a partir deste ponto. Passará pelo Parque Municipal da Lagoa do Peri e seguirá em direção ao Pântano do Sul propriamente dito e demais praias anunciadas no título deste post.

Assim que passar pelo Morro das Pedras, logo à direita está a Lagoa do Peri. Impossível passar sem perceber a entrada.

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Localizado logo após a descida do Morro das Pedras, em frente à Praia da Armação.

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Lagoa do Peri. Em baixa temporada.
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Areia fina, águas limpas e calmas. Ideais para idosos e crianças.
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Ofertas de pedalinhos, caiaques e pranchas de remo em pé.
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Local ideal para piqueniques. Churrasqueiras são proibidas.
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Não só na Lagoa do Peri, mas em outros parques existentes em Florianópolis, os pequenos comemoram aniversários com tudo a que têm direito: doces, salgados, bolo… uma idéia excelente e que sempre agrada a garotada.

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A lagoa foi tombada em 1976 como Patrimônio Natural. O Parque Municipal foi criado e regulamentado entre 1981 e 82. Possui 23 km².

O início da construção da sede foi em 1997 e comporta extensa área de lazer com restaurante, mesas e bancos para piqueniques, área especial para crianças com variedade de brinquedos, área de exercícios e amplo estacionamento. O parque é muito bem cuidado e sinalizado. Há um salva-vidas de plantão na alta temporada e os esportes náuticos não podem ser praticados sem coletes, fornecidos quando do aluguel dos equipamentos.

Antes do estacionamento há uma torneira muito bem arquitetada à disposição: além de economizar água devido ao sistema de bombeamento, só permite a limpeza de pés porque a saída da borracha é baixa, curta, está presa e direcionada unicamente para baixo. Dê uma olhada na brilhante engenharia.

Estacionamento, restaurante e área de exercícios estão logo à direita, na entrada do parque.

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Restaurante do parque.
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Praça dos Exercícios.

Seguindo um pouco mais na direção sul, encontramos as Praias da Armação e Matadeiro e a Ponta das Campanhas – matéria de post já tratado aqui no blog.

Mais um pouco para frente estão: o Pântano do Sul, As Praias dos Açores, Solidão e Saquinho (acessível apenas por trilha ou barco quando o mar permite desembarque).

Chegando ao Pântano, você logo verá a praia e poderá estacionar seu veículo na areia dura da praia. Há uma área reservada para isso.

À direita, seguindo pela Estrada João Belarmino da Silva até o final, você passará pela Praia dos Açores – uma extensão da Praia do Pântano do Sul tal qual Leme/Copacabana – e chegará a uma encruzilhada em “T“. Para a direita, você irá para a Costa de Dentro – área de sítios -, caminho para a Cachoeira da Lagoa do Peri.

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Costa de Dentro.

Eu e meu fiel escudeiro tentamos chegar até lá, mas foi impossível. A estrada é péssima, chão de barro e pedras, muitas curvas, ladeiras íngremes a ponto de o carro escorregar e não conseguir subir (Renault Clio) e, além de tudo, muito longe. Estrada para quem tem um 4×4.

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A paisagem do início foi bem convidativa e a estrada também. Logo após começou a piorar bastante e mesmo assim seguimos adiante.
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Paisagem do sul da Ilha de Florianópolis.
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Costa de Dentro – Sul da Ilha de Florianópolis.
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Floripa. Quem duvida?
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Esta ficou em segundo lugar em minha preferência.

Antes que acabássemos com o carro de minha cunhada decidimos voltar e retomar nosso caminho até a Praia da Solidão. E do ponto de onde voltamos saquei esta foto:

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Enseada do Pântano do Sul. À esquerda, Ponta do Marisco e o bairro Pântano do Sul propriamente dito. À direita, o bairro dos Açores e a Ponta das Pacas. Ao fundo, Ilhas: de Fora e Irmã do Meio.
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Praia dos Açores. Ao fundo, Pântano do Sul, áreas residencial e comercial.
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Açores. Linda!

Na citada encruzilhada em “T” vê-se a placa abaixo, bem indicativa. Você só se perderá se tiver muita personalidade.

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À esquerda, chegamos à Praia da Solidão. À direita, a Ponta das Pacas. À esquerda, uma das três ilhas denominadas Ilhas das Três Irmãs: Irmã Pequena, Irmã do Meio e Irmã de Fora.

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E pensar que Dorival Caymmi cantou em uma de suas canções: “É doce morrer no mar/Nas ondas verdes do mar”. Só em poesia mesmo.

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Praia da Solidão. Ao fundo, o morro que circunda a Praia do Pântano do Sul.
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Ponta do Marisco – Áreas residencial e comercial.
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Ao fundo, Praias da Solidão e Saquinho. Pontas: das Pacas, do Saquinho e do Pasto.
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Pesqueiros junto à Ponta do Marisco.
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Praia do Pântano do Sul.
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Preguiça do mar para se esticar e ir lamber as areias da beira da praia…

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Preguiça desse mar até para se dobrar em ondas…
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Se todos os pântanos…
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… fossem iguais a você.

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Trilha para Naufragados – Florianópolis, SC.


IMAGEM DESTACADA: Farol de Naufragados, Sul da Ilha de Florianópolis.

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(Imagem do Google Earth)

Obs: nas fotos em que aparecer a luva, clique duas vezes para aumentar a imagem.

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Em janeiro deste ano comecei a escrever a respeito da trilha que leva à Praia de Naufragados no seguinte link: https://vaiviajaristepo.com/2015/01/17/02012015-ribeirao-da-ilha-ii-como-chegar-a-naufragados-pela-trilha/.

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Na postagem anterior foi dito que o início da trilha para Naufragados fica em um bairro chamado Caieira da Barra do Sul, seguinte ao Ribeirão da Ilha (vista parcial).

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A caminho da Caieira da Barra do Sul. Na foto, pequena parte do Ribeirão da Ilha.

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Fazenda de ostras, Ribeirão da Ilha, o maior produtor em SC.

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Quem diz que tanto bucolismo fica ao sul da Ilha de Florianópolis?

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Ribeirão da Ilha

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TEMPO DE CAMINHADA:

Não era de hoje que ouvia falar nesta trilha e no tempo gasto no percurso, bastante variável por sinal.

“Quarenta minutos” é a média, diziam uns – jovens, evidentemente. Para outros, “cinquenta… mais ou menos uns cinquenta minutos”. Tava subindo a cotação quando batemos o martelo ao ouvirmos que o percurso de 3 km poderia ser coberto em uma hora. Beleza.

Continuar lendo Trilha para Naufragados – Florianópolis, SC.

Florianópolis, SC: Praias da Armação e Matadeiro. Ponta das Campanhas.


Imagem Destacada: Ponta das Campanhas, “divisor de águas” entre as Praias da Armação e Matadeiro.

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VAI DE QUÊ, ISTEPÔ? Continuar lendo Florianópolis, SC: Praias da Armação e Matadeiro. Ponta das Campanhas.