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França: Paris, Île de France – Maison du Chou. Imperdível!


Imagem Destacada: Place de Furstemberg.

Conheci uma senhora que era apaixonada por essa praça.
Segundo sua opinião, de toda Paris, era essa praça escondidinha seu lugar predileto da cidade. Fiquei curiosa. Que praça seria essa?
Vai daí que quando viajamos para Paris, vi no mapa da cidade – prefiro consultar mapas. Ainda! – que a Praça de Furstemberg estava bem perto de onde estávamos hospedados na ocasião, o Académie Hôtel Saint Germain – hotel fantástico, administrado por um senhor português distintíssimo – e fomos até lá.

Pça DE FURSTEMBERG em PARIS.

A praça é realmente encantadora, e o que mais nos chamou atenção foi aquele silêncio, aquela tranquilidade das praças provençais, apesar de estar cercada pelo burburinho da Paris agitada que parece não dormir.
Uma praça graciosa, tais quais as inúmeras por onde passamos no sul da França. Linda!

Prá início de conversa, a Furstemberg está a poucos passos de pontos bem agitados do bairro: os Cafés de Flore e o Les Deux Magots. Ambos míticos, conhecidos por suas famosas clientelas, e que acabaram se transformando em badalados pontos turísticos no Boulevard Saint-Germain. Ou seja, um fervo danado ao redor da serena praça, realmente admirável.

E foi exatamente isso que fizemos durante um bom tempo – admirá-la-, enquanto ouvíamos o barulho de grossos pingos de água de chuva caírem sobre nosso guarda-chuva.

Ao nos aproximarmos daquele pedacinho tão charmoso de Paris, diminuímos mais ainda nossa marcha a fim de curtir cada detalhe. Foi aí que em dado momento batemos o olho em um lugar pequenininho que nos pareceu um Café. Aproximamo-nos, e vimos que dois jovens recheavam aquelas delícias em um pequeno balcão bem junto à janela – só prá provocar.

Trata-se de uma pâtisserie¹ especializada apenas nesses doces de massa levíssima, o chou.
Este doce tem o mesmo formato do nosso bolinho de chuva, e a consistência da massa lembra a das nossas “bombas”, guardando as devidas diferenças – a massa do chou dessa confeitaria parece uma espuma, de tão leve.
Recheios de café, chocolate e baunilha. Eu que não sou fã dessa especiaria, adorei o sabor.

DIA DE SORTE
O espaço só comporta três mesas; para sorte nossa “todas” estavam desocupadas quando chegamos, mas em fração de segundos a casa  ficou “lotada”. Foi um tal de entrar e sair de pessoas para comprar os doces que, pelo que pude observar, eram clientes antigos da confeitaria. O movimento maior, sem dúvida alguma, fica por conta das embalagens para viagem. Era intenso.
Tomamos um chá de mistura especial e pedimos alguns choux para acompanhar. De quebra, levamos outros para o hotel. Divinos!

Portanto, fica a dica: vai a Paris? Não deixe de apreciar as maravilhas da Maison du Chou.
Ah! Quase ia me esquecendo: abriram outra loja na Île-de-Saint-Louis, muito maior. E se mesmo assim você ainda tiver que esperar, aguarde. Tenho certeza de que valerá a pena.

PÂTISSERIE - O que é?
A tradução literal é pastelaria, mas... não é beeemmm assim porque também pode ser uma doçaria ou uma confeitaria. Acho que está mais para esta última.
Uma pâtisserie, na França, vende doces, bolos, tortas, biscoitos, geléias, frutas cristalizadas, compotas, balas, sorvetes e muitos mais do que você possa imaginar.

Comentários de ROSA CRISTAL.

FRANÇA, Provence: Os Caminhos do Sul da França com Alex Tour Turismo.


IMAGEM DESTACADA: Ménerbe.

Que vários caminhos o levam à Provence, não é novidade.
O que você não sabe, é que Alex Brando, especializado em turismo para a terceira idade, antes de lançar seus programas para o Sul da França deu-se ao trabalho minucioso de pesquisar algumas dessas cidades. Trabalho este que considero responsável, antes de tudo.
Não satisfeito, viajou para algumas dessas localidades e vivenciou-as a cada passo, 
antes de apresentá-las a seus amigos e clientes.
E foi pautado nesses momentos prazerosos e inesquecíveis que passou entre cores, aromas e sabores da Provence, que Alex elaborou o roteiro especial que apresento a seguir.

Cidades escolhidas a dedo, que a partir de agora coloca a seu inteiro dispor.


ONDE FICA A PROVENCE?

Em poucas palavras: antigo condado do Sudoeste da França, banhado pelo Mar Mediterrâneo. 
Quem já teve o privilégio de percorrer suas estradas, não imagina que a Provença começou sua notável História – e que História! – em 27000 A.C.!
É preciso percorrer seus caminhos bem cuidados em meio à plantações de trigo, amêndoas, nozes, lavandas e girassóis – sem esquecer as oliveiras, claro – para acreditar que essa região do território francês já era habitada desde os tempos pré-históricos.

O QUE VER NA PROVENCE?

Caminhar por suas ruas estreitas é dar asas à imaginação: construções antigas abrigam comércio variado, mas sem perder aquele ar bucólico de antigamente que tanto fazem questão de conservar. Mas não pense que encontrará cidades carrancudas, sombrias, tristes… Nada disso! As cidades provençais são festivas, simpáticas, acolhedoras, e acho que isso se deve à receptividade de seus habitantes – recebem os visitantes de braços abertos e sempre com um sorriso no rosto.
Cafés, lojas de artesanatos, museus, e igrejinhas quase que escondidas em ruas sem saída, tal qual a Igreja de Biot (Provence) que você vê na foto, estão por toda parte.

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Onde quer que você vá encontrará ruas arborizadas e floridas, feiras ao ar livre – em que você poderá adquirir objetos decorativos, roupa de cama, mesa e banho, queijos, vinhos, frutas, patês, conservas de tudo que possa imaginar, peças de vestuário, acessórios de tudo que é tipo (sapatos, bolsas, cintos, carteiras de notas…), além das feiras brocantes que oferecem louça, cristais, fotos antigas, desenhos, pinturas em guache e a óleo, toalhas bordadas à mão, prataria, enfim, um antiquário a céu aberto. Clique aqui para saber mais.

PROVENCE ALPES CÔTE D’AZUL x PROVENCE.

Quem esclarece com propriedade essa diferença é a jornalista brasileira Ana Teresa Merger (Anaté Merger), moradora de Aix há muitos anos, em uma postagem em que esmiúça essa particularidade do sul da França. Clique aqui e conheça essa história intrigante.
Foi Anaté quem me abriu os inesquecíveis caminhos da Provence. Obrigada, Ana!


SEU QUARTEL GENERAL no SUL DA FRANÇA: Aix- en-Provence.

Esta fonte é a única que não congela no Inverno, devido à temperatura de sua água.
FONTE MOUSSE no COUR MIRABEAU.

Na foto acima temos duas atrações em Aix: a fonte Mousse, cuja temperatura constante é de 27 graus e por este motivo não congela nem nos invernos mais rigorosos – sua origem é a Fonte de Bagniers – , e a principal avenida da cidade, o Cour Mirabeau, repleta de boutiques de marcas famosas, cafés, hotéis, restaurantes e feiras de artesanatos.
A fonte chama-se mousse devido à espessa camada de musgo que a cobre. Faz sentido.

O FILHO MAIS FAMOSO de Aix é o pintor Paul Cézanne (1839-1906), cujo atelier está aberto à visitação no esquema que você vê mais abaixo.
Endereço9 Avenue Paul Cézanne, 13100 Aix-en-Provence, França 
Telefone
+33 4 42 21 06 53.
Mas não é só isso que Aix tem para lhe mostrar: o museu é sensacional, a Fonte dos Quatro Golfinhos, as termas…
Descubra-o você mesmo!

Horário:

 

sábado 10:00–12:30, 14:00–17:00
domingo Fechado
segunda-feira 10:00–12:30, 14:00–17:00
terça-feira 10:00–12:30, 14:00–17:00
quarta-feira 10:00–12:30, 14:00–17:00
quinta-feira 10:00–12:30, 14:00–17:00
sexta-feira 10:00–12:30, 14:00–17:00
EM NOSSO ROTEIRO VISITAREMOS:

 

FRANÇA: Paris, Île de France – Le Cochon à L’oreille (Bistrô) e L’Escargot Montorgueil.


Paris é indefinível. Paris é para você se deixar levar pelo o que seus olhos curiosos pedem, é sair desfrutando de Continuar lendo FRANÇA: Paris, Île de France – Le Cochon à L’oreille (Bistrô) e L’Escargot Montorgueil.

FRANÇA, Paris – Vagenende Brasserie – Herança Art-Nouveau no 6 ème.


Já havíamos passado pela porta da Brasserie Vagenende algumas vezes, quando me dei conta de que aquele era o restaurante indicado por uma brasileira Continuar lendo FRANÇA, Paris – Vagenende Brasserie – Herança Art-Nouveau no 6 ème.

França. Provence – Lourmarin


IMAGEM DESTACADA: trepadeira que encontramos em local público.

COMO CHEGAR

Lourmarin foi nossa última parada nO dia 04.6.2013. Como você vê no mapa, a cidade fica bem próxima de Aix-en-Provence, onde fincamos bandeira. O acesso é pela D943 entre Apt e Cadenet.  Ideal para você visitá-la em um dia em que queira ficar mais tranquilo, sem ter que acordar muito cedo.

É pequena – pouco mais de mil habitantes – e, como as demais cidades provençais, cheia de charme. Tamanho não é documento, nos diz o velho ditado, e Lourmarin o comprova.

O CASTELO

Foi recuperado e mobiliado em 1921 pelo industrial Robert Laurent-Vilbert. É composto por duas partes: o antigo, construído no Século XV em estilo mais defensivo e o mais novo, construído no século seguinte no estilo Renascentista.

Os escritores Albert Camus e Henri Bosco (romancista) repousam na cidade. Camus, prêmio Nobel de Literatura fez da cidade sua última morada. Bosco encontrou no Luberon e em Lourmarin suas principais fontes de inspiração.

No século XIV Lourmarin foi desertada por conta de saques e da peste. Os Vaudois, vindos dos Alpes, repopularizaram a cidade.

O QUE FAZER NA CIDADE:

Como atração eu diria para você passar na igreja e/ou visitar o castelo. Ah! E a feira que é montada todas as sextas-feiras pela manhã, imperdível como todas, mesmo sendo pequena.

O Castelo Renascentista, também conhecido por Villa Médicis de Provence, é palco para diversos tipos de atrações – jazz, rock’n roll, exposições, concertos de músicas clássicas e conferências, principalmente no Verão.  É propriedade da Academia de Belas Artes e Letras de Aix-en-Provence, que o ocupou com uma Fundação para artistas e aí organiza manifestações culturais.

Quanto à sugestão “passar na igreja” tenho a lhe dizer o seguinte caso não seja católico: – encare-o como um monumento histórico e aprecie sua arquitetura. Fui criada no catolicismo e adoro sinagogas e todos os ensinamentos judaicos. Nada interfere em crenças a não ser a insegurança.

No mais, caminhe pelas ruas estreitas e sinuosas. Observe tudo com a mesma curiosidade de quem vê o mar pela primeira vez.
Escolha um Café e relaxe por alguns instantes nesse cenário. Caso sua dieta não seja tão radical, acompanhe o café com um bonito pedaço de torta. Conheça os sabores da Provence!, é sua oportunidade. Visite as lojinhas de souvenires e se encante com centenas de artigos, cada uma mais interessante que o outro.

 

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Fonte com três máscaras. Honestamente, esse vômito de musgos não me agradou.

Após a fonte das três caras tome a orientação turística à direita. De lá aprecie a bela vista de um templo protestante construído pelos Vaudois no final do século XIX.

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Caminhe muito pela cidade. Por mais que queira e que tenha personalidade forte, não se perderá em Lourmarin.

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Fonte de algumas informações: Revista Provence nº 60 de Jun/Jul/Ago de 2014.

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Moderadora: Rosa Cristal

França. Provence – Gordes.


IMAGEM DESTACADA: Gordes, vista da estrada de acesso à cidade.

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COMO CHEGAR: Não sendo de automóvel você poderá contar com uma linha de ônibus, o 22, que sai de Avignon em direção a Gordes. Há opção de sair de Avignon e viajar até Cavaillon em TGV e de lá prosseguir de ônibus. O tempo de viagem ultrapassa duas horas, enquanto que de carro você vai em 40 minutos.

Saindo de AIX-EN-PROVENCE há um ônibus que sai de hora em hora para Cavaillon. De lá há duas linhas que partem para Gordes: a linha 15.3 – Transdev South East , 5 vezes ao dia, e a CG-84, apenas 3 vezes ao dia! Como GORDES está pertinho de Cavaillon (são apenas 18 km), um taxi seria uma opção.
Continuar lendo França. Provence – Gordes.

Chateau d’Estoublond Fontvieille – História de Sucesso às Custas de Muito Trabalho.


IMAGEM DESTACADA: FACHADA DO CASTELO.

https://www.jscache.com/wejs?wtype=socialButtonIcon&uniq=295&locationId=187256&color=green&size=rect&lang=pt&display_version=2

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Vinícola:
Endereço: Route de Maussane, 13990 Fontvieille, França.

Horário:

segunda-feira Fechado
terça-feira 10:00–13:00, 14:00–18:00
quarta-feira 10:00–13:00, 14:00–18:00
quinta-feira 10:00–13:00, 14:00–18:00
sexta-feira 10:00–13:00, 14:00–18:00
sábado 10:00–13:00, 14:00–18:00
domingo Fechado
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UM POUCO DE SUA INTERESSANTE HISTÓRIA

Saímos de Saint-Rémy-de-Provence rumo ao castelo cuja história remonta à Idade Média, século XV, até então batizado como “Grand Mas“. No século XVIII o imóvel, então denominado Mont-Paon, recebe o nome de Estoublon em memória de um feudo do mesmo nome. Nada em destaque a meu ver.
Em 1900 foi adquirido por um antiquário parisiense, que se desfez do imóvel alguns anos depois após esvaziá-lo de móveis e emadeiramento.
O proprietário seguinte, um agricultor, conta-se, não fincou raízes por achá-lo muito grande para seu uso pessoal. Vendeu-o em 1932 à família Lombrage, que empenhou-se em reconstruir suas oliveiras após uma geada de 1956.
Só em 1998 é que o castelo passa para a família Schneider, que decide explorar as terras cobrindo a propriedade com videiras e oliveiras. Continuar lendo Chateau d’Estoublond Fontvieille – História de Sucesso às Custas de Muito Trabalho.

França: Marseille – Igreja de N. S. de la Garde e Calanques.


Imagem Destacada: Calanques em Marseille.

Roteiro: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Notre Dame de la Garde, Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

Obs: Nas fotos em que aparece a luva, clique para aumentá-las.

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TRENZINHO TURÍSTICO: Dia seguinte ao de nossa chegada à Marseille decidimos pegar o tal trenzinho. Cansados, foi a maneira prática que encontramos para dar uma volta pela cidade sem termos que fazer esforço.

O passeio não é longo e percebe-se que o roteiro tem como objetivo proporcionar aos passageiros uma visita à Basílica de Notre Dame de la Garde (site oficial clique aqui).
Na ida o trem segue margeando as calanques, passa em frente ao Monumento aos Mortos do Exército do Oriente,  e chega sem demora à colina do santuário.
Na volta o trem retorna a seu ponto inicial, passando por bairros sem nenhum atrativo.
Entretanto… até entrarmos na igreja, tivemos que subir trocentos degraus. E o pior: sem a menor chance de parar prá respirar porque só dispúnhamos de 20 minutos. E para quem já estava cansado, não poderia haver despertador melhor. Foi a segunda corrida violenta que tivemos que fazer nesta viagem.

A outra foi até pior: em uma das gares – não me recordo bem qual -, tivemos que correr muito ao sair de um trem para pegar outro. Estávamos no último vagão. Quando vi que no relógio da estação faltavam apenas 10 minutos para o outro trem sair, começamos a correr. Tínhamos pela frente uma plataforma quilométrica e dois bilhetes para compostar. Para complicar, ainda pegamos uma máquina que estava de pirraça e insistia em não carimbá-los. Felizmente, contamos com o auxílio de um senhor que ao perceber nossa aflição cedeu sua vez e ainda nos ajudou a marcar os bilhetes. Passado mais esse sufoco saímos em desabalada corrida passando por mais duas vias até chegar à nossa para não perder o trem para Paris. Foi entrar no vagão e o dito cujo partir. Há muito não corria tanto para pegar trem. Nem 007 faria tamanha proeza.

NOTRE DAME de la GARDE – Voltando ao santuário… Quem relata em pormenores sua história é Anaté Merger. Clique aqui para conhecer a explanação interessantíssima da jornalista brasileira, autora do blog http://www.naprovence.com – portal para quem deseja conhecer o Sul da França em ricos detalhes.

Mais prá frente, nas postagens a partir de Aix, falarei mais a respeito do trabalho de Anaté Merger e Leonor, nossa guia pelas estradas perfumadas da Provence.

ALÉM DAS CALANQUES, O QUE HÁ PARA VER e FAZER em MARSEILLE

Na marina, do lado do antigo bairro Le Panier, ficam: a bilheteria e o ponto de embarque deste trenzinho, o cais de embarque para quem se destina às Calanques, a Catedral La Major, a Igreja de Saint Laurent, o Mucem, a Prefeitura, os cais onde ancoram barcos que partem para os portos da Córsega, além de bares e restaurantes.

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No alto da colina, a Basílica de Notre Dame de La Garde.

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O santuário, bem mais perto.

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A basílica de Nossa Senhora da Guarda foi construída sobre a estrutura de um antigo forte do seculo XVI, pelo arquiteto Henri-Jacques Esperandieu, em estilo Neo-Bizantino. Esta estrutura foi erguida por Francisco I com a finalidade de resistir ao cerco de Charles V em 1536.

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Nave central da basílica.

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N. S. da Guarda reinando absoluta em seu altar.

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Trabalho requintado executado na parte inferior dos arcos.

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O QUE É UMA BASÍLICA?

A denominação remonta às Ágoras gregas, origem mais remota de nossas Bolsas de Valores, por serem locais públicos onde pessoas se reuniam não apenas atraídas por feiras e mercados, bem como para discutir política, cultura e outros assuntos de interesse dos cidadãos.

As mercadorias eram anunciadas em voz alta, a fim de que todos escutassem o que estava sendo comercializado, tal qual acontece ainda hoje nos pregões das BV. Para quem ainda não sabe, este é o motivo da gritaria.

A Ágora romana descende da grega, com uma diferença: eram espaços cobertos, as basílicas, onde assembléias eram realizadas. Ora funcionavam como tribunais, ora acomodavam reuniões em que se discutiam assuntos diversos.

A Wikipédia explana o assunto minuciosamente e vale à pena uma consulta para quem quiser saber mais a respeito das basílicas e como acabaram se transformando em templos cristãos. Clique aqui.

A peregrinação à Notre Dame de la Garde acontece, anualmente, em 15 de agosto.

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VIEUX PORT – Pela manhã saímos do hotel e rumamos em direção à bilheteria do trenzinho turístico, localizada em frente ao prédio que se vê à direita, no outro lado da marina.

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VIEUX PORT – Este abrigo possui o teto espelhado, o que lhe confere um efeito muito interessante.

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Quase em frente ao hotel, está a bilheteria dos barcos que partem para Friou

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O efeito do cais no teto espelhado da cobertura.

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Outro espelhamento.

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Mais adiante, uma feirinha de artesanatos muito interessante acontece aos sábados.

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Este senhor reproduz em seu artesanato, os quadros pintados por sua mulher. Arrependí-me por não ter adquirido mais porta-documentos. Um trabalho genial que nunca vi em outro lugar.

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Artesanato de qualidade na feirinha do Vieux Port.

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Esta jovem vendia umas peças maleáveis com algumas utilidades decorativas interessantes: adorno para copos com pé, porta guardanapos…

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Uma das conduções para você chegar ao Santuário é este trenzinho, cujo ponto é em frente a este prédio no Vieux Port.

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Monumento aos Mortos na Primeira Guerra. Flagrante de uma “foto mico”.

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Monumento aos Mortos do Exército do Oriente, erguido em 1927 em homenagem aos soldados mortos na Primeira Guerra Mundial.

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Estas fotos foram clicadas do trenzinho turístico. Percurso válido e excelente para se chegar à Basílica.

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Outra foto sacada do trenzinho.

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Vista do pátio da Basílica.

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Vista do pátio da Basílica.

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Marseille vista parcialmente do pátio da basílica

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O ônibus 60 parte do Forte São João e segue até ao santuário.

Horários do percurso você poderá conferir clicando aqui.

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Panorâmica do Velho Porto.

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Opções de passeios você encontra na bilheteria flutuante de onde partem embarcações para as Calanques (vide fotos abaixo)

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Bilheteria flutuante no Vieux Port.

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Marseille, França.
Nesta embarcação navegamos até Cassis.

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O barco que nos transportou às Calanques, aparentemente pequeno, surpreendeu-nos pelo conforto e dimensões de seu interior.

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Interior da embarcação que nos levou às Calanques.

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Acesso ao salão na parte de baixo da embarcação.

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Até o momento da saída do Velho Porto, tudo bem, todos acomodados na parte externa.

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Catedral de la Maior e Mucem.

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Na saída do Vieux Port o barco começou a balançar muito devido ao mar agitado. E daí, o inevitável aconteceu: alguns não suportaram e passaram mal.

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CALANQUES

Calanques são formações rochosas com predominância de calcário que se prolongam por aproximadamente 20 km ao longo da costa de Marseille. Abrange desde a localidade de La Madrague de Montredon, no 9 ème Arrondissement até Ciotat, cidade situada depois de Cassis.

Ira à Marseille e não subir a colina para conhecer a Basílica de Notre Dame de la Garde, padroeira da cidade, e não navegar pelo litoral recortado das Calanques são pecados mortais gravíssimos.
O Parque Nacional das Calanques foi criado oficialmente em 18 de abril de 2012; merece ser apreciado e a maneira mais fácil é navegando.
As embarcações partem do Vieux Port em frente à Capela dos Augustins, onde está a bilheteria. Na calçada há uma tabuleta oferecendo outros tipos de passeios, incluindo mergulho em algumas calanques. Escolhemos o percurso de de 3 horas e não nos arrependemos.
A navegação, obviamente, é paralela aos paredões e, à medida que os barcos se distanciam do porto observamos que as rochas tornam-se cada vez mais altas.

La Madrague, Saména e Les Goudes, devido à sua proximidade ao Vieux Port – cerca de 20 minutos -, acabam por congestionar a estrada nos fins de semana; não só pela busca de moradores e turistas por um bom mergulho, mas também porque nestas calanques há algumas residências. Além do mais, a curta distância facilita o acesso a essas angras, e ainda há o conforto da oferta de restaurantes – em Saména há até dois pequenos hotéis -, garantindo relax e divertimento. Acrescento ainda outro ponto favorável: essas três calanques não possuem paredões; a grosso modo, situam-se no nível da estrada.

Mais adiante está a Calanque de Callelongue. Esta possui centro de mergulho, é acessível pelos ônibus número 19 e 20 e por automóveis. Segue a Calanque de Marseilleveyre: conta com praia, é acessível apenas por barco, há restaurante e é outro ponto de mergulho.

Em Marseilleveyre está a segunda mais alta formação rochosa com 432 metros de altura, sendo a maior, o Monte Puget, com 565 metros.

Com menos importância vêm as Calanques de Queyrons seguida pela Podestat, pela d’Escu, e pela de Cortiou onde há uma estação de tratamento de águas residuais e esgoto de Marseille.

A partir daqui, até a Calanque de Port Miou, a rocha é bastante recortada onde algumas Pontas bem longas e agudas avançam mar adentro como se quisessem espetar os barcos que por ali passam.

Uma delas é a Ponta de Merveille e a outra a de Sormiou, que denuncia a chegada da Calanque mais próxima, de mesmo nome. Sormiou possui pequeno porto, há oferta de restaurantes e além do mais é acessível a partir de Cassis. Em Sormiou a área de ocupação residencial é significativa devido à facilidade de acesso.

A seguir vêm as Calanques de Morgiou e Sougiton, ambas acessíveis por ônibus. Não vá pensar que a condução irá deixá-lo “na porta” da Calanque, porque não é bem assim. O ônibus número 21 que sai da Praça Castellane (aproximadamente da Av. Prado, 7) segue até a Faculdade de Ciências de Luminy, no 9 ème Arr. Deste ponto até às calanques caminha-se por aproximadamente uma hora. Clique aqui para conferir.

Pensando bem é uma barbada. Leve em consideração que você fará a maior parte do percurso em condução popular, para desfrutar de um bonito mergulho em uma Calanque!, e não em um lugar qualquer… Mesmo que você caminhe muito, escorregue, rale as canelas, crie bolhas no calcanhar ou amasse seus calos, agradecerá mais tarde pelo esforço dispendido mesmo que você não durma de tanta dor no corpo. Isso lhe mostrará que todos os seus músculos estão funcionando perfeitamente e será mais um agradecimento que você deverá fazer… Entende o lado positivo da coisa? Ah! Não se esqueça de levar água.

ATENÇÃO: nas Calanques de Sormiou, Morgiou e Callelongue os veículos são proibidos em todos os fins de semana e feriados, a partir de meados de abril até 02 de junho. Após este período, a proibição passa a ser diária até 28 de setembro. Caso interesse, há um site (em inglês) que explica tudo isso e mais alguma coisa, tais como a proibição de acampamentos, presença de cães, não levar mudinhas de plantas prá casa pra “ver se pega”, essas coisas (http://www.marseille-tourisme.com/en/marseille-calanques-walks/)

Um pouco mais adiante temos a Calanque de Saint-Jean de Dieu ou de l’Oeil de Verre, as Enseadas des Enfers e de la Baume, bem como as Calanque de Devenson, a de L’Eissadon, a de L’Oule (praticamente inacessível), e a Calanque d’En Vau que conta com uma pequena praia.

De todas, as Calanques de Port Pin e a de Port Miou (Cassis), em minha modesta opinião, são as mais interessantes. Dessas três últimas as mais procuradas para banho são as d’En Vau e Port Pin que você alcança em uma caminhada de aproximadamente 30 minutos a partir de Cassis.

Port Miou é muito estreita. Na verdade, transformou-se em uma marina imensa.

Há calanques para todos os gostos e possibilidades de acesso: em algumas chega-se apenas por barco, possuem pequena praia, e outras não. Há Calanques onde você pode chegar após longa caminhada e refrescar-se em delicioso banho e ainda há outras que você pensa que vai acessá-la, mas … vai acabar “morrendo” mesmo é no caminho, olhando o azul inigualável do Mediterrâneo.

As rochas estão riscadas por muitas trilhas e há de se ter muita disposição para atravessá-las. O terreno é arenoso – e por isso escorregadio -, e alguns trechos exigem muito do caminhante por serem íngremes.

Quem optar pela lei do menor esforço como eu, certamente escolherá as calanques mais próximas à Marseille ou à Cassis.

PASSEIOS em MARSEILLE: EM BICICLETA ou NÃO.

Uma boa opção é fazer um passeio pelas trilhas em bicicleta elétrica. E quem acena com a novidade é a Fernanda no blog da brasileira Maria Lina, residente em Paris, que explica tudo direitinho. Clique aqui para saber mais.

Acontece que outra brasileira, Anaté Merger, residente em Aix-en-Provence (Aix está pertíssimo de Marseille – apenas 30 km) também oferece opções de passeio não só em Marseille, mas por todo o Sul da França. Para saber tudo isso e mais alguma coisa clique aqui

Para finalizar o papo e deixar bem claro que as mulheres brasileiras estão com tudo e mandando ver à frente do turismo na França, seguem mais novidades a respeito das Calanques. Desta vez as indicações vêm da Natalia Itabayana, do blog Destino Provence. Clique aqui e acompanhe suas experiências.

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Fort Saint Jean.

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Mucem.

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Cathédrale Sainte Marie Majeure de Marseille.

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Le Chateau d’If

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Baie des Singes, em Les Goudes.

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