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França: Marseille/Aix – A Sensação de Voltar Prá Casa.


Roteiro: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

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Imagem Destacada: Pescador Meditando no Vieux Port.

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Despedimo-nos de Marseille caminhando vagarosamente pela beira do velho cais como quem vê alguém pela última vez. Coração dividido entre a saudade do que aos poucos ia ficando prá trás e a ansiedade por sabermos que dentro de algumas horas estaríamos novamente em nosso Q.G. de Aix – 16, rue Vauvenargue -, onde havíamos alugado um pequeno apartamento em 2013. Continuar lendo França: Marseille/Aix – A Sensação de Voltar Prá Casa.

Cassis, França. Passeio de Marseille a Cassis em Ônibus.


Imagem Destacada: Marina no Centro de Cassis.

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Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

Como Chegar:

SAINDO DE MARSEILLE: Saímos do hotel localizado em frente ao Vieux Port e fomos caminhando em direção à Place Castellane, de onde, segundo minhas pesquisas, saíam os ônibus para Cassis.

Na praça, procuramos atentamente por qualquer indicação de ônibus que fosse para essa cidade, mas… em vão. Foi aí que não vi, mas senti um forte arrepio no corpo – igualzinho àquele que a gente sente quando fala em algum defunto, sacou? Aquele!… que a gente chega a pensar que tá com algum encosto? Pois é. Só porque me reportei à Nice e me lembrei daquela peregrinação à procura do ônibus número 100, i-nes-que-cí-vel.

Em Marseille, a busca foi pelo ponto do M8. Ó vida dura de viajante!… Ó ceus!

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FRANÇA: De Nice a Marseille.


Imagem Destacada: Jardim Alberto I, Nice.

Da janela do apartamento do Hotel B4 Nice Plaza 12, Avenue de Verdun, saquei a penúltima foto do Jardim Alberto I (em fase de acabamento para receber o Festival de Jazz), e rumamos para a Gare com destino a Marseille.

Nice, pela manhã, dia de partida p Marseille. 05.7.14 (1024x768)
Jardim Alberto I.

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 Digo “penúltima” parodiando minha avó paterna que não gostava de pronunciar as palavras “azar” e “última”. Além do mais, como pretendo retornar em breve, o “penúltima” serve para dar uma força no astral.

Nesta partida aconteceu o seguinte: como em 2013 usamos nossos bilhetes de trem em horários que não os determinados no bilhete, decidimos antecipar nossa viagem – marcada para 15.00 h. –  e pegar o primeiro comboio que aparecesse.

Quando adquirimos um bilhete de trem comum, não há necessidade de obedecer horário e número de poltrona marcados. Essa flexibilidade aprendi com um fiscal da estação de Vernon, ao retornarmos de Giverny, e desde então passamos a viajar sem nos prender a esses pormenores.

Ao chegarmos à Gare pouco antes de meio-dia, um trem já estava esticadinho na plataforma. Tentamos embarcar, mas fomos impedidos pelo fiscal, porque nossos bilhetes estavam marcados para 15.00 h e , além do mais, aquele trem não era o popular conforme explicado acima. Poderíamos seguir naquele comboio caso pagássemos a diferença do preço do bilhete. Achamos a alternativa ótima e, ali mesmo, na plataforma, pagamos ao fiscal – que registrou nossos novos bilhetes em uma máquina semelhante à utilizada para cartões de crédito -, e embarcamos.

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Interior do trem que nos levou de Nice para Marseille.

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Sem lugar marcado, aconteceu de termos que mudar de lugar duas vezes, o que era esperado. Sem problemas. Nem que tivéssemos que sentar no chão, estaríamos felizes por termos conseguido sair de Nice conforme imaginávamos.
O percurso dura aproximadamente duas horas e meia e isso é nada quando se viaja confortavelmente.
Em Marseille tivemos dificuldade em encontrar táxi ao sairmos da estação de trem. Sem alternativa, arrastamos nossas malas até sairmos do entorno da gare e acabamos pegando um taxi em uma avenida próxima.
Logo chegamos ao Grand Tonic Hotel Marseille – 43, Quai des Belges 13001 – Marseille, em frente ao Vieux Port, muito bem localizado.

Visivelmente, trata-se de um prédio antigo reformado cuja recepção deixa a desejar em aparência. A classificação Quatro Estrelas ultrapassou em muito o limite do bom senso. Aliás, gostaria de saber qual critério usam para “estrelar” os hotéis.

Para que tenham idéia, vi alguns hóspedes chegarem para tomar seu café da manhã próximo ao horário de encerramento do desjejum e encontravam o buffet incompleto. Nós mesmos, ficamos uma manhã sem ovos mexidos (adoro!), sem a bandeja de frios completa, sem pão francês!!! e sem mais alguma coisa da qual não me recordo. Frutas! Faltavam algumas frutas! O buffet estava bastante desfalcado e ficou por isso mesmo. Reportei-me então a um dos garçons pra reclamar – principalmente a falta dos ovos mexidos – e fui informada de que o hotel não dispunha mais de ovos!!! para compor a mesa do café da manhã. Peraí! Um hotel dito 4 estrelas nessas condições? Passamos então a acordar mais cedo objetivando encontrar um buffet completo. De pomposo o hotel só tem o nome. Três estrelinhas estaria de bom tamanho. Mais que isso é exagero.

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Quarto do “Grand’ Tonic Hotel Marseille.

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Quarto de bom tamanho.

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Banheiro espaçoso.

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Historicamente, Marseille era o centro comercial mais importante na região e funcionou como o principal porto comercial do Império Francês. Marselha é a maior cidade francesa na costa do Mediterrâneo bem como o maior porto comercial. É a capital da Provence-Alpes-Côte d’Azur, bem como a capital do Departamento de Bouches-du-Rhône. É a segunda mais populosa cidade francesa.

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Vieux Port visto do quarto do hotel.

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Em frente ao hotel, a bilheteria para aquisição de passagens para as Ilhas Frioul e If.

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Á direita do Grand Tonic Hotel há uma excelente brasserie onde almoçamos algumas vezes: a Brasserie Le Soleil. Atendimento atencioso, rápido e boas refeições.

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Brasserie Le Soleil.

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Salada com frutos do mar…

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Brasserie Le Soleil, à direita do Grand Tonic Hotel.

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Sobremesa – Panqueca com recheio de creme de chocolate.

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Vieux Port visto da mesa que ocupamos na brasserie.

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Em frente à Chapelle des Augustins está a bilheteria para quem deseja passear pelas Calanques e ainda o Château d’If.

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Vieux Port.

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Vieux Port, Marseille.

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Vieux Port – À esquerda, ao fundo, o Grand Tonic Hotel.

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Vieux Port.

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Nice, França – Um dia Inteiro na cidade, “sem lenço e sem documento”


Roteiro: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

Obs: clique duas vezes na luva para ver a imagem aumentada.

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Dia 02 de julho, véspera de irmos para Saint Paul, decidimos bater perna em Nice.

Pegamos o train-way na Praça Massena e saltamos na bela Praça Garibaldi. Mais bela, isto sim, após a reforma da fachada dos prédios que a emolduram.

Por mais que cutucasse na internet, não consegui descobri em que época este espaço tornou-se uma obra fantástica de “trompe l’oeil”. A perfeição é tamanha, que para os menos avisados as janelas possuem frontões, balaústres e molduras em relevo. O trabalho é grandioso. Não só pela dimensão das paredes – 6.500m² foram pintados por vinte profissionais que trabalharam ao relento -, como também pela perfeição da técnica empregada.

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Hotel B4 Nice Plaza. A Cidade de Nice e Adjacências. França.


Roteiro: Rio de Janeiro / Lisboa / Nice (Menton; Saint Raphael; Biot; Saint-Paul-de-Vence; Villefranche-Sur-Mer) / Marseille (Calanques; Cassis) / Aix-en-Provence (Ménerbes; Cucuron; Carpentras; Fontaine du Vaucluse; Uzés; Saint-Paul de Mausole; L’Isle-Sur-La-Sorgue; Saint-Saturnin; Saignon; Sault; Valensole; Lac de Sainte-Croix) / Paris (Estrasbourg) / Lisboa (Lagos; Tavira ) / Rio de Janeiro.

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Imagem Destacada: Palácio da Prefeitura – Centro.

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Saímos de Lisboa e fomos para Nice, onde chegamos na parte da tarde.

Do aeroporto ao hotel B4 Nice Plaza – são apenas 7km de distância – o motorista do taxi teve o desplante de nos cobrar a exorbitante quantia de 140 euros pela corrida! Nem se estivéssemos portando malas grandes este assalto não teria fundamento.

Viajamos sempre com malas de tamanho médio – duas ao todo – dois pontos acima de uma valise de cabine – e cada um de nós dois ainda portava uma bolsa a tira-colo. Nada mais. E ainda por cima, o “bendito” taxista nos deixou no hotel errado – no B4 Nice Park, na rue de Suède. Tudo bem, próximo ao  Nice Plaza, não custa arrastar mala por alguns metros.  Ainda bem! Porque se o motorista tivesse nos deixado no lugar certo, teríamos que pagar mais, devido o endereço do hotel em que nos hospedamos ficar na contra-mão do caminho que ele escolheu.

O B4 Nice Plaza é um hotel excelente, muito bem localizado – Avenue de Verdun, 12 – Nice.

Ficamos em um quarto amplo, composto com duas camas de solteiro, uma bancada espaçosa, estar com duas poltronas e mesa de centro, excelente armário para roupas e outro para malas, cofre, frigobar e um banheiro de dimensões consideráveis para os padrões atuais.
Ah! E mais duas sacadas com vidraça antirruído de onde vislumbrávamos belas vistas: o Jardim Alberto I, uma parte da Cidade Antiga e o mar. Contamos com a proximidade da Vieille Ville, de ponto de ônibus, da Place Massena e de variado comércio, além de muitos restaurantes. E a Promenade des Anglais, bem ali perto, na lateral direita.

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Hall de entrada.
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Ainda o hall de entrada.
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Hall de distribuição ao fundo do hall de entrada. Em baixo: salão restaurante e cabine para internet.
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Outro aspecto do salão de pate-papo.
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As pinturas expostas retratavam cenas diárias, de uma realidade impressionante.

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Esta obra impressionou-me pela naturalidade com que o artista retratou os modelos. A impressão que tive foi a de que a qualquer momento as figuras sairiam da tela.
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Estar do hotel, no andar térreo. Tudo muito amplo.
Quarto. As duas camas de solteiro eram bem confortáveis devido sua largura fora de padrão.
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Composição do quarto…
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Armário espelhado à direita.
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Como é costume na França, o vaso sanitário fica em ambiente independente. Aqui, fica à esquerda de quem entra.
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Banheira/box espaçosos. Bancada idem.
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Bancada extensa tipo porta-aviões. Nem precisava tanto.
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Vista do quarto para o Jardim Alberto I.
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Vista à esquerda da sacada. Destaque para os prédios avermelhados da Cidade Antiga.
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O Jardim Alberto I estava sendo preparado para receber o Festival de Jazz.
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Jardim Alberto I. No canto esquerdo, vê-se o Arco de Bernar Venet, notável artista francês.

 

Nice é uma cidade grande, completa para aquele viajante que adora ficar algum tempo em um só lugar assim como eu. Aliar a vontade de sugar tudo que a cidade possa me oferecer, ao comodismo de não ter que andar frequentemente empurrando malas, é uma fórmula que tem dado certo para mim e “meu fiel escudeiro companheirão de viagens”.
Viajamos por nossa própria conta e isso requer a elaboração de um roteiro que tenha princípio, meio e fim. Não deixamos nada para resolver “quando chegar lá”. Providencio com antecedência todos os bilhetes de que necessitaremos, incluindo os de trem que compro pela TAM. Nada mais prático: entregam na porta de casa, o maior conforto. Prendo-me aos mínimos detalhes a fim de que mais tarde não tenhamos que chorar o leite derramado. Verdade seja dita: viajar dá um baita trabalho e ninguém pode negar.
Voltando à vaca fria: procuro fazer determinadas cidades de Quartel General e Nice foi uma delas.

Entenda como QG aquele lugar de onde podemos sair para passear pela vizinhança e retornar em apenas um dia – o conhecido “bate-e-volta”. Pensamos inicialmente em alugar uma casa, mas acabamos optando por ficar em um hotel muito bem localizado, já citado lá em cima.
De Nice fomos para Menton, Saint-Raphael, Biot, Villefranche-sur-Mer, Saint Paul-de-Vence e Marseille – outro QG.

O QUE VER EM NICE:

O rol de atrações da cidade inclui a Cidade AntigaVieux Nice ( Cours Saleya – feira de flores, frutas e legumes de 3ª a domingo de 6.00 h à 13.30 h e às 2ª feiras de antiguidades), o Bairro Cimiez (Jardin des Arènes; Monastère; Ruínas Romanas; Museu Matisse) que escapou de nossa vistoria, a Colline du Chateau, excelente para a garotada brincar, a Catedral Ortodoxa (não conferimos), a Catedral de Nice situada na parte antiga da cidade, o Vieux Port, o Teatro Municipal (ficou para a próxima), o Monumento aos Mortos que homenageia cerca de 4 mil habitantes de Nice mortos na Primeira Guerra e, logicamente, a Promenade des Anglais e o mar. 
E por falar em mar, a praia de Nice está longe de ser confortável devido sua natureza: ao invés de areia há seixos rolados – inclusive no fundo do mar – e por isso muitas pessoas usam calçados para entrar n’água – muito fria, segundo noticiários.

Será que é pior que a de Copacabana? Não foi desta fez que entrei no mar, mas da próxima o Mediterrâneo não me escapa.
Agora, para quem deseja banhar-se em praia de areia, a vizinha Cannes oferece este conforto a 32,7 km de distância.

Alguns endereços:

1. Marc Chagall – 36 Avenue Docteur Ménard, 06000 Nice, França – tel.: +33 4 93 53 87 20.
2. Henri Matisse – Endereço : 164, av. des Arènes de Cimiez 06000 Nice. (Parc des Arènes).
Tel : (+33) (0)4 93 81 08 08 (informations)
Tel : (+33) (0)4 93 53 40 53 (conservation)
Fax : (+33) (0)4 93 53 00 22
e-mail: musee.matisse@ville-nice.fr

3. Musée des Beaux – Arts de Nice – 33 Avenue des Baumettes 06000 Nice, France. Tel. 04 92 15 28 28.
4.  Musée Massena – (Massena Art & History Museum) – 65 Rue de France 06000 Nice, France. Tel.: 04 93 91 19 10.
5.  Palais Lascaris – 15 Rue Droite 06300 Nice, France. Tel.: 04 93 62 72 40.
6.  Musée International d’Art Naif Anatole Jakovsky – Avenue de Fabron  06200 Nice, France. Tel: 04 93 71 78 33.
7. Prieuré du Vieux Logis – 59 Avenue de Saint-Barthélemy – 06100 Nice, France. Tel.: 04 93 84 44 74.
8. Réunion des Musées Nationaux – 6 Avenue Doct Ménard –  06000 Nice, France 04 93 53 05 46;
9. Museaav – 16 B Place Garibaldi – 06300 Nice, France. Tel: 04 93 56 21 19.
10. Museu de Arte Moderna e Arte Contemporânea – MAMAC.
11. Praça Garibaldi e Praça Massena – cafés e lojas.

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Praça Massena no Centro de Nice.

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Espelho d’água na Promenade du Paillon, próximo à Praça Massena.

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Fontaine du Soleil.

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Fonte de Apolo na Praça Massena.

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Passeio na parte antiga da cidade – Vieux Nice.

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Cours Saleya.

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Cours Saleya.

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Cours Saleya. Ao fundo, passagem para o Quai des États Unis.

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Cours Saleya.

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Cours Saleya.

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Passagem da Cours Saleya para a Avenida Estados Unidos (praia).

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Movimento da rua Massena, Centro de Nice.

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No dia em que chegamos a Nice, dia 27 de junho de 2014, a cidade estava lotada por conta de um Triatlon. Dia seguinte, piorou. Se já estava difícil caminhar nos pontos mais atraentes de Nice, encontrar mesa prá dois em qualquer restaurante era quase impossível. Mas, como não existe nada melhor que dar tempo ao tempo, ficamos fazendo cera na feira de artesanatos da Cours Saleya até que encontramos um restaurante que havia sido inaugurado no dia anterior: o Rossopomodoro, que pelo nome não deixa dúvida quanto à sua especialidade.

Uma coisa me incomoda em restaurantes fora do Rio – arrisco até dizer fora do Brasil: os pratos de frutos do mar vêm abarrotados de conchas! É o fundo do mar inteiro dentro do seu prato sem que você precise mergulhar.  Aliás, já me deparei com restaurantes aqui no Rio que aderiram a essa (inco)moda insuportável. Enquanto você, morto de fome, se desfaz daquela fazenda marinha que está embaixo de seu nariz, o prato esfria.

E ainda: prá que concha temperada? Me explica!… Os verdinhos, vermelhinhos e amarelinhos do molho agarram nas conchas e acabam indo pro lixo, porque não há como você lamber as cascas – fica feio e eu não vou pagar esse mico. Agora…, que dá vontade de chupar uma por uma, isso dá. E o pior é que eu não me manco: gosto tanto de frutos do mar que acabo me esquecendo da cascalhada e estou sempre repetindo o erro. Separar os bichinhos de suas cascas é trabalho prá copista medieval nenhum botar defeito. Não dá. Juro minha mãe mortinha que não peço mais frutos do mar fora do Brasil.

Cascas à parte, o que sobrou valeu.

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Pergunta valendo prêmio: Onde está o espaguete??? Hein?… Hein?… Ali mesmo. Achooouuu!!!

 

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Restaurante Rossopomodoro no Cours Saleya. Muito bom. Atendimento simpático e rápido.

 

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Rossopomodoro Nice – Cours Saleya, 26.

 

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Rossopomodoro de Nice, França. Gostei e recomendo. Com ou sem cascas.

 

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Fôfo.

 

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Costumo dizer que o que importa é o prato estar saboroso, independe de decoração. Afinal, não como paredes. Mas que um ambiente bonito é um tempero à parte, ah… isso é.

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NÃO CAIA NESSA!

Dia 28 de junho procuramos tomar nosso café da manhã em alguma cafeteria nas proximidades do hotel e encontramos um lugar chamado Scoth Tea House – de ambiente apresentável, mas sem luxo.

Sem consultar o cardápio, pedimos o café da manhã que constava de: um copo de suco de laranja, duas torradas, uma porção de manteiga e outra de geléia e uma xícara de café com leite. Quando veio a conta quase desmaiamos: 40 Euros! Caríssimo! levando-se em consideração que o hotel servia um respeitado buffet no desjejum pra inglês nenhum botar defeito.

Imagine o que de mais completo um hotel possa oferecer no café da manhã e ainda acrescente mais alguma coisa. Se bobear tinha até uma tapioquinha escondida em algum lugar e nós é que não vimos.Tudo isso, se não me engano, por 27 Euros por pessoa. Não tivemos dúvida: dia seguinte estávamos rente como pão quente no salão do hotel tomando este café nababesco. Mas daí começamos a raciocinar: em termos mais redondos, sessenta euros por dia só de desjejum, por mais quatro manhãs… caramba!, ia ficar caro. Partimos então para o lado oposto da ostentação e encontramos um local muito interessante também nas proximidades do hotel, onde depois voltamos algumas vezes para jantar: A Brasserie Lorraine, no seguinte endereço: 16 Rue Halévy, 06000 Nice, esquina de Av. Suède e Maccarani. Surpresa: por aquele mesmo tipo de café da manhã servido no Scoth Tea House pagamos 6 (eu disse: seis!) Euros. É mole ou quer mais? E como diz meu irmão: “cobra que não anda não engole sapo”, quê-ridos.

O serviço da brasserie é ágil, simpático e trabalha com preços convidativos. Comemos pizzas deliciosas neste endereço. Esta rua é em meio a outro buchincho que não o da parte antiga da cidade. Muito bom!

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Scotch Tea House.

 

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Scoth Tea House

 

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E aqui encontramos o café da manhã bem mais em conta e onde jantamos algumas vezes – Brasserie Lorraine.

 

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Jardin de L’Armenie.

 

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Rue Massena

 

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Rue Massena

 

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Rue Massena. “NÃO do BRASIL”- tênis.

 

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La Lorraine.

 

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Rue Paradis – repleta de grifes.

 

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