Arquivo da categoria: MALAS PRONTAS

CUMPRINDO O ROTEIRO.

ARGENTINA, AR: Pátio Quinquela, em LA BOCA.


IMAGEM em DESTAQUE: Fachada da Galeria.

QUINQUELA
A galeria homenageia um pintor autodidata de nome Benito Juan Martín. Recém nascido, foi abandonado pela mãe e levado a um orfanato por onde permaneceu por 7 anos, até ser adotado pela família Chinchella.
É um dos pintores mais conhecidos da Argentina.

A GALERIA
Trata-se de mais uma opção de compras na Magallanes, a rua do buchincho do Bairro La Boca.
Lugar agradabilíssimo, aconchegante, comércio organizado, tranquilo e com opção para você matar a sede ou tomar um cafezinho enquanto aguarda a patroa aparecer cheia de sacolas e sua carteira vazia.

Detalhe: bancos para os quem preferem ficar distante das compras, aproveitar para bater um bom papo com um amigo ou permanecer em silêncio, descansando.

No final da avenida, na parte coberta, mais opções para passar seu cartão de crédito.
Já havíamos caminhado bastante, visto muito coisa. Daí chega um momento em que o cansaço domina, a paciência acaba e não me deixo atrair mais por qualquer preço convidativo. Foi o caso.

Cunhada e sobrinha encontraram forças para dar uma volta no ambiente, mas não viram nada que lhes chamasse atenção.

O centro de compras é pequeno, o que favorece a busca pelo objeto desejado. É muuuiiito agradável.
Para ser franca, entrei porque o pátio me conquistou pela aparência assim que passei pela porta.
Vale a visita mesmo que você não esteja disposto a comprar nada.

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BRASIL, SC. Itapema: Café Colonial do Tirolez.


FOTO em  DESTAQUE: Parcial da Fachada do Tirolez.

A famosa casa localizada no Bairro de Ilhota, Itapema, à beira da BR-101, oferece suas delícias há mais de 25 anos para quem aprecia comida de qualidade.
Sinto grande satisfação ao lembrar que a conheço desde que se instalou quase em frente ao Posto da Polícia Federal, do outro lado da estrada.
O Café Colonial do Tirolez é especializado em culinária alemã.
Aos poucos e a custo de muito trabalho e arte foi ganhando, merecidamente, a fama de que desfruta.
São mais de 100 opções só no buffet!
A mesa é um chamado ao pecado da gula, sem contar os biscoitinhos, docinhos, pães (milho, centeio, trigo), geléias e outros tantos produtos já embalados.

Este Paraíso favorece quem está trafegando em direção à Florianópolis. Mas, se você estiver navegando no sentido Norte, fique atento. Logo após a Polícia Federal há um retorno; e para voltar a trafegar para o Norte, aí sim, você terá que seguir em direção à Florianópolis e só encontrará um retorno após 3 km de estrada. Compliquei? Então dê uma olhada no mapa abaixo.

Mesmo na baixa temporada há movimento no Tirolez; por conta desse porquê todas essas tentações estão sempre frescas.

É nesta ambientação simples, limpíssima, organizada e aconchegante que você poderá curtir várias especialidades da cozinha alemã.

Se o olho crescer e você partir prá experimentar um tiquiiinnnho de cada coisa, achando que vai dar conta… Há! “Vai mofar com as pombas na balaia”, istepô!…

O HORÁRIO de FUNCIONAMENTO é das 9:00 às 21:00 horas, exceto às terças-feiras.
HORÁRIO DE VERÃO: 8:00 às 22:00 horas, diariamente.
Telefone: 47. 3368-2556

PREÇOS
Há duas modalidades de cobrança: caso o interessado opte pelo buffet, pagará X. Caso sua preferência seja por refeição para viagem ou beliscar alguma coisinha, pagará Y.
Nesta modalidade, ou seja,  comer pouco, a pessoa terá que ter muita personalidade. Há, há!

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ARGENTINA, AR: Restaurante EL GRAN PARAÍSO, no Bairro La Boca.-


IMAGEM em DESTAQUE: Quintal do Restaurante.


Melhor informando: o Paraíso localiza-se na rua Gal José Garibaldi, entre as ruas Gal Gregório Araóz de Lamadrid e Magallanes.

A entrada do restaurante fica em frente à antiga linha de trem em um conventilho datado de 1890.
Não está no buchincho do bairro La Boca – que em minha opinião nada modesta resume-se à rua Magallanes -, mas atrai muita clientela e por isso fiz reservas aqui do Rio.
Uma respeitável churrasqueira e uma grelha dão as boas vindas e mostram o que poderá estar em seu prato em poucos minutos.
Confesso que achei muito esquisito entrar e ser surpreendida por esse panorama que se vê abaixo – além de um fumacê danado que tivemos que atravessar – até chegarmos ao quintal.
Por outro lado, para chamar atenção, principalmente de quem come com os olhos, a estratégia merece aplausos. E mais: o aroma do churrasco vai longe, além “da-queee-la!” fumaça. Basta seguí-los.

Passado o impacto da entrada – observe o fumacê -, nos deparamos com um salão coberto, à esquerda, muito bem arrumado…

… e aí, sim, vem o quintal – um convite ao bem estar em seu sentido mais amplo.
O atendimento foi muito bom. A jovem senhora que nos atendeu desdobrou-se em sua função, além de revelar-se pessoa apreciadora de humor negro.
O frango que pedi estava cru. Chamei-a, claro, para que o levasse novamente para o braseiro, blá, blá, blá… Ela olhou para o prato e exclamou em bom som: – Nossa! Está vivo!
Nessa de aguardar que o frango voltasse morto e bem passado conforme solicitei, acabei ficando prá trás e saí da harmonia do grupo.

A DECORAÇÃO
Aquelas peças que normalmente são descartadas em uma casa, transformaram-se em originais detalhes da decoração do jardim. Neste canteiro na foto aqui de baixo só faltou o vaso sanitário.

Um pé de máquina de costura foi transformado em mesa e serve como aparador.
Até uma atração turística há no quintal. Idéia genial.

PREPARE-SE!
É preciso estar com a carteira municiada com pesos, reais, dólares ou euros para pagar sua conta.
De acordo com um aviso acanhado que se vê ao pé da primeira página do cardápio, em março de 2018 o restaurante só estava aceitando pagamento em dinheiro.
Gostaria de saber o que acontece com quem sai com pouca grana no bolso, confiante de que pagará sua conta com o cartão de crédito. Neste caso, terá que desistir do programa?
E aquele que abre o cardápio aleatoriamente, sai procurando a página onde está o que pretende comer – carnes, por exemplo -, e fecha o menu sem tomar conhecimento de mais nada?
Convidou amigos e família para almoçar fora…, a turma come e bebe fartamente… E agora?
Lavar louça prá pagar a conta? Pendurar relógio? Deixar celular como garantia? Como fica? Me engana que eu gosto.

Mas as surpresas não param por aí; essa da foto abaixo achei interessante: um aviso que previne que o cliente pode não ser atendido. Cardápio sincero, esse!…

O BOM HUMOR TAMBÉM BROTA NO PÁTIO
A procedência do ar que se respira no quintal foi demonstrada de maneira criativa em um sistema 3D inédito. A-mei!

Vira e mexe o cliente se depara com uma situação risível como esta.

O CARDÁPIO,
para mim, deixou a desejar pelo motivo já exposto. Quem pediu carne bovina ou cordeiro ficou satisfeito.

A fraldinha (chuletão) veio no ponto certo.
O prato de Chouriço também agradou.
Papas Fugazzetas – Batatas fritas servidas com ovos mexidos, queijo e cebola caramelizada. Há outras sugestões bem interessantes.
O frango que por muito pouco não bateu asas e voou do meu prato.

Sugestões para sobremesa não escapam da criatividade: estão pintadas em placas penduradas nas paredes.

A lenha (ou parte dela) que não está armazenada próxima à churrasqueira, acaba sendo destaque na decoração.


O CARDÁPIO
Há opções bem interessantes para abrir os trabalhos – petiscar.
Os pratos de carne vermelha e choriço sugeridos parecem apetitosos e as opções para acompanhamentos também: saladas e batatas podem vir para sua mesa de maneira bem simples ou incrementadas.
As porções de carne são para 1, 2 e até 3 pessoas.
Para quem não aprecia nenhum tipo de carne há provoletas – pratos elaborados com queijo provolone.
Para conhecer a variedade de opções do menu basta clicar aqui.

Sem considerar aquele frango que veio sangrando, agonizante para meu prato, indico o restaurante.

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BRASIL. PARANÁ, PR. Travessia Caiobá-Guaratuba, A Caminho de Florianópolis.


IMAGEM em DESTAQUE: Desembocadura do Rio São João.

Deixamos Antonina pela PR-408 em direção à Morretes; nosso objetivo era acessar a BR-277 para alcançarmos a PR-508 e chegarmos primeiramente a Matinhos.
Seguindo orientação das placas de trânsito, finalmente entramos na PR-412, rodovia que nos levaria até à travessia Caiobá/Guaratuba.

No sentido Caiobá-Antonina trafegar pela Avenida Atlântica (mão única) é muito agradável. Já fizemos esse trajeto duas vezes e gostamos muito. Aconselho-o.

AVISO AOS NAVEGANTES.

Três balsas operam na travessia, o que torna o serviço super rápido.

Para assistir ao curto vídeo da travessia, clique aqui.

DEIXANDO CAIOBÁ.
CHEGANDO A GUARATUBA.

Atravessamos a balsa, descemos em Guaratuba, e continuamos nossa viagem em direção à Garuva pela mesma PR-412, que, ao cruzar a fronteira Paraná/Santa Catarina, torna-se SC-415.
Garuva está na beira da BR-101; por isso bastou-nos passar por baixo da BR e seguir em direção à Florianópolis: mais 211 km de estrada.


Se você gosta de viajar, trace seu roteiro e bote o pé na estrada. Não bobeie:

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BRASIL. PARANÁ, Pr: Chegando à Florianópolis pela Estrada da Graciosa, a PR-410.


IMAGEM em DESTAQUE: Trecho da Estrada da Graciosa.

Cansada de trafegar (tanto de ônibus quanto de carro) pela BR-116 do Rio à Florianópolis  – mais de 20 anos só em companhia de meu fiel escudeiro -, sugeri mudar o trajeto – “Antes tarde do que… ” Continuar lendo BRASIL. PARANÁ, Pr: Chegando à Florianópolis pela Estrada da Graciosa, a PR-410.

ARGENTINA, AR: Calle Magallanes – A Rua Mais Animada Do Bairro La Boca.


IMAGEM DESTACADA: Conventilho visto do Centro Cultural de Los Artistas.

LA BOCA
era sinônimo de Camiñito, sua mais famosa rua.
Nem o estádio de futebol conhecido como La Bombonera, em minha opinião nada modesta,  Continuar lendo ARGENTINA, AR: Calle Magallanes – A Rua Mais Animada Do Bairro La Boca.

BRASIL, PARAÍBA, PB: Cabedelo – Um Show Ao Cair da Tarde.


IMAGEM em DESTAQUE: Anoitecer em CabedeloRio Paraíba.

A distância de João Pessoa à Praia do Jacaré é de pouco mais de 10 km.
– Mas, o que tem lá?
– Ao cair da tarde – chova canivetes ou faça sol -, lá vem Sr. Jurandir  em um barquinho a remo, de pé, tocando Bolero, de Ravel, em um saxofone. Faltam-me palavras para descrever o cenário.
Tivemos sorte. A tarde, neste dia 23/8/2011, foi um presente para todos que lá estavam, especialmente para meu mano, que sentiu-se presenteado por ter aniversariado no dia anterior.
Aos poucos começamos a ouvir os primeiros acordes da obra mais conhecida de Ravel, composta em 1928. O silêncio começou a se fazer na platéia: o público presente nos restaurantes localizados na beira do rio, construídos parcialmente sobre palafitas de onde a visão é panorâmica.
Paulatinamente, fomos ouvindo o som do sax se aproximar e, repentinamente, daquele sussurro o silêncio se fez. Fantástico!
A margem do rio é tomada por restaurantes e lojas de artesanatos. Só essa dobradinha é suficiente para atrair público considerável. Imagine como não fica, diariamente, com mais essa atração chamada Jurandir.
Não há tempo ruim, literalmente, nem para o artista e nem para quem se dispõe a assistir ao espetáculo.

O  HORÁRIO
de sua apresentação varia entre 16.30 h e 17.00 h – dependendo da Estação do Ano.
Em agosto de 2011 era tudo muito organizado. Para nossa sorte, além da tarde cinematográfica, acabamos por escolher um restaurante que nos deu oportunidade de vê-lo bem de perto: foi justamente neste ponto que o artista  desembarcou.

Sua trajetória é muito interessante: aconteceu por acaso, segundo seu depoimento para a reportagem publicada no jornal O Globo em 2012.  O porquê da escolha da música e de apresentar-se tocando em um barquinho, são curiosos.

O saxofonista termina seu espetáculo diário, subindo a rampa de um dos restaurantes.

Gostamos muito da atração. Valeu demais!


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BRASIL, MINAS GERAIS, MG: Pousada do Ó, em Tiradentes.


IMAGEM em DESTAQUE: Rua do Chafariz, em frente à Matriz de Santo Antonio.

Não tenho a menor dúvida: voltando à histórica e charmosa Tiradentes, só não me hospedarei na Pousada do Ó se não houver quarto disponível.
Localizada em rua tranquila próxima do Centro da cidade, de restaurantes, e daquelas lojinhas que parecem nos chamar ao passarmos pela porta.
Nem é necessário dizer que as atrações estão por toda parte; basta olhar a seu redor e escolher por onde começar – estamos em Tiradentes.

A pousada conta com um jardim espaçoso onde, mesmo que você não queira, ouve o canto de pássaros desde o amanhecer até o Sol se por. Enquanto o dia não mergulha na noite, eles estão cantando.
Acomodar-se em um espreguiçadeira e ouví-los é uma benção.

Em todas as nossas manhãs, o proprietário, Sr. Alan (à esquerda na foto), fazia questão de nos cumprimentar e nos desejar um excelente dia. A gentileza, a atenção que dispensava aos hóspedes era fora do normal. Quem não gosta de ser bem tratado? E os funcionários? Acompanhavam o jeito descontraído e educado de ser do proprietário.

 

O café da manhã era farto e variado. Ma-ra-vi-lho-so!

Não houve um “se”, um “mas”, nada! E pelas voltas que dei na internet para ver se a pousada ainda estava ativa, tive uma agradável surpresa: está muito mais bonita do que era. Clique aqui e veja.

Não me lembro por quantos dias permanecemos em Tiradentes, mas lembro-me de que foi o suficiente para visitarmos a cidade com tranquilidade e ainda darmos uma esticada até São João del Rey, a 11 km de distância, a Bichinho, distante em apenas 6,8 km (localidade conhecida por seu artesanato), e a Resende Costa, a mais distante: entre 42 e 55 km de distância, dependendo da estrada por onde você passar.
Resende Costa também se destacava pelo artesanato, porém, com sensíveis diferenças: notei que se dedicavam mais à tecelagem.

Para curtir a região é bom programar-se para vasculhar a cidade e arredores.
Minas Gerais é bom demais da conta, sô!…


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PORTUGAL, PT: Peniche – Famosa Pelas Grandes Ondas, Rendas de Bilro e Pescaria


IMAGEM em DESTAQUE: Paisagem de Peniche.

Peniche está localizada na Província da Estremadura, no Distrito de Leiria.
Decidimos visitá-la, descompromissadamente, pensando em sua proximidade com Lisboa; não traçamos roteiro, não procuramos pontos interessantes, nada.
Nessa época não tínhamos notícia da Praia de Medão Grande, conhecida por Supertubos devido à astronômica altura das ondas das quais os surfistas tanto gostam. Estivéssemos ligados nesta praia, não perderíamos essa atração.

Quando vejo imagens das ondas surfadas na Medão por esses doidos, me pergunto se são movidos pela vaidade em surfar a maior onda para terem seu nome figurando entre os porretões de Peniche… Seria isso?
O que os impulsiona a correrem riscos desnecessários? Superação de medo? Pura coragemAmor ao esporte? Loucura? Ou… tudo junto?

DE ONDE PARTIR.
Partimos do Terminal Rodoviário de Sete Rios, localizado na rua Prof. Lima Basto, 133 / 1500-423.


Chegamos ao terminal rodoviário por Metrô que pegamos na Estação Marquês de PompalLinha Azul – Direção Reboleira – e descemos na Estação Sete Rios.
Como não encontrávamos a saída para a rodoviária, pedimos ajuda. Portanto, fica o aviso. Vá com bastante antecedência para não ser surpreendido pelo inesperado que poderá atrapalhar seu programa.
Outra opção é saltar na Estação Jardim Zoológico e caminhar um pouquinho (clique aqui).

A VIAGEM
até Peniche durou aproximadamente 2 horas; ônibus confortável.
Da Rodoviária de Peniche caminhamos 1 km até atingirmos a Av. do Mar, onde almoçamos em um restaurante que deixou a desejar: o Kate Kero I.

Avenida do Mar, à direita.

A cidade não se destaca apenas pelas ondas que formam tubos perfeitos, como desejam os surfistas.
O trabalho de tecelagem de redes de pesca é tão valorizado, que esse reconhecimento foi divulgado em um painel e uma placa como agradecimento da cidade. Afinal, Peniche tem a fama de ter um dos maiores polos de pesca de Portugal.

E por falar em tecelagem de redes, lembremo-nos das rendeiras que tecem maravilhas com bilros, e que também incluíram a cidade no rol das que primam pela fabricação dessa renda artesanal.

ONDE COMER
Foi na Avenida do Mar que nos deparamos com muitos restaurantes – era um ao lado do outro. Optamos pelo Kate Kero I e nos arrependemos.
Apesar da apresentação dos pratos, em sabor deixaram muito a desejar. Não recomendamos.

Ambiente agradável, vista para o mar, bom atendimento; mas a cozinha…

A muralha abriga boa parte da cidade. Para quem visitou Setúbal, encontrará uma localidade com menos atrativos, excetuando-se algumas igrejas que são consideradas atrações. Não as visitamos porque tínhamos pouco tempo para voltar a Lisboa. Lamentamos.

COZINHA INFORMAL
Sei não, mas acho que um bonito cachorro-quente à moda brasileira teria sido opção melhor que a do tal Kate Kero I.
Adorei a criatividade da “carrocinha”. 

A cidade merece ser visitada com mais atenção e isso requer mais tempo. De qualquer forma, valeu.


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