PORTUGAL, Lisboa – Ruínas e Museu Arqueológico do Carmo.


IMAGEM DESTACADA: Nave central da igreja do Convento de N.S. do Carmo.
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Endereço: Largo do Carmo, 1200-092 Lisboa, Portugal
Telefone+351 21 347 862.
Horários de Funcionamento: de 2ª à Sábado.
De 10 h às 19 h de Junho a Setembro.
De 10 h às 17 h de Outubro a Abril.
De 10 h às 18 h em Maio.
Fechado: Domingos, 1º Janeiro, 1º Maio e Natal.

Valor Bilhete em junho/14: 3,5 Euros.

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UM POUCO DE HISTÓRIA:

O Museu foi instalado nas ruínas da igreja do Convento de Nossa Senhora do Vencimento do Monte do Carmo, fundada em 1389 por D. Nuno Álvares Pereira, em memória à vitoria dos portugueses na Batalha de Aljubarrota.

Foi considerado o maior templo Gótico de Lisboa.
Entretanto, em 1755, um terremoto seguido de incêndio danificou seriamente suas instalações.
No reinado de D. Maria I o Convento começou a ser restaurado, mas a rainha não teve condições de terminar sua obra devido a dificuldades financeiras e operacionais. Por este motivo, as naves e o transepto permaneceram sem cobertura, e as capelas colaterais, inacabadas.
De sua arquitetura original restam a cabeceira e os portais voltados para o Ocidente e o Sul.
No ano de 1864 e seguintes, a Real Associação dos Arquitetos Civil instalou um museu nas ruínas do Convento, cujo objetivo era abrigar peças recolhidas de antigos edifícios arruinados, mormente as resgatadas dos escombros do próprio templo.
O MAC – Museu Arqueológico do Carmo – alberga peças de valor histórico, arqueológico e artístico, dentre as quais artefatos Pré-Históricos.
Os interessados poderão chegar ao Largo do Carmo por intermédio do elétrico 28 (Chiado), autocarros 58 e 100 (Camões), Metrô Baixa-Chiado e ainda pelo Elevador de Santa Justa, oportunidade de “matar dois coelhos com uma só cajadada”.

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Um dos fragmentos expostos a céu aberto no MAC.
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Alguns fragmentos encontrados no museu são procedentes de edifícios arruinados, sobretudo das casas monásticas extintas em 1834.
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Vista parcial nave lateral.
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Aspecto nave lateral esquerda (norte).
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Aspecto da nave lateral direita (Sul)
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Ressurreição de Cristo – Alabastro esculpido em baixo-relevo em Notthingam, Inglaterra, sec. XV.
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Túmulo gótico de Dom Fernando I de Portugal.
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Túmulo da Rainha Maria Ana da Áustria em estilo barroco.
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Painéis em azulejo.
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Parcial de uma das capelas radiantes.
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Painel azulejar barroco – 1ª metade do Século XVIII.
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Nesta capela estão os túmulos de alguns nobres tais como da Rainha Maria Ana da Áustria (esquerda) e Dom Fernando I de Portugal (centro, ao fundo).
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Teto de uma das capelas radiantes do MAC.
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Planta baixa do Museu Arqueológico do Carmo.

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PORTUGAL, Lisboa . Elevador de Santa Justa. Como funciona? Por que demora tanto prá subir?


IMAGEM DESTACADA: Parte do Centro de Lisboa visto da varanda do Elevador de Santa Justa.

UM POUCO DE SUA HISTÓRIA:

O elevador de Santa Justa, considerado uma obra desafiadora para a época, foi inaugurado em 10 de julho de 1902 sob forte chuva. A estrutura do elevador é de ferro fundido e seu estilo arquitetônico, o neogótico.

Percorre uma distância de 30 metros desde sua base (rua do Ouro e rua do Carmo) até a primeira varanda no piso do Largo do Carmo. Os demais pontos de vista (+ dois) são acessíveis por escada caracol que requer muita atenção em seu uso. Confesso que iniciei a subida para mais um nível, mas desisti devido à dificuldade em posicionar o pé no degrau.

A obra foi considerada um desacato devido aos desníveis a serem vencidos, incluindo a construção de uma ponte (passarela) que leva os passageiros do piso superior em direção ao Largo do Carmo.

Os bilhetes foram adquiridos no próprio elevador com o cabineiro. Informações a respeito do preço da passagem, de horários de funcionamento do elevador no Verão e no Inverno, e de todos os meios de transporte de Lisboa, clique aqui.

COMO FUNCIONA o SOBE e DESCE.

A espera para subir pode demorar muito em dia de movimento pelo seguinte: um dos elevadores sobe cheio e fica aguardando que um número razoável de passageiros queira descer para então retornar ao térreo. Vazio, o elevador não desce.

Enquanto isso, a turma que está no térreo esperando para subir, é obrigada a aguardar que este elevador desça (cheio ou não), para então embarcar no elevador ao lado! – que está parado e vazio -, mas cuja porta o cabineiro não abre enquanto o vizinho não descer.

Resumindo a ópera: a subida vai depender da decisão do cabineiro do elevador que está lá cima na varanda.  Enquanto ele não desce, o elevador que está vazio no térreo não sobe. Deu prá entender? Nada a ver um com o outro, mas ao mesmo tempo tudo a ver. Funcionamento complicado. Muito complicado. E enquanto isso… a fila vai crescendo e dá-lhe de esperar. Mais fácil você acessar essa varanda pela Praça do Carmo.

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Dois elevadores funcionam lado a lado, mas o método empregado para transportar os passageiros não é usual. Vai entender…

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Estampa do piso do elevador.

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Interior do elevador onde se vê a máquina de compostagem dos bilhetes.

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Chegada ao piso superior. Observe que o número de passageiros que aguarda o elevador para descer, é mínimo. Até enchê-lo para que possa ir a térreo, demora! Enquanto isso…, o elevador  que está lá em baixo parado e vazio, nem a porta pantográfica abre.

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A primeira varanda do Elevador de Santa Justa, de onde se vislumbra estes postais, também poderá ser acessada pelo Largo do Carmo.

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A vista da varanda vale a espera. Principalmente em um dia igual a esse.

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Vista parcial da minha querida e adorável Lisboa. Amo tudo nesta cidade – incluindo o método de espera do Elevador de Santa Justa.

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Em frente e no alto, o Castelo São Jorge.

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O Estilo Neogótico do Elevador de Santa Justa.

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Rua do Carmo, vista da passarela que liga o elevador de Sta Justa ao Largo do Carmo.

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Moderadora: Rosa Cristal

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PORTUGAL, Lisboa – Confeitaria Nacional.


IMAGEM DESTACADA: Fachada da Confeitaria Nacional.

Endereço: Pça da Figueira, 18 B – Lisboa, Portugal.
Telefones: + 351. 21. 324-3000 (office) / 342-4470 (store).
Fax: + 351. 21. 342-8837 (office) / 346-1729 (store).
Horário Atendimento: Diariamente, de 8 h às 20.00 h

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O QUE DIZER DA CONFEITARIA?

Fundada em 1829 por Balthazar Roiz Castanheiro, a Confeitaria Nacional é destaque no Centro de Lisboa.
Local requintado para se tomar um chá, saborear os suculentos doces portugueses (para mim, os melhores do mundo) e ainda a jóia da Casa: o bolo-rei, cuja receita é segredo de Estado.
No primeiro andar a casa é bem espaçosa. Bem ao contrário do que imaginávamos, o atendimento deixou a desejar: indiferente, atrapalhado, e sem simpatia. Mas… dá para engolir desde que você priorize os doces, o chá e todos os etecéteras.

UM HOTEL CHAMADO CASA BALTHAZAR:

Para minha surpresa, bem próximo à confeitaria (na rua do Duque nº 26) há um hotel chamado Casa Balthazar (clique aqui), muito bem cotado por seu requinte e localização. O proprietário é o mesmo que o da Confeitaria Nacional.
São oito quartos e cada qual com um valor diferenciado na diária. Mas, isso já é outro papo.

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Acesso ao segundo andar.

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Doces portugueses me atraem por serem feitos, em sua maioria, de gema de ovos. Adoro!

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A variedade de doces é grande. E para quem os aprecia, fica difícil escolher.

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Primeiro andar da confeitaria. Ambientação Kitsch. Mas, como o que interessa é o que vem nos pratos…

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Ainda no primeiro andar, amplos salões.

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Moderadora: Rosa Cristal

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PORTUGAL, Lisboa: Licor de Merda. Casa Manuel Tavares.


IMAGEM DESTACADA: Vitrine da Casa Manuel Tavares Ltda.

ENDEREÇO: Rua da Betesga 1 A e B, 1100-090 Lisboa, Portugal
+351 21 342 4209.

Passei pela vitrine da Casa Manuel Tavares Ltda no Centro de Lisboa e uma garrafa destacava-se entre as demais pela cor de seu rótulo: um verde bem forte. Ao lê-lo, entendi que a cor da etiqueta combinava bastante com o nome do produto: LICOR DE MERDA!.
Ri muito olhando aquela vitrine, mesmo sabendo que estava pagando mico.
A garrafa estava disputando a preferência do consumidor entre um “Cuarenta Y Três” espanhol e um licor português elaborado com avelãs.

Entrei e comprei duas garrafas. Conversa vai, conversa vem, quem acabou respondendo a inevitável pergunta a respeito da origem do nome do produto foi um funcionário gentilíssimo que me atendeu. Segundo ele, os fabricantes não sabiam que nome dar ao licor até que um deles, descompromissadamente, sugeriu: – Bota licor de merda!… E o nome ficou.

O licor tem sabor suave, sem definição. Pudera! A base de sua fórmula é o leite…

A  “Manuel Tavares” foi inaugurada em 1860. Comercializa bebidas (vinhos de diversas procedências, licores, aguardentes), embutidos, chocolates, frios, queijos, frutas secas, azeites, conservas de peixes e de frutas.

Aceita cartões de crédito de todas as bandeiras e despacha bebidas para qualquer parte do mundo. Vai?

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Moderadora: Rosa Cristal

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