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Aix-en-Provence – Nossa Passagem pelo Sul da França em 2014.


Foto do Destaque: Fonte Mousse no Cours Mirabeau.

Roteiro elaborado por Anaté Merger para a Provence: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Isle-sur-la-Sorgue e Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

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UM POUCO DE HISTÓRIA:

Cidade fundada em 122 A.C. conta atualmente com mais de 140 mil habitantes.

Aix – inicialmente chamada de Aquae Sextiae – deve seu nome ao romano Gaius Sextius Calvine, que até hoje empresta seu nome a um spa – Thermes Sextius – instalado na cidade. Neste local funcionava uma terma romana da qual ainda se preservam algumas ruínas.

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França: Marseille/Aix – A Sensação de Voltar Prá Casa.


Roteiro: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

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Imagem Destacada: Pescador Meditando no Vieux Port.

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Despedimo-nos de Marseille caminhando vagarosamente pela beira do velho cais como quem vê alguém pela última vez. Coração dividido entre a saudade do que aos poucos ia ficando prá trás e a ansiedade por sabermos que dentro de algumas horas estaríamos novamente em nosso Q.G. de Aix – 16, rue Vauvenargue -, onde havíamos alugado um pequeno apartamento em 2013. Continuar lendo França: Marseille/Aix – A Sensação de Voltar Prá Casa.

Sagrados – A Aliança de Maria Madalena e Amor em Jogo.


Duas obras instigantes escritas pela jornalista Ana Teresa Antunes de Araújo Merger, à disposição do leitor no sites citados abaixo e na Amazon.

Perfil de Anaté: Formada em jornalismo e com um mestrado em comunicação internacional no Institut d’Études Politiques em Aix-en-Provence, Anaté Merger trabalhou por 17 anos como jornalista em várias emissoras de TV e jornais brasileiros até se mudar para a Provence em 2004.

Franco-brasileira, casada, dois filhos, Anaté Merger é empresária no ramo do turismo, além de contista das antologias Amores Impossíveis e Segredos de Família, organizadas por Lycia Barros e autora de “A Aliança  de  Maria Madalena” – primeiro volume da série SagradoS e de “Amor em Jogo”, lançados pelo selo Ases da Literatura.

Contato e Redes Sociais:

1- anatemerger@naprovence.com

2- https://www.facebook.com/anatemergerescritora

3- http://www.skoob.com.br/autor/9425

4- http://www.skoob.com.br/livro/419974-amor-em-jogo

5- https://twitter.com/anatemerger

6- http://www.anatemerger.com

7- http://www.naprovence.com

 

 

Amor em Jogo

“Às vezes, a verdade tem muitos disfarces e, para descobri-la, você precisa ter coragem para tirar as máscaras, inclusive a sua”.

Saint-Tropez, Lacoste e outras cidades da Provence fazem parte dos cenários escolhidos para o novo romance da autora franco-brasileira Anaté Merger.

Continuar lendo Sagrados – A Aliança de Maria Madalena e Amor em Jogo.

Conexão Paris – Naprovence.com – Paris My Driver.


IMAGEM DESTACADA: Girassol fotografado em frente à destilaria Terraroma Jaubert de lavandas em Valensole.

Em 2013, aos 66 anos de idade – já bem crescida e com direito a levar na bolsa a chave de casa -, decidi lançar voos mais altos e sair do confortável espaço aéreo brasileiro, traçando eu mesma um roteiro. Antes disso, viajava em companhia de amigos ou em excursão.

Até então, minha insegurança me tolhia e me crivava de perguntas transbordantes de “mas…, e se…”  que só reforçavam minhas dúvidas. Ora, se eu traçava roteiros pelo meu Brasil!…sil…sil… afora, por que não pensar em além mar? Foi aí que, ao começar a delinear minha aventura na internet, apareceu um site maravilhoso em minha frente sem que eu tivesse que chamar por qualquer gênio de lâmpada de led que fosse mochileiro prá me dar um help: www.conexaoparis.com.br! Pronto! Estava tudo resolvido.

No Conexão Paris descobri restaurantes, cafés, brasseries e exposições, além de como adquirir bilhetes por antecipação para diversas atrações – Tour Eiffel e Museu do Louvre são exemplos. Aprendi que podemos fazer passeios de um dia às cidades mais próximas utilizando o melhor dos meios de transporte: o trem. Anotei endereços de lojas de roupas e calçados a preços convidativos e onde comer o melhor Chou ou o melhor chocolate; enfim, tudo já selecionado, mastigadinho para o leitor. Ah! E até um passeio de bicicleta à noite, descolamos quase na véspera de voltar a Lisboa!

Pelo CP cheguei à Ana Tereza Antunes de Araújo-Merger, Anaté, do http://www.naprovence.com e ao Marcos Arroyos do http://www.parismydriver.com.

Com Anaté, em 2013 e 2014 alugamos apartamento em Aix-en-Provence, em frente à Mairie (melhor, impossível) e percorremos – eu e meu fiel escudeiro, grande amigo e parceirão de viagens Morlaix Nogueira – algumas cidades da Provence em companhia de nossa estimada guia Leonor.

Em 2013 choveu muito e, apesar de termos chegado à Aix-en-Provence na época certa para ver os campos floridos de lavandas e girassóis, por conta desse aguaceiro as flores abriram mais tarde e não conseguimos vê-las. Mesmo assim, foi maravilhoso. Marcou e deixou a saudade expressada em um texto que escrevi para Anaté e que transcrevo a seguir:

“Minha alma canta

Vejo o Rio de Janeiro

Estou morrendo de saudade”.

      (Antonio Carlos Jobim)

Após 43 dias de viagem retorno ao Rio de Janeiro – terra natal, útero aonde ainda vivo, asa que me abriga, meu cais – e mato a saudade impiedosamente.

Mas… o que fazer com a saudade que sinto da Provence e de todos os lugares por onde andei? E como viver agora sem o perfume dos jasmins de Aigues Mortes que sobem paredes sem pedir licença? E sem as rosas que estão por toda parte disputando molduras de portas e janelas? Como ficar sem sentir o perfume do tomilho do Gorges du Verdon?… E agora?

Mal esfriam as rodinhas de minhas malas e me surpreendo a pensar em novos caminhos pela Provence e a rabiscar estradas nos mapas, como cobria um desenho quando criança.

A distância que nos separa é grande, é verdade. Mas… e se eu fosse a Mulher Aranha? Cobriria todos os mares e oceanos com uma imensa teia e mataria “as saudades” de todos os continentes que quisesse, sem o menor esforço!… De bagagem, apenas o peso de meu corpo. Nada de malas, aduanas, passaportes… Livre, assim.

Adoro esta força que me impulsiona a carregar sempre uma mala. Uma coisa inexplicável que vem de dentro, sabe? Como uma teimosia, uma birra de criança, que fecha os olhos, grita, infla veias, bate pé e insiste. Mas, insiste em quê? Em viajar, claro!…

E viajar tem seu preço; que por mais alto que seja, sempre valerá à pena.

Mas… e daí? Como matar então estas “saudades” da Provence? Pagando o preço e voltando aos lugares de onde acabei de chegar.

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E voltei!… No ano seguinte!  Em 2014, independentemente de termos chegamos à Provence um pouco mais tarde, não choveu tanto e pudemos nos integrar e desfrutar, finalmente! da lindeza dos campos floridos do Sul da França.

Que planeta é esse, dotado de tanta beleza? Que mundo é esse, que nos faz arrepiar a pele e sentir que há uma Força Estranha – tão cantada por Roberto Carlos -, orquestrando todas essas paisagens, definindo cores, formas e perfumes que inalamos à beira das estradas? Jasmins, rosas, lavandas, tomilhos … sem contar  o delicioso cheiro da chuva!

E o passeio de balão, outro achado, agendado por Anaté? Quer ter uma idéia? Clique aqui.

Pelo Conexão Paris, onde tudo começou, descobrimos o Sul da França e o deixamos descoberto – motivo de sobra para voltarmos com qualquer desculpa, claro.

Por intermédio de Anaté conhecemos Leonor, nossa querida guia e dublê de motorista; uma pessoa prá lá de especial que não media esforços para nos contentar. Desdobrava-se em gentilezas e  boa vontade o tempo todo. Uma profissional ímpar que nos cativou sobremaneira ao deixar aflorar, sem constrangimentos, seu lado criança com o qual nos identificamos.

Descobrimos o profissional simpático e obsequioso Marcos Arroyos que nos pegou na Gare de Lyon, em Paris, na porta do vagão do TGV ao chegarmos de Aix. Marcos é imprescindível para nós. Recentemente, colocou no ar um site maravilhoso onde explica tim-tim por tim-tim os serviços de que dispõe para os turistas. Marcos está aprimorando cada vez mais sua atividade e isso é ótimo para todos nós.

Essa cadeia de contato com brasileiros foi fundamental para mim e Morlaix, dois idosos meio aventureiros com alma de criança. Sentimo-nos seguros e isso devemos a esses ACHADOS.

Agora vacinados, e conhecendo o caminho das pedras, não há quem nos segure…

Obrigada a todos que cruzaram nossos caminhos.

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