Arquivo da tag: Ribeirão da Ilha

Florianópolis, SC – Ribeirão da Ilha – Atelier de Jesus Fernandes.


Foto Destacada: Detalhe de Fonte.
Endereço: http://www.flickr.com/photos/paineisazulejosfernandes.
Email: fernandesart26@yahoo.com.br
Fone: (48)3304-6108 / (48)8813-8479 / (48)9990-3165.

Obs: nas fotos em que aparecer a luva, clique duas vezes para aumentar a imagem.

O atelier de Jesus Fernandes fica na Baldicero Filomeno, Ribeirão da Ilha, à esquerda de quem segue na direção Sul.
Seus trabalhos são exercícios de paciência tais quais os dos copistas medievais.
Jesus trabalha sob encomenda e algumas vezes tem que se ausentar de Florianópolis por conta deles – puro amor à arte.
A obra de azulejaria do restaurante Ostradamus é de sua autoria, bem como um painel colocado na cafeteria Tens Tempo, em frente ao citado restaurante, do qual gosto muito por seu significado: Jaime Barcelos, proprietário do Ostradamus homenageou seus funcionários, devidamente uniformizados, retratando-os em uma Santa Ceia ao lado do xará (com o devido respeito) Jesus.
Com referência às suas obras, melhor apreciá-las do que comentá-las.

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Trabalho executado na entrada da Cafeteria Tens Tempo, de Jaime Barcelos.

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Detalhe.

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Trabalho em que Jaime Barcelos homenageia seus funcionários em uma ceia.

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Ostradamus – painel que antecedeu o atual, nas fotos abaixo.

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Pintura atual da fachada do restaurante Ostradamus.

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Ostradamus – trabalho executado por Jesus Fernandes.

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BRASIL, SC – Florianópolis: Rancho Açoriano no Ribeirão da Ilha – Tradição de Boa Mesa.


Endereço Ribeirão da Ilha: Rua Baldicero Filomeno, 5634 – Ribeirão da Ilha, Florianópolis – SC, 88064-000
Telefone reservas: (48) 3337-0848

Coqueiros: PRAIA DE ITAGUAÇU: 3249 1414

HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO
COQUEIROS:

segunda-feira –11:30-23:30
terça-feira –11:30-23:30
quarta-feira –11:30-23:30
quinta-feira –11:30-23:30
sexta-feira –11:30-23:30
sábado –11:30-23:30
domingo –11:30-16:30

RIBEIRÃO DA ILHA

segunda-feira –11:30-23:00
terça-feira – Fechado
quarta-feira –11:30-23:00
quinta-feira –11:30-23:00
sexta-feira –11:30-23:00
sábado –11:30-23:00
domingo –11:30-16:30

Minha Nota: 10/10

Já foi dito e repetido aqui no blog como você poderá chegar ao Ribeirão da Ilha, mas não custa escrever novamente. Vamos lá:

Como Chegar de Carro ao Ribeirão da Ilha: do Centro de Florianópolis, pegar a SC – 405 que passa pelo bairro chamado Rio Tavares. Este é o caminho. Basta seguir em frente observando as indicações das placas para o Campeche/Armação/Pântano do Sul/Ribeirão. Não tem erro.

Como Chegar de Ônibus: Há duas paradas de ônibus no centro de Florianópolis, próximos à Praça XV. Os ônibus de números 561 e 4124 (o amarelinho) passam pelo Ribeirão. O ponto final é na Caieira da Barra do sul. Portanto, condução você terá passando pela porta do restaurante.

Em caso de dúvidas clique aqui  e consulte o site das empresas de ônibus de Florianópolis. Mais informações aqui.

O Rancho Açoriano (clique aqui para acessar o site) é uma das pontas daquele triângulo de restaurantes de difícil escolha citado em outra postagem.

Mas, como sei que você não se dará ao trabalho de procurá-los, e como não tenho personalidade mesmo, vou repetir quais são para que você não tenha trabalho. Só não pode acostumar. São eles: Ostradamus e Porto do Contrato. Esses três dominam o Ribeirão e não tem prá mais ninguém em minha modesta opinião.

Foi a primeira vez que lá estive e fiquei fã. Prontamente gostei do estacionamento: amplo – é só atravessar a rua porque fica bem em frente ao restaurante -, e há um funcionário organizando a ocupação das vagas.

No restaurante, além da amplidão dos salões térreo e jirau, o Rancho Açoriano também adotou a idéia do deck e estendeu seu espaço para quem desejar fazer parte da bela paisagem – mar…, céu…, sol…, pipilar de gaivotas…, barulhinho de onda quebrando…

Decoração descontraída para combinar com beira de praia e deixar todo mundo à vontade, garçons atentos e simpáticos, comida boa e recepção do proprietário – ói,ói,ó!…-, fazem parte do perfil do restaurante.

Pergunto: e prá que mais?

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O Rancho Açoriano conta nesta página do cardápio como tudo começou.

A idéia de os restaurantes contarem um pouco de sua trajetória nas primeiras páginas do cardápio é uma feliz idéia. Lembra-me álbum de retratos, em que fotos mostram como éramos quando crianças e como fomos ficando com o passar dos anos. E o Rancho Açoriano, tal qual uma pessoa que fica mais bela quando envelhece, não fugiu a essa regra. A comparação é um tanto inadequada, mas faz sentido e você verá porque pelas fotos.

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O restaurante, visto do estacionamento.

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A parte elucidativa quanto às propriedades e composição química das ostras.

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Alguns preços praticados pelo restaurante.

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O momento da chegada das ostras que minutos após estariam em nossos pratos. Os moluscos consumidos no restaurante são criados na fazenda do próprio restaurante.

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Ostras gratinadas como entrada…

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… e à milanesa com molho tártaro.

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Garoupa ao molho de camarões e Champignons.

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Acompanhamentos.

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Tal quais outros restaurantes, o Rancho Açoriano possui fazenda própria de moluscos. Março 2015.

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O mesmo local meio ano mais tarde – Setembro 2015.

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Bastidores do restaurante.

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Mesmo em dias chuvosos meu Ribeirão não perde sua beleza.

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Camarão pistola…

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…muito bem acompanhado por pirão, palmito, batata souté e salada crua, só para contrariar o velho ditado “Antes só do que mal acompanhado”.

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Mesas com vista para o mar – nosso canto predileto.

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Momento de trégua da chuva.

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Continuação do espaço com vista para o mar.

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Esta escada belíssima conduz ao jirau.

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Os espaços amplos do Rancho Açoriano significam a grande procura pelo restaurante.

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Salão no piso superior.

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Estar do piso superior – um charme.

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E depois de tudo… aqui se paga.

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Em 21 de setembro, uma segunda-feira, estávamos novamente curtindo as delícias do Rancho e da companhia dos familiares em nossa mesa predileta – junto à janela e próxima ao mar.

Desta vez abrimos nossos trabalhos com uma porção de Anéis de Lula à Milanesa e uma fantástica Sequencia de ostras: 36 no total. Dêem só uma olhada nos pratinhos da criançada.

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Lulas à milanesa.

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Sequencia de ostras: in natura, ao bafo, aceboladas, ao molho campanha, gratinadas, à milanesa e ao alho e óleo (magníficas).

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Como pratos principais pedimos um Congrio (é bom esclarecer que, na travessa, 50% do peixe não saiu na foto) regado com um molho especialíssimo de camarões…

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E ainda um Camarão Gratinado ao Molho Provençal que deixaria Netuno com água na boca.

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Fui rapidamente à Florianópolis resolver pendências, mas mesmo assim não deixei de “dar um cheiro” no Ribeirão, lugar onde ficou parte de meu coração desde que o vi pela primeira vez.

É olhando para aquele mar preguiçoso –  mar sem a menor pressa para lamber a beira da praia ou quebrar suas pequenas ondas – que me abasteço de tranquilidade e me encho de energia. Ira à Florianópolis e voltar ao Rio sem ver meu amado não dá.

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O trapiche, para quem deseja ficar bem mais perto do mar…

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O pratarraz de ostras é um convite à gula. Pecamos em 28.12.2015.

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Racho Açoriano – cada vez melhor…

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BRASIL, SC: Florianópolis – Ribeirão da Ilha: Restaurante Porto do Contrato.


Foto Destaque: o restaurante Porto do Contrato, visto do trapiche.

Endereço: Rod. Baldicero Filomeno, 5544 – Ribeirão da Ilha – Florianópolis,SC 88064-002
Tels: 3337.1026 e 3234.4454

Obs: nas fotos em que aparecer a luva, clique duas vezes para aumentar a foto.

Já foi dito e repetido aqui no blog como você poderá chegar ao Ribeirão da Ilha, mas não custa escrever novamente. Vamos lá:

Como Chegar de Carro: do Centro de Florianópolis, pegar a SC – 405.

Como Chegar de Ônibus: Há duas paradas de ônibus no centro de Florianópolis, próximos à Praça XV. Os ônibus de números 561 e 4124 (o amarelinho) passam pelo Ribeirão. O ponto final é na Caieira da Barra do sul, de onde partem barcos e começa a trilha para Naufragados.
Portanto, condução você terá passando pela porta do restaurante.

Em minha modesta opinião o restaurante Porto do Contrato e Rancho Açoriano, formam uma dupla gastronômica de difícil escolha para quem aprecia boa culinária em Florianópolis.
Evidentemente, a Ilha de Santa Catarina está pontilhada de atraentes opções (vide ONDE COMER?), inclusive em Shoppings, mas nada se compara ao bairro do Ribeirão da Ilha.

Outro exemplo é Santo Antonio de Lisboa, onde encontramos excelentes restaurantes.
Agora, no meu amado Ribeirão a dupla é imbatível – que me perdoe a vizinhança concorrente.
Ambientes descontraídos e comida de qualidade atraem amantes da boa mesa, estejam onde estiverem. O Ribeirão, por exemplo, fica afastado do Centro de Florianópolis, mas isso não passa de mero detalhe. A turma do bom garfo não mede distâncias quando o assunto é comer bem.

Exemplo disso foi a pequena viagem que fizemos – postagem anterior a essa – para saborear a deliciosa comida alemã em São Martinho. Somando ida e volta, percorremos 260 km por caminhos nunca dantes navegados e valeu à pena. Tanto valeu que pretendemos voltar.

As fotos abaixo justificam uma reserva no Porto do Contrato. Acompanhem.

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Vista da janela lateral.

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Mesmo chovendo, meu Ribeirão é lindo…

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Um pouco da História do Porto do Contrato e a que se deve seu nome.

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Sebastian, materializa-te e volta ao Porto que conheceste tão bem…
Faz uma reserva em qualquer mesa em frente ao mar em que tanto navegaste. Vai lá e vê em que transformaram esse cais.
Mas, olha!… Não apareças com trajes complicados! Nem pensar! Deixa a gola embabadada de lado, porque se o caldinho das Ostras Embriagadas cair em tua barba ou neste saiote que tens ao pescoço, vais pagar mico!… Queres um conselho? Melhor passar antes no barbeiro e fazer barba, cabelo e bigode.
Depois, é só dizer para teus botões: – Partiu Porto do Contrato!

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OSTRENTAÇÃO ao vivo e em cores. Observe as “empadinhas” de ostra. No copinho, uma ostra in natura vem mergulhada em vodka, limão e tabasco. E por falar em “porto”, como não se atracar com tanta delícia?

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Involtini de Linguado e Namorado Crocante tal qual está no cardápio abaixo.

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Ostras com recheio surpresa só vi no Porto do Contrato.

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R$280,00 (duzentos e oitenta reais) para dividir por cinco pessoas. Melhor desfecho que esse?

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Moderadora: Rosa Cristal 

VAI VIAJAR ISTEPO MAIOR cópia

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RIBEIRÃO DA ILHA OSTRADAMUS (Restaurante) e TENS TEMPO? (Cafeteria)


IMAGEM EM DESTAQUE: Trabalho de Azulejaria executado pelo artista Jesus Fernandes.

Como Chegar de Carro: do Centro de Florianópolis, pegar a SC – 405.

Como Chegar de Ônibus: Há duas paradas de ônibus no centro de Florianópolis, próximos à Praça XV. Os ônibus de números 561 e 4124 (o amarelinho) passam pelo Ribeirão. O ponto final é na Caieira da Barra do sul, de onde partem barcos e começa a trilha para Naufragados.

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Muitos vão ao Ostradamus por já conhecê-lo de nome e nem desconfiam em que bairro fica o endereço – Ribeirão da Ilha. Refiro-me àqueles que chegam em ônibus de turismo ou que são convidados por amigos para conhecer o restaurante. Continuar lendo RIBEIRÃO DA ILHA OSTRADAMUS (Restaurante) e TENS TEMPO? (Cafeteria)

BRASIL, SC – FLORIANÓPOLIS: Caieira da Barra do Sul – Como Chegar a Naufragados Pela Trilha.


Como chegar: do Centro de Florianópolis pegar a SC – 405. É o mesmo caminho que leva ao Ribeirão e ao Aeroporto.
Dista 40 km do Centro da cidade.

Naufragados, acessível apenas por barco ou trilha, deve-se este intrigante nome devido à naufrágios de barcos portugueses próximos à praia de mesmo nome.

UM POUCO DE HISTÓRIA NÃO FAZ MAL A NINGUÉM – e quem nos ensina é Mário Costa Júnior, pesquisador do Guia Floripa que você poderá consultar clicando aqui.

Francisco Dias Velho foi um Bandeirante Português vindo da Capitania de São Vicente, atual São Paulo. Foi na região central que ele desembarcou pela primeira vez, fundando o povoado de Nossa Senhora do Desterro e solicitando a construção de uma capela no local onde hoje se encontra a Catedral Metropolitana de Florianópolis.

Em meados do século XVIII, a corte portuguesa determinou que a Ilha de Santa Catarina fosse colonizada para garantir sua posse. Os escolhidos para essa empreitada foram os habitantes do Arquipélago dos Açores, que sofriam com terremotos e superpopulação. Eles vieram entre 1748 e 1756 e foram assentados em microrregiões afastadas, cada qual com administração, igreja e polícia próprias, denominadas de Freguesias.

Talvez por isso que o texto da Wikipedia faça distinção entre os Portugueses Açorianos e os Portugueses vindos de São Paulo”.

No guia Floripa, Mário Costa Jr. também pesquisou que duas embarcações de médio porte, procedentes dos Açores, traziam 250 colonos cujo destino seria o Rio Grande do Sul. Neste trecho, as embarcações foram a pique, salvando-se apenas 77 pessoas que se dispersaram entre a Ilha, Laguna e o Rio Grande do Sul. Leia mais um pouco a respeito do assunto – clique aqui.

Mário Costa Jr. ainda coloca a nossa disposição os links seguintes:

“Clique nos links para encontrar mais informações sobre o Ribeirão da Ilha, Lagoa da Conceição e Santo Antônio de Lisboa:
Convido a conhecer a história dos principais bairros de Florianópolis, clicando aqui.

Melhor, impossível!

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A TRILHA PARA NAUFRAGADOS 

começa na localidade chamada Caieira da Barra do Sul, bem depois do Centro do Ribeirão da Ilha.
O ponto final das linhas de ônibus 561 e do expresso 4124 (conhecido como amarelinho) – ambos Caieira da Barra do Sul – marca o início da trilha. A bem da verdade, não há como seguir adiante. Literalmente é o fim da linha, mesmo para quem usa outro meio de transporte.

Este final fica em um Largo, onde, de imediato, vê-se ofertas de passeios de barcos, indicações de estacionamentos e o início da trilha. Tudo bem organizado, não há como se perder.

Maiores informações a respeito de horários desta linha, dê outro clique aqui.

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561 – Caieira da Barra do Sul – uma das linhas de ônibus do Centro de Florianópolis a Naufragados. A outra é o popular “amarelinho”, linha 4124, que também parte do Centro.
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4124 – Caieira da Barra do Sul – o conhecido “amarelinho”.

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Ponto final dos ônibus que chegam à Caieira, onde começa a trilha para Naufragados.

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O ponto final do citado ônibus fica em um Largo onde logo podemos ver úteis informações.
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Os barcos saem de uma pequena praia próxima a este local e levam cerca de 15 minutos para chegar a Naufragados.
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Preços de estacionamento praticados em 02/01/2015.
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Uma boa sombra até que seria muito bem-vinda …
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Na temporada de Verão o movimento na trilha é grande e nem sempre os estacionamentos, apesar de espaçosos, comportam o número de automóveis.


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Á direita, no final desta rua, há uma placa. Ali começa a trilha de 3 km. para Naufragados.

Na postagem de 19/3/2015 – conto como eu e meu fiel escudeiro e companheirão de viagens conseguimos chegar à Naufragados.

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