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BRASIL. SANTA CATARINA. FLORIANÓPOLIS – Café Cultura Primavera.


FOTO DESTACADA: A fachada do Café.

Para início de conversa todas as casas primam por ambientes espaçosos, bem decorados, limpos e, acima de tudo, muito bem localizados.

A filial Primavera une todo esse bom gosto em um espaço muito especial onde primeiro se instalou a Primavera Garden Center – um galpão imenso, bem arrumado, onde você encontra mudas de frutíferas e plantas ornamentais de muitas espécies, artigos para decoração, sementes, ferramentas para jardinagem, e ainda um Café.

Na lateral há vários restaurantes um ao lado do outro, mas o Café Cultura não faz parte desta pequena avenida – está em destaque, de frente para a SC-401.
São muitas filiais espalhadas por toda Florianópolis e em outras cidades próximas. Ah! E até no Aeroporto Hercílio Luz ele já aterrissou. O estacionamento no local é muito bem organizado – entrada por um lado, cancela, guichê de pagamento na saída… Tudo arrumadinho.

Para que você tenha uma idéia, separei algumas sugestões.

Na página do menu acima, observe que o suco de manga também pode ser incrementado com gengibre, e a limonada suíça pode ser adoçada com leite condensado.
Dos sucos misturinhas experimentamos quase todos.

Os cafés são apresentados de acordo com técnicas de preparo diferenciadas. Aonde, confesse, que você encontra tanto esmero em um cardápio? Essa página aqui de cima trata-se apenas do intróito; agora…, nesta aqui de baixo, môquiridu…

As boas idéias estão em todo o cardápio. Dê só uma olhada no título “Para Acompanhar o Café”.

E mais: cafés de sabores únicos e maquininhas porretas para você se dar ao prazer de prepará-los em sua própria casa estão à venda, bem como chás, cervejas, vinhos…

Os pratos dispensam comentários. Todos feitos na hora – fresquíssimos e deliciosos. Almocei muitas vezes lá.

Revistas e jornais? Basta lançar mão e levar para sua mesa.

Nada melhor para terminar a refeição que um cafezinho. Incrementado então…

O conforto dispensa comentários.
Ficou faltando ressaltar o atendimento simpático e gentil de todos: transbordam boa vontade e sorrisos.
Para mim, é ponto obrigatório quando estou em Florianópolis. Adoro!

Endereço: SC 401, Km4 – Espaço Primavera Garden
De segunda a sábado das 09:00 as 20:00 e aos domingos das 9:00 as 19:00 horas. (048) 3307-9350
Florianópolis, Santa Catarina.

BRASIL. SANTA CATARINA. FLORIANÓPOLIS – Casa da Alfândega: Onde Comprar Artesanatos Catarinenses.


IMAGEM em DESTAQUE:

UM POUCO DE HISTÓRIA
A notícia que se tem é a de que a primeira Casa da Alfândega, construída em local distinto de onde ergueram a que conhecemos no Centro de Florianópolis, explodiu inexplicavelmente, em 1866.
A explosão, de proporções gigantescas, chegou a atingir os alicerces do prédio!, abalou construções próximas e matou 10 pessoas.
Dez anos mais tarde foi construído um prédio em estilo neoclássico que serviu ao porto de Florianópolis até 1964, ano em que as atividades portuárias terminaram e a alfândega foi desativada.
Era lá que minha avó paterna embarcava no navio Carl Hoepcke rumo ao Rio de Janeiro, a fim de passar temporada com parte da família.
O prédio abriga o Centro da Cultura Popular e a Galeria do Artesanato.
A exposição e venda permanente dos trabalhos de centenas de artesãos tem como objetivo a preservação e o incentivo à cultura popular. Lá o visitante encontra milhares de opções para presentes, decoração, além de tomar conhecimento dessa herança artística fantástica do catarinense.

Este prédio foi construído no antigo Largo do Príncipe, atual rua Conselheiro Mafra.

Até a década de 70 o mar banhava o histórico prédio neoclássico.
Com o aterro que conhecemos como Baía Sul, uma grande praça foi criada na área, o Largo da Alfândega.

Nesse espaço, por demais convivial, os amigos marcam encontro, as pessoas fazem uma pausa para descanso, ou apreciar o movimento. Mas a ocupação maior se dá quando músicos se apresentam no largo, ou quando, em época de Carnaval, blocos e escolas de samba ensaiam suas performances.

Tudo encanta nesse lado do Centro de Florianópolis: o prédio da Alfândega, inaugurado em 27/7/1876…, o largo…, o Mercado Público, bem pertinho, e, claro, tudo que a Loja de Artesanato Catarinense oferece.

Nesta foto, fachadas bem conhecidas tais quais as casas do Ribeirão, do Mercado Público, do Palácio Cruz e Souza, e do mais representativo prédio de Blumenau, são bastante decorativas.
Peças em cerâmica com toques de pintura indígena são bem diferenciadas.
Colares, castiçais e porta incensos.
A bela escultura de São Francisco dispensa comentários.

As bruxinhas que justificam o título de Ilha da Magia à Ilha de Santa Catarina não poderiam faltar.

Tapetes artesanais, toalhas de lavabo valorizadas pela trabalhosíssima e complicada arte da fabricação da renda de bilro são destaques pela delicadeza. Panelas de barro, cachaças, bruxinhas de pano, essências, lamparinas para iluminar jardim…

… e as maravilhosas flores confeccionadas com escamas de peixe. São trabalhos belíssimos que deixam o comprador em dúvida: o que levar?!

E a delicadeza das caixas enfeitadas com flores de palha de milho? E a rosa de escama de peixe, com dobraduras e transparência?

Peças de vestuário também não faltam na loja, bem como…

… as bolsas confeccionadas com lacre de latas de alumínio.

Trata-se de uma das atrações turísticas de Florianópolis das mais interessantes para você visitar: não só pelo conjunto de valores que representa, mas pelo colorido e pela beleza.
Não deixo de passar por lá todas as vezes que estou na ilha.

BRASIL. CEARÁ, CE. Conto de Fadas – Uma Loja Irresistível em Jericoacoara.


IMAGEM DESTACADA: Porta principal da loja.

Um belo dia, um francês simpático e boa pinta que mostrou-nos apreciar um conversê, chegou ao Ceará atraído pelos famosos ventos de Preá. 
Niki nos aproximamos do jovem senhor apenas para lhe pedir autorização para fotografar a loja, engrenamos em um papo que durou mais de 20 minutos.
Pela receptividade e atenção que nos dispensou, o desportista (ainda pratica kite) demonstrou que está totalmente integrado ao perfil descontraído e amistoso de quem mora em um país tropical. E em se tratando de Jericoacoara, istepô, mesmo que você queira se estressar, vai ser difícil.
Jeri contagia; a Vila entra na veia da gente sem que percebamos; daí, quando você se dá conta…, já está contaminado. E não tem cura! Sofro de Jericoacoarite crônica desde 2010.

Nesse curto espaço de tempo, Monsieur nos contou como chegou à Jeri.
Igual a tantos outros praticantes de kitesurf, o jovem se apaixonou pelo lugar e foi ficando, ficando… Constituiu família… E, não faz muito tempo, abriu a loja mais iluminada e chamativa da Vila de Jericoacoara: a Conto de Fadas.

A entrada mais atraente é pela Rua Principal. Como a loja é grande e em forma de “L”, há outro acesso pelo Beco Doce.
Chegamos a fim de olhar as mercadorias com bastante atenção e o fizemos por longo tempo.

Na Conto de Fadas as mercadorias primam pelo excelente acabamento. Algumas peças chamam atenção pela delicadeza e riqueza de detalhes. Outras, maiores, pela criatividade – a beleza desta arraia quase me levou à contemplação.

BRINCOS, COLARES, ANÉIS, BOLSAS GRANDES E SALTOS ALTÍSSIMOS sempre foram minha grande paixão.
Na década de 80 trouxe da Espanha bijuterias que assustavam pelo tamanho. Eram brincos de pingentes coloridos que ultrapassavam a altura dos ombros.  Fora esses discretos modelitos,  trouxe outros de argolas imensas. Vez ou outra ouvia uma piada na rua, uma crítica debochada no trabalho…, na faculdade…, mas não me importava.
Daí, mô quirido, apesar da idade avançada, quando me vi diante dessas vitrines quase que marido teve que chamar um Bombeiro para me resgatar de lá.

Observem esses brincos!!! São levíssimos.

Os anéis e os brincos agora são menores, mas dos colares e das bolsas grandes não abro mão.

O jovem proprietário contou-nos que recebe mercadorias de diversas partes do Brasil. Entrei na brecha e lhe disse que Florianópolis produz belíssimos artesanatos, se ele os conhecia, coisa e tal, mas…, respondeu-me que sair de Jeri para vê-los lá no sul “é muito longe”. Que pena!..

À esquerda, no painel, estão os chaveiros – cada um mais lindo que o outro.
Quando vi esses colares, o esforço foi sobrenatural para resistir. Consegui. Ufa!

  

Para quem gosta de pulseiras, provavelmente vai se perder neste universo de maravilhas. Pulseiras confeccionadas com capim dourado destacavam-se das demais bela beleza.


Todas as bijuterias são de fino acabamento.
Para quem cultua Beleza, indico a Conto de Fadas. Aprecie sem moderação.


1º dia na Rota – De Fortaleza a Jericoacoara
2º dia na Rota – Jericoacoara – Lagoas: do Paraíso e Azul
3º dia na Rota Andanças Por Jericoacoara.
4º dia na Rota – De Jericoacoara a Luiz Correa, PI.
5º dia na Rota – Carnaubinha Praia Resort.
6º dia na Rota Barreirinhas e Circuito Lagoa Azul.
7º dia na Rota – Santo Amaro do Maranhão
8º dia na Rota – Flutuação no Rio Formigas, em Barreirinhas
9º dia na RotaDe Barreirinhas a Jericoacoara.

A Ex Bem Cuidada POUSADA D’AREIA.
– Divino Cafeteria no Centro de Barreirinhas – É Divina!
– Hotel Villa Beija-Flor, em Jericoacoara.
– Hotel Villa Terra Viva, em Jericoacoara.
– Conto de Fadas – onde comprar em Jeri.
– O Farto Comércio de Jericoacoara.
Onde Almoçar em Jericoacoara.

"A prova de que no futuro não existirão viagens no tempo, é que não estamos sendo visitados pelos viajantes do futuro." -Stephen Hawking

BRASIL. PARANÁ, PR. Travessia Caiobá-Guaratuba, A Caminho de Florianópolis.


IMAGEM em DESTAQUE: Desembocadura do Rio São João.

Deixamos Antonina pela PR-408 em direção à Morretes; nosso objetivo era acessar a BR-277 para alcançarmos a PR-508 e chegarmos primeiramente a Matinhos.
Seguindo orientação das placas de trânsito, finalmente entramos na PR-412, rodovia que nos levaria até à travessia Caiobá/Guaratuba.

No sentido Caiobá-Antonina trafegar pela Avenida Atlântica (mão única) é muito agradável. Já fizemos esse trajeto duas vezes e gostamos muito. Aconselho-o.

AVISO AOS NAVEGANTES.

Três balsas operam na travessia, o que torna o serviço super rápido.

Para assistir ao curto vídeo da travessia, clique aqui.

DEIXANDO CAIOBÁ.
CHEGANDO A GUARATUBA.

Atravessamos a balsa, descemos em Guaratuba, e continuamos nossa viagem em direção à Garuva pela mesma PR-412, que, ao cruzar a fronteira Paraná/Santa Catarina, torna-se SC-415.
Garuva está na beira da BR-101; por isso bastou-nos passar por baixo da BR e seguir em direção à Florianópolis: mais 211 km de estrada.


Se você gosta de viajar, trace seu roteiro e bote o pé na estrada. Não bobeie:

*****

 

1986 – Holanda. Alemanha. Dinamarca. Suécia. Noruega. Finlândia. Rússia. Polônia (Parte II).


FOTO DESTACADA: Monumento à Frederic François Chopin, no Parque Lazienki.

Continuando a saga de 1986 – Moscou/Amsterdã/Brasil. Permanecemos em território russo por 12 dias.

05/9/86 – Saímos de Moscou e começamos a viajar em direção à Varsóvia, passando por cidades das quais não tínhamos a menor notícia. Continuar lendo 1986 – Holanda. Alemanha. Dinamarca. Suécia. Noruega. Finlândia. Rússia. Polônia (Parte II).

BRASIL, RN – Pousada Amagali, Em Galinhos.


IMAGEM DESTACADA: Por do Sol visto da Pousada Amagali, sem recursos do Photoshop!

Para não ficar repetindo nosso trajeto de Natal até Galinhos, e caso você queira saber como chegar, basta clicar aqui.
Chegamos à noite e não havia luz no precário estacionamento de Pratagil que, tenho visto em algumas fotos, melhorou 1000% .
Li que agora conta com um café e a iluminação é potente tal qual a que vemos em grandes avenidas (aqueles postes altíssimos).
Plantaram árvores, ampliaram e cercaram essa área, e construíram um pier lindinho, todo colorido. Arre égua! agora, sim!…

Sinta a diferença:  se não fossem os faróis da van do Sr. Moisés a iluminar a traineira a fim de facilitar o embarque de nossas pequenas bagagens, teríamos que contar com a sorte.
A luz iluminava o teto da embarcação, mas não os degraus estreitos e perpendiculares à parede do cais improvisado. Não me lembro de como conseguimos descer essa pequena e insegura escada de cimento já com alguns degraus submersos e embarcar. Fosse noite noite de lua cheia, nem seria necessário acender os faróis da van; mas… , pelo contrário,  a noite estava que era puro breu.
Atravessamos, colocamos nossas maletas e bolsas em um burro-taxi  e partimos Pousada Amagali.
Obs: o que você vê nas fotos do blo é realidade. Nada está maquiado.

Eu e meu fiel escudeiro no burro taxi.

Naquele 08 de agosto de 2011 éramos apenas nós, 5 pessoas, que estávamos hospedados naquela filial do Paraíso.

A POUSADA
fica em meio a um coqueiral. Conta com piscina, excelente restaurante com cardápio à la carte, e um prédio de dois pavimentos (térreo e 1º andar) com 6 quartos em cada, destinado aos hóspedes.
O acesso aos apartamentos dá-se por um corredor na parte de trás de cada pavimento, de onde se descortina-se bela paisagem.
Há um salão muito grande equipado com TV, jogos para adultos e crianças, livros de contos infantis. Em um gazebo em alvenaria, bem próximo à praia, era onde todas as manhãs aguardávamos a chegada dos bugueiros.
Assistíamos à TV após o jantar e jogávamos conversa fora por algumas horas, repassando o dia sempre maravilhoso que havíamos vivido.
Os proprietários – um francês e uma brasileira simpaticíssimos – e o funcionário que tomava conta da pousada, deixavam-nos inteiramente à vontade. Tão à vontade, que logo em nossa primeira noite na pousada o jovem despediu-se de nós, visivelmente cansado, e pediu-nos que, quando fôssemos dormir, lhe fizéssemos a gentileza de desligar a TV e apagar as lâmpadas da pousada – à exceção de uma, que deixou acesa para que não tropeçássemos no caminho. Pergunto: em que lugar do mundo você vivenciará uma experiência igual? Só em Galinhos, mô-quiridu! Só em Galinhos!
Ficamos boquiabertos no melhor dos sentidos. Esse inesperado e simples pedido embutia uma confiança sem precedentes em nós, simples hóspedes, pessoas que lhe eram totalmente desconhecidas! E não devíamos ser os primeiros a serem obsequiados com tamanho privilégio…

Época de maré baixa em frente da pousada.
Momentos coloridos que a vida nos proporcionou após anos de muita, muita labuta… Valeu todo o esforço.
Segundo a proprietária, o nome da pousada é uma composição das três primeiras letras do verbo “amar” com as quatro primeiras de “Galinhos”.
Meu mano à espera do buggy, espaçosamente sentado no sofá do gazebo.
Família reunida após o café da manhã, pronta para a tarefa do dia: passear.
Quase prontos para assistir à TV em outro salão.

OS QUARTOS
e varandas com rede são espaçosos e coloridos como tudo que se refere ao Nordeste. Banheiro igualmente amplo.
NB: a água que saía da torneira da pia e chuveiro – atenção aqui! – era salgada. Eu disse: sal-ga-da; não, salobra. E fri… fri… brrr, fria! Não havia aquecimento para o chuveiro.
Por conta do alto índice de salinidade da água, ao hóspede era oferecida uma bombona de água mineral para o enxágue do banho. Essa bombona indispensável custava-nos módicos reais e era adaptada em outro chuveiro do box, recurso muito bem bolado.

Foto de autoria de minha sobrinha Samantha P.B.G.

MARÉS
Dependendo da época, você caminha tranquilamente na praia desse braço de mar onde fica a pousada. A maré recua tanto, que há um campo de futebol com traves infincadas na areia.
Na hora em que a maré sobe, as traves ficam submersas até a metade. Por conta desse vai-e-vem do mar, em determinadas horas do dia os barcos ficam “pseudo encalhados” nas praias.

Foto paga-mico de meu fiel escudeiro.
A faixa de areia que a maré baixa descobre é extensa.  Ao fundo, o prédio de apartamentos da pousada onde ficamos hospedados.

Em nossa caminhada passamos por essa escola e ficamos surpresos ao ver o nome da administradora, por trata-se de sobrenome muito conhecido em Florianópolis: do Vale Pereira.

Da Pousada Amagali partimos para São Miguel do Gostoso pela beira da praia.
Ao longo de minha vida, nunca vi mar nas imagens do Paraíso. Mas… lá em Galinhos tem.

1– Um Paraíso Chamado Galinhos.
2- De Galinhos a São Miguel do Gostoso Trafegando Pela Beira do Mar.

 

ROSA CRISTAL comenta.

 

BRASIL, SC – Praias de Paulo Lopes, Garopaba e Imbituba.


FOTO DESTACADA: Casa Colonial no Centro Histórico de Garopaba.

É inegável que foram os surfistas os responsáveis pela divulgação de Garopaba, Imbituba e arredores – praias lindíssimas do sul do país que muitos ignoravam, passaram a chamar atenção por um simples fato: a moçada, na busca incessante pelas melhores ondas do litoral brasileiro, acabou fazendo ninho nas praias. Continuar lendo BRASIL, SC – Praias de Paulo Lopes, Garopaba e Imbituba.

BRASIL, SC. FLORIANÓPOLIS: Praia da Gamboa. Você a Conhece?


IMAGEM DESTACADA: Praia da Gamboa

Pois é!… Camboriú, Canasvieiras, Jurerê Internacional, Joaquina – a Joaca dos frequentadores assíduos – Rosa…, essas praias você sabe onde ficam, né? E a Praia da Gamboa? Pois se nunca ouviu falar, vai saber agora. Continuar lendo BRASIL, SC. FLORIANÓPOLIS: Praia da Gamboa. Você a Conhece?

BRASIL, Florianópolis, SC – Lagoa da Conceição.


Em Florianópolis, todos os caminhos levam à Lagoa da Conceição? Se sua resposta é “não sei”, acompanhe.

COMO CHEGAR:

Partindo do CENTRO: seguir pela Avenida Beira-Mar Norte até encontrar, antes do viaduto do SIC, placas indicativas para o norte da ilha + Lagoa, Praia Mole e Joaquina.  Mantenha-se à direita e suba o viaduto. Ao descê-lo você estará na Avenida da Saudade. Continue à direita porque no final desta avenida, que não é extensa, você terá que dobrar novamente à direita e “seguireto” toda vida. É só isso, agora, o trânsito fluir dependerá da temporada e do horário em que você botar o carro na estrada.

PARTINDO no NORTE DA ILHA:

Do norte da ilha à Lagoa da Conceição você terá algumas opções.

Aviso: na temporada a ilha fica superlotada; o trânsito é insuportável e acaba atrapalhando a vida de todos, principalmente do ilhéu. Turista está na chuva prá se molhar e não tá nem aí; agora, o pobre do morador é que acaba amargando as consequências da alta temporada. Portanto, saia de casa cedo para aproveitar o Sol que não dá o ar da graça todos os dias – ainda tem essa… Quem mora na ilha sabe e costuma dizer que em Florianópolis pode, perfeitamente, baixar as quatro estações do ano em um dia só.

Mas vamos ao que interessa: tomemos como base a praia de Canasvieiras, uma das mais movimentadas na temporada – a favorita dos argentinos, todo mundo já sabe.

Este trajeto que sugiro, evitará que você fique preso em um possível congestionamento na Avenida da Saudade – que você terá que trafegar inteira! até encontrar o retorno (seguir pela pista do meio) e voltar tudo novamente para entrar à direita. Na alta temporada você corre o risco de nem chegar à Lagoa, istepô! Pode acreditar. Vai entardecer preso no engarrafamento caso não goste de acordar cedo.

Meu irmão, ilhéu de carteirinha, acha essa opção válida; eu acho que você pode escapar por outros caminhos. A escolha, moquiridu, é você quem faz.

ATENÇÃO! Este retorno não é visível e a chance de você passar direto e cair na Avenida Beira Mar é grande.  Vai complicar!… Depois não diga que não foi avisado!… Siga pela pista do meio porque o retorno passa por baixo do viaduto e você não o vê “tipo assim…” de longe, sacou? Só percebe a curva do retorno quando já está quase em cima do lance. 

1ª OPÇÃO – S’imbooora! Você sai de Canasvieiras (ou do Costão ou dos Ingleses, digamos) e segue direto pela SC 401. Após trafegar mais de 17 km você irá encontrar à direita, antes de um viaduto, a entrada para o Cemitério Jardim da Paz e o primeiro acesso para o bairro João Paulo. Não suba o viaduto! Dobre à direita em frente ao cemitério e siga em direção ao bairro. Trafegue pela Rodovia João Paulo até encontrar outro viaduto que nada mais é do que o prolongamento desta rodovia.
Do cemitério até a subida deste viaduto você trafegará por aproximadamente 3 km.
Suba-o e continue em frente. Ao descê-lo você estará na rua Coronel Luiz Caldeira). Continue trafegando até seu final e dobre à esquerda; trafegue pela rua Pastor William Richard Schirler Filho. No final você estará prestes a entrar na Rodovia Admar Gonzaga. Vire à esquerda e siga até à Lagoa da Conceição.

NOTA: Caso você perca essa primeira entrada para o bairro João Paulo – Cemitério Jardim da Paz , não se aflija porque mais na frente, antes do viaduto que mencionei acima – o tal prolongamento da Rodovia João Paulo –, há outra entrada. Vire à direita e logo a seguir à esquerda para subi-lo. Ao descer… (vide acima).

2ª OPÇÃO: COMO CHEGAR SAINDO do COSTÃO do SANTINHO, INGLESES, CACHOEIRA do BOM JESUS ou CANASVIEIRAS .

É o caminho mais longe para quem sai desses bairros, porém o menos congestionado na alta temporada. Para quem parte do Costão, Ingleses ou Cachoeira do Bom  Jesus é o mais prático.

Saia de “Canas”pela SC 401 até encontrar placas indicando que você deverá entrar à direita, subir o viaduto e seguir em direção a INGLESES e SANTINHO (SC 403 – Rodovia Armando Calil Bulos). Para o Centro basta seguir em frente.

Passou o ÁQUA SHOW, um parque aquático à sua direita no alto do morro, desceu…, vire na primeira rua à direita – Servidão Três Marias – e siga a placa que indica MOÇAMBIQUE, BARRA DA LAGOA e JOAQUINA. Dobre  na primeira à esquerda – rua Intendente João Nunes. Na 1ª à direita você cairá na SC 406 (Rodovia João Gualberto Soares). Continue em frente seguindo as placas até chegar à Lagoa. Moleza.

Você passará pela extensa praia de Moçambique e chegará à Barra da Lagoa. Continue seguindo as placas e você encontrará uma encruzilhada com uma indicação de que para a esquerda você irá para a JOAQUINA e, para a direita, chegará à LAGOA DA CONCEIÇÃO. Achôôô!!!!


Lagoa da Conceição vista do mirante.

Lagoa em primeiro plano e Praia da Joaquina em segundo.

Comércio no mirante da lagoa.

No Centrinho da Lagoa da Conceição o comércio é variado e abundante. Não faltam restaurantes, boutiques, lojas de lembranças, artesanatos.

Nesta barraca você poderá adquirir até passagens aéreas internacionais.

Na ponte que você vê à distância começa a Avenida das Rendeiras. Seguindo à esquerda você poderá optar por Joaquina, Praia Mole e Barra da Lagoa.

Colado à ponte da Av. das Rendeiras fica o TERMINAL LACUSTRE Profª Ruth Bastos de Oliveira onde você compra passagens para a Costa da Lagoa, outro passeio muito interessante.  Ao longo da costa são 23 trapiches e em quase todos há restaurantes, praia e muito divertimento para a criançada: caiaques e pranchas estão, normalmente, à disposição dos clientes.

As embarcações são grandes e permitem ocupação de muitos passageiros. Em horários de pico o transporte de grandes volumes não é permitido. O aviso está bem visível no terminal, ao lado da tabela de horários dos barcos.

Na Praça Pio XII, sempre que o tempo permite, rola um joguinho de tabuleiro entre os amigos nas mesas preparadas para esse tipo de passa-tempo.

Aos domingos acontece uma feira de artesanatos nesta praça com mais de 100 expositores. Os horários variam e são os seguintes:
Das 17h às 23h  no horário de verão. Em horário normal a feira fica das 15h às 20h. Informações: (48) 3232-1514.

Encontra-se todo tipo de mercadoria na feira: artesanatos com tecidos, madeira, couro, papel, fios (crochê, tricot, macramé).

O destaque desta vez ficou por conta do fabricante de pranchas e remos que vemos na foto. Seu trabalho é de fino acabamento e de muito bom gosto.

Teria imensa satisfação em citá-lo aqui no blog mas, infelizmente, não encontrei o cartão de apresentação que me ofereceu. Mas, como acredito que seu ponto de exposição deva ser sempre o mesmo, fica a dica para quem gosta de adquirir pranchas e remos que reúnam beleza à qualidade.

De quebra você verá a Casa das Máquinas, datada de 1912, que abrigava a maquinaria da antiga Estação Rádio Telegráfica  dos Correios e Telégrafos, tombada pelo Patrimônio Histórico em 06 de setembro de 1985 e transformada em centro de artes em 02 de agosto de 2009.

Caso você tenha alguma informação interessante a respeito da Lagoa da Conceição, fique à vontade e escreva – a casa é sua. Desde já só tenho a lhe agradecer.

ROSA CRISTAL comenta

BRASIL, Florianópolis, SC – Praia dos Ingleses.


Para quem chega à Praia dos Ingleses pelo Centrinho do bairro, não há como não se deslumbrar com aquela imensidão azul cercada pelo abraço do Morro da Feiticeira (separa Ingleses da Praia Brava) ao norte e da Ponta dos Ingleses (separa Ingleses da Praia do Santinho) ao sul. Entretanto, Continuar lendo BRASIL, Florianópolis, SC – Praia dos Ingleses.