Conexão Paris – Naprovence.com – Paris My Driver.


IMAGEM DESTACADA: Girassol fotografado em frente à destilaria Terraroma Jaubert de lavandas em Valensole.

Em 2013, aos 66 anos de idade – já bem crescida e com direito a levar na bolsa a chave de casa -, decidi lançar voos mais altos e sair do confortável espaço aéreo brasileiro, traçando eu mesma um roteiro. Antes disso, viajava em companhia de amigos ou em excursão.

Até então, minha insegurança me tolhia e me crivava de perguntas transbordantes de “mas…, e se…”  que só reforçavam minhas dúvidas. Ora, se eu traçava roteiros pelo meu Brasil!…sil…sil… afora, por que não pensar em além mar? Foi aí que, ao começar a delinear minha aventura na internet, apareceu um site maravilhoso em minha frente sem que eu tivesse que chamar por qualquer gênio de lâmpada de led que fosse mochileiro prá me dar um help: www.conexaoparis.com.br! Pronto! Estava tudo resolvido.

No Conexão Paris descobri restaurantes, cafés, brasseries e exposições, além de como adquirir bilhetes por antecipação para diversas atrações – Tour Eiffel e Museu do Louvre são exemplos. Aprendi que podemos fazer passeios de um dia às cidades mais próximas utilizando o melhor dos meios de transporte: o trem. Anotei endereços de lojas de roupas e calçados a preços convidativos e onde comer o melhor Chou ou o melhor chocolate; enfim, tudo já selecionado, mastigadinho para o leitor. Ah! E até um passeio de bicicleta à noite, descolamos quase na véspera de voltar a Lisboa!

Pelo CP cheguei à Ana Tereza Antunes de Araújo-Merger, Anaté, do http://www.naprovence.com e ao Marcos Arroyos do http://www.parismydriver.com.

Com Anaté, em 2013 e 2014 alugamos apartamento em Aix-en-Provence, em frente à Mairie (melhor, impossível) e percorremos – eu e meu fiel escudeiro, grande amigo e parceirão de viagens Morlaix Nogueira – algumas cidades da Provence em companhia de nossa estimada guia Leonor.

Em 2013 choveu muito e, apesar de termos chegado à Aix-en-Provence na época certa para ver os campos floridos de lavandas e girassóis, por conta desse aguaceiro as flores abriram mais tarde e não conseguimos vê-las. Mesmo assim, foi maravilhoso. Marcou e deixou a saudade expressada em um texto que escrevi para Anaté e que transcrevo a seguir:

“Minha alma canta

Vejo o Rio de Janeiro

Estou morrendo de saudade”.

      (Antonio Carlos Jobim)

Após 43 dias de viagem retorno ao Rio de Janeiro – terra natal, útero aonde ainda vivo, asa que me abriga, meu cais – e mato a saudade impiedosamente.

Mas… o que fazer com a saudade que sinto da Provence e de todos os lugares por onde andei? E como viver agora sem o perfume dos jasmins de Aigues Mortes que sobem paredes sem pedir licença? E sem as rosas que estão por toda parte disputando molduras de portas e janelas? Como ficar sem sentir o perfume do tomilho do Gorges du Verdon?… E agora?

Mal esfriam as rodinhas de minhas malas e me surpreendo a pensar em novos caminhos pela Provence e a rabiscar estradas nos mapas, como cobria um desenho quando criança.

A distância que nos separa é grande, é verdade. Mas… e se eu fosse a Mulher Aranha? Cobriria todos os mares e oceanos com uma imensa teia e mataria “as saudades” de todos os continentes que quisesse, sem o menor esforço!… De bagagem, apenas o peso de meu corpo. Nada de malas, aduanas, passaportes… Livre, assim.

Adoro esta força que me impulsiona a carregar sempre uma mala. Uma coisa inexplicável que vem de dentro, sabe? Como uma teimosia, uma birra de criança, que fecha os olhos, grita, infla veias, bate pé e insiste. Mas, insiste em quê? Em viajar, claro!…

E viajar tem seu preço; que por mais alto que seja, sempre valerá à pena.

Mas… e daí? Como matar então estas “saudades” da Provence? Pagando o preço e voltando aos lugares de onde acabei de chegar.

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E voltei!… No ano seguinte!  Em 2014, independentemente de termos chegamos à Provence um pouco mais tarde, não choveu tanto e pudemos nos integrar e desfrutar, finalmente! da lindeza dos campos floridos do Sul da França.

Que planeta é esse, dotado de tanta beleza? Que mundo é esse, que nos faz arrepiar a pele e sentir que há uma Força Estranha – tão cantada por Roberto Carlos -, orquestrando todas essas paisagens, definindo cores, formas e perfumes que inalamos à beira das estradas? Jasmins, rosas, lavandas, tomilhos … sem contar  o delicioso cheiro da chuva!

E o passeio de balão, outro achado, agendado por Anaté? Quer ter uma idéia? Clique aqui.

Pelo Conexão Paris, onde tudo começou, descobrimos o Sul da França e o deixamos descoberto – motivo de sobra para voltarmos com qualquer desculpa, claro.

Por intermédio de Anaté conhecemos Leonor, nossa querida guia e dublê de motorista; uma pessoa prá lá de especial que não media esforços para nos contentar. Desdobrava-se em gentilezas e  boa vontade o tempo todo. Uma profissional ímpar que nos cativou sobremaneira ao deixar aflorar, sem constrangimentos, seu lado criança com o qual nos identificamos.

Descobrimos o profissional simpático e obsequioso Marcos Arroyos que nos pegou na Gare de Lyon, em Paris, na porta do vagão do TGV ao chegarmos de Aix. Marcos é imprescindível para nós. Recentemente, colocou no ar um site maravilhoso onde explica tim-tim por tim-tim os serviços de que dispõe para os turistas. Marcos está aprimorando cada vez mais sua atividade e isso é ótimo para todos nós.

Essa cadeia de contato com brasileiros foi fundamental para mim e Morlaix, dois idosos meio aventureiros com alma de criança. Sentimo-nos seguros e isso devemos a esses ACHADOS.

Agora vacinados, e conhecendo o caminho das pedras, não há quem nos segure…

Obrigada a todos que cruzaram nossos caminhos.

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Praça XV de Novembro – Figueira Centenária – Florianópolis.


IMAGEM DESTACADA: A maior atração da Ilha de Florianópolis.

Quando falamos em Praça XV de Novembro, a primeira imagem que nos vem à mente não é, propriamente, a da praça; mas a da figueira centenária que deu nome até a um clube de futebol, o Figueirense.

Pouco se sabe a respeito de seu plantio, a não ser que a jovem foi transplantada em 1891 de um jardim em frente à Catedral, aos 20 anos de idade (repeteco da placa acima). Certamente quem a plantou deve estar em sua dimensão espiritual se sentindo o rei da cocada preta pelo importante feito. Nem plantador e nem aqueles que têm sido envolvidos no abraço de seus longos galhos, imaginariam que aquela jovem tão frágil pudesse se transformar um dia nesta gigantesca e respeitada senhora.

Ponto turístico de suma importância para a cidade, a Figueira (com letra maiúscula, sim senhor!), é palco para exposições de presépios, feira de artesanatos, manifestações políticas e culturais, além de ser um dos pontos de encontro da velha guarda, que revesa sua sombra com a marquise do Senadinho – famoso Café da Felipe Schmidt.

Foi o bandeirante Francisco Dias Velho, natural de Santos, SP, que fundou em 1675, neste local, a atual cidade de Florianópolis. Inicialmente, uma pequena igreja foi construída onde hoje está a Catedral, seguida de um povoado.

Após a morte trágica do bandeirante, por motivo de vingança, a ilha ficou abandonada. Foi elevada à condição de Freguesia em 1714 e à de vila em 1726. Os açorianos chegaram 20 anos mais tarde, em número expressivo…

Leia este interessante artigo clicando aqui.

OBS: Dê duplo clique em cada foto caso queira vê-la em tamanho maior.

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Patrimônio da cidade de Florianópolis.
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Vista parcial da Pça XV de Novembro.

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A majestosa Figueira, vista da rua Felipe Schmidt.
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Presépio artesanal montado na Pça XV.
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Ainda o presépio.
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Legumes e verduras em lugar dos tradicionais presentes ofertados ao Menino compõem o presépio, além da introdução de personagens regionais.
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SENADINHO – O ponto de encontro “filial” da Figueira.
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Camisetas de qualidade são customizadas pelo belíssimo trabalho do artesão Paulo, que expõe suas peças embaixo da Figueira.
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Lindos bordados ornam decotes das camisetas citadas acima.
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Customização de camisetas que Paulo, o artista, executa com muito amor e criatividade.

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Casa da Alfândega – Florianópolis.


Imagem Destacada: Largo da Alfândega
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Localização: Rua Conselheiro Mafra, 141 – Centro – Florianópolis
Horário de atendimento: de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h30min. Aos sábados, das 9h às 13h.
Entrada gratuita
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Obs: clique duas vezes na luva para ver a imagem aumentada.

O prédio de estilo neoclássico localizado no denominado Centro Histórico de Florianópolis, foi inaugurado em 29 de julho de 1876. Entretanto, seu funcionamento, dependente de vistoria, deu-se a partir de fevereiro de 1877.
O edifício funcionou como alfândega por mais de 90 anos, encerrando suas atividades aduaneiras em 1964 em decorrência do fechamento do porto de Florianópolis, já decadente.
Este edifício foi inaugurado dez anos após o prédio da alfândega ter explodido misteriosamente em 24 de abril de 1866. A explosão foi de proporções gigantescas para a época; tanto que o noticiário O Desterro, neste mesmo dia, noticiou e exibiu os nomes das vítimas: dez pessoas mortas, três gravemente feridas e outras doze com ferimentos leves.
Segundo o jornal, a explosão seguida de incêndio fez estremecer as construções mais próximas inutilizando muitas vidraças.
O prédio – área de 1.300m² –  conta com dois pavimentos e, desde 1988, destina-se á venda de artesanatos. São 400 artesãos expondo trabalhos originais e de qualidade. A administração da Casa da Alfândega soube aproveitar o espaço, distribuindo os artistas por categorias dos artigos manufaturados. Assim, cerâmicas e objetos pesados estão separadas de artesanatos mais leves produzidos em teares, em agulhas de tricot, crochet e máquinas de costura. Tudo muito bem organizado.

A Casa da Alfândega é uma das principais atrações turísticas do Centro de Florianópolis, além do Mercado Público – bem ao lado -, do Palácio Cruz e Souza, da Catedral e da centenária Figueira da praça.

No Largo da Alfândega, a Prefeitura homenageou as rendeiras da ilha, erguendo um monumento em que se destacam os bilros – peças em madeira utilizadas pelas rendeiras para trançar os pontos das rendas. Quem explica melhor o Guia Floripa.

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Belo trabalho de fachadas – casas, janelas, igrejas -, sendo, a maioria, de Florianópolis. Todas pintadas com suas cores atuais.
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Tapetes, trilhos, almofadas, colchas feitas em tear.
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Bruxinhas de todos tipo e duendes.
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Presépios e porta lápis de cor.
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De tudo, um pouco: objetos decorativos, tocheiros de jardim, essências, casinhas para passarinhos…
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Toalhas de lavabo adornadas com crivo e crochet.
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Meu artesanato predileto: flores feitas com escamas de peixe!
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Artesanato feito com palha de milho. Pura delicadeza.
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Mais palha de milho. Desta vez, filhotes de passarinho.
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Chales executados com renda de bilro e macramê.

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Florianópolis, SC – Caieira da Barra do Sul: Paraíso das Ostras.


Localização:

Fazenda Marinha Paraí­so das Ostras • ROD. Baldicero Filomeno, 20600 • Caieira da Barra do Sul • CEP 88064-002 • Florianópolis/SC – Fone 48 9961.5050 • 8408.5309 • Email: contato@paraisodasostras.com
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Ônibus – Descer no ponto final da linha 561 – Caieira da Barra do Sul – e andar em direção ao final da ilha.

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Obs.: A fazenda de vieiras e ostras fica um pouco mais adiante da entrada da trilha para Naufragados e é o local de embarque para quem deseja chegar à Praia de Naufragados por barco.

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A escolha do nome da empresa não poderia ser mais feliz: o paraíso não é apenas das ostras e vieiras, mas para quem vive na fazenda. As fotos nos dão uma idéia da maravilha do lugar, principalmente esta do destaque, a sede da fazenda marinha. Continuar lendo Florianópolis, SC – Caieira da Barra do Sul: Paraíso das Ostras.

22/01/2015 – Rancho Português Rio – Grande Decepção.


Endereço: Alberto de Campos esquina de Maria Quitéria, na Lagoa Rodrigo de Freitas.
Rua Maria Quitéria, 136 – Ipanema, Rio de Janeiro – RJ, 22410-040
(21) 2522-1159

Média de Nossas Notas: 5/10 e com louvor! (4+6+5+5)

Decepcionante restaurante português recém inaugurado (ocupou o lugar da Pizzaria La Forneria) no Rio de Janeiro.

O couvert apresentado foi o mais tradicional possível: azeitonas pretas, sardela, manteiga e queijo. A cesta de pães apresentada, sim; era variada. Os dois pãezinhos que saboreei eram deliciosos, justiça seja feita.

Como entrada, pedimos apenas uma porção de bolinhos de bacalhau. Éramos quatro pessoas e nos trouxeram sete unidades. Ou seja, em divisão equitativa, obviamente, um de nós ficou sem um bolinho. Até aí – trocadilho à parte -, o bolinho de menos não foi nada demais, apesar de o sabor não ter sido do agrado de todos.

A decepção mesmo veio logo na primeira garfada quando experimentei o arroz de polvo. Para início de conversa, o o polvo ficou na cozinha. Em uma travessa transbordante de arroz e excessiva quantidade de molho de tomate – que acidificou demasiadamente o prato -, o chef deve ter colocado, no máximo, 20 cm de tentáculo. Obviamente, cortado em pedaços para dar aquela impressão de fartura. Desequilíbrio escandaloso entre a quantidade do cereal, o molho de tomates e a porção do octópode. Catei os minguados nacos de polvo e tive que me dar por satisfeita.

O maitre, ao perceber minha insatisfação com o prato, perguntou minha opinião e pediu licença para me servir um pouco do Bacalhau à moda do Bráz. De nada adiantou, na verdade, porque o estrago já havia sido feito na cozinha.

O outro prato igualmente decepcionante foi o Arroz de Tamboril. Não trocaram nem o cenário: o mesmo arroz carregado no molho de tomate, dois camarões grandes para fazer figuração, aproximadamente 10 anéis finíssimos de lula – mais ou menos do diâmetro de uma aliança – e o tamboril, que seria a estrela da peça, lembrou-me Tim Maia – por pouco, não aparecia: 4 pedaços. Ou seja, pura enganação. Em Arroz de Tamboril que se preze, não há camarões e muito menos lula!

E o terceiro prato, Bacalhau ao Bráz, apesar de camuflado entre cebolas, temperos verdes e batata palha, não estava mau.

Tomei um suco de manga e uma garrafinha de água mineral. Os demais amigos consumiram 6 cervejas Long Neck e 2 garrafinhas de água. De sobremesa, pedimos um Rocambole de Laranja, um Pudim, dois Pastéis de Natas ( Desde 1837, só aos doces fabricados na Fábrica de Pastéis de Belém, é permitida a denominação “Pastéis de Belém”. Aos demais fabricados em outras localidades, mesmo semelhantes, não lhes é dado o direito de utilizar este nome, mas Pastéis de Nata) e para fechar o desgosto, 3 cafés.

E como tudo na vida tem um preço, o de nossa decepção custou-nos R$669,00 (seiscentos e sessenta e nove reais). Pratos mal elaborados, desonestos e serviço antiético – muito apressado para meu gosto, dando-me a nítida impressão de que estávamos sendo enxotados – mal acabávamos de comer, retiravam nossos pratos. Além do mais, o funcionário que cobrou a conta – pagamos em cartão de crédito – tentou retirar a máquina da mão de minha amiga antes da aprovação da operação. Não era à toa que o restaurante estava vazio. NÃO RECOMENDO!

O que salva então? A cesta de pães, a apresentação da ementa, as tradicionais sobremesas e a decoração da Casa.

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Ambiente decorado com muito bom gosto.
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Salão bem espaçoso. Ao fundo, o bar.
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Um pia ao fundo, para quem não quiser subir para lavar as mãos.
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Acesso ao segundo andar.
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A paisagem ao fundo – Lagoa Rodrigo de Freitas.
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O requinte da apresentação do cardápio.
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Apresentação dos pratos emoldurada por desenhos que copiam os de azulejos portugueses. Impressiona. Mas…
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Detalhes da ementa.
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O couvert tradicional, sem criatividade e a porção de bolinhos…
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O Arroz de Polvo, antes da primeira e decepcionante garfada.
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Abundâncias de arroz e molho de tomate – acidez demasiada. Escassez de polvo.
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O Arroz de Tamboril + dois camarões + anéis de lula. Excessiva quantidades de arroz e molho de tomate. Enganação!
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Bacalhau ao Bráz.
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Rocambole de laranja. Bom.
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Andar superior do restaurante.

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Ainda a parte superior do restaurante.

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Ainda um pouco da decoração da parte superior do restaurante.
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Parte inferior, à direita de quem entra.
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Sobremesas portuguesas diversas.
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E o valor da decepção…

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RIBEIRÃO DA ILHA OSTRADAMUS (Restaurante) e TENS TEMPO? (Cafeteria)


IMAGEM EM DESTAQUE: Trabalho de Azulejaria executado pelo artista Jesus Fernandes.

Como Chegar de Carro: do Centro de Florianópolis, pegar a SC – 405.

Como Chegar de Ônibus: Há duas paradas de ônibus no centro de Florianópolis, próximos à Praça XV. Os ônibus de números 561 e 4124 (o amarelinho) passam pelo Ribeirão. O ponto final é na Caieira da Barra do sul, de onde partem barcos e começa a trilha para Naufragados.

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Muitos vão ao Ostradamus por já conhecê-lo de nome e nem desconfiam em que bairro fica o endereço – Ribeirão da Ilha. Refiro-me àqueles que chegam em ônibus de turismo ou que são convidados por amigos para conhecer o restaurante. Continuar lendo RIBEIRÃO DA ILHA OSTRADAMUS (Restaurante) e TENS TEMPO? (Cafeteria)

Caieira da Barra do Sul – Como Chegar a Naufragados Pela Trilha.


Como chegar: do Centro de Florianópolis pegar a SC – 405. É o mesmo caminho que leva ao Ribeirão e ao Aeroporto.
Dista 40 km do Centro da cidade.

Naufragados, acessível apenas por barco ou trilha, deve-se este intrigante nome devido à naufrágios de barcos portugueses próximos à praia de mesmo nome.

UM POUCO DE HISTÓRIA NÃO FAZ MAL A NINGUÉM – e quem nos ensina é Mário Costa Júnior, pesquisador do Guia Floripa que você poderá consultar clicando aqui.

Francisco Dias Velho foi um Bandeirante Português vindo da Capitania de São Vicente, atual São Paulo. Foi na região central que ele desembarcou pela primeira vez, fundando o povoado de Nossa Senhora do Desterro e solicitando a construção de uma capela no local onde hoje se encontra a Catedral Metropolitana de Florianópolis.

Em meados do século XVIII, a corte portuguesa determinou que a Ilha de Santa Catarina fosse colonizada para garantir sua posse. Os escolhidos para essa empreitada foram os habitantes do Arquipélago dos Açores, que sofriam com terremotos e superpopulação. Eles vieram entre 1748 e 1756 e foram assentados em microrregiões afastadas, cada qual com administração, igreja e polícia próprias, denominadas de Freguesias.

Talvez por isso que o texto da Wikipedia faça distinção entre os Portugueses Açorianos e os Portugueses vindos de São Paulo”.

No guia Floripa, Mário Costa Jr. também pesquisou que duas embarcações de médio porte, procedentes dos Açores, traziam 250 colonos cujo destino seria o Rio Grande do Sul. Neste trecho, as embarcações foram a pique, salvando-se apenas 77 pessoas que se dispersaram entre a Ilha, Laguna e o Rio Grande do Sul. Leia mais um pouco a respeito do assunto – clique aqui.

Mário Costa Jr. ainda coloca a nossa disposição os links seguintes:

“Nesta página você encontrará mais informações sobre o Ribeirão da Ilha, Lagoa da Conceição e Santo Antônio de Lisboa:
> http://www.guiafloripa.com.br/cidade/bairros/ribeirao-da-ilha
> http://www.guiafloripa.com.br/cidade/bairros/lagoa-da-conceicao
> http://www.guiafloripa.com.br/cidade/bairros/centro
Convido a conhecer a história dos principais bairros de Florianópolis, neste link:http://www.guiafloripa.com.br/cidade“.

Melhor, impossível!

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A TRILHA PARA NAUFRAGADOS começa na localidade chamada Caieira da Barra do Sul, bem depois do Centro do Ribeirão da Ilha. O ponto final das linhas de ônibus 561 e do expresso 4124 (conhecido como amarelinho) – ambos Caieira da Barra do Sul – marca o início da trilha. A bem da verdade, não há como seguir adiante. Literalmente, é o fim da linha mesmo para quem usa outro meio de transporte.

Este final fica em um Largo, onde, de imediato, vê-se ofertas de passeios de barcos, indicações de estacionamentos e o início da trilha. Tudo bem organizado, não há como se perder.

Maiores informações a respeito de horários desta linha, dê outro clique aqui.

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561 – Caieira da Barra do Sul – uma das linhas de ônibus do Centro de Florianópolis a Naufragados. A outra é o popular “amarelinho”, linha 4124, que também parte do Centro.
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4124 – Caieira da Barra do Sul – o conhecido “amarelinho”.

 

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Ponto final dos ônibus que chegam à Caieira, onde começa a trilha para Naufragados.
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O ponto final do citado ônibus fica em um Largo onde logo podemos ver úteis informações.
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Os barcos saem de uma pequena praia próxima a este local e levam cerca de 15 minutos para chegar a Naufragados.
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Preços de estacionamento praticados em 02/01/2015.
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Uma boa sombra até que seria muito bem-vinda …
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Na temporada de Verão o movimento na trilha é grande e nem sempre os estacionamentos, apesar de espaçosos, comportam o número de automóveis.


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Á direita, no final desta rua, há uma placa. Ali começa a trilha de 3 km. para Naufragados.

Em próxima postagem – 19/3/2015 – conto como eu e meu fiel escudeiro e companheirão de viagens conseguimos chegar à Naufragados.

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Ribeirão da Ilha – Meu Bairro Predileto em Florianópolis.


Imagem em Destaque: casario colonial

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Como chegar de carro: Do Centro de Florianópolis, pegue a SC – 405 (Rio Tavares) e siga as indicações
O caminho inicial é o mesmo de quem vai para o Aeroporto Hercílio Luz.

De ônibus: No Centro, pegar o 561 ou o 4124 (Amarelinho). Ambos com ponto final na Caieira da Barra do Sul.

Meu recanto favorito da Ilha de Florianópolis. Chegar ao Ribeirão para mim, é sempre como se fosse a segunda vez. Segunda? E por que não a primeira? Porque na primeira vez tenho que contar com o fator surpresa. Caso goste do lugar, costumo voltar; mas se não gostar, na próxima não passo nem ao largo.

Foi paixão à primeira vista. Nem bem havia caminhado meio quilômetro e já estava pensando com meus botões quando iria voltar. O Ribeirão sempre foi colorido, simpático, receptivo, cativante.  O Ribeirão é lindo!… Tenho um caso de amor com o bairro, mas ele não sabe.

Foi meu pai quem mo apresentou no tempo em que a atração maior eram apenas as casas de arquitetura açoriana, literalmente, ao vivo e em cores. Vida pacata…, ônibus com hora marcada prá parar no ponto…, todos se cumprimentando…, e quando aparecia uma cara nova na rua, a pergunta vinha logo a seguir: – quem será o forasteiro? Não havia restaurantes badalados, lojinhas de artesanato e muito menos se conhecia a palavra “maricultura”, principal atividade do Ribeirão atual. No século passado (e não estamos tão longe assim, lembra?) era um bairro “que ficava muito longe” e só. Partir do Centro de Florianópolis para chegar ao Ribeirão já era uma viagem. Do Norte da ilha… Daí, mô quirido, já era uma aventura.

Continuar lendo Ribeirão da Ilha – Meu Bairro Predileto em Florianópolis.

Tapera – Florianópolis.


Como Chegar: Para quem pretende chegar à Tapera e estiver partindo do Norte da Ilha, poderá acessar a SC – 405 seguida da Rodovia Aparício Ramos Cordeiro. Para quem estiver vindo do Sul a direção é: Morro das Pedras, Rodovia Baldicero Filomeno e SC – 401.

Localidade ao Sul da Ilha de Florianópolis, próximo à Base Aérea.

O ar bucólico que ainda conserva em nada faz lembrar o agito do Centro de Florianópolis – do qual dista apenas 22,6 km – e muito menos os bairros badalados no Norte da Ilha.

Continuar lendo Tapera – Florianópolis.

Madero Beiramar Shopping


Rua Bocaiúva, 2468
Centro – 1º Piso (Sambaqui)
Florianópolis – Fone: 3039.0388

Imagem Destacada: Costelinha de Porco com fritas.

À primeira vista, devido ao espaço ocupado pelo restaurante, pode-se pensar que o atendimento é demorado. Mas, como há muitos funcionários atendendo as mesas e estão sempre atentos a quem chega, o cliente nem precisa chamá-los – é rapidinho.

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Imagem parcial do Madero do Shopping Beiramar em Florianópolis.

Mas isso…, quando você tem a sorte de encontrar lugar ou então depois de esperar pela chamada, sentadinho lá fora. Ah!!!… Pelo menos, nas vezes em que estivemos lá – em torno de seis, aproximadamente, – foi o que aconteceu, mas não demorou. O Madero é muito organizado. E como o salão é muito espaçoso a rotatividade acaba sendo grande e o cliente não “mofa com as pombas na balaia.” Continuar lendo Madero Beiramar Shopping