Arquivo da categoria: NÃO CAIA NESSA!

Furadas.

ARGENTINA, AR: El Calafate – Aviso Aos Navegantes. Literalmente!


FOTO em DESTAQUE: Glaciar Spegazzini.

AVISO AOS NAVEGANTES!

1- PARA QUEM PARTE DE EL CALAFATE:
Sabemos que as principais atrações desta cidade incluem navegação  e por isso gostaria de chamar atenção para o que oferecem as empresas de turismo. “Foca em mim!”

Em outubro de 2017 adquirimos 05 (cinco) passagens para um passeio intitulado Glaciares Gourmet, anunciado no site da Brasileiros em Ushuaia e executado pela empresa MarPatag.
Esta navegação marcada para o dia 17/3/2018 foi agendada com muita antecedência – só 5 meses antes.
Brasileiros em Ushuaia encarregou-se apenas de mediar a transação entre nós, passageiros, e a executora do serviço. Mesmo com participação mínima no filme, ambas acabaram se destacando ao fazer bonita caca na fita.

Em 14/3/2017, ao desembarcarmos em El Calafate, ainda na porta do aeroporto recebemos a relação dos programas a serem cumpridos na cidade, e verifiquei que desta lista não constava o Glaciares Gourmet!
Para encurtar a conversa: perdemos mais de duas horas correndo atrás, literalmente, dessa omissão – a primeira caca.
Acertados os ponteiros, concluí que nosso prejuízo foi fruto da falta de atenção de algum funcionário (ou alguns?) da Brasileiros em Ushuaia. O que aconteceu? Digitaram incorretamente o nome da operadora deste passeio. Obviamente, nosso nome não poderia constar da lista que me foi entregue.
Pergunta: a emissão dos vauchers teria passado por conferência? Tudo indica que não.
Tem mais: nessa corrida atrás do prejuízo, fomos parar na operadora cujo nome constava erradamente nos vauchers. Lá, um funcionário brasileiro também falhou na informação que nos prestou! Ou seja: uma sequencia de erros de parte das duas empresas de turismo, que nos trouxe aborrecimentos de sobra e desnecessários. Mais caca! Mais caca!
Gastos com viagem para divertimento é uma coisa; agora…, gastar dinheiro para nos aborrecermos, e ainda herdarmos relaxamento, indiferença, falta de atenção, incompetência etc. de empresa de turismo, no mínimo, é muita falta de respeito!

2- CHEGOU A VEZ DA MARPATAG…
Aconteceu que do glaciar Upsala, incluído no roteiro desta empresa (o que compramos na Brasileiros em Ushuaia…), não tivemos notícia.
A foto de autoria do senhor Rui Barbosa Batista, obtida na internet, não me deixa nenhuma dúvida – não chegamos até lá. Não navegamos nem próximos a alguma paisagem parecida.

Foto de autoria de Rui Barbosa Baptista.

Estou reclamando com a MarPatag para saber o porquê de não termos sidos avisados dessa mudança na programação, mas a explicação é sempre a mesma: argumentam que por questões de segurança e/ou navegabilidade, o capitão tem livre arbítrio para modificar o roteiro.
Hoje, 18/5/2018, filmei página por página do site desta empresa e não vi um aviso sequer a respeito de mudanças de roteiros seja por que motivo for. Não há!
Esta semana recebi mensagem de um funcionário de expressivo departamento público brasileiro em Buenos Aires, informando que a Argentina não conta com serviço forte de proteção ao consumidor. Nem preciso dizer que é justamente esse desamparo que estou sentindo na própria pele, não só com a indiferença, relaxamento, sei lá, da Mar Patag, como com o Cyan Recoleta Hotel, que me deve US$69,30 desde 29/3/2018 por cobrança a maior de hospedagem e até o momento não se dignou em me devolver.

3- NESTE CASO DO DESCUMPRIMENTO DO ROTEIRO,
convenhamos: o passageiro dispende suadas economias  para visitar determinada atração, mas pode não conseguir seu objetivo por conta de uma decisão do capitão, que você não sabe se é verdadeira ou não!..
Que passageiro vai discutir uma alegação do tipo “tem muito gelo na pista e podemos derrapar; é impossível navegar até ao Upsala?” E fica por isso mesmo!…
Mas o pior nem foi isso! É que não anunciaram as mudanças do roteiro!… Informam pelo alto falante as características dos principais pontos visitados (dos principais!…) e fica por isso mesmo.

4- SENSÍVEIS, MAS GRANDES DIFERENÇAS.
Há empresas que têm consideração e delicadeza para com seus passageiros e informam essa possibilidade nas páginas de seus sites. A bem da verdade, os passageiros nunca saberão se essas modificações procedem, mas…, pelo menos, foram avisados. Ou enganados?
De qualquer forma, esses avisos prévios funcionam.  Nem que seja psicologicamente, mas funcionam.  Mas, por que será? Porque acabamos achando que o capitão jamais faltará com a verdade? Nessas situações, não tem ‘Ai, ai, meu Deus” e nem “tudo bem, minha fia”. Suas decisões, mesmo a contra gosto,  sempre terão que ser acatadas (e como ser diferente?) pelos inocentes passageiros.  Como saber a verdade?

5- BONS EXEMPLOS:
1- O site https://www.visitecalafate.com, explica essa situação:
“… el catamarán se aproximara al Glaciar Upsala para tener una vista panorámica del mismo (la aproximación será la permitida por Parques Nacionales por seguridad), luego navegaremos el Canal Spegazzini, donde…”
“…El recorrido puede ser modificado en función de las condiciones climáticas y de seguridad por decisión del capitán de la embarcación, Prefectura Naval Argentina o Parques Nacionales.”

2- Outro site, o https://es.viator.com, também inclui uma nota no site: “Nota importante: el itinerario puede variar en función de las condiciones del clima y por motivos de seguridad.”

3- Outra empresa, a https://www.getyourguide.com.br, também anuncia essa possibilidade:
Bom Saber Antes: A excursão pode sofrer alterações em virtude das condições climáticas e, também, com base na decisão do capitão da embarcação em nome da segurança.”

É aceitável modificar, ou até mesmo cancelar uma navegação deste tipo, por conta de um temporal inesperado, uma nevasca… Agora, em dia claro, sem chuva, sem ventania, e de águas calmas!… Façamiofavô! O não cumprimento de um roteiro em um dia desses fica muito estranho! É até ofensivo!, é menosprezar a inteligência dos pagantes!

6- RESUMO DO CAPÍTULO
Daí, amigo, concluo que você joga com a sorte caso não encontre uma empresa que garanta que você chegará a seu destino. Agora, que elas existem, existem. Tenho uma amiga que saiu de Puerto Bandera para visitar o Glaciar Upsala e chegou lá. Já estou providenciando nome e endereço. Vai que, na próxima, não consiga visitá-lo?
E para que não haja dúvidas, basta clicar neste link para você ver que passeio lindo ela fez ao glaciares Spegazzini e Upsala.

CONFIRA TUDO. ATÉ O ÓBVIO!

 

ARGENTINA, AR: Restaurante Desnível em Buenos Aires.


IMAGEM DESTACADA: Fachada do Prédio.

Os comentários são ácidos, mas… não pude me furtar: literalmente, o restaurante faz jus ao nome. Sim! Trata-se de um desnível sob diferentes aspectos.

As fotos não mostram a realidade. Assim que entramos não gostei da aparência. O restaurante é enfeitado, colorido, mas, deixa a desejar em limpeza. Estava cheio como se vê na foto – cheio de cadeiras vazias.

Abro e cardápio e vejo o aviso seguinte: aos domingos, de 12.00 h às 20.00 h, o restaurante só aceita dinheiro.
Até que faz sentido e acho que sei o porquê: aos domingos acontece a famosa e imensa feira de Sant Telmo e é nessa ocasião que o Desnível deve faturar.

Dentre as sugestões do cardápio, eu optei pelo peixe com purê de abóbora, outro desnível.
O peixe não tinha gosto nem de maresia! Prá ser sincera, não foi temperado nem com sal – comum na culinária portenha. E o purê de abóbora… acompanhou, literalmente, o peixe: sem “it” nenhum, como se dizia antigamente.

Meu fidelíssimo escudeiro pediu um Ravioli ao Molho Pesto, salvo pelos molho e queijo. Escapou.

O Desnível deveria ter ficado por conta da rampa que lhe deu o nome, mas ousou e foi bem além.

Desnível nas paredes que precisam urgente de uma limpeza…,

… na péssima aparência do bar que fica logo na entrada – o cartão de visitas da casa.

Os talheres da Tramontina e o suco de laranja vão para o trono.

Até nós cometemos um baita desnível: esquecemos do fantástico restaurante italiano Amici Miei, que já conhecemos de longa data, bem em frente à Praça Dorrego. Bastava seguir um pouquinho mais à frente. Se burrice matasse…

Qual o lado positivo desse tropeço? É errando que se aprende. Serviu para ficarmos espertos, e na próxima vez não passarmos nem pela porta!

Ah! E antes que me esqueça: na também indicada Brasserie Pétanque já nos serviram um prato de massa que era pura enganação. Reclamei, o garçom veio com aquela conversa de cerca-lourenço, muito blá, blá, blá, coisa e tal, mas não colou.
Para disfarçar minha radicalidade, aí vai a desculpa: era dia de feira. Tá! Mas cá prá nós, também não ouso voltar.  

BRASIL, Rio Grande do Norte: Parrachos de Maracajau. Cuidado Para Não Dar Com os Burros N’Água!


IMAGEM DESTACADA: Ponta dos Anéis, Maracajaú, RN.

O objetivo desta postagem é alertá-lo para o que considero turismo ganancioso e fraudulento. Atenção! Continuar lendo BRASIL, Rio Grande do Norte: Parrachos de Maracajau. Cuidado Para Não Dar Com os Burros N’Água!

BRASIL, RN – Maracajaú. Parrachos, Pousada Ponta dos Anéis, Manoa Park e Tereza Pança.


IMAGEM EM DESTAQUE: Ponta dos Anéis, Maracajaú.

MARACAJAÚ
é uma comunidade do litoral de Maxaranguape (aproximadamente 2.000 habitantes), município do Rio Grande do Norte. Continuar lendo BRASIL, RN – Maracajaú. Parrachos, Pousada Ponta dos Anéis, Manoa Park e Tereza Pança.

ARGENTINA, AR: El Calafate – Ponto de Partida Para Diversas Atrações da Patagônia (parte I)


FOTO em DESTAQUE: Aterrissando em EL CALAFATE.
Na foto vemos o Rio Santa Cruz.

Abaixo: Lago Argentino, um dos berços do Rio Santa Cruz. Sua nascente, na verdade, é no Lago Viedma.

NÃO CAIA NESSA! O MAU SERVIÇO do receptivo Huellas del Sur.
(Nem sempre a última impressão é a que fica)

A responsabilidade do transfer aeroporto-hotel ficou a cargo de uma empresa de turismo que deixou a desejar em seus serviços – a Huellas del Sur  (7 de diciembre, 29, local nº 2), quase ao lado do hotel em que nos hospedamos. Continuar lendo ARGENTINA, AR: El Calafate – Ponto de Partida Para Diversas Atrações da Patagônia (parte I)

BRASIL: SÃO SEBASTIÃO, SP – Guarda Mor. “Hotel” Cascão Para Você Não Passar Nem Pela Porta!


IMAGEM DESTACADA: A vista para ILHABELA (o que há de positivo no hotel).

Confesso que as fotos postadas na internet nos convenceram de que seria possível pernoitar duas vezes nesse cascão.

Ao chegarmos, uma senhora, gentilmente, ajudou-nos com as bagagens e nos conduziu a um dos quartos na parte da frente do prédio que, tudo indica, há milênios foi um edifício de quitinetes – e já que tocamos no assunto, a foto abaixo ilustra minhas suspeitas.

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Abriu a porta e, antecipando-se à nossa entrada no quarto, frisou que teríamos uma vista liiinda! Môquiridu…, niki me aproximei da janela, mostrei pela segunda vez toda minha insatisfação. A primeira foi com o ambiente, logo que o vi; a segunda foi com “a vista linda” e todo o conjunto da obra: móveis, roupa de cama, cozinha de mau aspecto em frente às camas, banheiro, a BR – 101 passando por dentro do quarto, e o tal cartão postal anunciado, bem em frente da janela: a Polícia Federal!

Com absoluta certeza devo ter feito uma expressão de reprovação tão grande, que logo depois a recepcionista (que surpreendi mais tarde fazendo comentários jocosos com dois hóspedes a respeito do nome de usuário de meu email – falta de ética) bateu à porta para oferecer um quarto de fundos, mais caro R$70,00 (setenta reais), porém, de frente para o mar. Aceitamos de imediato.

Tratava-se de outra ex-quitinete, só que silenciosa. As colchas velhas, as toalhas encardidas e nojentas também estavam lá. Paredes remendadas e sujas, portas idem, maçanetas despencadas, enfim, falta de limpeza e higiene por todo lado.

Nem me darei ao trabalho de escrever o cenário. Vejam as fotos e, caso interesse, compare com as mostradas na internet. Vocês não irão acreditar nas diferenças.

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Estacionamento descoberto, mas amplo.

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Móveis e roupas de banho e cama jurássicos.

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A liiinda vista da janela dos quartos da frente.

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Misto de sujeira e mofo nas paredes.

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O que oculta o remendo? Nem é bom saber.

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Para combinar com as demais partes do quarto, mais sujeira no alisar e na porta.

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O fino acabamento das portas. Esta, no banheiro.

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A ducha higiênica!!! Olhem a situação!!!

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O estado precário da maçaneta da porta principal.

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E dá-lhe sujeira!

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Um tabuleiro cheio de areia imunda no chão da varanda… Um cano sem tampa … um fio solto na parede…

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O aviso prá lá de risível!

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Uma gambiarra, claro, não poderia faltar. Essa, no banheiro.

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Por este canto limpinho no piso da varanda sai a água do ar condicionado.

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O perfil de alumínio do box.

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Lixeira sem tampa.

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Embalagens de queijos e manteigas fora do gelo. Detalhe: as pessoas os levavam para a mesa e o devolviam mexidos, lambuzados e com resquícios de geleia misturados ao queijo.

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Manteiga Aviação? Pelo jeitão, da LAMIA – derretida. Açucareiro com bola de açúcar na colher. Sabem como?

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Leite frio em garrafa com tampa de plástico aberta…

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Mais sujeira no piso da varanda ao lado da sala onde é servido o café da manhã.

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Pães e bolos ao sabor de insetos, sem nenhuma proteção.

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Sem comentários.

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Piscina suja!
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Você vê as fotos na internet e não imagina que de perto seja um Ó.

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Daí você pode estar se perguntando:
– Mas por que não saiu do cascão?
– Como passar tudo isso para você que me lê nesse instante, se não tivesse ficado lá? Experiências de blogueiro, istepô!

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Com a palavra, ROSA CRISTAL.

BRASIL: Paranaguá – San Rafael, Um Hotel de Contrastes.


FOTO EM DESTAQUE (para não passar em branco): sala de lazer – tv, mesa de sinuca, bar e acesso à piscina.

Não consigo entender como um hotel com o perfil do San Rafael é representado com 4 estrelas em um site muito conhecido (especializado em reservas de hotel), e outro, de categoria muito superior como o Camboa, na mesma Paranaguá, figura com apenas três.
Bem localizado ele é (está próximo dos embarcadouros para quem parte para a Ilha do Mel – navegação mais demorada), e as áreas de circulação não desagradam em aparência: são arrumadas e limpas. Pelo tipo de material empregado na reforma, cerâmica, o hotel está mais para pousada de beira de praia que para centro de cidade, mas… trata-se apenas de um detalhe. Agora, incluí-lo em categoria 4 estrelas…, é sacrilégio. Né não, São Raphael? Continuar lendo BRASIL: Paranaguá – San Rafael, Um Hotel de Contrastes.

Peru, Lima – Raphael.


Tenho pouco a dizer a respeito do Raphael, a não ser uma certa arrogância que percebemos no ar.
Ao chegarmos ao restaurante tivemos a ingrata surpresa de vê-lo ainda fechado (abriu atrasado) e aguardamos na calçada junto com um casal que chegara antes de nós. Se arrependimento matasse…
O funcionário que abriu a porta não nos cumprimentou e muito menos nos convidou a entrar. O grosseiro abriu a porta e, visivelmente apressado, deu-nos as costas e seguiu arrumando o bar que se encontra à direita de quem entra.
Pior recepção, impossível!
Entramos mesmo sem que tivéssemos sido convidados, escolhemos uma mesa e sentamo-nos sem que ninguém estivesse ao nosso lado para indicá-la ou concordasse com nossa escolha. Até aqui, nossa impressão foi péssima! Pensamos em desistir, mas aguentamos firme.
Não estávamos com muita fome e por isso perguntamos ao garçom (que nos atendeu com indiferença e visível má vontade) se havia algum prato para duas pessoas. Respondeu-nos que não, mas que poderíamos compartilhar um prato de raviólis. Aceitamos a sugestão. Quando a travessa com 8 raviólis!!! chegou – e frio -, vimos que o prato seria INsuficiente até mesmo para uma pessoa sem fome. Honestamente? Já cansei de ver couverts em outros restaurantes em  porçóes maiores.

Garçom mal informado – poderia ter sido franco e dizer que os pratos não eram compartilháveis.
Solicitamos então mais uma porção dos raviólis. O repeteco foi tão idêntico ao primeiro, a fidelidade foi tamanha, que também chegou frio!!! Mama mia!
Chamei o garçom e reclamei discretamente. Ato contínuo, uma senhora aproximou-se de nossa mesa para saber o que estava se passando, nossas impressões, coisa e tal… e diante do relato, como desculpas, ofereceu-nos o segundo pedido como gentileza da casa.
Agradecemos muito, pedimos desculpas, mas não aceitamos. Pagamos a conta e saímos.
O ambiente é pequeno e sem luxo. Atendimento arrogante, indiferente, grosseiro, antipático. E mais: para um restaurante tão recomendado pela mídia, deixou a desejar. E muito! Não recomendo. Não só pelos motivos expostos, bem como pelos soles pagos pelas amostras.

Lima está repleta de excelentes opções em restaurantes de atendimento simpático e gentil. NÃO CAIA NESSA!

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Com a palavra, Rosa Cristal

Lago Titicaca e Uros – Peru.


Foto em Destaque: Barcos manufaturados em totora, uma das atrações do Lago Titicaca.

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PUNO: é uma cidade de 125 mil habitantes. Aparece em quinto lugar entre as cidades mais altas do mundo – sua topografia oscila entre 3.810 e 4050 metro acima no nível do mar.

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VISTA PARCIAL DE PUNO.

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O Lago Titicaca faz fronteira com a Bolívia. Possui 8.490 km² de superfície e 280 metros de profundidade. Continuar lendo Lago Titicaca e Uros – Peru.

Abra La Raya, Peru – A Fronteira Entre Cusco e Puno e Nada Mais.


Foto em Destaque: Montanhas em Abra La Raya

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O que dizer de Abra la Raya? Praticamente, nada.

Trata-se de uma localidade da Cordilheira de Raya, a 4.338 m de altitude, que marca a fronteira entre Cusco e Puno. Até chegar a essa fronteira você trafegou 177 km partindo de Cusco e ainda terá que percorrer 212 km até Puno pela estrada 3S. Continuar lendo Abra La Raya, Peru – A Fronteira Entre Cusco e Puno e Nada Mais.