Brasil – Rio de Janeiro, RJ: D.O.C. Ristorante – O Nome Já Diz Tudo.


Endereço: Avenida Das Américas 3500 – Le Monde – Barra da Tijuca
Rio de Janeiro – CEP: 22.640-102
Telefone: (21) 3268 – 2588

Atendimento excelente, começando pelo manobrista. Para falar a verdade, a atenção dos garçons é fora do normal. Percebe-se a preocupação com o Continuar lendo Brasil – Rio de Janeiro, RJ: D.O.C. Ristorante – O Nome Já Diz Tudo.

Marseille, França: Bairro Le Panier


Roteiro: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

Imagem Destacada: rue du Refuge no bairro antigo Le Panier.
Acesso Metrô: estações Juliette e Vieux-Port Hôtel de Ville.

Como chegar: Le Panier está situado na parte norte do antigo porto (Vieux Port). Trata-se da parte mais antiga de Marseille, localizada atrás da Prefeitura.
O nome deve-se a um albergue em cujo letreiro havia o desenho de uma cesta (panier). Por conta deste estabelecimento, a rua acabou sendo chamada de Le Panier e, mais tarde, todo o bairro ficou conhecido por este nome.
A cidade de Marseille começou neste quarteirão. Atualmente, Le Panier atrai turistas graças à sua revitalização e à implantação de atividades culturais. Ter sido eleita a Capital Europeia da Cultura contribuiu muito para esse revigoramento.

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Marisqueira Sintra – Santo Antonio de Lisboa, Florianópolis, S.C.


Imagem Destacada: Casarão em Santo Antonio.

Como chegar a Santo Antonio de Lisboa: acesse a SC-401, rodovia que o levará ao Norte da Ilha a partir do viaduto da Avenida da Saudade, continuação da Beira-Mar Norte. Para explicações mais detalhadas clique aqui.

Endereço:Rua XV de Novembro, 147 – Sto Antonio de Lisboa, Florianópolis, SC
Horário de Atendimento: Segunda, Quarta, Quinta, Sexta e Sábado 12:00 – 15:30 e 19:00 – 23:30. Domingo 12:00 – 16:00 e 19:30 – 23:00 | Terça-feira – Fechado. Reservas: 48 3234.4219 | 48 9962.1882

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Um pouco da história da cidade de Sintra, neste painel.

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Bolinhos de bacalhau saborosos e sequinhos.

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Não é de hoje que conheço a Marisqueira. Conheço-a desde o tempo em que os siris escalavam o vidro do aquário e, quando menos se esperava, se deparava com algum deles passeando pelo salão.

A respeito dessas escapadas, há uma história interessante contada por uma funcionária que passou um susto por conta de uma dessas fugas: esta jovem foi ao banheiro. No que acendeu a luz, entrou e trancou-se no toilette, levou um baita susto: um deles estava escondidinho atrás da porta com as garras prá cima, pronto para o ataque. A grata surpresa expulsou-a do banheiro aos gritos e em desabalada corrida.
Nesta época, em minha opinião, o Sintra era maravilhoso por conta de um simples, mas delicado pormenor: respeitava a culinária portuguesa e servia pratos autênticos.

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Tomate na Açorda – nada a ver.

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FURADA – AÇORDA DE CAMARÃO COM TOMATES NÃO EXISTE!

Em março passado voltei à Marisqueira e optei por uma açorda de camarão. Qual minha surpresa? Tomate! Acrescentaram tomate! à açorda! Decididamente, os restaurantes que se dizem especializados em culinária portuguesa estão deixando a desejar. Todo português sabe que em açorda, tomate não entra! Isso é inadmissível…

A resposta do garçon foi pior que o sabor ácido do prato: – É que a Marisqueira faz uma “adaptação” ao gosto brasileiro.
Pelo amor de Santo Antonio de Lisboa!… Adaptação? Fico logo imaginando uma feijoada completa, “adaptada” à moda tailandesa ou indiana. Como seria? Com côco e muito curry?
Lembrou-me o Rancho Português aqui do Rio. Decepção. Sem mais comentários.

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Para quem gosta de autenticidade, vai o aviso: o prato foge à tradicional  culinária portuguesa.

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O Novo Boteco Belmonte em Copacabana, Rio de Janeiro, Brasil.


Endereço: rua Domingos Ferreira, 242, esquina com rua Bolívar, em Copacabana.

REINAUGURAÇÃO:

Às 19.00 horas do dia 23 de junho de 2015, nasceu o novo Boteco Belmonte de Copacabana, para felicidade dos Belmontenses, fiéis frequentadores do boteco que o seguem como se fosse um blog: podem não passar por lá todos os dias, mas não o perdem de vista.

Antonio Rodrigues, o proprietário do Boteco, brindou seus convidados com chopp bem gelado, refrigerantes, água e coquetéis especiais preparados sob a batuta de Zan Andrade, que hoje atravessou a rua especialmente para essa festa.
Para acompanhar, bolinhos de bacalhau, esfirras, pastéis de carne e de frango com catupiri, linguicinha calabresa em molho acebolado, carne seca desfiada … e outros petiscos dos quais não me recordo. Inauguração prá ninguém botar defeito, coquetéis e salgados muito bem servidos.
Para não dizer que é tudo novo, as cadeiras estilo austríaco, em madeira maciça e vergada, são da antiga Casa – doce lembrança.
As paredes, antes verdes, estão forradas em painéis de madeira em acabamento rústico e o piso de ladrilhos hidráulicos foi substituído por pedras portuguesas.
Onde eram os banheiros agora estão a cozinha e o bar, lado a lado, e os toilettes foram transferidos para o sub-solo. Cadeirantes, idosos e pessoas com mobilidade limitada podem contar com elevador, recurso agora necessário.
No salão bem mais amplo, chama atenção um sofá espaçoso e confortável em forma de “U”, com capacidade para acomodar muitas pessoas. Feliz idéia.
A varanda continua, o ar condicionado funciona prá valer e alguns funcionários ainda me são familiares.
De parabéns seu proprietário, Antonio Rodrigues, de parabéns todos nós.

P.S.: Senti falta de uma peça decorativa do antigo Belmonte: o óleo de autoria de Nilton Bravo, conhecido pintor de botequins e padarias na década de 50 e 60.

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O novo Belmonte.

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Painel executado com garrafas verdes e copos.

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Caldinho de siri abriu os trabalhos. Delicioso.

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Linguicinha calabresa acebolada. A porção era muito maior do que aparece na foto.

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Pastéis recheadíssimos de carne e frango com catupiri.

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Porção generosa de esfirra. Supimpa!

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O trio responsável pelos drinks especiais. Zan – El Born –  no centro, comandando a rapaziada.

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Noite movimentada na Bolívar. Essa turma não coube no salão.

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OBSERVAÇÃO: Casa nova, cardápio novo.  E além da nova ementa (menu), como dizem os portugueses, o proprietário Antonio Rodrigues aplicou no Belmonte o mesmo esquema bolado para o El Born – outra casa de sua propriedade quase em frente ao “Bel”: garçons passam bandejas extrapolantes de delícias pelo salão. Algumas vezes troco o almoço ou jantar pelos petiscos. Veja se não tenho razão: bolinhos de feijoada, de carne-seca com ou sem queijo Catupiri, bolinhos de bacalhau, espetinhos de filé mignon, caftas com um molho danado de bom com uma chuvinha de queijo parmezon, bolinho de camarão com gengibre e muitos outros. Pastéis: camarão com ou sem Catupiry, queijo, picanha. Caldinhos: feijão, siri com gengibre, e batata barôa com bacon. Melhor, impossível.

COPACABANA, 20/9/2017 – ALMOÇO:
Voltamos de uma aventura praticada na ladeira íngreme do Forte do Leme (Duque de Caxias), e decidimos passar no Belmonte da Bolívar para nos condecorar pela façanha. Prêmio?… Um almoço dos deuses.
Antonio – que não é o Rodrigues -, estimado gerente dessa casa, providenciou o seguinte: tilápia grelhada ao molho de alho poró, saladinha, e batata rosti super crocante.
Não parou por aí: e o filé de linguado grelhado muito bem acompanhado pela salada Belmonte? Prá inglês nenhum botar defeito…
Nem vou lhes contar as delícias que estavam porque as fotos falam por si.

O Belmonte continua batendo um bolão. Não é à tôa que faz tanto sucesso.

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ROSA CRISTAL? Onde anda você?

Mis-en-Scène, Rio – Uma Loja Atraente Prá Quem Gosta de Cinema.


Endereço: Shopping da Gávea – Rua Marquês de São Vicente, 52 – 4º andar – Gávea, Rio de Janeiro – RJ – Hall dos Cinemas Estação.
Tel: (21) 3875 3041.

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Obs: clique duas vezes na imagem em que aparece a luva para ver a foto aumentada.

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Impossível passar pela porta e não entrar. A Mis-en-Scène é daquelas lojas que fazem “psiu” pra gente, sabe comé? Consumistas iguais a mim não resistem. Entram para dar uma conferida nas prateleiras, mas dificilmente saem sem comprar uma coisinha.

Lá você encontra artigos decorativos e para uso diário. Sem exceção, todos chama atenção, o que torna as escolhas difíceis.

Como o próprio nome denuncia, o cinema está impresso em todas as peças. A Mis-en-Scène homenageia não só famosos artistas, bem como personagens de desenhos animados e de histórias em quadrinhos. É o caso da Mafalda, estrelinha argentina de tirinhas, criada em 1962 pelo cartunista Quino. Mafalda, filósofa precoce, tem 6 anos de idade, odeia sopa, gosta do Pica-pau e dos Beatles.

Canecas, almofadas, cadernos, agendas, pufes, aviso de portas, camisetas infantis e adultos – femininas e masculinas -, caixinhas, painéis, cofres, painéis decorativos, botons, ímãs, porta-copos, e mais dezenas de artigos são estampados com fotos de artistas – alguns do passado, ainda bem vivos em nossas memórias.

Quem curte cinema vai adorar a Mis-en-Scène, bem ao lado do cinema 1.

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Ímãs de geladeira/porta copos. Basta descolar e usar.

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Objetos decorativos variados. Na foto, Paul MacCartney.

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Painel decorativo, rádio e caixinhas de mil utilidades.

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Cofres, almofadas e caixinhas para todos os gostos.

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Muitas almofadas com cenas de filmes.

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Porta lápis, adesivos, cadernos de anotações, agendas…

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Artigos para vestuário.

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Petit Prince não poderia faltar.

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Cadernos e agendas. Na foto, Rita Hayworth.

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Vitrine

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Aspecto geral da loja.

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A saudosa Audry Hepburn retratada em painel, almofadas, maleta e caixinhas.

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Ímãs para geladeira. O da direita, colei na torre de meu computador. É isso mesmo que acontece. Sou bem capaz de me perder no tempo e terem que chamar a Defesa Civil para me arrancar do teclado.

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Cassis, França. Passeio de Marseille a Cassis em Ônibus.


Imagem Destacada: Marina no Centro de Cassis.

Nota: Clique duas vezes na imagem em que aparece a luva para ver a foto em tamanho maior.

Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

Como Chegar:

SAINDO DE MARSEILLE: Saímos do hotel localizado em frente ao Vieux Port e fomos caminhando em direção à Place Castellane, de onde, segundo minhas pesquisas, saíam os ônibus para Cassis.

Na praça, procuramos atentamente por qualquer indicação de ônibus que fosse para essa cidade, mas… em vão. Foi aí que não vi, mas senti um forte arrepio no corpo – igualzinho àquele que a gente sente quando fala em algum defunto, sacou? Aquele!… que a gente chega a pensar que tá com algum encosto? Pois é. Só porque me reportei à Nice e me lembrei daquela peregrinação à procura do ônibus número 100, i-nes-que-cí-vel.

Em Marseille, a busca foi pelo ponto do M8. Ó vida dura de viajante!… Ó ceus!

Continuar lendo Cassis, França. Passeio de Marseille a Cassis em Ônibus.

ARPOADOR – Parque Garota de Ipanema. RIO DE JANEIRO


Endereço Parque Garota de Ipanema: rua Francisco Otaviano, ao lado da Escola Municipal Castelnuovo.

Obs: Nas fotos em que encontrar a luva, clique duas vezes para visualizá-la maior.

Não poderia deixar de postar esse “momento lindo” pelo qual passam, ultimamente, as praias do Leme, Copacabana, Ipanema, Leblon e Praia Vermelha, na Urca, alvos de noticiários que destacam suas águas limpas e transparentes.

A bem da verdade, raras vezes temos oportunidade de ver o mar tão livre das habituais agressões de seus frequentadores – lixo de toda espécie. Aliás, mar e areia. Lembro-me perfeitamente das areias finíssimas da Praia de Copacabana, na época em que a orla contava com apenas uma pista de mão dupla. Areia prá ninguém botar defeito: eram brancas de quase cegar e assobiavam sob nossos pés. Bons tempos.

No Posto VI, os detritos eram, em sua maioria, provenientes das amendoeiras que há anos testemunham a degradação daquela que um dia fez jus a seu título de realeza:  Princesinha do Mar.

PEDRA DO ARPOADOR e PARQUE GAROTA de IPANEMA.

Na segunda-feira, dia 08 de junho, não me furtei ao prazer de tomar um bonito banho de mar no Arpoador. E fiz mais: caminhei na pedra, coisa que nunca fiz desde 1981 quando vim morar em Copacabana, em rua próxima a essa ponta tão famosa de Ipanema.

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França: Marseille – Igreja de N. S. de la Garde e Calanques.


Imagem Destacada: Calanques em Marseille.

Roteiro: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Notre Dame de la Garde, Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

Obs: Nas fotos em que aparece a luva, clique para aumentá-las.

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TRENZINHO TURÍSTICO: Dia seguinte ao de nossa chegada à Marseille decidimos pegar o tal trenzinho. Cansados, foi a maneira prática que encontramos para dar uma volta pela cidade sem termos que fazer esforço.

O passeio não é longo e percebe-se que o roteiro tem como objetivo proporcionar aos passageiros uma visita à Basílica de Notre Dame de la Garde (site oficial clique aqui).
Na ida o trem segue margeando as calanques, passa em frente ao Monumento aos Mortos do Exército do Oriente,  e chega sem demora à colina do santuário.
Na volta o trem retorna a seu ponto inicial, passando por bairros sem nenhum atrativo.
Entretanto… até entrarmos na igreja, tivemos que subir trocentos degraus. E o pior: sem a menor chance de parar prá respirar porque só dispúnhamos de 20 minutos. E para quem já estava cansado, não poderia haver despertador melhor. Foi a segunda corrida violenta que tivemos que fazer nesta viagem.

A outra foi até pior: em uma das gares – não me recordo bem qual -, tivemos que correr muito ao sair de um trem para pegar outro. Estávamos no último vagão. Quando vi que no relógio da estação faltavam apenas 10 minutos para o outro trem sair, começamos a correr. Tínhamos pela frente uma plataforma quilométrica e dois bilhetes para compostar. Para complicar, ainda pegamos uma máquina que estava de pirraça e insistia em não carimbá-los. Felizmente, contamos com o auxílio de um senhor que ao perceber nossa aflição cedeu sua vez e ainda nos ajudou a marcar os bilhetes. Passado mais esse sufoco saímos em desabalada corrida passando por mais duas vias até chegar à nossa para não perder o trem para Paris. Foi entrar no vagão e o dito cujo partir. Há muito não corria tanto para pegar trem. Nem 007 faria tamanha proeza.

NOTRE DAME de la GARDE – Voltando ao santuário… Quem relata em pormenores sua história é Anaté Merger. Clique aqui para conhecer a explanação interessantíssima da jornalista brasileira, autora do blog http://www.naprovence.com – portal para quem deseja conhecer o Sul da França em ricos detalhes.

Mais prá frente, nas postagens a partir de Aix, falarei mais a respeito do trabalho de Anaté Merger e Leonor, nossa guia pelas estradas perfumadas da Provence.

ALÉM DAS CALANQUES, O QUE HÁ PARA VER e FAZER em MARSEILLE

Na marina, do lado do antigo bairro Le Panier, ficam: a bilheteria e o ponto de embarque deste trenzinho, o cais de embarque para quem se destina às Calanques, a Catedral La Major, a Igreja de Saint Laurent, o Mucem, a Prefeitura, os cais onde ancoram barcos que partem para os portos da Córsega, além de bares e restaurantes.

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No alto da colina, a Basílica de Notre Dame de La Garde.

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O santuário, bem mais perto.

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A basílica de Nossa Senhora da Guarda foi construída sobre a estrutura de um antigo forte do seculo XVI, pelo arquiteto Henri-Jacques Esperandieu, em estilo Neo-Bizantino. Esta estrutura foi erguida por Francisco I com a finalidade de resistir ao cerco de Charles V em 1536.

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Nave central da basílica.

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N. S. da Guarda reinando absoluta em seu altar.

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Trabalho requintado executado na parte inferior dos arcos.

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O QUE É UMA BASÍLICA?

A denominação remonta às Ágoras gregas, origem mais remota de nossas Bolsas de Valores, por serem locais públicos onde pessoas se reuniam não apenas atraídas por feiras e mercados, bem como para discutir política, cultura e outros assuntos de interesse dos cidadãos.

As mercadorias eram anunciadas em voz alta, a fim de que todos escutassem o que estava sendo comercializado, tal qual acontece ainda hoje nos pregões das BV. Para quem ainda não sabe, este é o motivo da gritaria.

A Ágora romana descende da grega, com uma diferença: eram espaços cobertos, as basílicas, onde assembléias eram realizadas. Ora funcionavam como tribunais, ora acomodavam reuniões em que se discutiam assuntos diversos.

A Wikipédia explana o assunto minuciosamente e vale à pena uma consulta para quem quiser saber mais a respeito das basílicas e como acabaram se transformando em templos cristãos. Clique aqui.

A peregrinação à Notre Dame de la Garde acontece, anualmente, em 15 de agosto.

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VIEUX PORT – Pela manhã saímos do hotel e rumamos em direção à bilheteria do trenzinho turístico, localizada em frente ao prédio que se vê à direita, no outro lado da marina.

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VIEUX PORT – Este abrigo possui o teto espelhado, o que lhe confere um efeito muito interessante.

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Quase em frente ao hotel, está a bilheteria dos barcos que partem para Friou

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O efeito do cais no teto espelhado da cobertura.

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Outro espelhamento.

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Mais adiante, uma feirinha de artesanatos muito interessante acontece aos sábados.

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Este senhor reproduz em seu artesanato, os quadros pintados por sua mulher. Arrependí-me por não ter adquirido mais porta-documentos. Um trabalho genial que nunca vi em outro lugar.

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Artesanato de qualidade na feirinha do Vieux Port.

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Esta jovem vendia umas peças maleáveis com algumas utilidades decorativas interessantes: adorno para copos com pé, porta guardanapos…

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Uma das conduções para você chegar ao Santuário é este trenzinho, cujo ponto é em frente a este prédio no Vieux Port.

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Monumento aos Mortos na Primeira Guerra. Flagrante de uma “foto mico”.

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Monumento aos Mortos do Exército do Oriente, erguido em 1927 em homenagem aos soldados mortos na Primeira Guerra Mundial.

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Estas fotos foram clicadas do trenzinho turístico. Percurso válido e excelente para se chegar à Basílica.

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Outra foto sacada do trenzinho.

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Vista do pátio da Basílica.

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Vista do pátio da Basílica.

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Marseille vista parcialmente do pátio da basílica

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O ônibus 60 parte do Forte São João e segue até ao santuário.

Horários do percurso você poderá conferir clicando aqui.

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Panorâmica do Velho Porto.

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Opções de passeios você encontra na bilheteria flutuante de onde partem embarcações para as Calanques (vide fotos abaixo)

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Bilheteria flutuante no Vieux Port.

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Marseille, França.
Nesta embarcação navegamos até Cassis.

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O barco que nos transportou às Calanques, aparentemente pequeno, surpreendeu-nos pelo conforto e dimensões de seu interior.

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Interior da embarcação que nos levou às Calanques.

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Acesso ao salão na parte de baixo da embarcação.

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Até o momento da saída do Velho Porto, tudo bem, todos acomodados na parte externa.

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Catedral de la Maior e Mucem.

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Na saída do Vieux Port o barco começou a balançar muito devido ao mar agitado. E daí, o inevitável aconteceu: alguns não suportaram e passaram mal.

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CALANQUES

Calanques são formações rochosas com predominância de calcário que se prolongam por aproximadamente 20 km ao longo da costa de Marseille. Abrange desde a localidade de La Madrague de Montredon, no 9 ème Arrondissement até Ciotat, cidade situada depois de Cassis.

Ira à Marseille e não subir a colina para conhecer a Basílica de Notre Dame de la Garde, padroeira da cidade, e não navegar pelo litoral recortado das Calanques são pecados mortais gravíssimos.
O Parque Nacional das Calanques foi criado oficialmente em 18 de abril de 2012; merece ser apreciado e a maneira mais fácil é navegando.
As embarcações partem do Vieux Port em frente à Capela dos Augustins, onde está a bilheteria. Na calçada há uma tabuleta oferecendo outros tipos de passeios, incluindo mergulho em algumas calanques. Escolhemos o percurso de de 3 horas e não nos arrependemos.
A navegação, obviamente, é paralela aos paredões e, à medida que os barcos se distanciam do porto observamos que as rochas tornam-se cada vez mais altas.

La Madrague, Saména e Les Goudes, devido à sua proximidade ao Vieux Port – cerca de 20 minutos -, acabam por congestionar a estrada nos fins de semana; não só pela busca de moradores e turistas por um bom mergulho, mas também porque nestas calanques há algumas residências. Além do mais, a curta distância facilita o acesso a essas angras, e ainda há o conforto da oferta de restaurantes – em Saména há até dois pequenos hotéis -, garantindo relax e divertimento. Acrescento ainda outro ponto favorável: essas três calanques não possuem paredões; a grosso modo, situam-se no nível da estrada.

Mais adiante está a Calanque de Callelongue. Esta possui centro de mergulho, é acessível pelos ônibus número 19 e 20 e por automóveis. Segue a Calanque de Marseilleveyre: conta com praia, é acessível apenas por barco, há restaurante e é outro ponto de mergulho.

Em Marseilleveyre está a segunda mais alta formação rochosa com 432 metros de altura, sendo a maior, o Monte Puget, com 565 metros.

Com menos importância vêm as Calanques de Queyrons seguida pela Podestat, pela d’Escu, e pela de Cortiou onde há uma estação de tratamento de águas residuais e esgoto de Marseille.

A partir daqui, até a Calanque de Port Miou, a rocha é bastante recortada onde algumas Pontas bem longas e agudas avançam mar adentro como se quisessem espetar os barcos que por ali passam.

Uma delas é a Ponta de Merveille e a outra a de Sormiou, que denuncia a chegada da Calanque mais próxima, de mesmo nome. Sormiou possui pequeno porto, há oferta de restaurantes e além do mais é acessível a partir de Cassis. Em Sormiou a área de ocupação residencial é significativa devido à facilidade de acesso.

A seguir vêm as Calanques de Morgiou e Sougiton, ambas acessíveis por ônibus. Não vá pensar que a condução irá deixá-lo “na porta” da Calanque, porque não é bem assim. O ônibus número 21 que sai da Praça Castellane (aproximadamente da Av. Prado, 7) segue até a Faculdade de Ciências de Luminy, no 9 ème Arr. Deste ponto até às calanques caminha-se por aproximadamente uma hora. Clique aqui para conferir.

Pensando bem é uma barbada. Leve em consideração que você fará a maior parte do percurso em condução popular, para desfrutar de um bonito mergulho em uma Calanque!, e não em um lugar qualquer… Mesmo que você caminhe muito, escorregue, rale as canelas, crie bolhas no calcanhar ou amasse seus calos, agradecerá mais tarde pelo esforço dispendido mesmo que você não durma de tanta dor no corpo. Isso lhe mostrará que todos os seus músculos estão funcionando perfeitamente e será mais um agradecimento que você deverá fazer… Entende o lado positivo da coisa? Ah! Não se esqueça de levar água.

ATENÇÃO: nas Calanques de Sormiou, Morgiou e Callelongue os veículos são proibidos em todos os fins de semana e feriados, a partir de meados de abril até 02 de junho. Após este período, a proibição passa a ser diária até 28 de setembro. Caso interesse, há um site (em inglês) que explica tudo isso e mais alguma coisa, tais como a proibição de acampamentos, presença de cães, não levar mudinhas de plantas prá casa pra “ver se pega”, essas coisas (http://www.marseille-tourisme.com/en/marseille-calanques-walks/)

Um pouco mais adiante temos a Calanque de Saint-Jean de Dieu ou de l’Oeil de Verre, as Enseadas des Enfers e de la Baume, bem como as Calanque de Devenson, a de L’Eissadon, a de L’Oule (praticamente inacessível), e a Calanque d’En Vau que conta com uma pequena praia.

De todas, as Calanques de Port Pin e a de Port Miou (Cassis), em minha modesta opinião, são as mais interessantes. Dessas três últimas as mais procuradas para banho são as d’En Vau e Port Pin que você alcança em uma caminhada de aproximadamente 30 minutos a partir de Cassis.

Port Miou é muito estreita. Na verdade, transformou-se em uma marina imensa.

Há calanques para todos os gostos e possibilidades de acesso: em algumas chega-se apenas por barco, possuem pequena praia, e outras não. Há Calanques onde você pode chegar após longa caminhada e refrescar-se em delicioso banho e ainda há outras que você pensa que vai acessá-la, mas … vai acabar “morrendo” mesmo é no caminho, olhando o azul inigualável do Mediterrâneo.

As rochas estão riscadas por muitas trilhas e há de se ter muita disposição para atravessá-las. O terreno é arenoso – e por isso escorregadio -, e alguns trechos exigem muito do caminhante por serem íngremes.

Quem optar pela lei do menor esforço como eu, certamente escolherá as calanques mais próximas à Marseille ou à Cassis.

PASSEIOS em MARSEILLE: EM BICICLETA ou NÃO.

Uma boa opção é fazer um passeio pelas trilhas em bicicleta elétrica. E quem acena com a novidade é a Fernanda no blog da brasileira Maria Lina, residente em Paris, que explica tudo direitinho. Clique aqui para saber mais.

Acontece que outra brasileira, Anaté Merger, residente em Aix-en-Provence (Aix está pertíssimo de Marseille – apenas 30 km) também oferece opções de passeio não só em Marseille, mas por todo o Sul da França. Para saber tudo isso e mais alguma coisa clique aqui

Para finalizar o papo e deixar bem claro que as mulheres brasileiras estão com tudo e mandando ver à frente do turismo na França, seguem mais novidades a respeito das Calanques. Desta vez as indicações vêm da Natalia Itabayana, do blog Destino Provence. Clique aqui e acompanhe suas experiências.

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Fort Saint Jean.

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Mucem.

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Cathédrale Sainte Marie Majeure de Marseille.

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Le Chateau d’If

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Baie des Singes, em Les Goudes.

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