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BRASIL, RIO DE JANEIRO, RJ: Grão da Terra, em Copacabana – O Paraíso Para Quem Gosta de Comer.


IMAGEM em DESTAQUE: Fachada da loja em Copacabana.

A loja foi inaugurada no endereço onde durante anos funcionou um restaurante bem conceituado de Copacabana: o Cirandinha.
Não há quem não admire a loja. Não há. A primeira vez que a visitei fiquei encantada; não fosse meu fiel escudeiro dar um basta em meus gastos, seria capaz de sair comprando até o desnecessário.
Aviso: consumidores compulsivos têm que tomar muito cuidado porque o babado é forte.
Lá você encontra o que imagina e o que não imagina. E para não ficar de blá-blá-blá, prefiro que veja as fotos e saiba onde encontrar muita novidade. Vamos lá:

Manteiga de garrafa e farinhas de várias qualidades estão logo à esquerda de quem entra.
Cereais em flocos, balas e folhas para chás.
Tudo que você imagina em matéria de vitaminas encontrará fartamente na loja.
Nozes, amêndoas, castanhas etc…

Farinha de jabuticaba. Você já conhecia? E farinha de berinjela? Também nunca tinha ouvido falar.

Problema intestinal? Muitos aderem ao Psyllium, produto natural para quem sofre com prisão de ventre. Mas a farmácia da Grão da Terra não para por aí: há muitas ervas para quem não vive sem um chazinho.

E para quem não dispensa um bom sorvete, à direita de quem entra há uma sorveteria com direito a todos aqueles incrementos já conhecidos: castanha de caju, confetes coloridos, chocolates granulados, caldas, etc.

Produtos importados adotados por quem frequenta academia a loja também oferece.

Manga seca e Gojiberry – planta rica em vitamina C, originária das montanhas do Tibet, que promete controle de colesterol, proteção ao coração, prevenir derrames e outros benefícios.

À direita, limão desidratado. À esquerda, ameixas sem caroço.

Banana passa no primeiro recipiente à direita, no alto. Ao lado, na sequência, vários potes com frutas secas.

Gengibre cristalizado de três tipos.

Arroz cateto, arbóreo, oriental, milho picado… E por falar em milho, há um milho torrado apimentado e outro temperado com curry e wasabi que é uma delícia. É começar a comê-los e não parar mais.

Morango seco, você conhecia? E limão cristalizado em tiras?

Abacaxi, casquinha de laranja, tangerina, figo… tudo cristalizado.

Espinafre em folhas e em pó. Vai nessa?

Sal rosa do Himalaia – fino e grosso.

Caldos de galinha e legumes. E o vinagrete, prontinho para você usar do jeito que melhor lhe aprouver.

Este, não conhecia: caldo de queijo.

Raiz de Gengibre na foto acima.

Cranberry – a etiqueta informa que combate infecção urinária e é antioxidante.

A ala das folhinhas para chás. Tem de “um tudo” – já dizia minha avó.

Não resisti e comprei o tempero ANA MARIA. Versátil, serve para dar um UP até no arroz; gostei muito.

Tempero da Ana Maria e do EDU também. Este ainda não experimentei.

As estantes de artigos diet oferecem marcas bem diferentes daquelas que costumo adquirir na praça.

Alimentos do tipo esfiha, quibes e assemelhados você também encontra na Grão da Terrabem como pastas de soja saborizadas, sucos zero, água de côco (foto abaixo).
Estes artigos ficam em geladeiras.

Sucos de misturas diferenciadas, embalagem de 1 L de água de côco e suco integral de uva também ficam em geladeiras.

Ingredientes utilizados na culinária japonesa também se encontra na loja, além de diversos tipos de óleo de cozinha, tais como o de côco, muito utilizado antigamente.

Minha mãe cozinhava com a Gordura de Côco Carioca, famosa na época. Era um produto barato que rendia bem, além de saborizar a comida; a lata era redonda e alta. Hoje em dia as embalagens são acanhadas e o preço, sim, é que é alto – inversão de valores.


Óleos de abacate, açaí, calêndula, amêndoas, soja, para tudo que é finalidade.

Caixas sem tumulto e organizado. Há três funcionárias trabalhando no setor.

As fotos ilustram a variedade de rótulos oferecidos pela Grão da Terra. Junto ao caixa bolinhas embaladas em palha de milho chamam atenção pela originalidade. O que você imagina que contêm? Pa-ço-ca!.
Além de açúcares, chás, azeites, biscoitos, massas e muitos etecéteras, logo na entrada nos deparamos com embalagens robustas de alho e pinhão em conserva, além da azeitona, claro, que não poderia faltar.

A loja é fantástica. Você precisará de tempo para bisbilhotar cada prateleira e isso leva tempo. A loja é grande e a diversidade de rótulos é imensa.
Não há quem não se deslumbre e não se prometa voltar. As expressões de admiração você ouve de pessoas que a visitam pela primeira vez, enquanto escolhe o que comprar.

São várias lojas espalhadas pela cidade: na Penha (Largo do Bicão); em Madureira (Mercadão); em Cascadura; na Praça Seca e em Copacabana.
Segundo informações dos vendedores, brevemente a Tijuca contará com um Paraíso desses.

NOTA: Nesta loja há duas nutricionistas para orientar a clientela. Uma delas está me devendo uma informação: com quantos títulos a loja trabalha.


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BRASIL, Rio de Janeiro – Grão-Pará, em Copacabana: Voo Direto Belém/Rio.


Assim que começaram a ajeitar a loja, em setembro de 2017, fiquei de olho para saber no em que se transformaria a loja de artigos religiosos, fechada não fazia muito tempo.


Trata-se de uma loja bem apanhada na rua Barão de Ipanema, em Copacabana, especializada em gostosuras from Pará. Fez tanto sucesso, que em 6 meses já vão ampliar suas instalações e modificar a loja existente.
A própria vitrine é um convite para quem quiser deliciar-se com iguarias nortistas tão cantadas em verso e prosa.

As referências são as melhores possíveis. Andréia e Zelma, vizinhas da loja, provaram, aprovaram e assinam embaixo do que proclamam os educadíssimos e simpáticos funcionários a respeito de qualquer item do cardápio.
Andréia, natural do Pará, é categórica em afirmar que a unha de caranguejo, o tacacá, e o açaí com farinha de tapioca são imperdíveis. Segundo as amigas, há uma senhora paraense conhecida de ambas que, praticamente, bate ponto diariamente na Grão-Pará.

À direita de quem entra, passado o segundo portal, ou seja, a vitrine recheada de tentações, está a imagem de N. S. de Nazaré com o Menino, o maior ícone religioso do Estado do Pará.
A loja, fica em frente à Igreja de São Paulo Apóstolo. Portanto, você nem precisa comer rezando, porque na Grão-Pará você estará prá lá de abençoado.

Desenhos que nos remetem à pintura e artesanato indígenas emolduram os cardápios pintados nas paredes com muita originalidade e bom gosto.
E por falar em gosto, sem trocadilhos, sabores é o que não faltam na loja. A seleção começa no açaí, fruta que conquistou o paladar do carioca, passa pelo café que em breve deixará de ser expresso e passará a ser aquele tão solicitado carioquinha, e termina na água mineral e nos sucos de graviola, bacuri, cupuaçu, taperebá, muruci, bacaba e mangaba.

A casa trabalha com cervejas tradicionais, mas a especialidade fica por conta das artesanais. Vejam só:

Na Grão Pará você também encontra molhos, bombons, geléias…
…tucupi de um litro…
…camarão seco de diversos tamanhos e em quantidades variadas.

Não falta na-da! É aqui que os paraenses matam a saudade do sabor de sua terra e quem nunca viu e não sabe o que é prova, se apaixona e fica logo íntimo.

Claro, os doces, geléias e sorvetes não poderiam faltar, e muito menos o artesanato super decorativo e as tradicionais águas de cheiro.

Farinhas de mandioca, branquinhas, e a famosa farinha de Bragança fabricada artesanalmente no litoral paraense.

VOCÊ SABE O PORQUÊ de UMA FARINHA SER CHAMADA D’ÁGUA?
É porque a fermentação da mandioca acontece dentro d’água. Como dizem no norte e nordeste do Brasil, durante esse período de aproximadamente 4 dias ela fica “pubando” (fermentando) em igarapés ou tanques.
Após esse tempo ela é descascada e ainda pode permanecer dentro d’água por mais 2 dias.
Só depois desse ínterim ela é então levada para a casa de farinha, onde será triturada em u’a máquina chamada catitu ou amassada com as mãos. Afinal, a mandioca está amolecida e por isso esse processo torna-se menos difícil.
O passo seguinte é espremê-la no tipiti – um espremedor de palha trançada – ou então em sacos.
Retirada a água, ela é peneirada para ficar soltinha e então torrada.

O SABOR
é decorrente do tempo em que permaneceu submersa e da torra.
A farinha deve ser levada ao tacho ainda úmida para ser escaldada. Nessa fase de fabricação ela é mexida manualmente: trata-se do pré-cozimento, que antecede a torrefação. Esses estágios garantirão a crocância da farinha.

A COR
amarelada não se deve a corantes. Nada disso! Deve-se à espécie de mandioca utilizada.

Como o movimento da Grão-Pará é muito grande, a garantia de se adquirir mercadorias de qualidade é de 100%.

OS PRATOS TÍPICOS
com que a casa trabalha foram relacionados para o blog pelo funcionário Diogo. São eles:

. Filhote no tucupi,
. Filhote frito,
. Caldeirada de pescada amarela,
. Pirarucu de casaca,
. Galinha no tucupi,
. Camusquim – prato de talharim com camarão em molho branco.

Outras sugestões anotadas por Diogo é o Tacacá – iguaria feita do caldo da mandioca, servida com folhas de jambu (aquela que anestesia a boca), goma e camarão seco, e a polpa de açaí e/ou graviola, acompanhada por farinha de tapioca.
Deleitei-me com um prato desses na década de 70, em Manaus. Foi servido em uma cuia.
Comprei-o em uma carrocinha estacionada em frente a uma igreja do Centro da cidade. Encostei-me na grade da igreja e mandei ver. Ô delícia!
Tem mais: a casquinha e a patinha de caranguejo, que você poderá acompanhar com os deliciosos sucos típicos paraenses. Foi o que fiz ontem à tarde: passei na loja e trouxe para casa 5 patinhas, pura carne de caranguejo. 

No mais, é agradecer ao deus em que você acredita por esses momentos lindos, e não se esquecer de que a Grão-Pará também trabalha com produtos decorativos e ainda anuncia, com belos cartazes, a festa do Círio de Nazaré.

Bom demais!

 

BRASIL, RIO de JANEIRO: Forte Duque de Caxias – Belas Paisagens Vistas do Leme.


IMAGEM DESTACADA: Morro da Babilônia, Pão de Açúcar e Entrada da Baía de Guanabara. Ao fundo, Niterói.

Há muito me prometia que um dia visitaria o Forte do Leme. Se bem me lembro, a promessa começou em 1981, quando vim morar em Copacabana. Continuar lendo BRASIL, RIO de JANEIRO: Forte Duque de Caxias – Belas Paisagens Vistas do Leme.

BRASIL, Rio de Janeiro – Bio Carioca, Gastronomia Natural.


Fazia tempo que me prometia ir ao restaurante, mas sempre adiava. Semana passada a oportunidade veio a nosso encontro e fomos até lá. Gostei.

Telefone: 21- 2523-4820 – Capacidade: 60 lugares.
Horário de Funcionamento: Domingo e segunda-feira, das 11h30h às 18h. De 3ª a sábado, das 11h30 às 23h.
Cartão de débito e crédito: todos.
Tickets visa-vale e Sodexo.

O ambiente é aconchegante e todos que nos atenderam foram gentis e muito simpáticos. Cardápio variado: tanto de pratos principais quanto de sobremesas, bem naturebas – sem açúcar, claro, ou adoçantes. O que é vegano, sem glúten e sem ovo está assinalado.
Meu prato foi o Penne Rústico, delicioso! Sabe aquela massa bem temperada, com perfuminho de alho? Logo eu que adoro alho… caiu como uma luva; meu fiel escudeiro pediu o Penne ao Funghi.
Não experimentei seu prato, como faço de costume, mas, como se trata de pessoa de bom paladar e elogiou a massa, confiei em sua opinião. A aparência era das melhores.

Outras opções que fazem muito sucesso são a moqueca de pupunha, o feijão tropeiro e a feijoada vegana.

Três das várias opções de sucos do cardápio. (foto gentilmente cedida pelo Bio Carioca)

Pedimos sucos incrementados para acompanhar as refeições e de sobremesa pedimos Torta de Banana e Doce de Tapioca com Côco e Castanhas do Pará. 

Torta de Banana. (foto gentilmente cedida pelo Bio Carioca)

Para quem gosta de mel a sugestão é o doce de iogurte ao mel com frutas vermelhas ou a mousse de cacau com castanha do Pará. A torta de goiabada com ricota substitui o “gato de botas” tão apreciado, só que em versão leve.

Torta de Cacau com Laranja e Gengibre (foto gentilmente cedida pelo Bio Carioca)

O restaurante foi inaugurado em março de 2010 pela senhora Ana Vasconcelos, vegana, que está à frente de seu empreendimento. O chef, Bruno Moliné, tem formação ayurveda.
Investimento na Sustentabilidade – A proprietária da casa, Ana Vasconcelos, investe na sustentabilidade do restaurante e valoriza os produtos locais. As hortaliças são todas orgânicas, não há uso de óleo, há coleta seletiva de lixo, os detergentes são biodegradáveis e a decoração da casa conta com objetos feitos com madeira de demolição.”
Saímos de lá felizes da vida. Vamos voltar.

Porções generosas de massa. A saladinha acompanha os pratos.

O Penne Rústico em foto cedida gentilmente pelo Bio Carioca. Imagine-se saboreando esse prato…

No dia em que estivemos no restaurante as sugestões de sobremesa não estavam completas. Mesmo assim, havia sortimento.

As sobremesas não perdem para os pratos principais e também são bem servidas.

Na parede, o cliente pode conferir as matérias publicadas em jornais e revistas a respeito do Bio Carioca.

Site: www.biocarioca.com.br 

Instagram: @BioCarioca

Facebook: https://www.facebook.com/biocarioca/

ROSA CRISTAL comenta.

BRASIL, Rio de Janeiro – Antônia Casa e Café, em Copacabana


O Antônia fica logo alí. Quem mora em Copacabana, normalmente, não se preocupa com distâncias; andar a pé é hábito arraigado, exercício que passa de pai para filho muito antes de o bairro se tornar a “Princesinha do Mar”.

Continuar lendo BRASIL, Rio de Janeiro – Antônia Casa e Café, em Copacabana

BRASIL, RIO DE JANEIRO, RJ: O Novo Boteco Belmonte em Copacabana.


Endereço: rua Domingos Ferreira, 242, esquina com rua Bolívar, em Copacabana.

REINAUGURAÇÃO:

Às 19.00 horas do dia 23 de junho de 2015, nasceu o novo Boteco Belmonte de Copacabana, para felicidade dos Belmontenses, fiéis frequentadores do boteco que o seguem como se fosse um blog: podem não passar por lá todos os dias, mas não o perdem de vista.

Antonio Rodrigues, o proprietário do Boteco, brindou seus convidados com chopp bem gelado, refrigerantes, água e coquetéis especiais preparados sob a batuta de Zan Andrade, que hoje atravessou a rua especialmente para essa festa.
Para acompanhar, bolinhos de bacalhau, esfirras, pastéis de carne e de frango com catupiri, linguicinha calabresa em molho acebolado, carne seca desfiada … e outros petiscos dos quais não me recordo. Inauguração prá ninguém botar defeito, coquetéis e salgados muito bem servidos.
Para não dizer que é tudo novo, as cadeiras estilo austríaco, em madeira maciça e vergada, são da antiga Casa – doce lembrança.
As paredes, antes verdes, estão forradas em painéis de madeira em acabamento rústico e o piso de ladrilhos hidráulicos foi substituído por pedras portuguesas.
Onde eram os banheiros agora estão a cozinha e o bar, lado a lado, e os toilettes foram transferidos para o sub-solo. Cadeirantes, idosos e pessoas com mobilidade limitada podem contar com elevador, recurso agora necessário.
No salão bem mais amplo, chama atenção um sofá espaçoso e confortável em forma de “U”, com capacidade para acomodar muitas pessoas. Feliz idéia.
A varanda continua, o ar condicionado funciona prá valer e alguns funcionários ainda me são familiares.
De parabéns seu proprietário, Antonio Rodrigues, de parabéns todos nós.

P.S.: Senti falta de uma peça decorativa do antigo Belmonte: o óleo de autoria de Nilton Bravo, conhecido pintor de botequins e padarias na década de 50 e 60.

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O novo Belmonte.

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Painel executado com garrafas verdes e copos.

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Caldinho de siri abriu os trabalhos. Delicioso.

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Linguicinha calabresa acebolada. A porção era muito maior do que aparece na foto.

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Pastéis recheadíssimos de carne e frango com catupiri.

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Porção generosa de esfirra. Supimpa!

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O trio responsável pelos drinks especiais. Zan – El Born –  no centro, comandando a rapaziada.

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Noite movimentada na Bolívar. Essa turma não coube no salão.

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OBSERVAÇÃO: Casa nova, cardápio novo.  E além da nova ementa (menu), como dizem os portugueses, o proprietário Antonio Rodrigues aplicou no Belmonte o mesmo esquema bolado para o El Born – outra casa de sua propriedade quase em frente ao “Bel”: garçons passam bandejas extrapolantes de delícias pelo salão. Algumas vezes troco o almoço ou jantar pelos petiscos. Veja se não tenho razão: bolinhos de feijoada, de carne-seca com ou sem queijo Catupiri, bolinhos de bacalhau, espetinhos de filé mignon, caftas com um molho danado de bom com uma chuvinha de queijo parmezon, bolinho de camarão com gengibre e muitos outros. Pastéis: camarão com ou sem Catupiry, queijo, picanha. Caldinhos: feijão, siri com gengibre, e batata barôa com bacon. Melhor, impossível.

COPACABANA, 20/9/2017 – ALMOÇO:
Voltamos de uma aventura praticada na ladeira íngreme do Forte do Leme (Duque de Caxias), e decidimos passar no Belmonte da Bolívar para nos condecorar pela façanha. Prêmio?… Um almoço dos deuses.
Antonio – que não é o Rodrigues -, estimado gerente dessa casa, providenciou o seguinte: tilápia grelhada ao molho de alho poró, saladinha, e batata rosti super crocante.
Não parou por aí: e o filé de linguado grelhado muito bem acompanhado pela salada Belmonte? Prá inglês nenhum botar defeito…
Nem vou lhes contar as delícias que estavam porque as fotos falam por si.

O Belmonte continua batendo um bolão. Não é à tôa que faz tanto sucesso.

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ROSA CRISTAL? Onde anda você?

Rio de Janeiro – El Born.


Imagem Destacada: Interior do El Born.

Endereço: Rua Bolivar, 17, Copacabana, Rio de Janeiro-RJ
(21) 3496-1781 – Abre de Seg a Sex, das 17h às 2h. Sáb e dom, das 15h às 2h

Obs: clique duas vezes na luva para ver a imagem aumentada.

Finalzinho de 2012, em Copacabana, nasceu mais uma casa comandada pelo Midas Antonio Rodrigues (leia-se Boteco Belmonte): o EL BORN, especializado em petiscos com sotaque catalão, mais precisamente, barcelonés.

A casa com decoração descontraída e aconchegante ocupou o lugar do Espelunca Chic para deleite dos fãs das casas de Antonio que já o conhecem de outros Carnavais e apreciam qualidade.
Pelas paredes e cardápio original – na verdade, um álbum de fotografias -, o bairro El Born de Barcelona é bem lembrado.

Sugerir o melhor prato é difícil porque tudo é muito saboroso. É fechar os olhos e escorregar o dedo pelas páginas do cardápio; onde parar, pode pedir que não vai se arrepender.

Semanalmente bato ponto na Casa. E quando não estou no El Born estou do outro lado da rua, no Belmonte. Eu e “meu fiel escudeiro e companheirão de viagens” somos habitués de ambos.

Vez ou outra leio comentários na internet a respeito dos preços – acham um pouco elevados. Não concordo e quanto a isso digo com convicção de que tudo vale cada centavo gasto. As porções são honestas, generosas e primam pela qualidade; nada minguado e enganador. A prova de que tudo vale à pena está na clientela que abarrota as Casas de Antonio (seja dia útil ou não), para a felicidade geral da galera que gosta de comer bem em um ambiente onde só vai gente feliz. Gente mal humorada e que só reclama da vida não esquenta lugar no El Born.

O movimento maior vai de 5ª à sábado. Quem quiser saborear as famosas tapas, as divinas sangrias e os coquetéis mirabolantes que a rapaziada do bar prepara, tem que chegar cedo ou então corre o risco de ter que aguardar – na calçada ou no bar, bebericando drinks maravilhosos prá esquentar o tamborim. O El Born é concorrido; e esperar também não custa nada e vale muito à pena.

As tapas citadas acima são comidinhas de sabores variados que os garçons trazem em bandejas e oferecem no salão. Quem nunca as experimentou não sabe o que está perdendo: bolinhas crocantíssimas de queijo, bolinhos de carne-seca, de bacalhau, de presunto e de jiló. Pãezinhos de Monsieur Guérin (sim, senhor!) acompanham porções generosas de creme de gorgonzola, morangos e molho adocicado de morango, alquimia elaborada no próprio El Born; batatas bravas pequeninas e recheadas pacientemente com molho de tomate apimentado. Polvo à vinagrete; camarões VG grelhados com rodelinhas de polvo… enfim… são muitos petiscos e só mesmo indo lá para experimentar.

E o laboratório comandado pelo chefe de bar Zan Andrade? O movimento é tão grande que o mestre conta com o apoio de Aragão, e mais dois funcionários especializados no assunto. A turma não é fraca e a noite inteira ouve-se o chacoalhar da coqueteleira.

Dia desses experimentei um coquetel fantástico de seriguela criado por Zan – o “Born Martini” – e um frozen de tamarindo – delicioso.

Só tenho a lhes dizer que adoro o El Born e tenho imenso carinho por todos os meninos e meninas que trabalham lá.

Ah! Quase ia me esquecendo: não fazem reservas, ok?

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El Born – Bar a Vinhos, Sangrias e Tapas.
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Capacidade para 72 pessoas.
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Zan Andrade, chefe do bar em plena atuação.

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Coquetel de Frutas vermelhas sem álcool: morangos, amoras… e uma pitada de segredo. Pura delícia.
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Ei-lo: Born Martini – seriguela como base.
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Bolinhos de Carne Seca e de Jiló. Olé!
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Em primeiro plano: pasta de gorgonzola, morangos, e molho adocicado de morango em fatia de pão de M. Guérin. Em segundo plano: queijos, azeitonas e tomate seco em tempero especial.
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Camarões VG grelhados e polvo.
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Rua Bolivar, 17
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Do outro lado da calçada, mais um Belmonte.
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El Born também é cultura. No cardápio, fotos de prédios barceloneses e detalhes da arquitetura da cidade se intercalam com nomes de pratos. Idéia muito bem bolada.
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E para aqueles que não pretendem sair da dieta, aí vai uma sugestão.
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E segundo plano, pãozinho com pimentão vermelho e bacon bem crocante. Ao lado da porção de picanha, nos espetinhos do primeiro plano, as batatinhas bravas.
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Uma das Tapas oferecidas é esta: Bacalhau, Grão de Bico e Torradinhas.
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Risotinho de Camarão com Rúcula.
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Bolinhos de Bacalhau: em cada porção, duas unidades.
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Suco de Abacaxi
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Salada de Bacalhau com Purê de Grão de Bico.
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Salada de Abacate Grelhado com Atum. Delicia…
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O Tiramisu é um dos melhores que já provei.
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Churros autênticos como os que saboreei em Barcelona e Madri.
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E para finalizar, mais uma estrela da Casa: Frozen de Tamarindo com pitada de segredo.

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NOVIDADE!

Aproveitando o embalo das Olimpíadas o restaurante criou três novos pratos dos quais provamos e aprovamos dois: o Via Laietana e O Pla de Palau. O primeiro, meu amigo, é divino! e estamos torcendo para esses pratos continuarem no cardápio. Merecemos.

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Foto Marilia Boos Gomes.

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Pla de Palau - Foto Marilia Boos Gomes.
Pla de Palau – Foto Marilia Boos Gomes.

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Via Laietana – Foto Marilia Boos Gomes.

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VAI VIAJAR ISTEPO MAIOR cópia