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BRASIL, SP – Restaurante Terral em Maresias – Comida Farta, Gostosa e Atendimento Gentil e Simpático.


O proprietário da Pousada Refúgio de Maresias havia nos indicado três restaurantes para jantar. Continuar lendo BRASIL, SP – Restaurante Terral em Maresias – Comida Farta, Gostosa e Atendimento Gentil e Simpático.

BRASIL, SC – Praias de Paulo Lopes, Garopaba e Imbituba.


É inegável que foram os surfistas os responsáveis pela divulgação de Garopaba, Imbituba e arredores. Praias lindíssimas do sul do país que muitos ignoravam, Continuar lendo BRASIL, SC – Praias de Paulo Lopes, Garopaba e Imbituba.

BRASIL, Santa Catarina: Praia da Gamboa. Você a Conhece?


Pois é… Camboriú, Canasvieiras, Jurerê Internacional, Joaquina – a Joaca dos frequentadores assíduos – Rosa… Essas praias você sabe onde fica, né? E a Praia da Gamboa? Pois se nunca ouviu falar, vai saber agora aonde fica.

Saindo de Florianópolis, fácilmente você chega lá seguindo um simples mapa ou um GPS que não o deixe na mão.

Siga pela BR-101 em direção ao Sul, até encontrar a Saída 253 (direção: Paulo Lopes/Gamboa/Retorno). Logo adiante você encontrará uma bifurcação – siga à esquerda em direção à Gamboa. Continue seguindo as setas. Você terá que ter muita personalidade para errar o caminho porque as sinalizações estão ótimas! Mais adiante você encontrará mais uma placa indicando Gamboa e Siriú. Vire à direita para cair na Estrada Ribeirão Grande Gamboinha e daí “du seguereto todavida”.

A estrada é de chão, mas não é daquelas que acaba com seu carro. O desconforto fica por conta da poeira, mas vale à pena o passeio.
A primeira parada que fizemos foi na Igreja de São Pedro que, infelizmente, estava fechada e não pudemos visitá-la.

A essa altura do campeonato a estrada já mudou de nome e agora chama-se Estrada Paulo Lopes. Não me perguntem a quantos minutos do jogo houve essa troca, porque nem desconfio. Nem olhando a súmula Google Earth consegui descobrir. Mas, como isso é um mero detalhe, continue trafegando até avistar o mar.
A estrada mudará de nome mais uma vez – passará a se chamar Estrada Geral da Gamboa -, mas trata-se de um detalhe menor ainda que o primeiro. Agora, você já consegue ver o mar à sua esquerda e é isso o que interessa.

As fotos abaixo foram tomadas de um apêndice dessa estrada geral, e de um ponto onde não há mais como seguir – fim de linha.

Para sentir melhor o clima, clique aqui e assista ao vídeo. É rapidinho.

Essa praia é pouco conhecida e por isso conserva esse ar bucólico. Lembra o Costão do Santinho quando o conheci. A bem da verdade, em termos: quando estive no Santinho pela primeira vez não havia uma casa sequer!

O lugar estava  pacato (também…, fora de temporada…) e pareceu-me dispor apenas de recursos necessários para suprir o dia-a-dia dos moradores e veranistas. Estivemos em um restaurante onde tomamos um café e concluímos, pelo número de mesas e cadeiras, que a alta temporada na Gamboa deve ser um pouco movimentada.

Por outro lado, quem se arriscou em voos mais altos teve que fechar as portas – sinal de que não há consumidor para tanta evolução. Aiiinda!

Vê-se boas casas construídas nas proximidades da praia e da via principal, mas em ruas sem pavimentação; ou seja, aquele ar de que o “progresso está chegando” ainda não se revela, o que garante sossego por mais algum tempo. Até quando, não se sabe; por isso é bom aproveitar a natureza pura que a Gamboa ainda oferece: curtir seu mar despoluído que não se afoga em lixo, suas praias de areias finas que assobiam sob seus pés e suas ruas ainda emolduradas por vegetação nativa: uma florzinha amarela aqui… uma vermelhinha mais adiante… que avançam vagarosamente sobre a poeira das ruas e provam que por ali há muito não há quem atrapalhe tanta ousadia.

Gostamos da Praia da Gamboa.  Não nos demoramos e saímos de lá rumo à Garopaba e Imbituba, trafegando ao lado de belos e nutridos pastos.

Para quem desejar fazer esse trajeto toda atenção é pouca. Quem estava na direção do carro era meu irmão, conhecedor do Estado de Santa Catarina como a palma de sua mão.
Meu irmão trabalhou como coordenador de várias pesquisa no IBGE, incluindo as agropecuárias. Coordenava, mas saía, literalmente, em campo, o que lhe proporcionou explorar todo o Estado, por força de seu trabalho.
Em suas andanças passou por lugares inimagináveis, o que lhe rendeu muito assunto para escrever um bom livro, se o desejasse.
Ele não queria voltar para a BR-101 e sabia que poderíamos chegar a Garopaba trafegando por uma estrada de chão. O que fez então? Voltou pela mesma Estrada Paulo Lopes, mas até determinado ponto. Passou novamente em frente à Igreja de São Pedro e seguiu até encontrar a placa indicativa para… isso mesmo: Garopaba (Centro).

Nota: Em frente à igreja também há acesso a essa cidade (escrevi “essa cidade” para não ficar escrevendo “Garopaba” a toda hora, entende?), mas meu irmão preferiu ir um pouquinho mais adiante até encontrar a tal placa.
O cuidado a que me referi é o seguinte: neste trecho que vai da igreja até a placa indicativa da entrada para… Garô, todas estradas acessíveis à Siriú (nome de uma praia de G…..paba) por onde a gente passa, chamam-se Estrada Paulo Lopes e adentram por Garopaba! (agora não teve jeito…). Dê uma olhada na situação:

O bom de tudo isso é que tal qual na Itália – não dizem que todos os caminhos levam a Roma?-, aqui todos o levam à Garopaba. É a mesma coisa.

A lagoa que você vê na foto está assinalada no Google Maps como sendo do Coração. Entretanto, tenho registro de que seu nome é Lagoa do Ribeirão. E agora? Mas isso também não importa. O negócio é você trilhar pelo caminho certo.

Essa lagoa só é acessível a veículos de pequeno porte. Trata-se de um afluente do Rio da Madre, cuja foz está na Guarda do Embaú – aquele mesmo que você tem que atravessar de barco ou a pé para atingir a praia.

Corretores imobiliários não faltam! Por isso é preciso aproveitar a natureza abundante da Praia Gamboa enquanto é tempo, antes que se transforme em uma Guarda do Embaú (ou similares espalhadas pelo Estado), não muito longe dali.

Daí, moquiridu, pesquisa daqui, pesquisa dali, vejam o que acabei encontrando (datado de 04/5/2014):
https://ndonline.com.br/florianopolis/noticias/projeto-de-urbanizacao-em-area-verde-de-paulo-lopes-divide-opinioes-entre-moradores-da-regiao. Que fim teve essa conversa? Alguém sabe dizer?

Nosso próximo destino não fica distante da Praia da Gamboa. A bem da verdade, fica do outro lado do morro de onde cliquei aquela foto do alto; aquela do fim da linha.

Logo, logo chegamos à Praia de Siriú, que vemos em último plano nesta foto.

(Continua na próxima postagem)

ROSA CRISTAL comenta.

 

BRASIL, SC – Enseada do Brito, Palhoça.


Quem passa batido pela BR 101 em direção ao sul, nem desconfia que bem próximo de Florianópolis, escondidinha, está a Enseada do Brito, um dos berços da colonização do Município da Palhoça pelos açorianos.

A localidade é pequena, mas por seu valor histórico merece maior atenção.
O vídeo seguinte lhe dá uma idéia do que seja a Enseada do Brito. Clique aqui para vê-lo.
Quem conta com riqueza de detalhes a história da colonização do município da Palhoça pelos açorianos ( e muito mais!) é o professor Vilson Francisco de Farias, cujo blog recomendo sem restrições. Clique aqui e confira.
O relato do professor Vilson  é rico em minúcias e não só por isso é por demais atraente. É es-pe-ta-cu-lar! navegar nas linhas de seu discurso e poder imaginar a Enseada do Brito daquela época.
O número exato de pessoas que partiram de cada ilha do Arquipélago dos Açores não escapou das pesquisas do professor, bem como sobrenomes portugueses deixados como herança para todos nós.
A Enseada do Brito é para ser degustada… É excelente lugar para quem deseja, realmente, descansar –  deixar-se levar por aquela madorna após o almoço, embalado por aquele barulhinho de pequenas ondas quebrando na beira da praia. Bah, guri… é bom demais!

São esses lugares menos badalados por turistas que me chamam atenção. Apesar de a enseada estar sendo bastante procurada por maricultores, estas fazendas não estão interferindo (por enquanto) na vida de quem optou por viver em uma localidade tranquila à beira-mar.

Praça Inácio Paulo Dairi.
Imagine-se jogando conversa fora sentada a essa mesa, debaixo dessa amendoeira, ou estender uma rede nessas árvores e cochilar ouvindo o barulhinho das ondas do mar.

Casa da Cultura Açoriana da Palhoça – Nesta casa de amplos salões, administrada pela senhora Marilúcia, constantemente há cursos tais como os anunciados nesta placa azul-marinho aqui em cima, além de cursos de arte aplicada¹ (talvez por isso a Casa disponha de ambiente próprio onde estão ligadas 6 máquinas de costura).
Na sala principal da Casa de Cultura chama atenção as peças que compõem um autêntico Boi-de-Mamão: a maricota, o corvo, o boizinho, o cavalo e a bernúncia. Peças simples e coloridas como aqueles que dançavam em frente a casa de minha avó, na General Bitencourt.

  

Sofisticadas ou simples, todas as casas da Enseada do Brito são charmosíssimas; conservá-las é preservar o patrimônio histórico catarinense.

Esta praia é a que se vê na foto abaixo. Pode ser a frente de algumas casas da Enseada do Brito, ou pode ser os fundos de outras – puro charme.

A respeito da construção da igreja e da plantação dessas palmeiras imperiais, quem tem uma história muito interessante prá contar é a senhora Marilúcia, natural da Enseada do Brito, administradora da Casa de Cultura.

Para assistir aos vídeos clique aqui e aqui.

1- Entende-se por arte aplicada o tipo de arte útil, que pode ser aplicado cotidianamente. Quem quiser se aprofundar no assunto basta clicar aqui.

ROSA CRISTAL  comenta

BRASIL, Rio de Janeiro – Bio Carioca, Gastronomia Natural.


Fazia tempo que me prometia ir ao restaurante, mas sempre adiava. Semana passada a oportunidade veio a nosso encontro e fomos até lá. Gostei.

Telefone: 21- 2523-4820 – Capacidade: 60 lugares.
Horário de Funcionamento: Domingo e segunda-feira, das 11h30h às 18h. De 3ª a sábado, das 11h30 às 23h.
Cartão de débito e crédito: todos.
Tickets visa-vale e Sodexo.

O ambiente é aconchegante e todos que nos atenderam foram gentis e muito simpáticos. Cardápio variado: tanto de pratos principais quanto de sobremesas, bem naturebas – sem açúcar, claro, ou adoçantes. O que é vegano, sem glúten e sem ovo está assinalado.
Meu prato foi o Penne Rústico, delicioso! Sabe aquela massa bem temperada, com perfuminho de alho? Logo eu que adoro alho… caiu como uma luva; meu fiel escudeiro pediu o Penne ao Funghi.
Não experimentei seu prato, como faço de costume, mas, como se trata de pessoa de bom paladar e elogiou a massa, confiei em sua opinião. A aparência era das melhores.

Outras opções que fazem muito sucesso são a moqueca de pupunha, o feijão tropeiro e a feijoada vegana.

Três das várias opções de sucos do cardápio. (foto gentilmente cedida pelo Bio Carioca)

Pedimos sucos incrementados para acompanhar as refeições e de sobremesa pedimos Torta de Banana e Doce de Tapioca com Côco e Castanhas do Pará. 

Torta de Banana. (foto gentilmente cedida pelo Bio Carioca)

Para quem gosta de mel a sugestão é o doce de iogurte ao mel com frutas vermelhas ou a mousse de cacau com castanha do Pará. A torta de goiabada com ricota substitui o “gato de botas” tão apreciado, só que em versão leve.

Torta de Cacau com Laranja e Gengibre (foto gentilmente cedida pelo Bio Carioca)

O restaurante foi inaugurado em março de 2010 pela senhora Ana Vasconcelos, vegana, que está à frente de seu empreendimento. O chef, Bruno Moliné, tem formação ayurveda.
Investimento na Sustentabilidade – A proprietária da casa, Ana Vasconcelos, investe na sustentabilidade do restaurante e valoriza os produtos locais. As hortaliças são todas orgânicas, não há uso de óleo, há coleta seletiva de lixo, os detergentes são biodegradáveis e a decoração da casa conta com objetos feitos com madeira de demolição.”
Saímos de lá felizes da vida. Vamos voltar.

Porções generosas de massa. A saladinha acompanha os pratos.

O Penne Rústico em foto cedida gentilmente pelo Bio Carioca. Imagine-se saboreando esse prato…

No dia em que estivemos no restaurante as sugestões de sobremesa não estavam completas. Mesmo assim, havia sortimento.

As sobremesas não perdem para os pratos principais e também são bem servidas.

Na parede, o cliente pode conferir as matérias publicadas em jornais e revistas a respeito do Bio Carioca.

Site: www.biocarioca.com.br 

Instagram: @BioCarioca

Facebook: https://www.facebook.com/biocarioca/

ROSA CRISTAL comenta.

Rio de Janeiro: Olympe – O restaurante de M. Troisgros.


Endereço: Rua Custódio Serrão, 62 – Lagoa Rodrigo de Freitas, RJ.
Telefone: 21 2539-4542

Interessante! Aprendi nos cursos de Reiki que tudo que é importante em nossas vidas está escrito: nascimentos, mortes, casamentos, divórcios, compras/vendas etc.
E que sempre que almejamos algum objetivo, devemos escrever o objeto de nosso desejo em papel, e de preferência, a lápis.
Independentemente do uso de canetas ou de qualquer outro tipo de marcador, o que importa é o registro.

A história de M.Troisgros começou aos seis anos de idade quando, por brincadeira, assinou um contrato com o renomado chef Paul Bocuse, amigo de sua família, para iniciar-se na arte culinária assim que alcançasse idade.

Não por acaso, dez anos após estava o jovem Claude Troisgros ao lado de M. Bocuse em um laboratório conhecido por cozinha, aprendendo a difícil combinação de cores e sabores dos alimentos – a mais pura e deliciosa alquimia. Cumpria-se o contrato.

A paixão pela arte começou em 1930 com seu avô, que já naquela época ousava na cozinha! Não só na elaboração de pratos, como também na maneira nada convencional de serví-los.

M. Troigros está no Brasil faz trinta anos. Deixou a França para seguir M. Gaston Lenôtre em 1979, quando decidiu abrir aqui no Rio o Pré-Catélan. Desembarcou em terras cariocas, e aqui ficou para deleite dos apreciadores de uma boa mesa. Saiba um pouco mais clicando aqui.

O Olympe oferece um menu executivo atraente (pelo qual optamos) além das sugestões À La Carte, da qual faz parte uma sugestão diferenciada: um Menu Confiance em que o cliente fica à mercê da imaginação do chef.

Cardápio: clique aqui.

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Olympe, na Lagoa Rodrigo de Freitas.

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Duas baguetes foram consumidas por quatro pessoas. Impossível resistir ao sabor e à crocância do pãozinho temperado.

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Entrada: cavaquinha e aspargos.

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Filé de Robalo.

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POM POM POM – Maçã Desidratada, Sorvete de Maçã Verde.

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Sable Leger: Frutas Frescas, Sorvete de Frutas Vermelhas.

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Petit Fours variados acompanham o café.

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BRASIL – Santo Antonio de Lisboa, Florianópolis, SC.


FOTO EM DESTAQUE: Centrinho em Sto Antonio de Lisboa. Dispensa qualquer comentário.

Mudança de rumo: o Sul da Ilha de Santa Catarina (Campeche, Armação do Pântano do Sul, Pântano do Sul, Ribeirão da Ilha e Caieira da Barra do Sul) ficou para trás e agora estamos no Norte, mais precisamente em Santo Antonio de Lisboa, outro ponto de colonização da ilha catarinense pelos açorianos.

Localização: Noroeste da Ilha de Florianópolis, a 12 km do Centro da cidade pela SC-401 em direção ao Norte da Ilha.

Como Chegar: Do Centro de Florianópolis siga pela Avenida Beira-Mar Norte. Concentre-se em três pontos de referência que você encontrará bem mais adiante após passar por baixo da Ponto Hercílio Luz: o Prédio da Polícia Federal – não há como passar despercebido -, o supermercado Angeloni – também chama bastante atenção – e o Teatro do SIC, um pouco recuado e muito próximo ao viaduto que você terá que subir. Para quem não conhece, não me importo com chover no molhado: neste sentido de tráfego todas essas edificações estão à direita porque à esquerda está o mar.

Procure trafegar neste lado da pista do meio, porque logo após passar o supermercado você verá placas indicativas para o Norte da Ilha (Daniela, Jurerê, Canasvieiras, Ingleses e Costão do Santinho).

Para alcançar a SC-401, suba o viaduto. Ao descê-lo você já estará na Avenida da Saudade, uma das pontas da SC-401. Como esta avenida não é extensa, vá ganhando sua esquerda porque no final, em frente ao cemitério, é isso que você terá que fazer: esquerda, vol-ver! Siga em frente até encontrar indicações para Santo Antonio de Lisboa. Fácil assim. Você passará por um Shopping chamado Floripa Shopping (excelente), pelo prédio da redação do Diário Catarinense, pelo Centro Administrativo, pela entrada de quem vai para o Cacupé, outro bairro em frente ao mar. Passe por tudo isso e continue a seguir em frente, sem medo de ser feliz.

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Final da Avenida da Saudade, início da SC-401. Imagem Google Earth.

Um parêntesis: no final de Avenida da Saudade, virando à direita, você alcançará a Lagoa da Conceição, a Praia Mole, a Praia da Joaquina, a Barra da Lagoa. Antes de chegar à Lagoa você verá placas indicativas para o sul da ilha (Campeche, Armação, Ribeirão etc.), mas essa já é outra história que ficará pra mais tarde.

Santo Antonio de Lisboa é um bairro de personalidade semelhante ao Ribeirão da Ilha por conta de sua origem e quem resume a História do bairro  é  o Guia Floripa (clique aqui).

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A Freguesia de Santo Antonio de Lisboa, batizada com o nome de Nossa Senhora das Necessidades da Praia Comprida, inclui os bairros de Sambaqui, Barra do Sambaqui e Cacupé.
Tal qual a Freguesia do Ribeirão da Ilha, estes bairros, berços da colonização de Santa Catarina pelos açorianos, ainda conservam seu bucolismo, não se deixando abalar sequer pelo  movimento nervoso na época da alta temporada. Bairros tradicionais como os citados acima atraem turistas o ano inteiro por conta de sua originalidade, artesanato, praia, e, sobretudo, gastronomia.
Fora da temporada a tranquilidade de Sto Antonio é um convite ao relaxamento. E para entrarmos neste clima, basta olharmos os barcos ancorados. Quase não se mexem; flutuam como que adormecidos, embalados pelo movimento suave do mar. E em conjunto com o casario muito bem conservado do século XVIII, formam o postal perfeito.
Mais uma vez tive dificuldade em separar fotos para postar. Santo Antonio é um lugar tão lindo, que acabei extrapolando e saquei mais fotos do que devia, pensando em lhes mostrar o máximo. Assim sendo, não me deixarei furtar desse prazer.
E vocês não sabem: hoje, 06 de junho de 2015, acabo de descobrir no Facebook o Heverson Santos, um baita fotógrafo prá inglês nenhum botar defeito. E como sou apaixonada por foto, pensei: – Mais uma, menos uma, não vai fazer tanta diferença assim. Ledo engano.
Heverson clicou o fim de tarde em Santo Antonio de Lisboa no dia de hoje. Um momento registrado por sua máquina em uma fração de segundos, que nunca mais voltará. Essa é a magia das fotos: um momento único que apenas seus olhos viram. Mesmo porque, se alguém estiver a seu lado, o ângulo será diferente e a foto será outra. Portanto, chega de papo e deleitem-se com a foto do HEVERSON SANTOS, a quem agradeço penhorada pelas atenção e gentileza.
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SANTO ANTONO DE LISBOA POR HEVERSON SANTOS.
“Fim do dia em Santo Antonio de Lisboa” Por HEVERSON SANTOS em 06/6/2015.

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Os açorianos sabiam escolher lugar aonde morar. E como sabiam!
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Centro de Santo Antonio de Lisboa. Ao fundo, o continente.

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Praia de Santo Antonio.

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Isso é que é vadiar!

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Santo Antonio de Lisboa

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… e precisa de legenda?

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Ao fundo o Morro da Cruz que “escalei” quando criança junto com minhas primas. A dificuldade maior foi descer.

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Santo Antonio de Lisboa ou de Florianópolis, não importa, o bairro é lindo.
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Santo Antonio dispensa definições. O importante é sentí-lo.

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VAI VIAJAR ISTEPO MAIOR cópia
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Casa da Alfândega – Florianópolis.


Imagem Destacada: Largo da Alfândega
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Localização: Rua Conselheiro Mafra, 141 – Centro – Florianópolis
Horário de atendimento: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h30min. Aos sábados, das 9h às 13h.
Entrada gratuita
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Obs: clique duas vezes na luva para ver a imagem aumentada.

O prédio de estilo neoclássico localizado no denominado Centro Histórico de Florianópolis, foi inaugurado em 29 de julho de 1876. Entretanto, seu funcionamento, dependente de vistoria, deu-se a partir de fevereiro de 1877.
O edifício funcionou como alfândega por mais de 90 anos, encerrando suas atividades aduaneiras em 1964 em decorrência do fechamento do porto de Florianópolis, já decadente.
Este edifício foi inaugurado dez anos após o prédio da alfândega ter explodido misteriosamente em 24 de abril de 1866. A explosão foi de proporções gigantescas para a época; tanto que o noticiário O Desterro, neste mesmo dia, noticiou e exibiu os nomes das vítimas: dez pessoas mortas, três gravemente feridas e outras doze com ferimentos leves.
Segundo o jornal, a explosão seguida de incêndio fez estremecer as construções mais próximas inutilizando muitas vidraças.
O prédio – área de 1.300m² –  conta com dois pavimentos e, desde 1988, destina-se á venda de artesanatos. São 400 artesãos expondo trabalhos originais e de qualidade. A administração da Casa da Alfândega soube aproveitar o espaço, distribuindo os artistas por categorias dos artigos manufaturados. Assim, cerâmicas e objetos pesados estão separadas de artesanatos mais leves produzidos em teares, em agulhas de tricot, crochet e máquinas de costura. Tudo muito bem organizado.

A Casa da Alfândega é uma das principais atrações turísticas do Centro de Florianópolis, além do Mercado Público – bem ao lado -, do Palácio Cruz e Souza, da Catedral e da centenária Figueira da praça.

No Largo da Alfândega, a Prefeitura homenageou as rendeiras da ilha, erguendo um monumento em que se destacam os bilros – peças em madeira utilizadas pelas rendeiras para trançar os pontos das rendas. Quem explica melhor o Guia Floripa.

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Belo trabalho de fachadas – casas, janelas, igrejas -, sendo, a maioria, de Florianópolis. Todas pintadas com suas cores atuais.
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Tapetes, trilhos, almofadas, colchas feitas em tear.
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Bruxinhas de todos tipo e duendes.
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Presépios e porta lápis de cor.
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De tudo, um pouco: objetos decorativos, tocheiros de jardim, essências, casinhas para passarinhos…
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Toalhas de lavabo adornadas com crivo e crochet.
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Meu artesanato predileto: flores feitas com escamas de peixe!
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Artesanato feito com palha de milho. Pura delicadeza.
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Mais palha de milho. Desta vez, filhotes de passarinho.
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Chales executados com renda de bilro e macramê.

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RIBEIRÃO DA ILHA OSTRADAMUS (Restaurante) e TENS TEMPO? (Cafeteria)


IMAGEM EM DESTAQUE: Trabalho de Azulejaria executado pelo artista Jesus Fernandes.

Como Chegar de Carro: do Centro de Florianópolis, pegar a SC – 405.

Como Chegar de Ônibus: Há duas paradas de ônibus no centro de Florianópolis, próximos à Praça XV. Os ônibus de números 561 e 4124 (o amarelinho) passam pelo Ribeirão. O ponto final é na Caieira da Barra do sul, de onde partem barcos e começa a trilha para Naufragados.

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Muitos vão ao Ostradamus por já conhecê-lo de nome e nem desconfiam em que bairro fica o endereço – Ribeirão da Ilha. Refiro-me àqueles que chegam em ônibus de turismo ou que são convidados por amigos para conhecer o restaurante. Continuar lendo RIBEIRÃO DA ILHA OSTRADAMUS (Restaurante) e TENS TEMPO? (Cafeteria)