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Marseille, França: Bairro Le Panier


Roteiro: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

Imagem Destacada: rue du Refuge no bairro antigo Le Panier.
Acesso Metrô: estações Juliette e Vieux-Port Hôtel de Ville.

Como chegar: Le Panier está situado na parte norte do antigo porto (Vieux Port). Trata-se da parte mais antiga de Marseille, localizada atrás da Prefeitura.
O nome deve-se a um albergue em cujo letreiro havia o desenho de uma cesta (panier). Por conta deste estabelecimento, a rua acabou sendo chamada de Le Panier e, mais tarde, todo o bairro ficou conhecido por este nome.
A cidade de Marseille começou neste quarteirão. Atualmente, Le Panier atrai turistas graças à sua revitalização e à implantação de atividades culturais. Ter sido eleita a Capital Europeia da Cultura contribuiu muito para esse revigoramento.

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França: Marseille – Igreja de N. S. de la Garde e Calanques.


Imagem Destacada: Calanques em Marseille.

Roteiro: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Notre Dame de la Garde, Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

Obs: Nas fotos em que aparece a luva, clique para aumentá-las.

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TRENZINHO TURÍSTICO: Dia seguinte ao de nossa chegada à Marseille decidimos pegar o tal trenzinho. Cansados, foi a maneira prática que encontramos para dar uma volta pela cidade sem termos que fazer esforço.

O passeio não é longo e percebe-se que o roteiro tem como objetivo proporcionar aos passageiros uma visita à Basílica de Notre Dame de la Garde (site oficial clique aqui).
Na ida o trem segue margeando as calanques, passa em frente ao Monumento aos Mortos do Exército do Oriente,  e chega sem demora à colina do santuário.
Na volta o trem retorna a seu ponto inicial, passando por bairros sem nenhum atrativo.
Entretanto… até entrarmos na igreja, tivemos que subir trocentos degraus. E o pior: sem a menor chance de parar prá respirar porque só dispúnhamos de 20 minutos. E para quem já estava cansado, não poderia haver despertador melhor. Foi a segunda corrida violenta que tivemos que fazer nesta viagem.

A outra foi até pior: em uma das gares – não me recordo bem qual -, tivemos que correr muito ao sair de um trem para pegar outro. Estávamos no último vagão. Quando vi que no relógio da estação faltavam apenas 10 minutos para o outro trem sair, começamos a correr. Tínhamos pela frente uma plataforma quilométrica e dois bilhetes para compostar. Para complicar, ainda pegamos uma máquina que estava de pirraça e insistia em não carimbá-los. Felizmente, contamos com o auxílio de um senhor que ao perceber nossa aflição cedeu sua vez e ainda nos ajudou a marcar os bilhetes. Passado mais esse sufoco saímos em desabalada corrida passando por mais duas vias até chegar à nossa para não perder o trem para Paris. Foi entrar no vagão e o dito cujo partir. Há muito não corria tanto para pegar trem. Nem 007 faria tamanha proeza.

NOTRE DAME de la GARDE – Voltando ao santuário… Quem relata em pormenores sua história é Anaté Merger. Clique aqui para conhecer a explanação interessantíssima da jornalista brasileira, autora do blog http://www.naprovence.com – portal para quem deseja conhecer o Sul da França em ricos detalhes.

Mais prá frente, nas postagens a partir de Aix, falarei mais a respeito do trabalho de Anaté Merger e Leonor, nossa guia pelas estradas perfumadas da Provence.

ALÉM DAS CALANQUES, O QUE HÁ PARA VER e FAZER em MARSEILLE

Na marina, do lado do antigo bairro Le Panier, ficam: a bilheteria e o ponto de embarque deste trenzinho, o cais de embarque para quem se destina às Calanques, a Catedral La Major, a Igreja de Saint Laurent, o Mucem, a Prefeitura, os cais onde ancoram barcos que partem para os portos da Córsega, além de bares e restaurantes.

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No alto da colina, a Basílica de Notre Dame de La Garde.

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O santuário, bem mais perto.

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A basílica de Nossa Senhora da Guarda foi construída sobre a estrutura de um antigo forte do seculo XVI, pelo arquiteto Henri-Jacques Esperandieu, em estilo Neo-Bizantino. Esta estrutura foi erguida por Francisco I com a finalidade de resistir ao cerco de Charles V em 1536.

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Nave central da basílica.

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N. S. da Guarda reinando absoluta em seu altar.

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Trabalho requintado executado na parte inferior dos arcos.

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O QUE É UMA BASÍLICA?

A denominação remonta às Ágoras gregas, origem mais remota de nossas Bolsas de Valores, por serem locais públicos onde pessoas se reuniam não apenas atraídas por feiras e mercados, bem como para discutir política, cultura e outros assuntos de interesse dos cidadãos.

As mercadorias eram anunciadas em voz alta, a fim de que todos escutassem o que estava sendo comercializado, tal qual acontece ainda hoje nos pregões das BV. Para quem ainda não sabe, este é o motivo da gritaria.

A Ágora romana descende da grega, com uma diferença: eram espaços cobertos, as basílicas, onde assembléias eram realizadas. Ora funcionavam como tribunais, ora acomodavam reuniões em que se discutiam assuntos diversos.

A Wikipédia explana o assunto minuciosamente e vale à pena uma consulta para quem quiser saber mais a respeito das basílicas e como acabaram se transformando em templos cristãos. Clique aqui.

A peregrinação à Notre Dame de la Garde acontece, anualmente, em 15 de agosto.

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VIEUX PORT – Pela manhã saímos do hotel e rumamos em direção à bilheteria do trenzinho turístico, localizada em frente ao prédio que se vê à direita, no outro lado da marina.

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VIEUX PORT – Este abrigo possui o teto espelhado, o que lhe confere um efeito muito interessante.

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Quase em frente ao hotel, está a bilheteria dos barcos que partem para Friou

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O efeito do cais no teto espelhado da cobertura.

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Outro espelhamento.

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Mais adiante, uma feirinha de artesanatos muito interessante acontece aos sábados.

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Este senhor reproduz em seu artesanato, os quadros pintados por sua mulher. Arrependí-me por não ter adquirido mais porta-documentos. Um trabalho genial que nunca vi em outro lugar.

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Artesanato de qualidade na feirinha do Vieux Port.

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Esta jovem vendia umas peças maleáveis com algumas utilidades decorativas interessantes: adorno para copos com pé, porta guardanapos…

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Uma das conduções para você chegar ao Santuário é este trenzinho, cujo ponto é em frente a este prédio no Vieux Port.

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Monumento aos Mortos na Primeira Guerra. Flagrante de uma “foto mico”.

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Monumento aos Mortos do Exército do Oriente, erguido em 1927 em homenagem aos soldados mortos na Primeira Guerra Mundial.

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Estas fotos foram clicadas do trenzinho turístico. Percurso válido e excelente para se chegar à Basílica.

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Outra foto sacada do trenzinho.

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Vista do pátio da Basílica.

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Vista do pátio da Basílica.

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Marseille vista parcialmente do pátio da basílica

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O ônibus 60 parte do Forte São João e segue até ao santuário.

Horários do percurso você poderá conferir clicando aqui.

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Panorâmica do Velho Porto.

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Opções de passeios você encontra na bilheteria flutuante de onde partem embarcações para as Calanques (vide fotos abaixo)

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Bilheteria flutuante no Vieux Port.

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Marseille, França.
Nesta embarcação navegamos até Cassis.

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O barco que nos transportou às Calanques, aparentemente pequeno, surpreendeu-nos pelo conforto e dimensões de seu interior.

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Interior da embarcação que nos levou às Calanques.

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Acesso ao salão na parte de baixo da embarcação.

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Até o momento da saída do Velho Porto, tudo bem, todos acomodados na parte externa.

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Catedral de la Maior e Mucem.

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Na saída do Vieux Port o barco começou a balançar muito devido ao mar agitado. E daí, o inevitável aconteceu: alguns não suportaram e passaram mal.

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CALANQUES

Calanques são formações rochosas com predominância de calcário que se prolongam por aproximadamente 20 km ao longo da costa de Marseille. Abrange desde a localidade de La Madrague de Montredon, no 9 ème Arrondissement até Ciotat, cidade situada depois de Cassis.

Ira à Marseille e não subir a colina para conhecer a Basílica de Notre Dame de la Garde, padroeira da cidade, e não navegar pelo litoral recortado das Calanques são pecados mortais gravíssimos.
O Parque Nacional das Calanques foi criado oficialmente em 18 de abril de 2012; merece ser apreciado e a maneira mais fácil é navegando.
As embarcações partem do Vieux Port em frente à Capela dos Augustins, onde está a bilheteria. Na calçada há uma tabuleta oferecendo outros tipos de passeios, incluindo mergulho em algumas calanques. Escolhemos o percurso de de 3 horas e não nos arrependemos.
A navegação, obviamente, é paralela aos paredões e, à medida que os barcos se distanciam do porto observamos que as rochas tornam-se cada vez mais altas.

La Madrague, Saména e Les Goudes, devido à sua proximidade ao Vieux Port – cerca de 20 minutos -, acabam por congestionar a estrada nos fins de semana; não só pela busca de moradores e turistas por um bom mergulho, mas também porque nestas calanques há algumas residências. Além do mais, a curta distância facilita o acesso a essas angras, e ainda há o conforto da oferta de restaurantes – em Saména há até dois pequenos hotéis -, garantindo relax e divertimento. Acrescento ainda outro ponto favorável: essas três calanques não possuem paredões; a grosso modo, situam-se no nível da estrada.

Mais adiante está a Calanque de Callelongue. Esta possui centro de mergulho, é acessível pelos ônibus número 19 e 20 e por automóveis. Segue a Calanque de Marseilleveyre: conta com praia, é acessível apenas por barco, há restaurante e é outro ponto de mergulho.

Em Marseilleveyre está a segunda mais alta formação rochosa com 432 metros de altura, sendo a maior, o Monte Puget, com 565 metros.

Com menos importância vêm as Calanques de Queyrons seguida pela Podestat, pela d’Escu, e pela de Cortiou onde há uma estação de tratamento de águas residuais e esgoto de Marseille.

A partir daqui, até a Calanque de Port Miou, a rocha é bastante recortada onde algumas Pontas bem longas e agudas avançam mar adentro como se quisessem espetar os barcos que por ali passam.

Uma delas é a Ponta de Merveille e a outra a de Sormiou, que denuncia a chegada da Calanque mais próxima, de mesmo nome. Sormiou possui pequeno porto, há oferta de restaurantes e além do mais é acessível a partir de Cassis. Em Sormiou a área de ocupação residencial é significativa devido à facilidade de acesso.

A seguir vêm as Calanques de Morgiou e Sougiton, ambas acessíveis por ônibus. Não vá pensar que a condução irá deixá-lo “na porta” da Calanque, porque não é bem assim. O ônibus número 21 que sai da Praça Castellane (aproximadamente da Av. Prado, 7) segue até a Faculdade de Ciências de Luminy, no 9 ème Arr. Deste ponto até às calanques caminha-se por aproximadamente uma hora. Clique aqui para conferir.

Pensando bem é uma barbada. Leve em consideração que você fará a maior parte do percurso em condução popular, para desfrutar de um bonito mergulho em uma Calanque!, e não em um lugar qualquer… Mesmo que você caminhe muito, escorregue, rale as canelas, crie bolhas no calcanhar ou amasse seus calos, agradecerá mais tarde pelo esforço dispendido mesmo que você não durma de tanta dor no corpo. Isso lhe mostrará que todos os seus músculos estão funcionando perfeitamente e será mais um agradecimento que você deverá fazer… Entende o lado positivo da coisa? Ah! Não se esqueça de levar água.

ATENÇÃO: nas Calanques de Sormiou, Morgiou e Callelongue os veículos são proibidos em todos os fins de semana e feriados, a partir de meados de abril até 02 de junho. Após este período, a proibição passa a ser diária até 28 de setembro. Caso interesse, há um site (em inglês) que explica tudo isso e mais alguma coisa, tais como a proibição de acampamentos, presença de cães, não levar mudinhas de plantas prá casa pra “ver se pega”, essas coisas (http://www.marseille-tourisme.com/en/marseille-calanques-walks/)

Um pouco mais adiante temos a Calanque de Saint-Jean de Dieu ou de l’Oeil de Verre, as Enseadas des Enfers e de la Baume, bem como as Calanque de Devenson, a de L’Eissadon, a de L’Oule (praticamente inacessível), e a Calanque d’En Vau que conta com uma pequena praia.

De todas, as Calanques de Port Pin e a de Port Miou (Cassis), em minha modesta opinião, são as mais interessantes. Dessas três últimas as mais procuradas para banho são as d’En Vau e Port Pin que você alcança em uma caminhada de aproximadamente 30 minutos a partir de Cassis.

Port Miou é muito estreita. Na verdade, transformou-se em uma marina imensa.

Há calanques para todos os gostos e possibilidades de acesso: em algumas chega-se apenas por barco, possuem pequena praia, e outras não. Há Calanques onde você pode chegar após longa caminhada e refrescar-se em delicioso banho e ainda há outras que você pensa que vai acessá-la, mas … vai acabar “morrendo” mesmo é no caminho, olhando o azul inigualável do Mediterrâneo.

As rochas estão riscadas por muitas trilhas e há de se ter muita disposição para atravessá-las. O terreno é arenoso – e por isso escorregadio -, e alguns trechos exigem muito do caminhante por serem íngremes.

Quem optar pela lei do menor esforço como eu, certamente escolherá as calanques mais próximas à Marseille ou à Cassis.

PASSEIOS em MARSEILLE: EM BICICLETA ou NÃO.

Uma boa opção é fazer um passeio pelas trilhas em bicicleta elétrica. E quem acena com a novidade é a Fernanda no blog da brasileira Maria Lina, residente em Paris, que explica tudo direitinho. Clique aqui para saber mais.

Acontece que outra brasileira, Anaté Merger, residente em Aix-en-Provence (Aix está pertíssimo de Marseille – apenas 30 km) também oferece opções de passeio não só em Marseille, mas por todo o Sul da França. Para saber tudo isso e mais alguma coisa clique aqui

Para finalizar o papo e deixar bem claro que as mulheres brasileiras estão com tudo e mandando ver à frente do turismo na França, seguem mais novidades a respeito das Calanques. Desta vez as indicações vêm da Natalia Itabayana, do blog Destino Provence. Clique aqui e acompanhe suas experiências.

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Fort Saint Jean.

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Mucem.

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Cathédrale Sainte Marie Majeure de Marseille.

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Le Chateau d’If

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Baie des Singes, em Les Goudes.

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FRANÇA: De Nice a Marseille.


Imagem Destacada: Jardim Alberto I, Nice.

Da janela do apartamento do Hotel B4 Nice Plaza 12, Avenue de Verdun, saquei a penúltima foto do Jardim Alberto I (em fase de acabamento para receber o Festival de Jazz), e rumamos para a Gare com destino a Marseille.

Nice, pela manhã, dia de partida p Marseille. 05.7.14 (1024x768)
Jardim Alberto I.

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 Digo “penúltima” parodiando minha avó paterna que não gostava de pronunciar as palavras “azar” e “última”. Além do mais, como pretendo retornar em breve, o “penúltima” serve para dar uma força no astral.

Nesta partida aconteceu o seguinte: como em 2013 usamos nossos bilhetes de trem em horários que não os determinados no bilhete, decidimos antecipar nossa viagem – marcada para 15.00 h. –  e pegar o primeiro comboio que aparecesse.

Quando adquirimos um bilhete de trem comum, não há necessidade de obedecer horário e número de poltrona marcados. Essa flexibilidade aprendi com um fiscal da estação de Vernon, ao retornarmos de Giverny, e desde então passamos a viajar sem nos prender a esses pormenores.

Ao chegarmos à Gare pouco antes de meio-dia, um trem já estava esticadinho na plataforma. Tentamos embarcar, mas fomos impedidos pelo fiscal, porque nossos bilhetes estavam marcados para 15.00 h e , além do mais, aquele trem não era o popular conforme explicado acima. Poderíamos seguir naquele comboio caso pagássemos a diferença do preço do bilhete. Achamos a alternativa ótima e, ali mesmo, na plataforma, pagamos ao fiscal – que registrou nossos novos bilhetes em uma máquina semelhante à utilizada para cartões de crédito -, e embarcamos.

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Interior do trem que nos levou de Nice para Marseille.

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Sem lugar marcado, aconteceu de termos que mudar de lugar duas vezes, o que era esperado. Sem problemas. Nem que tivéssemos que sentar no chão, estaríamos felizes por termos conseguido sair de Nice conforme imaginávamos.
O percurso dura aproximadamente duas horas e meia e isso é nada quando se viaja confortavelmente.
Em Marseille tivemos dificuldade em encontrar táxi ao sairmos da estação de trem. Sem alternativa, arrastamos nossas malas até sairmos do entorno da gare e acabamos pegando um taxi em uma avenida próxima.
Logo chegamos ao Grand Tonic Hotel Marseille – 43, Quai des Belges 13001 – Marseille, em frente ao Vieux Port, muito bem localizado.

Visivelmente, trata-se de um prédio antigo reformado cuja recepção deixa a desejar em aparência. A classificação Quatro Estrelas ultrapassou em muito o limite do bom senso. Aliás, gostaria de saber qual critério usam para “estrelar” os hotéis.

Para que tenham idéia, vi alguns hóspedes chegarem para tomar seu café da manhã próximo ao horário de encerramento do desjejum e encontravam o buffet incompleto. Nós mesmos, ficamos uma manhã sem ovos mexidos (adoro!), sem a bandeja de frios completa, sem pão francês!!! e sem mais alguma coisa da qual não me recordo. Frutas! Faltavam algumas frutas! O buffet estava bastante desfalcado e ficou por isso mesmo. Reportei-me então a um dos garçons pra reclamar – principalmente a falta dos ovos mexidos – e fui informada de que o hotel não dispunha mais de ovos!!! para compor a mesa do café da manhã. Peraí! Um hotel dito 4 estrelas nessas condições? Passamos então a acordar mais cedo objetivando encontrar um buffet completo. De pomposo o hotel só tem o nome. Três estrelinhas estaria de bom tamanho. Mais que isso é exagero.

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Quarto do “Grand’ Tonic Hotel Marseille.

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Quarto de bom tamanho.

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Banheiro espaçoso.

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Historicamente, Marseille era o centro comercial mais importante na região e funcionou como o principal porto comercial do Império Francês. Marselha é a maior cidade francesa na costa do Mediterrâneo bem como o maior porto comercial. É a capital da Provence-Alpes-Côte d’Azur, bem como a capital do Departamento de Bouches-du-Rhône. É a segunda mais populosa cidade francesa.

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Vieux Port visto do quarto do hotel.

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Em frente ao hotel, a bilheteria para aquisição de passagens para as Ilhas Frioul e If.

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Á direita do Grand Tonic Hotel há uma excelente brasserie onde almoçamos algumas vezes: a Brasserie Le Soleil. Atendimento atencioso, rápido e boas refeições.

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Brasserie Le Soleil.

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Salada com frutos do mar…

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Brasserie Le Soleil, à direita do Grand Tonic Hotel.

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Sobremesa – Panqueca com recheio de creme de chocolate.

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Vieux Port visto da mesa que ocupamos na brasserie.

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Em frente à Chapelle des Augustins está a bilheteria para quem deseja passear pelas Calanques e ainda o Château d’If.

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Vieux Port.

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Vieux Port, Marseille.

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Vieux Port – À esquerda, ao fundo, o Grand Tonic Hotel.

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Vieux Port.

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